Fixaram-se em tempos, por esse mundo, e
quanto a nós até tivemos, entre tantos mais ilustres que referiram esses “mares nunca dantes navegados”, o nosso
Sá de Miranda como um dos pioneiros a desenvolver, em “Carta a D. João III”, esse estranho tema de um esforço inicialmente
épico e, posteriormente, consciente do que se conquistara e em consequência nos
pertencia, pois que sempre “onde há
homens há cobiça”, ao longo da HISTÓRIA sempre isso se viu. Diz, pois, o
nosso Sá de Miranda:
«Que em
outras partes da esfera,
Em outros céus diferentes,
Que Deus até agora escondera,
Tanta multidão de gentes
Vossos mandados espera.»
Foi assim, com excelsas valentias e
sacrifícios, mas o mundo alargou-se e desenvolveu-se. Temos o retorno hoje, e o
mundo fica mais empeçado, e não nos parece bem, em pruridos também clássicos,
ao contrário desses que hoje nos invadem, é certo que por culpa nossa, que os
abandonámos, para manter a nossa aura de universalidade na fraternidade e na
solidariedade, esquecidos de que eles também gostam dos clássicos e das escolas
de cá que lhos fornecem, além, naturalmente, de um viver mais de acordo com as
boas maneiras e as boas regras, mais os bons cozinhados das civilizações a que
pertencíamos antes de irmos para lá e a que continuamos a pertencer, agora que
também viemos de volta para cá, cozinhados que, de resto, não perdemos. Eles,
naturalmente, também não nos querem perder, e têm transportes para nos virem
procurar e ficar entre quem lhes proporcionou novos saberes. E novos sabores,
de certeza.
O que as elites políticas ainda não perceberam sobre
imigração
Muitos começam a achar que há que
falar sobre imigração para se barrar o caminho aos partidos anti-sistema. É um
equívoco: há é que perceber que o que conta não são as próximas eleições, são
as nações.
JOSÉ MANUEL
FERNANDES, Publisher e colunista do Observador
OBSERVADOR, 29
set. 2025, 00:23115
Em
1968 estavam a entrar anualmente no Reino Unido 50 mil imigrantes – nos últimos
anos estima-se que estejam a entrar 750 mil.
Em 1968
um político conservador, professor de estudos clássicos, fez um discurso em que
alertava para os riscos de uma imigração crescente e onde, olhando para o
futuro do país e recorrendo a uma frase da Eneida, o poema clássico de Virgílio, disse que
lhe parecia ver “do sangue o Tibre
inchado a espumar” [o Tibre é o rio que passa por Roma]. O discurso
ficou conhecido como o dos “rios de sangue”, provocou a queda política do seu autor, Enoch Powell, e na prática
bloqueou qualquer discussão séria sobre a entrada de estrangeiros no Reino
Unido durante décadas.
Mas a sombra de Powell não
desapareceu por completo. Aqui há uns meses, em Maio, o actual primeiro-ministro, um trabalhista, usou a expressão “ilha de
estranhos” num
discurso sobre imigração e teve de passar dias a explicar-se mesmo sabendo-se
que, hoje por hoje e de acordo com o Censo de 2021, apenas 45% dos habitantes de Londres se identificam como “britânicos brancos”, sendo que
41% da sua população nasceu mesmo fora do Reino Unido.
No final da semana passada, num artigo no Telegraph, esse mesmo primeiro-ministro, Keir Starmer, iria porventura mais longe escrevendo
que “a esquerda ignorou os receios
causados pela imigração durante demasiado tempo” e era necessário
reconhecer que isso tinha sido errado. Starmer, que
discursará esta semana na conferência anual do seu partido, talvez não chegue a tempo de reparar os
danos políticos causados por esta cegueira voluntária: uma sondagem publicada
este fim-de-semana indica que ele é o primeiro-ministro mais impopular de
sempre (apenas 13% dos eleitores têm opinião positiva), ao mesmo tempo
que um outro estudo de opinião indicava que neste momento os
seus trabalhistas sofreriam a sua maior derrota eleitoral desde… 1931.
Não devia haver aqui surpresa, pelo
menos para quem tenha lido a análise de dados publicada na passada sexta-feira pelo Financial Times, um trabalho baseado em investigações
académicas recentes sobre o divórcio entre as elites políticas (eu
acrescentaria também as mediáticas) e o sentimento dos eleitorados no que
respeita ao tema da imigração. No Reino Unido, por
exemplo, à questão sobre se os imigrantes
devem ou não ser obrigados a adaptar-se aos costumes do país, 87% do público
considera que sim, uma percentagem esmagadora, ao contrário do que sucede na
elite política, que se divide ao meio (53% não consideram isso necessário, 47%
acham que sim).
São resultados que não deviam
permitir qualquer dúvida sobre o porquê do divórcio entre essas elites e um
eleitorado cada vez mais cativado por partidos antissistema.
E Portugal? Em Portugal como estamos?
O trabalho do Financial Times também
inclui dados para Portugal, e também eles são muito significativos. Tão
significativos que me atrevo a reproduzi-los graficamente: (…)
(As barras à esquerda reflectem o
desacordo relativamente à ideia de que os imigrantes devem adoptar os costumes
do país, as barras azuladas à direita traduzem o acordo com esse ponto de
vista)
Nos
países analisados neste trabalho do Financial Times há
apenas um em que o posicionamento da elite política coincide com o dos
cidadãos, e esse país é a Dinamarca, um país neste momento governado por
uma primeira-ministra socialista com políticas que colocam fortes limites à
imigração –políticas que
fazem até de Mette Frederiksen uma aliada de Giorgia Meloni.
Regressando ao nosso pequeno rectângulo,
há sinais de que a posição das elites políticas estará a evoluir, e não apenas
por o Chega ter desequilibrado o tabuleiro e recentrado certas percepções. No PSD desde a legislatura anterior que
parece haver uma evolução das prioridades, no PS há finalmente algumas
indicações de que porventura é necessário ter mais atenção aos temas da
imigração. Eu não diria que é uma posição consensual ou mesmo
transversal, as elites socialistas continuam a reagir muito mal a quem, no
terreno, actua com mais determinação – recordemo-nos
dos ataques ao autarca de Loures, Ricardo
Leão –, mas mesmo assim os socialistas até podem estar disponíveis
para substituírem o Chega na aprovação da nova lei dos
estrangeiros, pontualmente revista depois do chumbo no Tribunal
Constitucional. O argumento para o
fazerem é que é mau, pois não
haverá qualquer convicção nesta mudança de atitude, apenas uma preocupação táctica
com manter o tema da imigração fora da agenda mediática até às próximas
eleições autárquicas.
O essencial no entanto mantém-se, pois preocupações
tácticas nunca corresponderão a políticas bem pensadas ou a uma visão para
enfrentar um fenómeno que está a mudar estruturalmente a Europa e também
Portugal, e não escrevo “estruturalmente” por acaso. Aquilo que estamos a
viver um pouco por todo o lado não é apenas fruto de dinâmicas económicas,
como alguns sugerem para criar a ilusão que os imigrantes vêm e vão conforme
existir mais ou menos oferta de emprego, mas de mudanças demográficas que são
em boa parte resultado de escolhas políticas e de mudanças culturais e morais,
temas complexos a que procurarei voltar em próximos artigos.
Há contudo algo que não podemos ignorar,
fingindo que tudo é conjuntural e “táctico”: as profundas alterações na composição
das nossas populações induzidas pelas vagas migratórias não criam apenas o
mal-estar social e político que alimenta descontentamentos e partidos
anti-sistema. É por isso que se enganam os que apenas se sentem obrigados a
encarar os temas da imigração para evitar o sucesso eleitoral de partidos como
o Reform no Reino
Unido, a União Nacional em França,
a AfD na Alemanha ou o Chega em
Portugal.
Digo isto porque a verdade é que estas
alterações estão a criar sociedades onde há choques com referências civilizacionais
que não são as que construímos ao longo dos séculos, referências que dão
cimento à identidade e ao sentimento de pertença dos povos europeus. No
fundo, choques que abalam aquilo que é o
cimento que faz com que sejamos uma comunidade unida pela partilha de um
destino comum, nas boas e nas más horas.
Há quem ache que isso não é importante e
que o que conta são as micro-identidades e a pulverização das
micro-reivindicações, mas seguir por aí seria fatal para a preservação
dos nossos sistemas abertos, destes regimes em que aceitamos que ora ganham “os nossos”, ora ganham “os
outros”, no fundo a essência da
democracia.
E digo isto porque me parece que
continuamos sem perceber todo o alcance do tal famoso discurso de Enoch Powell
de 1968, pelo que recordo mais uma passagem, até para chocar as consciências
mais fofinhas:
“Devemos
estar loucos, literalmente loucos, como nação por permitirmos a entrada anual
de cerca de 50.000 dependentes, que são na sua maioria o material do futuro
crescimento da população descendente de imigrantes. É como assistir a uma nação
ocupando-se activamente em amontoar a sua própria pira funerária.”
O trabalhista Starmer, 57 anos
depois, já se atreve a sugerir que se calhar o Reino Unido se esteve mesmo a
amontoar essa pilha, que se esteve por isso a transformar numa “ilha de estranhos”. É bom que o tenha
feito, só que este reconhecimento chega provavelmente tarde demais.
COMENTÁRIOS (de 115)
Coxinho > Maria Tubucci: Muito bem, Maria Tabucci. É isso mesmo. É terrível, é desumano, é tão cruel que se torna inacreditável.
Por isso mesmo a maioria da população não acredita que seja verdade. SENDO. A FJdf: Também não concordo com o argumento de destruição da sociedade.
Talvez a resposta esteja na afirmação do Francisco Louçã: "é preciso criar
povo" (para devolver votantes a uma esquerda em queda, entenda se). Os
democratas tentaram o mesmo nos EUA, o resultado foi o Trump. Na Europa o
resultado serão a Le Pen, Wilders, Farage, e por cá o Ventura. SDC Cruz: Em 2017 o PS, apoiado pela extrema-esquerda, fez uma escolha:
abrir as portas à imigração para, diziam eles, responder ao défice de
mão-de-obra e ao envelhecimento demográfico. Portugal
não estava (nem está) preparado para absorver tanta gente que, na sua maioria,
não quer saber da nossa língua nem da nossa cultura para nada. O tráfego de droga foi substituído pelo tráfego humano. Lotaram o já depauperado SNS que, se antes não conseguia responder
minimamente às carências dos nossos, afundou-se completamente com a onda
migratória.
Esta
imigração das portas escancaradas protagonizada por toda a esquerdalha, por
muito que agora se tente remediar a situação (mesmo contra o TC e o PR), vai
ser o início do fim da nossa civilização.
Daqui
a umas décadas, vamos dar os parabéns ao PS pelo extraordinário contributo que
deu à causa destrutiva! Parabéns pelo excelente artigo. A FJ >
Maria Tubucci:
Compreendo o ponto de vista.
Mas continuo a achar que isto tem que ver com equilíbrios políticos, onde se
inclui manter o sistema de segurança social que nos foi vendido e que todos
sabemos que está falido pela inversão da pirâmide demográfica que lhe deu
origem. Trazer emigrantes é uma forma de atenuar o problema alargando a base da
pirâmide, no momento e no futuro. Uma vez que estes imigrantes têm muito mais
filhos. A alternativa seria os políticos dizerem às populações que não vão ter
reforma, e estarem na rua no dia seguinte.. Df > Maria Tubucci: Que explicação dá para os políticos quererem destruir a nossa
sociedade? Paulo
Cardoso > Maria Tubucci: Maria e Coxinho. Se assim fosse, faria mais sentido fomentar a
guerra onde existem mais humanos, a fertilidade é elevada e a poluição maior,
nomeadamente: Industão, África e China. Não? Maria
Tubucci: Os meus parabéns por ter
acordado Sr. Jornalista JMF. Discordo, as elites políticas há muito perceberam
o que é imigração, elas não querem é que se fale disso, por isso tentaram
transformar o assunto em tabu. E como o tabu foi quebrado, agora tentam pintar
o assunto sob a virtude do humanismo. Repare. O escancarar das fronteiras de
Portugal pelo PS não foi acidental, foi premeditado, como tal foi premiado com
um tacho dourado em Bruxelas. Não há coincidências, só manobras na sombra. Hoje
o PS finge que não sabia das consequências, quando se sabe o que acontece há
20-30 anos com a imigração magrebina em França. O objectivo dissimulado das
elites políticas é destruir a cultura ocidental, é destruir os povos nativos, é
islamizar a Europa. Nesta fase já não se pode falar em imigração, mas sim em invasão.
Uma invasão imposta pelas elites, temos de mudar de elites rapidamente e
obrigar ao respeito pela nossa cultura a quem vem de fora, se isto não for
aceite, só há um único caminho, a deportação. O nosso país é a nossa casa, nós
não temos mais para onde fugir. Nós não somos responsáveis pela miséria do
mundo. A nossa matriz cultural criou a nossa sociedade, se esta matriz for
destruída, a nossa sociedade também será destruída. E não, os invasores não vêm
contribuir para o estado social, vêm para destruí-lo e perante a revolução
tecnológica que se anuncia, os países não precisam de mão de obra barata,
ignorante e parideira. Sim, o discurso de Enoch Powell de 1968 está cada vez
mais actual... Uiros
Ueramos: A imigração e a atribuição da
nacionalidade portuguesa não podem, em circunstância alguma, ser automáticas. A
cidadania tem de ser um privilégio, atribuído com critério elevado, rigoroso e
selectivo. Não basta cumprir requisitos mínimos ou beneficiar de leis
permissivas: deve ser um processo exigente, pago e, além disso, sujeito a um
sistema de lotaria que limite o número de acessos. Os critérios fundamentais
não podem ser ignorados: domínio profundo da língua portuguesa e adesão
inequívoca à matriz cultural e religiosa que moldou Portugal ao longo de 900
anos. Num mundo com mais de 8 mil milhões de habitantes, não podemos
transformar a nacionalidade portuguesa num balcão aberto para todos, muito
menos importar massas humanas que trazem consigo instabilidade, choques
civilizacionais e hábitos incompatíveis com a identidade nacional. Importar
“lixo humano” que nada acrescenta apenas serve para corroer a coesão de um país
que sempre foi pacífico, civilizado e europeu na sua essência. Mais grave
ainda: caminhamos para uma revolução tecnológica que, nos próximos 5 a 10 anos,
eliminará milhões de postos de trabalho. A inteligência artificial e a
robotização vão substituir não só tarefas elementares na agricultura, comércio
e serviços, mas também funções altamente técnicas. Neste cenário, a
sobrevivência de Portugal passa por uma verdade dura mas incontornável: não
poderemos sustentar mais do que 5 a 6 milhões de habitantes. Os restantes 2 a 3
milhões de “trabalhadores” serão, inevitavelmente, robots e sistemas de IA. A
política de imigração e nacionalidade, portanto, não pode ser pensada com base
em ilusões ideológicas, mas na realidade demográfica e tecnológica. Portugal só
será viável se proteger a sua identidade e limitar o acesso à cidadania a quem,
de facto, a merece. JPGSG: Tomem atenção, os portugueses, os europeus, não querem uma
imigração proveniente do Islão. Sim. Do Islão. Por variadíssimas razões, e não
venham com racismos, xenofobias, etc.... Não querem, e estão no seu direito!
Ponto! Eu tbm não quero, e irei penalizar e julgar até ao fim dos meus dias, os
políticos que não respeitarem a vontade dos portugueses, que é clara. Só não
vê, quem não quer. Não ao Islão !!!! É algo visceral. Alfaiate
Tuga: O que as actuais elites
portuguesas ainda não perceberam é que a continuarem assim dentro de poucos
anos vão deixar de ser elites pois vão deixar de ter poder. Em Portugal a
esmagadora maioria das pessoas já perceberam que temos imigrantes a mais, o que
é que as elites fizeram para correr com eles? Nada. Os portugueses vão acabar a
eleger o aventureiro para
PM, apenas porque é o único que falta em correr com os invasores. É óbvio que o
Chega não tem gente para governar o país, mas se conseguir correr com parte dos
invasores já presta um grande serviço á pátria. Para mim não chega fechar a
porta, é preciso atirar pela janela muitas dos que cá estão. Dizem por aí que
há actividades que não sobrevivem sem mão-de-obra imigrante, pois se não pode
pagar salários que atraem portugueses pode fechar amanhã. Rui Lima: O que
mais me irrita é a esquerda e outros povos insultarem o único povo o único
continente que, por princípio legal é não racista sendo obrigado a receber o
resto do mundo . A verdade é que o povo europeu, em média,
também tem uma cultura de maior tolerância que todos os outros. Europa
tem um sistema de protecção social e legal único no mundo, que faz com que
migrantes mesmo em situação irregular tenham direitos básicos garantidos. Direito
a cuidados de saúde de urgência (mesmo sem documentos). Crianças estrangeiras,
mesmo sem papéis, têm acesso à escola pública. Leis de asilo que permitem pedir
protecção e que, enquanto decorre o processo, dão alojamento e subsídios. Proibição
legal de discriminação com base na raça, religião ou origem. Com
todos estes directos na Europa sem igual no resto do mundo , pode jogar contra
ela acabando destruída com povos que não
se integram .
Comparação com outras regiões: China: estrangeiros são
sempre “waiguoren” (forasteiros). Naturalização é quase impossível, não há
benefícios sociais para migrantes ilegais e a discriminação pode ser aberta. Turquia
/ Médio Oriente muitos refugiados sírios vivem em campos ou em situações
precárias, sem acesso a protecção total do Estado. Alguns países do Golfo
chegam a expulsar imigrantes em massa quando já não precisam de mão-de-obra. África:
em vários países, a integração de estrangeiros é limitada e há episódios
frequentes de xenofobia contra migrantes de países vizinhos.
Ou seja, na Europa, mesmo quem chega ilegalmente acaba
protegido por um “colchão” de direitos fundamentais, o que realmente não existe
na maioria dos outros continentes. Parem de insultar os europeus único povo que paga a
tudo e a todos, vão para África pedir protecção, vão para a Ásia pedir protecção
eu conheço o mundo fico irritado com a ignorância. Ruço
Cascais: Faltou
referir, no meio de Melenchon e Starmer, o nosso Costa, que entretanto,
pisgou-se para a União Europeia. Costa foi a cara da nossa extrema-esquerda,
porque, enquanto, Mortágua e Rui Tavares faziam barulho, Costa efectivava
políticas que nos trouxeram a actual situação de imigração desregulada, sem
obstáculos e sem critérios. Costa, o grande político português cheio de
experiência à semelhança do seu amigo Marques Mendes. José Manuel Fernandes, um
dia destes, se te lembrares e te der para tal empreitada, disserta sobre os
benefícios da experiência de Marques Mendes para Portugal. Será que na União
Europeia conhecem as políticas de portas abertas de António Costa e as suas
consequências em Portugal? Conhecem pois. Se a causa da imigração regulada
passar a ser uma causa generalizada da União Europeia, qual será o papel do
socialista António Costa em Bruxelas nas novas políticas para a imigração? Talvez
o passado político de António Costa o deixe fora de pé na União Europeia, e, por
isso, prefere o silêncio e as luzes baixas do seu luxuoso gabinete num canto
recôndito e bem afastado do actual centro político de Bruxelas. Bullying dirão
uns, racismo gritará a extrema esquerda. Gabriel
Madeira > Liberales Semper
Erexitque: Portanto, os ciganos estão connosco desde antes de
Portugal existir. Pergunta: ao fim de quase 900 anos da existência do país,
ainda não se integraram? Mantêm os mesmos usos e costumes? Ricardo Ribeiro:
Acordaram agora para o problema, o
principal e o causador de todos os outros, seja Sns, habitação, educação/falta
de professores, serviços públicos entupidos. Começaram as coisas mais uma vez
pelo telhado e não com uma política de imigração que estivesse de acordo com as
reais necessidades e capacidades do país (sim, são necessários imigrantes, mas
não tantos e de qualquer proveniência...devia se dar preferência aos de fácil
integração e com a folha criminal limpa). Mas mais vale tarde do que nunca, não
sei é se vão a tempo de reparar o grande mal que fizeram ao nosso país com esta
política criminosa de portas escancaradas. Ana
Torres: As
grandes cidades como o Porto e Lisboa já são "ilha de estranhos",
estão irreconhecíveis, com uma população muçulmana em franco crescimento o
fenómeno que está a abalar ESTRUTURALMENTE a Europa e Portugal não é só um
mal-estar social e político é o fim da civilização europeia, uma realidade que
os políticos de esquerda e de direita com a sua ganância pelo poder teimam em
não perceber. Somos diferentes, somos brancos somos cristãos e é essa
identidade cultural que nos identifica como povo europeu. Pedro Passos Coelho
em 2017 alertou para o perigo da vaga de imigração e há dias alertou para o
colapso do SNS e os políticos quer sejam de esquerda ou de direita que
continuam alegremente a ignorar essa realidade e a ignorar a vontade do seu
povo. Miguel
Seabra: A
esquerda pensa que mais um emigrante = mais um voto. O centro e a direita
moderada têm medo da critica e submetem-se por covardia. Os políticos em geral
estão sempre sequiosos de boa imprensa. E os media esmagadoramente de esquerda
querem agradar às elites académicas e serem eles próprios reconhecidos como
elite. O problema é que o povo não acredita e despreza os políticos, os media e
os académicos…. Maria
Cordes: A
política de imigração do PS, é uma estratégia deliberada. Ouvir Ricardo Costa
dizer que os portugueses vão ter de se habituar à mudança da cor da sua pele,
com ar de desforra, na televisão, abriu-me os olhos. Os problemas
psicanalíticos destes senhores, aliados a uma esquerda em estertor, que viu na
imigração uma maneira de ganhar votos, atribuindo a nacionalidade a torto e a
direito, é uma visão terrífica, onde já mergulhámos. Ver a esquerda
transformada em conferência Vicentina, para rebentar de vez com o tecido social
de uma nação, substituindo o proletariado, que manipularam, pelo choradinho
pelos coitadinhos, é caricato. O elevador social nos outros tempos, ancorou-se
na escola pública e no seminário. Assisti, nos últimos 30 anos, presencialmente
à destruição da escola pública, pelo facilitismo, a falta de exigência, a
preocupação em trabalhar para as estatísticas, a não colaboração com o sistema
internacional de avaliação, no inicio do piza, a alteração de programas e o
descuido na formação e avaliação de professores, cada vez menos preparados.
Também assisti no centro de Lisboa à desagregação das famílias por causas
sociais, o país ao abandono, em que uma pseudo-elite enriquecia, em bolha. Um
dos maiores crimes do 25 de Abril. A geração mais bem preparada, é a que
frequentou o ensino privado. O que resta, bairros, autênticos muceques, turmas
quase na totalidade de alunos africanos, que mal sabem falar e escrever
português e nos últimos anos a islamização concertada para reaver o AlAndaluz,
com mulheres subjugadas a serem prolíficas, para ultrapassarem os cristãos. Se
tivéssemos aprendido com os ingleses, franceses e os da Catalunha, cujos
problemas são deliberadamente escondidos pela actual comunicação social,
dominada pelos wokistas! Para que serve um Parlamento que deixou Costa
extinguir o SEF e abrir as portas escancaradas? Onde estavam os deputados do
PSD? Vitor
Batista > Hugo Marinho: Antes aos judeus do que aos
muçulmanos, percebeu ou quer desenho?
Carlos
Chaves: Pois é, mas é uma ilusão pensar
que a esquerda (incluindo o PS), fará marcha atrás neste delicadíssimo tema! A
esquerda está intrinsecamente de acordo com esta imigração, por isso a promoveu
e a defende, se agora disfarça é por pura conveniência de agenda política. A
esquerda quer dividir para reinar, a esquerda quer acabar com a célula nuclear
da sociedade, a família tradicional, a esquerda quer-nos pobres e dependentes
do Estado, a esquerda quer acabar com o que nos liga a esta secular Nação… Em
suma a imigração de culturas, religiões e de tradições opostas ou conflituantes
com as nossas, é essencial e defendida pela esquerda (basta ver as TV’s todos
os dias), cabe-nos a nós rejeitá-la completamente!
(Mais comentários a
seguir)
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