In “PELO
BEM COMUM” - EX- “A BEM
DA NAÇÃO”
UNS TÍTULOS se vão – não se percebe a razão do facto – mas outros
surgem, seguindo a mesma linha de orientação anterior, enquadrada em amor
pátrio e sentido moral necessário numa sociedade hoje em dia impregnada de
proselitismos vários tantas vezes refractários a razões mais de acordo com os
princípios que sempre acompanharam os cidadãos que como tal se prezam - caso do
Dr. Salles – um cidadão sem papas na língua ou sem borrões na sua escrita forte
e precisa.
«DOS
FALADOS E DOS CALADOS»
maio 15, 2026
«O proselitismo soviético foi uma particularidade
meramente temporal do imperialismo russo e este acabou por se infiltrar no
Ocidente como russofilia. Eis a 5ª coluna que metastisa as
sociedades que se regem pelo humanismo de inspiração liberal.
Assim, a obrigatoriedade do serviço militar é o
modo mais expedito para se enxamear as Forças Armadas (e de Segurança) com
adeptos de modelo contrário ao ocidental. Também, pela mesma razão, há temas
que não devem chegar aos telejornais.
Tratemos aqui dos falados e calemos aqui os demais
dizendo que…»
«…O ÓCIO
É O PAI DE TODOS OS VÍCIOS.»
Ou seja, nos
estabelecimentos prisionais a terapia ocupacional deverá ser a regra e o
sistema deverá ser organizado, tão hermeticamente quanto possível, como segue:
· ALA ESCOLAR – para onde transitam os reclusos que já
frequentem escola prisional, os analfabetos (mesmo que forçados a isso) e
aqueles que possam ser de utilidade como ajudantes do corpo docente;
· ALA HOSPITALAR – onde baixam os toxicodependentes e os
doentes de outras patologias psíquicas e físicas sendo também ali colocados os
reclusos que possam servir de apoio ao pessoal médico e de enfermagem;
· ALA OFICINAL – onde, sob a orientação do
IEFP, trabalham mestres e reclusos aprendizes (ou também já profissionais);
· ALA FÍSICA – aqui entrarão todos os
reclusos que não tenham cabimento nas outras alas sendo sujeitos à disciplina
militar.
Notas
complementares:
· Os reclusos que não possam ser sujeitos
aos exercícios de disciplina militar (i.e. por motivos de idade) deverão ser
empregues em serviços de higiene, manutenção e cozinhas do estabelecimento
prisional.
· Os reclusos que demonstrem bom
comportamento militar poderão ser aceites como voluntários para integrarem a
Falange de Remissão para operações especiais ao abrigo do previsto na Convenção
de Genebra (1 ano de Falange = a 2 anos de pena cumprida).
***
Para reduzir a actual
sobrelotação da rede prisional, crê-se conveniente deportar os estrangeiros que
estejam a cumprir pena (~ de 2500) e repatriar os portugueses que estejam
presos no estrangeiro (~1200).
Outros
“Falados” se seguirão…
Maio de 2026
HENRIQUE
SALLES DA FONSECA
COMENTÁRIOS
Mensagens populares deste
blogue
ABRINDO A PORTA...
fevereiro 02, 2026
Ao estilo de Declaração de Princípios, esta
é a casa do … humanismo
no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o Estado serve o
cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a todos os
sistemas que obriguem a pessoa servir o Estado … da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie; … da sistemática busca da
harmonização de interesses nem sempre concomitantes, por oposição a
perturbadora luta de classes;
… da liberdade
de pensamento e respectiva expressão; . … pluripartidarismo
que, abrindo alternativas de doutrina e estratégia, permite ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do
poder) a
opção perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias;
… da definição
doutrinária do bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia
e da liberdade como conceitos unicitários chumbem nas urnas...
DO
BEM-COMUM
fevereiro 04, 2026
O conceito de bem-comum tem tudo a
ver com harmonia
social, com solidariedade e com o Estado de Direito. Com respeito pelas minorias, o
bem-comum assenta na vontade da maioria. O bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução. Dá para crer que os movimentos
disruptivos nascem e medram a partir da desconfiança sob a profusão de
compadrios, mas também podem resultar da inveja. Contudo, seja
qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo isso é contrário ao bem-comum.
O Ocidente tem que ser transparente e, portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas… … se o secretismo referendário é o
garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da «coisa» pública
a transparência é garantida pela difusão da informação assim impedindo
ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a Europa e
pouco mais. O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já é só quase a
Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nó...
SOMOS
POUCOS
março
09, 2026
A área urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão que somos poucos. Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando «contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas. Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo….*
*Como não percebi a sequência
da frase, completo-a “amadoristicamente”, segundo parecer pessoal, que suponho da
mesma linha de pensamento do autor daquela: “Cujo amadorismo poderá contribuir
para o
desrespeitar de noções imprescindíveis aos verdadeiros cidadãos”
Nenhum comentário:
Postar um comentário