se passam.
PS e AD empatam com com 29%
das intenções de voto e Chega desce com 21%. Eleições antecipadas são
descartadas pela maioria.
PS continua à frente na
sondagem da Intercampus, mas empata com a AD no inquérito da Católica. Chega
regista queda em ambas.
Madalena Moreira: Texto
Larissa Faria: Texto
16 jul. 2026, 21:22
3 min
▲Partidos
à direita continuam a ter maioria, apesar da
liderança dos socialistas
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O PS e a coligação
PSD/CDS-PP (AD) estão empatados nas intenções de voto dos portugueses: 29%
escolheriam um dos partidos.
É o que revela a sondagem da Universidade
Católica para o Público, RTP e Antena 1 divulgada na noite de quinta-feira.
Com mais seis pontos do que
em dezembro, o PS equipara-se à AD, que se manteve com o mesmo resultado
anterior. O Chega, no entanto, desceu três pontos, fixando-se em 21%. IL
e Livre estão em empate técnico, com 6%, enquanto a CDU (coligação
pré-eleitoral entre PCP e PEV) e o Bloco de Esquerda (BE) mantêm os 3% e 2%
analisados na sondagem anterior, realizada em dezembro. O PAN não pontuou o
mínimo necessário para integrar o Parlamento, enquanto no caso do Juntos Pelo
Povo, o “voto muito concentrado na Madeira” poderia assegurar a presença na
Assembleia. A percentagem de indecisos subiu cinco pontos, com 18% a admitir
não saber em quem votar.
Apesar da subida do PS, 48%
dos inquiridos consideram que este e qualquer outro partido da oposição não actuariam
melhor no Governo do que o executivo de Luís Montenegro, que tencionam que
permaneça até ao fim do mandato. Um empate também ocorreu entre José Luís
Carneiro e Montenegro, que receberam uma nota dez em vinte dos entrevistados. O
inquérito do Cesop – Universidade Católica Portuguesa teve a participação de
996 pessoas entre os dias 6 e 10 de julho, com uma margem de erro de 3,1%.
Na sondagem da Intercampus
para o Correio da Manhã, Negócios e NOW, publicada também na quinta-feira, o PS
mantém a liderança nas intenções de voto dos portugueses, mas a coligação
PSD/CDS-PP (AD) está a recuperar terreno e aproxima-se dos socialistas.
Se as eleições legislativas
se realizassem este mês de julho, 23,3% dos portugueses votariam no partido
liderado por José Luís Carneiro, uma descida de um ponto percentual em relação
aos números relativos ao mês de junho. No sentido inverso, 20% dos portugueses
votariam na coligação de Governo, um aumento de 0,5 pontos percentuais.
Esta ligeira subida permite
à força liderada por Luís Montenegro regressar ao segundo lugar das intenções
de voto, que, no mês passado, era ocupado pelo Chega. Ainda assim, os dois
mantêm-se em empate técnico. O partido de André Ventura reúne agora 19,4% das
intenções de voto, continuando a liderar o voto dos mais jovens e a ter os seus
resultados mais fracos na faixa dos maiores de 55 anos.
O primeiro lugar fora do
pódio continua a ser ocupado pela Iniciativa Liberal, seguida de perto pelo
Livre (menos de um ponto percentual entre os 7,6% da IL e os 6,8% do Livre).
Entre os restantes partidos com assento parlamentar, a CDU reúne 4,1% das intenções
de voto, o PAN, 2,5% e o Bloco de Esquerda, 1,8%. A sondagem da Intercampus
resulta de inquéritos a 604 pessoas realizados entre os dias 9 e 14 de julho,
com uma margem de erro de 4,0%.
Notícia actualizada às 8h38
de 17/07/2026 a incluir a sondagem da Universidade Católica.
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