Nos valores morais que regem as
sociedades, hoje, a respeito da pertença dos espaços territoriais, que ainda há
pouco – à volta de cinquenta anos – estabeleciam escol opinativo genérico que
libertou a História do ferrete civilizacional anteriormente apoiado nos seus
pergaminhos náuticos enriquecedores dos terrenos pátrios, e posteriormente
facilmente pontapeados – digo, os terrenos - para os primitivos possuidores, num
sentimento de justa distribuição das pertenças territoriais pelos seus
habitantes naturais. Esquecido dessas ordens de bondade e de justiça, perpetradas
anteriormente até pela sua nação grande, sobre os povos mais diminutos, Trump
avançou modernamente sobre a Venezuela, pontapeando Maduro e a esposa deste,
mas, segundo AG o mundo não se impressionou assim tanto, talvez por
hoje estar na moda o pontapear dos mais poderosos - como se viu primeiro com a
Ucrânia e agora com a Venezuela, embora seja coisa de tradição o pontapear,
como já se disse - e até já se aceitem melhor tais ocupações modernas, dos povos
poderosos que dantes condenavam as ocupações antigas, julgo que no desejo justo
de serem eles, os futuros actuais ocupantes, segundo estão exemplificando, com
promessas de outros avanços, pela Islândia e o mais que adiante se verificará,
e que parece não incomodar os tais democratas de hoje, segundo criteriosa
informação de um justo e consciente A. G.. Mas posso muito bem enganar-me, e
Alberto Gonçalves bem faz em reconhecer a bipolaridade que grassa no mundo
hoje, sobre os defensores da democracia e os que, afinal, só a atacam, com todo
o seu poder, indiferentes às boas maneiras que eles dantes defendiam, pelo
menos quando se tratava dos povos primeiros, nessa coisa das ocupações ou
conquistas, hoje só permitidas pelos territórios de ampla extensão. O certo é
que o assunto de tal disparidade opinativa e actuante incomoda AG, que aponta
mesmo para um universo de mágico irrealismo, afinal, entre o ser e o estar, ou
mesmo o ter…
A Venezuela e o irrealismo mágico
São tempos estranhos, em que parte do mundo se sacrifica para
alcançar os valores ocidentais da liberdade e da democracia, e parte do
Ocidente está empenhada em sacrificar quem calha para os suprimir.
ALBERTO GONÇALVES Colunista do Observador
OBSERVADOR, 10 jan. 2026, 00:20120
Por enquanto, só vi meia dúzia de pessoas notar que milhões de outras
pessoas ficaram muito mais indignadas com o sequestro do sr. Maduro do que com
o sequestro de 251 israelitas a 7 de Outubro de 2023.
Aliás, este último episódio nem os indignou de todo, visto que, conforme
explicou o secretário-geral das Nações Unidas, o rapto de centenas de inocentes (e a chacina de mil e duzentos) “não
aconteceu no vácuo”. Já sobre a prisão do
sr. Maduro, o ectoplasma que
formalmente preside à ONU mostrou-se “profundamente preocupado”, chamou à
operação “um precedente perigoso” e
afirmou que “as regras do direito internacional não foram respeitadas”.
Declarações destas
é que acontecem no vácuo, o vácuo que preenche por inteiro a caixa craniana do
eng. Guterres.
Claro que o eng. Guterres nunca fala por ele, coitado. O homem
limita-se a ecoar os slogans da
ortodoxia em vigor, que lhe puxa os cordelinhos. E se, na sequência
do 7/10, a ortodoxia saiu às ruas e entrou nos estúdios televisivos a exigir a
extinção de Israel e a difundir propaganda terrorista, esta semana a causa da
moda transladou-se do Médio Oriente para o Caribe. De repente, o sr. Maduro, um tirano e um traficante que assassinava
opositores, submetia a população à fome e possui contas recheadas na Suíça,
substituiu os “resistentes” do Hamas nos corações dos “activistas” ocidentais.
Por pudor e estratégia, os “activistas” raramente elogiam o sr. Maduro como
raramente assumiam servir o Hamas. Antes, disfarçavam (mal) as preferências com
alusões ao “genocídio” imaginário em Gaza. Hoje, invocam em uníssono o “direito
internacional”.
O “direito internacional” é evidentemente sagrado. Por azar, se não estou em erro, jamais
ajudou um único venezuelano a escapar à miséria, às prisões ou ao exílio –
excepto os venezuelanos que asseguravam o sucesso da revolução “chavista”. Seria
igualmente útil inventariar quantos desgraçados foram salvos nos últimos anos
pelo “direito internacional” na China, no
Irão, na Nigéria, no Sudão, no Afeganistão, na ex-Birmânia, na Somália, em
Cuba, na Coreia do Norte, na Ucrânia, na Rússia, na Bielorrússia, na Síria, na
Etiópia, na Arábia Saudita, no Qatar, na Turquia e um longo etc. Não
muitos, suponho.
Eu sei. Sei que o “direito
internacional” não foi concebido para derrubar ditadores (e de facto não os
derruba). Sei que o “direito
internacional” nasceu sobretudo para prevenir conflitos (e de facto poucos
previne). Sei que a legitimidade do “direito internacional” se
confunde com a da actual ONU (e de facto nota-se), de cuja Carta em larga medida decorre. Sem querer ofender
ninguém, o “direito internacional” é uma moral repleta de buracos, uma
bazófia impotente, uma traquitana de que nos lembramos apenas quando falha.
O “direito internacional” ou dispõe de força, dissuasora e retaliatória, ou
não existe.
Nos momentos em que não canta
hinos desafinados ao “direito internacional”, a ortodoxia queixa-se de que
ainda não há democracia na Venezuela, uma semana após a queda de Maduro (com
trocadilho). Curioso: não me recordo de ouvir a ortodoxia queixar-se durante
os 27 anos em que não houve democracia na Venezuela. Não dei por uma flotilha, uma vigília,
sequer um lamento sincero pelos mortos, pelos torturados, pelos desaparecidos e
pelos presos políticos que anteontem começaram a ser libertados graças ao
imperialismo americano. No fundo, é natural: a ortodoxia condena o fim do exacto terror que ela
própria alimentou, frequentou ou, na hipótese benigna, ignorou. Os
venezuelanos, encarcerados, famintos ou no exílio, discordam e procedem ao
contrário: por insondáveis razões, preferem a possibilidade de o terror acabar
do que continuarem a ser as suas eternas vítimas. Por isso festejam a esperança. A ortodoxia chora-a.
Com sorte, ou azar para ela,
não é impossível que a ortodoxia em breve deixe de chorar a Venezuela e desate
num pranto pelo Irão. Apesar
de a vasta maioria dos “media” se esforçar por esconder a verdade, a
verdade é que os iranianos estão em revolta vai para quinze dias, fartos do
islão e de uma teocracia assassina. Se a teocracia cair por “dentro”, o que é
duvidoso, o masoquismo ocidental já terá motivos para lamentar a perda de um
aliado. Se, conforme apelos que se multiplicam, o tombo dos aiatolas carecer de
um empurrãozinho dos EUA (ou de Israel), a dor da ortodoxia com o novo abalo ao
“direito internacional” será dilacerante.
São tempos estranhos, tempos
em que uma parte do mundo se sacrifica para alcançar os valores ocidentais da
liberdade e da democracia, e em que uma parte do Ocidente está empenhada em
sacrificar quem calha para suprimir tais valores. Há nestes
movimentos divergentes uma tensão que desafia a física e o puro bom senso. E há
um homem no meio, um pantomineiro sem mesuras, um egocêntrico imprevisível, um
bruto de vocabulário ralo, um habilidoso que enfrenta a realidade com os
critérios dos negócios, um alarve em suma. Para
acrescentar o improvável ao absurdo, é esse homem que manda, e é sobretudo dele
que depende a defesa da luz contra as trevas. Até ver, não tem corrido mal: as
trevas odeiam-no. Melhor que tudo, o ódio é correspondido.
VENEZUELA
MUNDO ANTÓNIO GUTERRES
POLÍTICA EXTREMISMO
SOCIEDADE PRESIDENTE TRUMP
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
AMÉRICA
Da Internet:
Ectoplasma é o termo usado no
espiritualismo para definir uma alegada energia espiritual
"externizada" pelos mediums. O termo foi criado em 1894 pelo
pesquisador Charles Richet. O alegado fenómeno da exteriorização da substância
chama-se ectoplasmia.
COMENTÁRIOS (de 120)
Novo Assinante: Constata-se existir uma total assimetria
("uns dizem uma coisa, enquanto que outros dizem exactamente
o seu oposto") na interpretação publicada do
Direito (Lei) em geral e do Direito Internacional em particular, quando
aplicada a esta invasão da Venezuela que culminou com o rapto do
então Presidente Maduro. De um lado
temos aqueles que não estudaram direito, nem fazem a mínima ideia do que isso
possa ser, como é o caso das/dos senhoras/senhores Helena
Matos (CNNPT), Ana Cavalieri (SICN), Helena Ferro de Gouveia (CNNPT), Alberto
Gonçalves, José António Rodrigues do Carmo, Rui Ramos ou João Marques de
Almeida, todos deste jornal. Do outro lado e com a tal interpretação
totalmente oposta e publicada em distintos órgãos de comunicação social,
temos proeminentes especialistas na matéria (direito internacional),
como a Professora Doutora Sofia de Souza, o Professor Doutor Agostinho
Pereira de Miranda, o Professor Doutor João Pedro Cavaleiro, o Professor Doutor
Tim A. L. Johnson (Financial Times) ou a Professora Doutora Nicole A. Jones Kar
(The Economist), apenas para referir algumas dessas interpretações publicadas. Porque
é que existe tamanha assimetria de interpretação do direito internacional,
quando aplicado a um ÚNICO caso concreto? Não
sei. Mas, e como dizia, Luis Filipe
Scolari: O burro sou eu. Terá alguma coisa a ver com o facto de estarmos a
comparar interpretações de quem nunca estudou direito nem percebe nada do
assunto com interpretações feitas por quem estudou direito, sabe do assunto, e
em TODOS os casos, sublinho, em TODOS os casos, esteve envolvido em disputas
territoriais reguladas pelo direito internacional e litigadas em Tribunais
Arbitrais Internacionais? Pedra Nussapato > Vasco
R: Como
digo abaixo, não sei o que é pior, se quem sofre de TDS ou se quem sofre
de DST-Desculpabilização Sórdida de Trump. Tem de refrear esse seu gosto
imaginário de que há pessoas a sofrer por assinarem o Obs ou lerem AG. A mim
dá-me muito prazer discordar de sectários e quadradōes como o AG 😁.
José B Dias > Pedra Nussapato: E não é que estou totalmente de
acordo consigo! 74 José B
Dias > José
Paulo Castro: "Os valores da liberdade e democracia
ocidentais" defendem-se portanto eliminando a concorrência, prejudicando o
restante mundo e apropriando-se dos seus recursos naturais. Tenho ideia de
já ter visto isto antes ... mas na época chamavam-lhe nomes distintos! Pedra Nussapato: Como diz AG, hoje vivemos de facto
num mundo muito estranho. Tão estranho que há gente, como AG, que vê nas
acções de Trump, como a que aconteceu recentemente contra o ditador da
Venezuela, uma preocupação em manter os valores, a liberdade e a democracia
ocidentais (o petróleo é só uma feliz
coincidência). O mesmo Trump que aplaude a execução cobarde de uma mulher de 37
anos pelo ICE. Trump é a luz, o resto do mundo são as trevas, incluindo a
Europa. Não sei quem são os piores, os
que sofrem de TDS, ou os que sofrem de DST-Desculpabilização Sórdida de Trump. José B Dias > António
Soares: Efectivamente cada vez mais me parece ser o
meu caro uma ... enorme! 😉 José B
Dias > António
Soares: Mas sem devolver as indemnizações
recebidas ... José
Paulo Castro > Pedra
Nussapato: Os valores da liberdade e democracia
ocidentais defendem-se não permitindo que o petróleo dos venezuelanos continue
a ir para amigos russos e chinesas das elites que os oprimem. Se não vê as
ligações entre os temas, é porque vive numa utopia. Caso não saiba, os EUA têm
petróleo suficiente para si. O objectivo é que deixe de financiar este regime
venezuelano. graça Dias: Uma análise realista, factual, brilhante,
actual e reveladora da história e de pensamentos enviesados por dogmas
ideológicos poluídos por preconceitos rumo ao obscurantismo. Caro AC o
meu obrigada por esta eloquente prosa. Álvaro Venâncio: Magistral! Eloquente!! Claríssimo!! Obrigado,
ALBERTO GONÇALVES!! Viva a Venezuela Livre!! Viva o Irão Livre!! Viva o
Ocidente Livre!! Slava
UKRAINI!! E, ainda, Viva Trump
e os USA!! Paulo
Machado: Muito
claro. É penoso assistir às notícias, apresentadores e comentadores da SIC Notícias,
CNN e NOW. Por8175: Lembro-me
bem que Reagan
era referido no media da altura como um "actor falhado", ou pior -
mas ficou na História como um presidente que mudou o mundo (a par de Margaret
Thatcher). Acredito que o mesmo irá acontecer a Trump. Rui Lima: A hipocrisia das lideranças
europeias é total, países como a França, com mais de dez intervenções
militares sem mandato explícito da ONU, muitas delas com botas no terreno,
fingem agora indignação moral. Neste caso, tratou-se de remover um ditador não reconhecido —
e, ainda assim, não há aplausos. Ao ver democracias ocidentais divididas,
incoerentes e auto flagelantes, os aliados começam a procurar alternativas.
Militarmente, foi uma operação esmagadora, que nem Rússia nem China
conseguem replicar o sistema de defesa aérea era russo e durou minutos. Quem
o comprará daqui para a frente? O sinal foi claro na China, o Banco Central
disse aos bancos expostos à Venezuela para darem o dinheiro como perdido. A superioridade militar dos EUA devia
unir o Ocidente perante a ameaça russa e chinesa. Em vez disso, escolhe-se
um culpado Trump . SDC Cruz: Caro Alberto Gonçalves, o direito
internacional já não existe há muito. Mas isso não é novidade nenhuma, muito
menos para si. Foi substituído pelo "esquerdo internacional" que
serve para a esquerdalha e seus meandros tudo justificarem, desde que se
enquadre nas suas tontas idiotices. Obrigado. Manuel RB >José Paulo
Castro: Baixar
o preço para 40/50 USD e prejudicar a Rússia no financiamento da guerra. Deixar de fornecer Cuba a custo
zero e provocar a queda do regime. Mais um Muito bem explicado, só
não aprende quem não quer ou que é seguidor do sapo que está à frente da ONU. A Sameiro: Brilhante!!! Há por aqui
"Maduros e Fidel"de cueiros. N C: Mais
um especialista em direito internacional. Sr Leão: Quem aqui se esganiça contra o
artigo do AG apresenta todos os sintomas de uma doença aguda e difícil de
erradicar - a esquerdalhopatia. Maria
Tubucci: Muito
bem observado, sr. AG. Este irrealismo mágico de unicórnios esvoaçantes existe
porque os principais meios de comunicação foram colonizados por seres de
pensamento único, ignorante e demente. Temos 20 opinadeiros e 20 opiniões
iguais! Por exemplo, os jornalistas são todos anti-Trump, todos com TDS. Por
que razão estes “jornalistas” não vão ser jornalistas, e investigar por que
razão Trump quer Gronelândia? Eu fui investigar! Pelo que descobri há pouco mais
de 1 ano, antes de Trump chegar ao poder, os dinamarqueses estavam para
autorizar uma companhia de mineração chinesa para operar nas proximidades da
base americana da Gronelândia. Quando
os americanos souberam disto ficaram furiosos e travaram o contrato in extremis.
Para acalmarem os americanos os dinamarqueses aceitaram uma companhia de
mineração americana. A partir daí os americanos acusam os
dinamarqueses de serem ceguetas, pois aquela empresa chinesa não era de
mineração, mas uma empresa de espionagem que os chineses queriam instalar na
Gronelândia. Além disso, acusam os
dinamarqueses de não patrulharem nem controlarem as águas da Gronelândia. Faço
minhas as palavras: “You stupid people, Maduro was a bloodthirsty dictator.
Thank you, Donald Trump!”-
grito de um feliz venezuelano para manifestantes pagos em NY que
defendiam o Maduro e acusavam o DT de imperialista. Eu diria mais,
tempos estranhos exigem governantes estranhos e a pestana bem aberta, pois nem
tudo o que parece é ...
Miguel Sanches: Dormem mal desde que o homem entrou na
Casa Branca. O "alarve" sabe bem o que anda a fazer e os não
ortodoxos agradecem. Habituem-se. Carlos F. Marques: Excelente. Só me apetece
dizer: - Carrega Trump!!! Maria Emília Santos: É isso mesmo! A esquerda que
serve de tapete à globalização e que tem tudo na mão, inclusivamente a CS o que
a torna mais poderosa ainda, quer transformar o mundo num império onde
existem os imperadores que são eles e os escravos que somos todos nós! Mas para isso, precisam de nos
colocar na pobreza total, que é o que estão empenhados em fazer! Tiram-nos a
nós para dar a estranhos e depois, quando as coisas estiverem mais próximas do
golpe final, tiram-nas também a eles! A direita luta com todas as suas forças,
mas o dinheiro está nas mãos deles! Trump é muito mau porque não alinha nesta
destruição massiva da humanidade! O que fazer? - perguntam uns. A resposta é simples e foi-nos dada por
Nossa Senhora em Fátima, através de três crianças inocentes e incultas: Rezar e
fazer penitência! Voltar ao cristianismo, à nossa civilização cristã, que nos
ensina a amar o rico, o pobre e o pecador! Voltar a exibir a Cruz de Cristo sem
respeitos humanos e com convicção! Dizer não ao crime e ao pecado e dizer sim
ao amor e perdão! Voltar a ensinar nas escolas a moral cristã em vez da
satânica ideologia de género! Voltar a rezar o terço todos os dias e
podendo ser em família, como a Mãe do Céu mandou, em vez de nos sentirmos
inchados de soberba, de "ciência", de vão glória, quando, na
realidade, nada somos! Enfim, como disse são João Paulo II, sem Jesus Cristo
não haverá Paz verdadeira! Andrade
> BG: Quem é que retirou e
colocou regimes em Angola, Moçambique e etc? O que estavam os combatentes
cubanos a fazer na Venezuela? Seguramente a defender o direito internacional. O
direito internacional e a ONU significam e são ainda mais inúteis do que as
leis e a justiça nacional que, relativamente a quem se concentra no trabalho e
sem dinheiro ou tempo para desperdiçar, não lhe resolve nenhum caso em
que seja afectado por criminoso singular ou encoberto em empresas reguladas
protegidas pelo Regulador e Provedor do cliente. Inutilidades pagas a preço de
ouro. Vasco R: Tudo verdade do princípio ao fim. Trump é
uma personalidade sinistra mas no fim do dia, é o único político ocidental que
defende o seu povo e o modo de vida ocidental de pendor judaico-cristão. Adoro
estes comunas e socialistas infiltrados, que andam a sofrer a assinar este
jornal e a comentar, não se percebe bem com que objectivo. Além de sofrerem do
já celebre TDS , adoro imaginá-los nos seus sofás puídos, a espumarem de raiva
qd lêem os cronistas de direita e alguém apoia Trump. Adoram sofrer e o
masoquismo faz parte das suas vidas. 😂 João Diogo: Que crónica fabulosa, um dos poucos
cronistas que vale a pena ler no OBSERVADOR, são meia dúzia, que me fazem ser
assinante, a esquerda marxista é boa para apoiar ditadores e flotilhas, o povo
da Venezuela em 27 anos de ditadura, nunca teve uma flotilha de solidariedade
das Mortáguas deste mundo. Joao
Silva: Subscrevo. É prazeroso
ler, finalmente, um artigo de opinião que não assenta em uma concepção do mundo
arco-íris. Antonio C
: Excelente artigo. A
hipocrisia constante de ONUs e esquerdas ocidentais, amplamente divulgada pelos
órgãos do costume, apenas demonstra quanto a narrativa foi totalmente capturada
e distorcida para servir a agenda das mesmas. É assustador mas também um aviso,
que informarmo-nos é cada vez mais um dever e uma obrigação. Mais uma vez,
parabéns ao autor. José
Pedro Correia: Muito bom
artigo. antonyo
antonyo: Fantástica crónica ! Manuel Magalhaes: Trump é um mundo de contradições, às vezes
tem razão outras não, mas o seu enorme problema é ser um desbocado ordinário
e prepotente, mas ao que parece é o que há, esperemos é que no fim tenha
alguma razão pois o mundo precisa muito disso como do pão para a boca, de
qualquer modo a situação começa a ser assustadora principalmente para nós
europeus que afinal não passamos de uns pobres diabos… Miguel
Macedo: Brilhante!
Como sempre! Maria
Soares: Muito bom! Maria Vilhena: Trump foi bem demonizado pela esquerda,
através da propaganda e claro da disseminação de activistas espalhados pelas
universidades. O seu carácter específico, nada previsível e muitas vezes até
contraditório, deixam meio mundo louco. A verdade é que foge ao politicamente
correcto e isso assusta, sendo mais fácil ser classificado como louco e
interesseiro. Recordo que na época anterior à II Guerra, também Churchill
era considerado extravagante, meio estranho, excêntrico e até louco. O
resultado foi que essa estranha forma de funcionar, na maioria das vezes
incompreensível, é na verdade uma estratégia de colocar o dedo na ferida de
forma crua e nua que tem como objetivo, fazer com a população passe a ver com
outro olhar, aquilo que parecia estar normal. Nem sempre abrindo o jogo todo,
para dar tempo de encontrar e preparar estratégias de intervenção. Situações
diferentes, mas com estratégias semelhantes e objetivos comuns, defender os
seus territórios e as suas populações. Trump não está interessado na
Gronelândia, só por causa do território, mas também para assegurar a segurança
do seu país. É de lamentar que a CS, não seja isenta, assim continua a reunir e
a falar com os fantasmas.
António Soares: Que choradeira que para aqui vai de tantos viúvos de Maduro e
amantes de Putin!... victor guerra: O Trump é o "boss", à sua
maneira de "playboy" e negociante e, ao contrário do que dizem, é
muito claro nas suas intenções, às vezes demasiado. A "extracção" do
Maduro é festejada por toda a gente, resta ver como o Trump manobra as duas
moças, Delcy e Corina, de modo a evitar
uma guerra civil. Não sabemos como são os contactos entre militares, o que é
essencial helder
carvalho: AG, aguardamos
com expectativa que a coluna da próxima semana seja sobre as ameaças que pairam
sobre a Gronelândia. Se nos permite, condenámos e condenamos o 7 de
Outubro de 2023, os Maduros tiranos, os Trumps e criticamos muitas das posições
de António Guterres. Sobre Guterres, recomendamos-lhe que leia uma
crónica publicada no Expresso, escrita pelo professor Joaquim Aguiar, falecido
recentemente, quando António Guterres deixou o governo porque o país estava a
caminhar para um pântano. Maria Helena Oliveira: Óptimo, como sempre! Francisco Almeida: Não parecia possível mas hoje Alberto Gonçalves superou-se a si mesmo. João Floriano: Excelente! Vasco R >Pedra
Nussapato: Como
a mim, gozar com comunistas e socialistas, que se levam demasiado a sério . Alexandre Barreira: Pois. Caro AG, Tem
toda a razão. E
só faltou dizer que:"iste tá mesme tude fedide".....!
Vasco R >Pedro D: Passe bem você, no seu palavreado
oco, próprio de um narcisista e egocentrista de esquerda, convencido da sua
autoridade moral ridícula e desfasada da realidade. MariaPaula Silva > Eduardo Mãos
de Tesoura: e porque é que o acesso ao petróleo da
Venezuela por parte dos EUA é mais perigoso que o acesso que a Rússia, China e
outros tiveram durante décadas?
António
Soares > Paulo
Machado: Mas
alguém ainda vê televisão? Ah! Sim! Nos lares dos descartados. Essa sim, uma
evolução civilizacional. Dizem!
António Soares > Por8175: Que assim seja. Para o bem da
Humanidade. Dêem-lhe já o prémio. É merecido. António Soares > Tristão: Dos fracos nunca rezou a História! Basta
olhar para o especialista nuclear que matou de vez a ONU. Bastou os EUA
retirarem o financiamento e aquilo esvaziou até à irrelevância. Bem diz o povo.
Pimenta no cu dos outros é refresco. Acordem. Cupid Stunt 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 João Macedo > Novo
Assinante: Esqueceu-se
de se incluir na lista dos proeminentes especialistas na matéria... Vasco R
> Pedra
Nussapato: Falando
a sério , talvez não se enquadre no estereótipo do comuna que gozo
prazenteiramente (à excepção da questão judaica em que discordamos em absoluto),
mas tem de concordar que temos assinantes que defendem cegamente ideologias
mortas e que, sinceramente, acham que os seus comentários irão catequizar
alguém nas suas teorias de esquerda de roubar a próximo . Hugo Silva > Eduardo Mãos
de Tesoura: Onde
é que o petróleo venezuelano é refinado?
Jorge Espinha: Eu até acho que as ditaduras Cubana e
Venezuelana só cairão à força e a força terá de ser externa. Mas até agora não
só tudo está como antes “no quartel de Abrantes “ como pela retórica de Trump
não há problema que assim fique. Depois há o problema da Gronelândia.
Quanto ao resto concordo consigo. Se no fim do Trumpismo, Cuba, Irão e
Venezuela estiverem no caminho da liberdade, acho que essa presidência será
lembrada de maneira positiva sobretudo se adicionarmos o que aconteceu em Gaza.
Mas se Trump tomar a Gronelândia, será o fim da NATO, que ao contrário da ONU
tem uma utilidade e função muito claras. Paulo Valente: E os ‘cartéis da droga’ de
Gronelândia? Ficaram esquecidos? Gostaria de saber a opinião do AG sobre estes
perigosíssimos comercializadores de drogas. Ah, esqueci-me completamente que a
droga passou a ser apelidada de segurança nacional. Metamorfoses! Vasco R > Novo
Assinante: Não liguem a este comentário pago de
um partido de esquerda. Lixo klaus
muller: Tive que ir ver o que
era "ectoplasma". Realmente, adapta-se bem ao Guterres. Mas ele
também é um Marreco" das anedotas brasileiras: não faz nem deixa fazer ... Vasco R > Tristão: Tanta conversa para nada .
Lamentável . MariaPaula Silva: o final derruba todos os outros
argumentos: se o ódio é correspondido então a luz não é Luz mas sim trevasaria. M Paula
Silva > Manuel
Magalhaes: Subscrevo, é isso mesmo. Luis Silva: "São tempos estranhos, tempos
em que uma parte do mundo se sacrifica para alcançar os valores ocidentais da
liberdade e da democracia," Essa graçola está bem encaixada. António Soares > Manuel RB: Cuba. A maior anedota de regime à custa do sofrimento do povo.
Povo que assim quis.
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