Sempre actuais … e necessários ao BEM-COMUM:
PELO BEM-COMUM
EX-A BEM DA NAÇÃO
PARADOXOS
setembro 04, 2026
1.
Paradoxo do Mentiroso-
Epiménides de Creta afirmou que “Todos os cretenses são
mentirosos”;
2. O Paradoxo de Enrico Fermi- “Perante a vastidão do
Universo e a existência de milhões de estrelas e planetas, não é admissível que
não haja seres inteligentes extraterrestres; apenas não os conhecemos porque
eles nos observam a distância” (é o bem que fazem para evitarem contactos
com Trump e Putin);
3. O Paradoxo do Analfabeto- “Foi um analfabeto que inventou
o alfabeto”;
4. O Paradoxo do
Assassino- “O homicídio prescreve com a ressurreição da vítima”.
Setembro de 2026
Henrique Salles da Fonseca
Comentários
Anónimo4 de setembro de 2026 às 19:09
Um grande Abraço Henrique
Responder
Adriano Miranda Lima 5 de setembro de 2026 às 14:33
Sr. Dr. Salles da Fonseca, escolheu bem estas
exemplificações. Faz-me ver que muitos dos nossos problemas são gerados pelos paradoxos
que a nossa mente cria. Fosse a Antítese, que coloca lado a lado os opostos,
como o bem e o mal, a nossa vida seria simplificada. Com ela, as opções são
mais lineares, em vez de envolverem contradições que se misturam para sugerir
uma saída lógica. Os seres supostamente mais evoluídos é que imergem na
complexidades das ideias, julgando que ela lhes outorga a felicidade. O
resultado é o que vemos: criaturas malignas como Trump e Putin a influenciar as nossas
vidas.
Henrique Salles da Fonseca 7 de setembro de 2026 às
14:07
Obrigado
Sempre muito interessante e erudito!
Rui Bravo Martins
Henrique Salles da Fonseca, 7 de setembro de 2026 às
14:09
Abordagem curiosa, Henrique
António Barros
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ABRINDO A PORTA...
fevereiro 02, 2026
Ao estilo de Declaração de Princípios, esta é a casa
do … humanismo no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o Estado
serve o cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a
todos os sistemas que obriguem a pessoa servir o Estado … da Declaração Universal dos Direitos
Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie; … da sistemática busca da harmonização
de interesses nem sempre concomitantes, por oposição a perturbadora luta de
classes; … da liberdade de pensamento
e respectiva expressão; …do pluripartidarismo que, abrindo alternativas de
doutrina e estratégia, permite ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do poder) a
opção perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias; … da definição doutrinária do
bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia e da
liberdade como conceitos unicitário chumbem nas urna...
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SOMOS POUCOS
março 09, 2026
A área
urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris
moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os
nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão de que somos poucos.
Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando
«contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no
actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de
deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por
russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do
Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas.
Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo só prejudica a
eficácia dos profissionais. Centremo-nos em pequenas Unidades de grande
operacionalidade e deixemos as maciças acções de «botas no terreno» para
aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às forças terrestres...
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DO BEM-COMUM
fevereiro 04, 2026
O conceito de
bem-comum tem tudo a ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado
de Direito. Com
respeito pelas minorias, o bem-comum assenta na vontade da maioria. O
bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução.
Dá para crer que os movimentos disruptivos nascem e medram a partir da
desconfiança sob a profusão de compadrios, mas também podem resultar da inveja.
Contudo, seja qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo
isso é contrário ao bem-comum. O Ocidente tem que ser transparente e,
portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas … se o secretismo
referendário é o garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da
«coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim
impedindo ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a
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Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nó...
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Com tecnologia
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