Em prol da lucidez governativa:
PELO BEM-COMUM
Ex-"A
bem da Nação"
PENSANDO
DEVAGAR – 4
setembro
23, 2026
Creio que, pelos meus escritos anteriores sob a mesma
epígrafe, se pode facilmente concluir que não sou marxista. Tão laconicamente quanto consegui, descartei a diabolização do lucro, a
maldade da acumulação de capital e o determinismo histórico do autoflagelo do
capitalismo.
A outros temas de Marx me poderia dedicar se para isso tivesse tempo e
paciência.
Tenho como suficiente argumentação coligida para
expressar a minha incompreensão sobre a prevalência de pessoas
inteligentes e cultas que se mantêm agarradas aos dogmas marxistas.
Quaisquer justificações não obstam ao perigo que
representa à 5ª coluna pro-autocracia em total liberdade na Europa
Ocidental. E agora?
Setembro de 2026
Henrique Salles da Fonseca
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ABRINDO A PORTA...
fevereiro 02, 2026
Ao estilo de Declaração de Princípios, esta é a casa
do … humanismo no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o
Estado serve o cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a todos os sistemas que obriguem a pessoa
servir o Estado … da Declaração
Universal dos Direitos Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie;
… da
sistemática busca da harmonização de interesses nem sempre concomitantes, por
oposição a perturbadora luta de classes;
… da
liberdade de pensamento e respectiva expressão;
…do pluripartidarismo que, abrindo alternativas de doutrina e estratégia, permite
ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do poder)
a opção
perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias; … da definição doutrinária do
bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia e da
liberdade como conceitos unicitário chumbem nas urnas...
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SOMOS POUCOS
março 09, 2026
A área
urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris
moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os nossos 10,75
milhões a nível nacional, resta a conclusão que somos poucos. Mas, para além de sermos
poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando «contamos as espingardas»
fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no actual litígio contra o
imperialismo russo, não podemos correr o risco de deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha
a obrigatoriedade do Serviço Militar: nem todos merecem a honra de
servir nas Forças Armadas. Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga»
cujo amadorismo só prejudica a eficácia dos profissionais. Centremo-nos
em pequenas Unidades de grande operacionalidade e deixemos as maciças acções de
«botas no terreno» para aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às
forças terrestres...
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DO BEM-COMUM
fevereiro 04, 2026
O conceito de bem-comum tem tudo a
ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado de Direito. Com respeito pelas minorias, o
bem-comum assenta na vontade da maioria. O bem-comum é antónimo de luta de
classes, de privilégios classistas e de revolução. Dá para crer que os movimentos
disruptivos nascem e medram a partir da desconfiança sob a profusão de
compadrios, mas também podem resultar da inveja. Contudo, seja qual for a causa e
seja qual for a consequência, tudo isso é contrário ao bem-comum. O
Ocidente tem de ser transparente e, portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas… se o secretismo referendário é o garante da transparência
eleitoral, já
na gestão
corrente da «coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim impedindo
ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a Europa e pouco mais. O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já
é só quase a Europa. A ver se
asseguramos pelas pontas…e nó...
Com tecnologia do Bloggerger
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