terça-feira, 21 de outubro de 2025

CONTINUAÇÃO

 

Dos COMENTÁRIOS do texto anterior: «A burca ou como colocar a discussão no sítio certo» de JOSÉ MANUEL FERNANDES, emNão se trata de matemática»

Opiniões… há muitas.

COMENTÁRIOS (cont.):

Rui Lima: O PS chegou a um nível de degradação moral que nunca pensei testemunhar, Mário Soares ficaria estarrecido ao ver o PS agora calado ou cúmplice diante da submissão imposta pela burca. A esquerda que fazia guerra a crucifixos e presépios agora curva-se diante da burca, invocando “liberdade religiosa”. Não é progresso é hipocrisia travestida de tolerância.

41Responder observador censurado Salvo melhor opinião, se não fecharmos imediatamente as fronteiras, iremos morrer. Estarão em Portugal cerca de 3 milhões de imigrantes, um barril de pólvora em constante evolução, sendo que a taxa de reprodução dos imigrantes é superior à dos nativos. O Observador noticiou os crimes que os suecos cometem no Sul de Espanha. Isto é o fim do mundo tal como o conhecemos ... as nossas referências, a nossa identidade a desmoronar-se ... a Suécia chegou a este ponto e os outros países continuam a marchar para o abismo… https://observador.pt/2025/10/18/assassinatos-a-luz-do-dia-bombas-e-tiroteios-como-as-mafias-suecas-estao-a-assustar-a-costa-do-sol/                       graça Dias: Caro José Manuel Fernandes Um excelente artigo que não só esclarece como colocar a discussão no sítio certo, mas esclarece igualmente muitos deputados, sobretudo aqueles deputados das esquerdas progressistas e revolucionárias, que tanto gritaram com arrogância psicótica e com ignorância histórica contra esta lei, com alegações como: Erro injustiça imoral desrespeito mentiras. Uma sucessão de delírios de interpretação que são a identidade destas esquerdas radicais pró-islâmicas, e que podem manifestar-se no mundo ocidental, porque são sistemas democráticos. Ao caro José Manuel Fernandes manifesto o meu obrigada pela magnífica e bem documentada informação.   ps. oxalá os Senhores deputados possam ler este artigo, para que os seus índices de literacia deixem o patamar da mediocridade.         Maria Cordes: Andamos distraídos com as burkas, e a invasão africana está aí, em toda a força, comboios regionais, suburbanos, metro, arredores de Lisboa, escolas com classes totalmente de africanos. Será isto que queremos? Percebe-se que a grande maioria , ou não fala português, ou fala um português incipiente. Afinal há leis, ou as leis são contornadas? São tribos inteiras, com várias gerações. Saiam de casa ao Domingo, podem começar pela estação do Oriente.                        Ana Luís da Silva: Muito boa reflexão de José Manuel Fernandes! Ao contrário do que a Esquerda afirma, esta lei é de facto muito importante, pois valoriza a nossa civilização milenar assente na matriz cristã que defende a igual dignidade da mulher e do homem. O uso da burka e do niqab, já aqui nos  comentários o afirmei, não é apenas um símbolo da opressão sobre a mulher exercida pelo Islamismo, mas um instrumento dessa opressão: tapar o rosto de alguém é apagar a sua identidade. Pior: o uso da burka e do niqab, a ser permitido no espaço público, seria uma porta de entrada para uma civilização com valores opostos aos nossos, tornando impossível integrar essas pessoas no futuro e dando o sinal errado que podem viver em Portugal sob uma regra própria, a Sharia, contraposta aos nossos costumes e leis. Não estou a exagerar, não. Veja-se no Reino Unido os números: na última década foram praticadas mais de 100 mil mutilações genitais (meninas de famílias muçulmanas nascidas e criadas no Reino Unido que são levadas para o estrangeiro onde é praticada essa barbárie sabe-se lá em que condições), são mais que muitos os casamentos entre primos direitos e, pior, foram praticadas 300 “mortes de honra”, ou lá como se chama, em que mulheres são assassinadas por desonrarem a sua família, por exemplo, por terem um namorado cristão. Existe um confronto de civilizações e culturas muito sério. O multiculturalismo é uma falácia, pois o Islão mal tem algum poder na sociedade ocidental aproveita para a subverter e derrubar. Por isso os nossos deputados à direita do PS decidiram bem. Anteciparam um problema e preveniram-no com uma medida baseada no bom senso e na realidade. No entanto, esta lei não vai impedir tentativas de subverter os nossos valores portugueses por parte de pessoas e sobretudo de comunidades que continuarão a querer impor a sua matriz civilizacional oposta à nossa. Temos de continuar atentos. E desde já não aceitarmos mais imigração de países islâmicos, impedirmos a construção de mesquitas que são focos de lavagem cerebral e não permitirmos a aquisição de nacionalidade para quem pratica atos que ferem os nossos costumes e valores.                      Nuno Ribeiro: Os próprios muçulmanos deviam ser os primeiros a concordar com este argumentário. Ora, se fogem em massa dos países muçulmanos, muitas vezes arriscando a vida, para viver em países que lhes podem dar condições de vida que nunca teriam nos países de origem, deviam perguntar o porquê desta diferença entre continentes. E a resposta é simples. A base religiosa reflectida nos costumes e valores. Por isso digo que quem vem deveriam ser os primeiros interessados em manter esta matriz europeia e não trazer para a Europa o que fez dos seus países o que são. E cabe aos europeus combater a islamização da Europa. É que estes imigrantes, se conseguissem, na sua ignorância, tornar a Europa mais um continente islâmico, não teriam pejo em fazer o que hoje fazem. Desistir dos seus países de origem e procurar no capitalismo de outras paragens melhores condições de vida e dignidade.                         Esther Eyng: JMF está a defender mais o cristianismo e nossa cultura que muitos sacerdotes que, com visão curta, vieram apressadamente criticar a lei acusando-a de ser um "ataque" aos imigrantes. Enquanto imigrante, que quer ver Portugal e sua identidade preservadas, agradeço aos defensores de tudo que coopere para a manutenção de nossa matriz cultural.                      Fernando MCA Costa : O JMF diz que não lhe parece 'difícil de compreender que o uso da burqa e da nikab revela exactamente a vontade de nos impor outras referências morais, sendo no fundo uma forma de resistir à integração.' Pela parte que me toca tenho muita dificuldade em 'compreender' isso. O uso por homens judeus do kippah ou do peot também revela a vontade deles de nos imporem as suas referências morais, e resistirem à integração? Desculpe, JMF, no melhor pano cai a nódoa. Você neste artigo está a pensar pouco e pequenino.                         Pedro Farinha: Excelente artigo de opinião e a clarificação necessária do que é e porquê.                   José B Dias: um termo que nunca é usado no texto ... E, no entanto, é mesmo o único termo que se ouve em todas as bocas dos comentadores e especialistas e se lê nas gordas de todos os jornais e afins ... não é por acaso!          SDC Cruz: Excelente reflexão sobre a amplitude da nossa cultura que toda a esquerda quer espezinhar. Para estes iluminados o que lhes interessa é que de uma maneira ou de outra, os nossos valores sejam punidos e quiçá banidos das sociedades ocidentais. Só assim poderiam aspirar a que um dia, não muito distante, conseguissem subverter todos os pilares em que assenta a nossa civilização.        João Floriano > José Costa-Deitado: E os capacetes de mota. Por isso quando no Continente observarem alguém de capacete de mota no corredor dos whiskies, o melhor é avisar o segurança. E já agora, lembro-me das manifs organizadas por partidos de extremistas, onde os manifestantes escondem o rosto, nomeadamente os antifas.                     João Das Regras: Esta lei devia ter sido aprovada há muito tempo, é curioso que a esquerda com o argumento para votar contra diz que não devemos proibir mas sim "formar/informar" os muçulmanos que praticam a subjugação das mulheres…. É para rir               João Floriano: «O Corão nunca fala em burcas e tudo o que refere nesta matéria é o dever de modéstia,...........» O conhecimento que tenho do Corão advém de leituras de alguns excertos, mas nada de profundo e do que vou ouvindo, o que não será uma fonte geralmente fidedigna. Transcrevo esta frase do excelente artigo de JMF porque me parece ser o grande problema que os islamitas colocam ao Ocidente: a radicalização a que não escapa também o livro Sagrado, com interpretações que não estiveram na cabeça do Profeta. É por isso que quando devotos muçulmanos apontam o humanismo e o amor ao próximo presentes no Corão, temos tendência a desconfiar perante outros exemplos de puro radicalismo como a guerra santa, a morte aos infiéis e a subalternização da mulher que em países como o Afeganistão ou mesmo Irão é aterradora. Há notícias da brutalidade da polícia da moralidade no Irão em que uma madeixa de cabelo à mostra pode levar ao espancamento e morte de uma mulher com aconteceu com Mahsa Amini. A proibição da burka em locais públicos é uma decisão correcta seja ela por razões culturais, direitos iguais, segurança, assimilação ou outros motivos que se possam encontrar. Ainda mandamos na nossa terra, embora a esquerda tenha feito bastante para transferir esse poder para outros. Veja-se a pressa do PS em anunciar que vai consultar as comunidades «atingidas» pela medida. E mesmo o Primeiro Ministro actual expressou o seu entusiasmo perante os novos portugueses. Se há motivos para censurar o modo como judeus sefarditas tiveram acesso à nacionalidade portuguesa, ainda há mais motivos quando se trata ou tratava de pessoas que nada tinham feito, nem demonstrado qualquer interesse em se integrar, a não ser conseguir o milagroso passaporte. Entre a lista de países europeus que ilegalizaram a burka, JMF esqueceu-se de referir Itália e Países Baixos.                      Américo Silva: Tanto quanto julgo saber foi a rainha dona Maria I que proibiu a burka em Portugal, que não se chamava assim, a qual persistia desde o tempo dos árabes na serra do Cercal e no Algarve, alegando que homens se disfarçavam de mulheres para assaltar os viajantes que por lá passavam.                António Coutinho: Artigo equilibrado e com o argumento certo: integração! A integração é uma mais valia para quem recebe e quem é recebido. Permite receber mais pessoas e poderem gerar mais riqueza que é afinal o motivo de quem recebe e quem é recebido. E para os que vêm e acham que é uma imposição cultural inaceitável, tem bom remédio em não vir. A liberdade de vir tem o custo de cumprir com as normas e preceitos de quem recebe. Simples                       Ana Torres: Como mulher, tenho pena que a lei ficou pela proibição do uso da burka e não pela proibição do uso do véu a cobrir os cabelos, não fazem ideia da quantidade de mulheres que já cá vivem e andam de véu, estamos na Europa, no ocidente, para além de termos de proteger a nossa matriz cristã, deveríamos exigir que quem cá quer viver tem de se adaptar à nossa cultura, valores e costumes e se não os aceita nem se quer adaptar existem inúmeros países no médio oriente e bem mais ricos que o nosso país para viverem.           Manuel Lisboa: Argumentação razoável. A burka ou os véus podem constituir ameaças à segurança e são, inequivocamente, insisto, uma subalternização das mulheres. Evidentemente, revelam-se contrárias à tradição cultural portuguesa. Entretanto, o mais alto magistrado da Nação Portuguesa já se juntou, ambiguamente, ao debate. Comentou à maneira filosófica. Acrescentou, de imediato, que não conhecia a lei para falar sobre a sua eventual constitucionalidade. E sobre o princípio em causa disse nada.                             José Costa-Deitado: Quem sou eu, mero analfabeto, para contrariar esta e outras idênticas personalidades mas o que li na Proposta de Lei aprovada pareceu-me que se referia a “cobrir o rosto”. Isto é além daqueles trajes também se proíbem p.ex., as máscaras de ski (tão usadas em assaltos a estabelecimentos).Também me pareceu ler que havia excepções (templos religiosos e, claro, nos desportos na neve, lol)                             Jose Carmo > Pedra Nussapato: Comparar as escrituras cristãs com as escrituras muçulmanas, é não perceber patavina do essencial. A Bíblia é uma obra interpretável, metafórica, que aconselha e orienta os fiéis do cristianismo. O Corão e a Sunna, são LITERAIS, NÃO INTERPRETÁVEIS, E PRESCRITIVOS. São a FONTE DA LEI.                António Rocha Pinto: A questão, de facto, é se queremos integração ou aceitação, ou mesmo submissão como escreve houellebeq                     Maria Tejo: Quando um muçulmano escolhe um país ocidental para viver/trabalhar nada mais tem a fazer do que respeitar os usos e costumes desse mesmo país, ponto final. Não há escolhas, violações de liberdades individuais, bla,bla,bla… Não invalida ter os seus lugares de culto bem entendido. O que se pretende é integração, não criação de guetos. A Comunidade Muçulmana que reside em Portugal há vários anos liderada pelo Sheik Munir (antes desta invasão desregrada) é um excelente exemplo de integração e convivência pacífica. Quando visitamos um país islâmico temos de respeitar as normas do país em questão. Não beber álcool em público, (só nos hotéis internacionais), não vestir roupas que mostrem ombros e joelhos, descalçar e cobrir cabeças em certos locais, não filmar ou tirar fotog. em locais públicos, demonstrar afecto público mesmo que seja o marido, escusado falar dos queridos LGB…etc., isto é o que me vem à cabeça das minhas viagens, variando de país para país. Mas tem que se respeitar. Conclusão: há que respeitar os usos e costumes, neste caso, do nosso País. Não gostam, o que não falta é mundo para se mudarem!                      José Silva: Um dia destes estás em cima dum minarete a chamar os crentes á oração, muito provavelmente em cima do elevador do Carmo que é o local mais indicado para um muezim na capital!                 Humilde Servo: Resumindo e concluindo: acabem lá com essa porcaria da burca porque não gostamos disso. Ah, e já agora façam favor de se ir preparando para amouchar porque isto é terra cristã e não admitimos nova invasão como em 680 DC.             D. Garcia: Na minha modesta opinião, pouco me importa o que as mulheres usam nos seus recintos privados . Podem andar vestidas, nuas , com burca ou com o que queiram , sendo certo que nas zonas públicas e institucionais portuguesas, o seu rosto deve estar sempre visível , ponto final . O resto, podem tapar tudo. Afinal de contas também a religião cristã tem as suas freiras, frades e padres com as suas vestes compridas e de cabelo tapado e nós não estranhamos isso. Se são muçulmanas, hindus, ou de outra religião qualquer, não me importo absolutamente nada com isso , insisto , desde que o rosto esteja sempre visível, nas zonas públicas. Se querem discutir prerrogativas adicionais, eu diria que tal como respeitamos as bases dos costumes da Arábia Saudita, terra do Profeta onde não existem sequer Igrejas cristãs por não ser autorizado construí-las e onde a a liberdade religiosa é restrita para os não-muçulmanos, levando à pena de morte quem tentar converter o Islão , por cá em Portugal e mesmo na Europa ,também nós exigimos esse mesmo respeito , embora não condenemos ninguém à morte.                   Manuel Rodrigues: Todos os migrantes que escolhem a nossa Pátria para viver só podem ficar connosco assim como as suas Famílias se quiserem adoptar a nossa cultura e tradições seculares. Instalarem-se em Portugal para criarem aqui os seus Países de origem, Não, Obrigado... Se quiserem engrandecer a nossa identidade Portuguesa e colaborar no nosso Projecto comum de oito séculos serão bem vindos e seremos bons anfitriões... Paradigmas Há Muitos! Pois é JMF, a lei devia dizer que não se pode cobrir o rosto completamente ou em parte de qualquer forma possível com as excepções prescritas no artigo 2, porque não se enquadra na cultura ocidental, ponto final parágrafo. Uma cultura vive muito de simbolismos como os esquerdalhos sabem explorar muito bem, por isso seria esta a vez de a grande maioria sociológica do povo português representada na AR lhes pagar exactamente na mesma moeda. Mas como os governantes não têm coragem de afrontar os "bem pensantes" (é recordar-se o que aconteceu ao Pacheco de Amorim quando disse que os tugas eram caucasianos, heresia absoluta...), os "imãs moderados" e os "cristãos já submetidos", têm de se socorrer de "eufemismos". E é evidente que estes abrem o flanco a dúvidas (ah! mas a lei diz que não pode cobrir o rosto mas não diz que é a 100%!, e se o pano for transparente já pode ou não? a pessoa continua identificada!, e se tiver a foto da cara no pano já não podem dizer que afecta a segurança!, e se eu achar que todo o espaço público faz parte do meu templo religioso?, e por aí fora ...) que serão exploradas por aqueles a quem a lei faz mossa e que são precisamente os que querem destruir a cultura ocidental ou pelo menos que não têm vontade séria de a defender. Uma burca ou um niqab a circular na rua no Ocidente (ou a meu ver mais pessoal mesmo um lenço na cabeça por motivo religioso) é uma declaração pública feita por um invasor de que "quer gostem ou não, eu agora estou aqui, obrigo a minha fêmea a fazer o que eu quero, sei que vos chateio mas ninguém me pode contrariar, e isto é só o começo porque eu vou abusar cada vez mais das vossas leis e dos vossos "direitos humanos" precisamente para vos destruir pelas bases e, vejam lá, eu faço isso porque vocês são mesmo uns p a l e r m a s" !). Acho que mais ou menos é isto, ao que chegámos!             Nuno RibeiroFernando > MCA Costa: O problema da nossa sociedade ocidental está muito bem espelhada neste comentário à crónica. É que para os progressistas de esquerda tudo se tornou igual, tudo é comparável. Mas não é. Os Judeus têm a mesma base judaico-cristã que nós. Os muçulmanos infelizmente não. Os judeus construíram uma democracia e respeitam os mesmos valores humanos que nós na Europa. O muçulmanos fogem do seu país por o terem tornado miserável com os fanatismos religiosos e teocracias. Os judeus integram-se e respeitam as culturas onde estão inseridos. Os muçulmanos são ensinados desde pequenos que Alá nos vê como infiéis e que a morte de um infiel é garante de um lugar no paraíso. É bom que atentes a quem convidas para tua casa....                 maria santos > José Lúcio: Boas tardes. Não estavam em lado nenhum porque o ideário de esquerda só se importa com alavancar os seus ódios prevalecentes. No ideário de esquerda só cabe o futuro fantasiado, que nunca verão porque, no presente, nem existe nem tem plausibilidade, mas asseguram, como os doidos, que algures no dia se São Nunca à tarde será visto. Para as esquerdas não interessa discutir ideias, só alavancar os ódios. Sempre no conflito, no ataque. O futuro de fantasias não existe, mas existem as pessoas que são contra; portanto, prendem-se, cancelam-se, perseguem-se, matam-se as pessoas que são contra. Simples. Boa continuação de semana.          José Lúcio: Já o disse e repito: a Extrema-Esquerda, em todas as suas variantes, aliou-se, por um tacticismo, hipócrita ao Islão Radical para destruir o Ocidente, nomeadamente o Cristianismo, o seu inimigo absoluto. A Extrema-Esquerda está convencida de que, na hora da vitória, conseguirá sobrepor-se ao Islão Radical. Ou os apoiantes da Extrema-Esquerda são ingénuos ou estudam (muito) pouco. Porque se se dessem ao trabalho (não se dão) de analisar o passado recente iriam descobrir algo de interessante: a percentagem de Cristãos no Médio Oriente correspondia a cerca de 11% da população, Hoje não passará de 4%. Os casos mais impressionantes correspondem à Síria, ao Líbano e ao Iraque onde a redução de Cristãos é superior a 1.000.000. Então, vejamos: se a redução em 60.000 em Gaza é um genocídio, o que é a redução de um a dois milhões? Onde é que estavam os Lenços, as Flotilhas, as Plataformas, os Colectivos, quando os Cristãos do Médio Oriente foram/são perseguidos e expulsos da sua terra, para não mais voltarem? Sim, onde é que estava toda esta gente das Faculdades, dos Colectivos, das Artes, das Culturas, do Teatro, do Cinema, das Séries da Televisão? Onde é que vocês estavam? Muito ocupados, suponho, a pensar que artista/professor/escritor é que iriam cancelar por não pensar como vocês. A hipocrisia e o cinismo na Extrema Esquerda atinge, por estes dias, valores de zero - não o zero dos números reais, mas o zero absoluto do Lord Kelvin...        Paulo Silva > Pedra Nussapato:  [Comentário em moderação]                     Alexandre Arriaga e Cunha: Deus lhe conserve essa enorme clarividência, que é uma verdadeira preciosidade, com a qual beneficia muita gente. Parabéns 👌                      Daniel José > João Diogo: E depois? Se quisesse viver na Turquia, ia para lá.                        Daniel José: O PS têm que explicar porque quer cá tanta mão de obra não qualificada.                     C MF > João Diogo: Disse muito bem. Istambul (antiga Constantinopla). Noutras zonas da Turquia, mais remotas e menos "turísticas", já não é bem assim. Não concordo que chame conservador ao Erdogan. Foi eleito pelo partido islâmico e acabou com o laicismo do estado quando chegou ao poder. Uma das medidas foi inclusivamente voltar a tornar a Hagia Sophia uma mesquita (implicou esconder/tapar as imagens cristãs).                   GateKeeper: Top 5.                    Ruço Cascais > Alexandre Barreira: Na condução da mota não, quando vamos meter gasolina à bomba sim, Sr Leão: A prevalência do bom senso sobre as ideologias que o adulteram                       João Floriano > Maria Tubucci: Excelente!        Américo Silva > Américo Silva: D. Maria I proibiu o uso do bioco, que era um tipo de véu, através de um decreto em 1768, com o objectivo de moralizar o vestuário das mulheres em público, era frequentemente usado pelas prostitutas. Voltou a ser proibido pelo Governador Civil do Algarve, Júlio Lourenço Pinto, por um edital de 28 de Setembro de 1892.

 

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