Do Texto de JOSÉ ANTÓNIO
RODRIGUES DO CARMO: "
em "MUNDO DA RAZÃO"
COMENTÁRIOS (Continuação)
PEDRO BELO: Não vejo
qualquer problema com o caso que menciona nos últimos parágrafos. Chama-se a
isso assumir as escolhas e aceitar as consequências. Houvesse mais hipócritas e
fanáticos de esquerda a aceitar refugiados nas suas casas e a sua posição
talvez se alterasse rapidamente. Como não o fazem, podem continuar a defender a
sua ideologia de forma cega e os outros que sofram as consequências.
António Soares: Excelente crónica.
Inestimável serviço público! Bem haja!
João Floriano: «O verdadeiro problema do Ocidente não
é apenas a agitação, a violência e a intolerância dos que o querem destruir
mas, sobretudo, a bovinidade colaborante com que alguns dos seus filhos,
idiotas úteis dotados de ignorância e telemóvel, lhes abrem a porta, carregam
as malas e ainda pedem desculpa por existirem.» Este parágrafo diz tudo.
Giovanni Licciardello: Caro José António.
Magnífico texto. Uma síntese certeira sobre esquerda folclórica, como diz e
Islão radical. Como sempre, temos de ter os dois olhos abertos e não somente o
esquerdo (ou o direito).
António Alberto Barbosa Pinho: Triste realidade. E o desesperante é sentir
que a luta é tenue contra este movimento contra civizacional em relação ao modo
de vida democrático Ocidental. Mas não deixemos de lutar e o Sr. Coronel é
um bom exemplo.
Ana Rita: Por que razão António José Seguro (na cerimónia
do Prémio Norte-Sul) falou na crueldade de Israel em Gaza (ignorando o 7/10/23)
e apontou o dedo a Israel pelos jornalistas mortos? “A resposta é menos
misteriosa do que parece.”
miguel cardoso: Dando-lhe os parabéns por
esta tão lúcida crónica, a pergunta que se me põe é como organizar e uma frente
capaz de combater de forma eficaz todos os próceres islamo-esquerdistas perante
uma massa ocidental que usufrui do extraordinário conforto e liberdade, mas se
mostra incapaz de os defender. O combate ideológico que o Senhor Coronel tem
levado é notável, mas sinto que não chega.
Maria Emília Ranhada Santos: Excelente! Tudo dito, preto no
branco, mas, existe ainda mais uma coisinha que acho eu, faz toda a diferença:
é a malfadada
comunicação social, que abriga todos estes delírios de loucura, aprovando-os e
culpando o inocente!
E, para completar o quadro
da destruição do Ocidente e da sua odiada, (ou invejada?) civilização, temos
juízes iníquos nos nossos tribunais a julgarem as causas não com justiça, mas
segundo a ideologia é de direita ou de esquerda!
Se for de direita, é
considerada ocidental, está arrumada!
Se for de esquerda, mesmo
que tenha cometido o maior crime, arranja-se sempre uma desculpa para que não
existam obstáculos ao mal!
manuel menezes: Senhor Coronel, quero
que saiba que tenho por si uma imensa admiração.
Os portugueses dividem-se
em dois grandes grupos, os que pertencem à NAÇÃO portuguesa, que partilham da sua
História, dos seus valores e amam a sua Pátria e, um segundo grupo, que são de
um sítio a que chamam PAÍS, que é somente uma localização geográfica.
Vasco R: Os esquerdolas são traidores de Portugal e dos
portugueses e deverão ser perseguidos e presos . As leis terão de mudar e
deverá ser instituída a prisão perpétua ou pena de morte para estes traidores.
O Costa deveria ser o primeiro a ser preso e julgado .
Manuel Magalhaes: Grandes e realistas
verdades Sr. Coronel, só não vê quem não quer e ao que parece o Ocidente não
quer mesmo ver mas o problema é demasiado sério para continuarmos a ser idiotas
(in)úteis!!!
Jose Santos: Quem desconhece a história
vai acabar por repetir os seus erros. O exemplo do Irão é aquele que melhor
exemplifica a aliança actual entre a esquerda woke e o fundamentalismo
islâmico. Contra o regime monárquico do Xá, estavam os comunistas e os
islâmicos. Após a queda do regime, rapidamente o Ayatollah eliminou os idiotas
úteis que tiveram de se exilar ou se converter. Hoje estamos a ver o
mesmo a acontecer perante uma passividade alarmante da sociedade ocidental.
Adelino Oliveira: Parabéns. A verdade
dói, continue.
Francisco Almeida: Na listagem dos motivos do ódio
ao capitalismo faltou uma que é a inveja. Inveja da prosperidade e da riqueza
que, em vez de despertar o desejo de as alcançar, desperta o desejo de as
destruir. Infelizmene, de forma moderada e não violenta, é também caraterística
dos portugueses, uma das más.
Maria Correia: Gramsci e Deleuze. Há que
destruir identidades e pátrias e este novo proletariado serve à medida.
Espalha-se mesmo como tubérculos da lógica batata da sua bondade
Ricardo Pereira > Ana Rita: Porque
ele é um 1mb3cil, eleito por idem
Antonio Sennfelt: "Islamistas e
esquerdistas são mesmo companheiros de estrada?" Ora essa, claro que sim!!
E companheiros de braço dado e de ocasional conúbio sempre que as
circunstâncias lhes pareçam propícias! O seu insanável ódio ao Ocidente e a
tudo o que de melhor que ele representa - liberdade de expressão, de ideologia
e primado do Direito, incluindo os direitos humanitários - constitui a argamassa que os une. Mas -
atenção! - mal um parceiro dessa ignóbil união de facto consiga atingir o seu
objectivo – i. é, o Poder total e absoluto! - logo o pretérito parceiro passa à
categoria de inimigo a abater! Ou seja, estão bem um para o outro!
David Pinheiro: O exemplo supremo foi a
reacção ao atropelamento numa parada gay na Alemanha.
Maria Ramos: Excelente e elucidativo
texto.
Victor Goncalves > Paradigmas
Há Muitos!: Uma amiga minha Luso-Francesa casou com um muçulmano marroquino. Enquanto
estiveram em França, tudo bem, mas num determinado momento foram viver para
Marrocos. Mal chegaram, a família dele logo começou a conspirar acerca dos
modos de vestir, de se comportar, enfim, de respirar da ocidental. Começou logo
a levar uns correctivos porque teimava em não perceber o óbvio: tinha caído na
armadilha. E agora era difícil sair. Felizmente ela tinha uma boa situação
financeira e contratou um advogado que a aconselhou a sair dessa situação, já
que por várias vezes tinha tido a vida em perigo. Tudo isto se passa num
ambiente de classe média alta. Conclusão: Islâmicos têm dificuldade em conviver
com ocidentais, a sua cultura, as suas leis. Tirem-se as devidas conclusões
Fernando ce: Muito boa crónica.
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