segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Cara destapada

 

Não implica forçosamente transparência do ser a quem ela pertence. No fundo, a questão do “espelho da alma” parece falsa, o pensamento nem sempre se reflecte no rosto, mas a variedade física na questão dos seres humanos, ou outros, ganha dimensão a todos os títulos com o rosto descoberto – tais como as diversas variedades do espaço terreno – animal, vegetal ou mineral, mais o que vai por esse espaço celeste…Nada de tapar o que traz ou leva conhecimento e sabedoria, para mais, que dá prazer contemplar… a maioria das vezes, e onde residem os órgãos dos sentidos principais… Também não gosto das burcas, para mais espelho de uma sociedade malevolamente machista.

A FLOTILHA DA ESQUERDA A PIQUE

Do PS ao BE, a esquerda votou contra a lei que proíbe o rosto tapado nos espaços públicos. É a chamada flotilha da esquerda a pique, a que grita liberdade enquanto defende os opressores.

HELENA MATOS

OBSERVADOR, 19 out. 2025, 00:52150

Esqueçam a Mariana Mortágua e a Sofia Aparício naquela estrambólica viagem marítima para Gaza aonde nunca quiseram chegar e olhem para Rui Tavares durante a discussão no parlamento do projecto de lei que proíbe a ocultação do rosto nos espaços públicos em Portugal.

Rui Tavares, em tom exaltado (parecia um Pedro Pinto em ponto pequeno), grita que é contra as burcas e não só. Também é, vocifera ele, “contra os gajos que são a favor da burca”. Ao ver o estardalhaço é-se levado a pensar: o líder do Livre percebeu, finalmente, a armadilha a que o islamismo-esquerdista conduziu as sociedades ocidentais em geral e a esquerda em particular. Ou então anda insone com o futuro do Livre, um partido que existe em função do PS mas o PS não sabe ao certo qual é sua função, o que manifestamente é de tirar o sono qualquer um. Mas eis que o mesmo homem que gritava que é contra as burcas e “contra os gajos que são a favor da burca” votava pouco depois contra o projecto de lei que proibia precisamente o rosto oculto nos espaços públicos, o que tanto é válido para a burca como para as balaclavas, capacetes e demais trapologia e artefactos para tapar o rosto (chamar-lhe lei da burca é por isso mesmo um erro mas é nesta desfocalização dos problemas que vivemos!)

Voltemos portanto a Rui Tavares a gritar que é contra as burcas para logo em seguida votar a favor delas, uma contradição que, sublinhe-se, está longe de se restringir a um partido de nicho como é o Livre: na passada sexta-feira, do BE ao PS, a esquerda votou em peso contra o projecto de lei que proíbe o rosto oculto nos espaços públicos. Porquê? Porque a lei “está feita com os pés” (Livre); viola o princípio constitucional da liberdade de consciência e religião” e “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida(BE); porque o debate sobre a “utilização da burca” “não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” e problemas como a precariedade das mulheres no mercado de trabalho é que importam (PCP).

Todos estes argumentos soam a falso porque são falsos: se a lei está mal feita (e admito que estará) melhora-se na especialidade como aconteceu a tantas outras leis quiçá até mais mal   concebidas. Quanto à violação da liberdade de religião subjacente à proibição da burca alegada pelo BE é uma falácia e um erro. Falácia porque aquilo que a tolerância face ao uso da burca revela é antes uma cedência excepcional face a um determinado grupo. Na verdade não podemos tolerar alguém com o rosto oculto na rua por razões alegadamente religiosas pela mesma razão que não toleraríamos quem invocasse as suas crenças religiosas para andar nu ou para ver reconhecidos os seus casamentos polígamos. Este argumento lavra também num erro politicamente perigoso (ou será uma opção consciente?) pois ao tolerarmos o uso da burca e do niqab estamos a privilegiar os sectores mais fundamentalistas do Islão.

Depois temos a velha técnica da extrema-esquerda de questionar os direitos e deveres: Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” diz a deputada bloquista que está a substituir Mariana Mortágua, um argumento de absoluta má fé pois não só o Estado é precisamente a instituição que organiza e enquadra num conjunto de regras comuns o modo de vida dos seus nacionais, como aquilo a que a tolerância face ao fundamentalismo islâmico tem conduzido é precisamente à imposição por parte dos radicais de regras que atentam contra a liberdade e os modos de vida dos estados. Por exemplo, quando o estado espanhol excluiu, como aconteceu este ano, a carne de porco dos menus dos refeitórios das escolas públicas de Ceuta e obriga também que seja halal a carne dos outros animais consumidos nessas escolas espanholas — e sublinhe-se que são espanholas — não só não está a defender o modo de vida dos seus cidadãos (e entre eles há certamente quem coma carne de porco e quem não coma) como a deixar que outros imponham os seus modos de vida.

Já sobre o argumentário do PCP de que a utilização da burca “não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” nem vale a pena escrever, mas ainda acrescento que se o PCP quiser perceber o porquê da sua presente irrelevância pode começar por fazer o levantamento de tudo aquilo que considerou não emergente na sociedade portuguesa e depois falamos.

E assim chegamos ao PS. Pedro Delgado Alves declarou que é sua convicção que não há ninguém no Parlamento “que se sinta confortável com a utilização de burca” para logo em seguida votar contra a lei que a proíbe no espaço público. Portanto Pedro Delgado Alves “tavarizou”: é tão contra a burca que não consegue votar a sua proibição! Neste caso não por a lei estar mal feita mas sim porque o debate catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros”. Se Delgado Alves queria evitar que o Chega catapultasse o debate podia ter levado o seu partido a apresentar um projecto de lei sobre este tema. Porque não o fez?

Mas vamos à outra observação de Delgado Alves. Para o parlamentar socialista esta lei pode ter o efeito contrário com “as poucas mulheres que estão obrigadas à utilização da burca em Portugal” a ficarem “trancadas em casa”. Sim, é um risco que algumas mulheres evitem sair (ou saiam de máscara como se fossem eternas doentes de Covid) mas é um risco menor que permitir que usem burca. Porquê? Porque não podemos deixar que os serviços públicos portugueses se transformem num campo de batalha com mulheres que não se identificam, acompanhadas por homens que exigem servir de intermediários.

Temos de ser absolutamente claros nesta matéria sob risco de vermos acontecer nos nossos hospitais, escolas, juntas de freguesia, tribunais… o mesmo que em várias zonas de França. Nos serviços públicos portugueses não pode haver lugar para burcas, nem para atendimentos por equipas só de mulheres, nem homens a falar pelas mulheres. Quanto ao argumento político do vice-presidente da bancada socialista — o debate catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros” — só falha no alvo. Sim, o debate foi catapultado pelo Chega, não tanto para atacar estrangeiros mas sobretudo para explorar as debilidades da esquerda. Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda e Ventura não só não o ignora como o explora.

Tal como a sem vergonha da flotilha dita humanitária ficou exposta quando chegaram as imagens da barbárie grassando pelas ruas de Gaza após a saída das tropas de Israel, com aqueles a quem os flotilheiros chamavam resistentes exibindo-se no seu esplendor facínora, o desastre político desta flotilha que agora atracou no parlamento sobressai na contradição insanável entre a liberdade que as suas palavras defendem e a opressão que os seus votos legitimam. É a chamada flotilha da esquerda a pique.

PARLAMENTO      POLÍTICA      AUTÁRQUICAS 2025      ELEIÇÕES      PS BLOCO DE

COMENTÁRIOS (de 172)

Graça Dias: Caríssima Helena Matos Um relato eloquente sobre os argumentos dos partidos progressistas da extrema esquerda radical e Islâmica. Esta gentinha progressista exibiu um espectáculo deplorável e de muitos paradoxos, porque a mente revolucionária destes progressistas tem pressupostos ideológicos; políticos; históricos; psicológicos; ...e alternativos. Esta gentinha progressista da extrema esquerda radical falsifica valores; mente sobre a História; cria realidades paralelas; entra em delírios de interpretação sobre justiça e direitos humanitários. Em todos eles subsiste uma mente que é uma amálgama de esquizofrenia, com urgência de tratamento a múltiplas dimensões.                 João Floriano: A intervenção de Rui Tavares está a tornar-se um mistério de interpretação do que o careca mais vibrante do Parlamento quis realmente dizer. Eu penso que se enganou e quando deu pelo erro já não foi a tempo de corrigir: «Eu sou contra os gajos que são contra a burka»: parece-me o mais lógico. Em 2021, penso que numas presidenciais, o parlamento encheu-se de beiças vermelhas devido a um comentário que Ventura faz em relação a Marisa Matias. Será que agora vamos ter as deputadas de esquerda todas de burka para marcar posição como em 2021? Algumas até ficariam muito valorizadas. Estou com saudades de Mariana Mortágua no parlamento. Esta franguinha irritante que a está a substituir, convencida da sua importância e do seu papel na salvação do mundo, é simplesmente insuportável. Ainda no seguimento deste assunto, o PS quer ouvir as comunidades que vão ser afectadas. Imagino o que irão dizer. Algo semelhante ao que disse Faranez Keshavjee num aceso debate com Cristina Rodrigues do CHEGA. Inclusive deve ser uma das pessoas consultadas. A atitude do PS retira força e autoridade aos portugueses representados no parlamento. E já agora assisti também a um debate muito agressivo entre Rodrigo Taxa do CHEGA e a brasileira Priscila Valadão sobre a lei dos estrangeiros. Afinal quem é que manda em Portugal? A proibição de burkas é do mais elementar bom senso, não só em termos de igualdade da mulher, como da segurança pública. Proibir uma mulher de mostrar publicamente o seu rosto, é privá-la da sua identidade, do que a distingue. Não faz qualquer sentido que num país democrático europeu se tolerem pessoas de burka, sem percebermos quem se esconde atrás do cortinado. Quando já vários países fora da Europa rejeitam burkas total ou parcialmente, entre os quais a China, a Austrália, a Rússia, o Canadá, a Bósnia e Herzegovina, o Kosovo, o Cazaquistão, o Quirguistão, e Uzbequistão, o Tajiquistão ou o Sri Lanka, quando nove países europeus também já o fazem. França, Alemanha, Bélgica, países Baixos, Dinamarca, Itália, Espanha (Catalunha). Bulgária, a nossa esquerda persiste no politicamente correcto. Sou contra os gajos que votam contra os que são contra as burkas . Espero não me ter enganado como o Rui Tavares. é são «contras» a mais!              Oscar gomes: Vou contar uma história verdadeira acerca da burka: Há uns anos, estava eu no aeroporto de Heathrow e, ao aguardar na sala de espera da TAP do aeroporto, (sem ar condicionado !!!) faziam excepcionalmente 38º, quando um grupo de islâmicos - eles de calção e t shirt a suarem "em bica" com o calor a ofereceram a elas cobertas de burka de tecido negro, espesso, da cabeça aos pés, uma sandwich e uma bebida que elas pegaram comeram e beberam debaixo das vestes sem lhes verem as mãos fazendo-me lembrar de autênticos animais maltratados. Esta cena ficou-me na memória até hoje. Fiquei a pensar como é possível maltratar uma mulher pior que um animal.... E defendem estes esquerdalhos, PS incluído, o direito á igualdade entre homens e mulheres !!! (mas só para os "ocidentais", claro !!!).Aos outros não se aplica. Bando de farsantes...                    Carlos Chaves: Caríssima Helena Matos, mas afinal de onde vem a sua surpresa da esquerda dizer uma coisa e fazer outra? “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” (BE); E esta vindo de quem vem é para rir não é? A esquerda toda ela, desde o PS ao PCP passando pelo BE, LIVRE e PAN, apaparicados pela comunicação social, são os responsáveis pelo nosso atraso, incultura e mediocridade! Ponto final! “Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda (...)” Ainda bem, ainda bem, o que não presta se não for destruído, auto destrói-se!                     P.S. Cara Helena Matos, pergunte lá na redacção/direcção do Observador porque é que ainda não inquiriram o criminoso político sentado no Berlaymont em Bruxelas, sobre o estado em que deixou este país... Lembro-lhe as declarações acertadíssimas de Pedro Passos Coelho e de Ricardo Leão (apesar de socialista). Não acha que estas declarações não podem ficar sem resposta? Afinal que raio de jornalistas são vocês?                 

CONTINUA Cara destapada

Não implica forçosamente transparência do ser a quem ela pertence. No fundo, a questão do “espelho da alma” parece falsa, o pensamento nem sempre se reflecte no rosto, mas a variedade física na questão dos seres humanos, ou outros, ganha dimensão a todos os títulos com o rosto descoberto – tais como as diversas variedades do espaço terreno – animal, vegetal ou mineral, mais o que vai por esse espaço celeste…Nada de tapar o que traz ou leva conhecimento e sabedoria, para mais, que dá prazer contemplar… a maioria das vezes, e onde residem os órgãos dos sentidos principais… Também não gosto das burcas, para mais espelho de uma sociedade malevolamente machista.

A FLOTILHA DA ESQUERDA A PIQUE

Do PS ao BE, a esquerda votou contra a lei que proíbe o rosto tapado nos espaços públicos. É a chamada flotilha da esquerda a pique, a que grita liberdade enquanto defende os opressores.

HELENA MATOS

OBSERVADOR, 19 out. 2025, 00:52150

Esqueçam a Mariana Mortágua e a Sofia Aparício naquela estrambólica viagem marítima para Gaza aonde nunca quiseram chegar e olhem para Rui Tavares durante a discussão no parlamento do projecto de lei que proíbe a ocultação do rosto nos espaços públicos em Portugal.

Rui Tavares, em tom exaltado (parecia um Pedro Pinto em ponto pequeno), grita que é contra as burcas e não só. Também é, vocifera ele, “contra os gajos que são a favor da burca”. Ao ver o estardalhaço é-se levado a pensar: o líder do Livre percebeu, finalmente, a armadilha a que o islamismo-esquerdista conduziu as sociedades ocidentais em geral e a esquerda em particular. Ou então anda insone com o futuro do Livre, um partido que existe em função do PS mas o PS não sabe ao certo qual é sua função, o que manifestamente é de tirar o sono qualquer um. Mas eis que o mesmo homem que gritava que é contra as burcas e “contra os gajos que são a favor da burca” votava pouco depois contra o projecto de lei que proibia precisamente o rosto oculto nos espaços públicos, o que tanto é válido para a burca como para as balaclavas, capacetes e demais trapologia e artefactos para tapar o rosto (chamar-lhe lei da burca é por isso mesmo um erro mas é nesta desfocalização dos problemas que vivemos!)

Voltemos portanto a Rui Tavares a gritar que é contra as burcas para logo em seguida votar a favor delas, uma contradição que, sublinhe-se, está longe de se restringir a um partido de nicho como é o Livre: na passada sexta-feira, do BE ao PS, a esquerda votou em peso contra o projecto de lei que proíbe o rosto oculto nos espaços públicos. Porquê? Porque a lei “está feita com os pés” (Livre); viola o princípio constitucional da liberdade de consciência e religião” e “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida(BE); porque o debate sobre a “utilização da burca” “não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” e problemas como a precariedade das mulheres no mercado de trabalho é que importam (PCP).

Todos estes argumentos soam a falso porque são falsos: se a lei está mal feita (e admito que estará) melhora-se na especialidade como aconteceu a tantas outras leis quiçá até mais mal   concebidas. Quanto à violação da liberdade de religião subjacente à proibição da burca alegada pelo BE é uma falácia e um erro. Falácia porque aquilo que a tolerância face ao uso da burca revela é antes uma cedência excepcional face a um determinado grupo. Na verdade não podemos tolerar alguém com o rosto oculto na rua por razões alegadamente religiosas pela mesma razão que não toleraríamos quem invocasse as suas crenças religiosas para andar nu ou para ver reconhecidos os seus casamentos polígamos. Este argumento lavra também num erro politicamente perigoso (ou será uma opção consciente?) pois ao tolerarmos o uso da burca e do niqab estamos a privilegiar os sectores mais fundamentalistas do Islão.

Depois temos a velha técnica da extrema-esquerda de questionar os direitos e deveres: Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” diz a deputada bloquista que está a substituir Mariana Mortágua, um argumento de absoluta má fé pois não só o Estado é precisamente a instituição que organiza e enquadra num conjunto de regras comuns o modo de vida dos seus nacionais, como aquilo a que a tolerância face ao fundamentalismo islâmico tem conduzido é precisamente à imposição por parte dos radicais de regras que atentam contra a liberdade e os modos de vida dos estados. Por exemplo, quando o estado espanhol excluiu, como aconteceu este ano, a carne de porco dos menus dos refeitórios das escolas públicas de Ceuta e obriga também que seja halal a carne dos outros animais consumidos nessas escolas espanholas — e sublinhe-se que são espanholas — não só não está a defender o modo de vida dos seus cidadãos (e entre eles há certamente quem coma carne de porco e quem não coma) como a deixar que outros imponham os seus modos de vida.

Já sobre o argumentário do PCP de que a utilização da burca “não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” nem vale a pena escrever, mas ainda acrescento que se o PCP quiser perceber o porquê da sua presente irrelevância pode começar por fazer o levantamento de tudo aquilo que considerou não emergente na sociedade portuguesa e depois falamos.

E assim chegamos ao PS. Pedro Delgado Alves declarou que é sua convicção que não há ninguém no Parlamento “que se sinta confortável com a utilização de burca” para logo em seguida votar contra a lei que a proíbe no espaço público. Portanto Pedro Delgado Alves “tavarizou”: é tão contra a burca que não consegue votar a sua proibição! Neste caso não por a lei estar mal feita mas sim porque o debate catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros”. Se Delgado Alves queria evitar que o Chega catapultasse o debate podia ter levado o seu partido a apresentar um projecto de lei sobre este tema. Porque não o fez?

Mas vamos à outra observação de Delgado Alves. Para o parlamentar socialista esta lei pode ter o efeito contrário com “as poucas mulheres que estão obrigadas à utilização da burca em Portugal” a ficarem “trancadas em casa”. Sim, é um risco que algumas mulheres evitem sair (ou saiam de máscara como se fossem eternas doentes de Covid) mas é um risco menor que permitir que usem burca. Porquê? Porque não podemos deixar que os serviços públicos portugueses se transformem num campo de batalha com mulheres que não se identificam, acompanhadas por homens que exigem servir de intermediários.

Temos de ser absolutamente claros nesta matéria sob risco de vermos acontecer nos nossos hospitais, escolas, juntas de freguesia, tribunais… o mesmo que em várias zonas de França. Nos serviços públicos portugueses não pode haver lugar para burcas, nem para atendimentos por equipas só de mulheres, nem homens a falar pelas mulheres. Quanto ao argumento político do vice-presidente da bancada socialista — o debate catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros” — só falha no alvo. Sim, o debate foi catapultado pelo Chega, não tanto para atacar estrangeiros mas sobretudo para explorar as debilidades da esquerda. Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda e Ventura não só não o ignora como o explora.

Tal como a sem vergonha da flotilha dita humanitária ficou exposta quando chegaram as imagens da barbárie grassando pelas ruas de Gaza após a saída das tropas de Israel, com aqueles a quem os flotilheiros chamavam resistentes exibindo-se no seu esplendor facínora, o desastre político desta flotilha que agora atracou no parlamento sobressai na contradição insanável entre a liberdade que as suas palavras defendem e a opressão que os seus votos legitimam. É a chamada flotilha da esquerda a pique.

PARLAMENTO      POLÍTICA      AUTÁRQUICAS 2025      ELEIÇÕES      PS BLOCO DE

COMENTÁRIOS (de 172)

Graça Dias: Caríssima Helena Matos Um relato eloquente sobre os argumentos dos partidos progressistas da extrema esquerda radical e Islâmica. Esta gentinha progressista exibiu um espectáculo deplorável e de muitos paradoxos, porque a mente revolucionária destes progressistas tem pressupostos ideológicos; políticos; históricos; psicológicos; ...e alternativos. Esta gentinha progressista da extrema esquerda radical falsifica valores; mente sobre a História; cria realidades paralelas; entra em delírios de interpretação sobre justiça e direitos humanitários. Em todos eles subsiste uma mente que é uma amálgama de esquizofrenia, com urgência de tratamento a múltiplas dimensões.                 João Floriano: A intervenção de Rui Tavares está a tornar-se um mistério de interpretação do que o careca mais vibrante do Parlamento quis realmente dizer. Eu penso que se enganou e quando deu pelo erro já não foi a tempo de corrigir: «Eu sou contra os gajos que são contra a burka»: parece-me o mais lógico. Em 2021, penso que numas presidenciais, o parlamento encheu-se de beiças vermelhas devido a um comentário que Ventura faz em relação a Marisa Matias. Será que agora vamos ter as deputadas de esquerda todas de burka para marcar posição como em 2021? Algumas até ficariam muito valorizadas. Estou com saudades de Mariana Mortágua no parlamento. Esta franguinha irritante que a está a substituir, convencida da sua importância e do seu papel na salvação do mundo, é simplesmente insuportável. Ainda no seguimento deste assunto, o PS quer ouvir as comunidades que vão ser afectadas. Imagino o que irão dizer. Algo semelhante ao que disse Faranez Keshavjee num aceso debate com Cristina Rodrigues do CHEGA. Inclusive deve ser uma das pessoas consultadas. A atitude do PS retira força e autoridade aos portugueses representados no parlamento. E já agora assisti também a um debate muito agressivo entre Rodrigo Taxa do CHEGA e a brasileira Priscila Valadão sobre a lei dos estrangeiros. Afinal quem é que manda em Portugal? A proibição de burkas é do mais elementar bom senso, não só em termos de igualdade da mulher, como da segurança pública. Proibir uma mulher de mostrar publicamente o seu rosto, é privá-la da sua identidade, do que a distingue. Não faz qualquer sentido que num país democrático europeu se tolerem pessoas de burka, sem percebermos quem se esconde atrás do cortinado. Quando já vários países fora da Europa rejeitam burkas total ou parcialmente, entre os quais a China, a Austrália, a Rússia, o Canadá, a Bósnia e Herzegovina, o Kosovo, o Cazaquistão, o Quirguistão, e Uzbequistão, o Tajiquistão ou o Sri Lanka, quando nove países europeus também já o fazem. França, Alemanha, Bélgica, países Baixos, Dinamarca, Itália, Espanha (Catalunha). Bulgária, a nossa esquerda persiste no politicamente correcto. Sou contra os gajos que votam contra os que são contra as burkas . Espero não me ter enganado como o Rui Tavares. é são «contras» a mais!              Oscar gomes: Vou contar uma história verdadeira acerca da burka: Há uns anos, estava eu no aeroporto de Heathrow e, ao aguardar na sala de espera da TAP do aeroporto, (sem ar condicionado !!!) faziam excepcionalmente 38º, quando um grupo de islâmicos - eles de calção e t shirt a suarem "em bica" com o calor a ofereceram a elas cobertas de burka de tecido negro, espesso, da cabeça aos pés, uma sandwich e uma bebida que elas pegaram comeram e beberam debaixo das vestes sem lhes verem as mãos fazendo-me lembrar de autênticos animais maltratados. Esta cena ficou-me na memória até hoje. Fiquei a pensar como é possível maltratar uma mulher pior que um animal.... E defendem estes esquerdalhos, PS incluído, o direito á igualdade entre homens e mulheres !!! (mas só para os "ocidentais", claro !!!).Aos outros não se aplica. Bando de farsantes...                    Carlos Chaves: Caríssima Helena Matos, mas afinal de onde vem a sua surpresa da esquerda dizer uma coisa e fazer outra? “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” (BE); E esta vindo de quem vem é para rir não é? A esquerda toda ela, desde o PS ao PCP passando pelo BE, LIVRE e PAN, apaparicados pela comunicação social, são os responsáveis pelo nosso atraso, incultura e mediocridade! Ponto final! “Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda (...)” Ainda bem, ainda bem, o que não presta se não for destruído, auto destrói-se!                     P.S. Cara Helena Matos, pergunte lá na redacção/direcção do Observador porque é que ainda não inquiriram o criminoso político sentado no Berlaymont em Bruxelas, sobre o estado em que deixou este país... Lembro-lhe as declarações acertadíssimas de Pedro Passos Coelho e de Ricardo Leão (apesar de socialista). Não acha que estas declarações não podem ficar sem resposta? Afinal que raio de jornalistas são vocês?                 

CONTINUA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A flotilha da esquerda a pique

JPGSG: A esquerda é inimiga de Portugal e dos portugueses. O comunismo é uma doença. Tem de ser erradicada. Os Portugueses vão fazê-lo, e tornar irrelevante, estes Rui Tavares , " intelectuais de pacotilha" Gentalha reles, que nunca produziu rigorosamente nada. Gente que vive sempre há procura de falhas no sistema, nunca procuram soluções. As soluções são sempre , mais impostos para aqueles que trabalham e empreendem. É por isso, que não os respeito.                  Paulo Borges: A esquerda tem mostrado, de forma superlativa, que é uma “zona minada” por intransigência e de defesa em tudo o que não engloba a cultura portuguesa. Portugal não está nos condomínios fechados da elite de esquerda, que teima em dominar de forma irresponsável algumas universidades da capital, doutrinam ao invés de promover uma visão crítica construtiva da sociedade. Caso os partidos da direita tenham a inteligência (parece-me que sim) de trabalharem em conjunto (apesar de divergências saudáveis), conseguiram ser virtuosos e servir o povo e cultura portuguesa durante muitos e bons anos. A virtude está à direita e não à esquerda. O povo português tem um matriz judaico-cristã, é essa a sua essência, que se promova a nossa cultura e que sejamos intransigentes em tudo e todos que não defendam o mesmo. Apenas como nota de rodapé, a escola pública é fundamental para educar o futuro do país, os valores fundamentais da nossa cultura devem ser a base de todo o ensino público, em especial nos primeiros anos de formação. Quem estiver contra estes valores, os nossos valores, deverá ser convidado a regressar ao local de original de partida. A tolerância deverá ser mútua, mas na casa do outro é o outro que dita as regras.                    Rui Lima: Mas o socialismo não é apenas uma doutrina económica é uma visão do homem e do mundo ,a viragem filosófica imposta a sociedade no início dos anos 1980 nunca foi realmente posta em causa, vivemos numa submissão mental, num Estado , que bloqueou as instituições de modo a travar qualquer vontade política que vá contra o seu sentido da história que acreditam conhecer aquilo a que hoje se chama “Estado de direito” assim,a direita ganha eleições mas nunca o poder real. Desde os anos 1980 moldou a justiça e o Estado, impondo leis e ideias que se tornaram intocáveis. Entusiasma-se com a imigração, culpa o racismo pelos seu fracasso .                       maria santos: O PS persiste na esperança de voltar ao poleiro com o VOTO IMIGRANTE. Nós, portugueses,  é que temos de nos sujeitar ao ISLÃO. Os socialistas perderam completamente o senso e a decência.                  Carlos FerreiraAdriano Costa: A "estupidez e a ignorância" dependem sempre do ponto de vista do observador e obviamente para reconhecer isso é preciso alguma humildade que geralmente a esquerda não possui pois parte sempre de uma posição de superioridade moral ou intelectual.                   Manuel Gonçalves > Antonio Melo: Estas coisas têm de ser cortadas à nascença.                      M. Caldas: O que pensar das mulheres deputadas que votaram contra essa Lei? Que as mulheres são mesmo muito más umas para as outras eu já sabia. Só não sabia que eram tanto. Parabéns, Helena. Como sempre, um excelente artigo.                   Gabriel Madeira: Do melhor que já escreveu, sobretudo a alcunha que deu à chefe desaparecida do Bloco Extinto. Passou a ser a "Sem Vergonha"!                   Albino Mendes: A esquerda não nos acrescenta nada de positivo, nunca acrescentou.                     Bailaruco Madeira: Acho muito positivo que, finalmente, depois de décadas de enganos, mentiras e vigarices propagandeadas, a Esquerda Portuguesa esteja em Declínio Inexorável. Abre-se uma Janela de Oportunidade para Portugal.                    Maria Cordes: Ver no face, a cara bonita de uma conhecida, pessoa civilizada, com um lenço preto, amarrado de baixo do queixo, legendado, ando com lenço, se quiser, em protesto contra a proibição da cara tapada, fez-me entender como a esquerda, à moda de Mao ou Estaline, distorceu de tal maneira os neurónios dum cérebro, como os pés das chinesas, há 2 séculos, que qq tipo de compreensão, lhes é negada. Isto no séc. XXI. Expliquem-me, não consigo entender.                    MariaPaula Silva: Muito bom, HM, obrigada por ser a voz que se levanta neste nevoeiro esquizofrénico. Ora bem, a esquerda radical fascista naziista  ditatorial e que é totalmente alérgica ao trabalho, tem que arranjar "bandeiras" pelas quais berrar  para fingir e dar ideia de que estão ocupados com a salvação nacional. O que me faz confusão é esta esquerda radical actual ser tão ignorante, incoerente e contraditória, porque actualmente defendem aquilo que antigamente criticavam.  Porque é que a esquerda não defende as mulheres do seu próprio país?  só as islâmicas é que contam?  A meninas de esquerda querem andar de burka? Já estou a imaginar a Mortágua de burka, talvez não seja má ideia, deixamos de lhe ver os esgares esquizóides de mentirosa compulsiva. Como se diz em bom brasileiro, não há saco.                 p.s. - o governo ir ouvir as partes que, eventualmente, possam sentir-se prejudicadas pela proibição do uso de burka em espaços públicos é uma grandessíssima asneira, só prova que este governo é frouxo, cobarde, não tem coluna vertebral.   E vai dar mau resultado. Quando se faz uma lei sobre o sistema prisional não se vai ouvir a opinião dos reclusos, ou vai?              p.s.2 - Alguém tem que acabar com isto porque está a tornar-se insuportável viver neste clima esquizofrénico. Eu, mulher portuguesa sem burka, já há 2 anos que deixei de sair à noite ou de manhã cedo porque não me sinto segura e vivo há 47 anos num bairro que sempre foi seguro  até há 4 anos.                 Francisco Ramos: Repito o que disse há dias: ser terrorista é uma profissão como outra qualquer, com a pequena diferença que não sabemos exatamente quais os seus patrões. Mas imaginamos. Os terroristas não podem estar no desemprego porque não podendo apresentar a rescisão do contrato de trabalho, não têm direito a subsídio de desemprego, logo têm de se manter permanentemente em atividade. No fundo estamos a assistir a um ataque feroz da cultura muçulmana contra o ocidente. Se bem que o que está em causa não seja a cultura. Já não é a primeira vez que o ocidente é invadido por gentes oriundas daquelas paragens. O lugar é apetecível e oferece algumas vantagens. É um espaço com uma muito menor densidade populacional, logo permite abrigar os muitos milhões que estão excedentários nos países de origem. Tem algumas regiões com um clima aprazível. Tem algum avanço tecnológico. Tem boa gastronomia. O povo restante é submisso e colaborador, não se importando de vir a ser subjugado e ser ele a lavar as casas de banho no futuro. A estupidez ocidental terá, neste caso, a sua manifestação suprema.                  Pedro Pereira: A esquerda segue a sua caminhada para a insignificância e não deve andar na rua a falar com o povo. Esta lei já devia ter sido aprovada à muito tempo, e os argumentos contra invocados pela esquerda são ridículos, e claro que população percebe isso. Quem não está bem em Portugal que se mude. É o que é.                João Mourão: Excelente artigo                       Carminda Damiao: Obrigada Helena Matos por este excelente artigo. Os esquerdistas são loucos e querem fazer dos outros parvos.                        Francisco Fraga: Para além dos argumentos a favor da ilegalidade do rosto tapado em lugares público, há um outro: se uma pessoa assim tapada levar uma arma e com ela ferir ou matar alguém, como é que pode saber-se quem praticou o crime? Ainda que diversas pessoas o tenham visto, se o autor conseguir fugir, nunca mais - ou dificilmente - se vai saber quem o praticou.           Agnelo Furtado: Que dizer? Muito Bem! Helena Matos. Que tristeza ver aquelas mulherzitas no Parlamento. Vivam as Mulheres! Apoiado!                    Manuel Ferreira 21: Brilhante! Santo Domingo a todos.                    Manuel Magalhães: Muito, muito bom! Muitos Parabéns!            AndradeBG: A imposição às populações nacionais das leis islâmicas não é casuistica, mas antes uma estratégia há muito fixada e a ser implementada, nomeadamente pela Irmandade Muçulmana. Os traidores nos diversos parlamentos, comunicação social e governos que apoiam ativamente este acossar de gente na sua própria casa deveriam ser julgados e tratados como traidores em tempo de guerra.               vitor gonçalves > Antonio Melo: Vá a Odivelas que muda logo de opinião!                    Manuel Lisboa: A burka ou máscaras a tapar a cara não resultam de qualquer preceito religioso. O islamismo não obriga as mulheres a andar de rosto tapado na rua. Os véus, algo diferente, eram já usados muito antes da religião muçulmana. Hoje em dia, trata-se de indumentárias existentes em países, cujas leis subalternizam as mulheres. Por outro lado, ocultar o rosto é, indubitavelmente, um risco de segurança, constitui humilhação para as mulheres e viola as tradições portuguesas. Portanto, o que move os socialistas portugueses e satélites de extrema esquerda é a politiquice. Pretendem, apenas, negar ao partido radical de direita do parlamento português uma iniciativa legislativa correcta. Chocante: na anterior legislatura os socialistas não hesitaram em aliar-se parlamentarmente em mais que uma ocasião com esse mesmo agrupamento partidário para obstaculizar os partidos governamentais. A defesa da dignidade feminina não merece esse tipo de acordo. Revelam-se assim forças profundamente retrógradas, quer o partido socialista português quer a extrema esquerda portuguesa, dispostos a tudo sacrificar em nome de sectarismos políticos. Junta-se a este coro reaccionário organizações que clamam defender os direitos humanos em nome da diversidade cultural. Esquecem-se da existência da cultura e hábitos portugueses, que podem ser assim escamoteados no próprio país à luz desses princípios genéricos, que se demonstram obtusos quando aplicados de forma indiscriminada. Levantam-se já, igualmente, nos mesmos sectores políticos ameaças de inconstitucionalidade. Esquece-se essa gente como alguns dos mais pérfidos princípios da agenda woke foram consagrados no regime jurídico português sem ocorrerem dúvidas constitucionais ou sujeitos a algum referendo, sobretudo porque desrespeitam a cultura e tradições portuguesas.                                Carla Nunes: Excelente!                Jorge Barbosa: Toda a esquerdalha anti-democratica, e também os execráveis politicamente correctos que por cobardia lhe está associada, põem a nú ao que vêem. Perdida de vez para os s cidadãos comuns a solucão do socialismo por via revolucionário, por decorrencia dos escabrosos resultados que todos os criminosos regimes comunistas, sem exepcão, conseguiram ( milhões de mortos e pobreza generalizada) o que temos, agora, é a mesma esquerdalha posta a unir-se ao terrorismo muçulmano para destruir as democracias representativas ocidentais. E, em Portugal, agora, a oposicão que está a ser sustentada pela "esquerda" (PCP, BE, LIVRE e PAN) vai ao ponto de colocar-se frontalmente contra a proibicão da burca, um dos mais descarados símbolos do mais primário domínio do homem sobre a mulher. Sinceramente, esta esquerdalha do século 21, é intelectualmente tão nojenta como estúpida. João Floriano > Antonio Melo: Bom dia António! Depende das ruas que frequentamos. Haverá locais onde as burkas são mais notadas do que em outros. Eu acho bem que se legisle sobre este assunto. O problema vai ser aplicar  a lei. A proibição de fumar em certos locais, muitas vezes não é respeitada e quando se chama a atenção arriscamo-nos a uma resposta torta ou pior ainda, agressiva. No entanto as burkas tenderão  a desaparecer com o tempo. Será muito mau se isso não acontecer.              Joaquim Gonçalves: Perfeito!         António Fernandes: Excelente!                       A Sameiro: A Sofia Aparicio "pensou" um dia em ser actriz!!!No Teatro de Cascais  tentou representar a Dama das Camélias,Mas só chegou a meio pois aquilo acabou numa monumental pateada!!!!Não me lembro doutra situação semelhante!!!          observador censurado: Portugal tornou-se um conjunto de gente frouxa. Isto vê-se a todos os níveis, inclusivamente, na ausência de reformas. Hoje, o Partido Socialista Dois (PSD) ocupa o lugar que era do Partido Socialista (PS) e este ocupa o lugar que pertencia à UDP/PSR. Afinal, pessoas que não se querem integrar e que querem continuar a viver como se estivessem no seu país, com valores completamente diferentes dos países ocidentais, não deveriam ser expulsas? Que fazem em Portugal pessoas que usam burca, não falam português, não pretendem vir a falar português e cuja intersecção com a cultura portuguesa/ocidental é o conjunto vazio?              m s: Mas o que fazem as burcas em Portugal? O globalismo é um sucedâneo do marxismo ou é mesmo um marxismo adaptado aos tempos modernos mas que comunga da mesma filosofia, a união dos povos do mundo contra o capitalismo. O curioso é ser o próprio capitalismo a promover este marxismo globalista num processo autofágico pouco inteligente.                    António Costa e Silva: Se não deixassem entrar mouros e mouras, não havia estas questões. Quem é que os quer cá e porquê?                      Eduardo Lopes: Bom dia! Faz alguns anos que fui à Tunísia de férias, acontece que quando fazia as minhas refeições no hotel, por coincidência aparecia um casal com dois miúdos, em que a mãe comia à mão levantando a burca para levar a comida à boca. Será isto que Mariana quer, será isto que o PS quer, será que a esquerda quer agora isto neste país? depois de andar tantos anos a lutar por causas em relação aos direitos das mulheres será? ou não tem mais nada para fazer ou dizer de interessante, que se gaste dinheiro, que todos pagamos para fazer estas tristes figuras no parlamento? A  igualdade não pode nem deve ser uma imposição pelo fanatismo religioso. Como, qualquer sujeito com capacidade média de pensar sabe que deus criado pelo homem, para satisfazer os seus  caprichos. Porque perguntava aquela miúda na Síria. onde ele estava quando as bombas caiam? Porque se mata e assassina de joelhos homens em Gaza?. Preocupa-me a minha liberdade individual  sempre respeitando a dos outros. Mas, pode-se chamar a isto liberdade, quando é imposta por fanatismos religiosos. A minha pergunta para todos aqueles que não tem mais nada para fazer, quando há tanta azeitona para apanhar, porque me obrigam a descalçar e às mulheres a tapar a cabeça quando visito mesquitas? tenhamos pena de todos estas políticos que não sabem o que querem. Contudo, eu sei que pago impostos para os manter lá.               José Lúcio: E o Heteropatriarcado? E a Masculinidade Tóxica? E a Interseccionalidade (seja lá o que isso for...)? E as "desconstruções"? Então camaradas, onde é que ficamos? Decidam-se!!        Vitor Batista > Antonio Melo: Você deve ter pouco mundo, e talvez por isso não sabe do que fala.         Eduardo Silva: Parabéns por mais um excelente artigo a desmistificar a esquerda doida . São artigos certeiros como este que desmascaram e desacreditam toda esta fauna esquerdoide/caviar…          Vitor Batista > Pedra Nussapato: Você usa tudo para atacar o CH , já ninguém o leva a sério.           Manuel Martins> Adriano Costa: Caro, a "cultura do outro" diz-me respeito, se o "outro" vive na minha rua, os filhos vão à mesma escola, ao mesmo hospital, etc. Não quero que no meu país, se possa olhar para o lado sabendo que existem meninas e mulheres que não têm liberdade mínima, que são escravas sexuais de fanáticos violentos. É ignorância sua achar que a burka é só uma peça de roupa. Quantas mulheres já foram espancadss ou mortas porque não a usaram? Vá ao Afeganistão e depois voltamos a falar.               MariaPaula Silva > Antonio Melo: claro que acho, mas não acredito que um governo frouxo liderado por um frouxo amantizado ao PS vá reformar seja o que for. Até agora não fez nada e duvido q faça. Nem coragem tem para esclarecer sobre a  Espirrraviva. E ir ouvir as partes "afectadas"  é um disparate total, como digo acima no meu comentário quando se legisla sobre o regime prisional, vão ouvir a opinião dos reclusos?          Antonio C.: Excelente artigo. Todos os dias torna-se claro quem são aqueles quem têm interesse em defender o País, os nacionais e a sociedade portuguesa e aqueles que apostam na sua destruição. A verdadeira Linha vermelha está traçada!                    graça Dias > Carlos Chaves: Caríssimo Carlos Chaves, bom diaDe leitura obrigatória o artigo de opinião do Professor, Dirigente do Corpo Nacional de Escutas - Pedro Saraiva: Bom Domingo                     Rui Pessoa: A extrema esquerda e outros parceiros que continuem neste caminho até atingirem a irrelevancia ! Alguém acredita que as imigrantes que usam burca se integrarão alguma vez na nossa sociedade ?! Irão certamente integrar guetos . Que se saiba o único país muçulmano onde é obrigatório o uso da burca é no Afeganistão, havendo pois inúmeros países muçulmanos onde tal não acontece. Fica pois provado que não é indispensável o seu uso para que sejam cumpridas as regras da sua religião.             maria santos  “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” (BE)  Errado a todos os títulos, ignorância total em pleno Parlemento ! O Estado impõe e proibe modos de vida no Código Civil, Código Penal, p. ex., e, já que andam de mão no peito, na Constituição. No Penal há um modo de vida proibido, muito, muito antigo, em que o Legislador foi Deus, dado a Moisés nas Tábuas da Lei, além dos demais 9, que o impôs ao Povo Judeu e os Cristãos adoptaram - Não Matarás O PS navega nas mesmas águas, pese embora a ilustre administrativista Alexandra Leitão e Marcelo, catedrático na matéria.          Maria: Não é Portugal que tem que mudar!!! Quem vêm sabe como é, se não se adapta ou está mal, pois regressa para onde estava!! O facto de ser um País dito laico NÃO É UM CAIXOTE. Até os turbante não são admisseis.          graça Dias > Oscar gomes; Só posso concordar. Esta é a ocasião quase única para se alterar a Constituição, mas o flope do governo de Luís Montenegro, não pretende qualquer alteração. O 1° Ministro Luís Montenegro ( uma continuidade do seu antecessor AC), está confortável com uma CONSTITUIÇÃO que foi elaborada sob o pensamento socialista/ marxista/ leninista. Bom final de Domingo                    Oscar gomes > graça Dias; Estamos numa "democracia" em que quem ganha eleições com 38% vai para a oposição. Em Inglaterra segundo o nosso "padrão" de democracia tal não aconteceria. É o partido mais votado que governa (veja-se as ultimas eleições em que o 1ºministro venceu com um valor abaixo deste) e só é derrubado pelo próprio partido. A democracia inglesa com séculos de história, segundo a nossa perspectiva não presta. A nossa democracia, sim, é a verdadeira democracia !!! . Depois queixamo-nos das "golpadas" de alguns politicos como foi o caso de A Costa. O PSD e o Chega estão á espera de quê para mudar esta aberração de Constituição que permite estas e outras golpadas ? Se não for agora duvido que seja em mais alguma altura...              MariaPaula Silva > Antonio Melo: Não sei onde vive e que zonas frequenta, mas há locais onde se vêem muitas como por exemplo Almirante Reis, Martim Moniz e zonas periféricas de Lisboa. Mas, por exemplo, na zona entre Sete Rios  e Entre-Campos  vêem-se de vez em quando, há prédios ao fim da av. das Forças Armadas que estão cheios de islâmicos (até costumam ter os tapetinhos das rezas no rebordo das janelas ou varandas. São poucas, como lhe digo, mas sempre que passo aí, vejo-as. É preciso estarmos atentos aos sinais e o assunto não é assim tão insignificante como diz. Por algum lado tem de se começar. E não concordo que tendam a desaparecer. Por exemplo, em França há 20 anos eu via o que vejo hoje em Lisboa, e não penso que hoje em dia as burkas e os lenços tenham desaparecido em França, antes pelo contrário. Há 20 anos a polémica era os islâmicos insistirem que as suas filhas tinham que ir de véu à escola e depois de muita polémica o governo francês teve q ceder.                     Joana Fernandes: Excelente HM!!! Muito e muito obrigada!!! A esquerda já não sabe o que deve defender nesta área dos direitos das mulheres. Não tem as prioridades definidas!!          Paradigmas Há Muitos! > João Floriano: Fui ver o que o Ruizinho disse e segundo o JN foi  [""Eu não vou gastar um segundo a defender uma coisa contra a qual eu sou, sou contra a burca e, mais ainda, sou contra os gajos que são a favor da burca" - declaração que suscitou reações e interpelações à mesa, pelo uso da expressão "gajos", depois repetida por André Ventura dirigindo-se ao Livre]. Por isso parto do princípio que o Ruizinho não se enganou nas palavras que pronunciou, que eles correspondem ao seu pensamento. Mas se isso é verdade o seu sentido de voto é inexplicável (ele é contra si mesmo?, porquê? claro que pode haver uma explicação profunda mas .. ). Por isso as reacções em vez de serem a propósito do "gajos" deveriam ter sido a propósito do que parece ser uma contradição entre as ideias e acção do Ruizinho. Mas imagino que o Ventura se tenha deixado levar pelo "gajos" porque pensou, se fosse alguém do Chega a dizer isso era indignação mundial durante uma semana, por isso deixa-me aproveitar para marcar uns pontos contra estes "gajos".            Jorge Pereira: A esquerda está sempre a berrar contra a falta de liberdade para as naiores idiotices mas, quando o que está em causa é o medieval islão, a esquerda berra que era o que faltava haver liberdade para as mulheres, ou melhor, para as escravas islamicas.                    GateKeeper: Top 5.          Oscar gomeso > bservador censurado: Eu não diria frouxos. Eu digo castrados !!!          MariaPaula Silva > Paradigmas Há Muitos! Olhe que não deve andar longe da verdade. Deve ter sido isso mesmo. Pode haver uma explicação: primeiro afirmou que era contra convencido que toda a gente ía votar contra a burka, e depois de ver a reacção do resto da esquerda resolveu votar como eles. Pode ser uma coisa assim tão simples quanto isso. Eles não são mentes bafejadas pelo brilhantismo.      graça DiasCarlos Chaves: Caríssimo Carlos Chaves Pertinente o seu comentário. Sobre o " artista" que transfigurou o cenário do nosso país, ao abrir todas as portas ( aéreas, marítimas e terrestres, provocando uma tempestade avassaladora a nível económico e social, com a adicional extinção do SEF, já se comenta nos corredores de Bruxelas sobre as habilidades e os compadrios duvidosos do " artista "                     Humilde Servo: Tem algum jeito, a burca? Acabe-se mas é com essa porcaria e sigamos todos em frente. Não há pachorra para estas tretas.              Maria Emília Ranhada Santos: Não querem ouvir as verdades aqui, nem querem que os portugueses as saibam? Pois bem, publicarei noutro lado onde não haja censura!                        Carla Bochecha: Excelente artigo com coerente desconstrução do argumentário de esquerda.           Paulo Silva > Eduardo Lopes:A Religião passou de ‘ópio do povo’ a ‘heroína dos intelectuais’...

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