sábado, 23 de maio de 2026

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Dos COMENTÁRIOS ao texto de JOÃO MARQUES DE ALMEIDA Colunista do Observador: “André Ventura: o grande provocador”

OBSERVADOR, 24 abr. 2025, 00:22 CONTINUAÇÃO

Dos COMENTÁRIOS ao texto de JOÃO MARQUES DE ALMEIDA Colunista do Observador: “André Ventura: o grande provocador”

OBSERVADOR, 24 abr. 2025, 00:22

COMENTÁRIOS (cont.)

 Vítor Araújo > Nuno Abreu, 24/04/2025: Mário Soares foi, muitas vezes e vários anos.                     Joaquim Rodrigues, 24/04/2025: Temos um “Estado Omnipotente”, de que as tribos partidárias se tentam servir a todo o custo, o qual está a destruir o País. As “Funções Actuais” de um Estado Moderno, na Área Económica, são as de assegurar condições de “justa, sã e leal concorrência” nos sectores em que as “Regras de Mercado” funcionam, garantir a igualdade de oportunidades a todos os cidadãos, garantir a livre iniciativa privada e ter uma função de “Regulação” dos mercados em defesa do “Interesse dos Cidadãos enquanto Consumidores” quando, “mas só quando”, esses mercados são, por natureza, “Monopolistas”. Em Portugal é ao contrário: o Estado Central é o instrumento de todas as negociatas, compadrios e corrupção. É bom não nos esquecermos que, se o ódio ao “mercado e à concorrência” era a “bíblia” do Cunhal, Salazar também tinha textos teóricos escritos contra o mercado e a concorrência. Na verdade, o “Sistema Político/ideológico” que nos rege, tem raízes nos 40 anos de Salazar/Cunhal, foi forjado no “Estado Novo”, na “Estatização” da economia, no proteccionismo económico, no “rentismo”, no condicionamento industrial, no Estado Fomentador, nos monopólios de Estado e na “Centralização” Política e Administrativa dos poderes de Estado, no Estado Central. O “sistema” que nos rege, preservou, até aos dias de hoje, o “estatismo e o centralismo”, dois dos atributos típicos dos “Estados Totalitários”, fascistas ou comunistas, que emergiram após a Primeira Guerra Mundial, atributos esses que se potenciam um ao outro. Ou seja: quanto mais “estatista” é um “sistema”, mais pernicioso é o “centralismo” e quanto mais “centralista” é o “sistema” mais pernicioso é o “estatismo”. Esse “Sistema”, que teve alguns méritos desenvolvimentistas quando pôs cobro aos desmandos da 1ª República, mas foi catastrófico ao perpetuar-se após a 2ªGuerra, em Portugal, fazendo-nos passar ao lado da “onda liberalizadora e descentralizadora”, que percorreu a Europa Ocidental, após a Segunda Guerra Mundial. Quando aconteceu o Golpe Militar do 25 de Abril, promovido pelos militares, para acabar com a guerra colonial, como o único partido organizado, nessa altura, era o PCP, o poder passou, directamente, do Salazarismo para o Cunhalismo, no PREC, quando o PCP tomou de assalto o Aparelho de Estado. Fez-se então (de forma atabalhoada) a descolonização, mas ficaram por concluir as tarefas de democratização e liberalização do “regime salazarista”, designadamente, a sua “desestatização” e “descentralização”. O Cunhal, no PREC, encarregou-se de “branquear e certificar” os atributos totalitários “estatistas e centralistas” do Estado Novo, porquanto, tendo como guião o Estado Soviético, via neles a oportunidade de tomada e perpetuação do poder pelo controlo do “Aparelho de Estado”.  No pós-PREC, a “nova oligarquia” em recomposição, dentro e fora dos aparelhos partidários, também eles centralizados à imagem do PCP e da União Nacional, passou a ver, nesses atributos, agora já devidamente “branqueados e certificados”, a oportunidade de controlo do Poder Político e Económico do País. Sá Carneiro e Lucas Pires foram das raras e honrosas excepções que lutaram pela democratização e liberalização do regime, afirmando, como suas Prioridades Políticas, a “Libertação da Sociedade Civil”, a “Livre Iniciativa Privada”, o “Mercado e a Concorrência”, a “Liberalização da Economia”, a “Descentralização Política do Estado” e o “Desmame da Oligarquia da mama do OE”, das “Negociatas de Estado” e das “Rendas Monopolistas outorgadas pelo Estado”.

Quando Sá Carneiro, (após ter enfrentado, derrotado e corrido com os traidores, emissários da “nova oligarquia”, no interior do partido), se preparava para desestatizar (liberalizar) e descentralizar(regionalizar), foi assassinado. Estatismo e Centralismo, mantiveram-se assim, até aos dias de hoje, como heranças intocáveis do Estado Novo e do PREC, e estão a condenar Portugal, com a ajuda dos Fundos Comunitários sim, ao lento, mas inexorável, definhamento, atraso e sub-desenvolvimento. Havendo um mundo de Mudanças e Reformas a fazer para que venhamos a ter uma verdadeira Democracia Liberal a funcionar em Portugal vem, estranhamente, o Sr. João Marques Almeida “pregar loas à provocação demagógica e populista” como forma de afrontar o “Sistema” instalado. Eu diria que essa é a última "esperteza" para perpetuar o "sistema". Qualquer Partido, qualquer verdadeiro Partido que queira fazer parte da instauração de uma verdadeira “Democracia Liberal”, é “sagrado” que tenha por base um "Sistema de Princípios, Valores e Fundamentos Doutrinários" que, em respeito pelo individuo, pela liberdade e pela democracia, constituam o elo de “confiabilidade” desse Partido "com" e "entre" os seus eleitores, seguidores e militantes e com todos os outros Partidos e Instituições Democráticas. Um Partido que se move por convicções, não pode basear a sua existência em meia dúzia de slogans que lhe permitem fazer o que, em cada momento, a “oportunidade” lhe pede ou dava jeito. E essa é a essência da democracia e da prática da democracia. E, sem isso, sem essa "confiabilidade" entre os cidadãos e os Partidos e entre os próprios Partidos, não existe democracia, a democracia não funciona. Sem "confiabilidade" dos eleitores nos Partidos é a participação democrática dos cidadãos na vida partidária e política que desaparece e é o alheamento cívico que aumentam. Sem "confiabilidade" entre os Partidos, substitui-se, o diálogo, a negociação, o compromisso, o acordo para a verdadeira mudança, pela esperteza saloia, a intriga, a rasteira, o golpe e a traição, para que tudo fique na mesma.                          GateKeeper  24/04/2025: Interessante. É sempre excelente aprendermos como raciocinam aquelas e aqueles que desdenham mas... Lá irão, "porque até gostariam de comprar". O Chega! continua a incomodar muita "gente acomodada e esquecida" do centrão. Ainda bem. So far, so good. É deixá-las / deixá-los destilar o seu ódio é a sua ordinarice, pois é sempre útil que se "descubram" e nos indiquem qual a sua gamela preferida. Quanto ao texto, o crooner desdenha, mas pouco, visto que "até quer comprar". Temos tempo.                         Paulo Silva > Pedra Nussapato 24/04/2025 Que tem com isso quem nunca se importou com a união poliamorosa da geringonça?...

maria santos, 24/04/2025: Pois é, este senhor está aborrecido com o despertar das classes médias e de mal com a direita conservadora organizada em partido político. Um cavalheiro diletante bem acomodado na vida, graças a Deus, mas a viver num País muito pobre e em decadência institucional graças à incompetência governativa de 50 anos do PS e PSD/"não é não". Com a excepção, que confirma a regra, de Cavaco Silva que nos trouxe a  competência e de Passos Coelho cujo governo nos tirou do horror do PS de Sócrates. Temos pena e temos tempo.                            António Cézanne, 24/04/2025: Os outros todos são burocratas políticos. São uns maçadores. Nada mais a acrescentar.                Miguel Almeida, 24/04/2025: "não consigo levar Ventura muito a sério. Muito menos o vejo como uma ameaça" Ainda me lembro dos europeus se rirem quando o Trump foi eleito pela primeira vez. Também não o viam como uma ameaça. O ser humano acha-se muito mais inteligente do que realmente é.  Tristão 24/04/2025: Percebo que tenha que ver os debates por dever de ofício, eu ainda tentei, mas cheguei rapidamente á conclusão que autoflagelação não é para mim… e muito menos o pós-debates, acho tudo deprimente demais. Para bolhas já me chega esta, a do Observador, mas tenho que comentar o que o JMA escreveu que de certa forma é uma apologia à política-espectáculo independentemente do seu conteúdo. Pois, é exactamente este tipo de política sem conteúdo, cheia de truques e barulhenta que nos toma a todos por acéfalos que eu não tolero mais… chega‼️               João Diogo 24/04/2025: Finalmente , um cronista , que não é chato nem insípido, excelente crónica.                       Paulo Silva  > Nuno Abreu 24/04/2025: Caro, Ventura é para todos os efeitos um católico, e para uma católico a morte do chefe máximo da Igreja é sempre um momento solene de consternação. O facto de ter reagido com respeito sem querer entrar em polémicas, não significa que tenha mudado de opinião acerca das críticas feitas ao papa. Dizer que se vive numa casa de 30 m2 quando são 70, e ter a hombridade de reconhecer o erro, revela que isso foi fruto de uma confusão ou de um engano. No entanto a ideia principal está lá: a casa que Ventura habita é pequena por comparação com as médias do nosso parque habitacional. Mais, se Ventura tivesse presentes conhecimentos da legislação urbanística saberia que um T1 nunca poderia ter 30 m2 de área bruta. Seria uma construção ilegal. Muitos não têm a noção das áreas dos espaços onde trabalham ou habitam porque não têm de medir os espaços. Quando muito medem as paredes da sala para saberem se lá cabem a cristaleira e o aparador. Ou medem a distância do sofá à parede para determinar a dimensão do ecrã da TV a comprar. Mas medir áreas, para quê?... Só se estiverem para ir ao mercado imobiliário... Ideia desses números têm os legítimos proprietários quando têm acesso à informação constante nos documentos oficiais: escritura, plantas e desenhos de projecto com cotas e áreas, registo da conservatória, caderneta predial, ficha técnica da habitação, certificado energético, etc. E mesmo assim muitos acabam por esquecer. Outra coisa é o vira-casaquismo do senhor PNS, por conveniência.                  Marco Rodrigues > Manuel Magalhaes 24/04/2025: Parabéns pela lucidez.                           Manuel Magalhães 24/04/2025: Pois é verdade, mas isso só não chega, faltam-lhe objectivos de futuro com alguma seriedade e racionalidade de direita, apenas populismo já cansa, vou deixar de votar em Ventura, coisa que fiz desde que ele apareceu, por ser uma esperança diferente, mas agora é preciso mais, muito mais!!!                Vitor Batista > Rui Pedro Matos 24/04/2025: Dia 18 veremos.                 JOSÉ MANUEL 24/04/2025: Debates? AVe destituiu as esganiçadas na estratégia de permanente ruído de fundo, em tons normalmente agudos, num permanente bombardeamento de reparos pseudo humorísticos salpicado por mentiras ou meias verdades que nenhum oponente, no momento, consegue rebater (como a dimensão da casa). Mas gostaria que AV respondesse em público a algumas questões:

Identifica-se mais com Trump ou com o Papa Francisco? Concorda com as tarifas de Trump à Europa? Concorda com a política de Trump relativamente à Ucrânia? Concorda com o aumento da despesa em defesa na Europa? Qual a proveniência do dinheiro que permite duplicar o orçamento da campanha relativamente ao ano anterior, enquanto os outros partidos o reduzem? O vice-presidente da AR proposto pelo chega é o 2º deputado com mais faltas na legislatura, com a justificação de atrasos no transito, apesar de ter carro e motorista da AR, que registou 602 h extra entre março e dezembro. Mantém a confiança nele? 

Diogo Pacheco de Amorim 24/04/2025 🙂🙂🙂                 maria santos > Alexandra Ferraz 24/04/2025: Bons dias. Síntese correcta e clarividente no tocante à premência das políticas públicas: segurança interna, imigração selectiva e justiça. Deus o queira, Alexandra, Deus o queira a médio prazo. Boa semana de  trabalho.                      António Cézanne >  Mario Figueiredo 24/04/2025: Respondo-lhe com o primeiro comentário a esta notícia que é da Alexandra Ferraz. Vá ler com calma, pare e pense, mas pense com o raciocínio lógico a funcionar e não com os monos de há 50 anos no poder atascados no cérebro. A acrescentar a esse primeiro comentário só resta mesmo dizer: também estou farto de monos, abanem isto de uma vez por todas para ver se deixamos de ter vergonha em pertencemos à classe dos 3 mais pobres da EU. E disto não saímos há 50 anos. Volto a dizer: também estou farto de monos! Pior do que sermos continuamente dos mais pobres da Europa é o quê? E não me venha com o fascismo, nazismo e outros ismos que já não colam, a não ser, lá está, nos monos que são sempre os mesmos há 50 anos a governar o país.                        Hugo Silva > Manuel Magalhaes, 24/04/2025: Diga um com objectivos de futuro? Objectivos baseados em previsões realistas, que rasguem o status quo vigente, que queiram reduzir o peso do Estado, do funcionalismo público, os gastos excessivos das empresas públicas... podia continuar. Todos iguais. Todos.                       Hugo Silva > pedro dragone 24/04/2025: Quanto é que você mede?                    Rui Pedro Matos 24/04/2025: Ehe Ehe Ehe. Interessante crónica! Mas o Chega terá a terceira posição, a medalha de bronze, na AR com menos deputados, mas mais firme e coesa, a bancada parlamentar!                 S N > Tristão 24/04/2025: "política" tipo ventura é boçal e totalmente inadmissível. humor e variedades às variedades, política à política!                                              Gabriel Madeira > Manuel Magalhaes 24/04/2025: ...e está visto que não é. No meu entender, vale pela identificação do problema e querer (ou pelo menos, ainda de fora, ter intenção de) resolver os imensos problemas da imigração desenfreada e sem controlo, que o fim da manifestação de interesse quis em parte resolver, mas irá ser parcial ou totalmente anulada pela Via Verde (que da minha parte leva Cartão Vermelho).                  Mario Figueiredo 24/04/2025: Um artigo do comentador JMA que descreve um líder partidário como mentiroso, demagógico e populista. Mas que de alguma forma é mais divertido, mais provocador, e menos maçador que os políticos que o combatem e os comentadores que lhe expõem as mentiras, demagogias e os populismos. Já não sei bem como classificar o pensamento de JMA, o comentador.

 

COMENTÁRIOS (cont.)

 Vítor Araújo > Nuno Abreu, 24/04/2025: Mário Soares foi, muitas vezes e vários anos.                     Joaquim Rodrigues, 24/04/2025: Temos um “Estado Omnipotente”, de que as tribos partidárias se tentam servir a todo o custo, o qual está a destruir o País. As “Funções Actuais” de um Estado Moderno, na Área Económica, são as de assegurar condições de “justa, sã e leal concorrência” nos sectores em que as “Regras de Mercado” funcionam, garantir a igualdade de oportunidades a todos os cidadãos, garantir a livre iniciativa privada e ter uma função de “Regulação” dos mercados em defesa do “Interesse dos Cidadãos enquanto Consumidores” quando, “mas só quando”, esses mercados são, por natureza, “Monopolistas”. Em Portugal é ao contrário: o Estado Central é o instrumento de todas as negociatas, compadrios e corrupção. É bom não nos esquecermos que, se o ódio ao “mercado e à concorrência” era a “bíblia” do Cunhal, Salazar também tinha textos teóricos escritos contra o mercado e a concorrência. Na verdade, o “Sistema Político/ideológico” que nos rege, tem raízes nos 40 anos de Salazar/Cunhal, foi forjado no “Estado Novo”, na “Estatização” da economia, no proteccionismo económico, no “rentismo”, no condicionamento industrial, no Estado Fomentador, nos monopólios de Estado e na “Centralização” Política e Administrativa dos poderes de Estado, no Estado Central. O “sistema” que nos rege, preservou, até aos dias de hoje, o “estatismo e o centralismo”, dois dos atributos típicos dos “Estados Totalitários”, fascistas ou comunistas, que emergiram após a Primeira Guerra Mundial, atributos esses que se potenciam um ao outro. Ou seja: quanto mais “estatista” é um “sistema”, mais pernicioso é o “centralismo” e quanto mais “centralista” é o “sistema” mais pernicioso é o “estatismo”. Esse “Sistema”, que teve alguns méritos desenvolvimentistas quando pôs cobro aos desmandos da 1ª República, mas foi catastrófico ao perpetuar-se após a 2ªGuerra, em Portugal, fazendo-nos passar ao lado da “onda liberalizadora e descentralizadora”, que percorreu a Europa Ocidental, após a Segunda Guerra Mundial. Quando aconteceu o Golpe Militar do 25 de Abril, promovido pelos militares, para acabar com a guerra colonial, como o único partido organizado, nessa altura, era o PCP, o poder passou, directamente, do Salazarismo para o Cunhalismo, no PREC, quando o PCP tomou de assalto o Aparelho de Estado. Fez-se então (de forma atabalhoada) a descolonização, mas ficaram por concluir as tarefas de democratização e liberalização do “regime salazarista”, designadamente, a sua “desestatização” e “descentralização”. O Cunhal, no PREC, encarregou-se de “branquear e certificar” os atributos totalitários “estatistas e centralistas” do Estado Novo, porquanto, tendo como guião o Estado Soviético, via neles a oportunidade de tomada e perpetuação do poder pelo controlo do “Aparelho de Estado”.  No pós-PREC, a “nova oligarquia” em recomposição, dentro e fora dos aparelhos partidários, também eles centralizados à imagem do PCP e da União Nacional, passou a ver, nesses atributos, agora já devidamente “branqueados e certificados”, a oportunidade de controlo do Poder Político e Económico do País. Sá Carneiro e Lucas Pires foram das raras e honrosas excepções que lutaram pela democratização e liberalização do regime, afirmando, como suas Prioridades Políticas, a “Libertação da Sociedade Civil”, a “Livre Iniciativa Privada”, o “Mercado e a Concorrência”, a “Liberalização da Economia”, a “Descentralização Política do Estado” e o “Desmame da Oligarquia da mama do OE”, das “Negociatas de Estado” e das “Rendas Monopolistas outorgadas pelo Estado”.

Quando Sá Carneiro, (após ter enfrentado, derrotado e corrido com os traidores, emissários da “nova oligarquia”, no interior do partido), se preparava para desestatizar (liberalizar) e descentralizar(regionalizar), foi assassinado. Estatismo e Centralismo, mantiveram-se assim, até aos dias de hoje, como heranças intocáveis do Estado Novo e do PREC, e estão a condenar Portugal, com a ajuda dos Fundos Comunitários sim, ao lento, mas inexorável, definhamento, atraso e sub-desenvolvimento. Havendo um mundo de Mudanças e Reformas a fazer para que venhamos a ter uma verdadeira Democracia Liberal a funcionar em Portugal vem, estranhamente, o Sr. João Marques Almeida “pregar loas à provocação demagógica e populista” como forma de afrontar o “Sistema” instalado. Eu diria que essa é a última "esperteza" para perpetuar o "sistema". Qualquer Partido, qualquer verdadeiro Partido que queira fazer parte da instauração de uma verdadeira “Democracia Liberal”, é “sagrado” que tenha por base um "Sistema de Princípios, Valores e Fundamentos Doutrinários" que, em respeito pelo individuo, pela liberdade e pela democracia, constituam o elo de “confiabilidade” desse Partido "com" e "entre" os seus eleitores, seguidores e militantes e com todos os outros Partidos e Instituições Democráticas. Um Partido que se move por convicções, não pode basear a sua existência em meia dúzia de slogans que lhe permitem fazer o que, em cada momento, a “oportunidade” lhe pede ou dava jeito. E essa é a essência da democracia e da prática da democracia. E, sem isso, sem essa "confiabilidade" entre os cidadãos e os Partidos e entre os próprios Partidos, não existe democracia, a democracia não funciona. Sem "confiabilidade" dos eleitores nos Partidos é a participação democrática dos cidadãos na vida partidária e política que desaparece e é o alheamento cívico que aumentam. Sem "confiabilidade" entre os Partidos, substitui-se, o diálogo, a negociação, o compromisso, o acordo para a verdadeira mudança, pela esperteza saloia, a intriga, a rasteira, o golpe e a traição, para que tudo fique na mesma.                          GateKeeper  24/04/2025: Interessante. É sempre excelente aprendermos como raciocinam aquelas e aqueles que desdenham mas... Lá irão, "porque até gostariam de comprar". O Chega! continua a incomodar muita "gente acomodada e esquecida" do centrão. Ainda bem. So far, so good. É deixá-las / deixá-los destilar o seu ódio é a sua ordinarice, pois é sempre útil que se "descubram" e nos indiquem qual a sua gamela preferida. Quanto ao texto, o crooner desdenha, mas pouco, visto que "até quer comprar". Temos tempo.                         Paulo Silva > Pedra Nussapato 24/04/2025 Que tem com isso quem nunca se importou com a união poliamorosa da geringonça?...

maria santos, 24/04/2025: Pois é, este senhor está aborrecido com o despertar das classes médias e de mal com a direita conservadora organizada em partido político. Um cavalheiro diletante bem acomodado na vida, graças a Deus, mas a viver num País muito pobre e em decadência institucional graças à incompetência governativa de 50 anos do PS e PSD/"não é não". Com a excepção, que confirma a regra, de Cavaco Silva que nos trouxe a  competência e de Passos Coelho cujo governo nos tirou do horror do PS de Sócrates. Temos pena e temos tempo.                            António Cézanne, 24/04/2025: Os outros todos são burocratas políticos. São uns maçadores. Nada mais a acrescentar.                Miguel Almeida, 24/04/2025: "não consigo levar Ventura muito a sério. Muito menos o vejo como uma ameaça" Ainda me lembro dos europeus se rirem quando o Trump foi eleito pela primeira vez. Também não o viam como uma ameaça. O ser humano acha-se muito mais inteligente do que realmente é.  Tristão 24/04/2025: Percebo que tenha que ver os debates por dever de ofício, eu ainda tentei, mas cheguei rapidamente á conclusão que autoflagelação não é para mim… e muito menos o pós-debates, acho tudo deprimente demais. Para bolhas já me chega esta, a do Observador, mas tenho que comentar o que o JMA escreveu que de certa forma é uma apologia à política-espectáculo independentemente do seu conteúdo. Pois, é exactamente este tipo de política sem conteúdo, cheia de truques e barulhenta que nos toma a todos por acéfalos que eu não tolero mais… chega‼️               João Diogo 24/04/2025: Finalmente , um cronista , que não é chato nem insípido, excelente crónica.                       Paulo Silva  > Nuno Abreu 24/04/2025: Caro, Ventura é para todos os efeitos um católico, e para uma católico a morte do chefe máximo da Igreja é sempre um momento solene de consternação. O facto de ter reagido com respeito sem querer entrar em polémicas, não significa que tenha mudado de opinião acerca das críticas feitas ao papa. Dizer que se vive numa casa de 30 m2 quando são 70, e ter a hombridade de reconhecer o erro, revela que isso foi fruto de uma confusão ou de um engano. No entanto a ideia principal está lá: a casa que Ventura habita é pequena por comparação com as médias do nosso parque habitacional. Mais, se Ventura tivesse presentes conhecimentos da legislação urbanística saberia que um T1 nunca poderia ter 30 m2 de área bruta. Seria uma construção ilegal. Muitos não têm a noção das áreas dos espaços onde trabalham ou habitam porque não têm de medir os espaços. Quando muito medem as paredes da sala para saberem se lá cabem a cristaleira e o aparador. Ou medem a distância do sofá à parede para determinar a dimensão do ecrã da TV a comprar. Mas medir áreas, para quê?... Só se estiverem para ir ao mercado imobiliário... Ideia desses números têm os legítimos proprietários quando têm acesso à informação constante nos documentos oficiais: escritura, plantas e desenhos de projecto com cotas e áreas, registo da conservatória, caderneta predial, ficha técnica da habitação, certificado energético, etc. E mesmo assim muitos acabam por esquecer. Outra coisa é o vira-casaquismo do senhor PNS, por conveniência.                  Marco Rodrigues > Manuel Magalhaes 24/04/2025: Parabéns pela lucidez.                           Manuel Magalhães 24/04/2025: Pois é verdade, mas isso só não chega, faltam-lhe objectivos de futuro com alguma seriedade e racionalidade de direita, apenas populismo já cansa, vou deixar de votar em Ventura, coisa que fiz desde que ele apareceu, por ser uma esperança diferente, mas agora é preciso mais, muito mais!!!                Vitor Batista > Rui Pedro Matos 24/04/2025: Dia 18 veremos.                 JOSÉ MANUEL 24/04/2025: Debates? AVe destituiu as esganiçadas na estratégia de permanente ruído de fundo, em tons normalmente agudos, num permanente bombardeamento de reparos pseudo humorísticos salpicado por mentiras ou meias verdades que nenhum oponente, no momento, consegue rebater (como a dimensão da casa). Mas gostaria que AV respondesse em público a algumas questões:

Identifica-se mais com Trump ou com o Papa Francisco? Concorda com as tarifas de Trump à Europa? Concorda com a política de Trump relativamente à Ucrânia? Concorda com o aumento da despesa em defesa na Europa? Qual a proveniência do dinheiro que permite duplicar o orçamento da campanha relativamente ao ano anterior, enquanto os outros partidos o reduzem? O vice-presidente da AR proposto pelo chega é o 2º deputado com mais faltas na legislatura, com a justificação de atrasos no transito, apesar de ter carro e motorista da AR, que registou 602 h extra entre março e dezembro. Mantém a confiança nele? 

Diogo Pacheco de Amorim 24/04/2025 🙂🙂🙂                 maria santos > Alexandra Ferraz 24/04/2025: Bons dias. Síntese correcta e clarividente no tocante à premência das políticas públicas: segurança interna, imigração selectiva e justiça. Deus o queira, Alexandra, Deus o queira a médio prazo. Boa semana de  trabalho.                      António Cézanne >  Mario Figueiredo 24/04/2025: Respondo-lhe com o primeiro comentário a esta notícia que é da Alexandra Ferraz. Vá ler com calma, pare e pense, mas pense com o raciocínio lógico a funcionar e não com os monos de há 50 anos no poder atascados no cérebro. A acrescentar a esse primeiro comentário só resta mesmo dizer: também estou farto de monos, abanem isto de uma vez por todas para ver se deixamos de ter vergonha em pertencemos à classe dos 3 mais pobres da EU. E disto não saímos há 50 anos. Volto a dizer: também estou farto de monos! Pior do que sermos continuamente dos mais pobres da Europa é o quê? E não me venha com o fascismo, nazismo e outros ismos que já não colam, a não ser, lá está, nos monos que são sempre os mesmos há 50 anos a governar o país.                        Hugo Silva > Manuel Magalhaes, 24/04/2025: Diga um com objectivos de futuro? Objectivos baseados em previsões realistas, que rasguem o status quo vigente, que queiram reduzir o peso do Estado, do funcionalismo público, os gastos excessivos das empresas públicas... podia continuar. Todos iguais. Todos.                       Hugo Silva > pedro dragone 24/04/2025: Quanto é que você mede?                    Rui Pedro Matos 24/04/2025: Ehe Ehe Ehe. Interessante crónica! Mas o Chega terá a terceira posição, a medalha de bronze, na AR com menos deputados, mas mais firme e coesa, a bancada parlamentar!                 S N > Tristão 24/04/2025: "política" tipo ventura é boçal e totalmente inadmissível. humor e variedades às variedades, política à política!                                              Gabriel Madeira > Manuel Magalhaes 24/04/2025: ...e está visto que não é. No meu entender, vale pela identificação do problema e querer (ou pelo menos, ainda de fora, ter intenção de) resolver os imensos problemas da imigração desenfreada e sem controlo, que o fim da manifestação de interesse quis em parte resolver, mas irá ser parcial ou totalmente anulada pela Via Verde (que da minha parte leva Cartão Vermelho).                  Mario Figueiredo 24/04/2025: Um artigo do comentador JMA que descreve um líder partidário como mentiroso, demagógico e populista. Mas que de alguma forma é mais divertido, mais provocador, e menos maçador que os políticos que o combatem e os comentadores que lhe expõem as mentiras, demagogias e os populismos. Já não sei bem como classificar o pensamento de JMA, o comentador.

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