Favorecem, aparentemente, quem as tem, atacando os rotineiros
da tradição equilibrada, criando uma evolução “necessária”, mesmo que esta contenha
crime, como parece ser o caso da permissividade à mudança do sexo pelos menores
de dezoito anos – crime que não é, naturalmente,
assumido pela esquerda progressista, que se ri do bom senso, para ser intelectualmente
bem cotada no mundo dos opositores às rotinas ideológicas obsoletas. Felizmente
que existem ainda “alguns” seres impávidos e serenos – (ou antes pelo contrário)
– JNPs, admiráveis de bom senso
corajoso e desprezador dos novos mitos inconsistentes – se não mesmo criminosos.
Que nunca se calem essas vozes esclarecidas dos sábios tradicionalistas, nessa questão do bom-senso, contrário às anomalias
do “progressismo apenas porque sim”.
O incidente e o grave ataque
Já sabemos como é.
Aparentemente a violência, o ódio e os “graves ataques” são um exclusivo da
Direita; a Esquerda goza aqui de isenção perpétua.
JAIME NOGUEIRA PINTO Colunista
do Observador
OBSERVADOR, 28 mar. 2026, 00:2242
O ataque
Ficámos a saber que,
na Sexta-Feira, 20 de Março, em plena Assembleia da República, se deu “um grave
ataque” aos direitos humanos, um “retrocesso civilizacional face à legislação
em vigor”. E quem lançou este míssil ao coração do “consenso científico
internacional” e dos “direitos humanos”? Quem aprovou semelhante alteração à
legislação? “Apenas o PSD, o CDS e o Chega”, contra todos os outros
partidos e a boa opinião de quem sabe, esclareceu-nos
uma profissional da informação.
Sim, o diploma em causa
– contrariado pelo BE, PCP, PAN, Livre, PS e, sem surpresas para os menos distraídos, também pela Iniciativa Liberal – foi aprovado “apenas” por três partidos.
E assim, mediante este “grave ataque” perpetrado por “três
partidos apenas”, se gorou um “progresso civilizacional”, ou seja, se limitou a
possibilidade de os menores de 18 anos mudarem de nome e de género – para poderem fazê-lo, passam agora a ser necessárias
duas bizarrias: um parecer médico e a autorização dos
pais.
Que o “grave ataque” anticientífico, que o famigerado “retrocesso civilizacional” se possa traduzir, a curto e a longo
prazo, num assinalável progresso humano, científico e civilizacional, é
qualquer coisa de inconcebível para os arautos do “progresso”… mas não para as vítimas precoces dos
seus trágicos delírios ideológicos, das suas promessas de redenção e de
resolução de todos os problemas com fictícias mudanças de identidade, seguidas
de terapias hormonais irreversíveis e de mutilações cirúrgicas.
O mais curioso e o mais grave em todas estas teorias de
identidade de género é a negação da ciência em nome da ciência; a instigação,
desde a mais tenra idade, da ilusão da “auto-determinação” contra um suposto
“essencialismo biológico”, a depreciação da realidade biológica e a trágica
facilitação da sua substituição “técnica” com a promessa do fim de todas as
angústias, naturais ou patológicas.
A acusação de “essencialismo biológico”, de “crença” no carácter binário (Homem/Mulher)
do ser humano, está na base da transformação em “grave ataque aos direitos
humanos” de uma simples
chamada à realidade e de um necessário alerta para os custos trágicos de uma
experimentação imprudentemente legislada que urgia reverter. Porém,
como em grande parte da nossa comunicação social e do nosso comentariado ainda
vigora o Equality Act,
votado pelo Congresso norte-americano na presidência Biden-Harris, que equipara o “essencialismo biológico” a uma forma de
racismo, qualquer opinião contrária, ainda que científica e estatisticamente
fundamentada, é prontamente transformada num “grave ataque aos direitos humanos”.
O incidente
O “incidente” deu-se
no Sábado 21 de Março na “Marcha pela
Vida”, uma iniciativa dos partidários
da vida e, por isso, inimigos do aborto e da eutanásia, digo, dos direitos reprodutivos e terminais,
enfim, do progresso.
No final da manifestação, em frente ao Parlamento, um elemento de um
pequeno grupo que tinha permanecido por perto na hora da retirada, lançou um cocktail Molotov contra uma família
de manifestantes, que incluía crianças e um bebé de colo. O engenho não se incendiou e o autor do arremesso foi
neutralizado por manifestantes, já que a polícia não chegou em tempo útil. O
autor do “incidente” não ficou detido por tentativa de homicídio; ficou apenas
com o dever de se apresentar regularmente às autoridades e a proibição de
voltar ao local do crime. A Agência Lusa descreveu assim o sucedido:
“Lisboa, 21 mar 2026 – A Marcha pela Vida,
realizada hoje à tarde no centro de Lisboa, terminou com um incidente, sem
feridos, em que uma pessoa atirou um objecto incendiário para o meio dos
participantes.”
Sublinhou-se depois que “a
acção do homem detido, acusado de ter lançado um engenho explosivo,” não teve
consequências, ainda que tenha gerado “um clima de perturbação”. A
nota da PSP é clara na descrição dos factos: “um homem de 39 anos
de idade arremessou um engenho incendiário improvisado do tipo cocktail
Molotov, contendo gasolina, que embateu no solo, mas não deflagrou. Em
resultado da acção, algumas pessoas foram atingidas pelo líquido inflamável.”
Os partidos políticos,
incluindo os de extrema-esquerda, como o BE e o PCP, condenaram o acto; o nó do
problema é a narrativa, a narrativa exculpatória da generalidade dos media; os
seus dois pesos e duas medidas.
Duas narrativas,
dois pesos, duas medidas
Uma manifestação de crentes e não crentes a favor da vida, uma
manifestação pacífica, ordeira, tranquila, que conta já com milhares de
participantes em Lisboa, é atacada por um homem, inserido num grupo, que não hesita em recorrer a “formas superiores de luta” para
manifestar o ódio e a raiva que tem aos manifestantes, às suas ideias e ao que
defendem e representam. O autor da tentativa de homicídio vai para casa,
devendo apresentar-se periodicamente às autoridades; os seus cúmplices
desaparecem e não parece haver muita preocupação em encontrá-los; ninguém se
atreve a insinuar eventuais crenças ou pertenças a grupos da “pessoa”, sempre
anónima e indefinida, que causou “o incidente”. Ódio, violência,
extremismo e intolerância são palavras excluídas da narrativa. Só um vago “atenção
aos extremismos”, porque apesar de, aparentemente, não ser este o
caso e de a manifestação até ter sido pacífica, é sabido que há “crentes”
fundamentalistas e que há sempre um extremismo de direita à espreita.
Imaginemos agora que era de uma marcha em favor dos “direitos
reprodutivos e terminais” que se tratava, e que um homem, inserido num grupo,
atirava um cocktail de Molotov aos manifestantes…
O que seriam as aberturas dos
telejornais, os despachos da Lusa, o rosário dos comentadores sobre a violência
da “extrema-direita”, o perigo do “fundamentalismo religioso” e do seu
“discurso de ódio”? Era ver
todo o tratamento anónimo, apolítico, isolado, incolor e inodoro dado à
“pessoa” que causou “o incidente” na Marcha pela Vida, transformar-se em
acusação, teoria da conspiração, conjectura à solta e verve adjectivada…
E os eventuais grupos violentos a que o autor do, agora sim, “grave
ataque torrorista”, pertenceria? E as forças políticas que, decerto, o
teriam instigado e financiado?…
Já sabemos como é. Aparentemente a
violência, o ódio e os “graves ataques” são um exclusivo da Direita; a Esquerda
goza aqui de isenção perpétua e pode contar com a carinhosa amnésia de quem nos
informa… E no entanto, foi às mãos da Esquerda
que o Francisco José Teixeira morreu em 1975; e foram as FP-25 de Abril que, já
nos anos 80, assassinaram 17 pessoas. E, claro, nos Estados Unidos e em França,
houve os recentes “incidentes” com Charlie Kirk e Quentin Deranque… que, de
resto, estavam a pedi-las, como cristãos e conservadores militantes que eram.
ASSEMBLEIA DA
REPÚBLICA POLÍTICA IMPRENSA MEDIA SOCIEDADE
COMENTÁRIOS (de
70):
Manuel Martins: O enviesamento da comunicação social já é
conhecido e não supreende. Surpreendente é a forma como a justiça tratou o caso. Se o
povo deixa de acreditar na justiça, isso sim é perigoso para a democracia
e sociedade... Manuel
Lourenço: O
senhor muito educado e cordato presidente Seguro não tem nada a dizer sobre
esta insegurança? Ou se calhar o assessor que veio dos quadros da Lusa disse-lhe
que era só uma percepção sobre um incidente e o outro assessor que veio do
Ministério Público disse-lhe que o problema é que o dispositivo era uma arma
proibida e que se limitou a cair. Logo, volta para a soneca, Seguro, que no pasa
nada.
Maria Emília Santos: A
corrupção a que os quase sucessivos governos do PS conduziram as plataformas do
poder no nosso país, alcançaram desavergonhadamente os níveis máximos, por
isso, agem sem consciência e sem ética profissional! E
fazem-no talvez porque querem ser muito obedientes a Bruxelas para receberem
como recompensa, sabe-se lá o quê? Talvez um cargo importante na UE com um ordenado chorudo! É tudo uma questão de venda! Vendem-se os portugueses e importam-se
outras gentes! Vende-se a
consciência corrupta, que já não tem nada a esconder ou a temer! Vende-se o país, vende-se Cristo, vende-se a
bandeira, e vende-se tudo, e quando dermos conta, temos de sair de casa porque
já não é nossa! A pergunta que
me vem é a seguinte: E eles? os vendilhões do templo? para onde irão, quando
tudo estiver vendido? E chamam a isto governação! Os bons chefes de
família não vendem, compram para aumentarem os seus bens e deixarem alguma coisa aos seus filhos! Ana Luís
da Silva: Impressiona-me sempre o compromisso de Jaime Nogueira Pinto com a verdade
(e portanto com a humildade) e a forma brilhante como põe a sua inteligência
extraordinária, aliada a uma sabedoria e um humor requintados, a construir
textos muito bem fundamentados e claros, permitindo ao leitor acompanhar o seu
raciocínio. Muito grata ao autor. Bem-haja também o Observador. Enquanto aqui escrever
Jaime Nogueira Pinto, assim como Rui Ramos, Alberto Gonçalves, Helena Matos,
José Manuel Fernandes e Portocarrero de Almada, continuaremos cá em casa a
assinar, ler e comentar o Observador. Maria Nunes: Obrigada
por este excelente artigo JNP. É uma vergonha como alguma CS se comporta.
E depois, falam muito sobre como não havia liberdade de expressão no tempo da
outra senhora. Abominável é também a decisão do juiz. A "pena" que
aplicou ao energúmeno é ridícula.
Miguel Seabra:Terrorismo jornalistico é o que vemos todos os dias. Quem tem a missão de
informar mente todos os dias, engana o povo. E o mais grave é a intenção de
censurar os poucos que dizem a verdade. Mas o Povo não se deixa enganar e
despreza todos os falsos moralistas, desde os estudios das televisões até
Holywood, todos os sinalizadores de virtude começam a perceber que ninguém os
ouve. Américo
Silva: A
comunicação social está na sua vigésima quinta hora, a hora ultrapassada em que
não há nada a fazer, quando o peixe podre deita um fedor insuportável. Maria Cordes: Como é que uma sociedade pode ter uma mente
saudável se , diariamente, é bombardeada por uma comunicação social distorcida,
qual o resultado das aprendizagens de uma escola, em que programas e ideologias
passaram a ser o mote, parece que acabam a 4* classe sem saber ler, a parte
visível e o resto?, como é que uma nação suportou a alteração dos símbolos
nacionais por bonecos, no consulado do Sr. Costa ?, como é que o juiz mandou
aquele homem para casa e não houve uma averiguação com substância?, e , o
impensável, como é que a zona centro está abandonada e por sua conta, apesar da
propaganda do governo?. António Costa e Silva: Todos sabemos, pelo caso do motorista de
autocarro queimado vivo, que os racializados, os excluídos e os comunistas
podem incendiar pessoas livremente. O incompetente comunista aprendiz de
assassino que segundo a comunicação social "provocou um incidente"
fica em liberdade, enquanto quatro ou cinco perigosos fascistas que foram
encontrados com duas pressões de ar, três canivetes e um saca-rolhas estão
presos. É a informação e justiça democrática a que temos direito. Talvez um dia
sofram incidentes. Manuel
Lisboa: Correcta
a denúncia da forma como o relato do atentado foi efectuado pela agência
noticiosa portuguesa; depois desvalorizado pela maior parte dos restantes meios
de informação portugueses. E o perpetrador não fica preventivamente detido? Jorge Tavares: Contemporizar com assassinos e assassínios. É isto o que diversos órgãos de comunicação
social fizeram, agência Lusa incluída. Isto é legal? Isto não é crime? Quando um órgão de comunicação social
age com profissionalismo, a escolha dos factos a noticiar e a maneira como são
noticiados não permite saber qual é a ideologia do noticiador. Em Portugal,
sabe-se imediatamente. É por
isso que esses órgãos estão com dificuldades financeiras. Porque os portugueses
se recusam a pagar por esse lixo. Depois, esses órgãos pedem subsídios do
dinheiro dos impostos para "salvar a democracia". Serei só eu a achar que esses órgãos é que
estão a envenenar a democracia? Álvaro Venâncio: Mais um excelente artigo de Jaime Nogueira
Pinto, que subscrevo na íntegra. A CS está controlada pelo Socialismo que é, geneticamente, incompatível
com a Liberdade e a Democracia. Ao que não escapa nem o próprio
Observador. Obrigado.
Rui Martinho: Sempre do lado certo e sempre atento e corajoso. Manuel
Magalhaes: Como sempre bem, Jaime, estamos metidos num
vespeiro patrocinado pela esquerda e nota que não digo estrema-esquerda, pois é
a esquerda toda ela, secundada por uma comunicação social que é tudo menos isso
pois são apenas e servilmente agentes ideológicos da esquerda, uma tristeza!!! Paulo J Silva 15 h: Sabemos que desde há muito temos muitas das
universidades públicas, magistratura, comunicação social e vários organismos do Estado tomados por pessoas de
esquerda. Com o tempo a moderação tem evoluído para o extremismo. Só o voto
contínuo na direita, a par de manifestação populares, poderá ao longo dos
próximos anos inverter este cancro na nossa sociedade. A atitude do PS nas
negociações para vários cargos em orgãos da republica são um bom exemplo de
como vai ser a luta para eliminar esta doença. Fernando
ce: Subescrevo a 100%. E voto PSD desde 1976, para
que não pensem que sou um perigoso “ fascista”. E por essas e por outras é que
o Chega vai crescendo.
Glorioso
SLB > José B Dias: Ninguém obriga ninguém a matar. Mas há quem
mate. Legalmente, em certas situações, ñ é punido. Os homossexuais podem existir.
Mas ñ casar. Dois homens ñ se podem casar, tal como três ou quatro tb ñ podem
entre eles. O Estado deve orientar a sociedade para o desenvolvimento e para o
futuro. Se todos fossemos homossexuais, o mundo acabava. Pq uma criança deve
ser criada por um pai e por uma mãe, é q nasce de um pai e de uma mãe. Tudo o
resto são invenções. Artificiais. Pedro Abreu: Se pensam que ganham alguma coisa com essa postura, estão redondamente
enganados. Quanto mais protegem a extrema esquerda ou a esquerda, quanto mais
endeusam o politicamente correto, mais pessoas votarão contra e rechaçarão
esses ideias. Atenção que não comungo das ideias da marcha pela vida, sou o
mais possível pró escolha da mulher e creio que foi um salto civilizacional ter
havido a despenalização do aborto. Mas esta esquerdalha comuno-bloquista que se
infiltrou no PS, que manda na Lusa (que já deixou de ser uma agência de
noticias para se tornar num panfleto de extrema esquerda) e que pulula por tudo
o que é jornal e órgão de comunicação social deve de uma vez por todas ser
varrida sob pena da população deixar de lhes atribuir qualquer tipo de
credibilidade e refugiar-se perigosamente nos tik toks desta vida, igualmente
perigosos e enviesantes Muito bom!! ana
rita: Tivemos Sr Leão Quanto tempo vamos ter ainda de aguentar a duplicidade, a hipocrisia, a
falsidade, a ESTUPIDEZ de quem manda na CS e nos condena a engolir a aldrabice
crónica da superioridade moral da esquerda em contraste com a maldade
estrutural da direita ??? m s: Vou
repetir o comentário que fiz na crónica de Alberto Gonçalves dado tratar-se do
mesmo tema. Conclui-se que quem tem que ser punido por doutrinação e discurso
do ódio, são os média e a sua escola madrassa. Compete a uma entidade abstrata,
que é a ERC, que diz que é reguladora independente, mostrar que regula e que é
de facto independente e não dominada pela esquerda wok ou convenientemente
ausente. Maria Nunes da Silva: um político
democrático que ia acabar com esta ditadura de extrema-esquerda, contra um
político socialista que apoia esta ditadura de extrema-esquerda. E 66% das
pessoas optou pelo socialista que apoia esta ditadura de extrema-esquerda. É
isto. Antonio Almeida: 👏 Miguel Macedo: Muito bem! António Soares > Pedra Nussapato: Tenho a percepção que o verdadeiro problema
está relacionado com gravilha "nucasco". Jose Costa: Tem
de se ir limpando esta comunicacao social profundamente ativista. Como, nao sei
vai levar tempo Eduardo Mendes: Obrigado Glorioso SL > BLuis Silva: Ñ certamente. Ñ foi assim q a Isabel Moreira
conseguiu o q conseguiu. Na comunicação social, nas escolas, nas universidades,
na rua, nas “igrejas” de várias confissões religiosas, ñ se vê a presença de um
discurso de direita. Manuel Gonçalves: Muito bem , JNP tem toda
a razão neste seu artigo. Carlos Fernandes: É triste, mas o que diz é a mais pura das
verdades.... Carlos
Carvalho: Muito bem. Até o observador alinhou na mentira
Sérgio Patriota: O
nosso Patriota Mário Machado está detido por amar Portugal. É um preso político. Este que lançou o cocktail é um puro
terrorista. O que lhe vai acontecer? O ministério público necessita de uma
limpeza pois a maioria dos seus agentes é esquerdista anti-patriota. Tiago Maymone: Felizmente
tenho visto vários artigos a pôr a nu a atenuação ou mesmo ocultação
esquerdista deste acto de terrorismo, ainda que tenham de o fazer
contra-corrente. Por isso exprimo aqui outra
preocupação: a de que
esta onda ideológica anestesia e incapacita a investigação policial e a acção
da justiça e, portanto, aumenta a insegurança de todos nós. Isto não é um
risco, isto está a acontecer. GateKeeper: Top 05. Maria
Barreiro: Perfeito!
Na mouche. Obrigada Albino Mendes: Acreditar
que Portugal continua a ser uma democracia, é inocente ou perverso. Luis Silva > Glorioso SLB: O que é que chamas
"fazer"? Passar à luta armada?
José
Costa-Deitado: Há
violências que são “terrorismo”. E há violências que são “incidentes”.
Depende de quem atira o
cocktail Molotov — e de quem o recebe.
Em Lisboa, c ntra famílias e
crianças, foi apenas um “objecto incendiário”. Se fosse ao contrário, já tínhamos especiais televisivos, teorias sobre
“ódio” e pedidos de ilegalização de partidos.nNão é a violência que muda. É a
narrativa. E quando a narrativa absolve antes do julgamento, já
não estamos apenas perante jornalismo enviesado — estamos perante um sistema
que escolhe quem pode agredir e quem tem de aguentar.
Paulo Borges: A Iniciativa Liberal que não se "ponha fina"
que irá ter o mesmo destino do BE.
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