terça-feira, 29 de setembro de 2026

TEXTOS

 Sempre actuais … e necessários ao BEM-COMUM:

PELO BEM-COMUM

EX-A BEM DA NAÇÃO

PARADOXOS

setembro 04, 2026

1.     Paradoxo do Mentiroso-

Epiménides de Creta afirmou que “Todos os cretenses são mentirosos”;

2. O Paradoxo de Enrico Fermi- “Perante a vastidão do Universo e a existência de milhões de estrelas e planetas, não é admissível que não haja seres inteligentes extraterrestres; apenas não os conhecemos porque eles nos observam a distância” (é o bem que fazem para evitarem contactos com Trump e Putin);

3. O Paradoxo do Analfabeto- “Foi um analfabeto que inventou o alfabeto”;

4.   O Paradoxo do Assassino- “O homicídio prescreve com a ressurreição da vítima”.

Setembro de 2026

Henrique Salles da Fonseca

Comentários

 

Anónimo4 de setembro de 2026 às 19:09

Um grande Abraço Henrique

Responder

Adriano Miranda Lima 5 de setembro de 2026 às 14:33

Sr. Dr. Salles da Fonseca, escolheu bem estas exemplificações. Faz-me ver que muitos dos nossos problemas são gerados pelos paradoxos que a nossa mente cria. Fosse a Antítese, que coloca lado a lado os opostos, como o bem e o mal, a nossa vida seria simplificada. Com ela, as opções são mais lineares, em vez de envolverem contradições que se misturam para sugerir uma saída lógica. Os seres supostamente mais evoluídos é que imergem na complexidades das ideias, julgando que ela lhes outorga a felicidade. O resultado é o que vemos: criaturas malignas como Trump e Putin a influenciar as nossas vidas.

Henrique Salles da Fonseca 7 de setembro de 2026 às 14:07

Obrigado

Sempre muito interessante e erudito!

Rui Bravo Martins

Henrique Salles da Fonseca, 7 de setembro de 2026 às 14:09

Abordagem curiosa, Henrique

António Barros

Mensagens populares deste blogue

ABRINDO A PORTA...

fevereiro 02, 2026

Ao estilo de Declaração de Princípios, esta é a casa do … humanismo no sentido inequívoco do antropocentrismo em que o Estado serve o cidadão, por ultrapassagem do teocentrismo medieval e em oposição a todos os sistemas que obriguem a pessoa servir o Estado      … da Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU 1948) e contra tudo que a contrarie;      … da sistemática busca da harmonização de interesses nem sempre concomitantes, por oposição a perturbadora luta de classes;      … da liberdade de pensamento e respectiva expressão; …do pluripartidarismo que, abrindo alternativas de doutrina e estratégia, permite ao eleitorado (o verdadeiro «dono» do poder) a opção perene ou flutuante entre doutrinas e circunstâncias;      … da definição doutrinária do bem-comum, na esperança vinculada de que propostas disruptivas da harmonia e da liberdade como conceitos unicitário chumbem nas urna...

Ler mais

SOMOS POUCOS

março 09, 2026

    A área urbana de Londres tem cerca de 9,2 milhões de residentes; na região de Paris moram 11,2 milhões e Berlim alberga cerca de 6,4 milhões. Comparando com os nossos 10,75 milhões a nível nacional, resta a conclusão de que somos poucos. Mas, para além de sermos poucos em termos absolutos, somos ainda menos quando «contamos as espingardas» fiéis aos Valores da Europa Ocidental. Ou seja, no actual litígio contra o imperialismo russo, não podemos correr o risco de deixarmos que as nossas Forças Armadas e de Segurança sejam minadas por russófilos ou seus amigos. Eis a cautela que desaconselha a obrigatoriedade do Serviço Militar: nem todos merecem a honra de servir nas Forças Armadas. Não esbanjemos recursos com «tropa fandanga» cujo amadorismo só prejudica a eficácia dos profissionais. Centremo-nos em pequenas Unidades de grande operacionalidade e deixemos as maciças acções de «botas no terreno» para aliados mais populosos que nós. E assim me refiro às forças terrestres...

Ler mais

DO BEM-COMUM

fevereiro 04, 2026

  O conceito de bem-comum tem tudo a ver com harmonia social, com solidariedade e com o Estado de Direito. Com respeito pelas minorias, o bem-comum assenta na vontade da maioria. O bem-comum é antónimo de luta de classes, de privilégios classistas e de revolução. Dá para crer que os movimentos disruptivos nascem e medram a partir da desconfiança sob a profusão de compadrios, mas também podem resultar da inveja. Contudo, seja qual for a causa e seja qual for a consequência, tudo isso é contrário ao bem-comum. O Ocidente tem que ser transparente e, portanto, defensor do seu homónimo, o bem-comum. Mas … se o secretismo referendário é o garante da transparência eleitoral, já na gestão corrente da «coisa» pública a transparência é garantida pela difusão da informação assim impedindo ilegitimidades e compadrio. No cenário actual, o Ocidente é a Europa e pouco mais. O Ocidente, sede do bem-comum democrático, já é só quase a Europa. A ver se asseguramos pelas pontas…e nó...

Ler mais

 Com tecnologia do Blogger

Nenhum comentário: