terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

CONTINUAÇÃO

 

Do Texto anterior, de JOÃO MARQUES DE ALMEIDA “Não, Seguro não ajudou o governo de Passos Coelho” , em “Apelidos reconfortantes” .

 

COMENTÁRIOS (Conclusão)

victor guerra: Claro, Seguro ´é "honesto", tem um ar lavado e não usa a palavra "bandalheira" para qualificar o estado das coisas. Por isso liga Cavaco e Eanes a Catarina Martins e Rui Tavares. Não sei se o Vieira também entrou para a nova União Nacional. Estão a precisar de "um das Caldas"!                    AndradeBG: Sim, é estranho a militância da direita a favor da esquerda contra a direita quando já é  sabido que a esquerda vai ganhar. Algum interesse haverá nesta urgência de que Seguro arrase. Pelo meu lado farei o inverso, taparei os olhos e votarei em Ventura.                 josé cortes > Nuno Abreu: O governo não governa, não por falta de condições, mas por falta de jeito.                Maria Manuela: Caro JMA, mas é isso que a esquerda sempre faz ! Desvirtua (adultera) a realidade, em ordem a narrativas convenientes; denigre-se Passos Coelho fazendo de conta de que não houve José Sócrates e a falência a que, por ele, fomos conduzidos e exalta-se o tempo seguinte (de António Costa, o hábil) como se não tivesse ocorrido o saneamento financeiro e a recuperação encetada por Passos Coelho. Não espantará que as narrativas convenientes do costume tentem secundarizar o facto de o dr. Seguro vir a ser eleito com a contribuição decisiva do eleitorado AD.                     GateKeeper: Top 20.                   Alexandre Arriaga e Cunha: Muito bem lembrado! Oportuno e assertivo 👌  AJS é uma pessoa decente mas vacila em alturas em que seria crucial não vacilar, além de estar muito mal rodeado…                    Jorge Tavares: Falam muito do "povo que trabalha" mas nunca se vê alguém falar dos "empreendedores que correm riscos". É só um sinal mas permite-nos perceber a razão pela qual Portugal é relativamente pobre.                    Paulo Almeida: Boa partilha JMA, bem recordado com o Seguro ao votar contra os orçamentos mostrou que não ajudou em nada o país. E se não fosse o Passos a segurar o leme, o Seguro iria desgraçar ainda mais Portugal. Não teve, nem nunca terá pulso. É fraco como líder. E arriscamo-nos a ter um líder fraco como PR. Estabilidade é o que mais repete. Estabilidade? Ele deu estabilidade ao país na troika? Não. E podia ter provocado um 2º resgate. Ele não pensou no país em 2014, foi fraco. Se entretanto pode ter mudado e reconhecido o erro e ser melhor? Não acredito. Para isso teria que ter feito esse mea culpa, mas ele quer varrer o seu passado socialista, porque sabe que é mau. E o povo vai eleger alguém que não reconheceu que foi mau líder, logo continua a sê-lo. Se há algo que ele não transmitiu foi estabilidade, transmitiu fraqueza de liderança. E isso ficou bem claro no debate a semana passada. Confrontado com a ideia hipotética de legalizar milhares de ilegais diz "que pode um Presidente fazer?". Pode ter opinião, visão e actuar. Pode promulgar ou vetar, mas tem de saber o que quer e ter pulso para dizê-lo. Aquele momento era concreto e objectivo, legalizava ou não? Não soube responder porque não tem fibra. Teria mais valor se dissesse logo "sim, legalizaria, promulgava, pois precisamos de mão-de-obra, tínhamos era de acertar bem os detalhes". Não concordo nada, mas ao menos afirmava-se. Pior que decidir mal, é não decidir nada. Um PR ou um PM não pode ser um líder fraco. Pode decidir mal, como muitos fizeram. E isso aceita-se, depois elege-se outro, é a beleza da democracia. Mas não liderar e não decidir é péssimo. E é isso que o povo vai eleger domingo, um fraco líder.                      Paradigmas Há Muitos! > Pedro D: E também não é preciso ser economista, basta ter tido Economia no secundário, para perceber que políticas económicas expansionistas têm limites de impacto e de duração. O Kosta para as continuar enquanto exibia "contas certas" ao BCE e enganava os parceiros na geringonça usou o truque das cativações e sem investimento nem reformas eficientes conduziu os serviços públicos à desgraça que são actualmente! E sabendo que o seu truque iria ser descoberto pirou-se a tempo para a UE! Mal ele sabia que iria aparecer um Pedro D no OBS para o defender, o que lhe deve restabelecer a esperança de vir a ser um dia PR!                    Rui Martinho: Muito bem, é necessário repor o que se passou e não ficcionar sobre factos para justificar alinhamentos políticos como muitos a que temos assistido nestas eleições. Abraço, João.                      João Floriano: A principal característica destacada em Seguro, o político, é  a sua fraqueza e fragilidade perante a insistência do PS. Esqueçam todas essas tretas de independência, moderação, objectividade. Seguro é agora ainda mais fraco do que em 2014 quando foi escorraçado humilhantemente do PS. Agora vem desejoso de agradar, de ser o salvador da esquerda e esta saberá muito bem manobrá-lo nesse sentido. E é ver como na TV as críticas e a agressividade contra Montenegro subiram de tom por parte de figuras do PS como Ascenso Simões e João Torres coadjuvados por uma tropa fandanga de comentadores que já metem o governo de Montenegro de rastos. Entretanto idiotas úteis do PSD e da direita dita moderada correm alarvemente a prestar vassalagem a Seguro e a abrir as portas de par em par ao socialismo. Não consigo pensar em nada menos obtuso e totalmente desprovido de inteligência.                      Marco Rodrigues > Alexandre Arriaga e Cunha: O homem é socialista. Como é que poderia estar bem rodeado?                  victor guerra > Pedro D: O Passos aplicou um plano dos credores ASSINADO ENTRE O SÓCRATES  do  PS E ESSES CREDORES. Não agridam a nossa inteligência!                    Carlos Ferreira: É sempre positivo recordar os factos que para muitos são desconhecidos, para outros estão esquecidos e que são alvo de alguma reescrita.                      António Soares: Seguro é socialista desde pequenino e comeu na mesma manjedoura que Sócrates e Costa. Não leva o meu voto. Ventura é um ser asqueroso, mentiroso e reles.  É socialista na economia e fariseu nos costumes. Não leva o meu voto. É a vida... Melhores dias virão.                  Marco RodriguesMaria Da Veiga: Que Deus a escute. Muito bem.                   Francisco Almeida: Ler o artigo e os comentários (não todos) foi deprimente. Chegámos ao ponto da mera reposição da verdade de acontecimentos de há pouco mais de 10 anos, causar surpresa porque já estavam esquecidos e, pior, substituídos por uma narrativa começando pelos 3 "d" Descolonização, Democracia e Desenvolvimento, isto é o regime das verdades reconstruídas.                      Manuel Lisboa: Exacto: foi assim que se passou. De facto, o ex líder socialista e actual candidato presidencial não resistiu às pressões demagógicas dos vários notáveis socialistas, aos quais o presidente do conselho europeu em exercício se colou. Esse mesmo ex secretário-geral do ps mostrou fraqueza política confrangedora e falta de visão; desse modo, não aproveitou a possibilidade oferecida pelo então presidente da república para formar governo de coligação ou de apoio pontual a um governo do psd. Aliás, a estúpida bizarria política  do "irrevogável" revelou alguém francamente pusilânime e, sobretudo, anti-patriótico. Tempos difíceis que a persistência e a sagacidade política do primeiro ministro de há pouco mais de dez anos conseguiu evitar o pior para o país. As hesitações do chefe do maior partido da oposição dessa época só complicaram a situação. Portanto, em nada contribuiu para Portugal conseguir ultrapassar a espinhosa conjuntura por que passou entre 2011 e 2013/14, consequência da incompetência  e irresponsabilidade políticas de sucessivos governos do partido socialista português.                           Jacinto Leite > Lucia Amador: Seguro é um safado sem escrúpulos.                        António Fernandes: Excelente artigo - repor a verdade dos factos !                    Antonio Sennfelt: Depois de muita hesitação, finalmente determinei qual irá ser o sentido do meu voto! Votarei seguríssimo, riscando os nomes dos dois contendores e, sobre eles, escrevendo o nome de Pedro Passos Coelho!                  Tristão: Se há coisa que ainda tenho é memória. E o texto começa logo mal ao afirmar que a AD ganhou as eleições. Não ganhou, porque nem sequer concorreu. Quem venceu as eleições foi o PSD, que só posteriormente se aliou ao CDS. Não havia aqui nenhuma AD. Convém ser rigoroso.  Segundo: não me quero armar de defensor de Seguro. Os atributos que lhe reconheço, honestidade, saber estar, sentido institucional, ausência de fanatismo ideológico, não fazem dele um grande líder político, mas fazem dele alguém palatável para a direita democrática. Não é um homem que encha a boca com retórica esquerdista nem com moralismos fáceis. É verdade que Seguro se absteve no primeiro Orçamento do Estado. E sim, eu também acho que era o mínimo de decência. Importa lembrar que, dentro do PS, figuras como Pedro Nuno Santos ou Isabel Moreira e mais, consideravam essa abstenção uma vergonha e estavam disponíveis para votar logo contra. Seguro não o fez. Mostrou uma decência mínima, mínima, mas real. Nos orçamentos seguintes votou contra, como era natural. Nenhum líder da oposição poderia passar uma legislatura inteira a abster-se ou a votar a favor, ainda por cima com uma maioria absoluta do PSD/CDS. Isso não faria sentido político nem seria saudável para o país. Um bloco central informal nessas circunstâncias seria profundamente negativo. Dizem que foi fraco no episódio da demissão de Paulo Portas. Concordo em parte. Mas o contexto era altamente conturbado, e Seguro acabou por sucumbir à pressão interna de um PS que, nessa altura, funcionava muito na lógica do quanto pior, melhor.  Infelizmente, era assim. Quanto à ideia de que Seguro nunca foi crítico de José Sócrates, isso também não é verdade. Foi crítico por omissão, o que é politicamente diferente de defender. Não podia ser ingénuo ao ponto de alienar de forma explícita um eleitorado numeroso que ainda via Sócrates como um activo político. Aliás, o próprio Costa, quando se candidatou, sublinhou várias vezes que a herança socrática não era defendida por Seguro. Essa foi sempre a clivagem.  Em suma: Seguro tem defeitos claros, sobretudo falta de firmeza política. Não era o meu candidato. Mas não é preciso acumular falsidades para o criticar. É um homem com carácter e honorabilidade, e isso, na política portuguesa, já não é pouco dada a triste escolha a que estamos confrontados                      Xico Nhoca: Assim que tiver informação de que o PS está em vantagem numa eventual eleição antecipada, Seguro deita o parlamento abaixo e convoca eleições para pagar a quem do PS, não o tendo querido inicialmente, acabou a apoiá-lo. E se o PS ganhar com maioria relativa juntar-se-á ao Chega. "Não é não" é só para quem nunca se juntou a extremistas e o PS já não é virgem. Num bordel ninguém pergunta se o parceiro é extremista de esquerda ou extremistas de direita                   Alberico Lopes > victor guerra: No que respeita ao Cavaco e ao Eanes, até nem me admirei! São dois caquéticos a defender os seus tachos!               Jacinto Leite > m s: Seguro é o mal maior.                       Jacinto Leite: Tozero é um safado socialista poucochinho.  Nem os xuxas o querem. Estão é com medo que o Ventura lhes tire o tacho.                    J. Gabriel: A verdade acima de tudo, lembro me muito bem das críticas feitas a Seguro e a Mário Soares. Apesar de eles SEREM OS RESPONSÁVEIS PELA SITUAÇÃO. Obrigado pela coragem de divulgação como enfrentar o Sr. Sérgio, é um dos poucos a remar contra esta esquerda, DESTRUTIVA, OBRIGADO                      Paradigmas Há Muitos!  > Pedro D: Então não foi você que escreveu "também não é preciso ser um cientista político para perceber por que razão o PSD esteve vários anos em penúria de poder, o CDS foi varrido do mapa e o PS de Costa/Esquerda conseguiram duas legislaturas seguidas, uma delas com maioria absoluta"? Ora, eu entendi isto como um elogio ao Kosta, em contraponto ao detestável PPC. Peço-lhe encarecidamente desculpa se me enganei! Realmente confesso que pouco sei de Ciência Política! 🤣🤣🤣                   Paradigmas Há Muitos! > Mario Figueiredo: O que vale é que a "sua" direita não padece de nenhum desses males que tão brilhantemente aponta. É a vantagem de ela não existir, de ser só uma ferramenta teórica que você usa para atacar a direita real. Para que se cansa tanto? Acha que algum dos "deploráveis" que vota no Chega olha sequer para as suas tretas?                   David Pinheiro: Sabe tão bem ler a verdade.  Por muito bonita que seja uma mentira.                    João Diogo: Excelente artigo, factual e verdadeiro, o que anda aí na Praça é que Seguro salvou Portugal, quando é falso.                   Fernando Costa > Lucia Amador: A decência vem da corja xuxalista que se anda a governar há 50 anos? Se é, guarde-a para si !!!                      António Salazar Nóbrega Lume: Muito bom. Parabéns.                 Jose PiresTristão: Um texto tão longo para dizer tanto disparate!                     Paradigmas Há Muitos! > Mario Figueiredo: Considere-me ignorante. Para uma "lapa" é um elogio! 🤣🤣🤣               Mario Figueiredo: Post Scriptum: Eu estava errado. Pensava que se ia ver mais, mas afinal só mesmo o Rui Ramos teve a coragem de assumir o voto em André Ventura e proporcionar aos seus leitores um contexto sobre o qual possam interpretar o seu comentário político. Continuamos portanto num país onde o Chega só encontra verdadeiramente lealdade e coragem junto do povo. Um partido, que está a ser usado por uma certa direita, fraca e sem meios próprios, para fazer o trabalho sujo por si: limpar à bruta o espaço à esquerda do PSD. Denunciam o que chamam de "direita fofinha", que declara publicamente o seu apoio a uma figura da esquerda. O que é verdadeiramente extraordinário, vindo de quem não declara o seu apoio a coisa nenhuma. Até mesmo quando fazem crítica de uma sociedade civil que, da esquerda à direita, decide se afirmar em bloco em redor de um candidato (o que é, por si só, algo inusitado de se criticar), são incapazes de se unirem eles próprios pelo outro candidato. Normalizam e relativizam toda e qualquer acção política do partido Chega e do seu líder, mas sem nunca se comprometerem publicamente com o partido. Quando confrontados na sua opinião, têm inclusivamente a real lata de dizer numa tentativa mercenária de distanciamento, que "não concordo com muitas coisas do partido". E por aí se ficam: nunca e em momento algum essas "coisas" farão qualquer parte da sua opinião publicada. Esta direita instrumentalista e sem espinha usa o Chega para fazer o seu combate politico à esquerda. O Chega provavelmente sabe-o e tolera-o porque acredita que o ajudará a crescer. Existe uma simbiose aqui entre uma direita que não se importa de conviver com a extrema-direita desde que não tenha que sujar as mãos, e uma extrema-direita que acha tudo isto muito divertido e, com toda a razão na sua forma de ver as coisas, considera-se a única e legítima representante da direita combativa e popular.                       m s > drumond freitas: Considerar um PR um mal menor deve ser um problema para quem o elege!                  JR Fonseca: O JMA é o maior.  Herdeiro do Saraiva.                   graça Dias > António Alberto Barbosa Pinho: Em branco não. Votos em branco são a tentação de muitos!.. que rapidamente os consideram um desperdício, pelo que lhes colocam uma X de acordo com o seu gosto.            Alberico Lopes > Manuel Lourenço: Puros? Só conheço três: Ferro Rodrigues, Paulo Pedroso e Sócrates! Ou melhor: mais dois: Costa e e Nuninho santos!                     Paradigmas Há Muitos!  > José Tomás: O artigo desmonta a primeira ideia. O PSD-CDS tinha maioria absoluta, o PS absteve-se, era indiferente. Quando Cavaco quis que Seguro fosse parte mais activa, o Seguro amedrontou-se e não o foi. O resto, não entendo. Se o PS não tem essa cultura de seita e se o Seguro foi excepção quer dizer que ele têm-na. É bom isso?                  Xico Nhoca > Ricardo Ferreira: O líder frouxo, assim que tiver oportunidade (ou seja, informação de que o PS está em vantagem numa eventual eleição antecipada) deita o parlamento abaixo e convida eleições para pagar a quem do PS, não o tendo querido, acabou a apoiá-lo. E se o PS ganhar com maioria relativa juntar-se-á ao Chega. "Não é não" é para quem nunca se juntou a extremistas e o PS já o fez.                  Gabriel Madeira > Nuno Abreu: Quer um Vallium, portanto. Há na farmácia, sob receita. Não precisamos na PR.

Nenhum comentário: