Obrigada, Canta, foi um bonito texto o teu, que passo para o meu blog, com a consciência da inversão dos valores na vida: dantes, as festas faziam-se cá (ou lá) por casa, hoje a tua mãe inverteu o processo. E não foi a primeira vez. Mas foi uma festinha muito querida, em casa dela, com as suas favas, os “caris” de camarão do tio Ricardo e de frango do tio João, os bolos e pudins, com o da minha irmã excelente, como sempre, e a presença dos meus, com a tia Fernanda e a Anita também, e o Quim ao meu lado, com a sua malícia anti-sogrática, e o Vitorino a comer lindamente, para alegria nossa. Faltaram a Ana e o Luís e os seus meninos, mas eles cantaram os parabéns pelo telemóvel do Ricardo. A própria Nina se portou bem, simpática que é, na tristeza do seu mundo actual, sem o companheiro Óscar, mas com a amizade inquebrável dos donos. E de todos nós. Uma festa amorosa, como bem lembras, os teus NOVENTA insuflados, bem salientes na cimeira da janela, para eu não me esquecer, esquecida que ando. Obrigada, Catarina, merci a todos nós – uma vasta família, como me costumava dizer a Órea, já no tempo dos meus filhos pequenos, naturalmente mais vasta hoje: cinco filhos com os respectivos cônjuges, seis netos e quatro bisnetos.
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