terça-feira, 5 de maio de 2026

Conclusão

 

João Jesus > Rosa Silvestre: Baixar a idade da reforma é ter menos gente a contribuir num País envelhecido. Isso levaria a um aumento de impostos brutal de quem trabalha hoje e de quem começará a trabalhar. Isso significa que os jovens no futuro, para hoje os reformados continuarem com reformas perto dos seus salários, a terem reformas de 30 a 40% do seu ordenado. Não é uma questão de explicar, é uma medida populista e impossível. Baixar a idade da reforma = a um brutal e não sustentável ou exequível aumento de impostos, só isto.

Luso > E market: Votei no Chega nas últimas legislativas como voto de protesto — um pontapé no formigueiro político‑mediático instalado neste país. Fi-lo consciente de que o Ventura não demonstra capacidade nem uma visão de futuro para Portugal. Agora que tem a oportunidade de dar uma pequena machadada no mesmo socialismo que sempre criticou — e que tantos obstáculos coloca à vida dos portugueses — revela-se afinal alinhado com essa mesma lógica. Na prática, confirma aquilo que muitos já apontavam: um populismo no pior sentido da palavra, mais preocupado com o jogo político do que com qualquer transformação séria do país.

paulo mariano: Artigo certeiro. Quem fala do CHEGA fala de duas coisas : uma camada dirigente de segunda , terceira ou quarta linha que não encontrou palco e oportunidade nos partidos da 1ª liga e um líder egocêntrico, "predador narcísico " tal como foi identificado pelo afastado Gabriel Mithá Ribeiro.

Eduardo Russo: Excelente! A berrar, a incendiar e dividir, ninguém bate Ventura! Soluções práticas, visíveis exequíveis, nada! Espero que o eleitorado perceba rapidamente que este demagogo, populista e pantomineiro, repito, nada tem para melhorar o país...

Ricardo Ribeiro > Glorioso SLB: Bom dia caro Glorioso,

Peço desculpa mas o CDS destruiu-se a si próprio, basta ver a quantidade de ex líderes que viraram socialistas, ex- Freitas do Amaral, Basílio Horta e agora Chicão. Isto para não falar do irrevogável e globalista Portas.

Francisco Ramos: Estamos perante um politico que confunde coragem politica com imbecilidade. Ainda é bastante jovem para anunciar a sua morte politica mas é o que o espera. Cheguei a pensar um dia votar AV, mas perante o descalabro do seu pensamento, antes abster-me do que algum dia votar AV.

Carlos Quartel: Tempo de alguém com prestígio na área chame os bois pelo nome.  Ventura foi sempre uma fraude, um oportunista, com boa capacidade de identificar incómodos, frustrações e receios dos portugueses. Aproveita-os, diz-lhe os que eles querem ouvir, distorce a realidade para ir ao encontro dessas percepções e captou, surpreendentemente. um quarto do eleitorado. Mas nada tem com direita ou esquerda, ali só há oportunismo.  Nunca houve maioria de direita, a sociedade portuguesa é assistencialista. não funciona sem o papá Estado, nada tem a ver com gente com iniciativa e ambição, com projectos de desenvolvimento e enriquecimento pessoal. Importante que seja JMF a dizê-lo, não vão ter lata de lhe chamar socialista, espero.

Nenhum comentário: