Admira-me
que o Ricardo
Não tenha
feito uns versinhos
Ao ARTUR
e à BEATRIZ
- 59 e 26
-
São os
anos respectivos
Neste
2026.
Os
“PARABÉNS a VOCÊS”
Aqui vão
com muito amor
E os
votos de realização
Na vida a
continuar
Por este
MAR…
Admira-me
que o Ricardo
Não tenha
feito uns versinhos
Ao ARTUR
e à BEATRIZ
- 59 e 26
-
São os
anos respectivos
Neste
2026.
Os
“PARABÉNS a VOCÊS”
Aqui vão
com muito amor
E os
votos de realização
Na vida a
continuar
Por este
MAR…
Sempre actuais … e necessários ao BEM-COMUM:
PELO BEM-COMUM
EX-A BEM DA NAÇÃO
PARADOXOS
setembro 04, 2026
1.
Paradoxo do Mentiroso-
Epiménides de Creta afirmou que “Todos os cretenses são
mentirosos”;
2. O Paradoxo de Enrico Fermi- “Perante a vastidão do
Universo e a existência de milhões de estrelas e planetas, não é admissível que
não haja seres inteligentes extraterrestres; apenas não os conhecemos porque
eles nos observam a distância” (é o bem que fazem para evitarem contactos
com Trump e Putin);
3. O Paradoxo do Analfabeto- “Foi um analfabeto que inventou
o alfabeto”;
4. O Paradoxo do
Assassino- “O homicídio prescreve com a ressurreição da vítima”.
Setembro de 2026
Henrique Salles da Fonseca
Comentários
Anónimo4 de setembro de 2026 às 19:09
Um grande Abraço Henrique
Responder
Adriano Miranda Lima 5 de setembro de 2026 às 14:33
Sr. Dr. Salles da Fonseca, escolheu bem estas
exemplificações. Faz-me ver que muitos dos nossos problemas são gerados pelos paradoxos
que a nossa mente cria. Fosse a Antítese, que coloca lado a lado os opostos,
como o bem e o mal, a nossa vida seria simplificada. Com ela, as opções são
mais lineares, em vez de envolverem contradições que se misturam para sugerir
uma saída lógica. Os seres supostamente mais evoluídos é que imergem na
complexidades das ideias, julgando que ela lhes outorga a felicidade. O
resultado é o que vemos: criaturas malignas como Trump e Putin a influenciar as nossas
vidas.
Henrique Salles da Fonseca 7 de setembro de 2026 às
14:07
Obrigado
Sempre muito interessante e erudito!
Rui Bravo Martins
Henrique Salles da Fonseca, 7 de setembro de 2026 às
14:09
Abordagem curiosa, Henrique
António Barros
Mensagens populares deste blogue
ABRINDO A PORTA...
fevereiro 02, 2026
Ao estilo de Declaração de Princípios, esta é a casa
do … humanismo no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o Estado
serve o cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a
todos os sistemas que obriguem a pessoa servir o Estado … da Declaração Universal dos Direitos
Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie; … da sistemática busca da harmonização
de interesses nem sempre concomitantes, por oposição a perturbadora luta de
classes; … da liberdade de pensamento
e respectiva expressão; …do pluripartidarismo que, abrindo alternativas de
doutrina e estratégia, permite ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do poder) a
opção perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias; … da definição doutrinária do
bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia e da
liberdade como conceitos unicitário chumbem nas urna...
Ler mais
SOMOS POUCOS
março 09, 2026
A área
urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris
moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os
nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão de que somos poucos.
Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando
«contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no
actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de
deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por
russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do
Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas.
Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo só prejudica a
eficácia dos profissionais. Centremo-nos em pequenas Unidades de grande
operacionalidade e deixemos as maciças acções de «botas no terreno» para
aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às forças terrestres...
Ler mais
DO BEM-COMUM
fevereiro 04, 2026
O conceito de
bem-comum tem tudo a ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado
de Direito. Com
respeito pelas minorias, o bem-comum assenta na vontade da maioria. O
bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução.
Dá para crer que os movimentos disruptivos nascem e medram a partir da
desconfiança sob a profusão de compadrios, mas também podem resultar da inveja.
Contudo, seja qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo
isso é contrário ao bem-comum. O Ocidente tem que ser transparente e,
portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas … se o secretismo
referendário é o garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da
«coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim
impedindo ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a
Europa e pouco mais. O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já é só quase a
Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nó...
Ler mais
Com tecnologia
do Blogger
Talvez por pura saliência pessoal. Talvez para apenas contradizer. Talvez por se ser poupadinho, sobrevalorizando o “metal vil” mais valioso se em papel ensebado. Talvez…
Quando o ruído vale mais do
que a obra
Questionem-se os 175 mil
euros, naturalmente. Mas reconheça-se também a dimensão do investimento, a
capacidade de concretização e, sobretudo, aquilo que ficou para os alunos de
Cascais.
Sandra Damas, Especialista
em Conformidade e Regulamentação, Câmara Municipal de Cascais
OBSERVADOR, 26 set. 2026,
00:19
Há uma dificuldade cada vez
maior em encontrar seriedade naquilo que se publica, comenta e partilha. Não
necessariamente porque os factos sejam falsos, mas porque, demasiadas vezes,
são apresentados pela metade — e uma verdade pela metade pode ser uma extraordinária
ferramenta de manipulação.
Curiosamente, entre tudo o
que poderia ser notícia, foram os 175 mil euros associados à
inauguração da nova Escola Secundária de Cascais que conquistaram títulos,
indignação e partilhas. Afinal, é sempre mais simples fazer manchete
com um número isolado do que perder tempo com esse incómodo chamado contexto.
E o contexto, aparentemente
menos interessante, é este: mais de 32 milhões de euros de
investimento, com cofinanciamento do PRR; o fim de 50 anos de uma escola
provisória; e um novo equipamento com capacidade para 1.320 alunos.
Mas, entre 32 milhões,
50 anos e 1.320 alunos, o número verdadeiramente irresistível para alguns foi
mesmo o dos 175 mil euros.
O PRR exige, para
investimentos desta dimensão, uma comunicação com relevante impacto mediático.
E, nisso, convenhamos, o objectivo foi largamente cumprido — talvez até
para lá das expectativas. Só há um pequeno detalhe: esse
impacto deveria dar visibilidade ao investimento e à escola. Mas
conseguiu-se algo bastante mais criativo: 32 milhões transformaram-se em
175 mil, uma escola transformou-se numa festa e 1.320 alunos praticamente
desapareceram da notícia.
Impacto mediático? Missão
cumprida.
O escrutínio do dinheiro
público não está em causa — é indispensável, sobretudo na Capital
Europeia da Democracia. Seria, aliás, uma contradição curiosa defender o
contrário. O problema começa quando escrutinar deixa de significar
esclarecer e passa a significar escolher números, retirar-lhes o contexto e
esperar que as letras gordas façam o resto. Fiscalizar é democracia;
transformar informação em conveniência política é apenas ruído disfarçado de
escrutínio.
É legítimo questionar
custos, prioridades e opções. Aliás, é desejável. Mas questionar exige de quem
pergunta a mesma seriedade que se exige de quem responde. Reduzir dois
momentos de comunicação associados a um investimento desta dimensão à expressão
“175 mil euros gastos numa festa” é escolher o que se conta, o que
se omite e, sobretudo, aquilo que se espera que o leitor não tenha tempo — ou
vontade — de ir descobrir.
Por isso, talvez a pergunta
seja muito simples: qual deveria ser, afinal, a notícia?
Que Cascais concretizou um
investimento superior a 32 milhões de euros e pôs fim a 50 anos de uma escola
provisória? Ou que, na inauguração dessa escola, havia um DJ, ecrãs e uma
passadeira?
Realmente, escolhas
difíceis.
A crítica política é legítima
e a oposição é indispensável à democracia. Nenhuma delas deveria dispensar
seriedade, contexto ou bom senso — embora, pelos vistos, estes três tenham
menos capacidade de gerar cliques.
Porque havia uma alternativa: não
aproveitar o financiamento, não construir a escola e deixar mais uma geração
estudar numa solução “provisória” há meio século.
Provavelmente, daria menos
títulos.
Questionem-se os 175 mil
euros, naturalmente. Mas reconheça-se também a dimensão do investimento, a
capacidade de concretização e, sobretudo, aquilo que ficou para os alunos de
Cascais.
E custa acreditar que quem se
apresenta como culto, informado e conhecedor da realidade pública não consiga
reconhecer a importância deste feito. Talvez fosse mais útil desejar que
esta capacidade de investimento e este compromisso com a educação se
multiplicassem pelo país, para que melhores condições de ensino deixassem de
ser notícia e passassem, simplesmente, a ser a regra.
Porque, retirado todo o ruído
político, é apenas disto que estamos a falar: de uma escola, de educação e
de dignidade.
Mas admito: “dignidade”,
“educação” e “sucesso” são palavras terrivelmente pouco convenientes quando há
175 mil euros para pôr no título – e uns cliques para obter.
Cascais Lisboa País Sociedade
COMENTÁRIOS:
Meio Vazio: Bolas! Se no fungagá da coisa havia
um "DJ" (raispartam!), então está justificado o balbúrdio, seus
filisteus! Discutir
porque sim
Talvez por pura
saliência pessoal. Talvez para apenas contradizer. Talvez por se ser
poupadinho, sobrevalorizando o “vil metal” ou o papel ensebado das notas.
Talvez por
Quando o ruído vale mais
do que a obra
Questionem-se os 175 mil
euros, naturalmente. Mas reconheça-se também a dimensão do investimento, a
capacidade de concretização e, sobretudo, aquilo que ficou para os alunos de
Cascais.
Sandra Damas,
Especialista em Conformidade e Regulamentação, Câmara Municipal de Cascais
OBSERVADOR, 26 set.
2026, 00:19
Há uma dificuldade cada
vez maior em encontrar seriedade naquilo que se publica, comenta e partilha.
Não necessariamente porque os factos sejam falsos, mas porque, demasiadas
vezes, são apresentados pela metade — e uma verdade pela metade pode ser uma extraordinária
ferramenta de manipulação.
Curiosamente, entre tudo
o que poderia ser notícia, foram os 175 mil euros associados à inauguração da
nova Escola Secundária de Cascais que conquistaram títulos, indignação e
partilhas. Afinal, é sempre mais simples fazer manchete com um número isolado do
que perder tempo com esse incómodo chamado contexto.
E o contexto,
aparentemente menos interessante, é este: mais de 32 milhões de euros de
investimento, com cofinanciamento do PRR; o fim de 50 anos de uma escola
provisória; e um novo equipamento com capacidade para 1.320 alunos.
Mas, entre 32 milhões,
50 anos e 1.320 alunos, o número verdadeiramente irresistível para alguns foi
mesmo o dos 175 mil euros.
O PRR exige, para
investimentos desta dimensão, uma comunicação com relevante impacto mediático.
E, nisso, convenhamos, o objectivo foi largamente cumprido — talvez até para lá
das expectativas. Só há um pequeno detalhe: esse impacto deveria dar
visibilidade ao investimento e à escola. Mas conseguiu-se algo bastante mais
criativo: 32 milhões transformaram-se em 175 mil, uma escola transformou-se
numa festa e 1.320 alunos praticamente desapareceram da notícia.
Impacto mediático?
Missão cumprida.
O escrutínio do dinheiro
público não está em causa — é indispensável, sobretudo na Capital Europeia da
Democracia. Seria, aliás, uma contradição curiosa defender o contrário. O
problema começa quando escrutinar deixa de significar esclarecer e passa a significar
escolher números, retirar-lhes o contexto e esperar que as letras gordas façam
o resto. Fiscalizar é democracia; transformar informação em conveniência
política é apenas ruído disfarçado de escrutínio.
É legítimo questionar
custos, prioridades e opções. Aliás, é desejável. Mas questionar exige de quem
pergunta a mesma seriedade que se exige de quem responde. Reduzir dois momentos
de comunicação associados a um investimento desta dimensão à expressão “175 mil
euros gastos numa festa” é escolher o que se conta, o que se omite e,
sobretudo, aquilo que se espera que o leitor não tenha tempo — ou vontade — de
ir descobrir.
Por isso, talvez a
pergunta seja muito simples: qual deveria ser, afinal, a notícia?
Que Cascais concretizou
um investimento superior a 32 milhões de euros e pôs fim a 50 anos de uma
escola provisória? Ou que, na inauguração dessa escola, havia um DJ, ecrãs e
uma passadeira?
Realmente, escolhas
difíceis.
A crítica política é
legítima e a oposição é indispensável à democracia. Nenhuma delas deveria
dispensar seriedade, contexto ou bom senso — embora, pelos vistos, estes três
tenham menos capacidade de gerar cliques.
Porque havia uma
alternativa: não aproveitar o financiamento, não construir a escola e deixar
mais uma geração estudar numa solução “provisória” há meio século.
Provavelmente, daria
menos títulos.
Questionem-se os 175 mil
euros, naturalmente. Mas reconheça-se também a dimensão do investimento, a
capacidade de concretização e, sobretudo, aquilo que ficou para os alunos de
Cascais.
E custa acreditar que
quem se apresenta como culto, informado e conhecedor da realidade pública não
consiga reconhecer a importância deste feito. Talvez fosse mais útil desejar
que esta capacidade de investimento e este compromisso com a educação se multiplicassem
pelo país, para que melhores condições de ensino deixassem de ser notícia e
passassem, simplesmente, a ser a regra.
Porque, retirado todo o
ruído político, é apenas disto que estamos a falar: de uma escola, de educação
e de dignidade.
Mas admito: “dignidade”,
“educação” e “sucesso” são palavras terrivelmente pouco convenientes qhá 175
mil euros para pôr no título – e uns cliques para obter.
Cascais Lisboa País Sociedade
COMENTÁRIOS:
Meio Vazio: Bolas! Se no fungagá da coisa havia um
"DJ" (raispartam!), então está justificado o balbúrdio, seus
filisteus!