sábado, 22 de agosto de 2026

CONTINUAÇÃO

 


Do Texto de JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO: "Esquerda e islamismo"

 em "MUNDO DA RAZÃO"


COMENTÁRIOS (Continuação)

PEDRO BELO: Não vejo qualquer problema com o caso que menciona nos últimos parágrafos. Chama-se a isso assumir as escolhas e aceitar as consequências. Houvesse mais hipócritas e fanáticos de esquerda a aceitar refugiados nas suas casas e a sua posição talvez se alterasse rapidamente. Como não o fazem, podem continuar a defender a sua ideologia de forma cega e os outros que sofram as consequências.

António Soares: Excelente crónica. Inestimável serviço público! Bem haja!

João Floriano: «O verdadeiro problema do Ocidente não é apenas a agitação, a violência e a intolerância dos que o querem destruir mas, sobretudo, a bovinidade colaborante com que alguns dos seus filhos, idiotas úteis dotados de ignorância e telemóvel, lhes abrem a porta, carregam as malas e ainda pedem desculpa por existirem.» Este parágrafo diz tudo.

Giovanni Licciardello: Caro José António. Magnífico texto. Uma síntese certeira sobre esquerda folclórica, como diz e Islão radical. Como sempre, temos de ter os dois olhos abertos e não somente o esquerdo (ou o direito).

António Alberto Barbosa Pinho: Triste realidade. E o desesperante é sentir que a luta é tenue contra este movimento contra civizacional em relação ao modo de vida democrático Ocidental. Mas não deixemos de lutar e o Sr. Coronel é um bom exemplo.

Ana Rita: Por que razão António José Seguro (na cerimónia do Prémio Norte-Sul) falou na crueldade de Israel em Gaza (ignorando o 7/10/23) e apontou o dedo a Israel pelos jornalistas mortos? “A resposta é menos misteriosa do que parece.”

miguel cardoso: Dando-lhe os parabéns por esta tão lúcida crónica, a pergunta que se me põe é como organizar e uma frente capaz de combater de forma eficaz todos os próceres islamo-esquerdistas perante uma massa ocidental que usufrui do extraordinário conforto e liberdade, mas se mostra incapaz de os defender. O combate ideológico que o Senhor Coronel tem levado é notável, mas sinto que não chega.

Maria Emília Ranhada Santos: Excelente! Tudo dito, preto no branco, mas, existe ainda mais uma coisinha que acho eu, faz toda a diferença:

é a malfadada comunicação social, que abriga todos estes delírios de loucura, aprovando-os e culpando o inocente!

E, para completar o quadro da destruição do Ocidente e da sua odiada, (ou invejada?) civilização, temos juízes iníquos nos nossos tribunais a julgarem as causas não com justiça, mas segundo a ideologia é de direita ou de esquerda!

Se for de direita, é considerada ocidental, está arrumada!

Se for de esquerda, mesmo que tenha cometido o maior crime, arranja-se sempre uma desculpa para que não existam obstáculos ao mal!

manuel menezes: Senhor Coronel, quero que saiba que tenho por si uma imensa admiração.

Os portugueses dividem-se em dois grandes grupos, os que pertencem à  NAÇÃO portuguesa, que partilham da sua História, dos seus valores e amam a sua Pátria e, um segundo grupo, que são de um sítio a que chamam PAÍS, que é somente uma localização geográfica.

Vasco R: Os esquerdolas são traidores de Portugal e dos portugueses e deverão ser perseguidos e presos . As leis terão de mudar e deverá ser instituída a prisão perpétua ou pena de morte para estes traidores. O Costa deveria ser o primeiro a ser preso e julgado .

Manuel Magalhaes: Grandes e realistas verdades Sr. Coronel, só não vê quem não quer e ao que parece o Ocidente não quer mesmo ver mas o problema é demasiado sério para continuarmos a ser idiotas (in)úteis!!!

Jose Santos: Quem desconhece a história vai acabar por repetir os seus erros. O exemplo do Irão é aquele que melhor exemplifica a aliança actual entre a esquerda woke e o fundamentalismo islâmico. Contra o regime monárquico do Xá, estavam os comunistas e os islâmicos. Após a queda do regime, rapidamente o Ayatollah eliminou os idiotas úteis que tiveram de se exilar ou se converter. Hoje estamos a ver o mesmo a acontecer perante uma passividade alarmante da sociedade ocidental.

Adelino Oliveira: Parabéns. A verdade dói, continue.

Francisco Almeida: Na listagem dos motivos do ódio ao capitalismo faltou uma que é a inveja. Inveja da prosperidade e da riqueza que, em vez de despertar o desejo de as alcançar, desperta o desejo de as destruir. Infelizmene, de forma moderada e não violenta, é também caraterística dos portugueses, uma das más.

Maria Correia: Gramsci e Deleuze. Há que destruir identidades e pátrias e este novo proletariado serve à medida. Espalha-se mesmo como tubérculos da lógica batata da sua bondade

Ricardo Pereira > Ana Rita: Porque ele é um 1mb3cil, eleito por idem

Antonio Sennfelt: "Islamistas e esquerdistas são mesmo companheiros de estrada?" Ora essa, claro que sim!! E companheiros de braço dado e de ocasional conúbio sempre que as circunstâncias lhes pareçam propícias! O seu insanável ódio ao Ocidente e a tudo o que de melhor que ele representa - liberdade de expressão, de ideologia e primado do Direito, incluindo os direitos humanitários  - constitui a argamassa que os une. Mas - atenção! - mal um parceiro dessa ignóbil união de facto consiga atingir o seu objectivo – i. é, o Poder total e absoluto! - logo o pretérito parceiro passa à categoria de inimigo a abater! Ou seja, estão bem um para o outro! 

David Pinheiro: O exemplo supremo foi a reacção ao atropelamento numa parada gay na Alemanha.

Maria Ramos: Excelente e elucidativo texto.

Victor Goncalves > Paradigmas Há Muitos!: Uma amiga minha Luso-Francesa  casou com um muçulmano marroquino. Enquanto estiveram em França, tudo bem, mas num determinado momento foram viver para Marrocos. Mal chegaram, a família dele logo começou a conspirar acerca dos modos de vestir, de se comportar, enfim, de respirar da ocidental. Começou logo a levar uns correctivos porque teimava em não perceber o óbvio: tinha caído na armadilha. E agora era difícil sair. Felizmente ela tinha uma boa situação financeira e contratou um advogado que a aconselhou a sair dessa situação, já que por várias vezes tinha tido a vida em perigo. Tudo isto se passa num ambiente de classe média alta. Conclusão: Islâmicos têm dificuldade em conviver com ocidentais, a sua cultura, as suas leis. Tirem-se as devidas conclusões

Fernando ce: Muito boa crónica.

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