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Em directo/ Donald Trump afirma que negociações
com o Irão estão "por um fio"
“Estamos por um fio,
acreditem. Se não obtivermos as respostas certas, as coisas podem mudar
rapidamente", disse o líder dos EUA, notando que um acordo com o Irão pouparia
"tempo, energia e vidas".
Manuel
Nobre Monteiro: Texto
Actualizado Há 42m
epa12887701 US President
Donald Trump speaks to members of the media outside the Oval Office of the
White House in Washington, DC, USA, 13 April 2026. EPA/SALWAN GEORGES / POOL SALWAN GEORGES / POOL/EPA
Momentos-chave
Há 1h
Rússia envia munições nucleares para a Bielorrússia
Presidentes de Taiwan e dos Estados Unidos dispostos a dialogar directamente
Cuba condena acusação de Estados Unidos contra Raúl Castro
"Completamente inaceitável". António Costa condena vídeo
publicado pelo ministro israelita Ben Gvir
Brasil condena tratamento "degradante e humilhante" a activistas
da flotilha por Israel
Há 2h
Chefes da diplomacia dos
países da NATO reúnem-se hoje na Suécia
Alemanha propõe
associação da Ucrânia à União Europeia antes da adesão formal
Donald Trump afirma que negociações com Irão estão
“por um fio”
Actualizações em directo
OBSERVADOR
"A
China veste a capa de mediador, mas só alimenta a guerra"
O Coronel José do Carmo afirma que a China não
é neutral e admite que Pequim usa o cinismo para se vender como pacificadora
enquanto alimenta a máquina de guerra russa.
Ouça aqui o episódio na
íntegra.
Manuel Nobre Monteiro
Rússia envia munições nucleares para a Bielorrússia
A Rússia enviou munições nucleares a instalações de
armazenamento no terreno na Bielorrússia, no âmbito de um grande exercício
nuclear, informou o Ministério da Defesa russo esta quinta-feira, citado
pela Reuters
Os exercícios nucleares
de três dias, que tiveram início na terça-feira, surge num momento em que
Moscovo se encontra envolvida no que descreve como uma “luta existencial” com o
Ocidente em relação à Ucrânia.
Esta missão de
preparação terá como objectivo avaliar o estado de prontidão das forças
militares russas e bielorrussas num caso de “ameaça de agressão”, verificando o
processo de implementação de medidas de contenção de um “potencial inimigo”.
Agência Lusa
Presidentes de Taiwan e dos Estados Unidos dispostos a
dialogar directamente
Os Presidentes de Taiwan
e Estados Unidos manifestaram disponibilidade para dialogar, um gesto sem
precedentes entre líderes em funções de ambos os governos e que poderá pôr em
risco a relativa estabilidade das relações entre Washington e Pequim.
“Além de estar comprometido em manter o ‘status quo’
estável no estreito de Taiwan, o Presidente [William] Lai também está disposto
a iniciar conversações com o Presidente [Donald] Trump”, indicou
hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Taiwan num comunicado enviado à
agência de notícias EFE.
Trump afirmou na quarta-feira que falaria com o
Presidente taiwanês, uma semana após a visita a Pequim, na qual disse ter
“falado muito” sobre a ilha com o homólogo chinês, Xi Jinping.
Agência Lusa
Cuba condena acusação de
Estados Unidos contra Raúl Castro
O Governo de Cuba condenou a acusação
dos Estados Unidos contra o ex-presidente cubano Raúl Castro relativamente ao ataque a duas avionetas pelas forças
da ilha, que causou quatro mortos há trinta anos.
“O Governo dos Estados Unidos
carece de legitimidade e jurisdição para levar a cabo esta acção. Trata-se de
um acto desprezível e infame de provocação política, que assenta na
manipulação desonesta do incidente que levou ao derrube sobre o espaço aéreo
cubano, em fevereiro de 1996“, apontou o Governo de Cuba numa
declaração divulgada na quarta-feira.
Havana assinalou ainda que Washington
“omite, entre outros detalhes, as múltiplas denúncias formais apresentadas por
Cuba naquele período junto do Departamento de Estado, da Administração Federal
de Aviação dos EUA e da Organização da Aviação Civil Internacional, sobre as
mais de 25 violações graves e deliberadas do espaço aéreo” da ilha por parte da
organização anti-castrista Hermanos al Rescate, sediada em Miami.
Manuel
Nobre Monteiro
"Completamente
inaceitável". António Costa condena vídeo publicado pelo ministro
israelita Ben Gvir
O presidente do Conselho
Europeu, António
Costa, afirma estar “consternado com o tratamento dado aos membros da
flotilha pelo ministro israelita Ben Gvir”.
Numa publicação na rede
social X, o antigo primeiro-ministro português escreveu que “este comportamento
é completamente inaceitável”. “Exigimos a sua libertação imediata”,
sublinhou.
O ministro israelita da
Segurança Nacional partilhou esta quarta-feira um vídeo onde se podem ver os activistas
da flotilha humanitária detidos em águas internacionais amarrados e obrigados a
ajoelhar-se pelas autoridades enquanto ouviam o hino israelita.
Agência
Lusa
Brasil condena tratamento
"degradante e humilhante" a activistas da flotilha por Israel
O Governo brasileiro
condenou o tratamento “degradante e humilhante” dos activistas da Flotilha
Global Sumud detidos pelas autoridades israelitas, “em particular pelo ministro
da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir”.
“O Brasil demanda
libertação imediata de todos os activistas detidos, incluindo de quatro
cidadãos brasileiros, assim como pleno respeito a seus direitos e à sua
dignidade, em linha com os compromissos internacionais assumidos pelo Estado de
Israel”, afirmou na noite de quarta-feira o Ministério das Relações
Exteriores do Brasil em comunicado.
A Administração do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, muito
crítica em relação a Israel desde que o país lançou a mais recente guerra
contra a Faixa de Gaza, reiterou o repúdio pela intercepção, em águas
internacionais, das embarcações que integravam a frota e pela detenção dos
membros, acções que qualificou de ilegais.
Em imagens publicadas
por Ben Gvir nas redes sociais, vêem-se os activistas num navio militar
amarrados e amontoados, de joelhos com a cabeça no chão, enquanto soa o hino de
Israel.
Agência
Lusa
Chefes da diplomacia dos países da NATO reúnem-se hoje
na Suécia
Os ministros dos Negócios
Estrangeiros da NATO reúnem-se hoje em Helsingborg, na Suécia, para um encontro
de dois dias que vai servir de preparação para a cimeira de julho em
Ancara, na Turquia.
Em foco vão estar os temas
do continuado apoio à Ucrânia, assim como os impactos da guerra no Médio Oriente
e os orçamentos
de Defesa dos Estados-membros da Aliança Atlântica, cuja meta
foi revista no ano passado, para 5% do produto interno bruto (PIB) até 2035.
O encontro começa esta
tarde com a recepção às delegações nacionais, entre as quais a portuguesa,
liderada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.
Há 2h
Agência
Lusa
Alemanha propõe associação da Ucrânia à União Europeia
antes da adesão formal
O chanceler alemão Friedrich Merz sugere associar a Ucrânia à União Europeia,
na ausência de uma adesão que levará tempo, numa carta dirigida aos líderes da
UE, obtida hoje pela agência de notícias France-Presse (AFP).
“É evidente que não
seremos capazes de concluir o processo de adesão num futuro próximo, tendo em
conta os inúmeros obstáculos, bem como as complexidades políticas dos
procedimentos de ratificação”, escreve Merz.
Consequentemente, Berlim
propõe conceder
a Kiev o estatuto de “membro associado”, uma “etapa decisiva” antes de uma
adesão plena e completa.
O chefe do Governo
alemão esclarece que não se trata de uma forma de “adesão light”, de segunda categoria,
em resposta a uma Ucrânia que sempre se mostrou reticente face a diferentes
ideias que visam fazê-la esperar no caminho da adesão.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reivindica
uma “adesão plena” à UE, de preferência em 2027.
Segundo o governante alemão, o estatuto de “membro
associado” permitiria à Ucrânia participar em certas reuniões do Conselho
Europeu, que reúne os chefes de Estado e de Governo da UE, dispor de um
comissário europeu “associado”, sem pasta, e de deputados europeus
“associados”, sem direito de voto.
Agência
Lusa
Donald Trump afirma que
negociações com Irão estão “por um fio”
O Presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, declarou que as negociações com Teerão estão “por um
fio”, divididas entre um acordo para pôr fim à guerra e a retoma dos ataques
contra o Irão.
Desde que anunciou na
segunda-feira que iria suspender novos ataques para dar tempo às negociações, Donald
Trump tem enviado sinais contraditórios, oscilando entre o optimismo e ameaças
de retomar as hostilidades.
“Veremos o que acontece.
Ou chegamos a um acordo ou tomaremos medidas um pouco mais drásticas. Mas
espero que isso não aconteça”, disse na quarta-feira o dirigente
norte-americano aos jornalistas na Base Aérea de Andrews, em Maryland.
“Estamos por um fio,
acreditem. Se não obtivermos as respostas certas, as coisas podem mudar muito
rapidamente. Estamos todos prontos para agir. Precisamos de obter as respostas
certas. Elas precisam de ser totalmente, a 100%, satisfatórias”, notou.
Trump acrescentou que um acordo com o Irão pouparia “muito
tempo, energia e vidas”, estimando que poderia ser concluído “muito
rapidamente, ou em poucos dias”.
Manuel
Nobre Monteiro
Bom dia!
Abrimos este liveblog
para acompanhar as tensões geopolíticas e conflitos mundiais, com especial
destaque para a situação em torno da guerra na Ucrânia, no Médio Oriente.
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