Não
implica forçosamente transparência do ser a quem ela pertence. No fundo, a
questão do “espelho da alma” parece falsa, o pensamento nem sempre se reflecte
no rosto, mas a variedade física na questão dos seres humanos, ou outros, ganha
dimensão a todos os títulos com o rosto descoberto – tais como as diversas
variedades do espaço terreno – animal, vegetal ou mineral, mais o que vai por
esse espaço celeste…Nada de tapar o que traz ou leva conhecimento e sabedoria,
para mais, que dá prazer contemplar… a maioria das vezes, e onde residem os
órgãos dos sentidos principais… Também não gosto das burcas, para mais espelho
de uma sociedade malevolamente machista.
A
FLOTILHA DA ESQUERDA A PIQUE
Do PS ao BE,
a esquerda votou contra a lei que proíbe o rosto tapado nos espaços públicos. É
a chamada flotilha da esquerda a pique,
a que grita liberdade enquanto defende os opressores.
HELENA MATOS
OBSERVADOR, 19 out.
2025, 00:52150
Esqueçam
a Mariana Mortágua e a Sofia Aparício naquela estrambólica viagem marítima para
Gaza aonde nunca quiseram chegar e olhem
para Rui Tavares durante a discussão no parlamento do projecto de lei que
proíbe a ocultação do rosto nos espaços públicos em Portugal.
Rui Tavares, em tom exaltado (parecia
um Pedro Pinto em ponto pequeno), grita que é contra as burcas e não só. Também
é, vocifera ele, “contra os gajos que são a favor da burca”. Ao ver o estardalhaço é-se levado a pensar: o
líder do Livre percebeu, finalmente, a armadilha a que o islamismo-esquerdista
conduziu as sociedades ocidentais em geral e a esquerda em particular. Ou
então anda insone com o futuro do Livre, um partido que existe em função do PS mas o PS não sabe ao certo qual é sua
função, o que manifestamente é de tirar o sono qualquer um. Mas eis que o mesmo homem que gritava que
é contra as burcas e “contra os gajos que são a favor da burca” votava
pouco depois contra o projecto de lei que proibia precisamente o rosto oculto
nos espaços públicos, o que
tanto é válido para a burca como para as balaclavas, capacetes e demais
trapologia e artefactos para tapar o rosto (chamar-lhe
lei da burca é por isso mesmo um erro
mas é nesta desfocalização dos problemas que vivemos!)
Voltemos portanto a Rui Tavares a gritar que é contra as burcas para logo em
seguida votar a favor delas, uma contradição que, sublinhe-se, está longe
de se restringir a um partido de nicho como é o Livre: na passada sexta-feira,
do BE ao PS, a esquerda votou em peso contra o projecto de lei que proíbe o
rosto oculto nos espaços públicos. Porquê?
Porque a lei “está feita
com os pés” (Livre); “viola o princípio constitucional da liberdade de
consciência e religião” e “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” (BE); porque o
debate sobre a “utilização da burca”
“não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” e problemas
como a precariedade das mulheres no mercado de trabalho é que importam (PCP).
Todos estes argumentos soam a falso
porque são falsos: se a lei está mal feita (e
admito que estará) melhora-se na especialidade como aconteceu a tantas
outras leis quiçá até mais mal concebidas. Quanto à violação da liberdade de religião subjacente à proibição da burca
alegada pelo BE é uma falácia e um erro. Falácia
porque aquilo que a tolerância face ao uso da burca revela é antes uma cedência
excepcional face a um determinado grupo. Na
verdade não podemos tolerar alguém com o rosto oculto na rua por razões
alegadamente religiosas pela mesma razão que não toleraríamos quem invocasse as
suas crenças religiosas para andar nu ou para ver reconhecidos os seus
casamentos polígamos. Este argumento lavra também num erro
politicamente perigoso (ou será uma
opção consciente?) pois ao
tolerarmos o uso da burca e do niqab estamos a privilegiar os sectores mais fundamentalistas
do Islão.
Depois temos a velha técnica da
extrema-esquerda de questionar os direitos e deveres: “Num país livre, o Estado não deve
impor modos de vida” diz a deputada bloquista que está a substituir Mariana Mortágua, um
argumento de absoluta má fé pois não só o Estado é precisamente a
instituição que organiza e enquadra num conjunto de regras comuns o modo de
vida dos seus nacionais, como aquilo a que a tolerância face ao fundamentalismo
islâmico tem conduzido é precisamente à imposição por parte dos radicais de
regras que atentam contra a liberdade e os modos de vida dos estados. Por
exemplo, quando o estado espanhol
excluiu, como aconteceu este ano, a carne de porco dos menus dos refeitórios
das escolas públicas de Ceuta
e obriga também que seja halal a carne dos outros animais consumidos nessas escolas
espanholas — e sublinhe-se que são espanholas — não só não está a defender o
modo de vida dos seus cidadãos (e entre eles há certamente quem coma carne de
porco e quem não coma) como a deixar que outros imponham os seus modos de vida.
Já sobre o argumentário do PCP de que a
utilização da burca “não é um debate
sobre um problema emergente na nossa sociedade” nem vale a pena
escrever, mas ainda acrescento que se
o PCP quiser perceber o porquê da sua presente irrelevância pode começar por
fazer o levantamento de tudo aquilo que considerou não emergente na sociedade
portuguesa e depois falamos.
E assim chegamos ao PS. Pedro Delgado Alves declarou que é sua convicção que não
há ninguém no Parlamento “que se sinta confortável com a utilização de burca”
para logo em seguida votar contra a
lei que a proíbe no espaço público. Portanto Pedro Delgado Alves
“tavarizou”: é tão contra a burca que
não consegue votar a sua proibição! Neste caso não por a lei estar mal
feita mas sim porque o debate
catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros”. Se Delgado
Alves queria evitar que o Chega catapultasse o debate podia ter levado o seu
partido a apresentar um projecto de lei sobre este tema. Porque não o fez?
Mas vamos à outra observação de Delgado
Alves. Para o parlamentar socialista
esta lei pode ter o efeito contrário com “as poucas mulheres que estão
obrigadas à utilização da burca em Portugal” a ficarem “trancadas em casa”.
Sim, é um risco que algumas mulheres
evitem sair (ou saiam de máscara como se fossem eternas doentes de Covid) mas é
um risco menor que permitir que usem burca. Porquê? Porque não podemos deixar
que os serviços públicos portugueses se transformem num campo de batalha com
mulheres que não se identificam, acompanhadas por homens que exigem servir de
intermediários.
Temos de ser absolutamente claros
nesta matéria sob risco de vermos acontecer nos nossos hospitais, escolas,
juntas de freguesia, tribunais… o mesmo que em várias zonas de França. Nos serviços públicos portugueses não
pode haver lugar para burcas, nem para atendimentos por equipas só de mulheres,
nem homens a falar pelas mulheres. Quanto ao argumento político do
vice-presidente da bancada socialista — o debate catapultado pelo Chega só
pretende “atacar estrangeiros” — só falha no alvo. Sim, o debate foi
catapultado pelo Chega, não tanto para atacar estrangeiros mas sobretudo
para explorar as debilidades da esquerda. Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda e
Ventura não só não o ignora como o explora.
Tal
como a sem vergonha da flotilha dita humanitária ficou exposta quando chegaram
as imagens da barbárie grassando pelas ruas de Gaza após a saída das tropas de
Israel, com aqueles a quem os flotilheiros chamavam resistentes exibindo-se no seu
esplendor facínora, o
desastre político desta flotilha que agora atracou no parlamento sobressai na
contradição insanável entre a liberdade que as suas palavras defendem e a
opressão que os seus votos legitimam. É a chamada flotilha da esquerda a
pique.
PARLAMENTO
POLÍTICA AUTÁRQUICAS 2025 ELEIÇÕES
PS BLOCO DE
COMENTÁRIOS
(de 172)
Graça Dias: Caríssima Helena Matos Um relato eloquente sobre os
argumentos dos partidos progressistas da extrema esquerda radical e Islâmica. Esta
gentinha progressista exibiu um espectáculo deplorável e de muitos paradoxos, porque a mente revolucionária destes progressistas tem
pressupostos ideológicos; políticos; históricos; psicológicos; ...e alternativos. Esta gentinha progressista da extrema esquerda radical falsifica
valores; mente sobre a História; cria realidades paralelas; entra em delírios de
interpretação sobre justiça e direitos humanitários. Em todos eles subsiste uma mente que é uma amálgama de esquizofrenia, com
urgência de tratamento a múltiplas dimensões. João Floriano: A intervenção de Rui Tavares
está a tornar-se um mistério de interpretação do que o careca mais vibrante do
Parlamento quis realmente dizer. Eu penso que se enganou e quando deu pelo erro
já não foi a tempo de corrigir: «Eu sou contra os gajos que são contra a
burka»: parece-me o mais lógico. Em 2021, penso que numas presidenciais, o
parlamento encheu-se de beiças vermelhas devido a um comentário que Ventura faz
em relação a Marisa Matias. Será que agora vamos ter as deputadas de esquerda
todas de burka para marcar posição como em 2021? Algumas até ficariam muito
valorizadas. Estou com saudades de Mariana Mortágua no parlamento. Esta
franguinha irritante que a está a substituir, convencida da sua importância e
do seu papel na salvação do mundo, é simplesmente insuportável. Ainda no
seguimento deste assunto, o PS quer ouvir as comunidades que vão ser afectadas.
Imagino o que irão dizer. Algo semelhante ao que disse Faranez Keshavjee num
aceso debate com Cristina Rodrigues do CHEGA. Inclusive deve ser uma das pessoas
consultadas. A atitude do PS retira força e autoridade aos portugueses
representados no parlamento. E já agora assisti também a um debate muito
agressivo entre Rodrigo Taxa do CHEGA e a brasileira Priscila Valadão sobre a
lei dos estrangeiros. Afinal quem é que manda em Portugal? A proibição de
burkas é do mais elementar bom senso, não só em termos de igualdade da mulher,
como da segurança pública. Proibir uma mulher de mostrar publicamente o seu
rosto, é privá-la da sua identidade, do que a distingue. Não faz qualquer
sentido que num país democrático europeu se tolerem pessoas de burka, sem
percebermos quem se esconde atrás do cortinado. Quando já vários países
fora da Europa rejeitam burkas total ou parcialmente, entre os quais a China,
a Austrália, a Rússia, o Canadá, a Bósnia e Herzegovina, o Kosovo, o
Cazaquistão, o Quirguistão, e Uzbequistão, o Tajiquistão ou o Sri Lanka, quando
nove países europeus também já o fazem. França, Alemanha, Bélgica, países
Baixos, Dinamarca, Itália, Espanha (Catalunha). Bulgária, a nossa esquerda
persiste no politicamente correcto. Sou contra os gajos que votam contra os
que são contra as burkas . Espero não me ter enganado como o Rui Tavares. é são
«contras» a mais! Oscar gomes: Vou contar uma história verdadeira acerca da burka: Há
uns anos, estava eu no aeroporto de Heathrow e, ao aguardar na sala de espera
da TAP do aeroporto, (sem ar condicionado !!!) faziam excepcionalmente 38º,
quando um grupo de islâmicos - eles de calção e t shirt a suarem "em bica"
com o calor a ofereceram a elas cobertas de burka de tecido negro, espesso, da
cabeça aos pés, uma sandwich e uma bebida que elas pegaram comeram e beberam
debaixo das vestes sem lhes verem as mãos fazendo-me lembrar de autênticos
animais maltratados. Esta cena ficou-me na memória até hoje. Fiquei a pensar
como é possível maltratar uma mulher pior que um animal.... E defendem estes
esquerdalhos, PS incluído, o direito á igualdade entre homens e mulheres !!!
(mas só para os "ocidentais", claro !!!).Aos outros não se aplica. Bando
de farsantes... Carlos
Chaves: Caríssima Helena Matos, mas afinal de onde vem a sua surpresa da esquerda
dizer uma coisa e fazer outra? “Num país livre, o Estado não deve impor modos
de vida” (BE); E esta vindo de quem vem é para rir não é? A esquerda toda ela, desde o
PS ao PCP passando pelo BE, LIVRE e PAN, apaparicados pela comunicação social,
são os responsáveis pelo nosso atraso, incultura e mediocridade! Ponto final! “Afinal
esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda (...)” Ainda bem,
ainda bem, o que não presta se não for destruído, auto destrói-se! P.S. Cara Helena Matos, pergunte lá na redacção/direcção
do Observador porque é que ainda não inquiriram o criminoso político sentado no
Berlaymont em Bruxelas, sobre o estado em que deixou este país... Lembro-lhe as
declarações acertadíssimas de Pedro Passos Coelho e de Ricardo Leão (apesar de
socialista). Não acha que estas declarações não podem ficar sem resposta?
Afinal que raio de jornalistas são vocês?
CONTINUA Cara destapada
Não
implica forçosamente transparência do ser a quem ela pertence. No fundo, a
questão do “espelho da alma” parece falsa, o pensamento nem sempre se reflecte
no rosto, mas a variedade física na questão dos seres humanos, ou outros, ganha
dimensão a todos os títulos com o rosto descoberto – tais como as diversas
variedades do espaço terreno – animal, vegetal ou mineral, mais o que vai por esse
espaço celeste…Nada de tapar o que traz ou leva conhecimento e sabedoria, para
mais, que dá prazer contemplar… a maioria das vezes, e onde residem os órgãos
dos sentidos principais… Também não gosto das burcas, para mais espelho de uma
sociedade malevolamente machista.
A
FLOTILHA DA ESQUERDA A PIQUE
Do PS ao BE,
a esquerda votou contra a lei que proíbe o rosto tapado nos espaços públicos. É
a chamada flotilha da esquerda a pique,
a que grita liberdade enquanto defende os opressores.
HELENA MATOS
OBSERVADOR, 19 out.
2025, 00:52150
Esqueçam
a Mariana Mortágua e a Sofia Aparício naquela estrambólica viagem marítima para
Gaza aonde nunca quiseram chegar e olhem
para Rui Tavares durante a discussão no parlamento do projecto de lei que
proíbe a ocultação do rosto nos espaços públicos em Portugal.
Rui Tavares, em tom exaltado (parecia
um Pedro Pinto em ponto pequeno), grita que é contra as burcas e não só. Também
é, vocifera ele, “contra os gajos que são a favor da burca”. Ao ver o estardalhaço é-se levado a pensar: o
líder do Livre percebeu, finalmente, a armadilha a que o islamismo-esquerdista
conduziu as sociedades ocidentais em geral e a esquerda em particular. Ou
então anda insone com o futuro do Livre, um partido que existe em função do PS mas o PS não sabe ao certo qual é sua
função, o que manifestamente é de tirar o sono qualquer um. Mas eis que o mesmo homem que gritava que
é contra as burcas e “contra os gajos que são a favor da burca” votava
pouco depois contra o projecto de lei que proibia precisamente o rosto oculto
nos espaços públicos, o que
tanto é válido para a burca como para as balaclavas, capacetes e demais
trapologia e artefactos para tapar o rosto (chamar-lhe
lei da burca é por isso mesmo um erro
mas é nesta desfocalização dos problemas que vivemos!)
Voltemos portanto a Rui
Tavares a gritar que é
contra as burcas para logo em seguida votar a favor delas, uma contradição
que, sublinhe-se, está longe de se restringir a um partido de nicho como é o
Livre: na passada sexta-feira,
do BE ao PS, a esquerda votou em peso contra o projecto de lei que proíbe o
rosto oculto nos espaços públicos. Porquê?
Porque a lei “está feita
com os pés” (Livre); “viola o princípio constitucional da liberdade de
consciência e religião” e “Num país livre, o Estado não deve impor modos de vida” (BE); porque o
debate sobre a “utilização da burca”
“não é um debate sobre um problema emergente na nossa sociedade” e problemas
como a precariedade das mulheres no mercado de trabalho é que importam (PCP).
Todos estes argumentos soam a falso
porque são falsos: se a lei está mal feita (e
admito que estará) melhora-se na especialidade como aconteceu a tantas
outras leis quiçá até mais mal
concebidas. Quanto à
violação da liberdade de religião subjacente à proibição da burca alegada pelo
BE é uma falácia e um erro. Falácia porque aquilo que a tolerância
face ao uso da burca revela é antes uma cedência excepcional face a um
determinado grupo. Na verdade
não podemos tolerar alguém com o rosto oculto na rua por razões alegadamente
religiosas pela mesma razão que não toleraríamos quem invocasse as suas crenças
religiosas para andar nu ou para ver reconhecidos os seus casamentos polígamos.
Este argumento lavra também num erro politicamente perigoso (ou será uma opção consciente?) pois ao tolerarmos o uso da burca e do
niqab estamos a privilegiar os sectores mais fundamentalistas do Islão.
Depois temos a velha técnica da
extrema-esquerda de questionar os direitos e deveres: “Num país livre, o Estado não deve
impor modos de vida” diz a deputada bloquista que está a substituir Mariana Mortágua, um
argumento de absoluta má fé pois não só o Estado é precisamente a
instituição que organiza e enquadra num conjunto de regras comuns o modo de
vida dos seus nacionais, como aquilo a que a tolerância face ao fundamentalismo
islâmico tem conduzido é precisamente à imposição por parte dos radicais de
regras que atentam contra a liberdade e os modos de vida dos estados. Por
exemplo, quando o estado espanhol
excluiu, como aconteceu este ano, a carne de porco dos menus dos refeitórios
das escolas públicas de Ceuta
e obriga também que seja halal a carne dos outros animais consumidos nessas escolas
espanholas — e sublinhe-se que são espanholas — não só não está a defender o
modo de vida dos seus cidadãos (e entre eles há certamente quem coma carne de
porco e quem não coma) como a deixar que outros imponham os seus modos de vida.
Já sobre o argumentário do PCP de que a
utilização da burca “não é um debate
sobre um problema emergente na nossa sociedade” nem vale a pena
escrever, mas ainda acrescento que se
o PCP quiser perceber o porquê da sua presente irrelevância pode começar por
fazer o levantamento de tudo aquilo que considerou não emergente na sociedade
portuguesa e depois falamos.
E assim chegamos ao PS. Pedro Delgado Alves declarou que é sua convicção que não
há ninguém no Parlamento “que se sinta confortável com a utilização de burca”
para logo em seguida votar contra a
lei que a proíbe no espaço público. Portanto Pedro Delgado Alves
“tavarizou”: é tão contra a burca que
não consegue votar a sua proibição! Neste caso não por a lei estar mal
feita mas sim porque o debate
catapultado pelo Chega só pretende “atacar estrangeiros”. Se Delgado
Alves queria evitar que o Chega catapultasse o debate podia ter levado o seu
partido a apresentar um projecto de lei sobre este tema. Porque não o fez?
Mas vamos à outra observação de Delgado
Alves. Para o parlamentar socialista
esta lei pode ter o efeito contrário com “as poucas mulheres que estão
obrigadas à utilização da burca em Portugal” a ficarem “trancadas em casa”.
Sim, é um risco que algumas mulheres
evitem sair (ou saiam de máscara como se fossem eternas doentes de Covid) mas é
um risco menor que permitir que usem burca. Porquê? Porque não podemos deixar
que os serviços públicos portugueses se transformem num campo de batalha com
mulheres que não se identificam, acompanhadas por homens que exigem servir de
intermediários.
Temos de ser absolutamente claros
nesta matéria sob risco de vermos acontecer nos nossos hospitais, escolas,
juntas de freguesia, tribunais… o mesmo que em várias zonas de França. Nos serviços públicos portugueses não
pode haver lugar para burcas, nem para atendimentos por equipas só de mulheres,
nem homens a falar pelas mulheres. Quanto ao argumento político do
vice-presidente da bancada socialista — o debate catapultado pelo Chega só
pretende “atacar estrangeiros” — só falha no alvo. Sim, o debate foi
catapultado pelo Chega, não tanto para atacar estrangeiros mas sobretudo
para explorar as debilidades da esquerda. Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda e
Ventura não só não o ignora como o explora.
Tal
como a sem vergonha da flotilha dita humanitária ficou exposta quando chegaram
as imagens da barbárie grassando pelas ruas de Gaza após a saída das tropas de
Israel, com aqueles a quem os flotilheiros chamavam resistentes exibindo-se no seu
esplendor facínora, o
desastre político desta flotilha que agora atracou no parlamento sobressai na
contradição insanável entre a liberdade que as suas palavras defendem e a
opressão que os seus votos legitimam. É a chamada flotilha da esquerda a
pique.
PARLAMENTO
POLÍTICA AUTÁRQUICAS 2025 ELEIÇÕES
PS BLOCO DE
COMENTÁRIOS
(de 172)
Graça Dias: Caríssima Helena Matos Um relato eloquente sobre os
argumentos dos partidos progressistas da extrema esquerda radical e Islâmica. Esta
gentinha progressista exibiu um espectáculo deplorável e de muitos paradoxos, porque a mente revolucionária destes progressistas tem
pressupostos ideológicos; políticos; históricos; psicológicos; ...e alternativos. Esta gentinha progressista da extrema esquerda radical falsifica
valores; mente sobre a História; cria realidades paralelas; entra em delírios de
interpretação sobre justiça e direitos humanitários. Em todos eles subsiste uma mente que é uma amálgama de esquizofrenia, com
urgência de tratamento a múltiplas dimensões. João Floriano: A intervenção de Rui Tavares
está a tornar-se um mistério de interpretação do que o careca mais vibrante do
Parlamento quis realmente dizer. Eu penso que se enganou e quando deu pelo erro
já não foi a tempo de corrigir: «Eu sou contra os gajos que são contra a
burka»: parece-me o mais lógico. Em 2021, penso que numas presidenciais, o
parlamento encheu-se de beiças vermelhas devido a um comentário que Ventura faz
em relação a Marisa Matias. Será que agora vamos ter as deputadas de esquerda
todas de burka para marcar posição como em 2021? Algumas até ficariam muito
valorizadas. Estou com saudades de Mariana Mortágua no parlamento. Esta
franguinha irritante que a está a substituir, convencida da sua importância e
do seu papel na salvação do mundo, é simplesmente insuportável. Ainda no
seguimento deste assunto, o PS quer ouvir as comunidades que vão ser afectadas.
Imagino o que irão dizer. Algo semelhante ao que disse Faranez Keshavjee num
aceso debate com Cristina Rodrigues do CHEGA. Inclusive deve ser uma das pessoas
consultadas. A atitude do PS retira força e autoridade aos portugueses
representados no parlamento. E já agora assisti também a um debate muito
agressivo entre Rodrigo Taxa do CHEGA e a brasileira Priscila Valadão sobre a
lei dos estrangeiros. Afinal quem é que manda em Portugal? A proibição de
burkas é do mais elementar bom senso, não só em termos de igualdade da mulher,
como da segurança pública. Proibir uma mulher de mostrar publicamente o seu
rosto, é privá-la da sua identidade, do que a distingue. Não faz qualquer
sentido que num país democrático europeu se tolerem pessoas de burka, sem
percebermos quem se esconde atrás do cortinado. Quando já vários países
fora da Europa rejeitam burkas total ou parcialmente, entre os quais a China,
a Austrália, a Rússia, o Canadá, a Bósnia e Herzegovina, o Kosovo, o
Cazaquistão, o Quirguistão, e Uzbequistão, o Tajiquistão ou o Sri Lanka, quando
nove países europeus também já o fazem. França, Alemanha, Bélgica, países
Baixos, Dinamarca, Itália, Espanha (Catalunha). Bulgária, a nossa esquerda
persiste no politicamente correcto. Sou contra os gajos que votam contra os
que são contra as burkas . Espero não me ter enganado como o Rui Tavares. é são
«contras» a mais! Oscar gomes: Vou contar uma história verdadeira acerca da burka: Há
uns anos, estava eu no aeroporto de Heathrow e, ao aguardar na sala de espera
da TAP do aeroporto, (sem ar condicionado !!!) faziam excepcionalmente 38º,
quando um grupo de islâmicos - eles de calção e t shirt a suarem "em bica"
com o calor a ofereceram a elas cobertas de burka de tecido negro, espesso, da
cabeça aos pés, uma sandwich e uma bebida que elas pegaram comeram e beberam
debaixo das vestes sem lhes verem as mãos fazendo-me lembrar de autênticos
animais maltratados. Esta cena ficou-me na memória até hoje. Fiquei a pensar
como é possível maltratar uma mulher pior que um animal.... E defendem estes
esquerdalhos, PS incluído, o direito á igualdade entre homens e mulheres !!!
(mas só para os "ocidentais", claro !!!).Aos outros não se aplica.
Bando de farsantes... Carlos
Chaves: Caríssima Helena Matos, mas afinal de onde vem a sua surpresa da esquerda
dizer uma coisa e fazer outra? “Num país livre, o Estado não deve impor modos
de vida” (BE); E esta vindo de quem vem é para rir não é? A esquerda toda ela, desde o
PS ao PCP passando pelo BE, LIVRE e PAN, apaparicados pela comunicação social,
são os responsáveis pelo nosso atraso, incultura e mediocridade! Ponto final!
“Afinal esta geringonça islamo-esquerdista vai estraçalhar a esquerda (...)”
Ainda bem, ainda bem, o que não presta se não for destruído, auto
destrói-se! P.S. Cara Helena Matos, pergunte lá na redacção/direcção
do Observador porque é que ainda não inquiriram o criminoso político sentado no
Berlaymont em Bruxelas, sobre o estado em que deixou este país... Lembro-lhe as
declarações acertadíssimas de Pedro Passos Coelho e de Ricardo Leão (apesar de
socialista). Não acha que estas declarações não podem ficar sem resposta?
Afinal que raio de jornalistas são vocês?
CONTINUA
CONTINUAÇÃO
DOS COMENTÁRIOS
Ao texto
A flotilha da esquerda a pique
JPGSG: A esquerda é inimiga de
Portugal e dos portugueses. O comunismo é uma doença. Tem de ser erradicada. Os
Portugueses vão fazê-lo, e tornar irrelevante, estes Rui Tavares , "
intelectuais de pacotilha" Gentalha reles, que nunca produziu
rigorosamente nada. Gente que vive sempre há procura de falhas no sistema,
nunca procuram soluções. As soluções são sempre , mais impostos para aqueles
que trabalham e empreendem. É por isso, que não os respeito. Paulo
Borges: A esquerda tem mostrado, de forma superlativa, que é uma “zona minada” por
intransigência e de defesa em tudo o que não engloba a cultura portuguesa.
Portugal não está nos condomínios fechados da elite de esquerda, que teima em
dominar de forma irresponsável algumas universidades da capital, doutrinam ao
invés de promover uma visão crítica construtiva da sociedade. Caso os partidos
da direita tenham a inteligência (parece-me que sim) de trabalharem em conjunto
(apesar de divergências saudáveis), conseguiram ser virtuosos e servir o povo e
cultura portuguesa durante muitos e bons anos. A virtude está à direita e não à
esquerda. O povo português tem um matriz judaico-cristã, é essa a sua essência,
que se promova a nossa cultura e que sejamos intransigentes em tudo e todos que
não defendam o mesmo. Apenas como nota de rodapé, a escola pública é
fundamental para educar o futuro do país, os valores fundamentais da nossa
cultura devem ser a base de todo o ensino público, em especial nos primeiros
anos de formação. Quem estiver contra estes valores, os nossos valores, deverá
ser convidado a regressar ao local de original de partida. A tolerância deverá
ser mútua, mas na casa do outro é o outro que dita as regras. Rui Lima:
Mas o socialismo
não é apenas uma doutrina económica é uma visão do homem e do mundo ,a viragem
filosófica imposta a sociedade no início dos anos 1980 nunca foi realmente
posta em causa, vivemos numa submissão mental, num Estado , que bloqueou as
instituições de modo a travar qualquer vontade política que vá contra o seu
sentido da história que acreditam conhecer aquilo a que hoje se chama “Estado
de direito” assim,a direita ganha eleições mas nunca o poder real. Desde os
anos 1980 moldou a justiça e o Estado, impondo leis e ideias que se tornaram
intocáveis. Entusiasma-se com a imigração, culpa o racismo pelos seu fracasso . maria
santos: O PS persiste na esperança de voltar ao poleiro com o VOTO IMIGRANTE. Nós,
portugueses, é que temos de nos sujeitar
ao ISLÃO. Os socialistas perderam completamente o senso e a decência. Carlos
FerreiraAdriano
Costa: A "estupidez e a ignorância" dependem sempre do ponto de vista do
observador e obviamente para reconhecer isso é preciso alguma humildade que
geralmente a esquerda não possui pois parte sempre de uma posição de
superioridade moral ou intelectual. Manuel
Gonçalves > Antonio
Melo: Estas coisas têm de ser cortadas à nascença. M. Caldas:
O que pensar das
mulheres deputadas que votaram contra essa Lei? Que as mulheres são mesmo muito
más umas para as outras eu já sabia. Só não sabia que eram tanto. Parabéns,
Helena. Como sempre, um excelente artigo. Gabriel
Madeira: Do melhor que já escreveu, sobretudo a alcunha que deu à chefe desaparecida
do Bloco Extinto. Passou a ser a "Sem Vergonha"! Albino
Mendes: A esquerda não nos acrescenta nada de positivo, nunca acrescentou. Bailaruco
Madeira: Acho muito positivo que, finalmente, depois de décadas de enganos, mentiras
e vigarices propagandeadas, a Esquerda Portuguesa esteja em Declínio
Inexorável. Abre-se uma Janela de Oportunidade para Portugal. Maria Cordes: Ver no face, a cara bonita de
uma conhecida, pessoa civilizada, com um lenço preto, amarrado de baixo do
queixo, legendado, ando com lenço, se quiser, em protesto contra a proibição da
cara tapada, fez-me entender como a esquerda, à moda de Mao ou Estaline,
distorceu de tal maneira os neurónios dum cérebro, como os pés das chinesas, há
2 séculos, que qq tipo de compreensão, lhes é negada. Isto no séc. XXI.
Expliquem-me, não consigo entender. MariaPaula
Silva: Muito bom, HM, obrigada por ser a voz que se levanta neste nevoeiro
esquizofrénico. Ora bem, a esquerda radical fascista naziista ditatorial
e que é totalmente alérgica ao trabalho, tem que arranjar "bandeiras"
pelas quais berrar para fingir e dar ideia de que estão ocupados com a
salvação nacional. O que me faz confusão é esta esquerda radical actual ser tão
ignorante, incoerente e contraditória, porque actualmente defendem aquilo que
antigamente criticavam. Porque é que a esquerda não defende as mulheres
do seu próprio país? só as islâmicas é que contam? A meninas de
esquerda querem andar de burka? Já estou a imaginar a Mortágua de burka, talvez
não seja má ideia, deixamos de lhe ver os esgares esquizóides de mentirosa
compulsiva. Como se diz em bom brasileiro, não há saco. p.s. - o governo ir ouvir as
partes que, eventualmente, possam sentir-se prejudicadas pela proibição do uso
de burka em espaços públicos é uma grandessíssima asneira, só prova que este
governo é frouxo, cobarde, não tem coluna vertebral. E vai dar mau
resultado. Quando se faz uma lei sobre o sistema prisional não se vai ouvir a
opinião dos reclusos, ou vai?
p.s.2 - Alguém tem que acabar com isto porque está a
tornar-se insuportável viver neste clima esquizofrénico. Eu, mulher portuguesa
sem burka, já há 2 anos que deixei de sair à noite ou de manhã cedo porque não
me sinto segura e vivo há 47 anos num bairro que sempre foi seguro até há
4 anos. Francisco
Ramos: Repito o que disse há dias: ser terrorista é uma profissão como outra qualquer,
com a pequena diferença que não sabemos exatamente quais os seus patrões. Mas
imaginamos. Os terroristas não podem estar no desemprego porque não podendo
apresentar a rescisão do contrato de trabalho, não têm direito a subsídio de
desemprego, logo têm de se manter permanentemente em atividade. No fundo
estamos a assistir a um ataque feroz da cultura muçulmana contra o ocidente. Se
bem que o que está em causa não seja a cultura. Já não é a primeira vez que o
ocidente é invadido por gentes oriundas daquelas paragens. O lugar é apetecível
e oferece algumas vantagens. É um espaço com uma muito menor densidade
populacional, logo permite abrigar os muitos milhões que estão excedentários
nos países de origem. Tem algumas regiões com um clima aprazível. Tem algum
avanço tecnológico. Tem boa gastronomia. O povo restante é submisso e
colaborador, não se importando de vir a ser subjugado e ser ele a lavar as
casas de banho no futuro. A estupidez ocidental terá, neste caso, a sua
manifestação suprema. Pedro Pereira: A esquerda segue a sua
caminhada para a insignificância e não deve andar na rua a falar com o povo.
Esta lei já devia ter sido aprovada à muito tempo, e os argumentos contra
invocados pela esquerda são ridículos, e claro que população percebe isso. Quem
não está bem em Portugal que se mude. É o que é. João Mourão: Excelente artigo Carminda
Damiao: Obrigada Helena Matos por este excelente artigo. Os esquerdistas são loucos
e querem fazer dos outros parvos. Francisco
Fraga: Para além dos argumentos a favor da ilegalidade do rosto tapado em lugares
público, há um outro: se uma pessoa assim tapada levar uma arma e com ela ferir
ou matar alguém, como é que pode saber-se quem praticou o crime? Ainda que
diversas pessoas o tenham visto, se o autor conseguir fugir, nunca mais - ou
dificilmente - se vai saber quem o praticou. Agnelo Furtado: Que dizer? Muito Bem! Helena
Matos. Que tristeza ver aquelas mulherzitas no Parlamento. Vivam as Mulheres!
Apoiado! Manuel
Ferreira 21: Brilhante! Santo Domingo a todos. Manuel
Magalhães: Muito, muito bom! Muitos Parabéns! AndradeBG: A imposição às populações
nacionais das leis islâmicas não é casuistica, mas antes uma estratégia há
muito fixada e a ser implementada, nomeadamente pela Irmandade Muçulmana. Os
traidores nos diversos parlamentos, comunicação social e governos que apoiam
ativamente este acossar de gente na sua própria casa deveriam ser julgados e
tratados como traidores em tempo de guerra. vitor
gonçalves > Antonio
Melo: Vá a Odivelas que muda logo de opinião! Manuel
Lisboa: A burka ou máscaras a tapar a cara não resultam de qualquer preceito
religioso. O islamismo não obriga as mulheres a andar de rosto tapado na rua.
Os véus, algo diferente, eram já usados muito antes da religião muçulmana. Hoje
em dia, trata-se de indumentárias existentes em países, cujas leis
subalternizam as mulheres. Por outro lado, ocultar o rosto é, indubitavelmente,
um risco de segurança, constitui humilhação para as mulheres e viola as
tradições portuguesas. Portanto, o que move os socialistas portugueses e
satélites de extrema esquerda é a politiquice. Pretendem, apenas, negar ao
partido radical de direita do parlamento português uma iniciativa legislativa
correcta. Chocante: na anterior legislatura os socialistas não hesitaram em
aliar-se parlamentarmente em mais que uma ocasião com esse mesmo agrupamento
partidário para obstaculizar os partidos governamentais. A defesa da dignidade
feminina não merece esse tipo de acordo. Revelam-se assim forças profundamente
retrógradas, quer o partido socialista português quer a extrema esquerda
portuguesa, dispostos a tudo sacrificar em nome de sectarismos políticos.
Junta-se a este coro reaccionário organizações que clamam defender os direitos
humanos em nome da diversidade cultural. Esquecem-se da existência da cultura e
hábitos portugueses, que podem ser assim escamoteados no próprio país à luz
desses princípios genéricos, que se demonstram obtusos quando aplicados de
forma indiscriminada. Levantam-se já, igualmente, nos mesmos sectores políticos
ameaças de inconstitucionalidade. Esquece-se essa gente como alguns dos mais
pérfidos princípios da agenda woke foram
consagrados no regime jurídico português sem ocorrerem dúvidas constitucionais
ou sujeitos a algum referendo, sobretudo porque desrespeitam a cultura e
tradições portuguesas. Carla Nunes: Excelente! Jorge
Barbosa: Toda a esquerdalha
anti-democratica, e também os execráveis politicamente correctos que por
cobardia lhe está associada, põem a nú ao que vêem. Perdida de vez para os s
cidadãos comuns a solucão do socialismo por via revolucionário, por decorrencia
dos escabrosos resultados que todos os criminosos regimes comunistas, sem
exepcão, conseguiram ( milhões de mortos e pobreza generalizada) o que temos,
agora, é a mesma esquerdalha posta a unir-se ao terrorismo muçulmano para
destruir as democracias representativas ocidentais. E, em Portugal, agora, a
oposicão que está a ser sustentada pela "esquerda" (PCP, BE, LIVRE e
PAN) vai ao ponto de colocar-se frontalmente contra a proibicão da burca, um
dos mais descarados símbolos do mais primário domínio do homem sobre a mulher.
Sinceramente, esta esquerdalha do século 21, é intelectualmente tão nojenta
como estúpida. João Floriano > Antonio
Melo: Bom dia António! Depende das ruas que frequentamos. Haverá locais onde as
burkas são mais notadas do que em outros. Eu acho bem que se legisle sobre este
assunto. O problema vai ser aplicar a lei. A proibição de fumar em certos
locais, muitas vezes não é respeitada e quando se chama a atenção arriscamo-nos
a uma resposta torta ou pior ainda, agressiva. No entanto as burkas
tenderão a desaparecer com o tempo. Será muito mau se isso não acontecer. Joaquim
Gonçalves: Perfeito! António
Fernandes: Excelente! A Sameiro: A Sofia Aparicio "pensou" um dia em ser
actriz!!!No Teatro de Cascais tentou representar a Dama das Camélias,Mas
só chegou a meio pois aquilo acabou numa monumental pateada!!!!Não me lembro
doutra situação semelhante!!! observador
censurado: Portugal
tornou-se um conjunto de gente frouxa. Isto vê-se a todos os níveis,
inclusivamente, na ausência de reformas. Hoje, o Partido Socialista Dois (PSD)
ocupa o lugar que era do Partido Socialista (PS) e este ocupa o lugar que
pertencia à UDP/PSR. Afinal, pessoas que não se querem integrar e que querem
continuar a viver como se estivessem no seu país, com valores completamente
diferentes dos países ocidentais, não deveriam ser expulsas? Que fazem em
Portugal pessoas que usam burca, não falam português, não pretendem vir a falar
português e cuja intersecção com a cultura portuguesa/ocidental é o conjunto vazio?
m s: Mas
o que fazem as burcas em Portugal? O globalismo é um sucedâneo do marxismo ou é
mesmo um marxismo adaptado aos tempos modernos mas que comunga da mesma
filosofia, a união dos povos do mundo contra o capitalismo. O curioso é ser o
próprio capitalismo a promover este marxismo globalista num processo autofágico
pouco inteligente. António
Costa e Silva: Se não
deixassem entrar mouros e mouras, não havia estas questões. Quem é que os quer
cá e porquê? Eduardo
Lopes: Bom dia! Faz alguns anos que fui à
Tunísia de férias, acontece que quando fazia as minhas refeições no hotel, por
coincidência aparecia um casal com dois miúdos, em que a mãe comia à mão
levantando a burca para levar a comida à boca. Será isto que Mariana quer, será
isto que o PS quer, será que a esquerda quer agora isto neste país? depois de
andar tantos anos a lutar por causas em relação aos direitos das mulheres será?
ou não tem mais nada para fazer ou dizer de interessante, que se gaste
dinheiro, que todos pagamos para fazer estas tristes figuras no parlamento?
A igualdade não pode nem deve ser uma imposição pelo fanatismo religioso.
Como, qualquer sujeito com capacidade média de pensar sabe que deus criado pelo
homem, para satisfazer os seus caprichos. Porque perguntava aquela miúda
na Síria. onde ele estava quando as bombas caiam? Porque se mata e assassina de
joelhos homens em Gaza?. Preocupa-me a minha liberdade individual sempre
respeitando a dos outros. Mas, pode-se chamar a isto liberdade, quando é
imposta por fanatismos religiosos. A minha pergunta para todos aqueles que não
tem mais nada para fazer, quando há tanta azeitona para apanhar, porque me
obrigam a descalçar e às mulheres a tapar a cabeça quando visito mesquitas?
tenhamos pena de todos estas políticos que não sabem o que querem. Contudo, eu
sei que pago impostos para os manter lá. José
Lúcio: E o Heteropatriarcado? E a Masculinidade Tóxica? E a Interseccionalidade
(seja lá o que isso for...)? E as "desconstruções"? Então camaradas,
onde é que ficamos? Decidam-se!! Vitor
Batista > Antonio
Melo:
Você deve ter
pouco mundo, e talvez por isso não sabe do que fala. Eduardo Silva: Parabéns por mais um excelente
artigo a desmistificar a esquerda doida . São artigos certeiros como este que
desmascaram e desacreditam toda esta fauna esquerdoide/caviar… Vitor Batista > Pedra
Nussapato: Você usa tudo para atacar o CH , já ninguém o leva a sério. Manuel Martins> Adriano
Costa: Caro, a "cultura do outro" diz-me respeito, se o
"outro" vive na minha rua, os filhos vão à mesma escola, ao mesmo
hospital, etc. Não quero que no meu país, se possa olhar para o lado sabendo
que existem meninas e mulheres que não têm liberdade mínima, que são escravas
sexuais de fanáticos violentos. É ignorância sua achar que a burka é só uma
peça de roupa. Quantas mulheres já foram espancadss ou mortas porque não a
usaram? Vá ao Afeganistão e depois voltamos a falar. MariaPaula
Silva > Antonio
Melo: claro que acho, mas não acredito que um governo frouxo liderado por um
frouxo amantizado ao PS vá reformar seja o que for. Até agora não fez nada e
duvido q faça. Nem coragem tem para esclarecer sobre a Espirrraviva. E ir
ouvir as partes "afectadas" é um disparate total, como digo
acima no meu comentário quando se legisla sobre o regime prisional, vão ouvir a
opinião dos reclusos? Antonio
C.: Excelente artigo. Todos os dias torna-se claro quem são aqueles quem têm
interesse em defender o País, os nacionais e a sociedade portuguesa e aqueles
que apostam na sua destruição. A verdadeira Linha vermelha está traçada! graça
Dias > Carlos
Chaves: Caríssimo Carlos Chaves, bom diaDe leitura obrigatória o artigo de opinião
do Professor, Dirigente do Corpo Nacional de Escutas - Pedro
Saraiva: Bom Domingo Rui
Pessoa: A extrema esquerda e outros parceiros que continuem neste caminho até
atingirem a irrelevancia ! Alguém acredita que as imigrantes que usam burca se
integrarão alguma vez na nossa sociedade ?! Irão certamente integrar guetos .
Que se saiba o único país muçulmano onde é obrigatório o uso da burca é no
Afeganistão, havendo pois inúmeros países muçulmanos onde tal não acontece.
Fica pois provado que não é indispensável o seu uso para que sejam cumpridas as
regras da sua religião. maria
santos “Num país livre, o Estado não deve
impor modos de vida” (BE) Errado a todos os
títulos, ignorância total em pleno
Parlemento ! O Estado impõe e proibe modos de vida no
Código Civil, Código Penal, p. ex., e, já que andam de mão no peito, na
Constituição. No Penal há um modo de vida
proibido, muito, muito antigo, em que o Legislador foi Deus, dado a
Moisés nas Tábuas da Lei, além dos demais 9, que o impôs ao Povo Judeu e os
Cristãos adoptaram - Não Matarás O PS navega nas mesmas águas, pese embora a
ilustre administrativista Alexandra Leitão e Marcelo, catedrático na matéria. Maria: Não é Portugal que tem que
mudar!!! Quem vêm sabe como é, se não se adapta ou está mal, pois regressa para
onde estava!! O facto de ser um País dito laico NÃO É UM CAIXOTE. Até os
turbante não são admisseis. graça
Dias > Oscar
gomes; Só posso concordar. Esta é a ocasião quase única para se alterar a
Constituição, mas o flope do governo de Luís Montenegro, não pretende qualquer
alteração. O 1° Ministro Luís Montenegro ( uma continuidade do seu antecessor
AC), está confortável com uma CONSTITUIÇÃO que foi elaborada sob o pensamento socialista/
marxista/ leninista. Bom final de Domingo Oscar
gomes > graça
Dias; Estamos numa "democracia" em que quem ganha eleições com 38% vai
para a oposição. Em Inglaterra segundo o nosso "padrão" de democracia
tal não aconteceria. É o partido mais votado que governa (veja-se as ultimas
eleições em que o 1ºministro venceu com um valor abaixo deste) e só é derrubado
pelo próprio partido. A democracia inglesa com séculos de história, segundo a
nossa perspectiva não presta. A nossa democracia, sim, é a verdadeira
democracia !!! . Depois queixamo-nos das "golpadas" de alguns
politicos como foi o caso de A Costa. O PSD e o Chega estão á espera de quê
para mudar esta aberração de Constituição que permite estas e outras golpadas ?
Se não for agora duvido que seja em mais alguma altura... MariaPaula
Silva > Antonio
Melo: Não sei onde vive e que zonas frequenta, mas há locais
onde se vêem muitas como por exemplo Almirante Reis, Martim Moniz e zonas
periféricas de Lisboa. Mas, por exemplo, na zona entre Sete Rios e
Entre-Campos vêem-se de vez em quando, há prédios ao fim da av. das
Forças Armadas que estão cheios de islâmicos (até costumam ter os tapetinhos
das rezas no rebordo das janelas ou varandas. São poucas, como lhe digo, mas
sempre que passo aí, vejo-as. É preciso estarmos atentos aos sinais e o assunto
não é assim tão insignificante como diz. Por algum lado tem de se começar. E
não concordo que tendam a desaparecer. Por exemplo, em França há 20 anos eu via
o que vejo hoje em Lisboa, e não penso que hoje em dia as burkas e os lenços
tenham desaparecido em França, antes pelo contrário. Há 20 anos a polémica era
os islâmicos insistirem que as suas filhas tinham que ir de véu à escola e
depois de muita polémica o governo francês teve q ceder. Joana
Fernandes: Excelente HM!!! Muito e muito obrigada!!! A esquerda já não sabe o que deve
defender nesta área dos direitos das mulheres. Não tem as prioridades
definidas!! Paradigmas
Há Muitos! > João
Floriano: Fui ver o que o Ruizinho disse e segundo o JN foi
[""Eu não vou gastar um segundo a defender uma coisa contra a qual eu
sou, sou contra a burca e, mais ainda, sou contra os gajos que são a favor da
burca" - declaração que suscitou reações e interpelações à mesa, pelo uso
da expressão "gajos", depois repetida por André Ventura dirigindo-se
ao Livre]. Por isso parto do princípio que o Ruizinho não se enganou nas
palavras que pronunciou, que eles correspondem ao seu pensamento. Mas se isso é
verdade o seu sentido de voto é inexplicável (ele é contra si mesmo?, porquê?
claro que pode haver uma explicação profunda mas .. ). Por isso as reacções em
vez de serem a propósito do "gajos" deveriam ter sido a propósito do
que parece ser uma contradição entre as ideias e acção do Ruizinho. Mas imagino
que o Ventura se tenha deixado levar pelo "gajos" porque pensou, se
fosse alguém do Chega a dizer isso era indignação mundial durante uma semana,
por isso deixa-me aproveitar para marcar uns pontos contra estes
"gajos". Jorge
Pereira: A esquerda está sempre a berrar contra a falta de liberdade para as naiores
idiotices mas, quando o que está em causa é o medieval islão, a esquerda berra
que era o que faltava haver liberdade para as mulheres, ou melhor, para as
escravas islamicas. GateKeeper: Top 5. Oscar
gomeso
> bservador censurado: Eu não diria frouxos. Eu digo castrados !!! MariaPaula Silva > Paradigmas
Há Muitos! Olhe que não deve andar longe da verdade. Deve ter sido isso mesmo. Pode haver uma explicação: primeiro afirmou que
era contra convencido que toda a gente ía votar contra a burka, e depois de ver
a reacção do resto da esquerda resolveu votar como eles. Pode ser uma coisa assim tão simples quanto isso. Eles não
são mentes bafejadas pelo brilhantismo.
graça DiasCarlos
Chaves: Caríssimo Carlos Chaves Pertinente o seu comentário. Sobre o "
artista" que transfigurou o cenário do nosso país, ao abrir todas as
portas ( aéreas, marítimas e terrestres, provocando uma tempestade avassaladora
a nível económico e social, com a adicional extinção do SEF, já se comenta nos corredores de
Bruxelas sobre as habilidades e os compadrios duvidosos do " artista
" Humilde
Servo: Tem algum jeito, a burca? Acabe-se mas é com essa porcaria e sigamos todos
em frente. Não há pachorra para estas tretas. Maria
Emília Ranhada Santos: Não querem ouvir as verdades aqui, nem querem que os portugueses as saibam?
Pois bem, publicarei noutro lado onde não haja censura! Carla
Bochecha: Excelente artigo com coerente desconstrução do argumentário de esquerda. Paulo Silva > Eduardo
Lopes:A Religião passou de ‘ópio do povo’ a ‘heroína dos intelectuais’...
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