Dos COMENTÁRIOS do texto anterior: «A burca ou
como colocar a discussão no sítio certo» de JOSÉ MANUEL FERNANDES, em “Não se trata de matemática»
Opiniões… há muitas.
COMENTÁRIOS
(cont.):
Rui Lima: O PS chegou a um nível de
degradação moral que nunca pensei testemunhar, Mário Soares ficaria estarrecido
ao ver o PS agora calado ou cúmplice diante da submissão imposta pela burca. A esquerda que fazia guerra a
crucifixos e presépios agora curva-se diante da burca, invocando “liberdade
religiosa”. Não é progresso é hipocrisia travestida de tolerância.
41Responder observador
censurado Salvo melhor opinião, se não fecharmos imediatamente as fronteiras,
iremos morrer. Estarão em Portugal cerca de 3 milhões de imigrantes, um barril
de pólvora em constante evolução, sendo que a taxa de reprodução dos imigrantes
é superior à dos nativos. O Observador noticiou os crimes que os suecos cometem
no Sul de Espanha. Isto é o fim do mundo tal como o conhecemos ... as nossas
referências, a nossa identidade a desmoronar-se ... a Suécia chegou a este
ponto e os outros países continuam a marchar para o abismo… https://observador.pt/2025/10/18/assassinatos-a-luz-do-dia-bombas-e-tiroteios-como-as-mafias-suecas-estao-a-assustar-a-costa-do-sol/ graça
Dias: Caro José Manuel Fernandes Um excelente artigo que não só esclarece como
colocar a discussão no sítio certo, mas esclarece igualmente muitos deputados,
sobretudo aqueles deputados das esquerdas progressistas e revolucionárias, que
tanto gritaram com
arrogância psicótica e com ignorância histórica contra esta lei, com
alegações como: Erro injustiça imoral desrespeito mentiras. Uma sucessão de delírios de
interpretação que são a
identidade destas esquerdas radicais pró-islâmicas, e que podem
manifestar-se no mundo ocidental, porque são sistemas democráticos. Ao caro José
Manuel Fernandes manifesto o meu obrigada pela magnífica e bem documentada
informação. ps. oxalá os Senhores deputados possam ler este artigo, para que os seus
índices de literacia deixem o patamar da mediocridade. Maria Cordes: Andamos distraídos com as
burkas, e a invasão africana está aí, em toda a força, comboios regionais, suburbanos,
metro, arredores de Lisboa, escolas com classes totalmente de africanos. Será
isto que queremos? Percebe-se que a grande maioria , ou não fala português, ou fala um
português incipiente. Afinal há leis, ou as leis são contornadas? São tribos
inteiras, com várias gerações. Saiam de casa ao Domingo, podem começar pela
estação do Oriente.
Ana Luís da Silva: Muito boa reflexão de José Manuel Fernandes! Ao contrário do que a Esquerda afirma, esta
lei é de facto muito importante, pois valoriza a nossa civilização milenar
assente na matriz cristã que defende a igual dignidade da mulher e do homem. O uso da burka e do niqab, já aqui nos
comentários o afirmei, não é apenas um símbolo da opressão sobre a mulher
exercida pelo Islamismo, mas um instrumento dessa opressão: tapar o rosto de
alguém é apagar a sua identidade. Pior: o uso da burka e do niqab, a ser
permitido no espaço público, seria uma porta de entrada para uma civilização
com valores opostos aos nossos, tornando impossível integrar essas pessoas no
futuro e dando o sinal errado que podem viver em Portugal sob uma regra
própria, a Sharia, contraposta aos nossos costumes e leis. Não estou a
exagerar, não. Veja-se no Reino Unido os números: na última década foram
praticadas mais de 100 mil mutilações genitais (meninas de famílias muçulmanas
nascidas e criadas no Reino Unido que são levadas para o estrangeiro onde é
praticada essa barbárie sabe-se lá em que condições), são mais que muitos os
casamentos entre primos direitos e, pior, foram praticadas 300 “mortes de
honra”, ou lá como se chama, em que mulheres são assassinadas por desonrarem a
sua família, por exemplo, por terem um namorado cristão. Existe um
confronto de civilizações e culturas muito sério. O multiculturalismo é uma
falácia, pois o Islão mal tem algum poder na sociedade ocidental aproveita para
a subverter e derrubar. Por isso os nossos deputados à direita do PS
decidiram bem. Anteciparam um problema e preveniram-no com uma medida baseada no
bom senso e na realidade. No entanto, esta lei não vai impedir
tentativas de subverter os nossos valores portugueses por parte de pessoas e
sobretudo de comunidades que continuarão a querer impor a sua matriz
civilizacional oposta à nossa. Temos de continuar atentos. E desde já não
aceitarmos mais imigração de países islâmicos, impedirmos a construção de
mesquitas que são focos de lavagem cerebral e não permitirmos a aquisição de
nacionalidade para quem pratica atos que ferem os nossos costumes e valores. Nuno Ribeiro: Os próprios muçulmanos deviam
ser os primeiros a concordar com este argumentário. Ora, se fogem em massa
dos países muçulmanos, muitas vezes arriscando a vida, para viver em países que
lhes podem dar condições de vida que nunca teriam nos países de origem, deviam
perguntar o porquê desta diferença entre continentes. E a resposta é
simples. A base religiosa reflectida nos costumes e valores. Por isso
digo que quem vem deveriam ser os primeiros interessados em manter esta
matriz europeia e não trazer para a Europa o que fez dos seus países o que são.
E cabe aos europeus combater a islamização da Europa. É que estes
imigrantes, se conseguissem, na sua ignorância, tornar a Europa mais um
continente islâmico, não teriam pejo em fazer o que hoje fazem. Desistir dos
seus países de origem e procurar no capitalismo de outras paragens melhores
condições de vida e dignidade. Esther
Eyng: JMF está a defender mais o cristianismo e nossa cultura que muitos
sacerdotes que, com visão curta, vieram apressadamente criticar a lei
acusando-a de ser um "ataque" aos imigrantes. Enquanto imigrante, que
quer ver Portugal e sua identidade preservadas, agradeço aos defensores de tudo
que coopere para a manutenção de nossa matriz cultural. Fernando
MCA Costa : O JMF diz que não lhe parece 'difícil de compreender que o uso da burqa
e da nikab revela exactamente a vontade de nos impor outras referências morais,
sendo no fundo uma forma de resistir à integração.' Pela parte que me
toca tenho muita dificuldade em 'compreender' isso. O uso por homens judeus do
kippah ou do peot também revela a vontade deles de nos imporem as suas
referências morais, e resistirem à integração? Desculpe, JMF, no melhor
pano cai a nódoa. Você neste artigo está a pensar pouco e pequenino. Pedro
Farinha: Excelente artigo de opinião e a clarificação necessária do que é e porquê. José B
Dias: um termo que nunca é usado no texto ... E, no entanto, é mesmo o único termo que se ouve em
todas as bocas dos comentadores e especialistas e se lê nas gordas de todos os
jornais e afins ... não é por acaso!
SDC Cruz: Excelente reflexão sobre a amplitude da nossa cultura que toda a esquerda
quer espezinhar. Para estes iluminados o que lhes interessa é que de uma maneira ou de
outra, os nossos valores sejam punidos e quiçá banidos das sociedades
ocidentais. Só assim poderiam aspirar a que um dia, não muito distante,
conseguissem subverter todos os pilares em que assenta a nossa civilização. João Floriano > José
Costa-Deitado: E os capacetes de mota. Por isso quando no Continente observarem alguém de
capacete de mota no corredor dos whiskies, o melhor é avisar o segurança. E
já agora, lembro-me das manifs organizadas por partidos de extremistas, onde os
manifestantes escondem o rosto, nomeadamente os antifas. João Das Regras: Esta lei devia ter sido
aprovada há muito tempo, é curioso que a esquerda com o argumento para votar
contra diz que não devemos proibir mas sim "formar/informar" os
muçulmanos que praticam a subjugação das mulheres…. É para rir João
Floriano: «O Corão nunca fala em burcas e tudo o que refere nesta matéria é o dever
de modéstia,...........» O conhecimento que tenho do Corão advém de leituras de
alguns excertos, mas nada de profundo e do que vou ouvindo, o que não será uma
fonte geralmente fidedigna. Transcrevo esta frase do excelente artigo de JMF
porque me parece ser o grande problema que os islamitas colocam ao Ocidente: a
radicalização a que não escapa também o livro Sagrado, com interpretações que
não estiveram na cabeça do Profeta. É por isso que quando devotos muçulmanos
apontam o humanismo e o amor ao próximo presentes no Corão, temos tendência a desconfiar
perante outros exemplos de puro radicalismo como a guerra santa, a morte aos
infiéis e a subalternização da mulher que em países como o Afeganistão ou mesmo
Irão é aterradora. Há notícias da brutalidade da polícia da moralidade
no Irão em que uma madeixa de cabelo à mostra pode levar ao espancamento e
morte de uma mulher com aconteceu com Mahsa Amini. A proibição da burka
em locais públicos é uma decisão correcta seja ela por razões culturais,
direitos iguais, segurança, assimilação ou outros motivos que se possam
encontrar. Ainda mandamos na nossa terra, embora a esquerda tenha feito
bastante para transferir esse poder para outros. Veja-se a pressa do PS
em anunciar que vai consultar as comunidades «atingidas» pela medida. E mesmo o
Primeiro Ministro actual expressou o seu entusiasmo perante os novos
portugueses. Se há motivos para censurar o modo como judeus sefarditas
tiveram acesso à nacionalidade portuguesa, ainda há mais motivos quando se
trata ou tratava de pessoas que nada tinham feito, nem demonstrado qualquer
interesse em se integrar, a não ser conseguir o milagroso passaporte. Entre
a lista de países europeus que ilegalizaram a burka, JMF esqueceu-se de
referir Itália e Países Baixos. Américo
Silva: Tanto quanto julgo saber foi a rainha dona Maria I que proibiu a burka
em Portugal, que não se chamava assim, a qual
persistia desde o tempo dos árabes na serra do Cercal e no Algarve, alegando
que homens se disfarçavam de mulheres para assaltar os viajantes que por lá
passavam. António
Coutinho: Artigo equilibrado e com o argumento certo: integração! A integração
é uma mais valia para quem recebe e quem é recebido. Permite receber mais
pessoas e poderem gerar mais riqueza que é afinal o motivo de quem recebe e
quem é recebido. E para os que vêm e acham que é uma imposição cultural
inaceitável, tem bom remédio em não vir. A liberdade de vir tem o custo
de cumprir com as normas e preceitos de quem recebe. Simples Ana
Torres: Como mulher, tenho pena que a lei ficou pela proibição do uso da burka e
não pela proibição do uso do véu a cobrir os cabelos, não fazem ideia da
quantidade de mulheres que já cá vivem e andam de véu, estamos na Europa, no
ocidente, para além de termos de proteger a nossa matriz cristã, deveríamos
exigir que quem cá quer viver tem de se adaptar à nossa cultura, valores e
costumes e se não os aceita nem se quer adaptar existem inúmeros países no
médio oriente e bem mais ricos que o nosso país para viverem. Manuel Lisboa: Argumentação razoável. A burka ou os véus podem
constituir ameaças à segurança e são, inequivocamente, insisto, uma
subalternização das mulheres. Evidentemente, revelam-se contrárias à tradição
cultural portuguesa. Entretanto, o mais alto magistrado da Nação Portuguesa já
se juntou, ambiguamente, ao debate. Comentou à maneira filosófica. Acrescentou,
de imediato, que não conhecia a lei para falar sobre a sua eventual
constitucionalidade. E sobre o princípio em causa disse nada.
José
Costa-Deitado: Quem sou eu,
mero analfabeto, para contrariar esta e outras idênticas personalidades mas o
que li na Proposta de Lei aprovada pareceu-me que se referia a “cobrir o
rosto”. Isto é além daqueles trajes também se proíbem p.ex., as máscaras de ski
(tão usadas em assaltos a estabelecimentos).Também me pareceu ler que havia
excepções (templos religiosos e, claro, nos desportos na neve, lol) Jose
Carmo > Pedra
Nussapato: Comparar as
escrituras cristãs com as escrituras muçulmanas, é não perceber patavina do
essencial. A Bíblia é uma obra interpretável, metafórica, que aconselha e
orienta os fiéis do cristianismo. O Corão e a Sunna, são LITERAIS, NÃO
INTERPRETÁVEIS, E PRESCRITIVOS. São a FONTE DA LEI. António
Rocha Pinto: A questão, de
facto, é se queremos integração ou aceitação, ou mesmo submissão como escreve houellebeq Maria
Tejo: Quando
um muçulmano escolhe um país ocidental para viver/trabalhar nada mais tem a
fazer do que respeitar os usos e costumes desse mesmo país, ponto final. Não há escolhas, violações de liberdades
individuais, bla,bla,bla… Não invalida ter os seus lugares de culto bem
entendido. O que se pretende é integração, não criação de guetos. A Comunidade
Muçulmana que reside em Portugal há vários anos liderada pelo Sheik Munir (antes
desta invasão desregrada) é um excelente exemplo de integração e convivência
pacífica. Quando visitamos um país islâmico temos de respeitar as normas
do país em questão. Não beber álcool em público, (só nos hotéis
internacionais), não vestir roupas que mostrem ombros e joelhos, descalçar e
cobrir cabeças em certos locais, não filmar ou tirar fotog. em locais públicos,
demonstrar afecto público mesmo que seja o marido, escusado falar dos queridos
LGB…etc., isto é o que me vem à cabeça das minhas viagens, variando de país
para país. Mas tem que se respeitar. Conclusão: há que respeitar os usos e
costumes, neste caso, do nosso País. Não gostam, o que não falta é mundo para
se mudarem! José
Silva: Um dia destes estás em cima
dum minarete a chamar os crentes á oração, muito provavelmente em cima do
elevador do Carmo que é o local mais indicado para um muezim na capital!
Humilde Servo: Resumindo e concluindo: acabem
lá com essa porcaria da burca porque não gostamos disso. Ah, e já agora façam
favor de se ir preparando para amouchar porque isto é terra cristã e não
admitimos nova invasão como em 680 DC. D. Garcia: Na minha modesta opinião,
pouco me importa o que as mulheres usam nos seus recintos privados . Podem
andar vestidas, nuas , com burca ou com o que queiram , sendo certo que nas
zonas públicas e institucionais portuguesas, o seu rosto deve estar sempre visível
, ponto final . O resto, podem tapar tudo. Afinal de contas também a religião
cristã tem as suas freiras, frades e padres com as suas vestes compridas e de
cabelo tapado e nós não estranhamos isso. Se são muçulmanas, hindus, ou de
outra religião qualquer, não me importo absolutamente nada com isso , insisto ,
desde que o rosto esteja sempre visível, nas zonas públicas. Se querem discutir
prerrogativas adicionais, eu diria que tal como respeitamos as bases dos
costumes da Arábia Saudita, terra do Profeta onde não existem sequer Igrejas
cristãs por não ser autorizado construí-las e onde a a liberdade religiosa é restrita
para os não-muçulmanos, levando à pena de morte quem tentar converter o Islão ,
por cá em Portugal e mesmo na Europa ,também nós exigimos esse mesmo respeito ,
embora não condenemos ninguém à morte. Manuel
Rodrigues: Todos os migrantes que escolhem a nossa Pátria para viver só podem ficar
connosco assim como as suas Famílias se quiserem adoptar a nossa cultura e
tradições seculares. Instalarem-se em Portugal para criarem aqui os seus Países
de origem, Não, Obrigado... Se quiserem engrandecer a nossa identidade
Portuguesa e colaborar no nosso Projecto comum de oito séculos serão bem vindos
e seremos bons anfitriões... Paradigmas
Há Muitos! Pois é JMF, a lei devia
dizer que não se pode cobrir o rosto completamente ou em parte de qualquer
forma possível com as excepções prescritas no artigo 2, porque não se enquadra na cultura ocidental, ponto
final parágrafo. Uma cultura vive muito de simbolismos como os esquerdalhos
sabem explorar muito bem, por isso seria esta a vez de a grande maioria
sociológica do povo português representada na AR lhes pagar exactamente na
mesma moeda. Mas como os governantes não têm coragem de afrontar os "bem
pensantes" (é recordar-se o que aconteceu ao Pacheco de Amorim quando
disse que os tugas eram caucasianos, heresia absoluta...), os "imãs
moderados" e os "cristãos já submetidos", têm de se socorrer de
"eufemismos". E é evidente que estes abrem o flanco a dúvidas (ah! mas a lei diz que não pode cobrir o
rosto mas não diz que é a 100%!, e se o pano for transparente já pode ou não? a
pessoa continua identificada!, e se tiver a foto da cara no pano já não podem
dizer que afecta a segurança!, e se eu achar que todo o espaço público faz
parte do meu templo religioso?, e por aí fora ...) que serão exploradas
por aqueles a quem a lei faz mossa e que são precisamente os que querem
destruir a cultura ocidental ou pelo menos que não têm vontade séria de a
defender. Uma burca ou um niqab a circular na rua no Ocidente (ou a meu ver
mais pessoal mesmo um lenço na cabeça por motivo religioso) é uma declaração
pública feita por um invasor de que "quer
gostem ou não, eu agora estou aqui, obrigo a minha fêmea a fazer o que eu
quero, sei que vos chateio mas ninguém me pode contrariar, e isto é só o começo
porque eu vou abusar cada vez mais das vossas leis e dos vossos "direitos
humanos" precisamente para vos destruir pelas bases e, vejam lá, eu faço
isso porque vocês são mesmo uns p a l e r m a s" !). Acho que mais
ou menos é isto, ao que chegámos!
Nuno RibeiroFernando
> MCA Costa: O problema da nossa sociedade ocidental está muito bem espelhada neste
comentário à crónica. É que para os progressistas de esquerda tudo se tornou
igual, tudo é comparável. Mas não é. Os Judeus têm a mesma base judaico-cristã
que nós. Os muçulmanos infelizmente não. Os judeus construíram uma democracia e
respeitam os mesmos valores humanos que nós na Europa. O muçulmanos fogem do
seu país por o terem tornado miserável com os fanatismos religiosos e
teocracias. Os judeus integram-se e respeitam as culturas onde estão inseridos.
Os muçulmanos são ensinados desde pequenos que Alá nos vê como infiéis e que a
morte de um infiel é garante de um lugar no paraíso. É bom que atentes a quem
convidas para tua casa....
maria santos > José
Lúcio: Boas tardes. Não estavam em lado nenhum porque o ideário de esquerda só se
importa com alavancar os seus ódios
prevalecentes. No ideário de esquerda só cabe o futuro fantasiado, que nunca verão porque, no
presente, nem existe nem tem plausibilidade, mas asseguram, como os doidos, que
algures no dia se São Nunca à tarde
será visto. Para as esquerdas não interessa discutir ideias, só alavancar os ódios. Sempre no conflito, no
ataque. O futuro de fantasias não existe, mas existem as pessoas que são contra;
portanto, prendem-se, cancelam-se, perseguem-se, matam-se as pessoas que são
contra. Simples. Boa continuação de
semana. José Lúcio: Já o disse e repito: a Extrema-Esquerda, em todas as
suas variantes, aliou-se, por um tacticismo, hipócrita ao Islão Radical para
destruir o Ocidente, nomeadamente o Cristianismo, o seu inimigo absoluto. A
Extrema-Esquerda está convencida de que, na hora da vitória, conseguirá
sobrepor-se ao Islão Radical. Ou os apoiantes da Extrema-Esquerda são ingénuos
ou estudam (muito) pouco. Porque se se dessem ao trabalho (não se dão) de
analisar o passado recente iriam descobrir algo de interessante: a percentagem
de Cristãos no Médio Oriente correspondia a cerca de 11% da população, Hoje não
passará de 4%. Os casos mais impressionantes correspondem à Síria, ao Líbano e
ao Iraque onde a redução de Cristãos é superior a 1.000.000. Então, vejamos: se
a redução em 60.000 em Gaza é um genocídio, o que é a redução de um a dois
milhões? Onde é que estavam os Lenços, as Flotilhas, as Plataformas, os Colectivos,
quando os Cristãos do Médio Oriente foram/são perseguidos e expulsos da sua
terra, para não mais voltarem? Sim, onde é que estava toda esta gente das
Faculdades, dos Colectivos, das Artes, das Culturas, do Teatro, do Cinema, das
Séries da Televisão? Onde é que vocês estavam? Muito ocupados, suponho, a
pensar que artista/professor/escritor é que iriam cancelar por não pensar como
vocês. A hipocrisia e o cinismo na Extrema Esquerda atinge, por estes dias,
valores de zero - não o zero dos números reais, mas o zero absoluto do Lord
Kelvin... Paulo
Silva > Pedra
Nussapato: [Comentário em moderação] Alexandre
Arriaga e Cunha: Deus lhe
conserve essa enorme clarividência, que é uma verdadeira preciosidade, com a
qual beneficia muita gente. Parabéns 👌 Daniel
José > João
Diogo: E depois? Se
quisesse viver na Turquia, ia para lá. Daniel
José: O PS têm que
explicar porque quer cá tanta mão de obra não qualificada. C MF >
João
Diogo: Disse muito
bem. Istambul (antiga Constantinopla). Noutras zonas da Turquia, mais remotas e
menos "turísticas", já não é bem assim. Não concordo que chame
conservador ao Erdogan. Foi eleito pelo partido islâmico e acabou com o
laicismo do estado quando chegou ao poder. Uma das medidas foi inclusivamente
voltar a tornar a Hagia Sophia uma mesquita (implicou esconder/tapar as imagens
cristãs). GateKeeper: Top 5. Ruço
Cascais > Alexandre
Barreira: Na condução
da mota não, quando vamos meter gasolina à bomba sim, Sr Leão: A prevalência do
bom senso sobre as ideologias que o adulteram João
Floriano > Maria
Tubucci: Excelente! Américo Silva > Américo
Silva: D. Maria I
proibiu o uso do bioco, que era um tipo de véu, através de um decreto em 1768,
com o objectivo de moralizar o vestuário das mulheres em público, era frequentemente usado pelas prostitutas. Voltou a ser
proibido pelo Governador Civil do Algarve, Júlio Lourenço Pinto, por um edital
de 28 de Setembro de 1892.
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