quarta-feira, 1 de outubro de 2025

CONTINUAÇÃO DOS COMENTÁRIOS

 

Ao texto: “Ingleses, portugueses, espanhóis…”

Sobre o texto de JOSÉ MANUEL FERNANDES: “O que as elites políticas ainda não perceberam sobre imigração”

JOHN MARTINS: Portugal não precisa de mais discursos sobre Imigração. Precisa de políticas com visão.--- Ignorar o tema não é sinal de tolerância. É sinal de irresponsabilidade. --- Fingir que tudo é conjuntural é negar que estamos perante uma mudança estrutural na demografia e identidade europeia. Não se trata de fechar portas. Trata-se de saber quem entra, como entra e como se constrói uma comunidade. A imigração não é tabu. É desafio. E quem não o enfrenta, perde o país.           António Costa e Silva: Estão a fazer o caminho para a grande guerra civil europeia. Ou para a submissão dos europeus. Não sabemos qual vai ser a nossa escolha.               Maria Tubucci > df: Votos do "novo" povo, como se vê na aliança entre a esquerda e os islâmicos em França. Esta aliança terminará quando os islâmicos forem 30% da população, aí começarão a eliminar a concorrência, começando pela esquerda. Depois teremos um Francistão.          Pertinaz: Portugal vai desaparecer… a natalidade transformou-se numa fatalidade…           Afonso Soares: Jean Marie le Pen disse “um dia a população europeia branca iria ser substituída por população africana, muçulmana, indiana, paquistanesa etc, devido à reprodução anormal desses povos para os padrões europeus. Ninguém ligou e foi apelidado de fascista e outros mimos. Os seus descendentes já nasceriam europeus mas o eram porque mantinham a sua cultura, religião, ou seja, não assimilavam a            observador censurado: A perda da identidade conduz à morte.                Rui Pessoa: Artigo muito interessante. Ninguém em parte alguma, seja de que cor, religião ou lugar seja, aceita repentinamente a alteração dos usos, costumes e mesmo da alteração da preponderância da religião existente. Qualquer alteração de qualquer dessas marcas identitárias poderá acontecer, mas para não criar tensões só se tais alterações acontecerem a um ritmo muito lento em que todos se adaptem ao longo de muitos anos, para não referir muitas gerações.             Coxinho: Talvez a princípio as tais elites ignorassem as reais consequências da política de porta-aberta-faça-favor-de-entrar. Mas não tardou que começassem a perceber. A verdadeira questão é que se estão borrifando para o povo que juram defender e cujas opiniões, desprezam.               António Lamas: Bom artigo, mas falta se calhar o mais importante. As também auto consideradas elites (?) da comunicação social também não percebem. Quer os jornalistas, quer os comentadores avençados, também não querem perceber. Mas suas cabecinhas de um neurónio acham que estão a defender a humanidade, quando na verdade estão a dar cabo dela          António Duarte: Curiosamente, também JMF chegou tarde ao problema e à gravidade que representa (o deslaçamento entre os políticos e as políticas com os cidadãos em geral), o que apesar de tudo não é péssimo de todo (apenas mau, mas é positivo). Só um cego não vê que a vinda de indostânicos que não falam nem querem falar português, e ainda por cima muçulmanos, teria que impactar na maioria das pessoas! Repare-se que por mim, que sou português “de sempre”, branco, mas agnóstico, não me assusta a existência de imigrante por si mesmo, mas assumo por inteiro a minha cultura judaico-cristã e sinto-me amiúde um estrangeiro no meu país (basta andar na linha verde do metro para isso acontecer) e isso é intolerável. Uma coisa é a imigração vinda de povos com laços muito estreitos connosco (cabo Verde, por exemplo), outra do Bangladesh que muita gente nem sabe onde fica ou sequer que existe. E não, isto não é racismo, pois que saiba os cabo-verdeanos não são brancos, não é assim?                 Jorge Espinha: Enoch Powell tinha razão. Nós vamos pelo mesmo caminho e de maneira mais acelerada. Vamo-nos tornar num país de estranhos. Mas não há problema, da mesma maneira que só um racista furioso pode ser contra a imigração quando os problemas começarem a ser impossíveis de ignorar a culpa será dos mesmos racistas furiosos.       Paulo Nunes: O que é isto de ser "tarde demais"? Quando os portugueses originais (de gema, verdadeiros, como quisermos chamar) forem minoria, alguém acha que irão aceitar ser estranhos na sua própria terra? O risco é esse e que nos é difícil imaginar. O que acontecerá na próxima fase, quando o mundo actual se virar do avesso. É bom que as pessoas comecem a ver filmes como "Os filhos do homem" para perceberem o potencial colapso que se aproxima.                observador censurado > observador censurado: Em 19 Setembro 2025, às 14 horas, presenciei, pela primeira vez, um acontecimento na minha região. Estava parado num semáforo e viro a cara para a direita. Nem queria acreditar no que estava a ver: em frente a uma casa comum, dezenas de homens (só homens) ocupavam todo o passeio, de joelhos com a cabeça para baixo e o rabo para o céu.           Israel Sousa > José Miguel Pereira: Gostava que o caro assinante, fosse para a Arábia Saudita praticar o catolicismo, da mesma forma que pode praticar o islamismo cá! Depois conte-nos como foi!                João Das Regras: Excelente artigo, no entanto ainda não aborda o que terá que vir a ser feito que é a Remigração, não é possível Portugal integrar toda esta gente e muito menos como quer o Marcelo e o Constitucional as suas famílias, se cada um dos mais de 1 milhão de imigrantes trouxer mulher e dois filhos teremos o colapso do SNS e da escola pública como já está a acontecer e a grande onda de entradas ainda não ocorreu. Portugal terá que não renovar autorizações de residência a pessoas que não tenham emprego, não se consigam integrar aprendendo a língua, por ex., o número de imigrantes terá que diminuir. Este será o próximo debate a fazer, para já é estancar o problema e criar regras rígidas no acesso à nacionalidade.                  graça Dias: HOJE em Portugal (e em muitos outros países) a extrema esquerda (PS, BE, PCP e Livre), os grupos de comunicação são um " COMPLEXO INDUSTRIAL " de PROPAGANDA, que nos leva ao livro de ORVELL 1984.O "Complexo Industrial" da Propaganda: Faz DOUTRINAÇÃO intensiva    pretende reescrever a História    impõe o PENSAMENTO ÚNICO     manipula a verdade     manipula políticos frágeis em carácter e pensamento, impõe alterações de programas de ENSINO    Organizações como a ONU as ONGs (onde gentinha da extrema esquerda está luxuosamente bem instalada) fazem parte deste poderoso "COMPLEXO INDUSTRIAL", que condiciona a liberdade e promove discursos de ódiooo.     A FJJPGSG: Exactamente. É isso mesmo.                 graça Dias: Caríssimo José Manuel Fernandes: Um artigo de excelência e relevante pelo tema, que só lamento ser tão tardio. Será que o nosso 1°Ministro Luís Montenegro conhece o professor de estudos clássicos Powell, ou lê o Telegraph ou outros?... não creio. São inauditos os apelos que Leitão Amaro, 1° Ministro Luís Montenegro e outros membros do seu governo nos fazem ao HUMANISMO para com os invasores, mas aquando dos incêndios, em que milhares de portugueses idosos e não só, se debatiam em cenários dantescos contra as chamas, enquanto o nosso 1° Ministro Luís Montenegro não manifestou um réstia de HUMANISMO para com eles. Estava a banhos e não teve o discernimento nem a dignidade para cancelar a festa do Pontal                     Coxinho > Vitor batista: Ao sr. Marinho recomendo a consulta, ou mesmo a leitura integral do Alcorão. Talvez assim comece a compreender por que são os judeus preferíveis aos muçulmanos.                   Teresa Figueiredo: Excelente artigo. Por favor continue a ser uma voz activa neste pobre país de elites politicamente correctas onde não há coragem de dizer... BASTA! A imigração está a matar a nossa civilização a nossa cultura... BASTA! Somos portugueses com um passado histórico rico de valores, cultura e tradições. Se, nada fizermos para estancar este fluxo de imigração, que o PS permitiu de forma abusiva, estaremos a correr graves riscos de descaracterização desta Nação. BASTA!                  Jorge Espinha > Gabriel Madeira: Calma . Damos-lhes mais 900 anos e depois falamos                mais um: Meu caro, já vamos tarde. O cavalo de Tróia já fez o seu trabalho. Agora é só minorar os estragos.                   João Diogo: Excelente artigo, continuem neste desfasamento entre as elites da CNN, SIC e afins e o povo e, Ventura, vais ser primeiro ministro de Portugal em breve.                Jorge Espinha > Paulo Nunes: O tarde demais talvez seja assim: uma população de velhos contra uma população jovem. Quem acha que vai ganhar? Eu olho à minha volta e vejo uma enorme quantidade de Portugueses cuja visão do futuro se limita à reforma. Não trabalham ou trabalharam para o futuro dos filhos que não tiveram em quantidade suficiente, trabalharam para a reforma.                   João Floriano: O PS mostra-se tão solícito a votar favoravelmente a nova lei de estrangeiros, porque na prática fica tudo na mesma. Sobretudo a famosa reunião familiar que está a ser impingida como uma questão humanitária, vai agravar ainda mais o problema do excesso de imigração e não é necessário explicar a razão. Grande parte das «esposas» que vão entrar, sabe-se lá quantas com a ajuda de redes de tráfico humano, culturalmente não devem trabalhar fora de casa. Economicamente não vão contribuir mas serão motivo de despesa. E onde estão as creches para as muitas crianças que vão entrar e as que serão concebidas? E o alojamento? É impossível que esta lei a ser aplicada não cause problemas sérios. Descaradamente, estamos a ser substituídos por imigrantes. Descaradamente a nossa cultura de séculos está a ficar em segundo plano. Descaradamente estamos a perder o controlo, a autoridade na nossa terra, a entrega o nosso chão a estrangeiros, a deixar-nos enredar na teia de problemas que eles transportam cá para dentro. De acordo com o gráfico referente a Portugal, apenas 18% da classe política considera que os imigrantes têm de se moldar aos nossos costumes, contra 78% da população. Isto diz bem o afastamento que há entre a classe política e os que são supostamente por ela representados. Portanto não admira que partidos como o CHEGA estejam a crescer. É a nossa única esperança.               Lourenço de Almeida: A minha professora de inglês em 1976 fez-nos ler um texto em que se falava dos discursos do Enoch Powell, que na altura eram referidos como uma afronta! Agora inchem!!!           Graciete Madeira: De acordo, com este artigo.                 Luis Silva > José Miguel Pereira: Isso é o pitch da esquerdalha, nomeadamente do Bloco de Esquerda. Uma coisa é virem para trabalhar e irem embora quando não fazem falta. Assim deveria ser e era assim antigamente. Essa gente não precisa de se aculturar. Mas se se quiser ir mais além certamente que eles devem adaptar-se à cultura, saber a língua e a história do país. De outro modo vão viver em ghetos e causar problemas. Já estão a causar.                   Paulo Almeida: Infelizmente esse estudo do financial times requer assinatura, mas como sempre há um grande desfasamento entre o que os políticos acham e a percepção do povo. Os partidos "populistas" falam para o povo, porque sabem ler a sociedade melhor, é tão simples como isso. E por isso crescem muito rápido. Porque estão a fazer o que é suposto, que os outros não fazem. Por isso não quiseram referendo à imigração, pois não queriam ser humilhados por ficar exposta essa incompetência. O Chega devia forçar novamente um referendo à imigração com várias perguntas, assim que possível. O PSD ficaria encostado à parede. Se não aceitasse era a sua morte, se aceitar ainda vai a tempo de limpar um pouco a sua imagem porque só está lá há 1 ano e meio. Referendo já                    Manuel Almeida Gonçalves: Boa análise, exposta de modo claro e equilibrado.                 Francisco Almeida: Além de já estar preparado para assistir a toda a esquerda até aí a meio do PSD a defender a liberdade do uso da "burka" em lugares públicos, ainda espero viver (não sou muito ambicioso) para ver um afegão no Panteão Nacional e um monumento ao imigrante desconhecido no Parque Papa Francisco.                  M L: Entre os vários absurdos, está em se dar, por um prato de lentilhas, a nacionalidade a quem, lá no país deles, esconjuram outras religiões ou povos. Em Espanha existe uma terra chamada "Mata Mouros". A ver se a realidade não volta ao Séc 13.                 Lourenço de Almeida > João Das Regras: O problema não é o colapso da escola ou da saúde públicas. A Igreja e os privados chegam bem para isso, desde que não nos afoguem de impostos e possamos ser nós a escolher onde nos tratar e educar os nossos filhos. O problema é a nossa extinção como cultura e como nação se uma praça com o nome de um herói da reconquista passa a ser um santuário islâmico, como é o Martins Moniz onde celebrar a carne de porco é considerado ofensivo!                 Rita Salgado > Maria Cordes: Estavam a fazer coro com os do PS a chamar racista a Pedro Passos Coelho - uma voz solitária a avisar do terrível erro que estava a ser feito.                     Komorebi Hi: As "elites" apanhadas do que resta das elites, perceberam, meu caro, e o problema está aí, vale tudo para ter o poder. A táctica virou estratégia para alcançar o poder, na extrema-esquerda onde está o PS e no PSD que também a adopta, daí ter sido obrigado a seguir o que o Chega e outros partidos na UE e a própria Comissão von der Leyen há muito, sem vergonha, defendem sobre a imigração e sobre a invasão do Islão, um propósito desestabilizador e destruidor do WEF e dos globalistas. Começou com Blair, Merkel, depois com os próprios "tories" e Boris, não esquecer o que fez de Londres, continuando com Sadiq Khan, Costa de Presidente da Câmara de Lisboa, depois PM. Sim é a táctica da serpente, mas virou estratégia dos socialistas e social-democratas que são a mesma coisa, no Centrão e hoje, a pergunta que fica, é se é possível voltar atrás com estes actores políticos que se vendem pelo poder. Londres e muitas cidades no UK a não podem inverter a marcha sem medidas excepcionais, Paris e muitas cidades em França na mesma situação, na Bélgica, Alemanha e em Portugal com uma rapidez de um incêndio, onde os bombeiros chefiados por oportunistas esperam pelo fogo em vez de fazer contra-fogo.                Maria Tubucci A FJ: O argumento é a destruição da sociedade. As elites sabem que sociedades não miscíveis dão guerra, esse é o seu objectivo, a diminuição da população mundial. O que é que pensa que é “o fazer diminui a pegada humana no planeta que as elites “verdes” apregoam! Só não vê quem não quer…         JPGSG. Tomem atenção , os portugueses, os europeus, não querem uma imigração proveniente do Islão . Sim. Do Islão. Por variadíssimas razões, e não venham com racismos, xenofobias, etc.... Não querem, e estão no seu direito! Ponto. Eu tbm não quero, e irei penalizar e julgar até ao fim dos meus dias, os políticos que não respeitarem a vontade dos portugueses, que é clara. Só não vê, quem não quer. Não ao Islão !!!! É algo visceral.                Luis Oliveira > Liberales Semper Erexitque: Os brasileiros também têm que ser mandados embora.               Miguel Macedo:  Europa destruída pelo socialismo sinistro! E provavelmente irreversível! Uma desgraça!                 Paulo Nuno Pato Rosa e Silva Cardoso: Excelente análise de um tema que devia ser debatido abertamente.             Paulo Silva: JMF fez bem em referir o caso de Enoch Powell caído em desgraça no pelourinho do politicamente correcto em 1968. No final da década seguinte, até à queda do muro de Berlim, há o interessante caso dos ‘magermanes’ na ex-RDA. Trabalhadores moçambicanos imigrados nesse paraíso socialista contratados em regime de rotação de 4 anos sujeitos a rigorosas regras disciplinares e alvo de racismo e preconceito das populações autóctones. Mas disso os camaradas nunca falaram. As esquerdas só sabem usar os libelos do 'racismo' e da 'xenofobia' para apontar o dedo às populações dos países ditos capitalistas.                 observador censurado: Não sei a que o autor chama "elites" políticas. Contudo, os dados seguintes relativos a Portugal que o autor apresenta: a) Quem não concorda que os imigrantes devem adoptar os costumes do país: políticos: 82 por cento; cidadãos: 28 por cento;          b) Quem concorda que os imigrantes devem adoptar os costumes do país: políticos: 18 por cento; cidadãos: 72 por cento; não deixam margem para dúvidas: os políticos não representam os portugueses. Consequentemente, devem, o mais rápido possível, ir para a rua.                 isabel ferreira: Obrigada, pela clarividência. Os moderados foram silenciados, ao longo do tempo, estrategicamente, pelos partidos do sistema. Num ocidente capitalista que promoveu voluntariamente a redução da natalidade, vendendo-a como a panaceia do desenvolvimento e bem-estar, vê-se agora claramente o resultado dessas políticas. A descaracterização da Europa, cuja população será a médio prazo substituída por outras, de culturas maioritariamente não laicas, que imporão aos europeus a sua cultura e as suas leis. A coesão interna começa a perder-se. A utopia da diversidade cultural, de uma Europa laica, aberta ao mundo, está a deslaçar o cimento que une as comunidades em torno de interesses e objectivos comuns que asseguram o seu progresso e a sua sobrevivência, ou seja, a união nos bons e maus momentos.   Maria Emília Ranhada Santos: Como sempre, temos de comer e calar e quando a ditadura estiver com a canga em cima dos nossos ombros, aí acabou-se tudo! Eu pensava que aqui ainda havia liberdade de expressão, mas enganei-me! Comentários aqui, só os que se coadunam com a esquerda de serviço! Que pena!                  José Miguel Pereira: Os imigrantes têm a obrigação estrita de cumprir as nossas leis. Quanto a adoptar os costumes, teremos de os legislar, porque costumes não constituem obrigação legal. Eu não sou obrigado a gostar de pezinhos de coentrada, nem de ouvir as esganiçadas do rancho de Santa Marta de Portuzelo. Por outro lado, gosto de chanfana e do som dos adufes da Beira Baixa.                Carminda Damiao: Excelente. Esperemos que o povo, nas próximas eleições, vote no partido que vê a realidade e está disposto a actuar para que as coisas não descambem mais.                  jose basilio O que me chateia é ver séries inglesas onde agora parece que estamos na África do Sul,.ou seja a agente do MI6 por exemplo é negra ..a família é toda negra...outra..uma ministra é branca e o marido é negro..tudo dentro deste estilo..não é ser racista mas houve e há uma leviandade nisto tudo fruto do wokismo e da esquerda...não tenho já pachorra para ver séries que eram fantásticas do Reino Unido.               joao lemos: infelizmente toda a Europa esteve, nos últimos 55 anos, entregue a estranhos, instalados com rendimentos muito bons , a maioria dos quais já morreu e esteve-se positivamente "cagando" para as novas gerações.            Mario Figueiredo: Excelente artigo, caro José Manuel Fernandes. Procurar centrar o debate da imigração naquilo que deveria ser basilar nas políticas públicas de imigração. O grande problema no entanto é a latitude no sentido que se atribui à palavra nação, e os problemas reais que a classe política, bem ou mal, procura resolver com a imigração. De todos esses problemas, para mim, pessoalmente, o mais desconcertante é a total ausência de um grande plano nacional de promoção à natalidade, e a sua total substituição por um projecto de imigração e integração. Com os resultados que se vê.              graça Dias > Vitor Batista: Caríssimo Vítor Baptista: Concordo em absoluto. Já no passado no reinado de D. Manuel I cometemos o crime de expulsar um povo, que contribuiu com o seu conhecimento científico para as nossas Descobertas, contribuiu com os seus intelectuais para o desenvolvimento económico e cultural. O povo judeu seria bem-vindo.                          S N: excelente e muitíssimo pertinente crónica. E não se trata de um erro de percepção apenas das "elites" políticas e ou outras, mas de um erro de percepção quase generalizado, pelo menos no discurso.          Miguel Santos > Jacinto Leite: Ganhou sim: aumento dos preços das casas; aumento do tempo no acesso a consultas do SNS; salários baixos porque há quem trabalhe por menos; sem abrigos; dificuldade no acesso a creches, etc etc... ganhou imenso e no entanto ninguém é responsabilizado.          pedro dragone: As "guerras civilizacionais" previnem-se deixando claro que as leis do país de acolhimento devem prevalecer quando estas sejam incompatíveis com práticas culturais/religiosas específicas do imigrante. E que quem não concorde com o princípio pode/deve regressar ao país de origem. O controlo do fluxo migratório para um país, quer quanto ao número quer quanto ao perfil de imigrantes, deve ser feito de forma muito criteriosa em função da satisfação das necessidades específicas do país como critério principal. A imigração ilegal deve ser vigorosamente contrariada e reprimida, com recurso, se necessário, a deportação em massa e perseguição activa das redes criminosas de tráfego humano. Basta pôr em prática estes dois princípios para resolver o problema da imigração. Pôr em prática as regras e acabar com a bandalheira das portas abertas são as palavras chave. Berrar acefalamente que toda a imigração é má e uma ameaça existencial às nações é que não é caminho. É uma negação cretina do que tem sido toda a história humana,... desde que o Sapiens anda à face da terra.              Jacinto Leite: Portugal não ganha nada com os imigrantes, antes pelo contrário.                     GateKeeper > Carlos Chaves: Pela "esquerda" e não só, meu caro CC. Todo o centrão alinha pelo mesmo diapasão e discurso. Poucas ou nenhumas nuances justificam diferenciações, só aparentes. Felizmente que as cidadãs e os cidadãos Portugueses já perceberam isso, mesmo que não o manifestem publicamente. Será nas urnas de voto que a verdade verá a "luz do dia". 2025 e 2026 serão anos - charneira para a mudança.                  unknown unknown > Ana Torres: Infelizmente no resto do país tb                  Joaquim Rodrigues: O que aqui está em causa é uma nova etapa do desenvolvimento da humanidade chamada “globalização”. E esta nova etapa, a “globalização”, consequência natural da “evolução tecnológica”, em particular dos “sistemas de mobilidade” de pessoas e bens e dos “sistemas de informação e comunicação” está a deixar nervosas, não apenas as “oligarquias nacionais”, em particular aquelas que se movimentam em mercados nacionais/continentais, que vêem muitos dos seus privilégios ameaçados, mas também de muitos sectores da sociedade, nomeadamente, os mais desfavorecidos, que passaram a ser vítimas da concorrência de mão-de-obra a preços obscenos. No desespero, deitam a mão, de forma demagógica e oportunista, a todo o tipo de descontentamentos, alguns, absolutamente legítimos, outros completamente irracionais e descabidos. Quando da industrialização, nos finais do século XVIII, início do século XIX, o operariado inglês, por razões de emprego e salários adoptaram, como forma de luta, a destruição das máquinas industriais, não foi isso que impediu a crescente automatização e mecanização da indústria. Quando em Braga, no princípio do século XX, apareceu o veículo Eléctrico, não foram as manifestações populares religiosas contra “as almas do outro mundo” que fizeram regressar as “parelhas de bestas” para a tração das carruagens. A “Globalização” é uma etapa inelutável de desenvolvimento económico da humanidade que, pode ser mais cruel, desumana, até catastrófica ou pode ser conduzida de forma civilizacional, cultural e socialmente mais justa, dependendo das políticas nacionais que se adoptem e dos Tratados internacionais que se consigam negociar. Uma coisa é certa: a globalização é “IRREVERSÍVEL”. Nesse pressuposto, os países de Democracia Liberal, em vez de se digladiarem, neste processo turbulento e conturbado, à procura de, na confusão, obterem vantagens comparativas momentâneas, vão ter que se juntar e definir, no quadro da “Democracia Liberal”, as Políticas que deverão presidir a este Processo de Globalização, designadamente ao processo de globalização do “mercado de mão-de-obra”, por forma a assegurar e a garantir condições de estabilidade, equilíbrio e defesa das “identidades nacionais”, das suas “democracias liberais” e dos avanços civilizacionais alcançados, isolando, politicamente, todos aqueles que estão a aproveitar a situação para ressuscitar soluções autoritárias do passado ou, ao nível internacional, alimentar ambições imperialistas globais.                Maria Tubucci > Paulo Cardoso: Está provado que as populações brancas foram séculos passados as que mais resistiram à escravatura e à submissão, onde há um branco há revolta. Se conseguirem quebrar o espírito do branco, quebram todas as outras cores. Não quebram, daí que só a guerra o pode eliminar…           Paulo Cardoso > Liberales Semper Erexitque: Porque, na altura a que se refere, os efeitos da porta escancarada não se faziam ainda sentir. O Chega tem muitos defeitos, mas tem também algumas virtudes. Uma delas foi precisamente o abrir caminho para o centro-esquerda (PSD e parte do PS) se descolarem da ideologia da esquerda e da extrema-esquerda).

Ingleses, portugueses, espanhóis…

 

Fixaram-se em tempos, por esse mundo, e quanto a nós até tivemos, entre tantos mais ilustres que referiram esses “mares nunca dantes navegados”, o nosso Sá de Miranda como um dos pioneiros a desenvolver, em “Carta a D. João III”, esse estranho tema de um esforço inicialmente épico e, posteriormente, consciente do que se conquistara e em consequência nos pertencia, pois que sempre “onde há homens há cobiça”, ao longo da HISTÓRIA sempre isso se viu. Diz, pois, o nosso Sá de Miranda:

«Que em outras partes da esfera,
Em outros céus diferentes,
Que Deus até agora escondera,
Tanta multidão de gentes
Vossos mandados espera.»

Foi assim, com excelsas valentias e sacrifícios, mas o mundo alargou-se e desenvolveu-se. Temos o retorno hoje, e o mundo fica mais empeçado, e não nos parece bem, em pruridos também clássicos, ao contrário desses que hoje nos invadem, é certo que por culpa nossa, que os abandonámos, para manter a nossa aura de universalidade na fraternidade e na solidariedade, esquecidos de que eles também gostam dos clássicos e das escolas de cá que lhos fornecem, além, naturalmente, de um viver mais de acordo com as boas maneiras e as boas regras, mais os bons cozinhados das civilizações a que pertencíamos antes de irmos para lá e a que continuamos a pertencer, agora que também viemos de volta para cá, cozinhados que, de resto, não perdemos. Eles, naturalmente, também não nos querem perder, e têm transportes para nos virem procurar e ficar entre quem lhes proporcionou novos saberes. E novos sabores, de certeza.

O que as elites políticas ainda não perceberam sobre imigração

Muitos começam a achar que há que falar sobre imigração para se barrar o caminho aos partidos anti-sistema. É um equívoco: há é que perceber que o que conta não são as próximas eleições, são as nações.

JOSÉ MANUEL FERNANDES, Publisher e colunista do Observador

OBSERVADOR, 29 set. 2025, 00:23115

Em 1968 estavam a entrar anualmente no Reino Unido 50 mil imigrantes – nos últimos anos estima-se que estejam a entrar 750 mil.

Em 1968 um político conservador, professor de estudos clássicos, fez um discurso em que alertava para os riscos de uma imigração crescente e onde, olhando para o futuro do país e recorrendo a uma frase da Eneida, o poema clássico de Virgílio, disse que lhe parecia ver “do sangue o Tibre inchado a espumar” [o Tibre é o rio que passa por Roma]. O discurso ficou conhecido como o dos “rios de sangue”, provocou a queda política do seu autor, Enoch Powell, e na prática bloqueou qualquer discussão séria sobre a entrada de estrangeiros no Reino Unido durante décadas.

Mas a sombra de Powell não desapareceu por completo. Aqui há uns meses, em Maio, o actual primeiro-ministro, um trabalhista, usou a expressãoilha de estranhosnum discurso sobre imigração e teve de passar dias a explicar-se mesmo sabendo-se que, hoje por hoje e de acordo com o Censo de 2021, apenas 45% dos habitantes de Londres se identificam como “britânicos brancos”, sendo que 41% da sua população nasceu mesmo fora do Reino Unido.

No final da semana passada, num  artigo no Telegraph, esse mesmo primeiro-ministro, Keir Starmer, iria porventura mais longe escrevendo que “a esquerda ignorou os receios causados pela imigração durante demasiado tempoe era necessário reconhecer que isso tinha sido errado. Starmer, que discursará esta semana na conferência anual do seu partido, talvez não chegue a tempo de reparar os danos políticos causados por esta cegueira voluntária: uma sondagem publicada este fim-de-semana indica que ele é o primeiro-ministro mais impopular de sempre (apenas 13% dos eleitores têm opinião positiva), ao mesmo tempo que um outro estudo de opinião indicava que neste momento os seus trabalhistas sofreriam a sua maior derrota eleitoral desde… 1931.

Não devia haver aqui surpresa, pelo menos para quem tenha lido a análise de dados publicada na passada sexta-feira pelo Financial Times, um trabalho baseado em investigações académicas recentes sobre o divórcio entre as elites políticas (eu acrescentaria também as mediáticas) e o sentimento dos eleitorados no que respeita ao tema da imigração. No Reino Unido, por exemplo, à questão sobre se os imigrantes devem ou não ser obrigados a adaptar-se aos costumes do país, 87% do público considera que sim, uma percentagem esmagadora, ao contrário do que sucede na elite política, que se divide ao meio (53% não consideram isso necessário, 47% acham que sim).

São resultados que não deviam permitir qualquer dúvida sobre o porquê do divórcio entre essas elites e um eleitorado cada vez mais cativado por partidos antissistema.

E Portugal? Em Portugal como estamos?

O trabalho do Financial Times também inclui dados para Portugal, e também eles são muito significativos. Tão significativos que me atrevo a reproduzi-los graficamente: (…)

(As barras à esquerda reflectem o desacordo relativamente à ideia de que os imigrantes devem adoptar os costumes do país, as barras azuladas à direita traduzem o acordo com esse ponto de vista)

Nos países analisados neste trabalho do Financial Times há apenas um em que o posicionamento da elite política coincide com o dos cidadãos, e esse país é a Dinamarca, um país neste momento governado por uma primeira-ministra socialista com políticas que colocam fortes limites à imigração –políticas que fazem até de Mette Frederiksen uma aliada de Giorgia Meloni.

Regressando ao nosso pequeno rectângulo, há sinais de que a posição das elites políticas estará a evoluir, e não apenas por o Chega ter desequilibrado o tabuleiro e recentrado certas percepções. No PSD desde a legislatura anterior que parece haver uma evolução das prioridades, no PS há finalmente algumas indicações de que porventura é necessário ter mais atenção aos temas da imigração. Eu não diria que é uma posição consensual ou mesmo transversal, as elites socialistas continuam a reagir muito mal a quem, no terreno, actua com mais determinaçãorecordemo-nos dos ataques ao autarca de Loures, Ricardo Leão –, mas mesmo assim os socialistas até podem estar disponíveis para substituírem o Chega na aprovação da nova lei dos estrangeiros, pontualmente revista depois do chumbo no Tribunal Constitucional. O argumento para o fazerem é que é mau, pois não haverá qualquer convicção nesta mudança de atitude, apenas uma preocupação táctica com manter o tema da imigração fora da agenda mediática até às próximas eleições autárquicas.

O essencial no entanto mantém-se, pois preocupações tácticas nunca corresponderão a políticas bem pensadas ou a uma visão para enfrentar um fenómeno que está a mudar estruturalmente a Europa e também Portugal, e não escrevo “estruturalmente” por acaso. Aquilo que estamos a viver um pouco por todo o lado não é apenas fruto de dinâmicas económicas, como alguns sugerem para criar a ilusão que os imigrantes vêm e vão conforme existir mais ou menos oferta de emprego, mas de mudanças demográficas que são em boa parte resultado de escolhas políticas e de mudanças culturais e morais, temas complexos a que procurarei voltar em próximos artigos.

Há contudo algo que não podemos ignorar, fingindo que tudo é conjuntural e “táctico”: as profundas alterações na composição das nossas populações induzidas pelas vagas migratórias não criam apenas o mal-estar social e político que alimenta descontentamentos e partidos anti-sistema. É por isso que se enganam os que apenas se sentem obrigados a encarar os temas da imigração para evitar o sucesso eleitoral de partidos como o Reform no Reino Unido, a União Nacional em França, a AfD na Alemanha ou o Chega em Portugal.

Digo isto porque a verdade é que estas alterações estão a criar sociedades onde há choques com referências civilizacionais que não são as que construímos ao longo dos séculos, referências que dão cimento à identidade e ao sentimento de pertença dos povos europeus. No fundo, choques que abalam aquilo que é o cimento que faz com que sejamos uma comunidade unida pela partilha de um destino comum, nas boas e nas más horas.

Há quem ache que isso não é importante e que o que conta são as micro-identidades e a pulverização das micro-reivindicações, mas seguir por aí seria fatal para a preservação dos nossos sistemas abertos, destes regimes em que aceitamos que ora ganham “os nossos”, ora ganham “os outros”, no fundo a essência da democracia.

E digo isto porque me parece que continuamos sem perceber todo o alcance do tal famoso discurso de Enoch Powell de 1968, pelo que recordo mais uma passagem, até para chocar as consciências mais fofinhas:

Devemos estar loucos, literalmente loucos, como nação por permitirmos a entrada anual de cerca de 50.000 dependentes, que são na sua maioria o material do futuro crescimento da população descendente de imigrantes. É como assistir a uma nação ocupando-se activamente em amontoar a sua própria pira funerária.”

O trabalhista Starmer, 57 anos depois, já se atreve a sugerir que se calhar o Reino Unido se esteve mesmo a amontoar essa pilha, que se esteve por isso a transformar numa “ilha de estranhos”. É bom que o tenha feito, só que este reconhecimento chega provavelmente tarde demais.

IMIGRAÇÃO       MUNDO

COMENTÁRIOS (de 115)

Coxinho > Maria Tubucci: Muito bem, Maria Tabucci. É isso mesmo. É terrível, é desumano, é tão cruel que se torna inacreditável. Por isso mesmo a maioria da população não acredita que seja verdade. SENDO.                   A FJdf: Também não concordo com o argumento de destruição da sociedade. Talvez a resposta esteja na afirmação do Francisco Louçã: "é preciso criar povo" (para devolver votantes a uma esquerda em queda, entenda se). Os democratas tentaram o mesmo nos EUA, o resultado foi o Trump. Na Europa o resultado serão a Le Pen, Wilders, Farage, e por cá o Ventura.                 SDC Cruz: Em 2017 o PS, apoiado pela extrema-esquerda, fez uma escolha: abrir as portas à imigração para, diziam eles, responder ao défice de mão-de-obra e ao envelhecimento demográfico. Portugal não estava (nem está) preparado para absorver tanta gente que, na sua maioria, não quer saber da nossa língua nem da nossa cultura para nada. O tráfego de droga foi substituído pelo tráfego humano. Lotaram o já depauperado SNS que, se antes não conseguia responder minimamente às carências dos nossos, afundou-se completamente com a onda migratória.

Esta imigração das portas escancaradas protagonizada por toda a esquerdalha, por muito que agora se tente remediar a situação (mesmo contra o TC e o PR), vai ser o início do fim da nossa civilização.

Daqui a umas décadas, vamos dar os parabéns ao PS pelo extraordinário contributo que deu à causa destrutiva! Parabéns pelo excelente artigo.                     A FJ > Maria Tubucci: Compreendo o ponto de vista. Mas continuo a achar que isto tem que ver com equilíbrios políticos, onde se inclui manter o sistema de segurança social que nos foi vendido e que todos sabemos que está falido pela inversão da pirâmide demográfica que lhe deu origem. Trazer emigrantes é uma forma de atenuar o problema alargando a base da pirâmide, no momento e no futuro. Uma vez que estes imigrantes têm muito mais filhos. A alternativa seria os políticos dizerem às populações que não vão ter reforma, e estarem na rua no dia seguinte..                         Df > Maria Tubucci: Que explicação dá para os políticos quererem destruir a nossa sociedade?                    Paulo Cardoso > Maria Tubucci: Maria e Coxinho. Se assim fosse, faria mais sentido fomentar a guerra onde existem mais humanos, a fertilidade é elevada e a poluição maior, nomeadamente: Industão, África e China. Não?                Maria Tubucci: Os meus parabéns por ter acordado Sr. Jornalista JMF. Discordo, as elites políticas há muito perceberam o que é imigração, elas não querem é que se fale disso, por isso tentaram transformar o assunto em tabu. E como o tabu foi quebrado, agora tentam pintar o assunto sob a virtude do humanismo. Repare. O escancarar das fronteiras de Portugal pelo PS não foi acidental, foi premeditado, como tal foi premiado com um tacho dourado em Bruxelas. Não há coincidências, só manobras na sombra. Hoje o PS finge que não sabia das consequências, quando se sabe o que acontece há 20-30 anos com a imigração magrebina em França. O objectivo dissimulado das elites políticas é destruir a cultura ocidental, é destruir os povos nativos, é islamizar a Europa. Nesta fase já não se pode falar em imigração, mas sim em invasão. Uma invasão imposta pelas elites, temos de mudar de elites rapidamente e obrigar ao respeito pela nossa cultura a quem vem de fora, se isto não for aceite, só há um único caminho, a deportação. O nosso país é a nossa casa, nós não temos mais para onde fugir. Nós não somos responsáveis pela miséria do mundo. A nossa matriz cultural criou a nossa sociedade, se esta matriz for destruída, a nossa sociedade também será destruída. E não, os invasores não vêm contribuir para o estado social, vêm para destruí-lo e perante a revolução tecnológica que se anuncia, os países não precisam de mão de obra barata, ignorante e parideira. Sim, o discurso de Enoch Powell de 1968 está cada vez mais actual...                 Uiros Ueramos: A imigração e a atribuição da nacionalidade portuguesa não podem, em circunstância alguma, ser automáticas. A cidadania tem de ser um privilégio, atribuído com critério elevado, rigoroso e selectivo. Não basta cumprir requisitos mínimos ou beneficiar de leis permissivas: deve ser um processo exigente, pago e, além disso, sujeito a um sistema de lotaria que limite o número de acessos. Os critérios fundamentais não podem ser ignorados: domínio profundo da língua portuguesa e adesão inequívoca à matriz cultural e religiosa que moldou Portugal ao longo de 900 anos. Num mundo com mais de 8 mil milhões de habitantes, não podemos transformar a nacionalidade portuguesa num balcão aberto para todos, muito menos importar massas humanas que trazem consigo instabilidade, choques civilizacionais e hábitos incompatíveis com a identidade nacional. Importar “lixo humano” que nada acrescenta apenas serve para corroer a coesão de um país que sempre foi pacífico, civilizado e europeu na sua essência. Mais grave ainda: caminhamos para uma revolução tecnológica que, nos próximos 5 a 10 anos, eliminará milhões de postos de trabalho. A inteligência artificial e a robotização vão substituir não só tarefas elementares na agricultura, comércio e serviços, mas também funções altamente técnicas. Neste cenário, a sobrevivência de Portugal passa por uma verdade dura mas incontornável: não poderemos sustentar mais do que 5 a 6 milhões de habitantes. Os restantes 2 a 3 milhões de “trabalhadores” serão, inevitavelmente, robots e sistemas de IA. A política de imigração e nacionalidade, portanto, não pode ser pensada com base em ilusões ideológicas, mas na realidade demográfica e tecnológica. Portugal só será viável se proteger a sua identidade e limitar o acesso à cidadania a quem, de facto, a merece.                   JPGSG: Tomem atenção, os portugueses, os europeus, não querem uma imigração proveniente do Islão. Sim. Do Islão. Por variadíssimas razões, e não venham com racismos, xenofobias, etc.... Não querem, e estão no seu direito! Ponto! Eu tbm não quero, e irei penalizar e julgar até ao fim dos meus dias, os políticos que não respeitarem a vontade dos portugueses, que é clara. Só não vê, quem não quer. Não ao Islão !!!! É algo visceral.             Alfaiate Tuga: O que as actuais elites portuguesas ainda não perceberam é que a continuarem assim dentro de poucos anos vão deixar de ser elites pois vão deixar de ter poder. Em Portugal a esmagadora maioria das pessoas já perceberam que temos imigrantes a mais, o que é que as elites fizeram para correr com eles? Nada. Os portugueses vão acabar a eleger o aventureiro para PM, apenas porque é o único que falta em correr com os invasores. É óbvio que o Chega não tem gente para governar o país, mas se conseguir correr com parte dos invasores já presta um grande serviço á pátria. Para mim não chega fechar a porta, é preciso atirar pela janela muitas dos que cá estão. Dizem por aí que há actividades que não sobrevivem sem mão-de-obra imigrante, pois se não pode pagar salários que atraem portugueses pode fechar amanhã.                  Rui Lima: O que mais me irrita é a esquerda e outros povos insultarem o único povo o único continente que, por princípio legal é não racista sendo obrigado a receber o resto do mundo . A verdade é que o povo europeu, em média, também tem uma cultura de maior tolerância que todos os outros. Europa tem um sistema de protecção social e legal único no mundo, que faz com que migrantes mesmo em situação irregular tenham direitos básicos garantidos. Direito a cuidados de saúde de urgência (mesmo sem documentos). Crianças estrangeiras, mesmo sem papéis, têm acesso à escola pública. Leis de asilo que permitem pedir protecção e que, enquanto decorre o processo, dão alojamento e subsídios. Proibição legal de discriminação com base na raça, religião ou origem. Com todos estes directos na Europa sem igual no resto do mundo , pode jogar contra ela acabando  destruída com povos que não se integram .

Comparação com outras regiões: China: estrangeiros são sempre “waiguoren” (forasteiros). Naturalização é quase impossível, não há benefícios sociais para migrantes ilegais e a discriminação pode ser aberta. Turquia / Médio Oriente muitos refugiados sírios vivem em campos ou em situações precárias, sem acesso a protecção total do Estado. Alguns países do Golfo chegam a expulsar imigrantes em massa quando já não precisam de mão-de-obra. África: em vários países, a integração de estrangeiros é limitada e há episódios frequentes de xenofobia contra migrantes de países vizinhos.

Ou seja, na Europa, mesmo quem chega ilegalmente acaba protegido por um “colchão” de direitos fundamentais, o que realmente não existe na maioria dos outros continentes. Parem de insultar os europeus único povo que paga a tudo e a todos, vão para África pedir protecção, vão para a Ásia pedir protecção eu conheço o mundo fico irritado com a ignorância.                 Ruço Cascais: Faltou referir, no meio de Melenchon e Starmer, o nosso Costa, que entretanto, pisgou-se para a União Europeia. Costa foi a cara da nossa extrema-esquerda, porque, enquanto, Mortágua e Rui Tavares faziam barulho, Costa efectivava políticas que nos trouxeram a actual situação de imigração desregulada, sem obstáculos e sem critérios. Costa, o grande político português cheio de experiência à semelhança do seu amigo Marques Mendes. José Manuel Fernandes, um dia destes, se te lembrares e te der para tal empreitada, disserta sobre os benefícios da experiência de Marques Mendes para Portugal. Será que na União Europeia conhecem as políticas de portas abertas de António Costa e as suas consequências em Portugal? Conhecem pois. Se a causa da imigração regulada passar a ser uma causa generalizada da União Europeia, qual será o papel do socialista António Costa em Bruxelas nas novas políticas para a imigração? Talvez o passado político de António Costa o deixe fora de pé na União Europeia, e, por isso, prefere o silêncio e as luzes baixas do seu luxuoso gabinete num canto recôndito e bem afastado do actual centro político de Bruxelas. Bullying dirão uns, racismo gritará a extrema esquerda.                  Gabriel Madeira > Liberales Semper Erexitque: Portanto, os ciganos estão connosco desde antes de Portugal existir. Pergunta: ao fim de quase 900 anos da existência do país, ainda não se integraram? Mantêm os mesmos usos e costumes?               Ricardo Ribeiro: Acordaram agora para o problema, o principal e o causador de todos os outros, seja Sns, habitação, educação/falta de professores, serviços públicos entupidos. Começaram as coisas mais uma vez pelo telhado e não com uma política de imigração que estivesse de acordo com as reais necessidades e capacidades do país (sim, são necessários imigrantes, mas não tantos e de qualquer proveniência...devia se dar preferência aos de fácil integração e com a folha criminal limpa). Mas mais vale tarde do que nunca, não sei é se vão a tempo de reparar o grande mal que fizeram ao nosso país com esta política criminosa de portas escancaradas.                 Ana Torres: As grandes cidades como o Porto e Lisboa já são "ilha de estranhos", estão irreconhecíveis, com uma população muçulmana em franco crescimento o fenómeno que está a abalar ESTRUTURALMENTE a Europa e Portugal não é só um mal-estar social e político é o fim da civilização europeia, uma realidade que os políticos de esquerda e de direita com a sua ganância pelo poder teimam em não perceber. Somos diferentes, somos brancos somos cristãos e é essa identidade cultural que nos identifica como povo europeu. Pedro Passos Coelho em 2017 alertou para o perigo da vaga de imigração e há dias alertou para o colapso do SNS e os políticos quer sejam de esquerda ou de direita que continuam alegremente a ignorar essa realidade e a ignorar a vontade do seu povo.                     Miguel Seabra: A esquerda pensa que mais um emigrante = mais um voto. O centro e a direita moderada têm medo da critica e submetem-se por covardia. Os políticos em geral estão sempre sequiosos de boa imprensa. E os media esmagadoramente de esquerda querem agradar às elites académicas e serem eles próprios reconhecidos como elite. O problema é que o povo não acredita e despreza os políticos, os media e os académicos….                     Maria Cordes: A política de imigração do PS, é uma estratégia deliberada. Ouvir Ricardo Costa dizer que os portugueses vão ter de se habituar à mudança da cor da sua pele, com ar de desforra, na televisão, abriu-me os olhos. Os problemas psicanalíticos destes senhores, aliados a uma esquerda em estertor, que viu na imigração uma maneira de ganhar votos, atribuindo a nacionalidade a torto e a direito, é uma visão terrífica, onde já mergulhámos. Ver a esquerda transformada em conferência Vicentina, para rebentar de vez com o tecido social de uma nação, substituindo o proletariado, que manipularam, pelo choradinho pelos coitadinhos, é caricato. O elevador social nos outros tempos, ancorou-se na escola pública e no seminário. Assisti, nos últimos 30 anos, presencialmente à destruição da escola pública, pelo facilitismo, a falta de exigência, a preocupação em trabalhar para as estatísticas, a não colaboração com o sistema internacional de avaliação, no inicio do piza, a alteração de programas e o descuido na formação e avaliação de professores, cada vez menos preparados. Também assisti no centro de Lisboa à desagregação das famílias por causas sociais, o país ao abandono, em que uma pseudo-elite enriquecia, em bolha. Um dos maiores crimes do 25 de Abril. A geração mais bem preparada, é a que frequentou o ensino privado. O que resta, bairros, autênticos muceques, turmas quase na totalidade de alunos africanos, que mal sabem falar e escrever português e nos últimos anos a islamização concertada para reaver o AlAndaluz, com mulheres subjugadas a serem prolíficas, para ultrapassarem os cristãos. Se tivéssemos aprendido com os ingleses, franceses e os da Catalunha, cujos problemas são deliberadamente escondidos pela actual comunicação social, dominada pelos wokistas! Para que serve um Parlamento que deixou Costa extinguir o SEF e abrir as portas escancaradas? Onde estavam os deputados do PSD?          Vitor Batista > Hugo Marinho: Antes aos judeus do que aos muçulmanos, percebeu ou quer desenho?                    Carlos Chaves: Pois é, mas é uma ilusão pensar que a esquerda (incluindo o PS), fará marcha atrás neste delicadíssimo tema! A esquerda está intrinsecamente de acordo com esta imigração, por isso a promoveu e a defende, se agora disfarça é por pura conveniência de agenda política. A esquerda quer dividir para reinar, a esquerda quer acabar com a célula nuclear da sociedade, a família tradicional, a esquerda quer-nos pobres e dependentes do Estado, a esquerda quer acabar com o que nos liga a esta secular Nação… Em suma a imigração de culturas, religiões e de tradições opostas ou conflituantes com as nossas, é essencial e defendida pela esquerda (basta ver as TV’s todos os dias), cabe-nos a nós rejeitá-la completamente!             

 

(Mais comentários a seguir)