quarta-feira, 1 de outubro de 2025

CONTINUAÇÃO DOS COMENTÁRIOS

 

Ao texto: “Ingleses, portugueses, espanhóis…”

Sobre o texto de JOSÉ MANUEL FERNANDES: “O que as elites políticas ainda não perceberam sobre imigração”

JOHN MARTINS: Portugal não precisa de mais discursos sobre Imigração. Precisa de políticas com visão.--- Ignorar o tema não é sinal de tolerância. É sinal de irresponsabilidade. --- Fingir que tudo é conjuntural é negar que estamos perante uma mudança estrutural na demografia e identidade europeia. Não se trata de fechar portas. Trata-se de saber quem entra, como entra e como se constrói uma comunidade. A imigração não é tabu. É desafio. E quem não o enfrenta, perde o país.           António Costa e Silva: Estão a fazer o caminho para a grande guerra civil europeia. Ou para a submissão dos europeus. Não sabemos qual vai ser a nossa escolha.               Maria Tubucci > df: Votos do "novo" povo, como se vê na aliança entre a esquerda e os islâmicos em França. Esta aliança terminará quando os islâmicos forem 30% da população, aí começarão a eliminar a concorrência, começando pela esquerda. Depois teremos um Francistão.          Pertinaz: Portugal vai desaparecer… a natalidade transformou-se numa fatalidade…           Afonso Soares: Jean Marie le Pen disse “um dia a população europeia branca iria ser substituída por população africana, muçulmana, indiana, paquistanesa etc, devido à reprodução anormal desses povos para os padrões europeus. Ninguém ligou e foi apelidado de fascista e outros mimos. Os seus descendentes já nasceriam europeus mas o eram porque mantinham a sua cultura, religião, ou seja, não assimilavam a            observador censurado: A perda da identidade conduz à morte.                Rui Pessoa: Artigo muito interessante. Ninguém em parte alguma, seja de que cor, religião ou lugar seja, aceita repentinamente a alteração dos usos, costumes e mesmo da alteração da preponderância da religião existente. Qualquer alteração de qualquer dessas marcas identitárias poderá acontecer, mas para não criar tensões só se tais alterações acontecerem a um ritmo muito lento em que todos se adaptem ao longo de muitos anos, para não referir muitas gerações.             Coxinho: Talvez a princípio as tais elites ignorassem as reais consequências da política de porta-aberta-faça-favor-de-entrar. Mas não tardou que começassem a perceber. A verdadeira questão é que se estão borrifando para o povo que juram defender e cujas opiniões, desprezam.               António Lamas: Bom artigo, mas falta se calhar o mais importante. As também auto consideradas elites (?) da comunicação social também não percebem. Quer os jornalistas, quer os comentadores avençados, também não querem perceber. Mas suas cabecinhas de um neurónio acham que estão a defender a humanidade, quando na verdade estão a dar cabo dela          António Duarte: Curiosamente, também JMF chegou tarde ao problema e à gravidade que representa (o deslaçamento entre os políticos e as políticas com os cidadãos em geral), o que apesar de tudo não é péssimo de todo (apenas mau, mas é positivo). Só um cego não vê que a vinda de indostânicos que não falam nem querem falar português, e ainda por cima muçulmanos, teria que impactar na maioria das pessoas! Repare-se que por mim, que sou português “de sempre”, branco, mas agnóstico, não me assusta a existência de imigrante por si mesmo, mas assumo por inteiro a minha cultura judaico-cristã e sinto-me amiúde um estrangeiro no meu país (basta andar na linha verde do metro para isso acontecer) e isso é intolerável. Uma coisa é a imigração vinda de povos com laços muito estreitos connosco (cabo Verde, por exemplo), outra do Bangladesh que muita gente nem sabe onde fica ou sequer que existe. E não, isto não é racismo, pois que saiba os cabo-verdeanos não são brancos, não é assim?                 Jorge Espinha: Enoch Powell tinha razão. Nós vamos pelo mesmo caminho e de maneira mais acelerada. Vamo-nos tornar num país de estranhos. Mas não há problema, da mesma maneira que só um racista furioso pode ser contra a imigração quando os problemas começarem a ser impossíveis de ignorar a culpa será dos mesmos racistas furiosos.       Paulo Nunes: O que é isto de ser "tarde demais"? Quando os portugueses originais (de gema, verdadeiros, como quisermos chamar) forem minoria, alguém acha que irão aceitar ser estranhos na sua própria terra? O risco é esse e que nos é difícil imaginar. O que acontecerá na próxima fase, quando o mundo actual se virar do avesso. É bom que as pessoas comecem a ver filmes como "Os filhos do homem" para perceberem o potencial colapso que se aproxima.                observador censurado > observador censurado: Em 19 Setembro 2025, às 14 horas, presenciei, pela primeira vez, um acontecimento na minha região. Estava parado num semáforo e viro a cara para a direita. Nem queria acreditar no que estava a ver: em frente a uma casa comum, dezenas de homens (só homens) ocupavam todo o passeio, de joelhos com a cabeça para baixo e o rabo para o céu.           Israel Sousa > José Miguel Pereira: Gostava que o caro assinante, fosse para a Arábia Saudita praticar o catolicismo, da mesma forma que pode praticar o islamismo cá! Depois conte-nos como foi!                João Das Regras: Excelente artigo, no entanto ainda não aborda o que terá que vir a ser feito que é a Remigração, não é possível Portugal integrar toda esta gente e muito menos como quer o Marcelo e o Constitucional as suas famílias, se cada um dos mais de 1 milhão de imigrantes trouxer mulher e dois filhos teremos o colapso do SNS e da escola pública como já está a acontecer e a grande onda de entradas ainda não ocorreu. Portugal terá que não renovar autorizações de residência a pessoas que não tenham emprego, não se consigam integrar aprendendo a língua, por ex., o número de imigrantes terá que diminuir. Este será o próximo debate a fazer, para já é estancar o problema e criar regras rígidas no acesso à nacionalidade.                  graça Dias: HOJE em Portugal (e em muitos outros países) a extrema esquerda (PS, BE, PCP e Livre), os grupos de comunicação são um " COMPLEXO INDUSTRIAL " de PROPAGANDA, que nos leva ao livro de ORVELL 1984.O "Complexo Industrial" da Propaganda: Faz DOUTRINAÇÃO intensiva    pretende reescrever a História    impõe o PENSAMENTO ÚNICO     manipula a verdade     manipula políticos frágeis em carácter e pensamento, impõe alterações de programas de ENSINO    Organizações como a ONU as ONGs (onde gentinha da extrema esquerda está luxuosamente bem instalada) fazem parte deste poderoso "COMPLEXO INDUSTRIAL", que condiciona a liberdade e promove discursos de ódiooo.     A FJJPGSG: Exactamente. É isso mesmo.                 graça Dias: Caríssimo José Manuel Fernandes: Um artigo de excelência e relevante pelo tema, que só lamento ser tão tardio. Será que o nosso 1°Ministro Luís Montenegro conhece o professor de estudos clássicos Powell, ou lê o Telegraph ou outros?... não creio. São inauditos os apelos que Leitão Amaro, 1° Ministro Luís Montenegro e outros membros do seu governo nos fazem ao HUMANISMO para com os invasores, mas aquando dos incêndios, em que milhares de portugueses idosos e não só, se debatiam em cenários dantescos contra as chamas, enquanto o nosso 1° Ministro Luís Montenegro não manifestou um réstia de HUMANISMO para com eles. Estava a banhos e não teve o discernimento nem a dignidade para cancelar a festa do Pontal                     Coxinho > Vitor batista: Ao sr. Marinho recomendo a consulta, ou mesmo a leitura integral do Alcorão. Talvez assim comece a compreender por que são os judeus preferíveis aos muçulmanos.                   Teresa Figueiredo: Excelente artigo. Por favor continue a ser uma voz activa neste pobre país de elites politicamente correctas onde não há coragem de dizer... BASTA! A imigração está a matar a nossa civilização a nossa cultura... BASTA! Somos portugueses com um passado histórico rico de valores, cultura e tradições. Se, nada fizermos para estancar este fluxo de imigração, que o PS permitiu de forma abusiva, estaremos a correr graves riscos de descaracterização desta Nação. BASTA!                  Jorge Espinha > Gabriel Madeira: Calma . Damos-lhes mais 900 anos e depois falamos                mais um: Meu caro, já vamos tarde. O cavalo de Tróia já fez o seu trabalho. Agora é só minorar os estragos.                   João Diogo: Excelente artigo, continuem neste desfasamento entre as elites da CNN, SIC e afins e o povo e, Ventura, vais ser primeiro ministro de Portugal em breve.                Jorge Espinha > Paulo Nunes: O tarde demais talvez seja assim: uma população de velhos contra uma população jovem. Quem acha que vai ganhar? Eu olho à minha volta e vejo uma enorme quantidade de Portugueses cuja visão do futuro se limita à reforma. Não trabalham ou trabalharam para o futuro dos filhos que não tiveram em quantidade suficiente, trabalharam para a reforma.                   João Floriano: O PS mostra-se tão solícito a votar favoravelmente a nova lei de estrangeiros, porque na prática fica tudo na mesma. Sobretudo a famosa reunião familiar que está a ser impingida como uma questão humanitária, vai agravar ainda mais o problema do excesso de imigração e não é necessário explicar a razão. Grande parte das «esposas» que vão entrar, sabe-se lá quantas com a ajuda de redes de tráfico humano, culturalmente não devem trabalhar fora de casa. Economicamente não vão contribuir mas serão motivo de despesa. E onde estão as creches para as muitas crianças que vão entrar e as que serão concebidas? E o alojamento? É impossível que esta lei a ser aplicada não cause problemas sérios. Descaradamente, estamos a ser substituídos por imigrantes. Descaradamente a nossa cultura de séculos está a ficar em segundo plano. Descaradamente estamos a perder o controlo, a autoridade na nossa terra, a entrega o nosso chão a estrangeiros, a deixar-nos enredar na teia de problemas que eles transportam cá para dentro. De acordo com o gráfico referente a Portugal, apenas 18% da classe política considera que os imigrantes têm de se moldar aos nossos costumes, contra 78% da população. Isto diz bem o afastamento que há entre a classe política e os que são supostamente por ela representados. Portanto não admira que partidos como o CHEGA estejam a crescer. É a nossa única esperança.               Lourenço de Almeida: A minha professora de inglês em 1976 fez-nos ler um texto em que se falava dos discursos do Enoch Powell, que na altura eram referidos como uma afronta! Agora inchem!!!           Graciete Madeira: De acordo, com este artigo.                 Luis Silva > José Miguel Pereira: Isso é o pitch da esquerdalha, nomeadamente do Bloco de Esquerda. Uma coisa é virem para trabalhar e irem embora quando não fazem falta. Assim deveria ser e era assim antigamente. Essa gente não precisa de se aculturar. Mas se se quiser ir mais além certamente que eles devem adaptar-se à cultura, saber a língua e a história do país. De outro modo vão viver em ghetos e causar problemas. Já estão a causar.                   Paulo Almeida: Infelizmente esse estudo do financial times requer assinatura, mas como sempre há um grande desfasamento entre o que os políticos acham e a percepção do povo. Os partidos "populistas" falam para o povo, porque sabem ler a sociedade melhor, é tão simples como isso. E por isso crescem muito rápido. Porque estão a fazer o que é suposto, que os outros não fazem. Por isso não quiseram referendo à imigração, pois não queriam ser humilhados por ficar exposta essa incompetência. O Chega devia forçar novamente um referendo à imigração com várias perguntas, assim que possível. O PSD ficaria encostado à parede. Se não aceitasse era a sua morte, se aceitar ainda vai a tempo de limpar um pouco a sua imagem porque só está lá há 1 ano e meio. Referendo já                    Manuel Almeida Gonçalves: Boa análise, exposta de modo claro e equilibrado.                 Francisco Almeida: Além de já estar preparado para assistir a toda a esquerda até aí a meio do PSD a defender a liberdade do uso da "burka" em lugares públicos, ainda espero viver (não sou muito ambicioso) para ver um afegão no Panteão Nacional e um monumento ao imigrante desconhecido no Parque Papa Francisco.                  M L: Entre os vários absurdos, está em se dar, por um prato de lentilhas, a nacionalidade a quem, lá no país deles, esconjuram outras religiões ou povos. Em Espanha existe uma terra chamada "Mata Mouros". A ver se a realidade não volta ao Séc 13.                 Lourenço de Almeida > João Das Regras: O problema não é o colapso da escola ou da saúde públicas. A Igreja e os privados chegam bem para isso, desde que não nos afoguem de impostos e possamos ser nós a escolher onde nos tratar e educar os nossos filhos. O problema é a nossa extinção como cultura e como nação se uma praça com o nome de um herói da reconquista passa a ser um santuário islâmico, como é o Martins Moniz onde celebrar a carne de porco é considerado ofensivo!                 Rita Salgado > Maria Cordes: Estavam a fazer coro com os do PS a chamar racista a Pedro Passos Coelho - uma voz solitária a avisar do terrível erro que estava a ser feito.                     Komorebi Hi: As "elites" apanhadas do que resta das elites, perceberam, meu caro, e o problema está aí, vale tudo para ter o poder. A táctica virou estratégia para alcançar o poder, na extrema-esquerda onde está o PS e no PSD que também a adopta, daí ter sido obrigado a seguir o que o Chega e outros partidos na UE e a própria Comissão von der Leyen há muito, sem vergonha, defendem sobre a imigração e sobre a invasão do Islão, um propósito desestabilizador e destruidor do WEF e dos globalistas. Começou com Blair, Merkel, depois com os próprios "tories" e Boris, não esquecer o que fez de Londres, continuando com Sadiq Khan, Costa de Presidente da Câmara de Lisboa, depois PM. Sim é a táctica da serpente, mas virou estratégia dos socialistas e social-democratas que são a mesma coisa, no Centrão e hoje, a pergunta que fica, é se é possível voltar atrás com estes actores políticos que se vendem pelo poder. Londres e muitas cidades no UK a não podem inverter a marcha sem medidas excepcionais, Paris e muitas cidades em França na mesma situação, na Bélgica, Alemanha e em Portugal com uma rapidez de um incêndio, onde os bombeiros chefiados por oportunistas esperam pelo fogo em vez de fazer contra-fogo.                Maria Tubucci A FJ: O argumento é a destruição da sociedade. As elites sabem que sociedades não miscíveis dão guerra, esse é o seu objectivo, a diminuição da população mundial. O que é que pensa que é “o fazer diminui a pegada humana no planeta que as elites “verdes” apregoam! Só não vê quem não quer…         JPGSG. Tomem atenção , os portugueses, os europeus, não querem uma imigração proveniente do Islão . Sim. Do Islão. Por variadíssimas razões, e não venham com racismos, xenofobias, etc.... Não querem, e estão no seu direito! Ponto. Eu tbm não quero, e irei penalizar e julgar até ao fim dos meus dias, os políticos que não respeitarem a vontade dos portugueses, que é clara. Só não vê, quem não quer. Não ao Islão !!!! É algo visceral.                Luis Oliveira > Liberales Semper Erexitque: Os brasileiros também têm que ser mandados embora.               Miguel Macedo:  Europa destruída pelo socialismo sinistro! E provavelmente irreversível! Uma desgraça!                 Paulo Nuno Pato Rosa e Silva Cardoso: Excelente análise de um tema que devia ser debatido abertamente.             Paulo Silva: JMF fez bem em referir o caso de Enoch Powell caído em desgraça no pelourinho do politicamente correcto em 1968. No final da década seguinte, até à queda do muro de Berlim, há o interessante caso dos ‘magermanes’ na ex-RDA. Trabalhadores moçambicanos imigrados nesse paraíso socialista contratados em regime de rotação de 4 anos sujeitos a rigorosas regras disciplinares e alvo de racismo e preconceito das populações autóctones. Mas disso os camaradas nunca falaram. As esquerdas só sabem usar os libelos do 'racismo' e da 'xenofobia' para apontar o dedo às populações dos países ditos capitalistas.                 observador censurado: Não sei a que o autor chama "elites" políticas. Contudo, os dados seguintes relativos a Portugal que o autor apresenta: a) Quem não concorda que os imigrantes devem adoptar os costumes do país: políticos: 82 por cento; cidadãos: 28 por cento;          b) Quem concorda que os imigrantes devem adoptar os costumes do país: políticos: 18 por cento; cidadãos: 72 por cento; não deixam margem para dúvidas: os políticos não representam os portugueses. Consequentemente, devem, o mais rápido possível, ir para a rua.                 isabel ferreira: Obrigada, pela clarividência. Os moderados foram silenciados, ao longo do tempo, estrategicamente, pelos partidos do sistema. Num ocidente capitalista que promoveu voluntariamente a redução da natalidade, vendendo-a como a panaceia do desenvolvimento e bem-estar, vê-se agora claramente o resultado dessas políticas. A descaracterização da Europa, cuja população será a médio prazo substituída por outras, de culturas maioritariamente não laicas, que imporão aos europeus a sua cultura e as suas leis. A coesão interna começa a perder-se. A utopia da diversidade cultural, de uma Europa laica, aberta ao mundo, está a deslaçar o cimento que une as comunidades em torno de interesses e objectivos comuns que asseguram o seu progresso e a sua sobrevivência, ou seja, a união nos bons e maus momentos.   Maria Emília Ranhada Santos: Como sempre, temos de comer e calar e quando a ditadura estiver com a canga em cima dos nossos ombros, aí acabou-se tudo! Eu pensava que aqui ainda havia liberdade de expressão, mas enganei-me! Comentários aqui, só os que se coadunam com a esquerda de serviço! Que pena!                  José Miguel Pereira: Os imigrantes têm a obrigação estrita de cumprir as nossas leis. Quanto a adoptar os costumes, teremos de os legislar, porque costumes não constituem obrigação legal. Eu não sou obrigado a gostar de pezinhos de coentrada, nem de ouvir as esganiçadas do rancho de Santa Marta de Portuzelo. Por outro lado, gosto de chanfana e do som dos adufes da Beira Baixa.                Carminda Damiao: Excelente. Esperemos que o povo, nas próximas eleições, vote no partido que vê a realidade e está disposto a actuar para que as coisas não descambem mais.                  jose basilio O que me chateia é ver séries inglesas onde agora parece que estamos na África do Sul,.ou seja a agente do MI6 por exemplo é negra ..a família é toda negra...outra..uma ministra é branca e o marido é negro..tudo dentro deste estilo..não é ser racista mas houve e há uma leviandade nisto tudo fruto do wokismo e da esquerda...não tenho já pachorra para ver séries que eram fantásticas do Reino Unido.               joao lemos: infelizmente toda a Europa esteve, nos últimos 55 anos, entregue a estranhos, instalados com rendimentos muito bons , a maioria dos quais já morreu e esteve-se positivamente "cagando" para as novas gerações.            Mario Figueiredo: Excelente artigo, caro José Manuel Fernandes. Procurar centrar o debate da imigração naquilo que deveria ser basilar nas políticas públicas de imigração. O grande problema no entanto é a latitude no sentido que se atribui à palavra nação, e os problemas reais que a classe política, bem ou mal, procura resolver com a imigração. De todos esses problemas, para mim, pessoalmente, o mais desconcertante é a total ausência de um grande plano nacional de promoção à natalidade, e a sua total substituição por um projecto de imigração e integração. Com os resultados que se vê.              graça Dias > Vitor Batista: Caríssimo Vítor Baptista: Concordo em absoluto. Já no passado no reinado de D. Manuel I cometemos o crime de expulsar um povo, que contribuiu com o seu conhecimento científico para as nossas Descobertas, contribuiu com os seus intelectuais para o desenvolvimento económico e cultural. O povo judeu seria bem-vindo.                          S N: excelente e muitíssimo pertinente crónica. E não se trata de um erro de percepção apenas das "elites" políticas e ou outras, mas de um erro de percepção quase generalizado, pelo menos no discurso.          Miguel Santos > Jacinto Leite: Ganhou sim: aumento dos preços das casas; aumento do tempo no acesso a consultas do SNS; salários baixos porque há quem trabalhe por menos; sem abrigos; dificuldade no acesso a creches, etc etc... ganhou imenso e no entanto ninguém é responsabilizado.          pedro dragone: As "guerras civilizacionais" previnem-se deixando claro que as leis do país de acolhimento devem prevalecer quando estas sejam incompatíveis com práticas culturais/religiosas específicas do imigrante. E que quem não concorde com o princípio pode/deve regressar ao país de origem. O controlo do fluxo migratório para um país, quer quanto ao número quer quanto ao perfil de imigrantes, deve ser feito de forma muito criteriosa em função da satisfação das necessidades específicas do país como critério principal. A imigração ilegal deve ser vigorosamente contrariada e reprimida, com recurso, se necessário, a deportação em massa e perseguição activa das redes criminosas de tráfego humano. Basta pôr em prática estes dois princípios para resolver o problema da imigração. Pôr em prática as regras e acabar com a bandalheira das portas abertas são as palavras chave. Berrar acefalamente que toda a imigração é má e uma ameaça existencial às nações é que não é caminho. É uma negação cretina do que tem sido toda a história humana,... desde que o Sapiens anda à face da terra.              Jacinto Leite: Portugal não ganha nada com os imigrantes, antes pelo contrário.                     GateKeeper > Carlos Chaves: Pela "esquerda" e não só, meu caro CC. Todo o centrão alinha pelo mesmo diapasão e discurso. Poucas ou nenhumas nuances justificam diferenciações, só aparentes. Felizmente que as cidadãs e os cidadãos Portugueses já perceberam isso, mesmo que não o manifestem publicamente. Será nas urnas de voto que a verdade verá a "luz do dia". 2025 e 2026 serão anos - charneira para a mudança.                  unknown unknown > Ana Torres: Infelizmente no resto do país tb                  Joaquim Rodrigues: O que aqui está em causa é uma nova etapa do desenvolvimento da humanidade chamada “globalização”. E esta nova etapa, a “globalização”, consequência natural da “evolução tecnológica”, em particular dos “sistemas de mobilidade” de pessoas e bens e dos “sistemas de informação e comunicação” está a deixar nervosas, não apenas as “oligarquias nacionais”, em particular aquelas que se movimentam em mercados nacionais/continentais, que vêem muitos dos seus privilégios ameaçados, mas também de muitos sectores da sociedade, nomeadamente, os mais desfavorecidos, que passaram a ser vítimas da concorrência de mão-de-obra a preços obscenos. No desespero, deitam a mão, de forma demagógica e oportunista, a todo o tipo de descontentamentos, alguns, absolutamente legítimos, outros completamente irracionais e descabidos. Quando da industrialização, nos finais do século XVIII, início do século XIX, o operariado inglês, por razões de emprego e salários adoptaram, como forma de luta, a destruição das máquinas industriais, não foi isso que impediu a crescente automatização e mecanização da indústria. Quando em Braga, no princípio do século XX, apareceu o veículo Eléctrico, não foram as manifestações populares religiosas contra “as almas do outro mundo” que fizeram regressar as “parelhas de bestas” para a tração das carruagens. A “Globalização” é uma etapa inelutável de desenvolvimento económico da humanidade que, pode ser mais cruel, desumana, até catastrófica ou pode ser conduzida de forma civilizacional, cultural e socialmente mais justa, dependendo das políticas nacionais que se adoptem e dos Tratados internacionais que se consigam negociar. Uma coisa é certa: a globalização é “IRREVERSÍVEL”. Nesse pressuposto, os países de Democracia Liberal, em vez de se digladiarem, neste processo turbulento e conturbado, à procura de, na confusão, obterem vantagens comparativas momentâneas, vão ter que se juntar e definir, no quadro da “Democracia Liberal”, as Políticas que deverão presidir a este Processo de Globalização, designadamente ao processo de globalização do “mercado de mão-de-obra”, por forma a assegurar e a garantir condições de estabilidade, equilíbrio e defesa das “identidades nacionais”, das suas “democracias liberais” e dos avanços civilizacionais alcançados, isolando, politicamente, todos aqueles que estão a aproveitar a situação para ressuscitar soluções autoritárias do passado ou, ao nível internacional, alimentar ambições imperialistas globais.                Maria Tubucci > Paulo Cardoso: Está provado que as populações brancas foram séculos passados as que mais resistiram à escravatura e à submissão, onde há um branco há revolta. Se conseguirem quebrar o espírito do branco, quebram todas as outras cores. Não quebram, daí que só a guerra o pode eliminar…           Paulo Cardoso > Liberales Semper Erexitque: Porque, na altura a que se refere, os efeitos da porta escancarada não se faziam ainda sentir. O Chega tem muitos defeitos, mas tem também algumas virtudes. Uma delas foi precisamente o abrir caminho para o centro-esquerda (PSD e parte do PS) se descolarem da ideologia da esquerda e da extrema-esquerda).

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