“Chacun
governa-se”, e isto define os seres vivos.
Espanha
já tem o seu José Sócrates. Ou será pior ainda?
Um antigo chefe de governo
investigado por corrupção, onde é que já vimos isto? Zapatero lembra Sócrates,
mas temos de ser honestos: em Espanha a degradação democrática é bem mais grave
do que a nossa
JOSÉ MANUEL FERNANDES Publisher e colunista do Observador
OBSERVADOR, 25 mai. 2026, 00:25
1 JOSÉ LUIS RODRÍGUEZ ZAPATERO. Presidente do Governo
de Espanha entre 2004 e 2011. Figura tutelar do actual
presidente do Governo, PEDRO SÁNCHEZ. Acusado em casos de corrupção de
branqueamento de capitais.
Ainda não tinha acontecido
em Espanha: nunca, antes, um chefe de Governo, mesmo que fora de funções há
muito, fora acusado. Nunca, antes, as acusações haviam sido tão
comprometedoras para um seu sucessor. Nunca, antes, em democracia, um
político de um partido que se apresenta como defensor da democracia havia
actuado tão descaradamente como procurador de ditaduras, no caso a venezuelana dos anos Nicolás
Maduro, e também a chinesa.
O caso estalou esta semana
e na verdade só deve ter surpreendido quem tem andado distraído
relativamente ao que se passa na vizinha Espanha. Primeiro,
porque Zapatero surgia
cada vez mais como uma espécie de anjo da guarda de Pedro Sánchez, alguém que o
amparava e protegia mesmo nas horas difíceis, alguém que se sentava ao lado
dele nas campanhas eleitorais (como ainda recentemente sucedeu na
campanha autonómica da Andaluzia), alguém que se sabia ter acesso
privilegiado à Moncloa (a sede do governo espanhol) e influência
determinante nas decisões aí tomadas. Nomeadamente naquela que mais
o compromete hoje: a operação de resgate, no tempo da Covid, a uma companhia
aérea venezuelana quase inexistente, mas muito influente.
O caso de imediato
desencadeou as reacções habituais por parte do poder político socialista. Não,
Zapatero
não é suspeito de nada, Zapatero é apenas mais uma vítima de “lawfare”, a guerra dos juízes.
Zapatero
como Begoña Gómez, a esposa de Sánchez. Ou como o irmão do mesmo Sánchez. Ou
ainda como alguns dos homens que lhe permitiram conquistar primeiro o PSOE e
depois a chefia do Governo, como José Luis Ábalos ou Santos Cerdán.
2Vamos tomando conhecimento e vamos notando as
coincidências. Zapatero foi primeiro-ministro mais ou menos no mesmo período que José
Sócrates. Zapatero perdeu o seu lugar quando a crise financeira se abateu
sobre Espanha e, tal como Sócrates, queixou-se até ao fim dos “mercados” e
nunca assumiu qualquer responsabilidade pelos défices e pelas dívidas.
Zapatero construiu
uma relação privilegiada com a Venezuela bolivariana, tal como Sócrates. Por fim, Zapatero tirou (aparentemente)
partido das suas relações e influência para enriquecer, tal como o nosso
antigo primeiro-ministro, e também como Sócrates protesta a sua
inocência e aponta o dedo ao sistema judicial.
É verdade que há diferenças
– os montantes que estarão em causa serão, para já, muito menores e o PSOE não
criou (ainda) qualquer cerca sanitária, ao contrário do nosso PS
–, mas as semelhanças são mais perturbadoras se pensarmos que, em
Espanha, no que se refere a respeito pela lei e pela separação de poderes,
a dupla Zapatero/
Sánchez pratica, sem pudor, o mesmo tipo de políticas e de abusos que
conhecemos em Portugal no tempo de Sócrates.
Não por acaso Espanha
tem caído na generalidade dos indicadores relativos à qualidade da sua
democracia – no indicador relativo ao respeito pelo Estado de
Direito do Banco Mundial, por exemplo, caiu de 0.98 em 2018 (ano em que
Sánchez chegou ao poder) para 0.82 em 2023, uma evolução inversa à portuguesa,
como se pode verificar neste quadro: (…)
No indicador de “efectividade da governação”, a
queda ainda é mais dramática: de 0.98 em 2018 para 0.82 em 2023.
Num outro indicador
compósito, o do instituto independente Varieties of Democracy (V-Dem), o
destaque vai para a degradação da independência do sistema judicial, onde a Espanha
caiu de 3.57 em 2018 para 2.83 em 2024 (num máximo de 4). Há
muitas razões para isso ter acontecido, a começar pela aprovação de uma amnistia aos crimes
cometidos durante o referendo ilegal na Catalunha (uma
exigência política dos separatistas que têm Sánchez prisioneiro da sua agenda),
uma amnistia que
foi condenada pelos serviços jurídicos da Comissão Europeia mas mesmo assim
avançou.
Sánchez também procedeu a várias reformas na
arquitectura do sistema de Justiça, todas dirigidas no sentido de diminuir a
sua independência, ao mesmo tempo que nomeava para a chefia
do Ministério Público primeiro uma ministra, saída directamente do Governo,
Dolores Delgado, e
depois Álvaro García
Ortiz, que acabou investigado e condenado por instrumentalizar uma
investigação à situação fiscal do companheiro de Isabel Ayuso, a presidente da
região de Madrid e um dos rostos mais fortes da oposição. Isto ao
mesmo tempo que se pretende, com uma proposta conhecida como “lei Bolaños”, retirar aos juízes o poder de
investigar para o entregar por completo a um Ministério Público muito menos
independente.
O mesmo instituto V-Dem também tem
registado uma degradação dos indicadores relativos à liberdade de imprensa e
liberdade de expressão, sendo que nesta frente a total
instrumentalização da RTVE, a televisão pública, até faria empalidecer a RTP de
outros tempos. Ao mesmo tempo, o governo distribuiu de forma politicamente
dirigida a publicidade que coloca nos meios de comunicação privados,
beneficiando os que lhe são próximos e penalizando os que são críticos.
3Neste cenário não surpreende que Espanha também
esteja a cair nos indicadores relativos a corrupção – nos índices do V-Dem registaram-se aumentos
de 178%, 540% e 80% respectivamente no que se refere a corrupção política, corrupção
governamental e clientelismo. Já no indicador de percepção da
corrupção da Transparência Internacional, a Espanha de Sánchez teve o seu pior
resultado de sempre em 2025, ano em que o país caiu para 49º lugar (Portugal
ficou em 46º lugar, o que também não é brilhante, mas é melhor).
A captura das instituições é
outro traço da governação Sánchez, sendo que a associação Hay Derecho, que
monitoriza as nomeações para 40 entidades públicas para detectar o amiguismo e
a politização, considera que neste momento é “especialmente preocupante a vinculação
política dos dirigentes públicos”, a qual “se tem agravado nos últimos anos.”
Um bom exemplo disso mesmo – e um novo paralelo com Portugal – foi
a nomeação de José Luis Escrivá para o Banco
de Espanha, alguém que também saiu directamente do governo para esse cargo. Aí
chegado, um dos seus primeiros relatórios foi sobre a reforma do sistema de
pensões que o próprio tinha promovido.
Compreende-se assim que
num recente Eurobarómetro 61% dos espanhóis tivessem dito ter uma avaliação
negativa da independência do seu sistema de Justiça, colocando o país na cauda
da Europa.
4Mas se tudo isto se passa ao nível das
instituições, e se nelas os sinais de captura só não serão ainda mais
graves por a maioria das regiões autónomas – que dispõem de bastante poder –
não serem hoje governadas pelo PSOE (a sua mais recente derrota histórica
aconteceu precisamente no seu antigo feudo da Andaluzia), é porventura no
domínio da política que os anos Sánchez se têm revelado mais negativos, até por
o actual presidente do Governo ter seguido as pisadas do seu inspirador
Zapatero, ao procurar instrumentalizar as velhas divisões políticas de Espanha
para impedir a oposição de direita de regressar ao poder.
A situação é de resto
completamente anormal. Sánchez governa em coligação com a
extrema-esquerda (as derivações locais do nosso PCP e do nosso Bloco)
e dependente no Parlamento do apoio dos partidos independentistas, os quais
lhe têm arrancado cedências que põem em causa a unidade espanhola, as regras
constitucionais e a indispensável solidariedade entre as regiões mais ricas e
as regiões mais pobres.
Mais: é uma solução que aposta na polarização
política (que aumentou 36% desde que o PSOE chegou ao poder em 2018) como
receita de sobrevivência. Isto porque se trata de uma coligação de contrários que no fundo
só se aguenta pelo receio que os diferentes partidos (extremistas e
separatistas) têm do regresso ao poder do Partido Popular, porventura apoiado
pelo Vox. É ainda uma coligação só possível por o sistema eleitoral
espanhol permitir que partidos com poucos votos mas votos muito concentrados –
como é o caso dos partidos independentistas – tenham uma representação
desproporcional e, assim, um poder também desproporcional de chantagem sobre
governos minoritários, como o de Sánchez. Mesmo assim Espanha
sobrevive sem orçamentos aprovados há vários anos, com uma governação por
duodécimos e por decreto, com um Parlamento esvaziado das suas principais
funções.
Pior, porventura: recentemente
Sánchez aprovou a regularização de centenas de milhares de imigrantes ilegais,
uma decisão que, além de dar ainda mais força ao partido anti-imigração, o Vox,
abre a porta a alterações do corpo eleitoral que porventura lhe sejam
favoráveis. Não surpreende por isso que Irene Montero, dirigente do extremista Podemos,
tenha saudado a decisão assumindo a defesa sem escrúpulos da teoria da
grande substituição: “Ojalá teoría del reemplazo. Ojalá podamos barrer
de fachas y de racistas este país con gente migrante, con gente trabajadora.
Claro que yo quiero que haya reemplazo: reemplazo de fachas, reemplazo de
racistas, reemplazo de vividores”.
5Face a este quadro surgem cada vez mais vozes a
alertar para a degradação
da qualidade da democracia espanhola, sendo que nalguns
relatórios já se refere abertamente o risco de deixarmos de ter ao nosso lado
uma democracia completa e passarmos a ter um regime em vias de se tornar uma
autocracia. Até porque a multiplicação dos casos de corrupção, a que se acrescenta
agora o caso Zapatero, é indissociável da existência de uma percepção de
absoluta impunidade – se não existisse essa sensação seria
possível, por exemplo, que o antigo chefe do Governo implicasse na sua trama
não apenas a sua mulher mas também as suas duas filhas?
Por isso não havia que ficar
surpreendido com aquilo de que fomos tomando conhecimento ao longo desta última
semana – a única surpresa, se é que ela existe, é de estarmos a assistir a
toda esta degradação das instituições democráticas enquanto na Europa se olha
para o lado e em Portugal quase nem se fala do assunto. Ou melhor,
também nesta frente não há que ficar surpreendido, pois há muito que sabemos
que as indignações que excitam a nossa gente são os abusos da direita, nunca os
abusos da esquerda
Espanha ainda não é a Hungria, ou mesmo a Polónia, mas
as almas que tanto se inquietaram com as derivas autoritárias nesses dois
países estão agora de olhos vendados e bocas fechadas, até porque Sánchez não é
apenas socialista, é também o único socialista que neste momento dirige um dos
grandes países europeus. E se a parcialidade dos nossos comentadores
não se estranha, a forma como a União Europeia trata de ignorar o que se passa
mais do que incomoda. Imagine-se, por exemplo, que tinha sido
Portugal a usar fundos do PRR para pagar pensões, como Espanha fez e como entre
nós só o Chega sugeriu algo de semelhante, e veríamos como de Bruxelas
chegariam imediatamente ameaças de sanções e penalidades.
E digo que mais do que incomoda porque a dualidade de
critérios da eurocracia e dos principais dirigentes da União Europeia é mais
uma pedra no caixão da ideia de que as regras são mesmo iguais para todos.
Não são, porque se fossem há muito que se discutiria em Bruxelas até que ponto
o sr. Sánchez é uma versão meridional e mais polida do sr. Orban. Mas ninguém
fala disso, e quem esperar que um dia isso venha a acontecer bem pode esperar
sentado.
CORRUPÇÃO JUSTIÇA ESPANHA EUROPA MUNDO
JOSÉ SÓCRATES POLÍTICA PEDRO SÁNCHEZ DEMOCRACIA SOCIEDADE
COMENTÁRIOS
(de 69)
Carlos Carvalho: Soberbo. Infelizmente o “jornalismo”
português só tem o olho esquerdo. Álvaro Venâncio: O Socialismo não falha: falha sempre. António Lamas: Até constitui uma empresa de
sondagens só para dar sondagens favoráveis. E sem esquecer o controle da
RTVE com jornalistas encabeçados pela Silvia Intxurrondo que todos os dias tem
3 horas de defesa do governo e da esquerdas. Por cá é quase o silêncio total sobre o
que lá se passa.
Tristão: Aqui, raramente vemos destaque dado
às polémicas e contradições do governo espanhol, mas em compensação, servem-nos
Espanha como um modelo e uma referência moral e política para uma certa
esquerda cada vez mais órfã e sem rumo. A indigência já chegou a isto… Maria Tejo: Os Socialistas, com ou sem as
esquerdas encostadas, são altamente eficazes em alguns aspectos-chave: propaganda,
nepotismo, criação de pântanos, utilização do poder do Estado para o vale-tudo.
Sendo uma
constante de actuação bem conhecida e identificada nem por isso deixa de ser
arrepiante. João Diogo: Lá como cá , os socialistas são uma
praga pior do que a do Egipto.
Alberico
Lopes: Um artigo brilhante e muito
pormenorizado dos escândalos que estão a levar a Espanha para um buraco de que
dificilmente se voltará a levantar. O que me admira é ainda haver por lá (como
por cá!!!), tanta gente a votar nesta autêntica mafia! Espero bem que o juiz
Calama, que tem a seu cargo este caso do Zapatero, e o juiz Peinado, que está a
tratar do Sanchez, da sua mulher e do seu irmão pelos crimes de corrupção e
desvio de dinheiros, bem como do seu próprio sogro, acusado de lenocídio, vejam
os seus processos levados até ao fim, e malhem com os costados na prisão,
depois de devolverem ao Estado todos os euros com que enriqueceram. No caso de
Zapatero o que mais me choca é o ter-se servido das próprias filhas para roubar
mais uns cerca de 700 mil euros. Fez-me lembrar o nosso "querido"
Armando Vara" que também usou a filha para conta aberta na Suiça.
Lembram-se? Tudo bons socialistas, pois então! Rui Lima: O interessante vai ser saber quanto
tempo ele vai conseguir fugir a prisão? Português de bem: em Espanha a degradação democrática é
bem mais grave do que a nossa - E Bruxelas apoia cegamente esse déspota,
adoram-no. O nosso PR vai imediatamente lamber as botas aos espanhóis mal é
eleito. A esquerda venera-o, claro: legaliza quase 1 milhão de imigrantes
ilegais (como nós), fala mal dos israelitas, quer o totalitarismo na UE, fala
mal de Trump. O herói de Bruxelas!
Maria
Eduarda Vaz Serra: Não
esquecer que Carneiro acha que Sanchez é uma boa fonte de inspiração… J P: Excelente análise. É extraordinário
de facto como o socialismo padece dos mesmos males em todos os países onde
ascende ao poder, mas é sempre levado ao colo pelos media. No nosso país este
facto chega a níveis estratosféricos, a forma como a esquerda tomou conta de
praticamente toda a Comunicação Social deve ser caso de estudo. As notícias
sobre o país vizinho, quando existem, parecem vir todas da RTVE e do El
País...E haver "cronistas" com o desplante de apelidarem o Sanchéz do
novo Churchill é realmente o pináculo da falta de vergonha. Mas há sondagens
que dizem que o PS vai à frente com 10 pontos de diferença...depois admiram-se
de os jovens inteligentes quererem fugir e só cá ficarem os "activistas",
essa profissão adulada pelos media. António Costa e Silva: Sabe-se há muito tempo que estes
sistemas democráticos, sustentados por partidos que não passam de associações
de malfeitores e de escolas do crime, são profundamente corruptos. Com a perda
do controle da informação e propaganda, começa a ser difícil esconder a
realidade. Mario jorge correia guimaraes > mario guimaraes: A relação entre o Costa e Sanchez é
muito próxima. Costa é na UE o que é, penso que devido a Sanchez. Maria Gomes: Não se preocupe, vai acabar tudo
bem. Tal como aqui, após um breve interregno o PSOE voltará ao poder com a
ajuda da CS, bem instalada nestes partidos e portanto avessa a mudanças,
invocando a necessidade de respeitar e manter um dos pilares da democracia
espanhola Alberico Lopes > Tristão: E o pior é que ninguém critica a
comunicação social, nem a querida Lusa! João Floriano: Comparado com esta rede imensa de
corrupção à volta de Sánchez, Sócrates é
um menino de coro que foi apanhado a meter
a mão na caixa das esmolas. João Das Regras: Como sempre o problema era o Orban e
os dirigentes polacos que não gostavam de imigrantes e por isso eram fascistas,
aqui o nosso Pedrito é amigo do Costa e do Carneiro e por isso tudo está bem. Manuel Magalhaes: O socialismo actual é exactamente o
descrito neste artigo, Sócrates tentou tudo isto e muito conseguiu e António
Costa também não fugirá muito do guião, só foram apanhados no seu gabinete
73.000 euros que eram os que lá estavam na altura, mas não sabemos quantos mais
por lá terão passado??? e é com esta gente que a comunicação social anda ao
colo… uma autêntica vergonha!!!
Maria
Melo: A
degradação democrática e a corrupção são, realmente, assustadoras. É bastante
preocupante o que acontece em Espanha, mas o caso Sócrates é uma vergonha para
a Democracia e a Justiça, em Portugal. Não esquecer a ligação de Sócrates a
Lula… ( que é um verdadeiro democrata…) Vitor Batista: Investiguem Costa como deve ser, e
irão descobrir que Sanchez e Sócrates são uns meninos ao lado dele. Não sejam
piegas, investiguem esse individuo. Alberico Lopes > António Costa e
Silva: Sr.
Costa e Silva: acha mesmo que há "perda de controle da informação e
propaganda"? Não deve estar a ver o panorama que em Portugal se passa!
Tente aguentar um dia só a ver jornais, jornaleiros, comentaristas,
comentadeiras e outros istas e tais, e veja bem como está enganado! Eu, há
muito que anulei as subscrições de jornais que pagava. Mantenho só o
Observador, embora por vezes seja tentado a Dessubscrever, mas, para ter
oportunidade de ler artigos como o do Sr. José Manuel Fernandes, Miguel Morgado
e Helena Matos, tenho-me mantido fiel. Até quando não sei. Já de Espanha,
subscrevo o El Espanhol e o El Mundo. No entanto, se quiser
ficar a saber como se defende os Sanchez, os Zapateros, os Sócrates, os
Costas e outros como eles, tanto de lá
como de cá, veja as notícias do El Pais, do Expresso e da Lusa. Para não falar
da TVE ou da Lusa e RTP, SicN, TVI e, agora, até o CM! manuel menezes: Magnífico artigo, bem documentado e
muito esclarecedor. Quando a corrupção se instala nos mais altos cargos, o país
está podre e a esperança acaba. Ainda vamos pagar uma indemnização ao Sócrates. graça Dias: Magnífica crónica, que é um lembrete
implacável sobre o PSOE de Zapatero e dr Sánchez, que entre a nossa CS --
jornalistas e comentadores, sem esquecer o nosso José Luís Carneiro & uma
larga percentagem dos seus camaradas, tanto exaltam em adjectivos e
referências, que não são mais do que " lixo nauseabundo ". Um
comentor da CNN PORTUGAL, de nome Miguel Baumgartner, sugeriu o nome de Sánchez
para ser a " voz da UE para as conversações com Moscovo/ Vladimir Putin
sobre a guerra Rússia/ Ucrânia. Mais, tem feito elogios rasgados ao corrupto
Sánchez e, que está muito bem colocado para eventualmente ser o futuro
presidente do BCE. Esta gentinha da nossa CS, é mesmo pequena. Caro JMF o meu obrigada pelo brilhante texto,
que para além de ser informativo, é igualmente didáctico. Maria Carvalho > Maria Eduarda Vaz
Serra: É sempre bom lembrar para os mais distraídos! 👏👏👏 António Alberto Barbosa Pinho: A receita exposta - esquerda radical
e extremista + socialismo dos interesses - dá sempre nisto. Miguel Macedo: Claro que o cronista arranjou maneira
de comparar o criminoso sanchez com a Hungria e Polónia! Enviesado ! Uma pena! Alberico Lopes > Nuno Lomba: No lombo precisavas tu dumas
arrochadas! joao lemos: mais um ano de Sanchez e o socialismo
irá de férias longas. Carlos Quartel: Incomodou muita gente, fez reviver
muito ódio, com os mortos da guerra civil. Mesmo sem corrupção já seria uma figura sinistra, depois de
uma transição difícil , presa pelos cabelos. com Fiiipe Gonzalez, Fraga e
mesmo com o ex-torcinário comunista de
que agora me escapa o nome. Não hesitou a remexer na ferida, que em Espanha é
grande e dolorosa, arriscando uma nova confrontação. Um pulha sem vergonha, que
verei na prisão com prazer.
Daniel
N: O nível
de degradação das "democracias" europeias a descer sem parar. O nível
de indiferença dos "políticos" europeus quanto à transparência,
ética, a subir sem parar. As ditaduras não se vestiam de cordeiros e os actuais
também já não precisam de o esconder. O controlo das instituições é garante
q.b. Ana Maria Caldeira: Brilhante análise como sempre Comoreis Hi: O Sr José Fernandes no subtítulo da
pergunta tem a resposta, então por que razão faz a pergunta? Zapatero é um agente da RPC como muitos outros
na UE com ligações a narco-estados como a Venezuela, Cuba ou Brasil e claro a
quem aproveita a RPC. José Barbosa: Eu devo ter imaginado o nosso José
Luís Carneiro a elogiar o Pedro Sanchez tomando-o como exemplo de um político
progressista. Devo ter sonhado…só pode…. graça Dias: Independentemente da geografia, os
regimes socialistas são sempre perniciosos. ps. Todo e qualquer regime socialista
os cidadãos devem condenar e excluir da sociedade. S N: Assunto demasiado grave para ser
intencional e inteiramente obscurecido em Portugal e noutros países. Péssimo
sinal do que realmente se passa, não apenas por cá, doa a quem doer e
independentemente da intensidade das maleitas Antonio Sennfelt: Espanha está sempre à nossa frente!
Não tem apenas um Sócrates, tem muitíssimos! Alexandre Barreira: Pois. O Sócrates não chega aos
"calcanhares".....do Zapatero......! Alberico Lopes > mario
jorge correia guimaraes mario guimaraes: Estão bem um para o outro!!!