Do Coronel “Comando” JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO, que admiramos, ao
defender os judeus, ante as “provas” em contrário, de revelação das vítimas de
um Israel tenebroso, responsável pelas cenas da fome palestiniana, em ânsia
pelo alimento, para só destes se ter pena, nas figuras das suas criancinhas com
os seus tachos vazios, de aterradora imagem……
Um Estado Islâmico na esquina mais próxima
O Ocidente precisa de se recordar de
onde veio. Defender os judeus é recusar que sejam novamente o alvo preferido.
Nomear o islamismo e o “antissionismo” como ameaças não é intolerância, é
lucidez.
JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES
DO CARMO Coronel "Comando"
OBSERVADOR, 14
ago. 2025, 00:18118
Comecemos pelo diagnóstico, que não é
para estômagos sensíveis: em 2024, os incidentes contra judeus na UE, aumentaram
84%. Judeus agredidos na rua, lojas vandalizadas com a
estrela amarela, crianças aconselhadas a esconder certos símbolos no caminho
para a escola. Enquanto isso, partidos
“moderados”, incluindo o “nosso” PSD e o Dr. Marques Mendes, entretêm-se numa
corrida de 100 metros livres para ver quem condena Israel mais depressa e bem.
Lá longe, a ONU guterrista continua no
seu número de desfaçatez: elege o Irão para comissões de direitos humanos e
cospe relatórios contra Israel com a cadência dos sinos da aldeia.
E olhando para certos bairros europeus,
surgem ideias tão absurdas que a reacção imediata pode ser um esgar incrédulo e
um sorriso trocista. Depois, primeiro estranha-se, depois entranha-se. E a
realidade começa a tratar de apagar o sorriso. Uma dessas ideias é, por
exemplo, num tempo em que se reconhecem estados que não existem, a súbita proclamação de uma zona
libertada islâmica, quiçá um califado, não nos desertos poeirentos do Médio
Oriente, mas num bairro de Paris, numa parte de Bruxelas, ou até no Martim
Moniz.
Há
fronteiras, há povo, há um proclamador inflamado, há idiotas úteis. Que mais é
preciso? Parece disparatado? Inverosímil?
Tão inverosímil como um
primeiro-ministro com milhares de euros escondidos numa estante ou um Dr.
Rangel a ameaçar o reconhecimento de estados imaginários?
E, no entanto, aqui estamos: numa Europa onde tudo acontece, onde tudo
pode acontecer, incluindo televisões a passarem ininterruptamente a propagada
de grupos jihadistas, e onde multidões ululam pelas ruas, sem sombra de
vergonha, a glorificar terroristas e antissemitas, e a berrar slogans que
fariam corar Goebbels.
Sim,
agora que a velha doença europeia voltou a ter febres altas, tudo é possível. É fácil imaginar que, numa qualquer bela
manhã de Verão, um subúrbio de Bruxelas, um bairro londrino ou até a Rua de
Benformoso, acordem com o anúncio inflamado de um barbudo enfarpelado num shalwar
kameez: “Este território pertence ao Dar-al-Islam, Allahu Akbar, e essas
coisas.”
O que fariam as “elites” culturais e
intelectuais, como o Dr. Rui Tavares, a Dra. Alexandra Leitão, o Professor
Marcelo e os juízes que debitam platitudes a partir do Palácio Ratton? Fugiriam?
Não, mais provavelmente organizariam uma mesa-redonda na SIC
Notícias ou na Aula Magna, enfeitadas com bandeiras palestinianas. Entre
um latte de aveia orgânico sem glúten, e um cachecol palestiniano, um
fulgurante professor de estudos interseccionais do ISCTE perguntaria se não deveríamos celebrar esta
enriquecedora expressão de identidade cultural. Os outros acenariam,
compenetrados e risonhos. Os alertas
sobre o perigo das reacções fascistas e islamofóbicas surgiriam antes do
intervalo e o Professor Marcelo iria depois ao Benformoso, para uma selfie sorridente
com o novo califa português e as suas 4 mulheres.
Infelizmente, por detrás da ironia
está a repetição da História, como tragicomédia. Para já, os judeus voltaram ao
tradicional papel de bode expiatório de todos os males do mundo.
Uma minoria irrelevante em número e poder, mas tratada como ameaça
omnipotente, que tudo controla e manipula, menos a turba, instruída pelo
Tik-Tok, que saltita nas ruas espargindo ódio e ignorância.
“Não é contra os judeus, é contra os
sionistas”, dirão, como quem recita um catecismo. Como se a distinção fosse mais útil do
que um paraquedas sem pano.
Mas quando no Ocidente, crianças têm
de esconder quem são e universidades tratam estudantes judeus como lixo tóxico,
percebe-se que a diferença é apenas retórica. E velhaca!
Israel é já hoje o judeu do sistema internacional. Uma democracia liberal cercada por
jihadistas, com reféns nos túneis do Hamas, mas condenada com mais fervor do
que o Dr. Ventura na SIC N. Os líderes europeus, desde Macron a Starmer,
passando por Merz e até Montenegro, juntaram-se de repente aos expoentes do
antissemitismo ocidental, o Sr Sanchez e o Sr Higgins da Irlanda num
afinadíssimo coro de condenações, exigências e ameaças. De resto, muito
aplaudidas pelo Hamas, em sintonia com as respetivas opiniões “públicas”,
extremamente bem nutridas de barulhentos palestinianistas de keffieh ao pescoço e companheiros de estrada da
“religião da paz”, prontíssimos para o tal califado.
“Exigimos a libertação dos reféns, exigimos o desarmamento do Hamas,
exigimos o cessar-fogo”. E pronto!
Mas
quem vai libertar os reféns? Quem vai desarmar o Hamas? Como se passa de declarações
virtuosas para a efectivação no terreno?
Critica-se Israel, acusa-se de coisas
tremendas e já está resolvido o problema, no mundo paralelo da magia. A Alemanha, na sua devoção pelo “nunca
mais”, já viu em Berlim manifestações com “Judeus para a câmara
de gás”, organizadas por associações
subsidiadas pelo próprio Estado. E
quando se trata de deportar pregadores radicais, os juízes invocam o direito à
vida privada, como se estivessem a decidir sobre um vizinho que estaciona mal.
A
Europa, outrora orgulhosa da razão e da liberdade, fala agora o dialeto dos
seus inimigos: “resistência”, “colonialismo”, “libertação”. O
terrorismo é militância, o sequestro é luta armada, a violação é resistência. As
instituições europeias financiam alegremente ONG’s obscuras cujo dinheiro acaba
nas mãos dos jihadistas. E redigem
resoluções floribélicas como quem escreve cartões de aniversário. Voltaire, se
ressuscitasse, choraria e riria ao mesmo tempo. Depois voltaria para a tumba o
mais depressa que pudesse, para não ficar preso na estupidez.
Mas ao atacar Israel, a Europa não
está a defender causas nobres, está a hipotecar o próprio futuro. Em vez de se colocar ao lado de uma sociedade livre
ameaçada por terroristas, prefere recitar os slogans dos mesmos radicais cuja
governação faria Orwell parecer um optimista.
A França já tem bairros inteiros onde polícia e bombeiros só entram com
escolta blindada, mas os pregadores salafistas têm passe livre. Nas escolas os professores mudam de nome,
para evitar retaliações, como Samuel
Paty,
decapitado em 2020, e de quem ninguém se lembra, porque foi apenas nota de
rodapé nas notícias a que temos direito.
No
Reino Unido, os veteranos de guerra são aconselhados a esconder a bandeira
nacional para não criar “tensões”, enquanto marchas do Hamas desfilam com
proteção policial.
Em Lisboa, proíbe-se a exibição de
símbolos cristãos e até um tradicional porco no espeto, para não ofender
“sensibilidades”. O Porto acende as cores da Palestina no topo da Avenida dos
Aliados, com o Dr. Rui Moreira a encenar a preocupação global e a
prometer apoteóticas mesquitas, agora que não pode ser reeleito.
Mas não há que temer, o califado não
virá a cavalo, com alfanges nas mãos. Virá numa acta de câmara municipal, sob
a forma de representação comunitária, apresentado como multiculturalismo
virtuoso. Até
ao dia em que os direitos das mulheres forem dissolvidos num véu imposto à
paulada, a biologia seja substituída por teologia e a sátira transformada em
crime. Não pela espada, mas pela ignorância e cobardia moral.
Os judeus, nessa altura já terão
partido. Talvez para Israel, o país que a Europa se afoba em
demonizar e boicotar. E levarão com eles
o último vestígio da espinha dorsal moral do continente, deixando-o tão
mole como uma banana esquecida na fruteira. Os sinais sempre estiveram à
vista: Rushdie,
Hirsii Ali,Charlie Hebdo, Kurt Westergard, listas intermináveis de ataques e
ameaças; clérigos barbudos a pregar sermões que fariam corar Torquemada;
políticos a bajular líderes
comunitários que se recusam a condenar sequestros, violações e homicídios.
Marchas, hashtags, je suis
qualquercoisa e, no dia seguinte, o regresso ao apaziguamento e à abdicação.
Já Israel é arrastado todos os dias
para o tribunal da opinião pública por ousar defender-se.
A mensagem é clara: atacar
judeus em nome do islamismo radical é aceitável desde que se diga que “não
surge do vazio”, como ensinou Guterres e mostram Universidades e políticos que
convidam jihadistas para conferências sobre direitos humanos e epistemologias
do sul.
Eis a suprema ironia: a Europa, na
sua sanha contra os judeus, convence-se de que está a praticar elevadas
virtudes morais. Na verdade, está a serrar a trave onde se senta. Ao
hostilizar Israel, fica mais fraca; ao ignorar o islamismo, fica menos livre;
ao afastar os judeus não fica mais inclusiva, fica mais ignorante. E
intolerante. Baruch Espinoza era de origem portuguesa. O seu talento foi parar
à Holanda, porque os seus pais foram expulsos de Portugal.
Talvez ainda não seja tarde, mas já é
tarde para ilusões.
O Ocidente precisa de se recordar de
onde veio. Defender os judeus não é canonizá-los, é recusar que sejam novamente
o alvo preferido. Nomear o islamismo e o “antissionismo” como ameaças não é intolerância,
é lucidez.
Caso
contrário, um dia acordaremos sob leis que nunca votámos, governados por quem
nunca elegemos, e a suspirar por liberdades que dávamos por eternas, no tempo
em que achávamos que tudo isto era só uma piada.
Não confundir Islamismo com Islão. Este é a religião em si, a fé religiosa
dos muçulmanos, com base no Alcorão, e outros textos. Já o Islamismo é uma ideologia
político-religiosa, que procura impor a religião islâmica à vida pública e ao
Estado. Tem a sharia
como base legal, rejeitando, muitas vezes, a separação entre religião e
política. O islamismo existe num leque de variabilidade que
vai do “moderado”, implantado, por exemplo, pelo actual poder na Turquia, até
ao mais radical, o jihadista. Por vezes a diferença é apenas táctica. A Turquia
é um dos grandes apoios do Hamas, partilham a grande pertença da Irmandade
Muçulmana.
TERRORISMO MUNDO EUROPA NAÇÕES UNIDAS OCIDENTE
COMENTÁRIOS (De 118)
Jose Marques: Muito bem, notável! Este texto deveria servir de
base para uma ampla reflexão e debate no comentariado das TV's e no próprio
Observador - sobre a grande questão que assola o continente europeu: QUO VADIS
EUROPA? (a propósito, vejam-se as capas de hoje, 14/8, do JN e do SOL) N A: Disse tudo. Alguém o oiça.
Obrigado Coronel. Ana Luís
da Silva: O Islão não é sinónimo de Islamismo, mas é a sua porta de entrada. Artigo muito lúcido. Obrigada a José António Rodrigues do Carmo por
desmascarar a hipocrisia política da ONU, do ministro Rangel, do autarca Rui
Moreira e companhia lda. Antonio Rodrigues: No desfecho do filme Zona de Interesse, Rudolf Höss, comandante de Auschwitz, abandona uma reunião após discutir
a logística que permitirá exterminar centenas de milhares de judeus e, ao
descer uma escada, é subitamente tomado por náusea, vomitando de forma convulsiva
— uma rara fissura física na frieza monstruosa que sustenta ao longo do filme. A
cena, carregada de simbolismo, contrasta o colapso momentâneo de um carrasco
com a indiferença glacial dos comentadores, políticos e da Esquerda, que, mesmo
perante a ascensão e banalização do antissemitismo no presente, não demonstram
qualquer incómodo ou repulsa moral, continuando a relativizar ou a silenciar-se
diante desse ódio ancestral. Parece que a Esquerda não se cansa de estar sempre
no lado errado da História. Perante a paisagem de quase monopólio da
Esquerda nos media, sim, também aqui no Observador, é de elogiar a coragem de
estar no lado certo e dizê-lo sem medo. Obrigado Sr Coronel.
Maria Tubucci: Excelente, Caro Coronel. As nossas elites consideram
que a imigração dos portugueses para a França nos anos 60 é exactamente igual à
imigração dos islâmicos para a Europa em 2025, isto revela uma ignorância
atroz, isto para defenderem os 38 ilegais que deram à costa no Algarve. Todos somos seres humanos, mas temos culturas diferentes, resultado de
evoluções culturais diferentes. As nossas leis devem ser aplicadas à nossa
matriz cultural, quem respeita os direitos humanos deve usufruir dos direitos
humanos. Uma cultura que não respeite os direitos humanos não deve usufruir
deles. O islamismo não reconhece os direitos humanos, mas na nossa terra
utiliza os direitos humanos para subjugar a nossa cultura à deles e obter
vantagens económicas e morais, que imoralidade! Utilizar as nossas leis
contra nós não deveria ser permitido, isto é traçar o caminho para a nossa
destruição cultural. O islamismo é uma ideologia
troglodita, sanguinária e misógina, eu coloco-a ao mesmo nível do comunismo e
do nazismo. E jamais aceitarei a inferiorização da mulher, rotularem-me de
impura e infiel, na minha terra, é intolerável. Os islamitas hoje atacam
Israel, amanhã na Europa somos nós no lugar dos judeus, não tenham qualquer
dúvida. Os islamistas já deixaram isso bem claro, a Europa vai ser nossa, as
vendidas e ignorantes elites europeias ainda não ouviram o que eles dizem, que
dementes, o pior cego é o que não quer ver, o nosso futuro vai ser negro se não
mudarmos rapidamente de elites ... Humilde
Servo: Um texto claro e desassombrado. À atenção dos nossos governantes. Mesmo que
achemos que Israel pode não estar a conduzir a guerra com os terroristas do
Hamas da forma mais eficaz, não nos esqueçamos do principal: o terrorismo, a
inveja, a sede de matar são o que levou ao soez ataque de 7 de outubro de 2023.
E quem o praticou foi o Hamas. graça Dias: Sempre artigos com o
conhecimento da História do passado e do presente,. JAR do Carmo com a sua
inteligente capacidade de análise e firme determinação, desmonta a propaganda
dos grupos terroristas e pensamentos ideológicos dotados de dogmas hediondos,
que encontram receptividade junto de ☆ uma Europa, outrora orgulhosa da razão e
da liberdade, falará o dialecto dos
seus inimigos☆ a Europa ao atacar Israel, não está a defender causas
nobres, está a hipotecar o próprio
futuro. NOTA: uma larga percentagem dos condutores
dos " horribilis e folclóricos " TUK-TUKS na cidade de Lisboa,
informam os turistas Low cost : Castelo de S Jorge foi construído pelos mouros; um
dia ainda " será nosso". Paulo Rangel deveria pensar nisto. Um
Ministro dos Negócios Estrangeiros não pode ser escolhido para o cargo, porque
conhece bem os "corredores de Bruxelas, ou porque " parla" bem o
inglês. Ponto final. Vítor Araújo: Ainda bem que o pensamento
político de Rui Moreira, putativo candidato à PR, é aqui desmascarado para que saibamos todos
ao que vem e o que defende. Uma crónica tão assustadora quão imprescindível
sobre a nossa cegueira ideológica ocidental. Alguém tem de ter a coragem de
falar assim. A nossa indiferença perante a realidade é cúmplice e
comprometedora do legado que desejamos deixar para os nossos descendentes. Rui Lima: Hoje a esquerda coligada com a
irmandade muçulmana combate o judeu ao ponto de relativizar actos de violência
ou de terrorismo contra civis israelitas como “resistência” ou “resposta
legítima”. Embora o contexto histórico e a escala de violência sejam diferentes
dos anos 1930-40, há sinais semelhantes aos do ódio ao judeu , mas o resultado
é parecido hoje essa comunidade vive com medo na Europa, e muitos, como
naqueles tempos, estão a esconder-se ou a fugir . Humilde
Servo >Hugo Marinho: Controlam, pois claro. Dizem até que Donald Trump é um
judeu encoberto. Essa conversa é exactamente a reedição das conversas de há 100
e 500 anos. E sim, no grande esquema das coisas é uma minoria totalmente
irrelevante a não ser nas cabeças dos antissemitas: para esses, os judeus tudo
controlam. Não digo que não tenham influência, mas se a têm é porque a
conquistaram pelo saber, trabalho e cooperação.
Carlos F. Marques: Excelente artigo. Vamos pagar bem caro a estupidez
ocidental instituída. E não vai demorar muito. Jose
Carmo > Mario Guimaraes: As equivalências que faz
revelam-na sobretudo a si. Não é tudo igual, caro leitor. Se na rua for
assaltado por um ladrão, perceberá que aqueles que não o ajudam não são
"moderados", são cobardes. E aqueles que o ajudam, não são
"radicais", são pessoas com princípios e que sabem distinguir o bem
do mal. O juízo de que se reivindica, não está onde pensa. Infelizmente só
compreenderá isso quando for obrigado, pelas circunstâncias, a abandonar as
estratosferas de sinalização de virtude, e descer ao chão da realidade.
Francisco Ramos: O que intriga é os senhores
defensores do Hamas e companhia, não terem a lucidez de perceber, que um dia
vão ser as grandes vitimas destas ideologias. Santa estupidez!!!!!!!!!!!
Paulo Orlando: A Europa é como aquela vitima de violência doméstica que para além de
tolerar tudo ao seu agressor, assume a culpa e defende o seu opressor até que
este acabe por matá-la. Rosa
Graça: Artigo excelente.
Jose Pires > Pedro Fernando: Já não engana ninguém com essa
conversa! A realidade está à vista! Quem assassinou civis a partir do nada,
senão ódio puro, em 7 de Outubro foi o Hamas! Escusa de escrever a cartilha
esquerdalha. Israel é um estado democrático. Todos os estados muçulmanos
vizinhos são ditaduras! O Hamas é uma organização terrorista que em 7 de
Outubro queimou famílias inteiras! QUEIMOU FILHOS À FRENTE DE PAIS E PAIS À
FRENTE DE FILHOS. CIVIS! GENTE QUE NÃO FEZ MAL A NINGUÉM!!!! Paulo Almeida: Muito bom, parabéns. E não é nenhuma profecia alarmante. Basta olhar para
os números e perceber o que quer o Islamismo. Felizmente o nosso povo elegeu uma Assembleia de 2/3
de deputados de centro-direita. Nunca na história isso aconteceu. Que seja
usada para inverter o rumo actual e mantermos o nosso país Português. João A: Obrigado pelo excelente artigo. É realmente
impressionante a postura da ONU que ataca sistematicamente e injustamente
Israel como não faz como mais nenhum país do mundo.... Idalina Amador: Obrigada. Mais uma voz lúcida João Floriano: Excelente! Aparentemente a Europa está cega. Jose Ferreira > Jose Marques: Não deveríamos perguntar a António Costa o Povoador
sem fronteiras? Carlos
Ferreira: Ainda esta semana fui ao CC Colombo, estive lá uns 30
minutos e vi 3 mulheres de Niqab (só se viam os olhos), acompanhadas pelos
maridos de calções e t-shirt. Talvez seja o novo normal e qq dia já deixemos de
reparar… João Dias
de Sousa: Parabéns!
Este seu texto deveria ser amplamente divulgado, não só pelo Observador...
infelizmente, temo que isso não acontecerá! Jose Pires: Completamente de acordo. Artigo não só muito bem
escrito, mas realista e acima de tudo, assustador. Muito assustador. Desde
logo, porque os cenários que descreve, estão longe de serem uma ficção e estão
muito mais perto do que a maioria imagina. A cartilha esquerdalha e a
Comunicação Social a ela vendida, mais os vendilhões do Templo da ONU entre
eles o palhaço Guterres lambe-rabos de terroristas, estão determinados em
acabar com os valores Ocidentais. Liana Cardoso: É muito assustadora a inversão do que merece ser
resguardado pelo que deve ser descartado. Mário
Gouveia: Remar contra
a corrente não é nada fácil, por isso aceite os meus votos de incentivo para
continuar Lourenço
de Almeida > Carlos Quartel: Ignorante. Terra alheia que foi colonizada pelos
otomanos durante 14 seculos e que nos 30 anteriores só tem vestígios e história
hebraica ou de colonizadores como os romanos, gregos ou europeus?! Coxinho: Muito bem, coronel! Filipe Costa: Muçulmano bom, é muçulmano morto. E acabou a conversa. António Alberto Barbosa Pinho: Apoiado, Sr. Coronel. Filipe
Paes de Vasconcellos: A cobardia
que já vem de longe tende a entranhar-se no Ocidente ainda livre. É um baixar de calças constante e depois em vez de
dizerem aí é ui digam que bom. Submetam-se! Jose Pires > Carlos Quartel: Tão ignorante que dói! A faixa de Gaza é dominada
pelos terroristas do Hamas. Ponto Os mesmos que se escondem atrás dos civis e
que lhes roubam tudo. Já que defende tanto os terroristas, diga lá onde vivem
os dirigentes do Hamas e as suas famílias.... Pedro Fernando: Mais um artigo da mais pura propaganda pro-genocida do
nosso tenente-coronel “comando” José do Carmo. Perante uma acção de limpeza
étnica que segue de perto um plano que parece saído directamente da Conferência
de Wannsee, o autor volta a recorrer à velha e gasta estratégia de transformar
os carrascos em vítimas e as vítimas em carrascos. Enfim, nada que no século
passado já não tenha sido utilizado para justificar outros genocídios. Neste
caso, a estratégia é simples: 1. Invocar a perseguição a que os judeus foram
historicamente sujeitos para nos convencer que qualquer acção agressiva de
Israel relativamente a um grupo de pessoas ou a um outro estado é, por
definição, sempre uma acção defensiva, por mais injustificada ou desproporcional
que seja; 2. Confundir antissionismo com antijudeísmo, como se a crítica à
ideia da criação de um etno-estado colonial à custa do sacrifício de um outro
grupo de pessoas fosse uma crítica por associação a todos aqueles que, não
tendo a ela aderido, partilham uma origem comum com os portadores e executores
dessa ideia - um absurdo lógico, que nos é desde logo revelado pelo facto de, historicamente,
muitos dos maiores críticos do sionismo serem judeus. 2. Confundir a defesa dos
direitos dos palestinianos com o islamismo, o islamismo com o radicalismo
islâmico e este com a imigração, e, desta forma dissimulada, alimentar a falsa
ideia de que, afinal, o que Israel está a fazer é a defender a Europa contra as
hordas de bárbaros orientais, omitindo ou ignorando o facto de continuar a
ser a acção de Israel um dos factores que mais tem contribuído para a
radicalização das populações árabes e para o aumento da imigração de gentes
dessa parte do mundo para a Europa; 4. Confundir a defesa do fim do
genocídio dos palestinianos com a ideologia de esquerda mais radical,
procurando dissociar dessa defesa quem acredite em valores mais conservadores,
como se a defesa da vida e da dignidade humana não devesse ser uma causa de
todos, independentemente da sua ideologia. Enfim, mais um artigo saído de uma
cartilha já bem conhecida e, felizmente, cada vez mais desacreditada. Jose
Carmo > Hugo Marinho: É "antissionista"? O Hamas tb é pela
destruição do estado de Israel. Bem como os aiatolas. A diferença é que eles
assumem e o caro leitor usa o eufemismo para verbalizar o ódio antissemita que
lhe ronrona no peito. Jose Marques > Hugo Marinho:
Kretinice Francisco Almeida: Corajoso e claro, como habitualmente. Infelizmente, se
publicado noutro lado, também podia ser titulado "Um coronel a pregar aos
peixes". Entre
25.4.1974 e 25.11.1975, foram praticados crimes diversos, desde abuso de poder,
assinatura de mandatos de prisão em branco, extorsão, esbulho, sequestro, rapto
e tortura, estes últimos também em unidades militares. Tudo identificado num
relatório que se reconhecia incompleto mas, em vez de prosseguir investigações
e acusações seguiu-se o parecer de nada prosseguir "para não pôr em risco
a jovem democracia portuguesa". As vítimas, nem puderam accionar
civilmente os perpetradores e, Jorge Sampaio, talvez o principal responsável
pelo parecer, é valorizado como um excelente PR, talvez apenas com o pecadilho
de ter demitido Santana Lopes por motivos pueris. Anos mais tarde, terroristas
assassinaram 18 pessoas, incluindo um bebé de meses. Foram amnistiados pela AR,
com promulgação pelo PR Mário Soares, que igualmente goza da reputação de herói
da democracia, como se esta fosse possível sem justiça. E isto sem falar na
"descolonização exemplar". Por isso, senhor coronel,
porque é que esta gente havia de ser severa com crimes do Hamas? Com diferentes
concentrações mas são todos do mesmo sangue. klaus muller: Eu sei perfeitamente que o meu voto não faz falta
nenhuma a Marques Mendes., mas não voto em idiotas úteis. Manuel Magalhaes: A grande culpada de toda esta
desinformação é a comunicação social do mundo, formada por gente mal formada e
em que a maioria das vezes nunca trabalhou no real, são uma perfeita infecção!!! Jose Carmo > Pedro Fernando: Um pouco de lógica: O
sionismo era o movimento para a criação de um estado para os judeus nas suas
terras. O antissionismo era o oposto. Esse estado está criado há 70 anos. O
antissionismo é contra a criação de algo que já está criado? Sento-me à espera
da resposta, ou daí só brotam slogans?
Jose Pires > Hugo Marinho: Você vê o Mundo ao contrário: Não são os ocidentais que
odeiam os muçulmanos! São os muçulmanos que odeiam o ocidente, e todas as
outras religiões! Quem tem como finalidade exterminar os judeus são grande
parte dos países muçulmanos! Quem tem um relógio em contagem decrescente na
praça principal da sua capital, para a extinção do Estado de Israel é o Irão! Carlos Quartel: Muito ódio, ignorância quanto
baste. Com muito racismo à mistura. Israel é um estado erigido em terra alheia e isso só
terá solução com a retirada ou extinção de conquistadores ou conquistados. Uma
solução que, nesta fase da civilização, não é tolerável. A humanidade evoluiu nos usos
e costumes e hoje essas barbaridades, normais séculos atrás, seriam impedidas .
É isso que é preciso dizer a
Israel, a liquidação de 2,3 milhões de palestinianos está fora de questão,
mesmo para Israel, cujas violências são mais toleradas, após uma rentabilização
permanente e habilidosa do holocausto. Portanto, esqueçam a Riviera sem palestinianos, já
idealizada em vídeos.
Jose Carmo > Hugo Marinho: Menos a si, que sabe umas coisas pelo Tik-Tok.
Como explica a contradição? Jose Carmo > Carlos Quartel: debitar slogans mentirosos pode agradar-lhe, mas a
realidade é outra coisa. De quem é a terra? Há 70 anos era dos ingleses. Antes
era de judeus, árabes otomanos, francos, romanos, etc. O leitor é o Supremo
Notário das Escrituras de Terras Originais? Quem o investiu nessas elevadas
funções? Jose
Pires > Hugo Marinho: Ignorante! Se dominassem como é que a CS esquerdalha
podia vomitar continuamente as mentiras que vomita??? João Floriano > Jose Marques: JN - Há 6
vezes mais imigrantes no SNS do que em 2017 SOL - Imigrantes geram rutura inédita de sangue tipo A.
Como está não pode continuar.
Estamos a caminhar para a nossa destruição, do nosso modo de vida, dos nossos
filhos. É isto que queremos? Tim do A: Portugal do PSD de Montenegro
está a tornar-se um país nazi.
Mario Guimaraes: Os nossos militares andam cheios de ódio. Os putinistas
berram de um lado e agora há quem berre do outro. Moderação não existe. Bom
senso ninguém compra, ódio ódio ódio. Onde está a formação de quem fez o
serviço militar de patriotismo, mas baseado na paz, cantar o hino sim senhor
mas sem fervorismo. Quem fez o serviço militar no PREC diz que era tudo assim,:
morte aos ricos, aos patrões....Parece que estamos nesse tempo de radicalismos
nos militares . Juízo é o que falta porque já têm idade. Hugo Marinho:
Usando o seu último parágrafo,
não confundir judaísmo com sionismo. Realmente as pessoas deviam estar caladas
perante os massacres cometidos diariamente pelo
“exérciio mais moral do mundo", cujos soldados até publicam no
instagram imagens com uma mira de sniper para pessoas à espera dos alimentos
distribuídos... Ou deviam ficar caladas quando se mata uma população à fome
deliberadamente. Mas já sei, o coronel vai dizer que é tudo propaganda .. Já merece
claramente o lugar no pódio dos defensores do regime genocida
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