terça-feira, 16 de junho de 2026

BALANÇO EDUCACIONAL

 

Da juventude portuguesa, Parece positivo. Assim fosse. Assim seja.

PELO BEM-COMUM

Ex-"A bem da Nação"

DA FUNDAÇÃO BELMIRO DE AZEVEDO

junho 15, 2026

SALLESFONSECA@SAPO.PT

Segunda, 15/06, 14:36 (há 10 horas)

Fundação Belmiro de Azevedo apresenta ‘Balanço Anual da Educação 2026’

Jovens portugueses estão entre os mais qualificados da Europa, mas as desigualdades educativas persistem

Em 2024, 43% dos jovens portugueses entre os 23 e os 27 anos tinham ensino superior completo e 50% dos jovens entre os 18 e os 20 anos estavam inscritos no ensino superior.

Pela primeira vez em dez anos, o número total de candidatos ao Concurso Nacional de Acesso ao ensino superior ficou abaixo das vagas disponíveis.

No ano lectivo 2023/2024, cerca de um em cada sete alunos nas escolas públicas tinha nacionalidade estrangeira.

A Fundação Belmiro de Azevedo divulga publicamente o relatório ‘Balanço Anual da Educação 2026’, um trabalho de investigação desenvolvido pelo EDULOG, o think tank para a Educação da Fundação.

O relatório deste ano confirma que Portugal consolidou, nas gerações mais jovens, uma convergência praticamente completa com os níveis de qualificação europeus, colocando os jovens portugueses hoje tão ou mais qualificados do que os seus pares europeus. Mas à medida que a educação se universalizou, as desigualdades deslocaram-se para dentro do sistema: são os percursos (e não o acesso) que hoje filtram quem beneficia plenamente.

De acordo com as conclusões do estudo, Portugal apresentou, entre a população com menos de 35 anos, uma trajectória de qualificação muito positiva. Em 2024, 43% dos jovens portugueses entre os 23 e os 27 anos tinham ensino superior completo, colocando o país nos lugares cimeiros da União Europeia, enquanto 50% dos jovens entre os 18 e os 20 anos estavam inscritos no ensino superior, mais 13 pontos percentuais face ao período pré-pandémico.

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