segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Desencontro

 

Nos valores morais que regem as sociedades, hoje, a respeito da pertença dos espaços territoriais, que ainda há pouco – à volta de cinquenta anos – estabeleciam escol opinativo genérico que libertou a História do ferrete civilizacional anteriormente apoiado nos seus pergaminhos náuticos enriquecedores dos terrenos pátrios, e posteriormente facilmente pontapeados – digo, os terrenos - para os primitivos possuidores, num sentimento de justa distribuição das pertenças territoriais pelos seus habitantes naturais. Esquecido dessas ordens de bondade e de justiça, perpetradas anteriormente até pela sua nação grande, sobre os povos mais diminutos, Trump avançou modernamente sobre a Venezuela, pontapeando Maduro e a esposa deste, mas, segundo AG o mundo não se impressionou assim tanto, talvez por hoje estar na moda o pontapear dos mais poderosos - como se viu primeiro com a Ucrânia e agora com a Venezuela, embora seja coisa de tradição o pontapear, como já se disse - e até já se aceitem melhor tais ocupações modernas, dos povos poderosos que dantes condenavam as ocupações antigas, julgo que no desejo justo de serem eles, os futuros actuais ocupantes, segundo estão exemplificando, com promessas de outros avanços, pela Islândia e o mais que adiante se verificará, e que parece não incomodar os tais democratas de hoje, segundo criteriosa informação de um justo e consciente A. G.. Mas posso muito bem enganar-me, e Alberto Gonçalves bem faz em reconhecer a bipolaridade que grassa no mundo hoje, sobre os defensores da democracia e os que, afinal, só a atacam, com todo o seu poder, indiferentes às boas maneiras que eles dantes defendiam, pelo menos quando se tratava dos povos primeiros, nessa coisa das ocupações ou conquistas, hoje só permitidas pelos territórios de ampla extensão. O certo é que o assunto de tal disparidade opinativa e actuante incomoda AG, que aponta mesmo para um universo de mágico irrealismo, afinal, entre o ser e o estar, ou mesmo o ter…

 

A Venezuela e o irrealismo mágico

São tempos estranhos, em que parte do mundo se sacrifica para alcançar os valores ocidentais da liberdade e da democracia, e parte do Ocidente está empenhada em sacrificar quem calha para os suprimir.

ALBERTO GONÇALVES Colunista do Observador

OBSERVADOR, 10 jan. 2026, 00:20120

Por enquanto, só vi meia dúzia de pessoas notar que milhões de outras pessoas ficaram muito mais indignadas com o sequestro do sr. Maduro do que com o sequestro de 251 israelitas a 7 de Outubro de 2023. Aliás, este último episódio nem os indignou de todo, visto que, conforme explicou o secretário-geral das Nações Unidas, o rapto de centenas de inocentes (e a chacina de mil e duzentos) “não aconteceu no vácuo”. Já sobre a prisão do sr. Maduro, o ectoplasma que formalmente preside à ONU mostrou-se “profundamente preocupado”, chamou à operação  “um precedente perigoso” e afirmou que “as regras do direito internacional não foram respeitadas”. Declarações destas é que acontecem no vácuo, o vácuo que preenche por inteiro a caixa craniana do eng. Guterres.

Claro que o eng. Guterres nunca fala por ele, coitado. O homem limita-se a ecoar os slogans da ortodoxia em vigor, que lhe puxa os cordelinhos. E se, na sequência do 7/10, a ortodoxia saiu às ruas e entrou nos estúdios televisivos a exigir a extinção de Israel e a difundir propaganda terrorista, esta semana a causa da moda transladou-se do Médio Oriente para o Caribe. De repente, o sr. Maduro, um tirano e um traficante que assassinava opositores, submetia a população à fome e possui contas recheadas na Suíça, substituiu os “resistentes” do Hamas nos corações dos “activistas” ocidentais. Por pudor e estratégia, os “activistas” raramente elogiam o sr. Maduro como raramente assumiam servir o Hamas. Antes, disfarçavam (mal) as preferências com alusões ao “genocídio” imaginário em Gaza. Hoje, invocam em uníssono o “direito internacional”.

O “direito internacional” é evidentemente sagrado. Por azar, se não estou em erro, jamais ajudou um único venezuelano a escapar à miséria, às prisões ou ao exílio – excepto os venezuelanos que asseguravam o sucesso da revolução “chavista”. Seria igualmente útil inventariar quantos desgraçados foram salvos nos últimos anos pelo “direito internacional” na China, no Irão, na Nigéria, no Sudão, no Afeganistão, na ex-Birmânia, na Somália, em Cuba, na Coreia do Norte, na Ucrânia, na Rússia, na Bielorrússia, na Síria, na Etiópia, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e um longo etc. Não muitos, suponho.

Eu sei. Sei que o “direito internacional” não foi concebido para derrubar ditadores (e de facto não os derruba). Sei que o “direito internacional” nasceu sobretudo para prevenir conflitos (e de facto poucos previne). Sei que a legitimidade do “direito internacional” se confunde com a da actual ONU (e de facto nota-se), de cuja Carta em larga medida decorre. Sem querer ofender ninguém, o “direito internacionalé uma moral repleta de buracos, uma bazófia impotente, uma traquitana de que nos lembramos apenas quando falha. O “direito internacional” ou dispõe de força, dissuasora e retaliatória, ou não existe.

Nos momentos em que não canta hinos desafinados ao “direito internacional”, a ortodoxia queixa-se de que ainda não há democracia na Venezuela, uma semana após a queda de Maduro (com trocadilho). Curioso: não me recordo de ouvir a ortodoxia queixar-se durante os 27 anos em que não houve democracia na Venezuela. Não dei por uma flotilha, uma vigília, sequer um lamento sincero pelos mortos, pelos torturados, pelos desaparecidos e pelos presos políticos que anteontem começaram a ser libertados graças ao imperialismo americano. No fundo, é natural: a ortodoxia condena o fim do exacto terror que ela própria alimentou, frequentou ou, na hipótese benigna, ignorou. Os venezuelanos, encarcerados, famintos ou no exílio, discordam e procedem ao contrário: por insondáveis razões, preferem a possibilidade de o terror acabar do que continuarem a ser as suas eternas vítimas. Por isso festejam a esperança. A ortodoxia chora-a.

Com sorte, ou azar para ela, não é impossível que a ortodoxia em breve deixe de chorar a Venezuela e desate num pranto pelo Irão. Apesar de a vasta maioria dos “media” se esforçar por esconder a verdade, a verdade é que os iranianos estão em revolta vai para quinze dias, fartos do islão e de uma teocracia assassina. Se a teocracia cair por “dentro”, o que é duvidoso, o masoquismo ocidental já terá motivos para lamentar a perda de um aliado. Se, conforme apelos que se multiplicam, o tombo dos aiatolas carecer de um empurrãozinho dos EUA (ou de Israel), a dor da ortodoxia com o novo abalo ao “direito internacional” será dilacerante.

São tempos estranhos, tempos em que uma parte do mundo se sacrifica para alcançar os valores ocidentais da liberdade e da democracia, e em que uma parte do Ocidente está empenhada em sacrificar quem calha para suprimir tais valores. Há nestes movimentos divergentes uma tensão que desafia a física e o puro bom senso. E há um homem no meio, um pantomineiro sem mesuras, um egocêntrico imprevisível, um bruto de vocabulário ralo, um habilidoso que enfrenta a realidade com os critérios dos negócios, um alarve em suma. Para acrescentar o improvável ao absurdo, é esse homem que manda, e é sobretudo dele que depende a defesa da luz contra as trevas. Até ver, não tem corrido mal: as trevas odeiam-no. Melhor que tudo, o ódio é correspondido.

VENEZUELA       MUNDO        ANTÓNIO GUTERRES       POLÍTICA       EXTREMISMO       SOCIEDADE       PRESIDENTE TRUMP       ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA       AMÉRICA

 

Da Internet:

Ectoplasma é o termo usado no espiritualismo para definir uma alegada energia espiritual "externizada" pelos mediums. O termo foi criado em 1894 pelo pesquisador Charles Richet. O alegado fenómeno da exteriorização da substância chama-se ectoplasmia.

 

 

COMENTÁRIOS (de 120)

Novo Assinante: Constata-se existir uma total assimetria ("uns dizem uma coisa, enquanto que outros dizem exactamente o seu oposto") na interpretação publicada do Direito (Lei) em geral e do Direito Internacional em particular, quando aplicada a esta invasão da Venezuela que culminou com o rapto do então Presidente Maduro. De um lado temos aqueles que não estudaram direito, nem fazem a mínima ideia do que isso possa ser, como é o caso das/dos senhoras/senhores Helena Matos (CNNPT), Ana Cavalieri (SICN), Helena Ferro de Gouveia (CNNPT), Alberto Gonçalves, José António Rodrigues do Carmo, Rui Ramos ou João Marques de Almeida, todos deste jornal. Do outro lado e com a tal interpretação totalmente oposta e publicada em distintos órgãos de comunicação social, temos proeminentes especialistas na matéria (direito internacional), como a Professora Doutora Sofia de Souza, o Professor Doutor Agostinho Pereira de Miranda, o Professor Doutor João Pedro Cavaleiro, o Professor Doutor Tim A. L. Johnson (Financial Times) ou a Professora Doutora Nicole A. Jones Kar (The Economist), apenas para referir algumas dessas interpretações publicadas. Porque é que existe tamanha assimetria de interpretação do direito internacional, quando aplicado a um ÚNICO caso concreto? Não sei. Mas, e como dizia, Luis Filipe Scolari: O burro sou eu. Terá alguma coisa a ver com o facto de estarmos a comparar interpretações de quem nunca estudou direito nem percebe nada do assunto com interpretações feitas por quem estudou direito, sabe do assunto, e em TODOS os casos, sublinho, em TODOS os casos, esteve envolvido em disputas territoriais reguladas pelo direito internacional e litigadas em Tribunais Arbitrais Internacionais?         Pedra Nussapato > Vasco R: Como digo abaixo, não sei o que é pior, se quem sofre de TDS ou se quem sofre de DST-Desculpabilização Sórdida de Trump. Tem de refrear esse seu gosto imaginário de que há pessoas a sofrer por assinarem o Obs ou lerem AG. A mim dá-me muito prazer discordar de sectários e quadradōes como o AG 😁.                     José B Dias > Pedra Nussapato: E não é que estou totalmente de acordo consigo! 74             José B Dias > José Paulo Castro: "Os valores da liberdade e democracia ocidentais" defendem-se portanto eliminando a concorrência, prejudicando o restante mundo e apropriando-se dos seus recursos naturais. Tenho ideia de já ter visto isto antes ... mas na época chamavam-lhe nomes distintos!             Pedra Nussapato: Como diz AG, hoje vivemos de facto num mundo muito estranho. Tão estranho que há gente, como AG, que vê nas acções de Trump, como a que aconteceu recentemente contra o ditador da Venezuela, uma preocupação em manter os valores, a liberdade e a democracia ocidentais (o petróleo é só uma feliz coincidência). O mesmo Trump que aplaude a execução cobarde de uma mulher de 37 anos pelo ICE. Trump é a luz, o resto do mundo são as trevas, incluindo a Europa. Não sei quem são os piores, os que sofrem de TDS, ou os que sofrem de DST-Desculpabilização Sórdida de Trump.              José B Dias > António Soares: Efectivamente cada vez mais me parece ser o meu caro uma ... enorme! 😉         José B Dias > António Soares: Mas sem devolver as indemnizações recebidas ...    José Paulo Castro > Pedra Nussapato: Os valores da liberdade e democracia ocidentais defendem-se não permitindo que o petróleo dos venezuelanos continue a ir para amigos russos e chinesas das elites que os oprimem. Se não vê as ligações entre os temas, é porque vive numa utopia. Caso não saiba, os EUA têm petróleo suficiente para si. O objectivo é que deixe de financiar este regime venezuelano.                 graça Dias: Uma análise realista, factual, brilhante, actual e reveladora da história e de pensamentos enviesados por dogmas ideológicos poluídos por preconceitos rumo ao obscurantismo.  Caro AC o meu obrigada por esta eloquente prosa             Álvaro Venâncio: Magistral! Eloquente!! Claríssimo!! Obrigado, ALBERTO GONÇALVES!! Viva a Venezuela Livre!! Viva o Irão Livre!! Viva o Ocidente Livre!!                 Slava UKRAINI!! E, ainda, Viva Trump e os USA!!            Paulo Machado: Muito claro. É penoso assistir às notícias, apresentadores e comentadores da SIC Notícias, CNN e NOW.             Por8175: Lembro-me bem que Reagan era referido no media da altura como um "actor falhado", ou pior - mas ficou na História como um presidente que mudou o mundo (a par de Margaret Thatcher). Acredito que o mesmo irá acontecer a Trump.                 Rui Lima: A hipocrisia das lideranças europeias é total, países  como a França, com mais de dez intervenções militares sem mandato explícito da ONU, muitas delas com botas no terreno, fingem agora indignação moral.  Neste caso, tratou-se de remover um ditador não reconhecido — e, ainda assim, não há aplausos.  Ao ver democracias ocidentais divididas, incoerentes e auto flagelantes, os aliados começam a procurar alternativas. Militarmente, foi uma operação esmagadora, que nem Rússia nem China conseguem replicar o sistema de defesa aérea era russo e durou minutos. Quem o comprará daqui para a frente? O sinal foi claro na China, o Banco Central disse aos bancos expostos à Venezuela para darem o dinheiro como perdido. A superioridade militar dos EUA devia unir o Ocidente perante a ameaça russa e chinesa. Em vez disso, escolhe-se  um culpado Trump .             SDC Cruz: Caro Alberto Gonçalves, o direito internacional já não existe há muito. Mas isso não é novidade nenhuma, muito menos para si. Foi substituído pelo "esquerdo internacional" que serve para a esquerdalha e seus meandros tudo justificarem, desde que se enquadre nas suas tontas idiotices.  Obrigado.                 Manuel RB >José Paulo Castro: Baixar o preço para 40/50 USD e prejudicar a Rússia no financiamento da guerra.  Deixar de fornecer Cuba a custo zero e provocar a queda do regime.  Mais um Muito bem explicado, só não aprende quem não quer ou que é seguidor do sapo que está à frente da ONU.                 A Sameiro: Brilhante!!! Há por aqui "Maduros e Fidel"de cueiros.               N C: Mais um especialista em direito internacional.                  Sr Leão: Quem aqui se esganiça contra o artigo do AG apresenta todos os sintomas de uma doença aguda e difícil de erradicar - a esquerdalhopatia.                    Maria Tubucci: Muito bem observado, sr. AG. Este irrealismo mágico de unicórnios esvoaçantes existe porque os principais meios de comunicação foram colonizados por seres de pensamento único, ignorante e demente. Temos 20 opinadeiros e 20 opiniões iguais! Por exemplo, os jornalistas são todos anti-Trump, todos com TDS. Por que razão estes “jornalistas” não vão ser jornalistas, e investigar por que razão Trump quer Gronelândia? Eu fui investigar! Pelo que descobri há pouco mais de 1 ano, antes de Trump chegar ao poder, os dinamarqueses estavam para autorizar uma companhia de mineração chinesa para operar nas proximidades da base americana da Gronelândia. Quando os americanos souberam disto ficaram furiosos e travaram o contrato in extremis. Para acalmarem os americanos os dinamarqueses aceitaram uma companhia de mineração americana. A partir daí os americanos acusam os dinamarqueses de serem ceguetas, pois aquela empresa chinesa não era de mineração, mas uma empresa de espionagem que os chineses queriam instalar na Gronelândia. Além disso, acusam os dinamarqueses de não patrulharem nem controlarem as águas da Gronelândia. Faço minhas as palavras: You stupid people, Maduro was a bloodthirsty dictator. Thank you, Donald Trump!”- grito de um feliz venezuelano para manifestantes pagos em NY que defendiam o Maduro e acusavam o DT de imperialistaEu diria mais, tempos estranhos exigem governantes estranhos e a pestana bem aberta, pois nem tudo o que parece é ...                  Miguel Sanches: Dormem mal desde que o homem entrou na Casa Branca. O "alarve" sabe bem o que anda a fazer e os não ortodoxos agradecem. Habituem-se.                 Carlos F. Marques: Excelente. Só me apetece dizer: - Carrega Trump!!!              Maria Emília Santos: É isso mesmo! A esquerda que serve de tapete à globalização e que tem tudo na mão, inclusivamente a CS o que a torna mais poderosa ainda, quer transformar o mundo num império onde existem os imperadores que são eles e os escravos que somos todos nós! Mas para isso, precisam de nos colocar na pobreza total, que é o que estão empenhados em fazer! Tiram-nos a nós para dar a estranhos e depois, quando as coisas estiverem mais próximas do golpe final, tiram-nas também a eles! A direita luta com todas as suas forças, mas o dinheiro está nas mãos deles! Trump é muito mau porque não alinha nesta destruição massiva da humanidade! O que fazer? - perguntam uns. A resposta é simples e foi-nos dada por Nossa Senhora em Fátima, através de três crianças inocentes e incultas: Rezar e fazer penitência! Voltar ao cristianismo, à nossa civilização cristã, que nos ensina a amar o rico, o pobre e o pecador! Voltar a exibir a Cruz de Cristo sem respeitos humanos e com convicção! Dizer não ao crime e ao pecado e dizer sim ao amor e perdão! Voltar a ensinar nas escolas a moral cristã em vez da satânica ideologia de género! Voltar a rezar o terço todos os dias e podendo ser em família, como a Mãe do Céu mandou, em vez de nos sentirmos inchados de soberba, de "ciência", de vão glória, quando, na realidade, nada somos! Enfim, como disse são João Paulo II, sem Jesus Cristo não haverá Paz verdadeira!             Andrade > BG: Quem é que retirou e colocou regimes em Angola, Moçambique e etc? O que estavam os combatentes cubanos a fazer na Venezuela? Seguramente a defender o direito internacional. O direito internacional e a ONU significam e são ainda mais inúteis do que as leis e a justiça nacional que, relativamente a quem se concentra no trabalho e sem dinheiro ou tempo para desperdiçar,  não lhe resolve nenhum caso em que seja afectado por criminoso singular ou encoberto em empresas reguladas protegidas pelo Regulador e Provedor do cliente. Inutilidades pagas a preço de ouro.               Vasco R: Tudo verdade do princípio ao fim. Trump é uma personalidade sinistra mas no fim do dia, é o único político ocidental que defende o seu povo e o modo de vida ocidental de pendor judaico-cristão. Adoro estes comunas e socialistas infiltrados, que andam a sofrer a assinar este jornal e a comentar, não se percebe bem com que objectivo. Além de sofrerem do já celebre TDS , adoro imaginá-los nos seus sofás puídos, a espumarem de raiva qd lêem os cronistas de direita e alguém apoia Trump. Adoram sofrer e o masoquismo faz parte das suas vidas. 😂                  João Diogo: Que crónica fabulosa, um dos poucos cronistas que vale a pena ler no OBSERVADOR, são meia dúzia, que me fazem ser assinante, a esquerda marxista é boa para apoiar ditadores e flotilhas, o povo da Venezuela em 27 anos de ditadura, nunca teve uma flotilha de solidariedade das Mortáguas deste mundo.               Joao Silva: Subscrevo. É prazeroso ler, finalmente, um artigo de opinião que não assenta em uma concepção do mundo arco-íris.              Antonio C : Excelente artigo. A hipocrisia constante de ONUs e esquerdas ocidentais, amplamente divulgada pelos órgãos do costume, apenas demonstra quanto a narrativa foi totalmente capturada e distorcida para servir a agenda das mesmas. É assustador mas também um aviso, que informarmo-nos é cada vez mais um dever e uma obrigação. Mais uma vez, parabéns ao autor.        José Pedro Correia: Muito bom artigo.              antonyo antonyo: Fantástica crónica !                   Manuel Magalhaes: Trump é um mundo de contradições, às vezes tem razão outras não, mas o seu enorme problema é ser um desbocado ordinário e prepotente, mas ao que parece é o que há, esperemos é que no fim tenha alguma razão pois o mundo precisa muito disso como do pão para a boca, de qualquer modo a situação começa a ser assustadora principalmente para nós europeus que afinal não passamos de uns pobres diabos…                    Miguel Macedo: Brilhante! Como sempre!                 Maria Soares: Muito bom!               Maria Vilhena: Trump foi bem demonizado pela esquerda, através da propaganda e claro da disseminação de activistas espalhados pelas universidades. O seu carácter específico, nada previsível e muitas vezes até contraditório, deixam meio mundo louco. A verdade é que foge ao politicamente correcto e isso assusta, sendo mais fácil ser classificado como louco e interesseiro. Recordo que na época anterior à II Guerra, também Churchill era considerado extravagante, meio estranho, excêntrico e até louco. O resultado foi que essa estranha forma de funcionar, na maioria das vezes incompreensível, é na verdade uma estratégia de colocar o dedo na ferida de forma crua e nua que tem como objetivo, fazer com a população passe a ver com outro olhar, aquilo que parecia estar normal. Nem sempre abrindo o jogo todo, para dar tempo de encontrar e preparar estratégias de intervenção. Situações diferentes, mas com estratégias semelhantes e objetivos comuns, defender os seus territórios e as suas populações. Trump não está interessado na Gronelândia, só por causa do território, mas também para assegurar a segurança do seu país. É de lamentar que a CS, não seja isenta, assim continua a reunir e a falar com os fantasmas.                     António Soares: Que choradeira que para aqui vai de tantos viúvos de Maduro e amantes de Putin!...        victor guerra: O Trump é o "boss", à sua maneira de "playboy" e negociante e, ao contrário do que dizem, é muito claro nas suas intenções, às vezes demasiado. A "extracção" do Maduro é festejada por toda a gente, resta ver como o Trump manobra as duas moças, Delcy e Corina, de modo a evitar uma guerra civil. Não sabemos como são os contactos entre militares, o que é essencial                   helder carvalho: AG, aguardamos com expectativa que a coluna da próxima semana seja sobre as ameaças que pairam sobre a Gronelândia.  Se nos permite, condenámos e condenamos o 7 de Outubro de 2023, os Maduros tiranos, os Trumps e criticamos muitas das posições de António Guterres.  Sobre Guterres, recomendamos-lhe que leia uma crónica publicada no Expresso, escrita pelo professor Joaquim Aguiar, falecido recentemente, quando António Guterres deixou o governo porque o país estava a caminhar para um pântano.                    Maria Helena Oliveira: Óptimo, como sempre!                   Francisco Almeida: Não parecia possível mas hoje Alberto Gonçalves superou-se a si mesmo.       João Floriano: Excelente!          Vasco R >Pedra Nussapato: Como a mim, gozar com comunistas e socialistas, que se levam demasiado a sério .                   Alexandre Barreira: Pois. Caro AG, Tem toda a razão. E só faltou dizer que:"iste tá mesme tude fedide".....!       Vasco R >Pedro D: Passe bem você, no seu palavreado oco, próprio de um narcisista e egocentrista de esquerda, convencido da sua autoridade moral ridícula e desfasada da realidade.                  MariaPaula Silva > Eduardo Mãos de Tesoura:  e porque é que o acesso ao petróleo da Venezuela por parte dos EUA é mais perigoso que o acesso que a Rússia, China e outros tiveram durante décadas?                  António Soares > Paulo Machado: Mas alguém ainda vê televisão? Ah! Sim! Nos lares dos descartados. Essa sim, uma evolução civilizacional. Dizem!            António Soares > Por8175: Que assim seja. Para o bem da Humanidade. Dêem-lhe já o prémio. É merecido.                   António Soares > Tristão: Dos fracos nunca rezou a História! Basta olhar para o especialista nuclear que matou de vez a ONU. Bastou os EUA retirarem o financiamento e aquilo esvaziou até à irrelevância. Bem diz o povo. Pimenta no cu dos outros é refresco. Acordem.                Cupid Stunt 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻         João Macedo > Novo Assinante: Esqueceu-se de se incluir na lista dos proeminentes especialistas na matéria...                Vasco R > Pedra Nussapato: Falando a sério , talvez não se enquadre no estereótipo do comuna que gozo prazenteiramente (à excepção da questão judaica em que discordamos em absoluto), mas tem de concordar que temos assinantes que defendem cegamente ideologias mortas e que, sinceramente, acham que os seus comentários irão catequizar alguém nas suas teorias de esquerda de roubar a próximo .             Hugo Silva > Eduardo Mãos de Tesoura: Onde é que o petróleo venezuelano é refinado?       Jorge Espinha: Eu até acho que as ditaduras Cubana e Venezuelana só cairão à força e a força terá de ser externa. Mas até agora não só tudo está como antes “no quartel de Abrantes “ como pela retórica de Trump não há problema que assim fique. Depois há o problema da Gronelândia. Quanto ao resto concordo consigo. Se no fim do Trumpismo, Cuba, Irão e Venezuela estiverem no caminho da liberdade, acho que essa presidência será lembrada de maneira positiva sobretudo se adicionarmos o que aconteceu em Gaza. Mas se Trump tomar a Gronelândia, será o fim da NATO, que ao contrário da ONU tem uma utilidade e função muito  claras.           Paulo Valente: E os ‘cartéis da droga’ de Gronelândia? Ficaram esquecidos? Gostaria de saber a opinião do AG sobre estes perigosíssimos comercializadores de drogas. Ah, esqueci-me completamente que a droga passou a ser apelidada de segurança nacional.  Metamorfoses!                  Vasco R > Novo Assinante: Não liguem a este comentário pago de um partido de esquerda. Lixo           klaus muller: Tive que ir ver o que era "ectoplasma". Realmente, adapta-se bem ao Guterres. Mas ele também é um Marreco" das anedotas brasileiras: não faz nem deixa fazer ...          Vasco R > Tristão: Tanta conversa para nada . Lamentável .           MariaPaula Silva: o final derruba todos os outros argumentos: se o ódio é correspondido então a luz não é Luz mas sim trevasaria.        M Paula Silva > Manuel Magalhaes: Subscrevo, é isso mesmo.                   Luis Silva: "São tempos estranhos, tempos em que uma parte do mundo se sacrifica para alcançar os valores ocidentais da liberdade e da democracia," Essa graçola está bem encaixada.                 António Soares > Manuel RB: Cuba. A maior anedota de regime à custa do sofrimento do povo. Povo que assim quis.

 

 

Nenhum comentário: