Russas, como seria de prever, na suposição de que isso, de facto, existe por lá… Digo, hoje.
Guerra na Ucrânia: Zelensky confirma
encontro de oficiais ucranianos com representantes dos EUA na sexta-feira -
como aconteceu
Nenhum
soldado de países da NATO deve ser enviado para o território ucraniano, repetiu
Dmitrii Peskov, porta-voz do Governo russo. Kremlin elogia, no entanto, o
envolvimento dos EUA no processo.
Arquivado-27
ago. 2025, 07:03 35
OBSERVADOR
GAVRIIL GRIGOROV / SPUTNIK / KREMLIN
POOL/EPA
Momentos-chave
Há 7hO que se passou até agora
Há 7hNATO prevê que Portugal e todos os aliados
cumpram ou superem meta de 2% do PIB em Defesa
Há 9hZelensky
confirma encontro de oficiais ucranianos com representantes dos EUA na
sexta-feira
Há 11hRússia retoma entrega de crude à Hungria pelo
oleoduto atacado por Kiev
Há 13hMarcelo acusa Trump de ser um "activo
russo"
Há 15hRussia
reivindica controlo de comunidade de Pervoye Maya, em Donetsk
Há 15hOficiais ucranianos estão a caminho dos EUA para
discutir garantias de segurança
Há 17hChanceler alemão diz que "Rússia é e
continuará a ser" a maior ameaça à Europa
Há 17hKiev diz que saída de Moscovo tratado contra a tortura
é "admissão de culpa"
Há 18hChina rejeita participar em negociações de desarmamento
nuclear com EUA e Rússia
Há 20hZelensky diz que Rússia está a enviar "sinais
negativos" relativamente às negociações de paz
Há 20hAtaques russos deixam mais de 100 mil sem electricidade
no nordeste da Ucrânia
Há 20hKremlin aplaude esforços dos EUA mas rejeita
soldados da NATO na Ucrânia
Há 21hAtaques russos matam duas pessoas e fazem 28
feridos nas últimas 24 horas
Há 22hNúmero de soldados russos com HIV e hepatite
está a aumentar
Há 22hAtaques russos com "drones" atingem
empresa do setor eléctrico na Ucrânia
Há 1dUcrânia garante ter repelido ofensiva russa em
Dnipropetrovsk
Há 1dZelensky ilegítimo? São "tretas" da
Rússia, diz Donald Trump
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00:27 Observador
O que se passou até agora
Volodymyr Zelensky confirmou
que oficiais ucranianos se reunirão
com representantes dos Estados Unidos em Nova Iorque na próxima sexta-feira. A
reunião visa discutir esforços para pôr fim à guerra na Ucrânia e explorar
garantias de segurança que poderiam ser oferecidas pelos países aliados. Estes
encontros são parte de um esforço diplomático mais amplo, com outras reuniões
já ocorridas no Qatar e na Arábia Saudita.
A
NATO prevê que todos os 32 membros da Aliança Atlântica cumprirão ou excederão
a meta de gastar 2% do PIB em Defesa este ano, incluindo Portugal, que
historicamente tem gasto menos. Este
aumento nos gastos ocorre num contexto de intensificação das tensões
internacionais e da necessidade de reforçar as capacidades defensivas dos
países aliados.
A Hungria anunciou que a Rússia irá
retomar o fornecimento de petróleo através do gasoduto Druzhba, que foi
recentemente alvo de ataques ucranianos. Esta
acção agravou as relações já tensas entre Budapeste e Kiev, e as críticas
húngaras à Ucrânia e à Comissão Europeia reflectem as complexidades
políticas em torno da segurança energética na Europa.
Uma
explosão recente causou um incêndio no oleoduto Riazan-Moscovo, interrompendo o
abastecimento de combustíveis à capital russa. O incidente é mais uma evidência das
frequentes operações de sabotagem direccionadas a infraestruturas energéticas
russas por parte da Ucrânia, que tenta enfraquecer as receitas de petróleo e
gás de Moscovo como parte do conflito em curso.
Há 26m07:06 Madalena Moreira
O liveblog do Observador sobre a
guerra da Ucrânia desta quarta-feira fica por aqui. Pode continuar a acompanhar
todos os desenvolvimentos do conflito neste novo artigo.
Há 7h00:25 Agência Lusa
NATO prevê que Portugal e todos os aliados cumpram ou superem meta de
2% do PIB em Defesa
A NATO prevê que todos os 32
membros da Aliança Atlântica cumpram ou superem a meta deste ano para gastos em
Defesa, 2% do Produto Interno Bruto (PIB), incluindo os que têm gastado menos,
como Portugal.
De acordo com o relatório
Despesas de Defesa dos Países da NATO (2014-2025), hoje divulgado, consolidando
informação reportada pelos governos dos países aliados em relação a gastos militares
executados ou previstos, Portugal irá
despender este ano mais de 5,9 mil milhões de euros, um aumento de quase 1,5
mil milhões de euros face ao estimado em 2024 e mais do dobro do registado em
2020.
Em relação ao PIB, a estimativa
apresentada é de 2%, 0,42 pontos percentuais acima da estimativa de 2024 e 0,67
pontos acima do apurado em 2023.
A percentagem de gastos estimada para este ano por Portugal fica abaixo
da média dos aliados europeus e Canadá (2,27%) e ainda mais do total (2,76%),
que inclui os Estados Unidos, que têm de longe o maior orçamento de Defesa dos
32, perto de um bilião de dólares (859 mil milhões de euros) este ano.
Segundo os dados apresentados
pela NATO, Portugal terá no final
deste ano 24.900 militares, mais 900 do que a estimativa de 2024, mas menos
5.800 do que tinha em 2014.
Portugal tem estado nos últimos anos entre os aliados incumpridores da
meta de 2%, e tal como outros membros deste grupo – Bélgica, Canadá, Espanha e
Itália – passará a cumpridor até ao final do ano, de acordo com os dados
apresentados.
Estes países terão assim demorado mais de 10 anos a atingir esta meta,
estabelecida em 2014 pela NATO após a anexação da Crimeia pela Rússia.
Há 9h22:46 Sâmia Fiate
Zelensky confirma encontro de
oficiais ucranianos com representantes dos EUA na sexta-feira
Os
oficiais ucranianos encontram-se com os representantes norte-americanos em Nova
Iorque na próxima sexta-feira, confirmou Volodymyr Zelensky na sua mensagem
tradicional diária no X esta quarta-feira. A reunião vai abordar os esforços
para alcançar o fim da guerra na Ucrânia e as garantias de segurança que podem
ser oferecidas pelos países aliados.
Os
representantes ucranianos são o chefe de gabinete da Presidência, Andriy
Yermak, e o secretário do conselho de segurança, Rustem Umerov, que devem
chegar em Nova Iorque depois de viajarem esta quinta-feira para a Suíça, também
para participarem em reuniões sobre o tema.
O
Presidente ucraniano confirma que a reunião será com uma equipa da
administração Trump. A delegação ucraniana já teve reuniões na passada
terça-feira no Qatar e esta quarta-feira na Arábia Saudita.
Há 11h20:56 Agência Lusa
Rússia retoma entrega de crude à Hungria pelo
oleoduto atacado por Kiev
A
Hungria revelou hoje que a
Rússia vai retomar, a partir de quinta-feira, o fornecimento de petróleo
através do gasoduto Druzhba, afectado por ataques ucranianos que agravaram
a difícil relação entre Budapeste e Kiev.
O
ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Peter Szijjarto, sublinhou que foi
encontrada uma “solução temporária” até que os danos deste último ataque
estejam definitivamente resolvidos.
Adiantou
ainda que as reservas da Hungria são actualmente suficientes, pelo que não há
necessidade de as utilizar.
No
entanto, criticou a posição de alguns órgãos de comunicação social e políticos
húngaros, que apoiam a Ucrânia, bem como da Comissão Europeia.
“É
escandaloso que alguns políticos e órgãos de comunicação húngaros defendam os
ucranianos que atacaram o oleoduto, e que a Comissão Europeia continue a
afirmar que ‘o abastecimento não está em risco’”, vincou através da rede social X, onde exigiu que
Kiev terminasse os ataques.
Há 13h19:00 Rui Pedro Antunes
Marcelo acusa Trump de ser um "activo
russo"
O
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, na Universidade de Verão do
PSD centrou a sua intervenção em três partes: o mundo, a Europa e Portugal.
Sobre
a situação internacional, o Presidente da República começa por criticar
Donald Trump pela excessiva “personalização do poder”.
O
líder da maior superpotência do mundo é objectivamente “um activo soviético ou
russo”. Marcelo diz que foi dito de forma natural que Trump acabaria a
guerra da Ucrânia em 24 horas e que não teria acontecido se Trump fosse o
Presidente.
O
Presidente da República diz que há muita encenação de Washington já que —
apesar das ameaças — desde que Trump chegou à liderança “não houve nenhuma
sanção” à Rússia. Além disso os EUA com Trump passaram de aliados da Ucrânia
para árbitros.
Há 15h16:28 Sâmia Fiate
Rússia reivindica controlo de comunidade de
Pervoye Maya, em Donetsk
A
Rússia reivindicou o controlo da comunidade de Pervoye Maya, na região de Donetsk,
numa operação militar ao longo das últimas 24 horas, publica a
TASS, citando o ministério da Defesa russo.
No
mesmo comunicado, a Rússia avança que abateu 1275 soldados ucranianos nas
últimas 24 horas, em todas as frentes de combate da guerra.
Há 15h16:19 Sâmia Fiates
Oficiais ucranianos estão a caminho dos EUA para
discutir garantias de segurança
O
chefe de gabinete da Presidência, Andriy Yermak, e o secretário do conselho de
segurança, Rustem Umerov, estão a caminho de Nova Iorque esta semana para
discutir garantias de segurança e futuras propostas de paz, avança a Bloomberg.
O
enviado especial norte-americano, Steve Witkoff, já tinha confirmado na passada
terça-feira, 26, que se encontraria com oficiais ucranianos esta semana, mas
não tinha especificado quem estaria na reunião.
Há 16h15:06 Edgar Caetano
Pequena maioria dos alemães
defende que Ucrânia deve ceder territórios ocupados
Um
pouco mais de metade dos alemães acredita que a Ucrânia deveria estar disposta
a ceder os territórios actualmente ocupados pela Rússia em troca de um acordo
de paz, noticiou o jornal Die Welt esta terça-feira, citando uma sondagem do
Instituto Forsa.
Segundo
o inquérito, 52% dos inquiridos responderam afirmativamente quando questionados
se Kiev deveria aceitar perder territórios ocupados caso isso facilitasse um
acordo.
A
posição é mais comum entre os eleitores do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), com 72% a favor.
Já entre os apoiantes da coligação governamental, a aceitação é menor: 43% dos
eleitores da CDU/CSU e 48% dos que habitualmente votam no SPD defendem essa
solução.
A
sondagem foi realizada entre 18 e 19 de agosto junto de 1.002 pessoas. O
resultado surge num momento em que Moscovo exige que Kiev abandone não só os
territórios ocupados, mas também áreas ainda sob controlo ucraniano, como condição
para um eventual acordo de paz.
Há 17h14:29 Edgar Caetano
Forte explosão interrompe oleoduto que abastece
Moscovo, afirma fonte ucraniana à imprensa do país
Uma
explosão ocorrida na terça-feira provocou um incêndio no oleoduto
Riazan-Moscovo, considerado vital para o fornecimento de combustíveis à capital
russa, revelou ao
Kyiv Independent uma fonte dos serviços de informação militar da Ucrânia (HUR).
De
acordo com a mesma fonte, o incidente levou à suspensão indefinida do
transporte de derivados de petróleo para Moscovo. A origem da explosão não foi
especificada.
Meios
de comunicação locais relataram um incêndio de grandes dimensões perto
da aldeia de Bozhatkovo, nos arredores de Riazan, a cerca de 180 quilómetros
da capital russa. Serviços de emergência e equipas técnicas terão sido
mobilizados para conter as chamas e reparar os danos.
A
empresa estatal Transneft, responsável pelo oleoduto — utilizado desde 2018
para o transporte de gasolina automóvel, incluindo para fins militares — ainda
não comentou o incidente, estando a avaliar a extensão dos estragos, segundo a
fonte ucraniana.
A Ucrânia tem vindo a atingir
com frequência infraestruturas energéticas russas, através de operações de
sabotagem e ataques com drones, numa tentativa de reduzir as receitas de
petróleo e gás de Moscovo.
Há 17h14:22 Edgar Caetano
Chanceler alemão diz que "Rússia é e
continuará a ser" a maior ameaça à Europa
O
chanceler Friedrich Merz afirmou esta terça-feira que a Rússia “é e
continuará a ser” a maior ameaça à segurança da Europa durante muitos anos.
As
declarações surgem no mesmo dia em que o governo alemão aprovou um projeto de
lei que prevê um serviço militar voluntário, mas que poderá evoluir para
obrigatório caso as metas de recrutamento não sejam atingidas.
A
proposta ainda terá de ser votada no Parlamento.
Berlim
pretende aumentar o efetivo das Forças Armadas de 180 mil para 260 mil
militares até ao início da próxima década, de modo a responder às novas
exigências da NATO e reforçar a defesa nacional, num contexto de forte
crescimento da despesa militar.
Há 17h14:19 Edgar Caetano
Kiev diz que saída de Moscovo tratado contra a
tortura é "admissão de culpa"
A
decisão da Rússia de avançar para a saída da Convenção para a Prevenção da
Tortura e Tratamentos Desumanos ou Degradantes representa “uma admissão de
culpa” e uma tentativa de escapar à responsabilização por crimes de guerra,
afirmou esta terça-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
Segundo
o portal oficial do Governo russo, Moscovo notificou a intenção de se retirar
do tratado, que tinha assinado em 1996.
As
autoridades ucranianas acusam a Rússia de praticar crimes de guerra, incluindo
tortura a civis e prisioneiros de guerra, desde o início da invasão em 2022. O
Kremlin tem rejeitado todas as acusações.
Há 18h13:48 Agência Lusa
China rejeita participar em negociações de
desarmamento nuclear com EUA e Rússia
A
China rejeitou hoje a possibilidade de juntar-se aos Estados Unidos e à Rússia
nas negociações de desarmamento nuclear, depois de o Presidente norte-americano
ter revelado que tinha discutido o assunto com o homólogo russo.
“As
capacidades nucleares da China não estão ao mesmo nível dos Estados Unidos. As
políticas nucleares e o clima de segurança estratégico destes dois países
também são fundamentalmente diferentes”, explicou o porta-voz do Ministério dos
Negócios Estrangeiros da China, Guo Jiakun, citado pelo jornal chinês Global
Times.
“Pedir
à China que participe em negociações trilaterais com os Estados Unidos e a
Rússia não é razoável e nem realista”, acrescentou o porta-voz chinês.
Há 19h12:05 rafaelagomes
Espanha. Cão de combatente espanhol que morreu na Ucrânia regressa
às Astúrias. Corpo de Miguel Carmona ainda não foi trasladado
O
pastor-belga que acompanhou um soldado espanhol na Ucrânia regressou à sua
família após um longo processo de repatriamento. Corpo do soldado não voltou
por estar em território detido pela Rússia.
Há 20h11:49 Edgar Caetano
Zelensky diz que Rússia está a enviar "sinais negativos"
relativamente às negociações de paz
O
Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de enviar “sinais
negativos” sobre os encontros e o desenvolvimento das conversações de paz. “Os
ataques às nossas cidades e aldeias continuam, com novas vítimas todos os
dias”, disse Zelensky.
O chefe de Estado ucraniano acrescentou
que é urgente que se dêem mais passos concretos na diplomacia e na pressão
sobre a Rússia.
Após
uma conversa com o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, Zelensky afirmou
que as equipas estão a preparar “uma arquitectura de
garantias de segurança fortes e multilaterais”, envolvendo Europa, EUA e outros
parceiros.
Há 20h11:23 Edgar Caetano
Ataques russos
deixam mais de 100 mil sem electricidade no nordeste da Ucrânia
Mais
de 100.000 casas ficaram sem electricidade no nordeste da Ucrânia devido aos
ataques russos durante a noite, anunciou o Presidente Volodymyr Zelenskyy.
Segundo
o chefe de Estado, o corte de energia afectou especialmente as regiões de
Poltava, Sumy e Chernihiv, e os serviços de emergência estão a trabalhar
para restaurar o fornecimento eléctrico o mais rapidamente possível.
O
Ministério da Energia ucraniano informou que, desde março de 2025, as
infraestruturas energéticas do país já foram alvo de 2.900 ataques.
Há 20h11:16 Edgar Caetano
Kremlin aplaude esforços dos EUA mas rejeita soldados da NATO na
Ucrânia
O
Kremlin considerou esta terça-feira que os esforços dos EUA para encontrar uma
solução de paz na Ucrânia são “muito importantes” e podem contribuir para
resolver o conflito. No entanto, o porta-voz Dmitrii Peskov disse que Moscovo
vê de forma negativa as propostas europeias relativas a garantias de segurança
para a Ucrânia.
Nenhum
soldado de países da NATO deve ser enviado para o território ucraniano, repetiu Dmitrii Peskov.
Sobre
a possibilidade de negociações de alto nível com Kiev, o porta-voz de Putin
sublinhou que encontros desta natureza precisam de estar bem preparados [ao
nível técnico] para serem eficazes.
Em
reacção a notícias sobre ataques russos durante a noite, que terão atingido a
infraestrutura energética ucraniana, Peskov garantiu que Moscovo apenas
ataca alvos militares ou ligados ao sector militar.
Há 20h11:06 Edgar Caetano
Ucrânia passa a permitir, pela primeira vez desde a guerra, que
homens entre 18 e 22 anos saiam do país
Governo
ucraniano decidiu fazer uma alteração na proibição de saída de homens do país,
instaurada desde que começou a invasão russa em 2022. Jovens entre 18 e 22
anos vão passar a poder sair.
Há 21h10:14 Edgar Caetano
Ataques russos
matam duas pessoas e fazem 28 feridos nas últimas 24 horas
Os
ataques das forças russas contra a Ucrânia causaram pelo menos duas mortes e 28
feridos nas últimas 24 horas, segundo as autoridades regionais ucranianas.
Na
região de Kharkiv, uma mulher de 68 anos ficou ferida durante um ataque à
aldeia de Kozacha Lopan, revelou o governador local Oleh Syniehubov. Na cidade
de Izium, duas mulheres, de 70 e 73 anos, também foram feridas.
Em
Zaporizhzhia, duas pessoas ficaram feridas num ataque que atingiu a aldeia de
Uspenivka: foram duas mulheres, com 25 e 52 anos, de acordo com o governador
Ivan Fedorov.
Já
na região de Donetsk, dois civis morreram nas localidades de Kostiantynivka e
Bokove, além de 12 pessoas que ficaram feridas no mesmo local, também nas
últimas 24 horas.
Em
Kherson, ataques atingiram 36 localidades, incluindo o centro regional,
causando 11 feridos.
Há 22h09:42 Edgar Caetano
Número de soldados russos com HIV e hepatite está a aumentar
Os
casos de HIV e hepatite entre soldados russos aumentaram drasticamente desde o
início da invasão da Ucrânia, apesar de a lei isentar doentes crónicos do serviço
militar. Mas,
segundo uma análise do instituto Carnegie Politika, citada pelo Kyiv
Independent, as autoridades militares russas não só estão a permitir esse
alistamento como está a incentivá-lo.
Segundo
os dados citados, o número de militares com HIV era 20 vezes superior em 2023
face a 2021. A propagação do vírus é justificada com as más condições nos
hospitais de campanha, consumo de drogas e sexo sem protecção.
Para
colmatar a falta de efectivos, Moscovo tem ainda recrutado presos com doenças
infecciosas e residentes em territórios ocupados, muitas vezes sem
possibilidade de recusa.
A
jornalista exilada Olga Romanova denuncia uma mobilização “sem regras”, em que
“se leva toda a gente, sem planos de tratamento”.
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