Quando regressava hoje do
Hospital, onde vou diariamente amparar o meu marido hospitalizado, com umas
rezas ardentes por conta da sua saúde. A rádio que o Sr. Taxista fazia escutar,
não se calou a respeito do A. Ventura, das censuras deste ao tal Luís Neves, mas sem apresentar
alternativas de governança mais venturosa em competência. Achei que a rádio
também erra, nesta coisa de dialogação massacrante em torno das artes do Chega,
um bla bla bla doentio, de quem não tem assuntos mais expressivos, para enfiar
nas nossas mentes amarfanhadas de tédio. E de indignação, por não merecermos “aliud”,
pacóvios que somos, algozes na bestialidade discursiva soez e vítimas dessa.
Bloco critica moção de censura do Chega a Luís Neves: "não
tem nada a ver com o que é essencial censurar no Governo"
Pureza admite que Luís Neves
"se tornou um agente de confusão", mas diz que André Ventura ignora o
custo de vida. "Montenegro agradece e as pessoas continuam com as contas
por pagar."
AGÊNCIA
LUSA : Texto
OBSERVADOR,
02 set. 2026, 20:48
O coordenador do Bloco de
Esquerda (BE), José Manuel Pureza, na conferência de imprensa sobre a
promulgação da Lei da Nacionalidade, na sede do partido, em Lisboa, 4 de maio
de 2026. JOÃO RELVAS/LUSA
▲Questionado
se considera que Luís Neves
deve abandonar o cargo, José Manuel
Pureza evidenciou que não pediu a
sua demissão
JOÃO RELVAS/LUSA
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é ridícula"
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O coordenador nacional do
Bloco de Esquerda (BE) defendeu esta quarta-feira que a moção do Chega falha
nos motivos pelos quais o Governo merece censura, apesar de admitir que “Luís
Neves se tem tornado um agente de confusão”.
“Essa moção de censura [a
apresentar pelo Chega] não tem nada a ver com aquilo que é essencial censurar
na política do Governo. Volto a dizer: é a subida do preço das casas, da conta
do supermercado, dos combustíveis. É isso que merece censura, é isso que, na
verdade, as pessoas censuram no seu dia a dia”, defendeu José Manuel Pureza.
O Chega anunciou esta
quarta-feira que vai avançar com uma moção de censura ao Governo, na sequência
das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves.
Em conferência de imprensa,
que decorreu ao final da tarde desta quarta-feira, em Coimbra, o líder do
BE considerou que o ministro da Administração Interna “não pode ser um agente
de confusão”, no entanto, entende que a moção de censura anunciada pelo Chega
“não tem rigorosamente nada a ver” com as razões que justificam uma censura
política ao Governo.
“Portugal tem um problema sério. Esse
problema é o de os salários e as pensões chegarem cada vez menos ao fim do mês
para pagar as contas da electricidade, da casa ou do supermercado e, na
verdade, André Ventura não censurou o Governo por causa disso”, apontou.
Segundo o coordenador
bloquista, o executivo liderado por Luís Montenegro “merece censura por ter
deixado aumentar o preço das rendas e das prestações ao banco”.
“O Governo merece
censura porque a conta do supermercado é cada vez menos sustentável, o Governo
merece censura pelo caos criado nos exames nacionais, o Governo merece censura
porque não há professores. Mas André Ventura não censura o Governo por isso, Luís
Montenegro agradece e as pessoas continuam com as contas por pagar”, sustentou.
Questionado se considera que Luís Neves deve
abandonar o cargo, José Manuel Pureza evidenciou que não pediu a sua demissão.
“O que disse é que não é de
todo desejável para a democracia que haja um ministro, para mais com a pasta da
Administração Interna, que tutela as forças e os serviços de segurança, que tem
competências de enorme delicadeza para o país, que vai lançando confusão e que
se vai tornando um agente de confusão”, esclareceu, indicando
ainda que o primeiro-ministro é, em última análise, o responsável pela
manutenção de uma situação destas e “isso não pode acontecer”.
Já sobre os mecanismos que
poderiam conduzir à substituição do ministro da Administração Interna, o
coordenador do BE respondeu que uma moção de censura pode ser um instrumento
adequado para esse objectivo, tal como a chamada do governante ao parlamento
para prestar esclarecimentos.
“Esta moção de censura é pura e simplesmente o
instrumento de um campeonato entre o Chega e os outros partidos da direita. Um
campeonato entre os partidos da direita e é saber quem é que é mais radical na
direita”, concluiu.
Ministério Administração Interna Política Bloco de Esquerda Governo André Ventura Partido Chega
COMENTÁRIOS
Manuel
Filipe Correia de Araújo:
O Luís
Neves foi indicado, ao Luís Montenegro da AD, para ser MAI pelo José Luís
Carneiro do PS.....!!!!! ?????
Isto
era o Sonho do Rui Rio.....!!!!!
Ou
seja, o Bloco Central de Interesses.....!!!!!
Isabel
Gomes:
Pois
🤣
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