terça-feira, 22 de setembro de 2026

É sempre um prazer

 

Mesmo que em releitura, rever os TEXTOS do BLOG “A BEM DA NAÇÃO”, que não percebo porquê, parece que deixará de funcionar. Trabalhado por um viageiro nos mundos geográfico e livresco, ele nos dá conta das suas experiências vividas, para BEM de uma NAÇÃO que todos gostaríamos, afinal, de mais desenvolta em tantos níveis. Por isso lhe estamos sempre gratos, desejosos de um prolongado “À SUIVRE”.

 

PENSANDO DEVAGAR – 3

setembro 21, 2026

 Com a progressiva laicização das sociedades europeias ocidentais, foi definhando a fundamentação sacra dos fenómenos profanos, mas restaram costumes, como no caso do empreendedorismo e correspondentes níveis de conforto. Mas não é suficiente querer fazer pois é fundamental saber fazer.

* * *

E aqui, regressamos a Lutero, que promoveu a tradução da Bíblia do latim para as línguas vernáculas de modo a que todas as pessoas a pudessem ler e interpretar. Daqui resultou um combate sistemático ao analfabetismo, o qual acabou por produzir a capacidade de outras leituras, nomeadamente científicas e técnicas. Assim nasceu a capacidade dos protestantes de empreenderem e se desenvolverem. Abstenho-me de fazer comparações com a Igreja Católica que só

saiu do latim durante o pontificado de João XXIII.

   * * *

Weber observa que o capitalismo não se autodestrói, mas que pelo contrário, se consolida numa «gaiola de ferro» com o audaz empresário fundador a ser substituído pelo gestor profissional, com o surgimento de condicionantes legais, regulamentares e novas políticas sociais.

Décadas mais tarde, Joseph Schumpeter considerou a inovação científica e tecnológica como o elemento dinâmico da consolidação do capitalismo acompanhada da profissionalização da gestão, do cálculo do risco, da limitação da responsabilidade, de novas condicionantes sociais, tudo num processo que definiu como «new corporate burocracy» / «nova burocracia empresarial».

* * *

Se a estas duas formulações de base erudita somarmos a nossa própria observação empírica de que foi o capitalismo, modelado por novas fiscalidades e novas políticas sociais, que conseguiu (apesar de duas guerras mundiais), alcandorar as sociedades da Europa Ocidental a patamares de bem-estar como a Humanidade nunca tivera.

Por tudo isto, daqui formulo ao conceito do determinismo histórico marxista o voto de que «sit tibi terra gravis».

Setembro de 2026

Henrique Salles da Fonseca

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ABRINDO A PORTA...

fevereiro 02, 2026

Ao estilo de Declaração de Princípios, esta é a casa do… humanismo no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o Estado serve o cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a todos os sistemas que obriguem a pessoa servir o Estado…  da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie;    … da sistemática busca da harmonização de interesses nem sempre concomitantes, por oposição a perturbadora luta de classes;  … da liberdade de pensamento e respectiva expressão;      …do pluripartidarismo que, abrindo alternativas de doutrina e estratégia, permite ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do poder) a opção perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias;      … da definição doutrinária do bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia e da liberdade como conceitos unicitário chumbem nas urna...

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SOMOS POUCOS

março 09, 2026

A área urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão que somos poucos. Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando «contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas. Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo só prejudica a eficácia dos profissionais. Centremo-nos em pequenas Unidades de grande operacionalidade e deixemos as maciças acções de «botas no terreno» para aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às forças terrestres...

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DO BEM-COMUM

fevereiro 04, 2026

O conceito de bem-comum tem tudo a ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado de Direito. Com respeito pelas minorias, o bem-comum assenta na vontade da maioria. O bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução. Dá para crer que os movimentos disruptivos nascem e medram a partir da desconfiança sob a profusão de compadrios, mas também podem resultar da inveja. Contudo, seja qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo isso é contrário ao bem-comum. O Ocidente tem que ser transparente e, portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas… … se o secretismo referendário é o garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da «coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim impedindo ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a Europa e pouco mais. O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já é só quase a Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nó...

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Imagens de temas por Michael Elkan

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Um cálice de vinho do Porto

 

Excelente meio para as insónias.

Distinção da UNESCO trouxe projecção, turistas e investimento ao Douro

Em 25 anos de Património Mundial da UNESCO, o Douro aumentou a projecção internacional, conquistou investimento e turistas e o enoturismo provou ser um bom aliado para um sector em dificuldade.

Agência Lusa Textode facto,

20 set. 2026, 10:27

Um barco rabelo navega pelo Rio Douro, junto à Quinta das Fiandeira, em Everdosa do Douro, São João da Pesqueira, Vila Real, 18 de setembro de 2026. Das tradicionais lagaradas ao corte de uvas, caminhadas, miradouros, mas também apanha da azeitona, provas de vinho ou azeite e termas, o Douro diversifica cada vez mais as experiências para mostrar o Património Mundial aos turistas. (ACOMPANHA TEXTO DA LUSA DO DIA 20 DE SETEMBRO DE 2026). PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA

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Isto não é uma legenda. É um epitáfio sobre o Ocidente.

Em 25 anos de Património Mundial da UNESCO, o Douro aumentou a projecção internacional, conquistou mais investimento e turistas e o enoturismo provou ser um “bom aliado” para o sector dos vinhos em dificuldade.

“A classificação claro que trouxe mais turistas para o território, muito mais investimento, mas também trouxe, a todos nós, muito mais responsabilidade”, afirmou à agência Lusa o presidente da Turismo da Porto e Norte de Portugal (TPNP).

Luís Pedro Martins classificou a distinção da UNESCO, atribuída a 14 de dezembro de 2001, como uma “marca excepcional”.

O Douro é também a região vinícola mais antiga e regulamentada do mundo (1756), onde se juntam o vinho do Porto e outros produtos que, há 25 anos, “não eram tão explorados” como o enoturismo, a gastronomia e o termalismo.

A oferta qualificou-se, diversificou-se para vários perfis de turistas, cresceram as empresas de animação turística e as experiências vão desde a tradicional pisa da uva nos lagares de granito, a vindima, piqueniques ou caminhadas nas vinhas, spas vínicos, mas também se pode amassar pão, varejar uma oliveira ou tosquiar uma ovelha.

Surgiram “muitas outras oportunidades agarradas a esta grande âncora que foi o reconhecimento pela UNESCO”, realçou. A classificação assenta também numa paisagem moldada pelo homem ao longo dos séculos, como as vinhas em socalcos e os muros de xisto.

“Nós não teríamos este sucesso sem as vinhas do Douro, que não existiriam sem os viticultores (…) Se algum elo falhar nesta corrente falhámos todos”, afirmou, apontando à crise que afecta os viticultores, que têm, cada vez mais, dificuldades em escoar a uva e menos rendimento para sustentarem a vinha.

Luís Pedro Martins disse que, no momento em que o sector dos vinhos atravessa uma fase difícil, o “enoturismo tem provado ser um bom aliado” daqueles que produzem e vendem vinho.

“As vendas decorrentes do enoturismo, nas empresas que têm enoturismo, produção de vinho e distribuição, já representam cerca de 30% das vendas totais e, em alguns casos, já atingiram os 50%”, concretizou, considerando que estes valores “ainda podem crescer”.

No Douro faltam, no entanto, infraestruturas para promover o turismo de negócios (congressos ou conferências) e uma das dificuldades da região é a mão-de-obra, quer na hotelaria, restauração ou na vinha.

Questionado sobre a taxa de solidariedade que se discute para o Douro, Luís Pedro Martins disse que concorda para ajudar os que constroem este destino”, mas considerou que as receitas provenientes da taxa aplicada aos turistas devem ser repartidas, para ajudar na sustentabilidade dos agricultores, mas também para continuar a fazer a promoção externa.

A promoção turística, pela Agência de Promoção Externa e pelo TPNP, tem sido feita de forma mais persistente nos mercados de longa distância desde 2019.

Em resultado, o mercado norte-americano é, actualmente, o primeiro no Douro e o segundo no Porto e Norte, região onde ainda lidera o mercado espanhol. Nos primeiros sete meses do ano, os turistas norte-americanos cresceram 9,3% no Norte.

No ranking dos sete países de onde provêm os turistas da região Norte encontram-se ainda o Brasil e o Canadá, com a Coreia do Sul a crescer.

“E isto permite-nos dizer que combatemos mais facilmente a sazonalidade, que aumentamos a estada média e conseguimos uma melhor distribuição de turistas”, afirmou Luís Pedro Martins.

Entre janeiro e julho, a região do Porto e Norte cresceu 4,5% em número de hóspedes, 5,5% em dormidas e 6% em receitas.

“Faltam aqui números que o Instituto Nacional de Estatística continua a não apresentar: as dormidas em equipamentos hoteleiros com menos de 10 camas e dormidas em barcos hotéis”, criticou, realçando que, no Douro, as dormidas a bordo têm um importante significado, mas não estão a ser contabilizadas. Eventualmente, salientou, poder-se-ia “acrescentar 30% em cima” dos números disponíveis.

Douro        País        Sociedade

domingo, 20 de setembro de 2026

Companheirismo

 

É o que se pretende, quando se quer bem servir a Nação.

Passos exige a Montenegro que esteja "à altura da tradição do PSD" e rejeita "aventuras" de criar novo partido

Antigo primeiro-ministro reitera que gostava que o Governo "ousasse mais" no sentido de avançar com reformas. Responde a Leonor Beleza e afasta possibilidade de promover outro partido: "Sou do PSD".

Rui Pedro Antunes: TEXTO

(Hugo Fortunato de Oliveira: SOM)

OBSERVADOR: 19 set. 2026, 12:58

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

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Volta. Metas falhadas tornam sistema obrigatório na EU”

Pedro Passos Coelho tinha saído de um diálogo sobre a fé, no sentido religioso, no Lumiar, quando foi desafiado por jornalistas a falar sobre a fé, no sentido mais térreo, que tem no actual Governo. O antigo primeiro-ministro voltou a enviar recados a Luís Montenegro ao criticar de forma velada que o Governo se concentre mais nas medidas do “dia a dia” — como a descida do IRS ou o bónus aos pensionistas — e “pense pouco” no futuro. Passos Coelho gostava que o Governo “ousasse mais” em reformas e que Montenegro “estivesse à altura da tradição do PSD” nessa matéria. O antigo primeiro-ministro afasta ainda promover ou vir a fazer política noutro partido:Eu sou do PSD”.

Passos Coelhonessas declarações à saída do evento a três órgãos de comunicação, um deles o Observador — não quis avaliar especificamente as medidas anunciadas por Luís Montenegro numa comunicação ao País na quinta-feira, mas lembrou que “o primeiro-ministro anunciou um conjunto de medidas que já tinha anunciado antes, que não teriam uma grande novidade”. Sobre o mérito das mesmas, o antigo governante começa por dizer: “Não sou comentador”. Puxa, no entanto, da legitimidade de ter liderado o partido e o País para dizer algo mais: “Sou do PSD e fico sempre muito contente quando o PSD faz bom serviço e as coisas correm bem e preocupado quando, às vezes, nem tanto.”

O antigo primeiro-ministro faz questão de manter a pressão alta a Montenegro, ao dizer que o PSD tem a “responsabilidade maior” de resolver os problemas do País por estar no Governo. Passos Coelho adverte que o Governo tem de ir “dando razões aos portugueses para que eles acreditem que o Governo gere não apenas bem o dia-a-dia, isso é sempre importante, mas, sobretudo, o futuro.”

a.

O antigo governante admite que é preciso fazer um” equilíbrio” entre o que é do dia-a-dia, mas avisa que “o futuro sempre chega e, quando pensamos pouco nele, depois, às vezes, não gostamos daquilo que temos e já é tarde para alterar.” É neste contexto que o antigo primeiro-ministro enquadra as suas “observações para estimular e incentivar a ambição do PSD em ter uma atitude reformadora, reformista, mais forte”. O antigo primeiro-ministro compreende que “as condições no Parlamento não são as melhores, porque o Governo não tem uma maioria, mas, pensando naquilo que pode ser a avaliação dos portugueses e nas condições que possa vir a adquirir no futuro, era importante que ousasse mais nessa matéria e, portanto, oferecesse às pessoas boas razões para acreditar que se hoje não têm as condições que são necessárias para fazer as reformas que são precisas, então, se calhar, vamos ter de lhes dar no futuro.”

Passos lamenta que “na comunicação ou na acção do Governo” este caminho não esteja “no centro das atenções”, daí que se sinta obrigado a fazer “essas chamadas de atenção”. O antigo primeiro-ministro é depois desafiado a comentar o trabalho do próprio chefe de Governo e confessa que sempre achou que o homem que escolheu para líder parlamentar durante o sua governação “iria ser” um dia líder do partido e primeiro-ministro. Coisa diferente é se tem gostado de ver o Luís trabalhar. Sobre essa avaliação, deixa um desejo em forma de pressão e crítica: “Espero que ele possa desempenhar a sua função à altura daquilo que é a tradição do PSD e, portanto, só posso desejar-lhe que encontre o caminho para que as pessoas o possam valorizar e possa estar nessa tradição, que é a tradição do PSD.” Embora tenha rejeitado comentar directamente as sondagens, Passos sugeria aqui que Montenegro precisa de seguir a tradição reformista do PSD para ser valorizado.

Passos “não se aborrece” com Beleza e rejeita criar novo partido

O antigo primeiro-ministro desvalorizou ainda os reparos que Leonor Beleza lhe deixou recentemente numa entrevista quando disse não compreender as suas mais recentes posições públicas. Passos diz que não sabe em que é que a vice-presidente do PSD “estava a pensar” quando lhe fez esses reparos, mas lembrou que ela própria tem “responsabilidades na condução política do PSD também”. Diz que respeita Beleza, mas que a ex-ministra de Cavaco Silva terá uma “perspetiva” em virtude de ser “vice” do PSD e acrescenta que o facto de existirem opiniões diferentes “é a coisa mais natural do mundo” e que “a gente nunca se aborrece por causa disso, era o que faltava”. Lembrou que promoveu sempre a “diversidade de pensamento” quando fazia as suas “equipas”, quer no PSD, quer no Governo.

Pedro Passos Coelho rejeitou ainda comentar a proposta do presidente da câmara de Oeiras de criar um partido entre o PS e o PSD para combater o Chega. “O doutor Isaltino que faça o que entender”, disse. E deixou claro que o seu caminho será sempre dentro do PSD: “Eu sou do PSD e, portanto, não ando em aventuras de fazer partidos nem coisas dessas, não sinto nenhuma necessidade disso, nem de estar a estimular, nem a apoiar qualquer coisa parecida com essa.” Têm surgido nos últimos meses rumores de que Passos podia estar interessado em criar um partido, o que o próprio deixa assim, claro, de forma cristalina que não quer. Se um dia quiser voltar a ser primeiro-ministro, o que continua a não enjeitar, será sempre pelas cores do seu PSD.

PSD      Política      Pedro Passos Coelho      Luís Montenegro      Governo

 

José Góis Chilão

Leonor Beleza parece ter esquecido que a verdadeira tradição do PSD sempre foi o debate, a divergência e até alguma turbulência saudável— não o unanimismo obediente em torno do chefe. Passos Coelho limita-se a ser social-democrata à antiga: discorda, critica e continua no partido. Uma excentricidade imperdoável nos tempos modernos.

Ana Maria Caldeira > Carlos Costa

Este tique de querer que as pessoas se calem... Muito na moda hoje de novo.

Jorge Garcia

Os melhores estadistas que tivemos foram todos oriundos de governos AD. Acho muito bem PPC exigir ao PM que se deixe de discursos de advogado, cheios de tretas e malaguetas. O PSD é um partido de raiz democrática e não de raiz maçónica. Montenegro e sus muchachos estão a destruir o que foi construído ao longo de 50 anos.

Ana Luis da Silva

Não é preciso Pedro Passos Coelho criar um novo partido.

É preciso arranjar uma equipa que despreze o socialismo com todas as suas implicações, que seja além disso, leal, competente, corajosa e resiliente, disposta ao sacrifício pelo país, com políticas de direita na economia e na administração do Estado e conservadora nos nossos valores civilizacionais… e que não tenha medo de se associar ao CHEGA.

Jorge Tavares

Pedro Passos Coelho devia filiar-se na Iniciativa Liberal. É o actualmente partido mais próximo das suas posições. O PSD limita-se a ser um PS um pouco menos hipócrita e um pouco menos parasita. Idem para o CDS. O actual governo tem um ou dois ministros reformistas mas é quase por acidente. Foi sem querer.

graça Dias

Pedro Passos Coelho a ser Pedro Passos Coelho, ou seja, um Estadista com um pensamento e um desígnio para o país: reformar e transformar o país a nível económico, cultural e social, com um olhar no futuro, e não na gestão do    <património > herdado do socialismo, que desde há décadas mergulhou o país no marasmo económico e social, que fez de Portugal um país subdesenvolvido.

Ana Rita

Esquece Passos. Algum dia um  primeiro ministro do verdadeiro PSD ia proteger um Neves? Um socialista vigarista! O Montenegro é como ele.

Alexandre Arriaga e Cunha

É importante ouvi-lo, pois ele sabe melhor que ninguém o que custa fazer reformas em Portugal e o preço a pagar de não as fazer.

António Cézanne

As coisas são tão simples de perceber em democracia.

Em democracia quem vota é a população e essa mesma população disse claramente que queria o País governado com uma maioria esmagadora da direita. Não disse que queria a esquerda a governar.

Montenegro só tinha que ter percebido isso e cumprido aquilo que lhe foi dito claramente nas eleições.

Toda a esquerda, inclusivamente o PS foi totalmente rejeitada, o que quer dizer que Montenegro nem os devia sequer ouvir, deveria fazer exactamente aquilo que devia ter percebido - rejeitá-los todos os dias e de forma bem clara. E não andar com jogos de cintura e tacticismo político que cheiram a bafio, ora encostando-se a um lado, ora a outro com a intenção de segurar o lugar, esquecendo-se das prioridades do País.

Paulo mariano

O verdadeiro inimigo de Passos é Ventura. Face à patologia narcísica predadora deste último é muito difícil, para não dizer impossível, a coabitação entre ambos. Para já não falar que Passos é o oposto do populismo.

Anastácio Rocha

O Passos que eu aprecio muito deveria candidatar-se a líder do psd .. um passos de recados só ajuda a Comunicação social e os partidos chega, PS é os comentadores e comentadoras que perfilam com vaidade, vedetismo, balofices e …

S NLuis  > Carlos Marques

Questionar e criticar, quando adequadamente fundamentado, como tem feito P Passos Coelho, não é só positivo e louvável como necessário e muito útil.

Se há quem não o compreenda, como se verifica, incluindo no governo e no partido que o suporta, não pode deixar de ser muito preocupante e negativo para o futuro do país

Luis Carlos Marques

Não é comentador, mas comenta. Não concorda, mas não apresenta alternativa. Basicamente, faz barulho, ruído! É pena....

paulo mariano

Não é mau "rapaz", Montenegro. O problema é que estamos perante uma nova realidade partidária. Já nos bastava o populismo de esquerda, para agora assistirmos à propagação do populismo de direita — uma espécie que em Portugal tem a versão patológica na liderança, e na proposta económica uma versão inconsistente e construída para responder mais às emoções básicas e analfabetas do que à realidade.

Das duas, uma: ou Passos Coelho consegue federar e agregar, depois de uma vitória eleitoral interna no PSD, e vencer as eleições no País, ou teremos um novo bloco central, com características diferentes do anterior, para continuar a adiar aquilo a que todos chamam, há demasiado tempo, “o problema”.

Sou adepto da confrontação total com a teia dos “bloqueios” e de colocar o País no caminho da verdade — isto é, da realidade.

E há ainda uma pequena curiosidade nas recentes declarações de Passos que não deixa de ser deliciosa. Por duas vezes, nas suas parcas intervenções, parece aludir ao Chega e a Ventura sem nunca os nomear. Primeiro, fala em “aventuras”; depois, diz que “o futuro (...) sempre chega”. Ora, isto é apenas uma coincidência vocabular... ou será o inconsciente a falar? Ou, mais interessante ainda, será Passos demasiado experiente para escolher as palavras por acaso?

Fernando ce > Manuel Gonçalves

Coragem? Mais do que demonstrou durante os anos de chumbo da Troika? E ainda me lembro quer da histeria da maioria dos comentadores na CS e da oposição que criaram um ambiente pré-insurrecional no país. Já sem falar que Passos Coelho enfrentava pessoalmente manifestantes presentes em locais onde se deslocava. Olhe que era preciso ter T…..S !