(Ao texto precedente, de AG)
DP: A
compulsão do escriba para dizer mal de tudo e um par de botas é tal que não se
deu conta que o Amália NÃO É um ChatBot como é o ChatGPT, o Gemini e outros.
Isto apesar de o próprio sistema ter começado por o informar que não era nada
disso.
Mas o escriba, que não é estúpido, apesar da noção
clara de que não estava a dialogar com um ChatBot, insistiu na prosa, com o
intuito de achincalhar, enganando e desinformado os leitores menos atentos,
numa aparente violação da deontologia profissional que é exigida a quem escreve
num jornal pago e licenciado pelas entidades reguladoras competentes.
O Amália (Assistente Multimodal Automático de
Linguagem com Inteligência Artificial) NÃO É um ChatBot, não foi desenvolvido
com esse objectivo: o Amália é uma plataforma, ou um conjunto de
ferramentas, de desenvolvimento de aplicações para a Função Pública, baseadas
em Inteligência Artificial. Foi para esse fim que foi criada. E é/será
disponibilizada a qualquer entidade em regime de Open Source (Código Aberto)
para melhoria do sistema ou desenvolvimento das ditas aplicações com IA e em
Português Europeu.
De resto, é pública a informação que clarifica que
efectivamente o Amália não é um ChatBot. Exemplo: título de artigo do Público
sobre o assunto:
"Amália, o “ChatGPT” português, não prevê
qualquer chat para o público."
Fica a pergunta: o cronista não teve acesso/não
procurou estas informações que são do domínio público? E se teve, como é
natural que tenha tido, por que razão mesmo assim não hesitou em escrever esta
vergonha de desinformação e achincalhamento do trabalho desenvolvido por mais
de 60 investigadores, do melhor que temos em Portugal?
A compulsão tuga pelo "bota abaixo" de tudo
que é Português falou mais alto, não foi?
Nota: só não entendo é por que (ingénua) razão os responsáveis do
projecto mantêm o acesso público ao sistema, como se fosse um ChatBot, sem a
base de informação actualizada em tempo real....permitindo estas vergonhas da
parte de quem anda obsessivamente em busca do menor pretexto para denegrir
terceiros.
DPklaus muller - a decisão política do projecto
Amália é de Montenegro, não de Costa;
- a decisão dos investigadores que participaram num
projecto cabe às Universidades, não aos PMs;
- do que sei, há investigadores do Instituto Superior
Técnico, da Universidade Nova, da Universidade do Minho, e não sei se de mais
alguma...
DP > Francisco Alves: E baseia-se em quê para dizer que é
uma fraude? Qual é a fraude? Tem dados, tem provas? Se tem deve explicar quais
e denunciar; se não tem não se ponha a inventar e a atirar lama para cima de
quem nem conhece.
J. D.L.: Os investimentos do estado português são sempre tão bons
(FANTÁSTICOS!) como este no Amália. Sejam investimentos dos governos do Montenegro, Costa,
Soares, ou Vasco Gonçalves. Por isso é que os militantes do ps/psd enriquecem
tanto.
Cupid Stunt: Mais valia terem chamado à
"coisa" Zé dos Anzóis... Obrigado AG pela pachorra a desmascarar a coisa e pelas
gargalhadas 😂😂
Miguel Sanches: Caro Alberto Gonçalves, isto vai de
mal a melhor. Pela
parte que me toca, o meu fígado regista melhorias ao sábado de manhã, após
leitura das suas imperdíveis crónicas.
Diogo Reis: Quando o tipo a gerir a Amália, Paulo
Dimas, presidente do Centro para a IA Responsável e que foi o vice-presidente
da Unbabel que entrou em falência depois de receber 13,3 milhões do PRR, está
tudo dito. É o que está a dar… programadores de IA a meter dinheiro no bolso à
custa dos contribuintes. Até escritórios advogados, vda advogados, que por coincidência liderada
por fundador de psd. Coincidências… há muito dinheiro do PRR a ser distribuído , mas que no final ninguém
faz contas ninguém tem que justificar, e o país continuará na cauda da Europa.
E o contribuinte paga. Posso estar enganado, e talvez como Paulo dimas dimas
diz “Portugal será referência europeia na IA”. Eu rio-me, de tristeza, com
estas afirmações.
José B Dias: Creio que o cronista não terá entendido que o Governo
festejou o lançamento de um sistema de Ilusão Ambiental (IA) ... coisa nova em
Portugal se fosse inteligente, ainda que de forma artificial, já teria
emigrado!
Manuel Ferreira21: Bem, como é dinheiro dos outros, se
gastássemos tudo em gajas e copos, não seria melhor empregue? Esta é a melhor imagem
dos 52 anos de democracia. Já sugeri a demissão de Montenegro e novas eleições,
pior não fica.
Maria Tejo: Nada como a desmistificação. Abaixo
reproduzo a resposta que obtive no Gemini com o meu pressuposto:
“É caricato ver que até o Gemini (gratuito, aberto e
sem registos) consegue desmontar a falácia deste projecto com uma lucidez que
falta aos seus criadores. A Amália IA (ou Amália LLM) é vendida como o primeiro
grande modelo de linguagem institucional desenvolvido especificamente em
português de Portugal, tendo João Magalhães como cabeça do projecto à frente de
60 "génios" portugueses. No entanto, o desabafo deste responsável
expõe a distância abissal entre a narrativa política de "soberania e
excelência" e a realidade de um protótipo cru, incapaz de acertar no ano
em que se encontra. A desculpa de que o utilizador "não sabe usar o
modelo" é o argumento clássico de quem tenta sacudir a água do capote
quando a ilusão falha em público. Enquanto um utilizador comum corrige e
contextualiza informação no browser em duas linhas, um consórcio que absorveu
milhões do PRR entrega um sistema que tropeça na lógica elementar. Estamos
perante um projecto de prestidigitação das verbas da UE para bolsos próprios —
e altamente incompetente, por sinal. O truque foi revelado”
IA dixit!
Jose Miguel Pereira: Prontos, é amália ou largália.
Miguel Siqueira: Estoiramos o dinheiro que nos dão porque não custou a
ganhar.nEstá na altura de reduzirem bastante
os fundos que nos são entregues sem qualquer esforço, para nos começarmos a
valer por nós próprios. A necessidade aguça o engenho. O nosso engenho, e já tivemos muito, está
a ser morto pelos fundos europeus.
Paradigmas Há Muitos!: A versão da Amália que o AG usou já
estava com Alzheimer. Com um reset fica fina!
Miguel Macedo: Muito bem! Hilariante!
CONTINUA
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