Ao
texto: “Ingleses, portugueses, espanhóis…”
Sobre o texto de JOSÉ MANUEL FERNANDES: “O que as elites políticas ainda não perceberam
sobre imigração”
JOHN MARTINS: Portugal
não precisa de mais discursos sobre Imigração. Precisa de políticas com visão.--- Ignorar o tema não é sinal de
tolerância. É sinal de irresponsabilidade. --- Fingir que tudo é conjuntural é negar que estamos perante uma
mudança estrutural na demografia e identidade europeia. Não se trata de fechar portas. Trata-se de saber quem entra, como
entra e como se constrói uma comunidade. A imigração não é tabu. É desafio. E
quem não o enfrenta, perde o país. António Costa e Silva: Estão a fazer o caminho para a grande guerra civil europeia. Ou
para a submissão dos europeus. Não sabemos qual vai ser a nossa escolha. Maria Tubucci > df: Votos do "novo" povo, como se vê na aliança entre a
esquerda e os islâmicos em França. Esta aliança terminará quando os islâmicos
forem 30% da população, aí começarão a eliminar a concorrência, começando pela
esquerda. Depois teremos um Francistão. Pertinaz: Portugal vai desaparecer… a natalidade transformou-se numa
fatalidade… Afonso
Soares: Jean Marie le Pen disse “um dia
a população europeia branca iria ser substituída por população africana, muçulmana,
indiana, paquistanesa etc, devido à reprodução anormal desses povos para os
padrões europeus. Ninguém ligou e foi apelidado de fascista e outros mimos. Os
seus descendentes já nasceriam europeus mas o eram porque mantinham a sua
cultura, religião, ou seja, não assimilavam a observador censurado: A perda da identidade conduz à morte. Rui Pessoa: Artigo muito interessante. Ninguém em
parte alguma, seja de que cor, religião ou lugar seja, aceita repentinamente a
alteração dos usos, costumes e mesmo da alteração da preponderância da religião
existente. Qualquer alteração de qualquer dessas marcas identitárias poderá
acontecer, mas para não criar tensões só se tais alterações acontecerem a um
ritmo muito lento em que todos se adaptem ao longo de muitos anos, para não
referir muitas gerações. Coxinho: Talvez a princípio as tais elites ignorassem
as reais consequências da política de porta-aberta-faça-favor-de-entrar. Mas
não tardou que começassem a perceber. A verdadeira questão é que se estão
borrifando para o povo que juram defender e cujas opiniões, desprezam. António Lamas: Bom artigo, mas falta se calhar o mais
importante. As também auto consideradas elites (?) da comunicação social também
não percebem. Quer os
jornalistas, quer os comentadores avençados, também não querem perceber. Mas
suas cabecinhas de um neurónio acham que estão a defender a humanidade, quando
na verdade estão a dar cabo dela António Duarte: Curiosamente, também JMF chegou tarde ao
problema e à gravidade que representa (o deslaçamento entre os políticos e as
políticas com os cidadãos em geral), o que apesar de tudo não é péssimo de todo
(apenas mau, mas é positivo). Só um cego não vê que a vinda de indostânicos que
não falam nem querem falar português, e ainda por cima muçulmanos, teria que
impactar na maioria das pessoas! Repare-se que por mim, que sou português “de
sempre”, branco, mas agnóstico, não me assusta a existência de imigrante por si
mesmo, mas assumo por inteiro a minha cultura judaico-cristã e sinto-me amiúde
um estrangeiro no meu país (basta andar na linha verde do metro para isso
acontecer) e isso é intolerável. Uma coisa é a imigração vinda de povos com
laços muito estreitos connosco (cabo Verde, por exemplo), outra do Bangladesh
que muita gente nem sabe onde fica ou sequer que existe. E não, isto não é racismo,
pois que saiba os cabo-verdeanos não são brancos, não é assim? Jorge
Espinha: Enoch Powell tinha razão. Nós vamos pelo mesmo caminho
e de maneira mais acelerada. Vamo-nos tornar num país de estranhos. Mas não há
problema, da mesma maneira que só um racista furioso pode ser contra a
imigração quando os problemas começarem a ser impossíveis de ignorar a culpa será
dos mesmos racistas furiosos. Paulo
Nunes: O que é isto de ser "tarde
demais"? Quando os portugueses originais (de gema, verdadeiros, como
quisermos chamar) forem minoria, alguém acha que irão aceitar ser estranhos na
sua própria terra? O risco é esse e que nos é
difícil imaginar. O que acontecerá na próxima fase, quando o mundo actual se
virar do avesso. É bom que as pessoas comecem a
ver filmes como "Os filhos do homem" para perceberem o potencial
colapso que se aproxima. observador
censurado > observador
censurado: Em 19 Setembro 2025, às 14
horas, presenciei, pela primeira vez, um acontecimento na minha região. Estava
parado num semáforo e viro a cara para a direita. Nem queria acreditar no que estava a ver: em frente a uma casa
comum, dezenas de homens (só homens) ocupavam todo o passeio, de joelhos com a
cabeça para baixo e o rabo para o céu.
Israel Sousa > José
Miguel Pereira: Gostava que o caro assinante,
fosse para a Arábia Saudita praticar o catolicismo, da mesma forma que pode
praticar o islamismo cá! Depois conte-nos como foi! João Das Regras: Excelente artigo, no entanto ainda não aborda o que terá que vir a
ser feito que é a Remigração, não é possível Portugal integrar toda esta gente
e muito menos como quer o Marcelo e o Constitucional as suas famílias, se cada
um dos mais de 1 milhão de imigrantes trouxer mulher e dois filhos teremos o
colapso do SNS e da escola pública como já está a acontecer e a grande onda de
entradas ainda não ocorreu. Portugal terá que não renovar autorizações de
residência a pessoas que não tenham emprego, não se consigam integrar
aprendendo a língua, por ex., o número de imigrantes terá que diminuir. Este
será o próximo debate a fazer, para já é estancar o problema e criar regras
rígidas no acesso à nacionalidade. graça
Dias: HOJE em Portugal (e em muitos
outros países) a extrema esquerda (PS, BE, PCP e Livre), os grupos de
comunicação são um " COMPLEXO INDUSTRIAL " de PROPAGANDA, que nos
leva ao livro de ORVELL 1984.O "Complexo
Industrial" da Propaganda: Faz
DOUTRINAÇÃO intensiva pretende reescrever a História impõe o PENSAMENTO ÚNICO manipula a verdade manipula políticos frágeis em carácter e pensamento, impõe alterações de programas de ENSINO Organizações como a ONU as ONGs (onde
gentinha da extrema esquerda está luxuosamente bem instalada) fazem parte deste
poderoso "COMPLEXO INDUSTRIAL", que condiciona a liberdade e promove
discursos de ódiooo. A FJJPGSG: Exactamente. É isso mesmo. graça
Dias: Caríssimo José Manuel Fernandes:
Um artigo de excelência e relevante pelo tema, que só lamento ser tão tardio. Será que o nosso 1°Ministro Luís Montenegro conhece o professor de estudos clássicos Powell, ou lê o Telegraph
ou outros?... não creio. São inauditos os apelos que Leitão Amaro, 1° Ministro
Luís Montenegro e outros membros do seu governo nos fazem ao HUMANISMO para com
os invasores, mas aquando dos
incêndios, em que milhares de portugueses idosos e não só, se debatiam em
cenários dantescos contra as chamas, enquanto o nosso 1° Ministro Luís
Montenegro não manifestou um réstia de HUMANISMO para com eles. Estava a banhos
e não teve o discernimento nem a dignidade para cancelar a festa do Pontal Coxinho
> Vitor
batista: Ao sr. Marinho recomendo a
consulta, ou mesmo a leitura integral do Alcorão. Talvez assim comece a
compreender por que são os judeus preferíveis aos muçulmanos. Teresa
Figueiredo: Excelente artigo. Por favor
continue a ser uma voz activa neste pobre país de elites politicamente correctas
onde não há coragem de dizer... BASTA! A imigração está a matar a nossa
civilização a nossa cultura... BASTA! Somos portugueses com um passado
histórico rico de valores, cultura e tradições. Se, nada fizermos para estancar
este fluxo de imigração, que o PS permitiu de forma abusiva, estaremos a correr
graves riscos de descaracterização desta Nação. BASTA! Jorge Espinha > Gabriel
Madeira: Calma . Damos-lhes mais 900
anos e depois falamos mais um: Meu caro, já vamos tarde. O cavalo de Tróia
já fez o seu trabalho. Agora é só minorar os estragos. João
Diogo: Excelente
artigo, continuem neste desfasamento entre as elites da CNN, SIC e afins e o
povo e, Ventura, vais ser primeiro ministro de Portugal em breve. Jorge
Espinha > Paulo
Nunes: O tarde
demais talvez seja assim: uma população de velhos contra uma população jovem.
Quem acha que vai ganhar? Eu olho à minha volta e vejo uma enorme quantidade de
Portugueses cuja visão do futuro se limita à reforma. Não trabalham ou
trabalharam para o futuro dos filhos que não tiveram em quantidade suficiente,
trabalharam para a reforma. João
Floriano: O PS
mostra-se tão solícito a votar favoravelmente a nova lei de estrangeiros,
porque na prática fica tudo na mesma. Sobretudo a famosa reunião familiar que
está a ser impingida como uma questão humanitária, vai agravar ainda mais o
problema do excesso de imigração e não é necessário explicar a razão. Grande
parte das «esposas» que vão entrar, sabe-se lá quantas com a ajuda de redes de
tráfico humano, culturalmente não devem trabalhar fora de casa. Economicamente
não vão contribuir mas serão motivo de despesa. E onde estão as creches para as
muitas crianças que vão entrar e as que serão concebidas? E o alojamento? É
impossível que esta lei a ser aplicada não cause problemas sérios.
Descaradamente, estamos a ser substituídos por imigrantes. Descaradamente a
nossa cultura de séculos está a ficar em segundo plano. Descaradamente estamos a
perder o controlo, a autoridade na nossa terra, a entrega o nosso chão a
estrangeiros, a deixar-nos enredar na teia de problemas que eles transportam cá
para dentro. De acordo com o gráfico referente a Portugal, apenas 18% da classe
política considera que os imigrantes têm de se moldar aos nossos costumes,
contra 78% da população. Isto diz bem o afastamento que há entre a classe
política e os que são supostamente por ela representados. Portanto não admira
que partidos como o CHEGA estejam a crescer. É a nossa única esperança. Lourenço
de Almeida: A minha
professora de inglês em 1976 fez-nos ler um texto em que se falava dos
discursos do Enoch Powell, que na altura eram referidos como uma afronta! Agora
inchem!!! Graciete Madeira: De acordo, com este artigo. Luis
Silva > José
Miguel Pereira: Isso é o pitch da esquerdalha,
nomeadamente do Bloco de Esquerda. Uma coisa é virem para trabalhar e irem
embora quando não fazem falta. Assim deveria ser e era assim antigamente. Essa
gente não precisa de se aculturar. Mas se se quiser ir mais além certamente
que eles devem adaptar-se à cultura, saber a língua e a história do país. De
outro modo vão viver em ghetos e causar problemas. Já estão a causar. Paulo
Almeida: Infelizmente
esse estudo do financial times requer assinatura, mas como sempre há um grande
desfasamento entre o que os políticos acham e a percepção do povo. Os partidos
"populistas" falam para o povo, porque sabem ler a sociedade melhor,
é tão simples como isso. E por isso crescem muito rápido. Porque estão a fazer
o que é suposto, que os outros não fazem. Por isso não quiseram referendo à
imigração, pois não queriam ser humilhados por ficar exposta essa
incompetência. O Chega devia forçar novamente um referendo à imigração com várias
perguntas, assim que possível. O PSD ficaria encostado à parede. Se não
aceitasse era a sua morte, se aceitar ainda vai a tempo de limpar um pouco a
sua imagem porque só está lá há 1 ano e meio. Referendo já Manuel
Almeida Gonçalves: Boa
análise, exposta de modo claro e equilibrado. Francisco
Almeida: Além de
já estar preparado para assistir a toda a esquerda até aí a meio do PSD a
defender a liberdade do uso da "burka" em lugares públicos, ainda
espero viver (não sou muito ambicioso) para ver um afegão no Panteão Nacional e
um monumento ao imigrante desconhecido no Parque Papa Francisco. M L: Entre os vários absurdos, está em se dar,
por um prato de lentilhas, a nacionalidade a quem, lá no país deles, esconjuram
outras religiões ou povos. Em Espanha existe uma terra chamada
"Mata Mouros". A ver se a realidade não volta ao Séc 13. Lourenço de Almeida > João
Das Regras: O
problema não é o colapso da escola ou da saúde públicas. A Igreja e os privados
chegam bem para isso, desde que não nos afoguem de impostos e possamos ser nós
a escolher onde nos tratar e educar os nossos filhos. O problema é a nossa
extinção como cultura e como nação se uma praça com o nome de um herói da
reconquista passa a ser um santuário islâmico, como é o Martins Moniz onde
celebrar a carne de porco é considerado ofensivo! Rita
Salgado > Maria
Cordes: Estavam
a fazer coro com os do PS a chamar racista a Pedro Passos Coelho - uma voz
solitária a avisar do terrível erro que estava a ser feito. Komorebi
Hi: As
"elites" apanhadas do que resta das elites, perceberam, meu caro, e o
problema está aí, vale tudo para ter o poder. A táctica virou estratégia para
alcançar o poder, na extrema-esquerda onde está o PS e no PSD que também a
adopta, daí ter sido obrigado a seguir o que o Chega e outros partidos na UE e
a própria Comissão von der Leyen há muito, sem vergonha, defendem sobre a
imigração e sobre a invasão do Islão, um propósito desestabilizador e
destruidor do WEF e dos globalistas. Começou com Blair, Merkel, depois com os
próprios "tories" e Boris, não esquecer o que fez de Londres,
continuando com Sadiq Khan, Costa de Presidente da Câmara de Lisboa, depois PM. Sim é a
táctica da serpente, mas virou estratégia dos socialistas e social-democratas
que são a mesma coisa, no Centrão e hoje, a pergunta que fica, é se é possível
voltar atrás com estes actores políticos que se vendem pelo poder. Londres e
muitas cidades no UK a não podem inverter a marcha sem medidas excepcionais,
Paris e muitas cidades em França na mesma situação, na Bélgica, Alemanha e em
Portugal com uma rapidez de um incêndio, onde os bombeiros chefiados por
oportunistas esperam pelo fogo em vez de fazer contra-fogo. Maria
Tubucci A
FJ: O
argumento é a destruição da sociedade. As elites sabem que sociedades não
miscíveis dão guerra, esse é o seu objectivo, a diminuição da população
mundial. O que é que pensa que é “o fazer diminui a pegada humana no planeta que
as elites “verdes” apregoam! Só não vê quem não quer… JPGSG. Tomem atenção , os portugueses, os
europeus, não querem uma imigração proveniente do Islão . Sim. Do Islão. Por
variadíssimas razões, e não venham com racismos, xenofobias, etc.... Não querem,
e estão no seu direito! Ponto. Eu tbm não quero, e irei penalizar e julgar até
ao fim dos meus dias, os políticos que não respeitarem a vontade dos
portugueses, que é clara. Só não vê, quem não quer. Não ao Islão !!!! É algo
visceral. Luis
Oliveira > Liberales
Semper Erexitque: Os
brasileiros também têm que ser mandados embora. Miguel
Macedo: Europa destruída pelo socialismo sinistro!
E provavelmente irreversível! Uma desgraça! Paulo
Nuno Pato Rosa e Silva Cardoso: Excelente análise de um tema que devia ser
debatido abertamente. Paulo
Silva: JMF fez
bem em referir o caso de Enoch Powell caído em desgraça no pelourinho do
politicamente correcto em 1968. No final da década seguinte, até à queda do muro
de Berlim, há o interessante caso dos ‘magermanes’ na ex-RDA. Trabalhadores
moçambicanos imigrados nesse paraíso socialista contratados em regime de
rotação de 4 anos sujeitos a rigorosas regras disciplinares e alvo de racismo e
preconceito das populações autóctones. Mas disso os camaradas nunca falaram. As
esquerdas só sabem usar os libelos do 'racismo' e da 'xenofobia' para apontar o
dedo às populações dos países ditos capitalistas. observador
censurado: Não sei a que o autor chama
"elites" políticas. Contudo, os dados seguintes relativos a Portugal
que o autor apresenta: a) Quem não concorda que os
imigrantes devem adoptar os costumes do país: políticos: 82 por cento; cidadãos: 28 por cento; b) Quem concorda que os imigrantes devem adoptar os costumes do
país: políticos: 18 por cento; cidadãos: 72 por cento; não deixam margem para
dúvidas: os políticos não representam os portugueses. Consequentemente, devem,
o mais rápido possível, ir para a rua. isabel
ferreira: Obrigada, pela clarividência. Os
moderados foram silenciados, ao longo do tempo, estrategicamente, pelos
partidos do sistema. Num ocidente capitalista que promoveu voluntariamente a
redução da natalidade, vendendo-a como a panaceia do desenvolvimento e bem-estar,
vê-se agora claramente o resultado dessas políticas. A descaracterização da Europa,
cuja população será a médio prazo substituída por outras, de culturas
maioritariamente não laicas, que imporão aos europeus a sua cultura e as suas
leis. A coesão interna começa a perder-se. A utopia da diversidade
cultural, de uma Europa laica, aberta ao mundo, está a deslaçar o cimento que
une as comunidades em torno de interesses e objectivos comuns que asseguram o
seu progresso e a sua sobrevivência, ou seja, a união nos bons e maus momentos. Maria Emília Ranhada Santos: Como sempre, temos de comer e
calar e quando a ditadura estiver com a canga em cima dos nossos ombros, aí
acabou-se tudo! Eu pensava que aqui ainda havia liberdade de expressão, mas
enganei-me! Comentários aqui, só os que se coadunam com a esquerda de serviço! Que
pena! José
Miguel Pereira: Os imigrantes têm a obrigação
estrita de cumprir as nossas leis. Quanto a adoptar os costumes, teremos de os
legislar, porque costumes não constituem obrigação legal. Eu não sou obrigado a
gostar de pezinhos de coentrada, nem de ouvir as esganiçadas do rancho
de Santa Marta de Portuzelo. Por outro lado, gosto de chanfana e do som dos
adufes da Beira Baixa. Carminda
Damiao: Excelente. Esperemos que o
povo, nas próximas eleições, vote no partido que vê a realidade e está disposto
a actuar para que as coisas não descambem mais. jose
basilio O que me chateia é ver séries
inglesas onde agora parece que estamos na África do Sul,.ou seja a agente do
MI6 por exemplo é negra ..a família é toda negra...outra..uma ministra é branca
e o marido é negro..tudo dentro deste estilo..não é ser racista mas houve e há
uma leviandade nisto tudo fruto do wokismo e da esquerda...não tenho já
pachorra para ver séries que eram fantásticas do Reino Unido. joao
lemos: infelizmente toda a Europa
esteve, nos últimos 55 anos, entregue a estranhos, instalados com rendimentos
muito bons , a maioria dos quais já morreu e esteve-se positivamente "cagando"
para as novas gerações. Mario
Figueiredo: Excelente artigo, caro José
Manuel Fernandes. Procurar centrar o debate da imigração naquilo que deveria
ser basilar nas políticas públicas de imigração. O grande problema no entanto é
a latitude no sentido que se atribui à palavra nação, e os problemas reais que
a classe política, bem ou mal, procura resolver com a imigração. De todos esses
problemas, para mim, pessoalmente, o mais desconcertante é a total ausência de
um grande plano nacional de promoção à natalidade, e a sua total substituição
por um projecto de imigração e integração. Com os resultados que se vê. graça
Dias > Vitor
Batista: Caríssimo Vítor Baptista: Concordo
em absoluto. Já no passado no reinado de D. Manuel I cometemos o crime de
expulsar um povo, que contribuiu com o seu conhecimento científico para as
nossas Descobertas, contribuiu com os seus intelectuais para o desenvolvimento
económico e cultural. O povo judeu seria bem-vindo. S N: excelente e muitíssimo pertinente crónica. E não se
trata de um erro de percepção apenas das "elites" políticas e ou
outras, mas de um erro de percepção quase generalizado, pelo menos no discurso. Miguel
Santos > Jacinto
Leite: Ganhou
sim: aumento dos preços das casas; aumento do tempo no acesso a consultas do
SNS; salários baixos porque há quem trabalhe por menos; sem abrigos;
dificuldade no acesso a creches, etc etc... ganhou imenso e no entanto ninguém
é responsabilizado.
pedro dragone: As
"guerras civilizacionais" previnem-se deixando claro que as leis do
país de acolhimento devem prevalecer quando estas sejam incompatíveis com
práticas culturais/religiosas específicas do imigrante. E que quem não concorde
com o princípio pode/deve regressar ao país de origem.
O controlo do fluxo migratório para um país, quer quanto ao número quer quanto
ao perfil de imigrantes, deve ser feito
de forma muito criteriosa em função da satisfação das necessidades específicas
do país como critério principal. A imigração ilegal deve ser
vigorosamente contrariada e reprimida, com recurso, se necessário, a deportação
em massa e perseguição activa das redes criminosas de tráfego humano. Basta pôr
em prática estes dois princípios para resolver o problema da imigração. Pôr em prática as regras e acabar com a
bandalheira das portas abertas são
as palavras chave. Berrar acefalamente que
toda a imigração é má e uma ameaça existencial às nações é que não é caminho. É
uma negação cretina do que tem sido toda a história humana,... desde que o
Sapiens anda à face da terra. Jacinto
Leite: Portugal
não ganha nada com os imigrantes, antes pelo contrário. GateKeeper
> Carlos
Chaves: Pela
"esquerda" e não só, meu caro CC. Todo o centrão alinha pelo mesmo
diapasão e discurso. Poucas ou nenhumas nuances justificam diferenciações, só
aparentes. Felizmente que as cidadãs e os cidadãos Portugueses já perceberam
isso, mesmo que não o manifestem publicamente. Será nas urnas de voto que a
verdade verá a "luz do dia". 2025 e 2026 serão anos - charneira para
a mudança. unknown
unknown > Ana
Torres: Infelizmente
no resto do país tb Joaquim
Rodrigues: O que
aqui está em causa é uma nova etapa do desenvolvimento da humanidade chamada
“globalização”. E esta nova etapa, a
“globalização”, consequência natural da “evolução tecnológica”, em particular
dos “sistemas de mobilidade” de pessoas e bens e dos “sistemas de informação e
comunicação” está a deixar nervosas, não apenas as “oligarquias nacionais”, em
particular aquelas que se movimentam em mercados nacionais/continentais, que
vêem muitos dos seus privilégios ameaçados, mas também de muitos sectores da
sociedade, nomeadamente, os mais desfavorecidos, que passaram a ser vítimas da
concorrência de mão-de-obra a preços obscenos. No
desespero, deitam a mão, de forma demagógica e oportunista, a todo o tipo de
descontentamentos, alguns, absolutamente legítimos, outros completamente
irracionais e descabidos. Quando da
industrialização, nos finais do século XVIII, início do século XIX, o
operariado inglês, por razões de emprego e salários adoptaram, como forma de
luta, a destruição das máquinas industriais, não foi isso que impediu a
crescente automatização e mecanização da indústria.
Quando em Braga, no princípio do século XX, apareceu o veículo
Eléctrico, não foram as manifestações populares religiosas contra “as almas do
outro mundo” que fizeram regressar as “parelhas de bestas” para a tração das
carruagens. A “Globalização” é uma etapa
inelutável de desenvolvimento económico da humanidade que, pode ser mais cruel,
desumana, até catastrófica ou pode ser conduzida de forma civilizacional,
cultural e socialmente mais justa, dependendo das políticas nacionais que se
adoptem e dos Tratados internacionais que se consigam negociar. Uma coisa é certa: a globalização é
“IRREVERSÍVEL”. Nesse pressuposto,
os países de Democracia Liberal, em vez de se digladiarem, neste processo
turbulento e conturbado, à procura de, na confusão, obterem vantagens
comparativas momentâneas, vão ter que se juntar e definir, no quadro da
“Democracia Liberal”, as Políticas que deverão presidir a este Processo de
Globalização, designadamente ao processo de globalização do “mercado de
mão-de-obra”, por forma a assegurar e a garantir condições de estabilidade,
equilíbrio e defesa das “identidades nacionais”, das suas “democracias
liberais” e dos avanços civilizacionais alcançados, isolando, politicamente,
todos aqueles que estão a aproveitar a situação para ressuscitar soluções
autoritárias do passado ou, ao nível internacional, alimentar ambições
imperialistas globais. Maria
Tubucci > Paulo
Cardoso: Está provado que as populações brancas foram séculos
passados as que mais resistiram à escravatura e à submissão, onde há um branco há revolta. Se
conseguirem quebrar o espírito do branco, quebram todas as outras cores. Não
quebram, daí que só a guerra o pode eliminar… Paulo
Cardoso > Liberales
Semper Erexitque: Porque,
na altura a que se refere, os efeitos da porta escancarada não se faziam ainda
sentir. O Chega tem muitos defeitos, mas tem também algumas virtudes. Uma delas
foi precisamente o abrir caminho para o centro-esquerda (PSD e parte do PS) se
descolarem da ideologia da esquerda e da extrema-esquerda).
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