Do Texto anterior, de JOÃO MARQUES DE
ALMEIDA “Não, Seguro não ajudou o governo
de Passos Coelho” , em “Apelidos reconfortantes” .
COMENTÁRIOS (Conclusão)
victor guerra: Claro, Seguro ´é "honesto", tem
um ar lavado e não usa a palavra "bandalheira" para qualificar o
estado das coisas. Por isso liga Cavaco e Eanes a Catarina Martins e Rui
Tavares. Não sei se o Vieira também entrou para a nova União Nacional. Estão a
precisar de "um das Caldas"! AndradeBG: Sim, é
estranho a militância da direita a favor da esquerda contra a direita quando já
é sabido que a esquerda vai ganhar. Algum
interesse haverá nesta urgência de que Seguro arrase. Pelo meu lado farei o
inverso, taparei os olhos e votarei em Ventura. josé
cortes > Nuno
Abreu: O
governo não governa, não por falta de condições, mas por falta de jeito. Maria Manuela: Caro
JMA, mas é isso que a esquerda sempre faz ! Desvirtua (adultera) a realidade,
em ordem a narrativas convenientes; denigre-se Passos Coelho fazendo de
conta de que não houve José Sócrates e a falência a que, por ele, fomos
conduzidos e exalta-se o tempo seguinte (de António Costa, o hábil) como se não
tivesse ocorrido o saneamento financeiro e a recuperação encetada por Passos
Coelho. Não espantará que as narrativas convenientes do costume tentem
secundarizar o facto de o dr. Seguro vir a ser eleito com a contribuição
decisiva do eleitorado AD. GateKeeper: Top 20.
Alexandre Arriaga e Cunha: Muito bem lembrado! Oportuno e assertivo 👌 AJS
é uma pessoa decente mas vacila em alturas em que seria crucial não vacilar,
além de estar muito mal rodeado… Jorge
Tavares: Falam
muito do "povo que trabalha" mas nunca se vê alguém falar dos
"empreendedores que correm riscos". É só um sinal mas permite-nos
perceber a razão pela qual Portugal é relativamente pobre. Paulo Almeida: Boa
partilha JMA, bem recordado com o Seguro ao votar contra os orçamentos
mostrou que não ajudou em nada o país. E se não fosse o Passos a segurar o
leme, o Seguro iria desgraçar ainda mais Portugal. Não teve, nem nunca
terá pulso. É fraco como líder. E arriscamo-nos a ter um líder fraco como PR.
Estabilidade é o que mais repete. Estabilidade? Ele deu estabilidade ao país na
troika? Não. E podia ter provocado um 2º resgate. Ele não pensou no país em
2014, foi fraco. Se entretanto pode ter mudado e reconhecido o erro e ser
melhor? Não acredito. Para isso teria que ter feito esse mea culpa, mas ele
quer varrer o seu passado socialista, porque sabe que é mau. E o povo vai
eleger alguém que não reconheceu que foi mau líder, logo continua a sê-lo. Se
há algo que ele não transmitiu foi estabilidade, transmitiu fraqueza de
liderança. E isso ficou bem claro no debate a semana passada. Confrontado
com a ideia hipotética de legalizar milhares de ilegais diz "que pode um
Presidente fazer?". Pode ter opinião, visão e actuar. Pode
promulgar ou vetar, mas tem de saber o que quer e ter pulso para dizê-lo. Aquele
momento era concreto e objectivo, legalizava ou não? Não soube responder porque
não tem fibra. Teria mais valor se dissesse logo "sim, legalizaria,
promulgava, pois precisamos de mão-de-obra, tínhamos era de acertar bem os
detalhes". Não concordo nada, mas ao menos afirmava-se. Pior que decidir
mal, é não decidir nada. Um PR ou um PM não pode ser um líder fraco. Pode
decidir mal, como muitos fizeram. E isso aceita-se, depois elege-se outro, é a
beleza da democracia. Mas não liderar e não decidir é péssimo. E é isso que o
povo vai eleger domingo, um fraco líder. Paradigmas
Há Muitos! > Pedro D: E também não é preciso ser economista, basta
ter tido Economia no secundário, para perceber que políticas económicas
expansionistas têm limites de impacto e de duração. O Kosta para as continuar enquanto exibia "contas
certas" ao BCE e enganava os parceiros na geringonça usou o truque das
cativações e sem investimento nem reformas eficientes conduziu os serviços
públicos à desgraça que são actualmente! E sabendo que o seu truque iria ser descoberto
pirou-se a tempo para a UE! Mal ele sabia que iria aparecer um Pedro D no OBS
para o defender, o que lhe deve restabelecer a esperança de vir a ser um dia PR! Rui
Martinho: Muito
bem, é necessário repor o que se passou e não ficcionar sobre factos para
justificar alinhamentos políticos como muitos a que temos assistido nestas
eleições. Abraço, João.
João Floriano: A principal característica destacada em Seguro, o político,
é a sua fraqueza e fragilidade perante a insistência do PS. Esqueçam
todas essas tretas de independência, moderação, objectividade. Seguro é agora
ainda mais fraco do que em 2014 quando foi escorraçado humilhantemente do PS. Agora vem desejoso de agradar, de ser o
salvador da esquerda e esta saberá muito bem manobrá-lo nesse sentido. E
é ver como na TV as críticas e a agressividade contra Montenegro subiram de tom
por parte de figuras do PS como Ascenso Simões e João Torres coadjuvados por uma
tropa fandanga de comentadores que já metem o governo de Montenegro de rastos.
Entretanto idiotas úteis do PSD e da direita dita moderada correm
alarvemente a prestar vassalagem a Seguro e a abrir as portas de par em par ao
socialismo. Não consigo pensar em nada menos obtuso e totalmente desprovido de
inteligência. Marco
Rodrigues > Alexandre
Arriaga e Cunha: O
homem é socialista. Como é que poderia estar bem rodeado? victor
guerra > Pedro
D: O
Passos aplicou um plano dos credores ASSINADO ENTRE O SÓCRATES do PS E ESSES CREDORES. Não agridam a
nossa inteligência! Carlos
Ferreira: É sempre
positivo recordar os factos que para muitos são desconhecidos, para outros
estão esquecidos e que são alvo de alguma reescrita. António
Soares: Seguro
é socialista desde pequenino e comeu na mesma manjedoura que Sócrates e Costa.
Não leva o meu voto. Ventura é um ser asqueroso, mentiroso e reles. É
socialista na economia e fariseu nos costumes. Não leva o meu voto. É a vida...
Melhores dias virão. Marco
RodriguesMaria
Da Veiga: Que
Deus a escute. Muito bem.
Francisco Almeida: Ler o artigo e os comentários (não todos)
foi deprimente. Chegámos ao ponto da mera reposição da verdade de
acontecimentos de há pouco mais de 10 anos, causar surpresa porque já estavam
esquecidos e, pior, substituídos por uma narrativa começando pelos 3
"d" Descolonização, Democracia e Desenvolvimento, isto é o regime das
verdades reconstruídas. Manuel
Lisboa: Exacto:
foi assim que se passou. De facto, o ex líder socialista e actual candidato
presidencial não resistiu às pressões demagógicas dos vários notáveis
socialistas, aos quais o presidente do conselho europeu em exercício se colou.
Esse mesmo ex secretário-geral do ps mostrou fraqueza política confrangedora e
falta de visão; desse modo, não aproveitou a possibilidade oferecida pelo então
presidente da república para formar governo de coligação ou de apoio pontual a
um governo do psd. Aliás, a estúpida bizarria política do
"irrevogável" revelou alguém francamente pusilânime e, sobretudo,
anti-patriótico. Tempos difíceis que a persistência e a sagacidade política
do primeiro ministro de há pouco mais de dez anos conseguiu evitar o pior para
o país. As hesitações do chefe do maior partido da oposição dessa época só
complicaram a situação. Portanto, em nada contribuiu para Portugal conseguir
ultrapassar a espinhosa conjuntura por que passou entre 2011 e 2013/14,
consequência da incompetência e irresponsabilidade políticas de
sucessivos governos do partido socialista português.
Jacinto
Leite > Lucia
Amador: Seguro
é um safado sem escrúpulos. António
Fernandes: Excelente
artigo - repor a verdade dos factos ! Antonio
Sennfelt: Depois
de muita hesitação, finalmente determinei qual irá ser o sentido do meu voto!
Votarei seguríssimo, riscando os nomes dos dois contendores e, sobre eles,
escrevendo o nome de Pedro Passos Coelho! Tristão: Se há
coisa que ainda tenho é memória. E o texto começa logo mal ao afirmar que a AD
ganhou as eleições. Não ganhou, porque nem sequer concorreu. Quem venceu as
eleições foi o PSD, que só posteriormente se aliou ao CDS. Não havia aqui
nenhuma AD. Convém ser rigoroso. Segundo: não me quero armar de
defensor de Seguro. Os atributos que lhe reconheço, honestidade, saber
estar, sentido institucional, ausência de fanatismo ideológico, não fazem dele
um grande líder político, mas fazem dele alguém palatável para a direita
democrática. Não é um homem que encha a boca com retórica esquerdista nem
com moralismos fáceis. É verdade que Seguro se absteve no primeiro Orçamento do
Estado. E sim, eu também acho que era o mínimo de decência. Importa lembrar
que, dentro do PS, figuras como Pedro Nuno Santos ou Isabel Moreira e mais,
consideravam essa abstenção uma vergonha e estavam disponíveis para votar logo
contra. Seguro não o fez. Mostrou uma decência mínima, mínima, mas real. Nos
orçamentos seguintes votou contra, como era natural. Nenhum líder da oposição
poderia passar uma legislatura inteira a abster-se ou a votar a favor, ainda
por cima com uma maioria absoluta do PSD/CDS. Isso não faria sentido político
nem seria saudável para o país. Um bloco central informal nessas circunstâncias
seria profundamente negativo. Dizem que foi fraco no episódio da demissão
de Paulo Portas. Concordo em parte. Mas o contexto era altamente conturbado, e
Seguro acabou por sucumbir à pressão interna de um PS que, nessa altura,
funcionava muito na lógica do quanto pior, melhor. Infelizmente, era
assim. Quanto à ideia de que Seguro nunca foi crítico de José Sócrates, isso
também não é verdade. Foi crítico por omissão, o que é politicamente diferente
de defender. Não podia ser ingénuo ao ponto de alienar de forma explícita
um eleitorado numeroso que ainda via Sócrates como um activo político. Aliás, o
próprio Costa, quando se candidatou, sublinhou várias vezes que a herança socrática
não era defendida por Seguro. Essa foi sempre a clivagem. Em suma:
Seguro tem defeitos claros, sobretudo falta de firmeza política. Não era o meu
candidato. Mas não é preciso acumular falsidades para o criticar. É um homem
com carácter e honorabilidade, e isso, na política portuguesa, já não é pouco
dada a triste escolha a que estamos confrontados… Xico
Nhoca: Assim
que tiver informação de que o PS está em vantagem numa eventual eleição
antecipada, Seguro deita o parlamento abaixo e convoca eleições para pagar a
quem do PS, não o tendo querido inicialmente, acabou a apoiá-lo. E se o PS
ganhar com maioria relativa juntar-se-á ao Chega. "Não é não" é só
para quem nunca se juntou a extremistas e o PS já não é virgem. Num bordel
ninguém pergunta se o parceiro é extremista de esquerda ou extremistas de
direita. Alberico
Lopes > victor
guerra: No que
respeita ao Cavaco e ao Eanes, até nem me admirei! São dois caquéticos a
defender os seus tachos! Jacinto
Leite > m
s: Seguro
é o mal maior. Jacinto
Leite: Tozero é um safado socialista
poucochinho. Nem os xuxas o querem. Estão é com medo que o Ventura lhes
tire o tacho. J.
Gabriel: A
verdade acima de tudo, lembro me muito bem das críticas feitas a Seguro e a
Mário Soares. Apesar de eles SEREM OS RESPONSÁVEIS PELA SITUAÇÃO. Obrigado pela
coragem de divulgação como enfrentar o Sr. Sérgio, é um dos poucos a remar
contra esta esquerda, DESTRUTIVA, OBRIGADO Paradigmas
Há Muitos! > Pedro
D: Então
não foi você que escreveu "também
não é preciso ser um cientista político para perceber por que razão o PSD
esteve vários anos em penúria de poder, o CDS foi varrido do mapa e o PS de Costa/Esquerda conseguiram duas
legislaturas seguidas, uma delas com maioria absoluta"? Ora,
eu entendi isto como um elogio ao Kosta, em contraponto ao detestável PPC. Peço-lhe
encarecidamente desculpa se me enganei! Realmente confesso que pouco sei de
Ciência Política! 🤣🤣🤣 Paradigmas
Há Muitos! > Mario
Figueiredo: O que
vale é que a "sua" direita não padece de nenhum desses males que tão
brilhantemente aponta. É a vantagem de ela não existir, de ser só uma
ferramenta teórica que você usa para atacar a direita real. Para que se cansa tanto? Acha que algum
dos "deploráveis" que vota no Chega olha sequer para as suas tretas? David
Pinheiro: Sabe tão bem ler a verdade. Por
muito bonita que seja uma mentira. João
Diogo: Excelente
artigo, factual e verdadeiro, o que anda aí na Praça é que Seguro salvou
Portugal, quando é falso. Fernando
Costa > Lucia
Amador: A decência vem da corja xuxalista que se anda
a governar há 50 anos? Se é, guarde-a para si !!! António
Salazar Nóbrega Lume: Muito
bom. Parabéns. Jose
PiresTristão: Um texto tão longo para dizer tanto disparate! Paradigmas
Há Muitos! > Mario
Figueiredo: Considere-me
ignorante. Para uma "lapa" é um elogio! 🤣🤣🤣
Mario Figueiredo: Post Scriptum: Eu estava errado. Pensava que se ia ver mais, mas
afinal só mesmo o Rui Ramos teve a coragem de assumir o voto em André Ventura e
proporcionar aos seus leitores um contexto sobre o qual possam interpretar o seu comentário político.
Continuamos portanto num país onde o Chega só encontra verdadeiramente lealdade
e coragem junto do povo. Um partido, que está a ser usado por uma certa
direita, fraca e sem meios próprios, para fazer o trabalho sujo por si: limpar
à bruta o espaço à esquerda do PSD. Denunciam o que chamam de "direita
fofinha", que declara publicamente o seu apoio a uma figura da esquerda. O
que é verdadeiramente extraordinário, vindo de quem não declara o seu apoio a
coisa nenhuma. Até mesmo quando fazem crítica de uma sociedade civil que, da
esquerda à direita, decide se afirmar em bloco em redor de um candidato (o que
é, por si só, algo inusitado de se criticar), são incapazes de se unirem
eles próprios pelo outro candidato. Normalizam e relativizam toda e
qualquer acção política do partido Chega e do seu líder, mas sem nunca se
comprometerem publicamente com o partido. Quando confrontados na sua
opinião, têm inclusivamente a real lata de dizer numa tentativa mercenária de
distanciamento, que "não concordo com muitas coisas do partido". E
por aí se ficam: nunca e em momento algum essas "coisas" farão
qualquer parte da sua opinião publicada. Esta direita instrumentalista e sem
espinha usa o Chega para fazer o seu combate politico à esquerda. O Chega
provavelmente sabe-o e tolera-o porque acredita que o ajudará a crescer. Existe
uma simbiose aqui entre uma direita que não se importa de conviver com a
extrema-direita desde que não tenha que sujar as mãos, e uma extrema-direita
que acha tudo isto muito divertido e, com toda a razão na sua forma de ver as
coisas, considera-se a única e legítima representante da direita combativa e
popular. m s > drumond
freitas: Considerar um PR um mal menor deve ser um problema para quem o
elege! JR
Fonseca: O JMA é o maior. Herdeiro do Saraiva. graça
Dias > António
Alberto Barbosa Pinho: Em branco não. Votos em branco são a tentação de
muitos!.. que rapidamente os consideram um desperdício, pelo que lhes colocam
uma X de acordo com o seu gosto. Alberico Lopes > Manuel
Lourenço: Puros? Só conheço três: Ferro Rodrigues, Paulo Pedroso e Sócrates!
Ou melhor: mais dois: Costa e e Nuninho santos! Paradigmas
Há Muitos! > José
Tomás: O
artigo desmonta a primeira ideia. O PSD-CDS tinha maioria absoluta, o PS
absteve-se, era indiferente. Quando Cavaco quis que Seguro fosse parte mais
activa, o Seguro amedrontou-se e não o foi. O resto, não entendo. Se o PS não
tem essa cultura de seita e se o Seguro foi excepção quer dizer que ele têm-na.
É bom isso? Xico
Nhoca > Ricardo
Ferreira: O
líder frouxo, assim que tiver oportunidade (ou seja, informação de que o PS
está em vantagem numa eventual eleição antecipada) deita o parlamento abaixo e
convida eleições para pagar a quem do PS, não o tendo querido, acabou a
apoiá-lo. E se o PS ganhar com maioria relativa juntar-se-á ao Chega. "Não
é não" é para quem nunca se juntou a extremistas e o PS já o fez. Gabriel
Madeira > Nuno
Abreu: Quer
um Vallium, portanto. Há na farmácia, sob receita. Não precisamos na PR.