quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Pude comprovar


Quando regressava hoje do Hospital, onde vou diariamente amparar o meu marido hospitalizado, com umas rezas ardentes por conta da sua saúde. A rádio que o Sr. Taxista fazia escutar, não se calou a respeito do A. Ventura, das censuras deste ao tal Luís Neves, mas sem apresentar alternativas de governança mais venturosa em competência. Achei que a rádio também erra, nesta coisa de dialogação massacrante em torno das artes do Chega, um bla bla bla doentio, de quem não tem assuntos mais expressivos, para enfiar nas nossas mentes amarfanhadas de tédio.  E de indignação, por não merecermos “aliud”, pacóvios que somos, algozes na bestialidade discursiva soez e vítimas dessa.

 

Bloco critica moção de censura do Chega a Luís Neves: "não tem nada a ver com o que é essencial censurar no Governo"

Pureza admite que Luís Neves "se tornou um agente de confusão", mas diz que André Ventura ignora o custo de vida. "Montenegro agradece e as pessoas continuam com as contas por pagar."

AGÊNCIA LUSA : Texto

OBSERVADOR, 02 set. 2026, 20:48

O coordenador do Bloco de Esquerda (BE), José Manuel Pureza, na conferência de imprensa sobre a promulgação da Lei da Nacionalidade, na sede do partido, em Lisboa, 4 de maio de 2026. JOÃO RELVAS/LUSA

Questionado se considera que Luís Neves deve abandonar o cargo, José Manuel Pureza evidenciou que não pediu a sua demissão

JOÃO RELVAS/LUSA

As mais lidas

Quem pode usar bens apreendidos pelas polícias e para quê?

Uma cigana de direita

Quem era a banqueira de 32 anos morta em Times Square?

Morreu o ator brasileiro Gracindo Júnior aos 83 anos

Hugo Soares reage a Ventura: "Moção de censura é ridícula"

"Isto não acalmará". Bruxelas a ferro a fogo com tiroteios

O coordenador nacional do Bloco de Esquerda (BE) defendeu esta quarta-feira que a moção do Chega falha nos motivos pelos quais o Governo merece censura, apesar de admitir que “Luís Neves se tem tornado um agente de confusão”.

“Essa moção de censura [a apresentar pelo Chega] não tem nada a ver com aquilo que é essencial censurar na política do Governo. Volto a dizer: é a subida do preço das casas, da conta do supermercado, dos combustíveis. É isso que merece censura, é isso que, na verdade, as pessoas censuram no seu dia a dia”, defendeu José Manuel Pureza.

O Chega anunciou esta quarta-feira que vai avançar com uma moção de censura ao Governo, na sequência das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves.

Em conferência de imprensa, que decorreu ao final da tarde desta quarta-feira, em Coimbra, o líder do BE considerou que o ministro da Administração Interna “não pode ser um agente de confusão”, no entanto, entende que a moção de censura anunciada pelo Chega “não tem rigorosamente nada a ver” com as razões que justificam uma censura política ao Governo.

Portugal tem um problema sério. Esse problema é o de os salários e as pensões chegarem cada vez menos ao fim do mês para pagar as contas da electricidade, da casa ou do supermercado e, na verdade, André Ventura não censurou o Governo por causa disso”, apontou.

Segundo o coordenador bloquista, o executivo liderado por Luís Montenegro “merece censura por ter deixado aumentar o preço das rendas e das prestações ao banco”.

“O Governo merece censura porque a conta do supermercado é cada vez menos sustentável, o Governo merece censura pelo caos criado nos exames nacionais, o Governo merece censura porque não há professores. Mas André Ventura não censura o Governo por isso, Luís Montenegro agradece e as pessoas continuam com as contas por pagar”, sustentou.

Questionado se considera que Luís Neves deve abandonar o cargo, José Manuel Pureza evidenciou que não pediu a sua demissão.

“O que disse é que não é de todo desejável para a democracia que haja um ministro, para mais com a pasta da Administração Interna, que tutela as forças e os serviços de segurança, que tem competências de enorme delicadeza para o país, que vai lançando confusão e que se vai tornando um agente de confusão”, esclareceu, indicando ainda que o primeiro-ministro é, em última análise, o responsável pela manutenção de uma situação destas e “isso não pode acontecer”.

Já sobre os mecanismos que poderiam conduzir à substituição do ministro da Administração Interna, o coordenador do BE respondeu que uma moção de censura pode ser um instrumento adequado para esse objectivo, tal como a chamada do governante ao parlamento para prestar esclarecimentos.

“Esta moção de censura é pura e simplesmente o instrumento de um campeonato entre o Chega e os outros partidos da direita. Um campeonato entre os partidos da direita e é saber quem é que é mais radical na direita”, concluiu.

Ministério Administração Interna      Política Bloco de Esquerda      Governo André Ventura      Partido Chega

COMENTÁRIOS

Manuel Filipe Correia de Araújo:

O Luís Neves foi indicado, ao Luís Montenegro da AD, para ser MAI pelo José Luís Carneiro do PS.....!!!!! ?????

Isto era o Sonho do Rui Rio.....!!!!!

Ou seja, o Bloco Central de Interesses.....!!!!!

Isabel Gomes: Pois

🤣

Nenhum comentário: