quarta-feira, 19 de agosto de 2026

CONCLUSÃO DO TEXTO ANTERIOR

 

«Estamos a censurar o sucesso de Montenegro?»

COMENTÁRIOS

Liberal do Costume É impressão minha, ou esta dama garrida nunca virava realmente o dente ao Poucochinho como o faz aqui a Montenegro?

A FJ: Primeiro, os jornalistas merecem ser questionados. Alguma vez havia este escrutínio se o governo fosse de esquerda? Sabemos todos que não. Segundo, queriam que o homem resolvesse em 2 anos problemas acumulados da governação socialista? Sabemos todos as consequências do acordo com o BE, estamos ainda a pagá-las. E até podemos ir mais para trás. Terceiro, acho muito bem que o governo, este ou qq outro, não determine a sua agenda pela pressão da comunicação social, mas sim pela sua leitura das prioridades. Por fim, alguém questiona que estejam efectivamente a ser feitas mudanças? Querem a prova? É só ver a indignação e a pressão que vai na comunicação social, precisamente. "Quando começas a ser atacado é porque estás no caminho certo". Eu nem sou fã do homem, mas aqui ele tem razão. Julgaremos no final, e não na espuma dos dias. Aliás, assim o mostram as tão faladas sondagens, todas dizem que os portugueses não querem eleições, seja quem for que ponham à frente. Até porque, o que seria a nossa alternativa? A não ser que alguém ainda acredite no pai natal, diria que estaríamos no regresso ao passado ou no domínio da banha da cobra. Não obrigado. Adiante.

Jorge Barbosa: Excelente artigo

Fernando ce: Concordo, e votei AD. E tem de fazer leis mais duras anti-imigração, pois não tarda temos 3 milhões de imigrantes indostânicos e sub-saharianos. E não vêm trabalhar na construção civil, dedicam-se a actividades de comércio , sendo certo que as mulheres não trabalham. Por este andar vai ser bonito, vai. A pressão sobre os serviços públicos é notória, com grávidas dos Palops a virem ter os filhos a Portugal. E ainda por cima dão “palpites” sobre trabalho do Governo no SNS. Nos transportes públicos metade são imigrantes. Idem em muitas escolas do ensino básico. E há dias no Continente do Colombo, uma mulher com a cara tapada com uma máscara, proibida em Portugal.

Miguel Siqueira: Tem toda a razão, Luís Montenegro. A comunicação social, Observador incluído, só sabe ir buscar o negativo, o que corre menos bem ou mal. São raras as notícias positivas. Acresce que o país está como está não por culpa de Montenegro, mas por culpa de 30 anos de socialismo, começado com Guterres (para não falar dos anos de Mário Soares). Montenegro está no poder há pouco tempo. Deixem-no trabalhar, está a fazer muito com a maioria relativa que tem.

Jorge Tavares: Eu também tenho uns casos de ovelhas de que falar. Estou longe de ser o único a apontar as ovelhas fiscais que se seguem ao presente parágrafo. Basta percorrer os artigos de opinião no Observador das últimas semanas e encontram vários. Os impostos continuam em máximos históricos. Os governos do atual PM não estão a fazer nada para os reduzir, ou à despesa estatal que pressiona para que sejam cada vez mais altos (uma possível excepção são algumas medidas do ministro Fernando Alexandre). O IRS continua a ter um número inconcebível de escalões - nove! Um IRS assim não é só contra o desenvolvimento económico. É contra o mérito. Constitui uma autêntica política de baixos salários. Empurra a juventude mais habilitada para a emigração. O IRC continua a ser progressivo, contra toda a racionalidade económica (começou com António Costa). A generalidade dos economistas concorda que a progressividade aplicada a empresas não faz sentido. Quanto mais bem-sucedida é uma empresa, mais castigada ela é pelo seu sucesso. A criação de mais e melhores empregos - um dos principais factores no aumento da prosperidade - é assim penalizada. Mais uma medida contra o desenvolvimento económico e contra o mérito. O "adicional ao IMI" da Mariana Mortágua continua em vigor, com tudo o que de simbólico tem da hostilidade à propriedade privada. Tinha sido instaurado para as "grandes fortunas". Hoje já abrange mais de 100 mil famílias. Mais uma medida de progressividade em mais um imposto que devia ser proporcional, mas flat. Esta fiscalidade e hostilidade são um dos factores que explicam a actual crise da habitação. Há vários outros factores, mas este governo só está a lidar com uma minoria  - que tanto quanto eu saiba,  não inclui os licenciamentos urbanos e a falta de trabalhadores.

O imposto sobre capitais (e.g., sobre os juros de contas a prazo) continua a ser de 28% - outra brutalidade fiscal que não muda desde 1 de janeiro de 2013. É sabido que as poupanças contribuem de maneira decisiva sobre a capitalização de uma economia. Este nível de tributação penaliza-a.

Em Portugal, muito impostos são progressivos, quando apenas o IRS o devia ser e com moderação (3 ou 4 escalões).  Quase só faltava tornarem o imposto sobre capitais progressivo também.

Fernando ce > A FJ: E mais de metade dos comentadores,  na TV, são de esquerda. E até os jornalistas que moderam os debates que  deviam ser isentos, tomam o partido da esquerda.  Um debate a dois temos dois contra um, sendo este último da área da AD.

Maria Emília Ranhada Santos: Tudo verdade! Excelente artigo!  É isso mesmo, Montenegro é um servo de quem quer destruir Portugal, a NOM. Montenegro cumpre à risca os objectivos demoníacos da agenda 2030 e depois faz estas declarações bizarras, também elas inscritas na mesma agenda! Aconselho vivamente a leitura deste perverso documento que nos estão a impingir como uma coisa muito boa, quando na realidade ela só serve a satanás

AdOB > Liberal do Costume: Para quem acusa/critica PPC da queda do BES está muito exigente com as críticas dos outros! Porque não critica LM como critica PPC?

José B Dias: Basta ver as reacções dos incondicionais da cor política para ter a confirmação de que a cronista conseguiu pôr o dedo na ferida ...

Oscar gomes: A Dra Helena Garrido tem que mudar os óculos. Além de ter uma grande miopia da visão politica e social,  vê tudo em tons cor-de-ROSA além de "misturar alhos com bugalhos". Os casos que enumera e que são reais  e  acontecem porque o dinheiro que deveria ser investido na viatura em falta vai ser para cobrir os 160 milhões que a aliança CH-PS fez desaparecer dos cofres do Estado ao abolir as portagens e abolir o princípio do utilizador-pagador,  i. é, pagamos todos os que só alguns usam além. Esta aliança é patente em muitas outras coligações CG-PS que apostam nos gastos orçamentais que fazem com que as contas do Governo sejam alteradas e desviadas para gastos populistas para capitalizarem votos. Relativamente aos roubos e outras situações sem justiça ou justiça tardia e sem consequências e situações análogas a culpa é de TODA   a AR. Não vê ou não quer ver que o que se passou na Educação foi um incidente funcional do ME boicotado por toda a esquerda na Educação incluindo muitos professores. Bastava ver na TV o deleite do Sr Filinto Lima, director de agrupamentos escolares ao falar dos problemas da correcção dos exames. Não vê ou não quer ver que o Estado chinês já ganhou e continua a ganhar milhões que vão enriquecer os chineses e os cidadãos chineses, mas rejeita que o Estado português faça o mesmo (??!!) e que o investimento na REN EDP e outras são um óptimo investimento e uma segurança para o país tal como por ex a CGD ?  Relativamente à produtividade gostaria que a cronista nos explicasse como é que o Estado pode interferir na produtividade de empresas privadas...

David Pinheiro: Bons números na economia? O nosso maior parceiro económico cresce muito mais que nós. E nem conseguimos acompanhá-lo, apesar de sermos mais pobres. Nem sequer conseguimos aproximar-nos da média da UE, apesar de sermos pobres e como tal nos ser mais fácil crescer. Já nem falo nos fundos europeus, que sistematicamente falham em cumprir o seu objectivo da convergência.  E a pouca convergência que conseguimos é mais por culpa da Alemanha que está em pré-falência do que pelo nosso próprio mérito.  Nem conseguimos a convergência com um bloco que está em pré- morte.

Observador . “Um país em colapso” Esta gente saberá o que é um país em colapso? Isto parece terminologia chegana. Perdeu-se a noção do ridículo e do verdadeiro significado das palavras. É tudo hipérboles.  Os dois exemplos que deu então são do mais ridículo e populista que tenho ouvido recentemente. Será que a Helena está a sucumbir ao cheganismo? Julgo que não, mas que parece, parece.

AdOB > Rosa Ribeiro:  Espera-se de um PM que não tenha estados de alma, não ande a fazer choradinhos na TV e a pedir aos jornalistas para fazer propaganda grátis. Tem mulher, filhos e amigos. O colinho é aí.

DP: Eu não sei se LM tem ou não razão nas críticas que faz à CS, possivelmente até nem terá; mas há uma coisa que sei, que todos sabem e temos a certeza: sempre que algum político faz uma crítica à CS é mais que garantida uma reacção corporativa ao estilo "ai, ai, estão a atacar aqueles que têm por missão escrutinar o poder político, não pode ser!", esquecendo que em democracia NINGUÉM, absolutamente ninguém, está acima da crítica; e que ninguém, absolutamente ninguém é intocável! Mas a malta da CS parece, "por algum dom divino", sentir-se intocável e acima de qualquer juízo feito por terceiros!! Julgam-se assim uma espécie de "vacas sagradas" das democracias!! Ora em democracia não é assim: em democracia TODOS  sem excepção estão sujeitos a crítica, incluindo a CS. E se existe sector que merece duras críticas é precisamente a CS que há vários anos a esta parte parece dedicar-se mais ao espectáculo e ao drama para estimular audiências e o clikbait* (que é o que os patrões lhes mandam fazer) do que à missão de informar e esclarecer de forma ISENTA, que é para isso que estão licenciados e lhes foram atribuídas as respectivas carteiras profissionais! *tudo isto e fazer o chamado jornalismo de trincheira como forma de propaganda das convicções políticas e ideológicas pessoais de jornalistas e cronistas, muitas vezes recorrendo aos métodos mais baixos de desinformação, como se vai vendo por ai com alguma gente em variadíssimos meios de CS da nossa praça!

Paulo Botica: de facto, os dois primeiros casos, só agora surgem, antes não era assim. É esta imparcialidade que se critica.

 

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