terça-feira, 27 de abril de 2021

Demasiada areia

 


Pelo menos para a minha camioneta, este brilhante apontamento racional, cheirando a silogismo, de complexa descodificação, mais do foro indutivo do que dedutivo, talvez pela sua dimensão… 

PELO TOQUE DA ALVORADA - 9

 

 HENRIQUE SALLES DA FONSECA

A BEM DA NAÇÃO, 26.04.21

 

Hoje, cheguei à parada para assistir ao nascer do Sol munido de duas premissas dogmáticas:

– As religiões são a génese das civilizações;

- A cultura é a prática da respectiva civilização.

Daqui resulta que a exegese é fundamental na evolução civilizacional «et pour cause», na dinâmica cultural.

Kant e Ibn al Wahhab foram contemporâneos e determinantes nas respectivas civilizações. Al Wahhab proibiu a exegese do Corão; Kant, não.

 

COMENTÁRIO:

 Henrique Salles da Fonseca  26.04.2021: Reading your interesting and curious texts,,,High style,,,,great writing!!!! El O'Sulivan

 Adriano Miranda Lima  27.04.2021 : O Dr. Salles oferece-nos aqui, em poucas palavras, tema para reflexão e discussão. Menciona e religião e a cultura como duas categorias essenciais que estiveram na origem da civilização, e poderia considerar-se a natureza como a categoria que precede as outras duas. Eu diria que ao interpretar a natureza que o envolve e marca os seus ritmos e necessidades biológicos, o homem teve de se servir da religião para compreender o que a razão não lhe fornecia. Então, a civilização acabou por ser o produto de um conúbio entre as categorias natureza, religião e cultura, mercê de entropias que moldaram formas diferentes de sociedades humanas.
Sim, “a exegese é fundamental na evolução civilizacional”, pela análise e interpelação do real que proporciona, coisa que o kant se permitiu, ao contrário de Ibn al Wahhab, conforme sinaliza o Dr. Salles.
Mas hoje se pode pensar que as culturas tendem para a sacralização, e as religiões para as laicizações culturais, o que pode representar um sinal de degradação de ambas, fruto da entropia atrás referida. Resta saber é se será um bem para a humanidade o banimento progressivo e total das religiões face ao predomínio exclusivo da cultura, produto puro da razão, para a compreensão de um sentido, um fundamento e uma orientação para a existência

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Oliveira eterna


Poderia ser símbolo de um país resistente

A todos os golpes da sorte…ou do azar…

Nós morreremos, mas a oliveira frondosa,

Bifurcada que seja e até maltratada

Salva in extremis por gente capaz

Permanecerá protegendo a nação impotente,

Sombra clemente

Por saecula saeculorum  mantendo esperança

Por saecula saeculorum continuando vivaz…

Belas imagens que o Público publica,

Numa república que se diz das bananas

Mas de azeitonas e azeite afinal

Para exportar, como sempre,

E assim nos salvar, eficaz…

 

AMBIENTE

Como se pôs uma oliveira contemporânea dos faraós a puxar por uma terra ribatejana

Um monumento vivo com 3354 anos chegou aos nossos dias, deixando em aberto uma questão pertinente: por quanto tempo mais terá condições para viver uma das árvores mais velhas do mundo.

CARLOS DIAS

PÚBLICO, 25 de Abril de 2021,

A oliveira do Mouchão esperou mais de três mil anos para que os humanos se apercebessem da sua idade. José Luís Louzada, investigador auxiliar com agregação do departamento florestal na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que patenteou, em 2008, um método de datação das oliveiras antigas, recorre a uma frase adequada a árvores tão vetustas: “Arrisco-me a dizer que as oliveiras como a de Mouchão são quase eternas”. E, no entanto, este exemplar que já completou 3354 anos em 2021 escapou por um triz a um abate que chegou a estar anunciado e por estes dias ainda enfrentou uma ameaça química.

Esta árvore foi salva de ser reduzida a lenha in extremis. André Luiz Lopes, administrador da Ourogal, empresa com sede em Abrantes e que se dedica à produção de azeite proveniente de variedades tradicionais portuguesas, algumas das quais com mais de 2000 anos, descreveu ao PÚBLICO o seu espanto quando, em 2017, um amigo o levou a um olival antigo que já foi conhecido por Mata de Alfanzira, na povoação de Cascalhos, freguesia de Mouriscas. Ali permaneciam em bom estado vegetativo dezenas de árvores milenares e, entre elas, a oliveira do Mouchão. 

E foi sobre este exemplar que o amigo lhe pediu uma opinião: “Você, que é agrónomo, diga lá se esta oliveira não tem 300 anos?...” Luíz Lopes olhou perplexo para o exemplar de caule contorcido e ressequido, com um enorme buraco no caule – uma oliveira com mais de 150 anos já não tem o seu núcleo central – mas com a copa ainda verdejante, e fez um comentário marcado pela surpresa: “Com 500 anos tenho-as na minha propriedade e cabem três no diâmetro desta”. Nunca tinha visto uma árvore assim. E, no entanto, o seu abate já fora várias vezes anunciado. Garantia umas boas carradas de lenha.

O empresário encarou a velha oliveira como um testemunho vivo de um património natural em risco de desaparecer, mas que poderia ajudar a promover o azeite de Abrantes. “Fazia todo o sentido, aquela oliveira, levar a região atrás. Era o seu ADN.” Em zona de minifúndio, o olival centenário e milenar representa um suporte importante para os pequenos agricultores cujas courelas não são economicamente sustentáveis. “Pretendíamos um pouco de marketing que seria bom para a Ourogal e importante para promover o concelho de Abrantes”, relata Luiz Lopes.

E é a partir daqui que se desenrola a história que levou ao conhecimento público a existência da oliveira do Mouchão, através de um percurso que viria a revelar-se “bastante complicado”.

Superar obstáculos

Actuámos mesmo a tempo, pois havia muita vontade de a transformar em lenha”, recorda o administrador da Ourogal. Evitou-se o seu abate, mas faltava superar os obstáculos que dificultavam a recuperação da oliveira.

Em primeiro lugar, teria de se apurar a idade da árvore. O empresário, que já conhecia a existência de uma fórmula para obter a datação das oliveiras antigas, chegou “à fala com o professor da UTAD José Louzada para fazer a datação da oliveira. Que concluiu: “Esta árvore apresentava, em 2016, um perímetro-base de 11,2 metros, um perímetro à altura do peito de 6,5 metros e uma altura de tronco até às primeiras pernadas de 3,2 metros, tendo-lhe sido estimada uma idade de 3350 anos”. E o respectivo certificado comprovativo foi atribuído.

Superado o primeiro obstáculo, surge outra dificuldade: importava saber quem era o dono da oliveira. E aqui o imbróglio adensa-se.

Recuando ao século XVIII, na tradição local, qualquer pessoa podia adquirir uma oliveira na courela de outros ou, então, os donos das terras cediam o exemplar mais bonito à Igreja para fornecer azeite que era utilizado nos lampadários. Em troca, o pároco rezava umas missas pelos defuntos da família. Hoje esta prática já não existe, mas, quando Luiz Lopes procurou saber a quem pertencia a secular oliveira, deparou-se com uma situação imprevista: a árvore encontrava-se, precisamente, na linha divisória entre duas courelas, abrangia dois proprietários e pertencia a uma terceira pessoa, que a herdou do pai que a tinha adquirido não se sabe quando.

A Ourogal fez um acordo de cavalheiros com os dois proprietários das courelas e a empresa passou a patrocinar a preservação da oliveira milenar. Paralelamente, comprometeu-se com Fernando Matos, o proprietário de uma das courelas, a fazer-lhe a entrega de 500 litros de azeite. O compromisso previa ainda o tratamento da terra e o transplante de meia dúzia de oliveiras.

Teresa Abreu e Francisco Fernandes, proprietários da outra exploração, pediram o transplante de 50 oliveiras e a construção de um muro. Por sua vez, a árvore pertence a Ermelinda Marques, de 95 anos, que recebeu da Ourogal a garantia de que a árvore seria protegida.

O passo seguinte era a classificação da oliveira como exemplar de Interesse Público. “Contactei o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas nesse sentido e fui informado que tinha de estar destacada num círculo com 50 metros de diâmetro”, refere o administrador da empresa.

Aconchegar com terra

O estado deplorável em que a árvore se encontrava exigia uma intervenção urgente, “senão podia perder-se”, recorda ao PÚBLICO António Cordeiro, Investigador no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), que coordenou os trabalhos. É que, em décadas anteriores, foram retiradas terras de barro em redor da oliveira para utilização na indústria cerâmica, deixando expostas as primeiras raízes e levando ao definhamento da árvore. Foi necessário construir um murete de protecção em redor da árvore com o diâmetro da copa, aconchegá-la com terra e podá-la.

As oliveiras milenares precisam sempre de imensos cuidados. O exemplar do Mouchão, como todos os que têm milhares de anos, é, na sua génese, um zambujeiro (Olea europaea var. sylvestris). São oliveiras-bravas que foram enxertadas com a variedade portuguesa, a galega. Mas com a falta de manutenção, a árvore acabou por retomar a sua condição inicial de zambujeiro.

No último Verão, o investigador do INIAV deslocou-se a Cascalhos para observar a árvore e reparouque esta tinha reagido bem ao tratamento feito, sobretudo na copa e na protecção radicular, que deram estabilidade à planta.”

O local onde se encontra a oliveira do Mouchão passou a receber turistas das mais variadas partes do mundo para observar a árvore que produz azeite desde o tempo dos faraós.

O investigador da UTAD explicou ao PÚBLICO, em Fevereiro de 2017, o segredo da longevidade das oliveiras milenares, salvaguardando um aspecto essencial“Quando se diz que uma oliveira tem 2000 anos, é óbvio que não há nenhuma célula com 2000 anos. À medida que a parte mais velha vai morrendo, a árvore rejuvenesce e emite novos rebentos que mantêm a árvore viva e de uma forma quase infinita.” Se não ocorrer nenhum processo anormal à árvore, “esta poderia ter uma vida quase eterna.”

Isso se os riscos se mantiverem controlados. Mas, há cerca de um mês e meio, uma pessoa amiga alertou o administrador da Ourogal: “Venha ver a oliveira!” Luiz Lopes não perdeu tempo. “E, para espanto meu, vejo uma desfolhação na árvore. Pensei que faltassem micronutrientes, mas afinal houve alguém que colocou herbicida (glifosato) que terá chegado às raízes. A oliveira não morreu, mas levou uma valente bofetada!...”, refere Luíz Lopes.

O PÚBLICO solicitou esclarecimentos ao presidente da Junta de Freguesia de Mourisca, Pedro Matos, entidade que detém a propriedade, a posse e os direitos sobre a árvore, sobre o que terá provocado a situação anómala na oliveira. O autarca alegou que “em certas alturas a árvore altera a folhagem”, classificando este processo como “normal”. E sublinhou que a junta de freguesia não pode fazer intervenções na oliveira sem autorização do ICNF.

O PÚBLICO questionou esta última entidade sobre as causas que estarão a provocar o desfolhamento da oliveira, mas não obteve resposta.

É um dado adquirido que as oliveiras (Olea europaea L.) chegaram por mar ao território que é hoje Portugal “trazidas por fenícios, gregos e cartagineses”, explicou ao PÚBLICO José Gouveia, professor no Instituto Superior de Agronomia (ISA), acrescentando que estes povos mercadores estabeleceram-se inicialmente “na foz dos rios Tejo, Sado e Guadiana”, portas de entrada para o interior das regiões hoje Alentejo e Ribatejo. Para a região Centro do país, o rio Mondego foi a via de comunicação escolhida.

Foi assim que Lisboa e Santarém receberam a influência civilizacional dos povos vindos da orla mediterrânica. “Não foi por acaso que o Castelo de S. Jorge chegou a estar rodeado por um extenso olival e que na margem sul do Tejo existe uma terra chamada Azeitão”, observou o docente.

A informação que recolheu na leitura dos forais da época aponta que o olival terá chegado ao Alentejo no reinado de D. João I. “Recentemente, observei oliveiras muito antigas no concelho do Alvito, a norte do distrito de Beja, que terão sido para ali transportadas através do rio Sado.”

Foi a partir do zambujeiro (Olea europaea var. sylvestris), que os gregos transformaram em porta-enxerto, que a propagação da oliveira ocorreu. Também as aves que se alimentavam de azeitona tiveram um papel determinante na disseminação desta planta de características arbustivas pelo território com clima mediterrânico.

O professor do ISA, baseando-se nas obras do poeta romano Virgílio, admite que os fenícios terão transportado oliveiras, “árvores de grandes canseiras”, para a Península Ibérica, pormenor que indicia o transplante de exemplares já constituídos com alguma dimensão.

António Cordeiro, Investigador no Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), avançou ao PÚBLICO que a oliveira também se reproduziu através de semente (regeneração), tal como se propagou por enxertia ou estaca.

Ao longo de milénios, o homem foi seleccionando as árvores que se destacavam dentro de um determinado ambiente rural. No mundo olivícola actual, “há mais de 3000 variedades, mas as que se plantam para a produção são mais reduzidas, cerca de uma centena”, explica o investigador, dando conta de que existem 172 variedades portuguesas.

André Luíz Lopes, administrador da Ourogal, confirmou ao PÚBLICO que produz azeite de oliveiras centenárias e milenares, a partir da variedade galega e do zambujeiro, mas o volume obtido “é residual”. São os coleccionadores que mais interesse revelam pelo azeite do tempo dos faraós, mas, do ponto de vista organoléptico, “não se pode dizer que seja superior ao azeite das outras variedades”, conclui o empresário.

tp.ocilbup@arohamitlu

TÓPICOS

 LOCAL  AMBIENTE  AGRICULTURA  ABRANTES  PORTUGAL  UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

 

Simbolismos a dar com um pau


Para nos definir as inépcias, com duques do Terceiro à fartazana, cá por casa …

 

O DUQUE DO TERCEIRO

 HENRIQUE SALLES DA FONSECA

A BEM DA NAÇÃO,  25.04.21

 

O plebeu era veterinário mas só exercia em causa própria, herdado rico, solteiro e com alguns que se diziam filhos na mira das patacas. Mas não entra nesta história a não ser como amigo dos outros, o Duque e o Marquês.

O Duque, casado e medianamente remediado, vivia no terceiro andar de um prédio que herdara na praça com o nome de um seu famoso avoengo, também ele Duque. Só que o Duque do terceiro achava que um Duque se pode perfeitamente «et à l’ aise» empoleirar numa peanha mas nunca viver num terceiro andar. Já lhe bastava a concorrência do da Terceira. Por isso se intitulava Marquês – que também o era – do mesmo patrónimo. Do fausto antigo, guardava o título, algum património que preservava quase religiosamente e um empregado doméstico que também herdara que conduzia a Duquesa nas suas digressões por aqui e por ali, servia à mesa e engraxava os sapatos de suas Excelências. A «esposa» era a porteira do prédio e viviam na cave com quintal nas traseiras. Tinham um filho que já era engenheiro e constava que republicano.

O outro nobre desta história tinha sido filho e irmão de Duques e agora era tio de Duque. Jurista, dizia a todo o som que nunca exercera e que, quando tinha sido estagiário no escritório de um Advogado ali à Boa Hora, fugia do escritório mal o patrono se ausentava com medo de que aparecesse algum cliente. Admitido à Ordem (ainda não havia nada destes exames de admissão que há hoje), dizia que tinha pago um ano de quotas e que mandara tudo às urtigas. Mas era o Senhor Dom… (nome a calar), dedicava-se a viver dos rendimentos e a praticar a arte campera da sua paixão. Culto e poliglota, enchia qualquer salão desta cidade capital ou de qualquer outra. Ria-se discretamente quando o «mordomo» do Duque do terceiro o anunciava pomposamente como «o Senhor Dom Doutor…» e não como manda a semântica «o Senhor Doutor Dom…».

Certa vez, o sobrinho Duque fez-se convidado para almoçar com o tio no restaurante que este habitualmente frequentava ali à Calçada do Marquês de Abrantes e pediu-lhe que aceitasse passar a usar o título de Marquês de (…) que também pertencia à Casa Ducal. Por sua morte, o título regressaria à origem até porque do tio nada constava quanto a descendência biológica quer legal quer legalizada. Nada como com o amigo veterinário a quem «saltam» filhos a cada esquina.

E se, até ali, o «Dom Doutor» e o Duque do terceiro se tratavam por «Parentes», a partir dali, ambos Marqueses, ironizavam tratando-se por «Colegas».

Chegada a entrega do Império à União Soviética, o Marquês Dom Doutor levou um grande chimbalau com as ocupações da Reforma Agrária e o Duque do terceiro perguntou-lhe como é que ele, entretanto, se governava. – Tudo bem, Colega, Nós, afinal, éramos muito mais ricos do que nos lembrávamos. E o Duque do terceiro soltou uma gargalhada de alegria espontânea como há muito o protocolo não ouvia.

– Oh Colega! E o nosso amigo veterinário?, pergunta o Duque do terceiro.

- Oh Colega! Esse é muito mais rico do que nós somados e é isso que dana os vinticinquistas.

E, já que neste dia assim «a modos que» tão especial, estamos numa de heráldica, como dizia D. João II, «Honny soit qui mal y pense» que o sapateiro remendão do meu avô traduzia por «Quem é que Vomecê julga que eu sou?», ou seja, qualquer coincidência é pura semelhança.

- Não, disse o Duque do terceiro, qualquer semelhança é pura coincidência.

- Oh Colega! Já estou confuso, disse o Marquês, deve ser deste seu “Cote du Rohne” travestido de “Costa do Castelo”. Como diz o meu maioral das vacas, «desculpem  qualquer coisinha».

- Pois eu acho que de   nada temos que pedir desculpa e até um dia destes vamos começar a discutir as «reaganomicas» à europeia que é como quem diz a moralidade e a racionalidade dos impostos directos. E então, sim, vamos ver os vinticinquistas a esmorecer a canção que já não fará qualquer sentido.

- AHAH!, riu o Marquês.

CAI O PANO DE CENA

Lisboa, 25 de Abril de 2021

Henrique Salles da Fonseca

 

COMENTÁRIOS:

Anónimo  25.04.2021 : como dizia D. João II, «Honny soit qui mal y pense», citação aparentemente incorrecta


NA:  Henrique Salles da Fonseca  25.04.2021 :
 A citação correcta teria sido «Talent de bien faire» mas, com ela, desaparecia parte do «non sense» que quis dar ao texto. Mas agradeço muito a chamada de atenção.

 

 Henrique Salles da Fonseca  25.04.2021: Caríssimo Amigo, Rico texto, como todos com que nos delicia neste seu, impagável, A BEM DA NAÇÃO, a que os "corifeus" nem avaliam o alcance! Grande abraço, António Alves Caetano

 

 Henrique Salles da Fonseca  25.04.2021 : 

As nossas forças armadas/
Lutaram com heroísmo/
No binticinco dabril/
Darrotarum o facismo
! Elias Quadros

 

 Anónimo  25.04.2021  Fantástico, como sempre. Um grande abraço.

 Anónimo  25.04.2021  :  Obrigado por ter levantado um pouco mais o pano de um palco onde haverá muito a descobrir. Haja luz!