quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Às aranhas

 

Afinal, será como sempre nos sentiremos.

O cúmulo da incerteza e o poder da rejeição

O que vai Seguro fazer politicamente com a sua própria surpresa face a este desfecho serve-nos o cúmulo da incerteza, ou, pelo menos, uma das maiores incerteza de que há memória entre nós

Maria João Avillez Jornalista, colunista do Observador

OBSERVADOR, 11 fev. 2026, 00:2341

1Vai ser muito interessante ver a composição da equipa que formará António José Seguro e que novos “intérpretes” da política entrarão no Palácio. A escolha de uma equipa política deste grau e deste nível de importância — sim o Presidente tem poder e poderespode de imediato sinalizar qualidade, experiência, critério (ou não); pode anunciar preferências e antecipar comportamentos; pode vir mais ou menos carregada de cores partidárias.

Saber escolher é um indicador precioso e de certa forma, até, a assinatura de quem escolhe. Ver-se-á. E claro, será interessante, na forma e na substância, observarmos a natureza das relações do Chefe de Estado com o país, o parlamento, os partidos. Ser um institucionalista ou repetir que “será o Presidente de todos os portugueses” deixa-nos onde já estamos. Ou mesmo onde já estávamos: do que me lembro, esta campanha eleitoral — estive em todas – foi a menos esclarecedora, interpeladora e anunciadora das que testemunhei.

Foram semanas pastosas de palavras e mortiças de política. Não houve segunda volta, houve um arremedo que quase se confundia com desinteresse, e depois houve água e tragédia. E o desinteresse passou a esquecimento.

Em resumo: qual é o pensamento de António José Seguro “doublé” de Presidente da República? Até aqui soubemos pouco. Cada coisa a seu tempo? Mas houve um “exploit”. Não a vitória certa, e não apenas meramente previsível, de António José Seguro. Houve o facto notável de, olhando para trás e conhecendo a história — a dele, a do PS, a dele “no” PS e depois o seu voluntário exílio político — Seguro ter sido capaz disto e em tão pouco tempo político!

É evidente que nunca seria Presidente da República sem a duplamente rendida generosidade do centro direita*: ninguém sabe hoje quanto vale verdadeiramente o PS e as extremas esquerdas estão pulverizadas, nunca seria por aí. Sucede que será Seguro a sentar-se no Palácio de Belém daqui a dias e não outro (e eram alguns).

O que ele vai fazer politicamente com a sua própria surpresa face a este desfecho e como irá capitalizá-lo serve-nos o cúmulo da incerteza, ou, pelo menos, uma das maiores – a maior? — incerteza de que há memória política entre nós. Achar-se-á que exagero porque justamente a personalidade do futuro Presidente parece vedar incertezas, prevenir surpresas, fugir de sustos e trapalhadas. Nunca fiando: a política é a maior fornecedora de surpresas que conheço.

Seja como for, a história desta eleição terá um dia absolutamente de ser contada e pode até — sugiro eu — começar a ser contada começando pelo PS.

2Segunda constatação: a rejeição nacional de André Ventura foi o mais forte factor político destas eleições. Poderosíssimo: não conseguiu espevitar a abstenção com que tanto contava; obteve pouquíssimas vitórias no mapa do país;  ampliou menos do que previa e necessitava o perímetro do Chega; o discurso de acusação a tudo e todos não teve o eco esperado: a “conversa de chacha”; o país como um “bar aberto” ou o “são todos iguais” são motes  que enjoam mais do que impressionam. E como se fosse pouco, a ida de Ventura aos cenários das cheias nem convenceu, nem comoveu: não votaram nele.

Se tudo foi igual, previsível, esperado, sobra-me uma dúvida: aconteceu porque ele quis assim, porque ainda é cedo, porque não sabe gerir-se politicamente? Porque não foi capaz? Muito provavelmente porque mesmo agitando-se na campanha, preferiu limitar-se a estes “serviços mínimos”…

O resultado, ao contrário do que parece, não foi famoso. Não foi, não. Voltei aliás a ver nele – e há tantas maneiras de “ver” – a sombra, o peso, a surpresa de alguma boa dose de desilusão.

Arriscando-me pois a grande discordância — e a que me afoguem nos números e percentagens agora obtidos pelo Chega — fui buscar duas simples linhas a um texto aqui mesmo escrito no dia 28 de Janeiro: “André Ventura talvez já tenha percebido que nem será eleito para Belém, nem liderará direita nenhuma no país a não ser a dele”.

Na altura estas palavras foram-me ditadas pela modesta performance de Ventura no seu último debate televisivo com Seguro. Mais do mesmo, num redutor, quase asfixiante, discurso de sentido único em direcção ao seu partido.

Reponho-as hoje, porque apesar dos votos ganhos — mas há escadas que sobem e não levam a nenhum lado – persisto em considerar que há um limite para a sementeira de eleitorado: a cartilha é só uma, o discurso é de modelo exclusivo:  ataques sempre mal doseados e quase sempre caricaturais ao “sistema”; ao conluio de interesses; à corrupção. Doses vitamínicas de acrimónia, acusação, deturpação, demagogia. Horror visceral aos últimos 50 anos da vida do país, metidos na mesma gaveta: cinco décadas iguais em malfeitorias, abusos de poder, compadrios, jogos de interesses. O líder do Chega acha que desses anos não resta pedra sobre pedra, sem contabilizar que diante dele há um país que discorda e veta porque não se revê nem reconhece no Portugal que ele nos atira a cara a toda a hora. Eu pedirei desculpa se me enganar.

3Alguém devia ter aconselhado José Luís Carneiro a ser menos incauto. Mais valia que alguém lhe tivesse sussurrado ao ouvido aquela frase tão do agrado de António José Seguro — “qual é a pressa?” — quando o líder do PS se precipitou para as televisões reivindicando o seu quinhão na vitoria do candidato socialista. Uma quota-parte que ele quer muito eloquente, muito farta, muito vistosa. A seguir absolutamente.

4Não sei o que me pareceu mais confrangedor: se a reentrada no espaço público de Gouveia e Melo aproveitando – usando-a — uma tragédia nacional como meio e instrumento para voltar à cena, se a comoção com que a media o acolheu.

PS: Nem o telefonema do Presidente da República nem a hora me surpreenderam quando atendi o meu telemóvel: é-lhe costume fazer chamadas tardias, já me aconteceu recebê-las. Mas era um Marcelo irado e de fala acelerada quem me ligava, às zero e 40 minutos da manhã: o que eu tinha dito na SIC Notícias duas horas antes “nunca tinha existido”. Ah bom? Aí sim, estranhei, mas como se eu tinha lido o que contara e se o que contara me parecera tão verosímil?

O caso é que lera uma descrição – admito que apimentada mas apenas isso – de uma viagem de Falcon de Bruxelas para Estrasburgo na qual o Presidente dera “uma boleia” a António Costa que também para lá se dirigia na sua qualidade de Presidente do Conselho Europeu. Rezava a descrição que o Chefe de Estado, à saída do voo, tinha uma vez mais sublinhado a “cumplicidade entre ambos”Presidente da República e Presidente do Conselho Europeureferindo como tinham apreciado aquele reencontro, conversado muito e “não tendo até esquecido os ‘Luíses’, numa óbvia referência a Luís Montenegro e Luís Marques Mendes.

Pois bem, extraordinariamente nada disto acontecera. O que achara sim, verosímil – tratando-se da pública e publicitada cumplicidade entre estes dois personagens, no natural gosto que teriam naquele reencontro –, “tão felizes que tinham sido sem o saber”, na relação pouco fluida, nem sempre amistosa e as vezes tensa (a apreciação é da minha exclusiva responsabilidade) do Chefe de Estado com o seu primeiro ministro, tudo me pareceu não só possível, como natural.

Extraordinariamente não foi. O que me leva antes do mais e obviamente a pedir desculpa. Trata se apenas de uma simples vulgar viagem de avião onde para além dos dois passageiros citados “seguia também uma delegação governamental chefiada pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros” e “onde nunca se falara de política”. Logo o que eu referira como tendo ocorrido, nunca “naquelas circunstâncias poderia ter tido lugar.” Para uma espectadora tão atenta como fui durante oito anos da relação entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa havia ali algum sentido de credulidade. Estava enganada. Volto a pedir desculpa ao Chefe do Estado, a António Costa e a quem me ouviu ontem na SIC Notícias. (nota acrescentada às 12h30)

* Não vá o diabo tecê-las, Seguro teve o óbvio bom senso de se apressar a lembrar que “a maioria presidencial que o elegera se esgotara naquela noite”. E a “área não socialista” que verdadeiramente fez dele Presidente da República? Dissolveu-se? Espera? Ambiciona?

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO        PS        POLÍTICA        PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

COMENTÁRIOS:

Carlos Chaves: Cara Maria Joao Avillez, o que deveríamos estar a discutir não era a posteriori como esta linda notícia no Observador de hoje: “Da estabilidade política à eutanásia. O que pensa Seguro?” Que tal se tivéssemos discutido isto e muito mais, ANTES, onde andaram vocês os jornalistas? Apesar de achar no seu ponto 2 que Ventura foi liminarmente rejeitado, talvez não tenha sido bem assim! Agora deveríamos estar a discutir por exemplo o resultado eleitoral completamente díspar dos nossos concidadãos a viver no estrangeiro, onde este sonso socialista apoiado pela extrema-esquerda e pelos idiotas úteis que se diziam de direita, foi rejeitado (por exemplo na Suíça com uma importante comunidade Portuguesa onde Seguro obteve 28% contra 72% de Ventura)! Porque será que continuamos a votar na receita que nos leva à miséria, o socialismo, dentro de portas? Estão os nossos concidadãos a viver no estrangeiro (muitos obrigados a deixar este país socialista exactamente por causa do socialismo), assim tão errados, e nós aqui é que estamos certos? Deixo à consideração de cada um!                   Rosa Silvestre: Não é  um pouco tarde para questionar o pensamento político de António José Seguro? José Luís Carneiro chegou-se à frente? Não era expectável?!                 victor guerra: Esta é escassa e velha demais, para compreender o efeito do verdadeiro "fenómeno" da nossa política, que é o Chega. Prefere a nova União Nacional, que se criou à volta de Seguro. Enquanto este se manteve onze anos a plantar couves e a alugar quartos, Ventura passou de um a sessenta deputados. E não há conversa sobre política que não meta o Ventura. Habituem-se e guardem a naftalina!                   Tim do A: Seguro não vai fazer nada de útil.  Nem quer!        João Floriano: «Nunca fiando: a política é a maior fornecedora de surpresas que conheço .» Sábia constatação de quem já anda por cá há bastante tempo, já viu muito e continua com um pensamento crítico, mesmo que não concorde muitas vezes com Maria João Avillez. A eleição de Seguro é toda ela uma surpresa inesperada sobretudo porque ninguém podia prever a enorme coligação  contra natura (será mesmo, ou andamos todos ceguinhos?) que o haveria de levar  a Belém. O resultado obtido por Ventura não é de modo algum para menosprezar: 33% dos votos em urna foram para  ele apesar do rolo compressor a que os eleitores foram sujeitos, sobretudo muito desprezo e insultos. E sem dúvida que Ventura é o líder da direita porque nem Montenegro, nem Cotrim são de direita. E  de facto  «há escadas que sobem e não levam a nenhum lado». No caso de Seguro e do regresso do PS que agora começa novamente  a subir  a escada do poder às cavalitas de Seguro, podemos ter  a certeza que não vamos  a lugar algum, ou pelo menos aquele onde gostaríamos de ir. Vamos na direcção errada. Tempo cinzento e política ainda mais cinzenta e desconsolada. Estamos de acordo quanto à pressa de Carneiro. Também lhe deviam ter soprado ao ouvido que «Apressado come cru». Mas não nos podemos esquecer que o PS tem directas a 13 e 14 de março. Pelo menos será um fim-de-semana para matarmos as saudades de eleições. Parece que temos de fazer o desmame de tanta eleição como por vezes temos de fazer o desmame de algum fármaco. Carneiro quer apoteose. Daí a pressa que teve em saudar  a vitória de Seguro e em querer ficar associado  a ela. Tal como Maria João Avillez também achei muito significativa  a afirmação de Seguro de que a maioria presidencial que o elegeu se extinguiu na noite de 8 de fevereiro. Isso é o que Seguro pensa. Em política não há almoços de borla, tudo se paga. Também achei intrigante a afirmação que  "Não será por mim que a legislatura será interrompida". Mas Seguro não é o único player (termo na moda). Outros e outros acontecimentos podem levar  a que Seguro não tenha outra escapatória  a não ser convocar eleições antecipadas.  Seguro melão ou Seguro banana ele aí está para ser descascado e ver o que está por baixo.          José Tomás: Este artigo arrisca-se a envelhecer mal. Um terço dos eleitores mostrou-se capaz de votar em Ventura para Presidente da República (!). Imagine-se mais uma bancarrota (a somar às de 1977, 1983 e 2011): é assim tão delirante pensar que o Chega possa chegar a uma maioria absoluta (Costa teve uma com 41,38%, e mais 570 mil votos)? Eu seria mais prudente.                      Tim do A > António Duarte: Irá ser um obstáculo a reformas necessárias.                      Komorebi Hi: O cúmulo da incerteza já existia minha Srª, qual é agora a sua dúvida de facto? Não fez o seu trabalho como todos os outros jornalistas, melhor dizendo obedeceram aos donos dos media que os sustentam, basta ver quem foi a Davos, chocaram o ovo da serpente com todo o Centrão da esquerda, mataram o centro político com aliados comunistas, os Srs criaram uma falsa incerteza, a hipocrisia é aquilo que os sustenta, a vergonha não existe e é barreira para os vendilhões do templo.                 José B Dias: Também fui buscar duas simples e incompletas linhas a um texto aqui hoje publicado ... Como é que Seguro conseguiu montar uma coligação eleitoral juntando Catarina Martins, Augusto Santos Silva, Cavaco Silva e Paulo Portas? Resposta: André Ventura.                Vitor Batista: Não tenho conhecimento de uma campanha tão suja, vil e ordinária orquestrada pela comunicação social e abortos do sistema como foi esta contra o político André Ventura . Mais de metade dos que votaram Seguro não sabem quem ele é, nem sabem quem é AV, mas votaram no Tózé porque lhes entraram pela casa adentro dizendo que vinha aí o fim do mundo e o anti-cristo se votassem Ventura, e tive a ousadia de perguntar a alguns o porquê de votarem assim, e a resposta foi que em todas as televisões e rádios diziam que era melhor votar Seguro, depois disso conclui que a ignorância pode de facto ser muito perigosa, mas os abutres do sistema, aqueles que comem tudo e não deixam nada, sabem de facto manobrar essas pessoas, porque a rede corrupta da CS é gigantesca, faz parte deste sistema podre e nauseabundo.                       m s: No Seguro, além do PS, votaram o PSD, o CDS, a IL, o PCP, o Livre, o Bloco de Esquerda, o PAN, o Almirante, os jornalistas (incluindo a autora), a igreja católica e outras igrejas, as comissões de mulheres e de homens e de outres, e  todas as comissões de festas e cantares de norte a sul do país e das ilhas. Seguro ganhou com 3 milhões e 400 mil votos. Ventura não teve nem partidos, nem igrejas, nem jornalistas, nem comissões de festas a apelar ao voto na sua candidatura. Ventura perdeu com 1 milhão e 700 mil votos, exactamente metade dos votos de Seguro e dos outros todos. Em dias de vento não devemos cuspir para o ar.                Carlos Chaves > Rosa Silvestre: Esta gente “fala para não estar calada”!                        Maria Emília Santos: Houve tempo suficiente para questões, agora é comer e calar! Ou pensam que a votação em massa dos partidos em Seguro foi por acaso? Não, todos sabemos muito bem que não! Por detrás desta eleição esteve e continua a estar o globalismo que compra consciências e manipula mentes!                 Francisco Almeida: Mais uma a declarar que André Ventura não é (nem será) o líder da direita. É um discurso que tem de ser desvendado. É evidente que Montenegro entrou em trajectória descendente e, mesmo que os barões do PSD o substituam, ao perceberem que vão perder as próximas legislativas, não há ninguém à vista, ninguém possível (a não ser o D. Sebastião Passos que continua desinteressado). Assim sendo, quando dizem que Ventura não será o líder da direita, estão de facto a dizer que não existe direita no cenário político. Que será sempre uma coligação de centro, esquerda e, se necessário, de extrema-esquerda a exercer o poder. Que pode ser replicada em S. Bento a coligação que colocou Seguro em Belém e talvez até Catarina Martins possa vir a ganhar uma subsecretaria de Estado.                   Carlos F. Marques:  Se a hipocrisia matasse esta senhora já não estava cá. Paradigmas Há Muitos!                    Mario Figueiredo: Tantas certezas ....                   Vitor Batista: Eu penso que quando um xuxalista é eleito seja para que cargo for ficamos esclarecidos.               Luis Pestana: A Senhora está redondamente enganada e perdeu a lucidez. A Senhora como Católica então não sabe que Pilatos e Herodes ficaram amigos e uniram-se para condenar Jesus? Foi o que aconteceu em Portugal. DIREITOS E ESQUERDALHOS , politiqueiros  e a casta terrorista da CS uniram-se para matar o Homem /(Ventura) que abala os interesses corruptos das elites do sistema Partidário.  Ninguém ganhou nestas Eleições.... Isto foi uma caça ao Homem...  “conversa de chacha?”, diz a Senhora.  Sabe minha Senhora, conversa de CHACHA têm  os Políticos que nunca saíram do dia 25 de Abril 1974... Os anos passaram e os VELHOS do poder mantêm-se no dia 25 de Abril 1974... continuam com a mesma verborreia  de sempre. DEMOCRATAS? Um País que mata quem atrapalha não vive em democracia... Quando não se aceita um pensamento diferente escapa-nos a liberdade... Se não há respeito pelo o adversário perde-se a dignidade e a autoridade....  Quantos partidos apareceram  à esquerda, 10, 20 40 anos depois do 25 de Abril que foram paridos por Ditaduras ideológicas e toda gente aceitou e consideram-se democratas... Aparece um à direita já não é democrata...  O Coro dos Virgens inocentes declaravam-se e gritavam: Vamos votar em SEGURO para defender a nossa Democracia... Palermas...  Há mais de 20 anos que vivemos em Ditadura camuflada de Democracia... O País de democracia, só tem o “vestido”, por dentro o corpo não toma banho há 52 anos....Neste País só Falam os Políticos os Comentadores pagos para dizerem o que os partidos pensam e a rede analfabeta  de miudagem jornalista que nem distinguem a mão esquerda da direita....  André Ventura não ganhou porque o Povo prefere vê-lo em 1º Ministro...  Para Presidente temos um SONSO que esteve morto 10 anos e agora saiu da cova  para ressuscitar o Socialismo e levar o País ao Pântano de António Guterres, à Troika ou Banca rota de Sócrates  e ao poço da mentira do Costa...  Espere para ver...                 Maria Gingeira: Vai ser interessante ver a equipa que Seguro vai escolher? Interessante para quem, para a esquerda socialista e comunista e demais clientela. Seguro não é Marcelo que renegou a sua família política em Belém. Não tenhamos ilusões, os socialistas nunca condescendem. Para o Governo duvido que tenha interesse, Seguro vai humilhar o PSD. Todos os que vieram a público apoiá-lo vão arrepender-se.                   maria santos: A direita conservadora do Chega marcou e prossegue na consolidação do seu território. Uma certeza desde 18/28/Maio do ano passado.                     Carlos F. Marques > josé cortes: Insultar a inteligência dos outros também é uma forma de deselegância...           Carlos F. Marques: Subscrevo.                  graça Dias > Komorebi Hi: Caríssimo!  Há quem aprecie ver-se no espelho 24 h/ dia, ou seja,  a imagem da sua "falência ética e moral ".     Paradigmas Há Muitos!: MJA pretendendo mostrar ao povoléu que sabe mais do que ele ao falar da importância de quem AJS irá escolher para a Casa Civil da PR. Mas para além da bolha político-mediática do "Sabes quem está para ir ...? Não, esse não, definitivamente porque ..." que importância tem isso na realidade? Alguém sabe quem lá esteve com o MRS e o que fez cada um deles nomeadamente levando o MRS a adoptar posições contra o seu "feeling pessoal"? Este jornal alguma vez falou sobre isso, se é um tema que merece tanto destaque para a MJA?                    Manuel Magalhaes > Tim do A: E com a direita a aplaudir, este país não se entende de modo nenhum…                    Manuel Filipe Correia de Araújo: "José Luís Carneiro, Secretário-Geral do PS, conta com António José Seguro, Presidente da República, para 'Pressionar'  Luís Montenegro a 'Negociar' com o Partido Socialista".....!!!!!   O TóZé Seguro passará a ser um Serventuário do Partido Socialista, como é o Desejo já Proclamado pelo Zé Carneiro, Secretário-Geral do PS.....!!!!!???? Da Fama de Apparatchik Chuchalista o Seguro não se Livra, basta ver o Currículo Político no Partido Socialista do Futuro Presidente da República Portuguesa.....!!!!!!                   Vitor Batista > Mario Figueiredo: Se você o diz eu concluo que não passa de wishful thinking.                     Alex Carvalho > Tim do A: A começar logo no pacote laboral                   Maria Diniz: Deram-nos a escolher entre um bêbado conhecido e um alcoólico anónimo. A CS insistiu que escolhêssemos o AA sem que ninguém se incomodasse muito em saber ao que ele vinha - tirando a gloriosa tarefa de "defender a Constituição". Ninguém na CS se indignou que houvesse apenas 1 debate. Ninguém quis explorar muito a sua associação ao PS de José Sócrates. Ninguém se incomodou em perguntar qual a sua avaliação da governação de António Costa. Enfim, votem agora, perguntem depois. Podem perguntar, mas não podem queixar-se. Já é tarde demais. "...esta campanha eleitoral — estive em todas – foi a menos esclarecedora, interpeladora e anunciadora das que testemunhei..." Concordo. Com uma CS destas, porque havemos de temer que a extrema-direita destrua a nossa Democracia?!!                        maria santos > Maria Gingeira: Boas noites. Diz-nos que "Seguro vai humilhar o PSD".  Claro que vai. Está escrito nas estrelas, porque um melancólico não luta contra as circunstâncias, navega-as e segue a sua vidinha. E as circunstâncias são os apelos públicos do Carneiro a Seguro para apoiar os anseios do PS, o que o Seguro vai fazer à pala da moderação e do consenso parlamentar, blá, blá, blá. Se assim for, são as leis da Física, o efeito boomerang, "amandaram-no" e levam de volta com o "não é não" no occipital.  Boa semana.                   Manuel Filipe Correia de Araújo: "José Luís Carneiro, Secretário-Geral do PS, conta com António José Seguro, Presidente da República, para 'Pressionar'  Luís Montenegro a 'Negociar' com o Partido Socialista".....!!!!! Agora em 2026, na Segunda Volta das Eleições para Presidente da República verificou-se uma Estranha 'Coligação Seguras-te!' ou 'Coalizão Segura!', composta por Comunistas, Bloquistas, Animalistas, Marxistas, Leninistas, Estalinistas, Trotskistas, Libertários, Socialistas Radicais e Outros que Tais, com "Idiotas Úteis" da AD e "Idiotas Inúteis" da Iniciativa Liberal.......Todos, Todos, Todos......Juntinhos que Votaram no TóZé Seguro, vulgo "Poucachinho", como foi Crismado pelo seu Camarada e 'Amigo?' António Costa, actual Presidente do Conselho Europeu.....!!!!!!  E esta hein.....!!!!!!                    Vitor Batista > graça Dias: Inegável.               António Duarte > Tim do A: Nem pode, diria eu.

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