sábado, 6 de junho de 2026

CONTINUAÇÃO

 

Dos COMENTÁRIOS DO TEXTO ANTERIOR: “Morrer com Henry Nowak”.

Em “PRETEXTOS”

Antonio Sennfelt: Óptimo artigo! Mas, se o autor me permite, uma pequena sugestão: onde se aborda o caso do estupro, rapto e violação de centenas de jovens raparigas inglesas, oriundas de bairros pobres, crimes praticados durante anos perante a total indiferença ou, pelo menos, inércia da Polícia e das Autoridades Judiciais britânicas, os predadores eram, todos eles de facto asiáticos. Mas a Ásia é muito grande, e o Autor falhou ao omitir - porventura por indirecta mas nefasta influência wokista - a verdadeira origem dos criminosos, todos eles provindos da península hindustânica, particularmente do Paquistão! PS: e também teria sido elucidativo ter mencionado o nome do então magistrado de Manchester que fechou os olhos a todas as referidas ocorrências! 

Df: Libanização em curso da Europa. Havemos de ter aqui também um Hezbolah às ordens do Irão ou coisa parecida.

Komorebi Hi: A deriva woke na actuação da Polícia no UK tem origem na maçonaria e na hierarquia, onde todos são maçons. A degradação dos vários poderes no UK e a degradação dos dois principais partidos é semelhante ao que se passa em França e pela UE. O fim dos partidos Labor e Torie desde Blair, provocou toda esta situação de guerra civil de baixa intensidade, onde a polícia, desde a Metropolitan Police Service (Grande londres) e 45 forças de polícia em todo o UK. Toda a estrutura de Law enforcement serve hoje os interesses de políticos de extrema esquerda woke, tornou-se numa polícia política, sem paralelo no mundo, apenas talvez com a Polícia Federal no Brasil de Lulla e Morais. Acabar com o poder da maçonaria nas polícias e na justiça no UK vai ser doloroso ou poderá levar a uma guerra civil que no fundo já existe por via das políticas desde Blair passado por idiotas psicopatas como Boris ou o comunista Starmer. A UE não é diferente com von der Leyen.

Américo Silva: Os responsáveis são ocidentais caucasianos, são os pais e irmãos de Nowak, não o defenderam vivo nem honram a sua memória.

observador censuradoobservador censurado: "(...) Aos europeus, como único meio de expiarem o pecado de serem mais livres e prósperos, exigiu-se que renunciassem à identidade e à história a que os outros povos têm direito. Todas as achas foram postas na fogueira."

Correcto. Quando se perde a identidade, morre-se. E  aqueles que já morreram em vida, estarão dispostos a tudo pois já perderam tudo.

Cristina Torres: O arrepiante é que o projecto woke está vivíssimo em Portugal, só após uma semana deste crime hediondo e depois de JMA e Miguel Morgado terem abordado o tema e só com o barulho ensurdecedor nas redes sociais é que a nossa CS, inclusive o Observador, é que  abordou o tema. 

Jorge Espinha: Algemar uma vítima apunhalada . É bater num fundo muito baixo

Ruço Cascais > João Floriano: Ele escondeu a faca, ou melhor, deu a faca à mãe para esta a esconder. Quando a polícia chegou ao local ele não tinha a faca.  Não obstante, a polícia preferiu acreditar no sujeito Sikh que se identificou como vítima de racismo do que no moço estendido no chão a suplicar por ajuda. Mas, na minha opinião, o tribunal inglês deu uma grande lição a todo este preconceito que actualmente existe na sociedade inglesa.  Quanto aos polícias que algemaram o jovem esfaqueado em vez de lhes terem prestado ajuda não consegui descobrir o que lhes aconteceu, mas, acredito que devem ter também sido muito castigados.  Henry Nowak é, na minha opinião, um caso com força para mudar o sentimento de tolerância com as culturas estrangeiras de cariz invasor.  A situação de uma faca daquelas dimensões como objecto cultural poder ser utilizada como um adereço de vestuário deve ser revista no Reino Unido e também em Portugal. As navalhas com lâminas até 9 cm - salvo erro - são legais em Portugal. A adaga do Sikh tinha, segundo dizem, uma lâmina de 20 cm, quase o tamanho de uma espada romana.

Felix Gavela: A ideia das esquerdas é transformar a Europa num médio-oriente com o bairro judeu, o bairro árabe, o bairro xiita, o bairro sunita, o bairro druzo...

Miguel Macedo: Muito bem! Como sempre!

José B Dias > Ruço Cascais: Conviria recordar que a "prisão perpétua" no Reino Unido é uma espécie de "cessar fogo" na linguagem dos dias que vivemos ... não significa mesmo nada daquilo que parece significar por em tempos o ter significado! No MÁXIMO o assassino deste caso cumprirá 21 anos de prisão ...

PS: Musk não fez qualquer saudação nazi em manifestação alguma de apoio a Trump ... se revir as imagens sem preconceito poderá constatar que o gesto é de levar a mão ao coração e entendê-lo para a multidão sinalizando ligação afectiva.

David Pinheiro: A wokeropa já está impregnada de islâmicos. E ao ritmo a que nidificam, seremos rapidamente substituídos.  Ainda lhes demos o direito de construirem as suas mesquitas e as suas comunidades, como tal podem continuar a sua cultura e a sua religião. Até serem a maioria. Portanto: #toolate

Lily Lu > Tristão: Não é verdade. O Floyd morreu de overdose, segundo a certidão de óbito.

mais um: Em Inglaterra não podes andar com uma bandeira de Inglaterra. Mas se for da Palestina, tudo ok. Precisa dizer mais alguma coisa?

m s: Não culpemos só o wokismo que todos sabemos quem são e o que querem. Culpemo-nos a nós pela nossa tolerância com o wokismo. Culpemos-nos também pela nossa intolerância por quem grita bem alto e nos avisa que a imigração tem que ter regras.

Quase Famoso: Felizmente este é um caso que nunca se irá passar em Portugal, agora temos leis duras com a imigração, já foram passadas dezenas de notificações para abandono voluntário do território a quem está por cá a residir ilegalmente. Nota-se até que as cidades estão mais desertas.  Ontem no metro quase que posso jurar que na carruagem cheia onde eu vinha, havia lá outro português, mas também posso estar enganado, seja como for, no tempo do Costa uma situação destas era impossível. Mas não podemos esquecer que somos um pais humanista e defensor dos valores democráticos (exceptuando aquele partido racista e xenófobo), e por isso continuamos a considerar o reagrupamento familiar fundamental para a plena integração dos migrantes, e milhares de cidadãos em situação irregular, todos eles vítimas de tráfico humano claro, continuam a ser legalizados.  O futuro de Portugal, ao contrário do Inglês é risonho.

LOURENÇO DE ALMEIDA: O que houve de especial na história da Europa foi a ética judaica-cristã e a Igreja que lhe deu voz e lhe garantiu a permanência, com mais ou menos desvios, ao longo de muitos séculos! Tudo o resto que também contribuiu para o que é a Europa, existe noutras partes do mundo, e de muito disso, a Europa soube usufruir também, e também nisso mais ajudada do que prejudicada pelo grau de abertura ao estranho inerente ao cristianismo, e a aversão aos falsos deuses e aos estrangeiros instintiva mas também cultural. Rejeite-se o Cristianismo, nem que seja como valor cultural, e não há Europa senão como mais uma parte do mundo, e tal como o resto do mundo, organizada por clãs e castas...ou bandos, cardumes, varas ou cáfilas!

Maria Cordes: Obrigada, Rui Ramos, por ir contra a corrente instalada em Portugal, por um lado o activismo de uma esquerda, que combate a civilização ocidental, cultura, identidade e fundamentos religiosos, com máscaras humanísticas ou de autoflagelação, distorcendo os factos e a história, por outro, a apatia de uma maioria, mesmo letrada, que faz de conta que não se passa nada, ou então trai ostensivamente os valores dos nossos pais fundadores, lembrar o 10 de Junho, em Lagos. A indignação ficou nas mãos das pessoas mais humildes e autênticas, que sustentam os malabarismos dos intocáveis. Por isso arrepiou-me o estendal na Alameda, em linguarejar incompreensível, sem que nenhuma autoridade interrompesse o consagrado silêncio. Cá, como lá, caminhamos para que haja vítimas como Nowak, e a polícia está na linha da frente. O Chega tem sido o único a romper o muro de silêncio que rodeia a invasão, é desastrado, mal educado, não é fino, é uma "tropa", ao menos ninguém lhe pode assacar, hipocrisia, querer estar bem com Deus e o diabo, fechar os olhos ao abuso e à prepotência de usar o dinheiro sagrado dos impostos, que em Portugal tira pão da mesa, para mordomias e vaidades supérfluas, como têm feito alguns aplaudidos demokratas da nossa praça, eu diria quase todos, excepto o General Eanes, perante o clamoroso silêncio de gente chique e autoridades morais actuais, que em devido tempo, serão remetidas para o esquecimento eterno, a que uns chamam karma e que acho que é bem feito.

Patricia Queiros > José Tomás: Será praticamente certo dizer que a maioria dos manifestantes não é de extrema direita. São cidadãos comuns, alguns até eleitores do labour, que estão pelos cabelos com o estado de desagregação social que grassa no Reino Unido. Há um sentimento legítimo de saturação do wokismo,  provavelmente excepto nos lib dem e Verdes (e a ala Labour herdeira do Jeremy Corbin).

Carlos F. Marques:  Excelente artigo. “Winter is coming…”

Rui Martinho: Obrigado, Rui Ramos pela coragem, clareza e objectividade com que trata este lamentável caso, sintoma de que a civilização ocidental está doente, baixou os braços e entregou-se a este movimento primitivo, tribal e que a está a destruir sem retorno.

Manuel Gonçalves: Isto só prova que a comunicação social é manipulada e obedece a alguém. Ou seja, como sabemos, em relação a outros assuntos, se estamos a ser bem informados? Nos dois conflitos actuais - Médio Oriente e Ucrânia - qual seria narrativa imposta à comunicação social? Tudo isto explica por que a UE está tão empenhada em regular nas redes sociais, porque no fundo só elas obrigam os órgãos de comunicação social a abrir-se à vida real.

José B Dias > observador censurado: Por serem os mesmos que fizeram as leis e regulam o exercício da Justiça ...

Paulo Almeida: As minorias sempre foram instrumentalizadas pela esquerda. Assim como a comunicação social. Assim como as universidades e o ensino no geral. A receita é simples. Chama-se ditadura.

Danniel 1904 > Ruço Cascais: Um miserável comunista e traidor que nem com mortes semanais de cidadãos ingleses é capaz de fazer alguma coisa! Por isso "isto", aquela besta e quem o apoia, só pode ser combatido com o extremo oposto, já não é possível haver meias medidas nesta altura! O esquerdismo radical, progressista e globalista levou-nos, leva-nos e vai-nos levar a uma guerra civil! Quem tiver noção disso e se preparar para isso tem mais hipótese de se safar.

Ruço Cascais > João Floriano: "O Primeiro-Ministro britânico, Keir Starmer, confirmou que o governo não vai remover a isenção legal que permite aos sikhs carregarem a kirpan, a espada ou adaga cerimonial que é um dos artigos de fé obrigatórios na religião."

"É estritamente ilegal, possuir, comprar, transportar ou usar spray ou gás pimenta na Inglaterra (e em todo o Reino Unido). Ao abrigo da legislação britânica (o Fire arms Act 1968), qualquer produto com substâncias químicas incapacitantes é classificado como arma de fogo de cano curto ou "arma ofensiva".

Ambas estas duas questões são verdadeiras e não são fake-news das redes sociais. Uma mulher que se defenda com gás pimenta de um eventual ataque de um Sikh com uma adaga, pode ser acusada de utilizar uma arma ilegal perigosa ao contrário do Sikh que está legitimado a andar de espada à cintura. 😀

João FlorianoTristão: Eu sabia que o George Floyd havia de ser chamado para  a discussão. Tratou-se igualmente de um caso terrível porque fosse qual fosse o crime ou desobediência que Floyd tivesse cometido, a violência policial foi extrema. Do mesmo modo os portugueses ficaram perplexos com o que se passou na esquadras do Rato. Eu pelo menos fiquei. O problema é que estas falhas graves estão a acontecer com demasiada frequência, são o pão nosso de cada dia, estamos a normalizar o que não pode de forma alguma ser normalizado. Há na verdade muita polarização, muita divisão, muita fractura. Mas não podemos esquecer quem, propositadamente, a tem provocado, quem é o principal responsável, quem fez da confrontação um agenda política.  E é o wokismo, SIM!

Vasco R: A esquerda woke devia ser abatida como traidores que são, juntamente com os imigrantes terroristas muçulmanos e indostânicos. Felizmente em Portugal, no dia a dia , nota-se por parte da população , ódio aos muçulmanos e imigrantes indesejados. Estamos no bom caminho .

Glorioso SLB: Eu ñ percebo é pq é q as pessoas votam Trump, Le Pen, Melloni, Ventura ou Farage. Pq será?

Cristina Torres > José Tomás: Na penúltima manifestação que passou na nossa CS e apelidada de extrema-direita, ouvi e vi o testemunho de duas idosas britânicas a dizer que querem que a Inglaterra volte a ser britânica... são as ditas de extrema-direita.

Pedromi: Muito bem...🥂

Joana Quintela: Bravo!!!

David Pinheiro > Quase Famoso: Excelente! Humor refinado.

Antonio Sennfelt > Uiros Ueramos. Bravo! Num pequeno comentário - pequeno na dimensão, grande no essencial!- diz tudo o que é urgente e indispensável ser dito e redito!

Português de bem > José Tomás: Não há qualquer diferença? Está a brincar? Agora é MUITO pior! Agora é censura e ideologia de traição à Pátria.

Português de bem: Estou a adorar assistir à autodestruição dos povos e das culturas europeias. Adorar porque isto já não tem cura, por isso, que rebente de vez. Convém recordar que isto é feito com o apoio e a validação do povo europeu, que continua a votar nos partidos que não só defendem, como incentivam essa destruição. As pessoas ainda não perceberam que, um governo fazê-lo, pode ser irresponsabilidade, vários governos de vários países fazê-lo, é sinal de que é consciente e propositado. Mas pronto, ao menos não somos acusados de racismo, xenofobia ou fascismo. Deus nos livre!

Ruço Cascais O assassinato de Henry Nowak aconteceu em Dezembro de 2025, mas só chegou ao conhecimento do grande público seis meses depois.   No caso de George Floyd, a grande indignação com o assassinato aconteceu no mesmo dia. Com Nowak a indignação apareceu seis meses depois. O julgamento do assassinato de Henry Nowak aconteceu em finais de Maio e o assassino sikh, Vickrum Digwa, foi condenado a 1 de junho a prisão perpétua. A mãe de Digwa que escondeu a faca para inocentar o filho vai ouvir a sentença dia 17 deste mês segundo apurei. Os tribunais ingleses funcionam e, comparativamente com os tribunais portugueses, funcionam muito bem. Seis meses para ler uma sentença seria um recorde histórico para Portugal. Também a sentença de prisão perpétua é algo completamente fora dos limites constitucionais de uma sentença em Portugal. O juízo do julgamento é dado por um júri nomeado, libertando assim o juiz de julgar com condicionamentos ideológicos ou faz-se interpretações da Lei por simpatias com as minorias. Podia até dar-se o caso do juiz também ser Sikn.

"Digwa portava duas facas cerimoniais no momento do assassinato: uma menor, conhecida como kirpan, sob as suas vestes, e uma "grande adaga sikh", que foi usada como arma do crime. Gurnam Singh, professor de Sociologia da Universidade de Warwick, afirmou em juízo que a arma externa era usada como sinal de pertencer à ordem Nihang e disse que não havia "nenhuma boa razão" para portar a lâmina maior, já que não é uma exigência estrita da fé."

O caso Henry Nowak pode ter sido a charneira de mudança na mentalidade das polícias inglesas com os casos de racismo e também na viragem das mentalidades dos eleitores do Reino Unido.

Elon Musk, um neonazi desavergonhado e extremista de direita, divulgou o caso com grande propaganda na sua rede social X levando Farage ao colo para próximo primeiro ministro de Inglaterra.

Nota: Elon Musk durante o apoio a Donald Trump na campanha eleitoral, numa das suas intervenções não resistiu em fazer - por duas vezes - a saudação nazi. Daí que o considerar um neonazi é perfeitamente natural.

Danniel 1904Glorioso SLB Hummmmm...sei lá...tipo que perante pedaços de trampa traidores como o Starmer, Sanchez, Macron e companhia, só o oposto  aparece como tendo coragem para ao menos lutar contra este estado de sitio? Muitas vezes simplesmente coragem para falar, porque estamos a caminhar para a criminalização do discurso de "direita". Cumprimentos Gloriosos

João Floriano > Ruço Cascais Está bonito!!!

Pretextos

 

De regresso às origens? E assim deixamos? Estranho mundo, afinal! Tanta cobardia implícita no deixar correr…

Morrer com Henry Nowak

O projecto woke de liquidar as nações históricas na Europa não resultará numa humanidade cosmopolita, mas num tribalismo conflituoso.

RUI RAMOS Colunista do Observador

OBSERVADOR, 05 jun. 2026, 00:25

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Aconteceu numa noite de Dezembro, em Southampton, no Reino Unido. Henry Nowak era um estudante de 18 anos que regressava a casa. Foi esfaqueado cinco vezes por Vickrum Digwa, um Sikh. Quando a polícia chegou, Nowak estava caído no chão. Mas Digwa tinha congeminado a escapatória perfeita: acusou Nowak, falsamente, de ter sido “racista”. Perante a alegação (falsa) de racismo, a polícia ignorou o esfaqueamento e algemou Nowak, sempre prostrado e em sofrimento. Quando Nowak se queixou de que não conseguia respirar, a polícia troçou dele. Sem auxílio, Henry Nowak morreu.

O vídeo policial agitou a Grã-Bretanha. Para muita gente, foi mais uma prova de como anos de adestramento wokista condicionaram a polícia: bastou a vítima ser um homem branco, e o assassino pertencer a uma “minoria”, para tudo se inverter, a vítima passar a culpado e o assassino a vítima. A propósito, recordaram-se outros casos em que as autoridades não actuaram por receio de parecerem racistas: o bombista que em 2017 matou 22 jovens num concerto em Manchester, e que, por ser líbio, não foi parado, apesar da mochila suspeita; a rede de pedófilos em Rochdale que pôde actuar impunemente até 2010 por as vítimas serem raparigas brancas e os criminosos de origem asiática.

O crime de Southampton gerou uma versão branca do Black Lives Matter. Os protestos contra o “racismo invertido” deixaram 11 polícias feridos. Mas é para admirar que os brancos do Reino Unido aspirem também ao estatuto privilegiado de vítimas de “racismo” de que veem beneficiar os habitantes de outras cores? Outrora, o racismo era a ideologia dos que acreditavam em raças e na sua hierarquia. Como tal, foi justamente refutado e reprovado. Agora, em regime woke, é demasiadas vezes uma acusação que alguns são convidados a usar para culparem os outros e se desculparem a si próprios. Nesse sentido, não há quem não tenha interesse em ser “racializado”, se isso o proteger da polícia e de quaisquer responsabilidades. Mas onde havia um país que séculos de história em comum tinham tornado mais ou menos coeso, e onde para manter a ordem bastava uma polícia desarmada, começa a estar agora uma terra de ninguém disputada por tribos raivosas.

O caos migratório teria sempre causado problemas de acolhimento e de adaptação. No Reino Unido, a população nascida no estrangeiro saltou de 6% em 1991 para 19% hoje. Só num ano, em 2023, entraram 1,4 milhões de estrangeiros. Mas o modo como o activismo woke decidiu usar as migrações para provocar uma revolução cultural, tratando os europeus como criminosos e os recém-chegados como vítimas, tornou tudo mais explosivo. Os migrantes não se sentem induzidos a respeitar culturas que o wokismo lhes ensina serem “estruturalmente racistas”. Aos europeus, como único meio de expiarem o pecado de serem mais livres e prósperos, exigiu-se que renunciassem à identidade e à história a que os outros povos têm direito. Todas as achas foram postas na fogueira.

O projecto woke de liquidar as nações históricas na Europa não resultará numa humanidade cosmopolita, mas num tribalismo conflituoso. A Europa pode perder aquilo que sustenta a lei, a democracia e a solidariedade social: as comunidades de destino representadas pelas nações históricas, capazes de criar uma igualdade que, nos últimos anos, desvalorizou, enquanto critérios de discriminação e como em mais nenhuma parte do mundo, diferenças de rendimento, religião, sexo ou cor de pele. Houve, na Europa, qualquer coisa de especial na história da humanidade. É preciso que não morra com Henry Nowak.

RACISMO DISCRIMINAÇÃO SOCIEDADE IMIGRAÇÃO MUNDO REINO UNIDO EUROPA

COMENTÁRIOS:

Fernando ce: Temos de parar este caminho enquanto é tempo. O presidente da câmara de Loures, socialista, afirmou sem medo que o chamado Vida Justa era um movimento ligado ao PCP e BE.

graça Dias: Caríssimo Rui Ramos: Um excelente e pertinente artigo, que merece atenção e o despertar de consciências distraídas ou adormecidas, sem ignorar o silêncio dos OCS, como destaque para  as nossas TVs e os seus «bonecos falantes». O crime hediondo para com Henry Nowak é reflexo da cultura Woke das esquerdas progressistas, órfãs das causas de outras épocas, adoptaram o multiculturalismo numa descarada e corrupta cumplicidade com os islâmicos. Há países na Europa onde já se vive em atmosfera tribal, e o caso de Henry é exemplo disso mesmo, ou seja da decadência moral por parte de líderes políticos e de uma CS que silencia ou faz análises sublinhadas pelo seu viés ideológico, para mascarar a realidade, e assim, o agressor é isentado, enquanto que a vítima o culpado. Caro RR, obrigada.

MariaPaula Silva: Muito bem. Só me faz muita confusão como permitiram a coisa chegar a este ponto. A quem é que interessa esta desconstrução europeia? isto é uma forma eficaz de invasão demográfica e desestabilização social. Qual é a taxa de imigração islâmica na Rússia? Qual é a taxa de imigração islâmica na China?

José Paulo Castro: O ritmo demográfico previsível das comunidades migrantes já inseridas nas ditas 'nações históricas' farão a prazo com que o destino de Henry Nowak seja o destino provável dessas nações. Mesmo fechando a entrada de mais imigrantes agora e já. A única solução para evitar o tribalismo futuro é seleccionar políticas de integração agressivas que filtrem os imigrantes por afinidade cultural ao padrão civilizacional das 'nações históricas' e forcem essa aproximação aos que se integram, em detrimento da importação de hábitos externos. No fundo, o velho "Em Roma, sê romano." E isso implica afrontar as políticas de integração e padrões de exigência cultural e de costumes actuais. Pode não ser bonito em defensores da liberdade individual, mas é o que é. Sem isso, o tribalismo étnico está instalado a prazo.

Uiros Ueramos: O caso de Henry Nowak é uma fotografia brutal da Europa que está a nascer: uma Europa, onde a palavra “racismo” funciona como salvo-conduto moral, e onde as instituições parecem mais preocupadas em obedecer à liturgia ideológica woke e de esquerda,  do que em proteger os seus próprios cidadãos. Dados educativos mostram isso com clareza o problema. No PISA, a Europa registou, em média, uma diferença entre alunos nativos brancos e alunos com origem africana e asiática, dados de Áustria, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Países Baixos, Eslovénia e Suécia, as diferenças em matemática ultrapassavam 55 %. Mesmo na segunda geração de imigrantes, diferenças médias de QI mantêm-se nos descendentes, sobre representação clara em estatísticas de crime violento. A história também conta! A Europa acumulou ciência, instituições e progresso técnico contínuo durante séculos. Partes da Asia e a totalidade da Africa pré-colonial permaneceu na Idade do Ferro, sem escrita generalizada nem Estados complexos comparáveis. Ou seja, não estamos perante uma fantasia “xenófoba”. Estamos perante um problema mensurável de integração, desempenho escolar, capital humano e transmissão cultural. A mentira multiculturalista consistiu em fingir que todas as populações, independentemente do seu contexto histórico, educativo, religioso, familiar e institucional, se integram da mesma forma e produzem os mesmos resultados quando colocadas dentro de sociedades europeias avançadas. Não produzem. A Europa foi construída sobre séculos de acumulação institucional, técnica e cultural: Estado de direito, universidades, ciência moderna, liberdade económica, liberdade de expressão, responsabilidade individual, mérito, contrato social, confiança pública e capacidade administrativa.  O caso Henry Nowak é simbólico precisamente por isso. É isto que o wokismo e a esquerda pan-nacional fez às instituições. Destruiu a neutralidade. Ensinou polícias, escolas, tribunais, universidades e jornalistas a verem antes de tudo raça, origem, religião e estatuto de vítima. O resultado é uma sociedade cada vez menos nacional e cada vez mais tribal. Em vez de cidadãos unidos por uma história comum, por uma lei comum, por uma religião comum. A nação é substituída por arquipélagos étnicos e religiosos. A polícia perde autoridade. A escola perde exigência. A política perde coragem. E os cidadãos nativos brancos europeus começam a perceber que o Estado já não os protege. A Europa precisa de uma política migratória baseada em soberania, selecção, assimilação e consequências. Entrada apenas para quem demonstre compatibilidade cultural, capacidade económica, respeito pela lei e vontade clara de se integrar. Fim dos guetos subsidiados. Fim da tolerância com práticas culturais incompatíveis com a liberdade europeia. Fim da chantagem moral que transforma qualquer crítica à imigração em “racismo”. Henry Nowak não morreu apenas por causa de uma faca. Morreu também num ambiente institucional e cultural woke onde a acusação ideológica de esquerda se tornou mais poderosa do que a evidência. E isso deve servir de aviso: quando uma sociedade algema simbolicamente a vítima para proteger a narrativa, essa sociedade já entrou em colapso moral.

João Floriano: Vi o video e é simplesmente chocante, horripilante e provoca a maior das indignações. A polícia nem sequer incomoda o agressor, embora fosse este a empunhar uma arma branca de grandes dimensões. O sikh tem a palavra certa para justificar o seu acto hediondo: foi vítima de racismo, o pobrezito!! Entretanto o jovem é algemado no chão, grita que tem uma facada, que não consegue respirar,  mas os polícias continuam indiferentes e Nowak morre algemado. Isto é um ultraje. Um caso George Floyd ao contrário. Fechamos os olhos aos wokes, fomos tolerantes, complacentes e dialogantes com quem não quer dialogar e só deseja a destruição do nosso modo de vida. Estamos a ver os resultados. Quando  a podridão se instala, vai destruir tudo a menos que o podre seja removido. Deixamos crescer os podres, deixamos que o wokismo lhes fornecesse armas e ferramentas que agora usam para nos destruir. Mas em Portugal as coisas não são assim tão diferentes. Andar com facas no bolso é tão natural como andar com o smartphone de última geração, roubado algures ou comprado com dinheiro obtido através de esquemas e negócios com drogas. Há meses aqui no Laranjeiro um jogo de futebol acabou mal porque o jovem que perdeu ficou frustrado com o resultado e foi buscar uma faca a casa. Ontem passou um video perto de uma escola em Soure, em que um rapaz nitidamente proveniente de uma minoria étnica, mal sabendo falar português ameaçava outro, com uma faca de lâmina perigosa. Não sei como acabou. mas provavelmente o agredido correu para casa cheio de medo, a família fica em sobressalto cada vez que ele sai de casa e o agressor proveniente de uma minoria étnica marginalizada e racializada (coitadinho! estou a chorar por ele!!!) sai de cena livre e solto e muito provavelmente irá continuar a emboscar o «racista branco». O termo «multiculturalismo» é extremamente perverso e enganador porque associamos cultura a valores. Mas os valores são muito diferentes dos nossos. Na verdade, são inconciliáveis.

observador censurado: A "Lei da manifestação de interesse" transformou Portugal num baldio onde tem sido lançado o lixo do planeta. Porquê os seus autores ainda não foram conduzidos à Justiça?

Luis Oliveira: A lição fundamental da análise de Rui Ramos é que as sociedades abertas e democráticas não são o estado natural da humanidade; são construções históricas raras, altamente dependentes de barreiras culturais e institucionais. A tentativa de dissolver as nações históricas através de uma combinação de imigração descontrolada e desarmamento moral não produzirá cidadãos globais, mas sim o regresso ao tribalismo pré-moderno.  O globalismo vem a troco de um território co-habitado por invasores, sem qualquer coesão e identidade nacional partilhados.

Álvaro Venâncio: Excelente artigo que subscrevo na totalidade. A esquerda europeia empenhada em destruir a Europa, apoiando tudo e todos aqueles que odeiam a Europa, os europeus, o chamado mundo Ocidental e, cereja no topo do bolo, os EUA e, claro, ISRAEL: tudo aquilo que representa a Liberdade.

José Tomás: Recomendo o visionamento do modo como esta notícia foi dada nos noticiários da noite da RTP e da SIC de anteontem. É impossível a alguém, só com aquilo que foi "noticiado", perceber a razão das manifestações da extrema-direita, e as declarações de Starmer no parlamento. Não há qualquer diferença entre aquelas "peças jornalísticas" e aquilo que se publicava, depois dos cortes da censura, antes do 25.04.

CONTINUA

 

 

Encontros adiados

 

Por conta domomento”:

Em directo/ Putin diz que, "até ao momento", não vê sentido para se encontrar com Zelensky

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano, confirma marinha da Ucrânia. Não há feridos ou mortos. Kremlin adianta que Putin já leu carta de Zelensky, mas recusa relatar reacção do Presidente russo.

MADALENA MOREIRA: Texto

Momentos-chave

Há 2m: Trump afirma que os EUA vão sair do Irão mais fortes "de uma maneira ou de outra" e que o preço dos bens essenciais podia ser maior

Há 37m IDF lamenta a morte de um bebé na Cisjordânia e está a investigar o ataque

Há 1h Bebé de sete meses morto pelas IDF em ataque na Cisjordânia

Há 1h IDF registam tentativa de ataque contra aeronave por parte de um míssil

Há 2h  Morreram 32 pessoas no Líbano nas últimas 24 horas

Há 2h Sobe para dois o número de feridos do ataque israelita contra paramédicos no Líbano

Há 2h Forças israelitas atacam cinco cidades do sul do Líbano na última hora

Há 2hTrump desistiu da operação para remover urânio, porque o Irão "não é como a Venezuela"

Há 2h: Trump assegura que preços do petróleo vão descer após resolução da crise no Estreito de Ormuz

Há 3h: Estados Unidos concedem vistos aos jogadores da seleção iraniana, avança Reuters

Há 3h: IDF anuncia a morte de um alegado militante do Hezbollah perto da força das Nações Unidos do Líbano

Há 3h: Putin considera positiva decisão de Trump de decretar cessar-fogo

Há 4h: Netanyahu afirma que não existe um cessar-fogo com o Líbano, "do ponto de vista de Israel"

Há 4h: Trump assegura que o Irão “não vai ter uma arma nuclear” e destaca “grande sucesso” de Washington

Há 4h: Zelensky considera “fraca” a resposta de Putin e afirma que Rússia "opta novamente pela guerra"

Há 4h: Ataques israelitas no Líbano matam cinco pessoas, incluindo um paramédico

Há 4h: Militares russos feridos durante desminagem perto da central nuclear de Zaporíjia

Há 4h: Director-Geral da Agência Internacional de Energia Atómica afirma que o Irão e os EUA podem estar perto de um acordo nuclear

Há 4h: França abre investigação a Israel por tratamento dado a cidadãos franceses na flotilha

Há 5h: Costa e Von der Leyen apoiam encontro entre Zelensky e Putin

Há 5h: Conselheiro do Líder Supremo do Irão afirma que fim de impasse nas negociações com os EUA depende da libertação dos activos congelados

Há 5h: Estados Unidos aplicam novas sanções contra sectores de energia e banca do Irão

Há 6h: Putin diz que, "até ao momento", não vê sentido para se encontrar com Zelensky

Há 6h Forças de Defesa de Israel afirmam ter atacado mais de 700 membros do Hezbollah e do Hamas e detido pessoas envolvidas num "ataque imimente"

Há 6h: Hezbollah reivindica ataques contra posições israelitas junto ao Castelo de Beaufort

Há 6h: Putin minimiza dificuldades económicas da Rússia e insiste na soberania

Há 6h: Líder Supremo do Irão concede indultos e reduções de penas a mais de dois mil prisioneiros

Há 7h: Irlanda proíbe Ben-Gvir e Smotrich de entrarem na Irlanda

Há 7h: Estados Unidos asseguram que o Irão não atacou navios de guerra norte-americanos

Há 7h: Luís Montenegro insiste que Europa tem de ter "papel activo" nas negociações entre Kiev e Moscovo

Há 7h: Zelensky reúne-se com Macron, Merz e Starmer no domingo em Londres

Há 8h: Delegação do Hamas viaja para o Egipto para negociações, mas continua a recusar desarmamento

Há 8h: Presidente libanês: "Irão está a utilizar o Líbano como moeda de troca nas suas negociações com os EUA"

Há 9h; Hezbollah reivindica oito ataques contra exército israelita no sul do Líbano

Há 9h: Irão lança mísseis e drones de aviso contra navios de guerra dos Estados Unidos no Golfo de Omã

Há 9h: "Era lutar ou morrer". Vídeo mostra que incêndio no maior porta-aviões do mundo foi muito mais grave do que Marinha norte-americana admitiu

Há 9h: Moscovo e Kiev trocam 370 prisioneiros de guerra

Há 9h: Polónia pede a Kiev para recuar no uso do nome de milícia da Segunda Guerra

Há 10h: Marinha ucraniana confirma que drone que explodiu na Roménia era ucraniano

Há 10h: Presidente do Parlamento libanês ressalva necessidade de acordo "abrangente e incondicional"

Há 10h: Costa responsabiliza  Rússia por explosão de drone na Roménia

Há 11h Drone que explodiu na Roménia era ucraniano, afirma embaixada russa

Há 11h Ataques israelitas contra Faixa de Gaza e da Cisjordânia matam duas pessoas, uma delas um adolescente

Há 11h Ministros israelitas ter-se-ão oposto ao anúncio de cessar-fogo no Líbano

Há 11h Israel destacou tropas secretas para Azerbaijão, Somalilândia e outros pontos do Médio Oriente durante guerra com o Irão

Há 12hONU pede doação de mais de 600 milhões de dólares para Líbano

Há 12h Kremlin adianta que Putin já leu carta de Zelensky, mas recusa relatar reação do Presidente

Há 12h Drone marítimo explode no porto de Constança, na Roménia

Há 13h Israel reclama morte de comandante do Hezbollah em ataque no sul do Líbano

Há 13h,Emirados Árabes Unidos condenam expansão de colonatos israelitas na Cisjordânia

Há 14h Rússia defende continuação das negociações entre Estados Unidos e Irão

Há 14h Ataques aéreos russos contra a Ucrânia durante a noite matam sete pessoas

Há 14h Número de mortos em ataques israelitas no sul do Líbano sobe para sete

Há 15h Xi Jinping visita Coreia do Norte na próxima semana pela primeira vez desde 2019

Há 15hPresidente cubano condena “agressividade e perversidade” dos EUA após novas sanções

Há 15h Líder da Colômbia acusa Presidente dos EUA de apoiar “traficantes de droga”

Há 15h Israel e Hezbollah trocam ataques apesar de cessar-fogo

Actualizações em directo

Há 2m

22:44 Ricardo Reis Trump afirma que os EUA vão sair do Irão mais fortes "de uma maneira ou de outra" e que o preço dos bens essenciais podia ser maior

O Presidente dos Estados Unidos afirmou esta sexta-feira que os Estados Unidos vão sair do Irão mais fortes “de uma maneira ou de outra”. As declarações foram feitas durante um encontro da Casa Branca com agricultores.

“Estamos num ponto em que vamos sair do Irão muito rapidamente e mais fortes. De uma maneira ou de outra. Seja com um pedaço de papel ou de uma forma muito dura, que é, talvez, a forma mais fácil”, assumiu Trump, que garantiu que “nunca houve um bloqueio” como o que foi implementado pelos Estados Unidos aos portos iranianos.

Em relação ao aumento do preço dos fertilizantes, gás e combustíveis, Trump afirmou que pensava que “ia ficar mais caro”.

Há 37m

22:10 Ricardo Reis

IDF lamenta a morte de um bebé na Cisjordânia e está a investigar o ataque

As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), lamentaram esta sexta-feira a morte de um bebé em Hebron, na Cisjordânia, atingido por soldados do exército israelita.

De acordo com o comunicado, publicado na rede social X, o carro onde seguia a criança com a sua família estaria a “acelerar em direcção [aos soldados]”, o que fez com que um deles tivesse respondido “disparando contra o veículo”.

“Um inquérito preliminar concluiu que os feridos eram civis e não envolvidos [em actividades terroristas]”, esclarecem as IDF, que avançam que o caso está sob análise e as conclusões serão “enviadas para revisão pelas autoridades competentes”.

Como foi noticiado anteriormente, um bebé de sete meses foi morto por soldados das IDF, após um ataque contra o carro da família onde seguia. Os pais ficaram feridos e foram transferidos para o hospital.

Há 1h

22:00

Martim Madeira : "Estamos a acordar tarde para uma ameaça existencial"

Bernardo Valente diz que a Europa não tem mecanismos militares para travar a expansão russa no terreno e defende um exército comum. O professor acredita ainda que Israel não quer a paz no Líbano.

Ricardo Reis : Bebé de sete meses morto pelas IDF em ataque na Cisjordânia

Um bebé de sete meses foi morto por soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa), em Tel Rumeida, Hebron, na Cisjordânia, após um ataque do exército contra a família, anunciou o Ministério palestiniano da Saúde, citado pela agência de notícias WAFA. “Soldados israelitas abriram fogo contra o veículo [do pai do bebé], ferindo o pai na mão e atingindo a mãe com a mesma bala que feriu o seu filho bebé, Sam, na mandíbula“, explica o ministério à WAFA.

A criança ficou gravemente ferida e acabou por morrer, enquanto os pais sofreram ferimentos moderados.

Há 1h21:21

Ricardo Reis : IDF registam tentativa de ataque contra aeronave por parte de um míssilAs Forças de Defesa de Israel (IDF) registaram esta sexta-feira o lançamento de um míssil superfície-ar vindo do Líbano, alegadamente do Hezbollah, que teria como objetivo atingir uma aeronave da Força Aérea Israelita.

O incidente terminou sem baixas ou danos na aeronave“, garantiu uma fonte das IDF, citada pelo The Times of Israel.

O míssil fez com que as sirenes soassem na cidade israelita de Kiryat Shmona, no norte do país, e em “várias outras comunidades fronteiriças”.

Do texto precedente; de MADALENA MOREIRA

 Em directo/ Putin diz que, "até ao momento", não vê sentido para se encontrar com Zelensky

Drone que explodiu na Roménia era ucraniano, confirma marinha da Ucrânia. Não há feridos ou mortos. Kremlin adianta que Putin já leu carta de Zelensky, mas recusa relatar reacção do Presidente russo.

Morreram 32 pessoas no Líbano nas últimas 24 horas Trinta e duas pessoas foram mortas no Líbano nas últimas 24 horas, avança o Ministério libanês da Saúde, citado pela CBS News.

Desde a invasão israelita do Líbano, iniciada a 2 de março, já morreram 3.526 pessoas e outras 10.733 ficaram feridas, de acordo com dados do Ministério da Saúde, publicados na quinta-feira.

Há 2hRicardo Reis

Sobe para dois o número de feridos do ataque israelita contra paramédicos no Líbano

Subiu para dois o número de feridos de dois ataques israelitas contra paramédicos em Zibdin, no sul do Líbano, avança a Agência Nacional de Notícias libanesa, que cita o Centro de Operações de Emergência em Saúde do Ministério da Saúde.

Como noticiado anteriormente, uma equipa de paramédicos da Associação de Escoteiros Risala foi alvo de dois ataques israelitas, quando estavam a entregar comida a uma família, cuja casa também foi atingida.

Há 2h

20:54 Ricardo Reis

Forças israelitas atacam cinco cidades do sul do Líbano na última hora

As forças militares israelitas atacaram na última hora as cidades libanesas de Mayfadoun, Deir ez-Zahrani, Marjayoun, Kafra, e Ar-Rihan, assim como a região do Sector Central, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano. Não são avançados números de mortos ou feridos.

Mayfadoun, Deir ez-Zahrani, Marjayoun e Kafra foram alvo de ataques com aviões de guerra, enquanto o Sector Central — localizado na chamada “linha azul” de demarcação entre o Líbano e Israel — foi atingido com “very lights e balões termais”.

A agência de notícias não especifica como foi realizado o ataque contra Ar-Rihan.

(CONTINUA)