Esse tal passado, nas memórias de cada
um – os desprevenidos do golpe abrilino, os comentadores críticos, os
responsáveis orgulhosamente felizes pelo seu pontapé festivaleiro na História Antiga, embora Essa tivesse multiplicado
os espaços do seu país pequeno, com coragem exemplar. Felizmente que existem Historiadores Atentos e Responsáveis, como JNP, para denunciar
a pequenez dos anti-heróis de uma actualidade indolente e desconhecedora desses
dados outrora prestigiantes e hoje conhecidos apenas de alguns atentos e
amantes do seu PAÍS, e a quem não falta a ironia contra os indiferentes do
cortejo actual – ou talvez apenas gratuitamente impertinentes.
Mas coloco o comentário justo de PERTINAZ ao texto
esclarecedor de JNP:
PERTINAZ: Artigo muito
instrutivo para as novas gerações e para os que têm memória curta…!!! Espero
que acabe de vez a mordaça com que vivemos nos últimos 50 anos…!!!
Marcelino
da Mata, os presos de Abril e as eleições em Loures
Há um claro regresso da Política e do
político, do amigo e do inimigo, ao espaço público. Até por cá.
JAIME NOGUEIRA PINTO Colunista
do Observador
OBSERVADOR, 18 abr. 2026, 00:23
Um dos lugares de confronto foi a Assembleia Municipal de Lisboa,
com uma batalha toponímica desencadeada
pela proposta de um representante do PSD de dar o nome do tenente-coronel
Marcelino da Mata a uma rua da capital.
MARCELINO
DA MATA nasceu na Guiné quando a Guiné fazia parte do “Ultramar”
português. Tal como dezenas de milhares de conterrâneos, Marcelino
escolheu ser português e lutar no exército português contra o PAIGC, o movimento
de guerrilha independentista. Em 1974,
cerca de 36.000 homens, um terço das tropas portuguesas na Guiné, eram de
recrutamento local e a Guiné era o território ultramarino onde a percentagem de
combatentes locais era menor; em
Angola, metade do total de um efectivo de cerca de 80.000 homens era de
recrutamento local, e em Moçambique os locais eram mais de metade dos 60 000
soldados mobilizados. Quando a guerra começou, em 1963, o Times de Londres
escreveu que a Guiné era “o calcanhar de
Aquiles” do império português. E foi. Basta olhar os curricula dos
generais, dos capitães, dos promotores da contestação militar à política
ultramarina de integração racial e territorial, até a “guineização” de todo o
ultramar português, avançada em Portugal e o Futuro.
Bom ou mau, o “colonialismo
português” foi ali substituído pelo que é hoje uma cleptocracia instável, uma
ditadura militar que goza da pior fama de ligações ao narcotráfico
transatlântico. Em Novembro
do ano passado, deu-se o original “auto-golpe” de Sissoco Embaló que, perante
uma derrota eleitoral anunciada, pôs os militares a derrubá-lo e a congelar as
eleições. Sissoco, legitimado internacionalmente por Lisboa e pelos socialistas
portugueses no meio de um debate pós-eleitoral mais do que suspeito, encontra-se
actualmente em Marrocos, depois de deixar a hospitalidade do seu amigo Denis
Sassou-Nguesso, o octogenário “président à vie” da República do
Congo-Brazzaville. Parece que, agora, o “Comando Militar”,
instrumentalizado por Sissoco, não quer deixar o poder e vai dizendo ao
auto-exilado presidente que não pode garantir a sua segurança. Acontece…
Entretanto, Domingos Simões Pereira, líder do PAIGC e, por
isso, o provável vencedor da eleição congelada, continua detido no seu
domicílio em Bissau.
Voltando ao passado, MARCELINO
DA MATA nasceu na Guiné no tempo da administração portuguesa e foi ao serviço
de Portugal que, por feitos em combate, recebeu as mais altas condecorações
nacionais. Era e sentia-se português, mas parece que há certas
identidades e auto-determinações proscritas; talvez por isso, no PREC, tenha
sido preso e torturado em cárcere privado por maoistas do MRPP, numa dessas
demonstrações de liberdade do PORTUGAL DE ABRIL.
Por tudo isto, a questão toponímica transformou-se numa questão
política de primeira instância com linhas divisórias bem claras. Ou nem tanto,
porque, ao contrário do que aconteceu quando da nacionalidade e da
possibilidade de os menores poderem mudar de “género” sem conselho médico e
concordância paternal, houve quem
saísse da linha, e a maioria à direita – AD (PSD e CDS) e Chega –, que devia
ter funcionado, não funcionou.
Consta que, para se redimir do inesperado voto da representante do
CDS, que contrariou a proposta toponímica ao lado da Extrema-Esquerda do PCP,
BE e Livre, da Esquerda do PS e do centrão da IL, o CDS-PP
quer agora apresentar uma recomendação para que passem a existir ruas Marcelino
da Mata em Lisboa e no Porto.
O intelectual e o populista
O outro confronto deu-se no
aniversário da Constituição, quando “o populista” achou por bem agitar as
águas, lembrando que, a partir do 28 de Setembro de 1974, havia nas cadeias da República da Metrópole mais presos políticos do
que os que lá estavam no dia 24 de Abril. Facto indesmentível, ainda que destinado a merecer o “descontextualizado”
ou o “pimenta na língua” que os polígrafos e os intelectuais orgânicos sempre
guardam para os populistas que ameaçam a democracia.
E se houve quem se tivesse limitado a
abandonar a Assembleia, incomodado e em protesto, houve um intelectual que
clamou por um debate televisivo, para contextualizar factos, determinar culpas,
esclarecer o povo… e apurar quem é que, afinal, tinha tido mais votos em
Loures.
E eis que chegou, finalmente,
o tão aguardado dia do decisivo confronto. De um lado, os quarenta e muitos anos de longa noite fascista, regime deposto há cinquenta anos, mas que
continua a ganhar o troféu de grande responsável pelos males que há cinquenta
anos nos assolam; do outro, o recém-enlameado meio século de madrugada democrática, regime inaugurado há cinquenta anos, mas que resiste
ainda e sempre a toda e qualquer mácula.
Como em todos os concursos de
malfeitorias, as posições extremaram-se, bem como o arremesso de lama de parte
a parte.
Mas vamos à parte contestada e
cancelada dos factos, aquela a que devia cingir-se o debate, se a intenção
fosse esclarecer e debater: logo a
seguir ao 25 de Abril foram presos, na Metrópole, os funcionários da PIDE-DGS,
que seriam à volta de três mil (e que nem sequer entraram na contabilidade do
“populista”). Depois do golpe,
a Esquerda Revolucionária comunista e extremista cedo compreendeu que o inimigo
principal eram os militantes
dos partidos que, em democracia, procuravam defender valores nacionais e
salvar, do Ultramar, o que ainda pudesse ser salvo. A
chamada manifestação da Maioria
Silenciosa, marcada
para 28 de Setembro, foi o pretexto para os neutralizar. Seguindo
listas de “suspeitos” estabelecidas por ex-dirigentes associativos que
assinalaram os “potencialmente perigosos”, o
COPCON de Otelo Saraiva de Carvalho procedeu
às detenções com generosa profusão de mandados de captura em branco,
preenchidos ad hoc. O mesmo se
passaria depois do 11 de Março, outra “inventona” em que a oposição
anticomunista caiu e que levou a mais prisões arbitrárias e, sobretudo, à
socialização da economia, de cujas consequências ainda não nos livrámos.
E
entre o número de presos, políticos ou
não, no então Ultramar e de mortos e feridos na guerra de África e o número de vítimas pós-libertação, da
“descolonização exemplar” às guerras civis, é fazer as contas.
Mas, enfim, para quê comparar?
Quando,
há muitos anos, numa entrevista para a Rádio Renascença, aludi às prisões
pós-Abril, o Dr. Cunhal perguntou-me isso mesmo: se seriam comparáveis “uns
meses de prisão de umas centenas de reaccionários” com os muitos anos que
somaram os dirigentes do PCP nos cárceres da ditadura. Respondi-lhe
que não, que não eram comparáveis, mas que só
não eram comparáveis porque logo depois do 25 de Novembro o Partido Comunista
perdera o poder de prender e perseguir… Curiosamente, não tive aí resposta. O Dr. Cunhal sabia bem – e nós também, a avaliar
pelo período em que os militares da esquerda do MFA tutelavam o processo
revolucionário – que se comunistas, trotskistas e maoistas tivessem continuado
com poder, o número de mortos, presos e torturados não seria muito diferente do
dos regimes comunistas da Europa Oriental.
A ditadura militar e o salazarismo,
que eram declaradamente autoritários e que não eram, nem pretendiam ser,
democráticos, detinham assumidamente inimigos políticos, não
por delitos de opinião, mas por
conspiração ou acção política. Ao contrário, em
Abril, as centenas de prisões sem culpa formada e a
violência, ora “não existiam” porque a democracia já raiara, ora faziam parte de
um processo natural, assumidamente revolucionário, inserido no calendário das
festividades democráticas… (as
FP-25, que executaram 17 pessoas já nos anos 80, eram, presumimos, um grupo de
foliões que não percebeu que a “festa da democracia” tinha acabado e se deixou
para ali ficar a um canto, entre bombas).
Mas
se as prisões e sevícias levadas a cabo nos alvores deste regime não se podem
comparar com as do antigo regime, já a corrupção em que vivemos,
dizem-nos, é altamente comparável com a do “antigamente”. O Estado Novo, dizem-nos, era também um regime
extremamente corrupto. Mais corrupto até que o actual. Estranhamente, os vários governos e
responsáveis que, no pós-25 de Abril, vasculharam com todo o à-vontade e poder
os arquivos em busca de indícios de corrupção, só encontraram um presidente da RTP
que metia almoços e presentes para uma amiga nas contas da empresa e pouco mais.
Ao Almirante
Henrique Tenreiro, suspeito
de grandes abusos, o MFA teve-o preso e acabou por libertá-lo à socapa, sem
encontrar motivos para o processar. É certo que a corrupção faz parte da natureza dos homens e dos
regimes e que aquela escassez de indícios talvez não se devesse às melhores
razões. É que ao
contrário de futuros líderes políticos, que não sendo pessoalmente corruptos
tenderiam a fechar os olhos aos corruptos porque precisavam deles, indo à
janela fumar um cigarro, Salazar
que, para o bem e para o mal, estava atento e vigilante e não fumava, inspirava
respeito. E até medo, se se quiser.
Mas isto também não se pode dizer.
A única coisa que se pode e deve dizer do antigo
regime, a única coisa a dizer com notória utilidade pública, é que a repressão
era incomensurável, os interditos incontáveis, a pobreza e o analfabetismo
inenarráveis, a repressão colonial draconiana e a corrupção igual ou pior à que
hoje nos corrói. Daí que todos os males que há meio século nos acometem
se devam, não a este último meio-século, mas ao quase meio-século anterior.
Há, por isso, que continuar a comparar regimes, mas só
partindo deste construtivo pressuposto, evidentemente.
É, de resto, de toda a utilidade. Tal como o debate a que assistimos
e em que não ficámos sequer a saber o fundamental: quem é que, afinal, teve mais votos
em Loures?
GUERRA
COLONIAL PAÍS SOCIEDADE PRESOS
POLÍTICOS POLÍTICA
COMENTÁRIOS (de 39)
Francisco
Almeida: Como de costume Jaime Nogueira
Pinto demonstra coragem e rigor mas, mesmo assim quero alinhar algumas
precisões - desnecessárias ao escopo do artigo - apenas porque tive uma ligação
pessoal ao ten-cor. Marcelino da Mata. Marcelino foi chamado por engano porque a
conscrição seria para um irmão mais velho mas decidiu ficar. Começou por
soldado raso e todas as suas promoções ao posto superior até capitão foram por
mérito em combate. Esteve em Angola e regressou depois à Guiné, onde o conheci
como furriel e onde comandou o primeiro grupo de comandos africanos "ad
hoc" depois de vencer longa resistência do seu e meu comandante de sector.
Dezoito homens, escolhidos por ele e com autonomia operacional, embora
administrativamente encaixados na companhia operacional do sector, que por
algum tempo comandei interinamente e que, lhe dava apoio, sobretudo em
operações na proximidade da fronteira. Chamavam-se "Os Roncos" expressão com
sentido associado a vaidade e ostentação em crioulo da Guiné, mas que mereciam
por inteiro. Foram dizimados num mau momento ao atravessar a bolanha de Binta e
só dois, Marcelino e outro, saíram sem ferimentos. JNP refere que foi
torturado em cárcere privado mas eu explicito que, sabendo pela rádio que era
procurado, apresentou-se na sua unidade, o Regimento de Comandos, de onde o
transferiram para o RALIS unidade revolucionária onde pontificava o cap. Diniz
de Almeida, conhecido por "Fittipaldi das Chaimites" e onde, tal como
no Regimento da Polícia Militar do major Tomé, entravam e agiam civis, neste
caso ligados ao MRPP, citando-se os nomes de Daniel de Matos e de
Saldanha Sanches, embora não tenha elementos que me permitam ligá-los
directamente à tortura, violentíssima e que incluiu choques eléctricos nos
testículos. Mas é impossível o desconhecimento dos oficiais e sargentos do
regimento, incluindo o comandante tenente-coronel Leal de Almeida que o
"Relatório das Sevícias" indica como pessoalmente ligado aos actos de
tortura, identificando também dois outros oficiais, o cap. Quinhones de
Magalhães e o cap.-ten. (da Marinha) Costa Xavier. ANA LUIS
DA SILVA: Eu
diria que, desta feita, Jaime
Nogueira Pinto partiu a loiça toda! Os comunistas não são pois os
neo-conservadores fofinhos e cheios de patine que envelheceram bem, mas as
termitazinhas que continuam laboriosamente a consumir as fundações deste país,
desde aqueles tempos a seguir ao 25 de abril em que mostraram e lançaram as
garras a todos os que se opunham ao socialismo e a tudo o que tinha valor em
Portugal, para se apossarem desse valor e o desbaratarem, em nome dos valores
ideológicos “democráticos” de Abril. Parece-me, porém, que o “fervor
revolucionário” contra pessoas e bens se transferiu para outros partidos e
sobrevive mais ou menos encapotado no BE, no Livre e no PS. O caso do “terrorista do cocktail molotov”
contra a Marcha pela Vida é sintomático disso mesmo. JOÃO
SANTOS: No debate entre o "populista" e o
"intelectual-de-esquerda-que-afinal-nunca-deixou-de-o-ser" ficou
claro para todos que ao segundo ficou destinado o papel de mostrar quão efémera
é a sua arrogância pesporrenta, mais própria dos seus avoengos medievais do que
do marxista-leninista... Quanto ao primeiro, afinal é a um suburbano
ex-seminarista que ficamos a dever o alargamento do nosso espaço de liberdade -
passou a ser possível afirmar no espaço público que o 25 de Abril também tem os
seus podres... MARIA
GINGEIRA: Rigor e factos. O resto é tentar manter de pé,
narrativas que se vão despedaçando. Felizmente que a história tem vários
contadores JOÃO
FLORIANO: 1989: foi esta a
data que encontrei para a candidatura de Pacheco Pereira a Loures. Há quase 40 anos. Se
a data está errada peço que me corrijam porque tive de ir pesquisar ao sítio do
costume e só encontrei esta data. Em 2005 o historiador foi mandatário do
candidato do PSD. O que salta imediatamente à vista é que não há motivos de
comparação e que a décalage das datas é flagrante (perdoem-me o galicismo). Em
1989 André Ventura tinha 6 anos. Será que quando lançou a questão Pacheco
Pereira não se apercebeu da falta de lógica? Continuo sem saber os motivos que
levaram a deputada municipal do CDS a votar contra o nome da rua. Mas gostava
muito de saber. O que muito me admirou foi ter descoberto que se trata de Helena
Gouveia Ferro. Conhecendo e admirando os pontos de vista desta senhora, fico
ainda mais curioso para descobrir os motivos. E tendo errado (no meu ponto de
vista), voltam a errar novamente ao propor agora ruas não só em Lisboa
como no Porto. Em poucos dias um volte face que não fica nada mas mesmo nada
bem na fotografia. E claro que Cunhal tem razão mas apenas porque não deram
tempo suficiente aos comunistas para instalarem prisões à maneira
soviética e quem sabe gulags. Se os tivessem deixado ainda hoje estariam
a prender e a torturar os seus opositores. PERTINAZ: Artigo muito
instrutivo para as novas gerações e para os que têm memória curta…!!! Espero
que acabe de vez a mordaça com que vivemos nos últimos 50 anos…!!!
FERNANDO CE: Muito bem. Haja quem relembre esses péssimos
tempos (1974/1975), onde reinava a arbitrariedade, ausência de liberdade, e de
um verdadeiro Estado de Direito. Como já não sou novo lembro-me de o MFA /
COPCON promover os “ dias de trabalho para a nação”, e até um dia que os
cidadãos se pusessem e limpar ruas e outros afazeres, lembrando as
práticas maoístas, já sem falar nas barricadas e auto-stops por civis sem
qualquer legitimidade para passarem revista a viaturas à procura de armas para
“partirem os dentes à besta fascista”. AMÉRICO SILVA: Abaixo dos nossos
adversários estão os nossos inimigos, e abaixo dos nossos inimigos estão os
nossos traidores, olá CDS, estás aí? JOSÉ B DIAS: É importante recordar
para que a realidade não morra enterrada pelas narrativas mais convenientes ... JOSE LIMA: Na contabilidade
faltou incluir aqueles que como a dra. Joana Simeão e outros opositores da Frelimo, em
Moçambique, foram capturados pelo MFA e entregues à Frelimo para uma
morte trágica nos campos de concentração no Norte do pais. MARIA NUNES: Excelente artigo.
Obrigada pela sua Coragem JNP. MANUEL F > FRANCISCO ALMEIDA: O seu testemunho, acredito que descreve o que
viveu, o que é o mais importante. Eu estive na Guiné, em Bissorá, no exército
entre 72 e 74 e quando regressei, já após o 25A , só me perguntava o que iria
acontecer aos muitos milhares de combatentes guineenses que lutavam por
Portugal . Uma nódoa da qual o país nunca se poderá limpar. Talvez ao contrário
das compensações pela escravidão do passado, que os esquerdistas agora
reclamam, por motivos de agenda política, fosse mais importante
Portugal homenagear, através de um qualquer monumento com a devida grandeza
todos esses combatentes africanos que foram mortos por vingança após o abandono
a que Portugal os condenou. JOÃO DAS REGRAS: Muito bom. MIGUEL NORONHA: Loures ficou sem os votantes de Moscavide, se
não me engano na localidade, como disse o Doutor André Ventura, e por isso, até
nesse ponto, o Dr. Pacheco Pereira não foi intelectualmente correcto, não sendo
os resultados comparáveis. Apesar de ser uma pergunta retórica… TIM DO A: Muito bem! MARIA CORREIA: Muito bem! Obrigada. ANA RITA > FRANCISCO ALMEIDA: Parabéns pelo seu comentário. Pelo que vejo,
não sabemos nada dessa época negra do pós 25 de Abril. Tanta injustiça se
cometeu.
PERTINAZ > PEDRA NUSSAPATO: Não tens nada para dizer… na verdade… os factos
são esmagadores e por isso a escumalha é de esquerda…!!! TIM DO A > AMÉRICO SILVA: Por isso morreu. É um protectorado do PSD JOSÉ MIRANDA: Grande crónica! Há muita gente, tenho amigos assim, que não
consegue ou não quer enfrentar a realidade aqui admiravelmente exposta . PERTINAZ
> TRISTÃO: Estás tristão… 🤣🤣🤣 PEDRO PEREIRA: Jaime, sei que não lê os comentários, mas é já
tempo de publicar estes textos em livro. MIGUEL MACEDO: Muito bem! Como sempre!
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