João Jesus > Rosa Silvestre: Baixar a idade da reforma é ter menos gente a
contribuir num País envelhecido. Isso levaria a um aumento de impostos brutal
de quem trabalha hoje e de quem começará a trabalhar. Isso significa que os
jovens no futuro, para hoje os reformados continuarem com reformas perto dos
seus salários, a terem reformas de 30 a 40% do seu ordenado. Não é uma questão
de explicar, é uma medida populista e impossível. Baixar a idade da reforma = a
um brutal e não sustentável ou exequível aumento de impostos, só isto.
Luso > E market: Votei
no Chega nas últimas legislativas como voto de protesto — um pontapé no
formigueiro político‑mediático instalado neste país. Fi-lo consciente de que o
Ventura não demonstra capacidade nem uma visão de futuro para Portugal. Agora
que tem a oportunidade de dar uma pequena machadada no mesmo socialismo que
sempre criticou — e que tantos obstáculos coloca à vida dos portugueses —
revela-se afinal alinhado com essa mesma lógica. Na prática, confirma aquilo
que muitos já apontavam: um populismo no pior sentido da palavra, mais
preocupado com o jogo político do que com qualquer transformação séria do país.
paulo mariano: Artigo certeiro. Quem fala do CHEGA fala de
duas coisas : uma camada dirigente de segunda , terceira ou quarta linha que
não encontrou palco e oportunidade nos partidos da 1ª liga e um líder
egocêntrico, "predador narcísico " tal como foi identificado pelo
afastado Gabriel Mithá Ribeiro.
Eduardo Russo: Excelente! A berrar, a incendiar e dividir, ninguém bate Ventura!
Soluções práticas, visíveis exequíveis, nada! Espero que o eleitorado perceba
rapidamente que este demagogo, populista e pantomineiro, repito, nada tem para
melhorar o país...
Ricardo Ribeiro > Glorioso
SLB: Bom
dia caro Glorioso,
Peço desculpa mas o CDS destruiu-se a si próprio, basta ver a quantidade
de ex líderes que viraram socialistas, ex- Freitas do Amaral, Basílio Horta e
agora Chicão. Isto para não falar do irrevogável e globalista Portas.
Francisco Ramos: Estamos perante um politico que confunde
coragem politica com imbecilidade. Ainda é bastante jovem para anunciar a sua morte politica mas é o que o
espera. Cheguei
a pensar um dia votar AV, mas perante o descalabro do seu pensamento, antes
abster-me do que algum dia votar AV.
Carlos Quartel: Tempo de alguém com prestígio na área chame os
bois pelo nome. Ventura
foi sempre uma fraude, um oportunista, com boa capacidade de identificar
incómodos, frustrações e receios dos portugueses. Aproveita-os, diz-lhe os que
eles querem ouvir, distorce a realidade para ir ao encontro dessas percepções e
captou, surpreendentemente. um quarto do eleitorado. Mas nada tem com direita
ou esquerda, ali só há oportunismo. Nunca houve maioria de direita, a
sociedade portuguesa é assistencialista. não funciona sem o papá Estado, nada tem a ver com gente com
iniciativa e ambição, com projectos de desenvolvimento e enriquecimento
pessoal. Importante
que seja JMF a dizê-lo, não vão ter lata de lhe chamar socialista, espero.
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