«Estamos a censurar o sucesso de Montenegro?»
COMENTÁRIOS
Liberal do Costume É impressão minha, ou
esta dama garrida nunca virava realmente o dente ao Poucochinho como o faz aqui
a Montenegro?
A FJ: Primeiro, os jornalistas merecem
ser questionados. Alguma vez havia este escrutínio se o governo fosse de
esquerda? Sabemos todos que não. Segundo, queriam que o homem
resolvesse em 2 anos problemas acumulados da governação socialista? Sabemos
todos as consequências do acordo com o BE, estamos ainda a pagá-las. E até
podemos ir mais para trás. Terceiro, acho muito bem que o governo, este ou
qq outro, não determine a sua agenda pela pressão da comunicação social, mas
sim pela sua leitura das prioridades. Por fim, alguém questiona que estejam efectivamente a
ser feitas mudanças? Querem a prova? É só ver a indignação e a
pressão que vai na comunicação social, precisamente. "Quando começas a ser atacado é porque
estás no caminho certo". Eu nem sou fã do homem, mas aqui ele tem
razão. Julgaremos no final, e não na espuma dos dias. Aliás, assim o mostram as
tão faladas sondagens, todas dizem que os portugueses não querem eleições, seja
quem for que ponham à frente. Até porque, o que seria a nossa alternativa? A
não ser que alguém ainda acredite no pai natal, diria que estaríamos no
regresso ao passado ou no domínio da banha da cobra. Não obrigado. Adiante.
Jorge
Barbosa: Excelente
artigo
Fernando ce: Concordo, e votei AD. E tem de fazer leis
mais duras anti-imigração, pois não tarda temos 3 milhões de imigrantes indostânicos
e sub-saharianos. E não vêm trabalhar na construção civil, dedicam-se a
actividades de comércio , sendo certo que as mulheres não trabalham. Por este
andar vai ser bonito, vai. A pressão sobre os serviços públicos é notória, com
grávidas dos Palops a virem ter os filhos a Portugal. E ainda por cima dão
“palpites” sobre trabalho do Governo no SNS. Nos transportes públicos metade
são imigrantes. Idem em muitas escolas do ensino básico. E há dias no
Continente do Colombo, uma mulher com a cara tapada com uma máscara, proibida
em Portugal.
Miguel Siqueira: Tem toda a razão, Luís
Montenegro. A
comunicação social, Observador incluído, só sabe ir buscar o negativo, o que
corre menos bem ou mal. São raras as notícias positivas. Acresce que o país
está como está não por culpa de Montenegro, mas por culpa de 30 anos de
socialismo, começado com Guterres (para não falar dos anos de Mário Soares). Montenegro está no poder
há pouco tempo. Deixem-no trabalhar, está a fazer muito com a maioria relativa
que tem.
Jorge Tavares: Eu também tenho uns casos de
ovelhas de que falar. Estou longe de ser o único a apontar as ovelhas fiscais
que se seguem ao presente parágrafo. Basta percorrer os artigos de opinião no
Observador das últimas semanas e encontram vários. Os impostos continuam em
máximos históricos. Os governos do atual PM não estão a fazer nada para os
reduzir, ou à despesa estatal que pressiona para que sejam cada vez mais altos
(uma possível excepção são algumas medidas do ministro Fernando Alexandre). O IRS continua a ter um
número inconcebível de escalões - nove! Um IRS assim não é só contra o
desenvolvimento económico. É contra o mérito. Constitui uma autêntica política
de baixos salários. Empurra a juventude mais habilitada para a emigração. O IRC
continua a ser progressivo, contra toda a racionalidade económica (começou com
António Costa). A generalidade dos economistas concorda que a
progressividade aplicada a empresas não faz sentido. Quanto mais bem-sucedida é
uma empresa, mais castigada ela é pelo seu sucesso. A criação de mais e
melhores empregos - um dos principais factores no aumento da prosperidade - é
assim penalizada. Mais uma medida contra o desenvolvimento económico e contra o
mérito. O
"adicional
ao IMI" da Mariana Mortágua continua em vigor, com tudo o que de
simbólico tem da hostilidade à propriedade privada. Tinha sido instaurado para
as "grandes fortunas". Hoje já abrange mais de 100 mil famílias. Mais
uma medida de progressividade em mais um imposto que devia ser proporcional,
mas flat. Esta fiscalidade e hostilidade são um dos factores que explicam a
actual crise da habitação. Há vários outros factores, mas este governo só está
a lidar com uma minoria - que tanto
quanto eu saiba, não inclui os
licenciamentos urbanos e a falta de trabalhadores.
O imposto sobre capitais
(e.g., sobre os juros de contas a prazo) continua a ser de 28% - outra
brutalidade fiscal que não muda desde 1 de janeiro de 2013. É sabido que as
poupanças contribuem de maneira decisiva sobre a capitalização de uma economia.
Este nível de tributação penaliza-a.
Em Portugal, muito
impostos são progressivos, quando apenas o IRS o devia ser e com moderação (3
ou 4 escalões). Quase só faltava
tornarem o imposto sobre capitais progressivo também.
Fernando ce > A FJ: E mais de metade dos
comentadores, na TV, são de esquerda. E
até os jornalistas que moderam os debates que
deviam ser isentos, tomam o partido da esquerda. Um debate a dois temos dois contra um, sendo
este último da área da AD.
Maria Emília Ranhada Santos: Tudo verdade! Excelente artigo! É isso mesmo, Montenegro é um
servo de quem quer destruir Portugal, a NOM. Montenegro cumpre à
risca os objectivos demoníacos da agenda 2030 e depois faz estas declarações
bizarras, também elas inscritas na mesma agenda! Aconselho vivamente a leitura
deste perverso documento que nos estão a impingir como uma coisa muito boa,
quando na realidade ela só serve a satanás
AdOB > Liberal do Costume: Para quem acusa/critica
PPC da queda do BES está muito exigente com as críticas dos outros! Porque não
critica LM como critica PPC?
José B Dias: Basta ver as reacções dos
incondicionais da cor política para ter a confirmação de que a cronista
conseguiu pôr o dedo na ferida ...
Oscar gomes: A Dra Helena Garrido tem que mudar os
óculos. Além de ter uma grande miopia da visão politica e social, vê tudo em tons cor-de-ROSA além de
"misturar alhos com bugalhos". Os casos que enumera e que são reais e
acontecem porque o dinheiro que deveria ser investido na viatura em
falta vai ser para cobrir os 160 milhões que a aliança CH-PS fez desaparecer
dos cofres do Estado ao abolir as portagens e abolir o princípio do
utilizador-pagador, i. é, pagamos todos
os que só alguns usam além. Esta aliança é patente em muitas outras coligações
CG-PS que apostam nos gastos orçamentais que fazem com que as contas do Governo
sejam alteradas e desviadas para gastos populistas para capitalizarem votos. Relativamente aos roubos e
outras situações sem justiça ou justiça tardia e sem consequências e situações
análogas a culpa é de TODA a AR. Não vê ou não quer ver que o que se passou na
Educação foi um incidente funcional do ME boicotado por toda a esquerda na
Educação incluindo muitos professores. Bastava ver na TV o deleite do Sr
Filinto Lima, director de agrupamentos escolares ao falar dos problemas da
correcção dos exames. Não vê ou não quer ver que o Estado chinês já ganhou e
continua a ganhar milhões que vão enriquecer os chineses e os cidadãos chineses,
mas rejeita que o Estado português faça o mesmo (??!!) e que o investimento na
REN EDP e outras são um óptimo investimento e uma segurança para o país tal
como por ex a CGD ? Relativamente à produtividade
gostaria que a cronista nos explicasse como é que o Estado pode interferir na
produtividade de empresas privadas...
David Pinheiro: Bons números na economia? O nosso maior parceiro
económico cresce muito mais que nós. E nem conseguimos acompanhá-lo, apesar de
sermos mais pobres. Nem sequer conseguimos aproximar-nos da média da UE, apesar
de sermos pobres e como tal nos ser mais fácil crescer. Já nem falo nos fundos
europeus, que sistematicamente falham em cumprir o seu objectivo da
convergência. E a pouca convergência que
conseguimos é mais por culpa da Alemanha que está em pré-falência do que pelo
nosso próprio mérito. Nem conseguimos a
convergência com um bloco que está em pré- morte.
Observador . “Um país em colapso” Esta gente saberá o que é
um país em colapso? Isto parece terminologia chegana. Perdeu-se a noção do
ridículo e do verdadeiro significado das palavras. É tudo hipérboles. Os dois exemplos que deu então são
do mais ridículo e populista que tenho ouvido recentemente. Será que a Helena
está a sucumbir ao cheganismo? Julgo que não, mas que parece, parece.
AdOB > Rosa Ribeiro:
Espera-se de um PM que não tenha estados de alma, não ande a
fazer choradinhos na TV e a pedir aos jornalistas para fazer propaganda grátis.
Tem mulher, filhos e amigos. O colinho é aí.
DP: Eu não sei se LM tem ou não razão nas
críticas que faz à CS, possivelmente até nem terá; mas há uma coisa que sei,
que todos sabem e temos a certeza: sempre que algum político faz uma crítica à
CS é mais que garantida uma reacção corporativa ao estilo "ai, ai, estão a
atacar aqueles que têm por missão escrutinar o poder político, não pode
ser!", esquecendo que em democracia NINGUÉM, absolutamente ninguém, está
acima da crítica; e que ninguém, absolutamente ninguém é intocável! Mas a
malta da CS parece, "por algum dom divino", sentir-se intocável e
acima de qualquer juízo feito por terceiros!! Julgam-se assim uma espécie de
"vacas sagradas" das democracias!! Ora em democracia não é assim:
em democracia TODOS sem excepção estão
sujeitos a crítica, incluindo a CS. E se existe sector que merece duras
críticas é precisamente a CS que há vários anos a esta parte parece dedicar-se
mais ao espectáculo e ao drama para estimular audiências e o clikbait* (que
é o que os patrões lhes mandam fazer) do que à missão de informar e
esclarecer de forma ISENTA, que é para isso que estão licenciados e lhes foram
atribuídas as respectivas carteiras profissionais! *tudo isto e fazer o chamado
jornalismo de trincheira como forma de propaganda das convicções políticas e
ideológicas pessoais de jornalistas e cronistas, muitas vezes recorrendo aos
métodos mais baixos de desinformação, como se vai vendo por ai com alguma gente
em variadíssimos meios de CS da nossa praça!
Paulo
Botica: de facto, os dois primeiros casos, só agora surgem, antes
não era assim. É esta imparcialidade que se critica.
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