quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Uma página de ficha, 5

TÓPICOS DA HISTÓRIA CULTURAL PORTUGUESA
ÉPOCA CLÁSSICA – 1ª Fase: RENASCIMENTO
Século XVI

OS FACTOS


6- D. João III, o Piedoso (1521/1557):

1534: Brasil: Divisão em capitanias hereditárias.
1548: Brasil: Novo regime político: Governo Geral. 1º governador: Tomé de Sousa.

Brasil: A acção missionária civilizacional dos Jesuítas. Padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta.

Abandono das praças no Norte de África.
Alargamento dos contactos comerciais com a Europa.
1537: Transferência da Universidade para Coimbra.
Criação de bolsas de estudo no estrangeiro.
Promoção das missões ultramarinas. S. Francisco Xavier evangelista no Oriente.

Estabelecimento da Inquisição em Portugal.
A questão judaica. A Contra-Reforma.
1540: O primeiro auto-de-fé em Lisboa.
1557: Concessão de Macau aos portugueses , pelo mandarim de Cantão.


(1557/1562): Regência de D. Catarina de Áustria (Avó de D. Sebastião):


1562/1568): Regência de D. Henrique, Cardeal-Arcebispo de Lisboa, Inquisidor-Mor, tio-avô de D. Sebastião:

Épocas de estabilidade.
Reformas religiosas. Fortalecimento da Inquisição.
Criação da Universidade de Évora, de orientação jesuítica.
Reparação e construção de fortalezas.

7- D. Sebastião, o Desejado
(1568 (14 anos) / 1578
(Filho póstumo do príncipe D. João – (nono filho de D. João III) - e da princesa Joana (filha de Carlos V).
1578: O desastre de Alcácer-Quibir.


8- O Cardeal-Rei D. Henrique, o Casto (1578/1580)


O INTERREGNO
1580: D. António Prior do Crato derrotado em Alcântara pelas tropas do duque de Alba.



LITERATURA

O MODO LÍRICO:

1- Os poetas bucólicos:
Bernardim Ribeiro: 5 Éclogas; poesias do Cancioneiro Geral – poesia introvertida, de recreação na dor.
Cristóvão Falcão: A Écloga “Crisfal” “a mais bela écloga portuguesa”.

2- Os poetas do “Estilo Novo”:
Sá de Miranda:
O introdutor da estética renascentista do “estilo novo”: (“Estilo Novo” ou “medida nova”: as formas clássicas greco-romanas - ode, écloga, elegia... – as formas de origem italiana: soneto, canção, a oitava, o ritmo decassílabo...)
- O sentido crítico da sua mensagem poética, a dimensão humanista da sua temática, o novo sentido de dignificação da escrita, o papel didáctico da poesia, o visualismo descritivo na originalidade de um estilo conciso e ambíguo.

António Ferreira, o teorizador do classicismo.
O conceito de imitação, o aristocratismo na arte, o abandono do popular, a defesa da língua portuguesa como instrumento de escrita literária, o ideal de perfeição na harmonia do conceito e da forma, o primado da razão.

LUÍS DE CAMÕES (1525?/1580?):
A vivência e o saber na base da dimensão humanista da sua mensagem poética. A temática clássica – Amor, Morte, Efémero, Mudança, Fatum, Beleza, Mulher (como ideal de Vénus sensual ou de Laura espiritual). A temática mais pessoal de expressão emotiva, sobre a própria vivência e o conceito de Justiça – o “desconcerto do Mundo”. A Natureza amena como quadro envolvente. A perfeição e o equilíbrio conceptual e formal, quer nos poemas líricos ao modo tradicional (a “medida velha”), quer na corrente renascentista do “estilo novo”.


3- Os poetas maneiristas:
Pedro de Andrade Caminha, o poeta do rio Minho
Diogo Bernardes, o poeta do rio Lima.
Frei Agostinho da Cruz e a poesia religiosa.



ARTE

MÚSICA:

Polifonia religiosa:
A Missa”:
“O Motete”.
“O Coral
” (Influência da Reforma).

Polifonia profana:

A Canção”. (Francesa).

“O Madrigal” (Italiano).

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