domingo, 17 de maio de 2026

COMENTÁRIOS


Do texto anterior, de ALBERTO GONÇALVES:  em “O VÍRUS QUE ANDA POR AÍ” em “TALVEZ SEJA” - deste blogue.

COMENTÁRIOS:

António Marques: Para mais, os mais de 70000 mortos, incluindo muitos inocentes mortos a tiro quando estavam indefesos à procura de comida deveria ser suficiente para que um jornalista tivesse respeito e não deturpasse a realidade. Esclarecendo: também acho as flotilhas absurdas, mas há que ser intelectualmente honesto.                  

António Marques: Todos os artigos contra o autor entraram em moderação?…  Pelo artigo, não fico admirado. É Alberto Gonçalves. Tem o dom de pegar num tema e não o conseguir explorar para além de banalidades tendenciosas. Quando não é prejudicial, já é de louvar.                     

 Maria Paula Silva: Excelente! Era impossível não fazer a analogia, estavam mesmo a pedi-las! :) adorei o texto todo, mas há uma frase que me causou um prazer sorridente especial: "nas “flotilhas” os agentes patogénicos são os próprios hospedeiros. "Deliciosa.  O sub-título também.    Acabo de reparar que um conjunto de comentários que tinham votações máximas mas se exprimiam contra o autor, foram eliminados. É inadmissível. Há muitos tipos de pessoas que publicam informação, incluindo os jornalistas e os propagandistas. Os segundos, podem dizer o que quiserem. Os primeiros, estão obrigados profissionalmente e deontologicamente a cumprir regras. Ainda recentemente ouvi na rádio uma análise relativamente às vítimas do ataque do Hamas em 2025 e fiquei sensibilizado. Alberto Gonçalves foi exemplar na expressão, mas péssimo enquanto jornalista, porque omitiu a outra parte da informação. Fez um péssimo trabalho como profissional da informação. Como é típico seu. Li muitas edições do Diabo, um jornal de propaganda, mas honestamente assumido como tal. O Observador, está a ser uma desilusão. Apesar de ter excelentes profissionais, é cúmplice deste erro profissional. Se é um meio de propaganda tendenciosa, então, em nome da honestidade, deve assumir-se como tal.

António Soares: O Alberto não diz, mas digo eu. Estamos muito mal com a caganeira mental que nos entra pela casa a dentro. Como é possível ainda existirem Marques Lopes, Danieis Oliveiras, Anjos e outros bloquistas a discorrerem trampa pela boca bem à nossa frente? Um caso de estudo!  Uma pobreza de país, digo eu.            

Graça Dias: Caro Alberto Gonçalves: Um artigo magnífico associado à histeria mediática em torno do hantavírus, com elenco variado, exótico e muita excitação entre jornalistas, analistas, infectologistas,  virologistas e as muitas divagações entre diagnósticos e recomendações - um espectáculo em style circense. As analogias   sobre as enfermidades nos cruzeiros & flotilhas, sendo deliciosas e hilariantes, não deixam, porém, de ser actuais e reveladoras, ora de aflições e ansiedade nos navios de cruzeiro, enquanto que nas flotilhas, a animação é extravagante, kafkiana e  maquiavélica, e sempre com o habitual ruído e cheiro nauseabundo, que os leva a delírios com febre alta e sons  estridentes ---  “Palestina livre”,  “genocídio” ,"os malefícios do “sionismo” e do rio atá ao mar !..

NOTA PESSOAL:

a)   A Operação Psicológica do Hantavírus: Não se deixe enganar novamente — É puro teatro para mentes fracas;

b) O mesmo golpe de sempre, mas com nova roupagem -- um nome novo.

Lá vamos nós de novo. As mesmas pessoas que nos trouxeram os lockdowns da COVID-19, as máscaras, os testes PCR e as injecções experimentais de terapia genética agora estão disseminando um novo medo : o HANTAVÍRUS. É evidente que isso é teatro programado, uma operação psicológica planejada para aterrorizar os mais fracos e fazê-los entregar a sua liberdade mais uma vez. Já passamos por isso antes, e qualquer um que cair nessa agora merece a vergonha que virá depois.

Manifesto o meu obrigado a AG pelo fascinante " Diário de Bordo".

Maria Emília Ranhada Santos: Extraordinário! Muito obrigada, caro Alberto Gonçalves! No meio de tanta diarreia mental na comunicação social, quando aparece algum jornalista equilibrado, sente-se um alívio quase instantâneo! Força, escreva sempre assim, e dê aos portugueses água desinquinada!

Carlos Fernandes: Maravilhoso, como (quase) sempre... Deixo só uma sugestão às autoridades israelitas, que deixem entrar alguns "activistas" com a sua imensa comida que levam para Gaza e que, posteriormente, os deixem conviver um pouco com os amigos do Hamas... Fica a sugestão!!!

João Floriano: E que tal uma flotilha que passe pelo Triângulo das Bermudas? Há dias de sorte!

José Paulo Castro: Não sei se é esse vírus ou apenas sintoma de outro, chamado anti-americanismo.

Miguel Sanches: Do melhor. Essa do "...estadista internacional" é refinada.

Obrigado, Alberto Gonçalves, por animar a malta...

André Fernandes: Grande Alberto! É sempre um prazer ler e ouvi-lo. Excelente.

Miguel Seabra: Na verdade há uma pandemia de especialistas e comentadores, está a alastrar de forma imparável. Quem disser o contrário é negacionista…ou comentador….

Vasco R: Fabuloso . E é de lembrar que até no Observador temos gentalha infectada pelo vírus antissemita.

Manuel Magalhaes: Que delícia de crónica em que eu apenas destacaria duas frases: “Em termos de potencial pandémico é, diria um “estadista” internacional, poucochinho” e “nas flotilhas as pessoas já entram infectadas, com um vírus único”. AG muitíssimo obrigado por mais esta lufada de ar fresco que tanta falta nos faz!!!

Miguel Macedo: Hilariante! Muito bem! Como sempre!

Alcides Longras > Tristão: Penso que ele simplesmente não é um autor com um propósito fixo, uma agenda política pré-estabelecida. Escreve (e bem) sobre aquilo que lhe parece mais relevante, mais digno de nota, mais sintomático dos nossos problemas, tenha ele o contexto político que tiver. Os temas que o vejo escolher, aqui e no Ideias Feitas são mais frequentemente da sociedade antes de serem da política. Porque são mais abrangentes que a política. Acho que é isso que um "cronista" deve fazer, mais do que pegar em bandeiras deste ou daquele partido.

A Sameiro: Ri, como não ria há muito tempo! se o ridículo matasse.......

Manuel Santos: Excelente artigo. É necessário ter coragem de colocar o dedo na ferida. Obrigado.

Rosa Graça: Excelente.

Maria Tubucci: Muito bem observado, Sr. AG. Aliás, só temos de gozar com estes vírus ideológicos mentais, porque provavelmente nem sabem onde fica Gaza, nem sabem o que defendem. E aposto que se a flotilha de parvos se afundasse, eles nem nadar sabiam e, eventualmente, se fossem atacados por tubarões-brancos diriam que tinham sidos atacados pela extrema-direita, são dementes. Acho uma perda de tempo gastar tempo com maralha deste calibre, como diz o meu pai, lavar a cabeça de um burro é um desperdício de água, sabão e tempo... 

António Soares: Outra vez pertinente e excelente!

Carlos F. Marques: Excelente.

Manuel RB  > Américo Silva: O que eu acho que faz mesmo falta a uma sociedade decente é usar um pouco da energia que gastam nas buscas ao elevador da casa do primeiro-ministro e investigar de onde vem o dinheiro para comprar dezenas de barcos que vão abandonar dias depois lá pelo Médio Oriente. As origens serão as mesmas dos barcos humanitários que "salvavam" imigrantes no Mediterrânio. Mas esta moda já passou. Um wokismo típico, substituir as causas quando se esgotam no interesse da comunicação social. Pode crer que os valores dos barcos são muuuito altos. Talvez menos que os lucros com mais umas vacinas para outro vírus mediático. Falta em jornalismo o que sobra em activismo.

mais um: Estupenda esta crónica. Vale bem a assinatura!

Liberal do Costume: Sinto um perfume do Alberto Gonçalves clássico por aqui! Força, Alberto!

Alcides Longras > Tristão: Acho que a escolha de tema é de extrema pertinência para termos mais consciência da natureza humana, por trás de todos esses temas supostamente "mais relevantes".  Porque a sua memorização provocou o maior choque social, económico e mesmo intelectual dos últimos séculos, ainda só há meia dúzia de anos.

Maria Helena Oliveira: Era de os pôr em casa de quarentena como no covid.

Alfredo Freitas: Os passageiros das flotilhas têm ainda os olhos esgazeados e coçam- se muito.

klaus muller > Vasco R: Sim, convém não deixar passar em claro.

Maria Paula Silva > António Soares: desligue a televisão, não lhes dê tempo d'antena. No dia em que perderem audiência, de certeza que os mandam dar uma volta.

Do texto anterior, de ALBERTO GONÇALVES:  em “O VÍRUS QUE ANDA POR AÍ” em “TALVEZ SEJA” deste blogue.

COMENTÁRIOS:

António Marques: Para mais, os mais de 70000 mortos, incluindo muitos inocentes mortos a tiro quando estavam indefesos à procura de comida deveria ser suficiente para que um jornalista tivesse respeito e não deturpasse a realidade. Esclarecendo: também acho as flotilhas absurdas, mas há que ser intelectualmente honesto.                  

António Marques: Todos os artigos contra o autor entraram em moderação?…  Pelo artigo, não fico admirado. É Alberto Gonçalves. Tem o dom de pegar num tema e não o conseguir explorar para além de banalidades tendenciosas. Quando não é prejudicial, já é de louvar.                     

  Maria Paula Silva: Excelente! Era impossível não fazer a analogia, estavam mesmo a pedi-las! :) adorei o texto todo, mas há uma frase que me causou um prazer sorridente especial: "nas “flotilhas” os agentes patogénicos são os próprios hospedeiros."  Deliciosa.  O sub-título também.    Acabo de reparar que um conjunto de comentários que tinham votações máximas mas se exprimiam contra o autor, foram eliminados. É inadmissível. Há muitos tipos de pessoas que publicam informação, incluindo os jornalistas e os propagandistas. Os segundos, podem dizer o que quiserem. Os primeiros, estão obrigados profissionalmente e deontologicamente a cumprir regras. Ainda recentemente ouvi na rádio uma análise relativamente às vítimas do ataque do Hamas em 2025 e fiquei sensibilizado. Alberto Gonçalves foi exemplar na expressão, mas péssimo enquanto jornalista, porque omitiu a outra parte da informação. Fez um péssimo trabalho como profissional da informação. Como é típico seu. Li muitas edições do Diabo, um jornal de propaganda, mas honestamente assumido como tal. O Observador, está a ser uma desilusão. Apesar de ter excelentes profissionais, é cúmplice deste erro profissional. Se é um meio de propaganda tendenciosa, então, em nome da honestidade, deve assumir-se como tal.

António Soares: O Alberto não diz mas digo eu. Estamos muito mal com a caganeira mental que nos entra pela casa a dentro. Como é possível ainda existirem Marques Lopes, Danieis Oliveiras, Anjos e outros bloquistas a discorrerem trampa pela boca bem à nossa frente? Um caso de estudo!  Uma pobreza de país, digo eu.            

Graça Dias: Caro Alberto Gonçalves: Um artigo magnífico associado à histeria mediática em torno do hantavírus, com elenco variado, exótico e muita excitação entre jornalistas, analistas, infectologistas,  virologistas e as muitas divagações entre diagnósticos e recomendações - um espectáculo em style circense. As analogias   sobre as enfermidades nos cruzeiros & flotilhas, sendo deliciosas e hilariantes, não deixam, porém, de ser actuais e reveladoras, ora de aflições e ansiedade nos navios de cruzeiro, enquanto que nas flotilhas, a animação é extravagante, kafkiana e  maquiavélica, e sempre com o habitual ruído e cheiro nauseabundo, que os leva a delírios com febre alta e sons  estridentes ---  “Palestina livre”,  “genocídio” ,"os malefícios do “sionismo” e do rio atá ao mar !..

NOTA PESSOAL:

a)   A Operação Psicológica do Hantavírus:

Não se deixe enganar novamente — É puro teatro para mentes fracas;

b) O mesmo golpe de sempre, mas com nova roupagem -- um nome novo.

Lá vamos nós de novo. As mesmas pessoas que nos trouxeram os lockdowns da COVID-19, as máscaras, os testes PCR e as injeções experimentais de terapia genética agora estão disseminando um novo medo : o HANTAVÍRUS. É evidente que isso é teatro programado, uma operação psicológica planejada para aterrorizar os mais fracos e fazê-los entregar a sua liberdade mais uma vez. Já passamos por isso antes, e qualquer um que cair nessa agora merece a vergonha que virá depois.

Manifesto o meu obrigado a AG pelo fascinante " Diário de Bordo".

Maria Emília Ranhada Santos: Extraordinário! Muito obrigada, caro Alberto Gonçalves! No meio de tanta diarreia mental na comunicação social, quando aparece algum jornalista equilibrado, sente-se um alívio quase instantâneo! Força, escreva sempre assim, e dê aos portugueses água desinquinada!

Carlos Fernandes: Maravilhoso, como (quase) sempre... Deixo só uma sugestão às autoridades israelitas, que deixem entrar alguns "activistas" com a sua imensa comida que levam para Gaza e que, posteriormente, os deixem conviver um pouco com os amigos do Hamas... Fica a sugestão!!!

João Floriano: E que tal uma flotilha que passe pelo Triângulo das Bermudas? Há dias de sorte!

José Paulo Castro: Não sei se é esse vírus ou apenas sintoma de outro, chamado anti-americanismo.

Miguel Sanches: Do melhor. Essa do "...estadista internacional" é refinada.

Obrigado Alberto Gonçalves, por animar a malta...

André Fernandes: Grande Alberto! É sempre um prazer ler e ouvi-lo. Excelente

Miguel Seabra: Na verdade há uma pandemia de especialistas e comentadores, está a alastrar de forma imparável. Quem disser o contrário é negacionista…ou comentador….

Vasco R: Fabuloso . E é de lembrar que até no observador temos gentalha infectada pelo vírus antissemita.

Manuel Magalhaes: Que delícia de crónica em que eu apenas destacaria duas frases: “Em termos de potencial pandémico é, diria um “estadista” internacional, poucochinho” e “nas flotilhas as pessoas já entram infectadas, com um vírus único”. AG muitíssimo obrigado por mais esta lufada de ar fresco que tanta falta nos faz!!!

Miguel Macedo: Hilariante! Muito bem! Como sempre!

Alcides Longras > Tristão: Penso que ele simplesmente não é um autor com um propósito fixo, uma agenda política pré-estabelecida. Escreve (e bem) sobre aquilo que lhe parece mais relevante, mais digno de nota, mais sintomático dos nossos problemas, tenha ele o contexto político que tiver. Os temas que o vejo escolher, aqui e no Ideias Feitas são mais frequentemente da sociedade antes de serem da política. Porque são mais abrangentes que a política. Acho que é isso que um "cronista" deve fazer, mais do que pegar em bandeiras deste ou daquele partido.

A Sameiro: Ri, como não ria há muito tempo! se o ridículo matasse.......

Manuel Santos: Excelente artigo. É necessário ter coragem de colocar o dedo na ferida. Obrigado

Rosa Graça: Excelente.

Maria Tubucci: Muito bem observado Sr. AG. Aliás, só temos de gozar com estes vírus ideológicos mentais, porque provavelmente nem sabem onde fica Gaza, nem sabem o que defendem. E aposto que se a flotilha de parvos se afundasse, eles nem nadar sabiam e, eventualmente, se fossem atacados por tubarões-brancos diriam que tinham sidos atacados pela extrema-direita, são dementes. Acho uma perda de tempo gastar tempo com maralha deste calibre, como diz o meu pai, lavar a cabeça de um burro é um desperdício de água, sabão e tempo... 

António Soares: Outra vez pertinente e excelente!

Carlos F. Marques: Excelente.

Manuel RB  > Américo Silva: O que eu acho que faz mesmo falta a uma sociedade decente é usar um pouco da energia que gastam nas buscas ao elevador da casa do primeiro-ministro e investigar de onde vem o dinheiro para comprar dezenas de barcos que vão abandonar dias depois lá pelo médio oriente. As origens serão as mesmas dos barcos humanitários que "salvavam" imigrantes no Mediterrânio. Mas esta moda já passou. Um wokismo típico, substituir as causas quando se esgotam no interesse da comunicação social. Pode crer que os valores dos barcos são muuuito altos. Talvez menos que os lucros com mais umas vacinas para outro vírus mediático. Falta em jornalismo o que sobra em activismo.

mais um: Estupenda esta crónica. Vale bem a assinatura!

Liberal do Costume: Sinto um perfume do Alberto Gonçalves clássico por aqui! Força, Alberto!

Alcides Longras > Tristão: Acho que a escolha de tema é de extrema pertinência para termos mais consciência da natureza humana, por trás de todos esses temas supostamente "mais relevantes".  Porque a sua memorização provocou o maior choque social, económico e mesmo intelectual dos últimos séculos, ainda só há meia dúzia de anos.

Maria Helena Oliveira: Era de os pôr em casa de quarentena como no covid

Alfredo Freitas: Os passageiros das flotilhas têm ainda os olhos esgazeados e coçam- se muito.

klaus muller > Vasco R: Sim, convém não deixar passar em claro.

Maria Paula Silva > António Soares: desligue a televisão, não lhes dê tempo d'antena. No dia em que perderem audiência, de certeza que os mandam dar uma volta.

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