Do mundo na opinião
geral. Mas, se fizéssemos retrospectiva – pessoal, histórica - julgo que
encontraríamos sempre mais razões para sermos optimistas e gratos, pela vida
que nos coube – a todos. Como se diz por aí, “Viver não custa, o que custa é
saber viver”. Talvez não passe de uma balela estratificada em forma de
conceito genérico, mas se pensarmos bem no que se passa em volta de nós – com os animais e as plantas acompanhando as existências, e um céu cobrindo-nos,
sentiríamos o êxtase que tudo isso significa, e ficaríamos gratos por um dom
que obtivemos, de “roseau pensant”, em tantas frentes – o que, de resto, os
livros também ensinam, com as religiões abrindo pistas, desde sempre, e o
mistério permanecendo para sempre. Mas sejamos gratos no pouco que sabemos, e
na conquista que fazemos, sempre progressiva… E lutemos sempre por um mundo
mais saudável, como o fazem os donos de tantos escritos, como o fez sempre o
autor do “A BEM
DA NAÇÃO” que não
creio que “Fale
Sério” no texto que segue que os seus
amigos contestam, naturalmente. Claro que não foi, não é - debalde . o que
escreveu no seu “A
BEM DA NAÇÃO”, a
que enigmaticamente os textos
que seguem parecem pôr fim. Não “fala a sério”, Dr. SALLES!
HENRIQUE SALLES DA FONSECA: 16.01.26: O sapo vai fechar e eu vou ficar sem
blog Espero que não
tenha sido debalde. Até... 16 de Janeiro de 2026 HENRIQUE SALLES DA FONSECA
6 COMENTÁRIOS.
pinho
cardão 16.01.2026 14:53: Então? Que é
que se passa? Há ir e voltar!...
Anónimo 16.01.2026 16:56Caro Henrique~ Espero bem que não..... Um abraço H.
Adriano
Lima 16.01.2026 23:17: Fiquei sem saber bem o que vai acontecer, se é
o alimentador do blogue que vai encerrar ou se o próprio blogue. Se for o
primeiro caso, penso que o ciber-espaço oferece ao Dr. Salles da Fonseca outra
solução para continuar a pugnar "a bem da nação". Se é o blogue que,
por qualquer razão atendível, chega ao fim, a questão é diferente e é
compreensível. Conhecedor das limitações do órgão visual do Dr. Salles da
Fonseca, pelo acidente sofrido há anos quando visitou o Médio Oriente,
compreendo perfeitamente, mas quero crer que com a ajuda próxima de alguém
poderá superar as suas dificuldades físicas de modo a poder continuar a
deleitar-nos com as suas reflexões.
Escuso acrescentar que tudo o que aqui se produziu até hoje "não foi
debalde". Aqui foi tratada matéria diversificada nos campos científico,
filosófico, humanístico e artístico, tudo servido com uma primorosa expressão
literária, honrando a nossa bela língua. Ainda por cima, tirando razão àqueles
que não gostam de perder tempo com a leitura, porque os textos aqui postados
nunca precisaram de prolixas extensões para transmitir a sua mensagem. Isto é
uma virtude e um convite ao público leitor. Um abraço amigo. Adriano Lima
Carlos Traguelho 17.01.2026 15:16:
Vinte e dois anos!... Independentemente do futuro do blog “A Bem da Nação”,
entendo que ele cumpriu a sua Missão. Foram numerosos os teus posts, Henrique,
sobre os mais variados temas, alguns bem complexos, expressos com a
profundidade admissível num blog, e sempre com a preocupação de não se ficar
pela espuma dos dias. Algumas vezes, infelizmente, esteve o blog de luto, mas
sempre seguiu em frente, com o homem do leme a dirigi-lo e alguns companheiros
a remarem e a fazerem os seus comentários. Pena que não fossem mais
companheiros e mais comentários (eu, pecador, me confesso), e estes últimos,
reconheço, apresentavam-se, não raras vezes, demasiado em consonância,
cerceando, consequentemente, alguma desejável polémica. Também tenho pena, não
obstante o esforço e a força de vontade do timoneiro para ultrapassar as
vicissitudes inerentes à saúde, que esta tivesse condicionado, a partir de
certa altura, a profusão de posts.
Sem embargo, e ao olhar para trás, em jeito de balanço, evidenciando este um
expressivo capital próprio positivo, não podemos deixar de nos admirar com
tantos temas tratados, por uma só pessoa, não só decorrentes das situações de
fundo com que o blog se ia deparando, mas também com assuntos inerentes ao
século passado, particularmente, após a década cinquenta e, por vezes,
ressuscitando temas históricos, alguns dos quais dormiam um sono tão profundo
que eram desconhecidos de muitos, a julgar pelos comentários que suscitavam. Recordo
que só um dos temas abordado – viagens pelo Mundo – deu lugar a um livro de
mais de 400 páginas – URBI ET ORBE. Também tivemos o privilégio de ler, ao
longo de duas décadas, textos sobre o Padre António Vieira, inspirados,
certamente, na obra de investigação de tua autoria – EXSURGE DEUS.
Henrique, meu Amigo, de novo, independentemente do futuro do blog “A Bem da
Nação”, a Missão está cumprida! Grande abraço.
Carlos Traguelho
Nenhum comentário:
Postar um comentário