Da História, na unilateralidade tendenciosa de certos contadores,
desmascarados por JOÃO PEDRO MARQUES
e apoiado por muitos comentadores, que não caem nas balelas da falsa harmonia
humanitária em moda, por vezes esconderijo de fraquezas…
As reparações foram ao teatro
Reparations, Baby! propõe-nos
um mundo ficcional, espicaça as nossas emoções e faz activismo. Tudo
perfeitamente legítimo, mas não confundam as coisas: não é História e
geralmente nem sequer é verdade
JOÃO PEDRO
MARQUES
Historiador
e romancista
OBSERVADOR, 09
ago. 2025, 00:2048
As
pessoas woke estão
sempre a presumir que a questão das reparações é sensível, difícil de abordar,
e que só por isso o debate dessa questão não arranca na sociedade portuguesa,
mas estão enganadas. Em primeiro lugar porque
o debate já arrancou há muitos anos (começou em abril de 2017). Em segundo
lugar porque é
muito fácil debater a questão das reparações desde que se assuma, como há muito
faço, que não há qualquer reparação a fazer e que se explique porquê. Ao contrário do que gente woke pensa, a
questão não está adormecida ou ainda por tratar. Está, isso sim, digerida e
resolvida pois tudo indica que os portugueses têm uma opinião formada sobre
o assunto, que é a de discordar de pedidos de desculpa e de reparações. No nosso país pensa-se, ao invés, que os portugueses
devem ser indemnizados pelo que deixaram em África.
Ou seja, a menos que haja uma inesperada
mudança no rumo dos acontecimentos e das correntes de opinião o assunto das
reparações é um nado-morto em Portugal e faço votos de que assim permaneça. É
verdade que no verão de 2023 dez pessoas woke, entre as quais o conhecido
activista Mamadou Ba, produziram
uma pomposamente designada Declaração do Porto, ou seja, um caderno
reivindicativo no qual, entre outras coisas, se exigia ao Estado português que
pagasse indemnizações às pessoas lesadas pelo colonialismo. Esses woke puseram a dita Declaração a
circular na Internet com vista à recolha de assinaturas. Esperavam, obviamente,
uma grande adesão à iniciativa, mas o resultado foi tão escasso que ela não
chegou a descolar. Na primavera seguinte houve quem pensasse que as
infelicíssimas declarações de MARCELO REBELO DE SOUSA iriam
reanimar o assunto. Organizaram-se dois ou três debates televisivos, mas a
questão nunca ganhou tracção e voltou a desaparecer da ordem do dia e das
preocupações dos portugueses. Actualmente, e salvo melhor opinião, as
reparações são um tema de nicho, estritamente africano ou de extrema-esquerda,
que tem alguma exposição na RTP África e em raras iniciativas de académicos
conotados com o Bloco, e por aí se fica.
O
desejo de insuflar vida num tema que está praticamente morto, ou desaparecido
num gueto, foi a principal razão que levou Marco Mendonça, um actor, dramaturgo e encenador nascido em
Moçambique em 1995 — é um jovem, portanto —, a pôr de pé a peça teatral Reparations, Baby!, algo que foi profusamente noticiado
e que tenta, por via de uma nova abordagem — o riso e o
desafio destinados a provocar reflexão
—, culpabilizar e responsabilizar os portugueses por determinados aspectos do
seu passado colonial. Como o próprio autor nos diz, “pode ser produtivo saber que
a culpa existe, e que ela pertence a alguém. Acredito que, mais do que nunca,
as pessoas precisam de viver essa culpa, de a sentir, ou de empatizar com quem
reclama reparações históricas (…) A culpa existe, e está, de certa forma, no
ADN da construção do país e do império”, ainda
que a população branca de Portugal se recuse a aceitá-lo. Os portugueses não
seriam “heróis do mar” e sim “heróis do mas”, sempre a desculpar as atrocidades
do império com os usos e costumes dos “homens desse tempo”, sempre afogados em
séculos de mentiras.
Tanto quanto posso ver, e não obstante
os seus eventuais méritos e a chancela do Teatro Nacional D. Maria II, a peça
não suscitou a atenção e o debate que o seu autor desejava, o que talvez seja
bom pois Reparations, Baby! coxeia um bocado do ponto de vista
histórico. É claro que a arte não tem de ser historicamente irrepreensível
e que uma peça de teatro pode valer por muitos outros aspectos que não o rigor
histórico. Mas Marco
Mendonça quer meter a
História ao barulho, assume frontalmente que
pretende, entre outras coisas, ensinar e informar, e preocupa-se em “lançar
factos, dados históricos, estatísticas” para a sua audiência. O
problema é que por vezes o faz sem ter os conhecimentos requeridos e sem saber
exactamente do que está a falar. Atirar aos
espectadores com o número de escravos transportados em navios registados com
bandeira portuguesa, por exemplo, é enganador, a menos que se explique — o que
Marco Mendonça não faz — o que era o chamado embandeiramento e qual a sua dimensão.
Para quem não sabe, o embandeiramento era, e continua a ser, um estratagema
seguido pelos armadores de navios como forma de contornarem proibições ou leis
mais rigorosas e foi adoptado também no tráfico ilícito de escravos. O
recurso fraudulento à bandeira portuguesa foi praticado em larguíssima escala
pelos negreiros que actuavam no Brasil, quando a partir de 1830, por lei e
pelos tratados, esse tráfico se tornou proibido nesse país. Todavia, o Brasil continuou a fazê-lo
recorrendo à bandeira portuguesa, tendo, a coberto dessa habilidade, importado
quase meio milhão de escravos negros. Acrescente-se a
propósito, e pela milésima vez, que Portugal não “foi responsável pelo tráfico
de quase 6 milhões de homens, mulheres e crianças”. Isso é falso. Esses são os
números agregados de dois países: Portugal (4,5 milhões de pessoas) e Brasil
independente (1,3 milhões).
As
objecções que um historiador pode pôr à peça não se ficam pelos erros numéricos
e pelas meias-verdades que ela transmite. Há um problema de fundo com a divisa
ou filosofia de que a referida peça parte e em que assenta. De facto, Reparations,
Baby! é proposta aos espectadores por meio da seguinte declaração da cantora sul-africana Miriam
Makeba: “O conquistador escreve a
História. Eles vieram, dominaram e escreveram. Não se espera que as pessoas que
vieram para nos invadir escrevam a verdade sobre nós”. Esta frase e outras do mesmo género que
frequentemente encontramos nas redes sociais de pessoas africanas e
afrodescendentes são geralmente apresentadas sob a forma de axioma, como algo
tão perfeitamente claro e evidente que dispensaria demonstração. Por
vezes são difundidas com uma conotação ou carga reactiva. Há cinco anos, num artigo com vários equívocos,
o escritor angolano João Melo, por exemplo, afirmou que “a história é escrita pelos
vencedores. Mas também pode ser reescrita, quando os derrotados se rebelam”.
Estamos perante afirmações ou máximas
erradas e, no caso de João Melo, duplamente erradas. Na verdade, a História não
é escrita pelos conquistadores ou vencedores — que seriam, por suposta
inerência, mentirosos —, mas sim pelos historiadores. Há bons e maus historiadores, os que são
isentos e os que são politicamente interessados em virar as coisas num certo
sentido. Há bons historiadores negros — Orlando
Patterson, por exemplo — que, no essencial e no que
se reporta aos factos, dizem o mesmo que os bons historiadores brancos, o que não é de estranhar porque a
História é escrita com base em documentos que podem ser verificados e estudados
por qualquer pessoa, seja ela descendente de vencedores ou de vencidos.
Dito isto, subsiste uma importante
pergunta: poderíamos construir e contar uma outra História como é o manifesto
desejo de muitos africanos, de Miriam Makeba ao autor da peça Reparations, Baby?
Poderíamos, sim, se houvesse novas questões a colocar aos documentos existentes
— e se eles fossem capazes de nos dar novas respostas — e sobretudo se houvesse
novos documentos autênticos, de preferência produzidos pelos povos conquistados
ou dominados, que permitissem contestar ou contradizer as versões que agora
temos e aceitamos como boas.
Mas haverá esses documentos? Não parece, ou pelo menos ainda não foram
encontrados, e essa é uma limitação não apenas de boa parte da história de
África, mas das histórias de todos os povos sem escrita, cujas existência,
características, formas de actuação e condutas políticas e sociais chegaram até
nós por via do que os povos letrados que com eles contactaram nos transmitiram.
O que sabemos dos povos do sul de Angola chegou até nós por intermédio do
que os portugueses deles escreveram; o que conhecemos dos Hunos foi-nos
transmitido pelos Romanos; etc.
Trata-se
de uma inevitabilidade sempre que estão em contacto ou em confronto povos com e
sem escrita, que faz com que a informação obtida sobre os que não sabem
escrever e não nos deixaram as suas próprias narrativas seja parcial. Mas
isso não significa que seja falsa, ao contrário do que Miriam Makeba, João Melo e muitíssimos
africanos supõem. Aliás,
afora as questões numéricas ou mensuráveis, os historiadores lidam sempre ou
quase sempre com informações parciais, pessoais, unilaterais, que têm de
filtrar e descodificar. É esse, em boa medida, o seu trabalho. João Melo diz
que a História pode ser reescrita “quando os derrotados se rebelam”, mas está
equivocado e a equivocar-nos. Nos casos em que isso é feito, quando os
povos em rebelião chegam ao poder e invertem ou alteram a narrativa fazem-no
por razões de conveniência política e ideológica e não por motivos
historiográficos ou científicos. Nesses
casos a História deixa de o ser, isto é, deixa de ser uma forma isenta de
conhecer o passado e converte-se num logro e em propaganda, numa História
militante e revanchista. A História só se reescreve quando se lança mão de
novos conceitos, se utilizam novos documentos ou se enfrentam novos problemas.
É por isso falso que, à falta desses
ingredientes, os africanos apologistas de reparações possam escrever uma
história substancialmente diferente da que até agora foi escrita. Quando, para contornarem o obstáculo da lacuna
documental, recorrem à fantasia e nos dão opiniões, provocação, humor ou
representação teatral salpicada de dados históricos avulso, como acontece na
peça Reparations, Baby!, estão a propor-nos um mundo ficcional, a espicaçar as
nossas emoções, a fazer activismo e intervenção política. Tudo isso é
perfeitamente legítimo, claro, mas não confundam as coisas: não é História e
geralmente nem sequer é verdade.
HISTÓRIA CULTURA COLONIALISMO MUNDO
COMENTÁRIOS (de 48)
Rui Lima: Não devemos esquecer durante
vários séculos, final até ao século XIX, do Norte de África ( Marrocos,
Argélia, Tunísia e Líbia … ) raptavam pessoas nas costas da Europa desde
Portugal, Espanha e Itália até à Islândia e Irlanda. Mulheres jovens,
especialmente loiras eram muito valorizadas nos mercados de escravos, muitas
vezes destinadas a haréns., jovens podiam ser convertidos ao Islão e treinados
como soldados de elite (como os janízaros) , homens adultos eram vendidos como
escravos para trabalhos duros, como remo em galés .Mais de um milhão de
europeus foram capturados os ataques eram tão frequentes que algumas vilas
costeiras ficaram despovoadas e foram abandonadas. Ainda há famílias na Europa
que sabem que seus antigos familiares foram levados, como eu sei que nas
invasões francesas 2 antepassados meus foram obrigados a acompanhar o invasor,
não voltaram. Se querem falar de indemnizações só com acertos de contas de tudo.
Obs. Só com a ocupação do Norte de
África pelos europeus esses raptos acabaram.
José
Tomás: O facto é que essas “reparações” já estão a ser pagas. Esse cidadão de
origem moçambicana está a receber dinheiro e meios pagos pelos nossos impostos
para a sua propaganda e para pagar as despesas da casa - e muitos como ele. Se
é legítimo que ele defenda e divulgue os seus pontos de vista, já me parece
abusivo que o faça com o dinheiro dos cidadãos do Estado que quer lesar. Pobre Portugal: Já cheguei à conclusão de que
esta gente de esquerda, depois de ser publicamente desmentida pela verdade dos
factos, optou pelo culto da mentira e da ignorância. Só lhes resta mesmo o
fanatismo.
João Floriano: Não vi «Reparations, Baby!», mas posso sugerir dois
títulos alternativos para a peça teatral e talvez tivesse atraído mais
espectadores com nomes do estilo: «Fxxxxuck you Baby!» ou «Uxxxxxxp yours,
Baby». A nossa extrema esquerda, coadjuvada pela esquerda moderada (ainda
existe?) e pelo mais alto magistrado da nação, Marcelo Rebelo de Sousa, são de
facto delirantes. Com a imigração descontrolada e o pagamento de compensações,
mesmo que não em verdinhas ou euros ( será que figuras como Mamadou Ba aceitam
cheques pré datados a serem descontados daqui a 300 anos?), Portugal ficaria
arrasado, a morrer de fome, a gastar todos os seus recursos com o exterior. Se
já estamos mal com a imigração, o golpe de misericórdia seria dado através das
compensações.
Rui Lima: Para o Marco Mendonça, um actor, dramaturgo e
encenador , sugiro que leve à cena em Moçambique “Bens Perdidos, Vozes Caladas”
O protagonista um português, recém-chegado a Moçambique, tenta reclamar “seus
bens” dizendo que foram “roubados” pelos locais após a independência. O resto
deixo para o Sr. Mendonça, será que tem coragem de ir a Moçambique abordar em
teatro este drama de quem tudo perdeu ? Como seria a reacção local? Talvez
devesse haver mais respeito de quem vem “para matar a fome” numa Europa que
lhes oferece oportunidades para sobreviver e viver com mais dignidade. Francisco Almeida: Gostava de saber quanto
financiamento público, directo e indirecto por suporte do D. Maria II, obteve
essa "Reparations, Baby!". Não sou apenas curioso mas masoquista. Paul C.
Rosado: A esquerda nunca quis saber da verdade. Quer é uma boa história, para
derrubar o ocidente capitalista. Maria
Nunes: Obrigada Dr. João Pedro Marques por mais um excelente e oportuno artigo.
Marco Mendonça, um desconhecido dos portugueses, devia ir para o seu pais de
origem, que bem precisa de génios como ele. Manuel
Lisboa: Assistir à peça de teatro mencionada está fora de questão. Mas a propósito,
o teatro D. Maria II e respectiva programação não são pagas pelos contribuintes
portugueses? E já agora fica a sugestão do jovem autor ir fazer teatro para a
sua terra de origem. João
Floriano > Rui Lima: Excelente, Rui! Mas para sermos sinceros, gente como
Mamadou Ba ( «É preciso matar o homem branco! Então, era só uma maneira de
dizer do Fanon! Vocês também levam tudo a sério. Não têm sentido de humor!
Ninguém vos quer limpar o sebo. Então quem é que depois nos ia sustentar!»),
estão a fazer o que lhes compete porque há anos que a esquerda deixa e agora a
AD não parece ter grande vontade de cortar as verbas a chulos woke. Nós
deixamos e eles aproveitam e quando protestamos lá vem na CS todo aquele
chorrilho de impropérios que já são nossos conhecidos. Façam o que deve ser
feito. Cancelar o «cartão de crédito!» Bloco, LIVRE , PAN e PS que os sustentem
mas não com o nosso dinheiro. Carlos
Quartel: Tempo de franceses e ingleses avançarem com um processo contra Suécia,
Noruega e Dinamarca, pelas mortes, destruição e rapto de que foram vítimas,
durante séculos, pelos vikings. Ingleses e conventos destruídos e saqueados,
gente raptada para abastecer o mercado de escravos (um dos principais
negócios), colheitas queimadas ou roubadas, em suma, um leque de crimes que
fariam as delícias de um procurador diligente. Tudo registado e contabilizado.
Só faltam as imagens, por absoluta incapacidade técnica. João Floriano > João Floriano: «Ou seja, a menos que haja uma
inesperada mudança no rumo dos acontecimentos e das correntes de opinião o
assunto das reparações é um nado-morto em Portugal e faço votos de que assim
permaneça.» Helena Estiveira: Se vamos pensar em reparações
aos povos escravizados, então temos de começar pelos impérios do Antigo Egipto
e o Romano, temos de ir falar com a Grécia para pagar reparações a todos os
povos que colocou ao seu serviço, com os Persas, os Vikings, os sumérios e
assírios, os Hebreus e até civilizações americanas pré-colombianas. A prática é
deplorável, sim, em absoluto. Mas muito mais chocante se pensarmos que hoje,
quando a mesma constitui crime, continua a ser exercida, em países da Ásia à
América, sob a forma de trabalho forçado, tráfico humano, casamentos
compulsórios e servidão por nascimento. E em muitos desses países, é
simplesmente “uma questão cultural”.
Afonso Soares: Será que os portugueses têm culpa do enriquecimento,
corrupção e roubo que as elites que governam esses paises3 praticam? O Brasil,
passados duzentos, e, repito, duzentos anos da sua independência, ainda não
teve tempo de arrumar a casa e acabar com a miséria que lá existe. A culpa é
dos portugueses? Não será das suas elites? Este assunto já cheira mal. Não
haverá nada mais interessante para discutirmos? Esqueçam o radicalismo de
esquerda. É que lhes estamos a dar uma importância que não merecem. São gente
insignificante. Maria
Augusta Martins: Actualmente o maior traficante negreiro é a TAP! E bem caro custou ao
contribuinte esse transporte e ...soma e segue! Mario: Excelente artigo, como sempre! Tomazz
Man: Está cá tudo! Muito bem. João
Floriano > João Floriano: Temo que a inesperada mudança de rumo não seja assim
tão inesperada e que o nado esteja mesmo morto. Por enquanto ainda o vejo mexer
na incubadora onde a esquerda foi metida à espera de dias mais prometedores.
Hoje a esquerda acordou feliz e contente e Mariana Mortágua até conseguiu comer
meia torrada, tal foi a alegria com a decisão do TC sobre a lei de
Estrangeiros. Espero que a alegria seja ainda menos duradoura do que a
permanência em cena da grande obra teatral «Upzzzzzzz yours, Baby!», perdão :
«Reparations, Baby! - Readnnnnnnnn my lips!». Em Cascais Marcelo levantou-se
cheio de energia e emborcou um Fortimel e uma ginjinha. «Vou arriscar! Se me
borrar todo como da outra vez, corro para a água. Só espero chegar a tempo. Sim
pelo não levo calções castanhos.» Em moderação Rosa
Graça: Excelente. Bailaruco Madeira: Mais um artigo muito esclarecedor de João Pedro
Marques, que denuncia, mais uma vez, a indigência intelectual da Esquerda
Radical Mentirosa. José
Ramos: Sendo que «o
conhecido activista Mamadou Ba» nem sequer provém do ex-espaço ultramarino
português... fonseca 07: Não fui ver. Nem vou. Nem que me pagassem, o que não é
o caso. Marta
Isabel de Oliveira Várzeas: Além de tudo
o resto, tão bem analisado e criticado pelo João Pedro Marques, é inacreditável
e muito contraditório que a esquerda ateia e revolucionária insista na culpa.
Quantas vezes o autor da peça usa a palavra!
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