É o que eles são, Trump e Putin, felizmente
para o mundo, que eles bem amam também, como o provaram e aqui se confirma, no estreitamento
telefónico entre eles, e mesmo presencial, as guerras agora já são outras e até
se difundiram, além de que há sempre datas comemorativas, que abrandam as
pessoas, mesmo as russas.
Ucrânia. Putin propõe cessar-fogo a 9 de
maio, dia em que Rússia celebra vitória em 1945.
"Trump apoiou activamente
esta iniciativa, referindo que esse feriado assinala “a nossa vitória partilhada", disse o conselheiro
diplomático. Desde 2023 que a Ucrânia
também celebra essa data.
OBSERVADOR, 29 abr. 2026, 23:46
▲Trump
disse ter tido uma conversa "muito boa" com o homólogo russo,
indicando que nela defendeu um cessar-fogo na Ucrânia.
O Presidente russo propôs esta
quarta-feira um cessar fogo na Ucrânia a 9 de Maio, dia em que a Rússia celebra
a vitória sobre a Alemanha nazi em 1945, anunciou o Kremlin.
A
presidência russa indicou que o Presidente norte-americano, Donald Trump, com
quem Vladimir Putin manteve esta quarta-feira uma conversa telefónica, apoiou a
iniciativa.
Na conversa com Trump, Putin
afirmou estar pronto “para
decretar um cessar-fogo durante o período das celebrações do Dia da Vitória”, declarou
à comunicação social o conselheiro diplomático, Iuri Ushakov.
“Trump apoiou activamente esta iniciativa, referindo que esse feriado
assinala a nossa vitória partilhada”, acrescentou Ushakov.
Desde 2023, a Ucrânia celebra a 08 de
maio a vitória na Segunda Guerra Mundial, como os países ocidentais.
Trump
disse ter tido uma conversa “muito boa” com o homólogo russo, indicando que
nela defendeu um cessar-fogo na Ucrânia.
De acordo com o chefe de Estado norte-americano, a conversa centrou-se sobretudo na guerra entre a
Rússia e a Ucrânia,
ao passo que o Kremlin declarou que os dois líderes “deram especial atenção à situação no Irão e no Golfo
Pérsico”.
Segundo o conselheiro
diplomático de Putin, o Presidente
russo alertou o homólogo norte-americano para as “consequências
nefastas” de uma retomada das acções militares dos Estados Unidos e de Israel
contra o Irão.
Na conversa telefónica entre os
dois líderes, Putin “sublinhou
as consequências inevitáveis e extremamente nefastas, não só para o Irão e os
seus vizinhos, mas também para toda a comunidade internacional, se os Estados
Unidos e Israel recorrerem novamente a acções militares” contra o Irão, indicou
Ushakov à comunicação social.
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