Tentativas de solucionar questões Em soluções
quantas vezes de arrogância e falsa cordialidade… o que é natural, decerto, os
jogos do poder, as vaidades específicas ou os maquiavelismos, mostrando o que
valem, num mundo de modéstia … mental...
No Mundo, Fora
Em
directo/ Zelensky diz que "ainda é muito cedo para tirar
conclusões" das negociações EUA-Ucrânia-Rússia
Presidente ucraniano revelou
ter chegado a acordo com Trump sobre entrega de mísseis Patriot à Ucrânia.
Delcy diz que teve 15 minutos para responder se aceitava ordens dos EUA: "Senão,
iam-nos matar".
Momentos-chave
Há 3hO que se
passou até agora
Há 13hO que
se passou até agora
Há 13hZelensky está em "contacto constante"
com equipa que está em Abu Dhabi
Há 15hUnião Europeia envia quase 500 geradores para ajudar ucranianos a protegerem-se do frio
Há 17hDrones russos matam quatro civis em Kramatorsk,
incluindo uma criança de cinco anos
Há 17hReunião em Abu Dhabi já começou e Moscovo diz
que pode continuar amanhã "se for necessário"
Há 18h"O mundo está farto de palhaços”, disse o
MNE iraniano a Zelensky
Há 18hControlo de territórios no leste da Ucrânia vai
ser discutido nas negociações, diz Zelensky
Há 19hEspanha agradece mas recusa convite para
integrar Conselho de Paz de Trump
Há 20hMais de 2.500 edifícios residenciais em Kiev
estão sem aquecimento há vários dias
Há 20hDonald
Trump retira a Mark Carney convite para se juntar ao “Conselho de Paz”
Há 20hMoscovo
confirma reunião entre a Rússia, Ucrânia e os Estados Unidos em Abu Dhabi
Actualizações em directo
00:32OBSERVADOR ![]()
O que se passou até agora
A cidade de Abu Dhabi está a acolher
negociações trilaterais entre Rússia,
Ucrânia e Estados Unidos, com o objectivo de avançar para possíveis
soluções políticas que ponham fim ao conflito na Ucrânia. As
conversações, mediadas pelos Estados Unidos, reúnem delegações militares e
diplomáticas, demonstrando um esforço constante para alcançar a paz na região.
É esperado que estas reuniões continuem, caso necessário, no dia seguinte.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a sua
pressão sobre o Irão, enviando uma “armada” de navios de guerra para a região,
num gesto de força perante a repressão iraniana sobre manifestantes. Apesar da escalada, Trump expressou
desejo de evitar o uso deste dispositivo militar, sublinhando a sua intenção de
influenciar as políticas internas iranianas.
A situação humanitária na Ucrânia
permanece crítica, com milhares de residências em Kiev sem aquecimento devido
aos ataques russos às infraestruturas energéticas. A União Europeia
respondeu a estas necessidades urgentes retirando 447 geradores de suas
reservas estratégicas na Polónia e planeia distribuí-los com o apoio da Cruz
Vermelha ucraniana para mitigar o efeito das temperaturas negativas.
Donald Trump retirou formalmente
um convite ao primeiro-ministro
canadiano, Mark Carney, para
se juntar ao “Conselho de Paz”, uma nova entidade
internacional promovida pelos Estados Unidos. Esta iniciativa tem gerado cepticismo
e resistência de vários líderes e nações tradicionais aliadas dos EUA, que
questionam a sua viabilidade e intenções.
Procurador iraniano nega afirmação de Trump de que 800 prisioneiros
foram poupados da execução
O procurador-geral do Irão
classificou hoje como “completamente falsas” as repetidas declarações do
presidente dos EUA que
suspendeu as execuções por enforcamento de 800 manifestantes detidos
naquele país.
Entretanto, o número total de
mortos resultado da forte repressão às manifestações em todo o Irão subiu para
pelo menos 5.032, segundo activistas.
Os activistas receiam que o
número de mortos seja muito maior, mas têm dificuldade em confirmar as
informações, uma vez que o Irão vive o bloqueio à internet mais abrangente da
sua história, que já ultrapassou as duas semanas.
Há 6h21:15 André Certã
Zelensky diz que "ainda é muito cedo para tirar
conclusões" das negociações EUA-Ucrânia-Rússia
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também não abriu o jogo
sobre a primeira ronda de negociações nos Emirados Árabes Unidos, com os EUA e
a Rússia.
Zelensky não acrescentou muito ao que disse Umerov, contando que se
está “a discutir os parâmetros para pôr fim à guerra”.
“A esta altura, a nossa equipa já deve ter pelo menos algumas respostas
da Rússia. O essencial é que a Rússia esteja disposta a pôr fim à guerra que
iniciou. As posições da Ucrânia são claras. Defini o quadro para o diálogo da
nossa delegação”, continuou.
Porém, continuou o líder, “ainda é muito cedo para tirar conclusões” do
“conteúdo das discussões de hoje”.”Veremos como a conversa se desenvolverá
amanhã e quais resultados produzirá”, disse ainda.
“É necessário que não apenas a Ucrânia tenha o desejo de pôr fim à
guerra e alcançar segurança total, mas que um desejo semelhante surja de alguma
forma também na Rússia”, concluiu.
Há 7h20:49 André Certã
Enviado ucraniano diz que
reunião se focou nos "parâmetros para acabar com a guerra da Rússia",
sem desenvolver
O enviado ucraniano e presidente do Conselho de Segurança, Rustem
Umerov, relatou sobre a reunião a três com representantes dos EUA e da Rússia
nos Emirados Árabes Unidos.
Segundo o representante, o encontro focou-se nos “parâmetros para acabar
com a guerra da Rússia e a lógica futura do processo de negociações, com o
objetivo de avançar para uma paz digna e duradoura”.
Umerov revelou ainda delegação norte-americana, que inclui o enviado de
Trump para as Missões de Paz, Steve Witkoff; o genro do Presidente, Jared
Kushner; o comissário do serviço de aquisições federais, Josh
Gruenbaum; o secretário para o Exército, Daniel Driscoll e o Comandante Supremo
dos EUA para Forças na Europa, Alexus Grynkewich.
“A delegação russa incluía representantes da inteligência militar e das
forças armadas”, contou ainda.
Há 7h20:32 Agência Lusa
Netanyahu discute no sábado
segunda fase de Gaza com enviados norte-americanos
O primeiro-ministro israelita,
Benjamin
Netanyahu, vai reunir-se no
sábado com os enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner, em
Jerusalém, para discutir a segunda fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza.
De
acordo com o Canal 12 de Israel, a reunião vai abordar o desarmamento do Hamas,
os esforços para garantir o repatriamento do corpo de Ran Gvili, o último refém
israelita ainda no enclave palestiniano, e deverá também incluir a situação no
Irão.
Há 7h20:14 André Certã
Delcy
Rodríguez diz que teve 15 minutos para responder se aceitava as ordens dos EUA:
"Senão, iam-nos matar"
A Presidente interina da
Venezuela, Delcy Rodríguez, justificou a sua cooperação com os EUA, afirmando
que os norte-americanos lhe deram a ela, ao ministro da Administração Interna,
Diosdado Cabello e ao irmão da Presidente, Jorge Rodríguez, 15 minutos
para responder se iriam cumprir as ordens norte-americanas.
“Senão, iam-nos matar”, sublinhou
Delcy, que falava num vídeo revelado pelo jornal venezuelano La Hora de
Venezuela e partilhado pelo jornal El
Español de uma reunião com membros da cúpula do regime
venezuelano.
As declarações de Delcy foram
feitas durante uma reunião filmada de vários membros do governo e encabeçada
pelo ministro das Comunicações, Freddy Ñañez. É o ministro que atende uma
chamada da Presidente interina, que fala em alta voz durante seis minutos,
segundo o The Guardian.
Segundo a interina, as forças
norte-americanas terão-lhe dito que Nicolás Maduro e Cilia Flores “foram
assassinados, não raptados” e que ela, o seu irmão e Diosdado Cabello terão
respondido que estavam “prontos para partilhar o mesmo destino”.
Nessas declarações, a Presidente interina apontou também que, “às
vezes, dão-se passos tácticos”.
“Às vezes, podem ser tomadas
medidas pouco compreensíveis… mas devem saber que, assim como o inimigo tem uma
estratégia, nós também temos”, continuou.
“Temos de proceder com
paciência e prudência estratégica, com objectivos muito claros, irmãos e
irmãs”, acrescentou, tendo depois, segundo o The Guardian, enumerado três
objetivos: “preservar a paz”, “resgatar os nossos reféns” e “preservar o poder
político”.
Há 8h19:54 André Certã
México está a ponderar suspender envio de
petróleo para Cuba por medo de represálias dos EUA
O governo do México está a ponderar se suspende ou não o envio de
petróleo para Cuba, à medida que o cerco
dos EUA aperta sobre a ilha do Mar das Caraíbas.
De acordo com três fontes
consultadas pela agência Reuters, a medida vem na sequência da suspensão de
venda de petróleo venezuelano para Cuba, tendo o México, enquanto país vizinho,
tido um “papel vital” no envio de combustível para Cuba.
A Reuters noticia que, publicamente, a política do governo de Cláudia
Sheinbaum é de cumprir os contratos com Cuba, já que o envio de petróleo
é considerado “ajuda internacional”.
Porém, as fontes próximas dentro do governo mexicano referiram à agência que a “ansiedade”
está a crescer, levando a uma revisão interna desta política para tentar
apaziguar Donald Trump
Há 8h19:51 José Rafael Lopes
Pode Abu Dhabi marcar o início do fim da guerra na
Ucrânia?
Major-General João Vieira Borges fala
numa reunião decisiva para o futuro da Ucrânia em Abu Dhabi. Diz ainda que o
direito à soberania foi o vencedor no acordo entre Trump e Rutte sobre
Gronelândia.
Há 8h19:41 André Certã
Administração Trump está a ponderar
um bloqueio naval a Cuba para parar importações de petróleo
A administração Trump está a ponderar mudar de estratégia para tentar
provocar a queda do
governo comunista de Cuba, noticiou o órgão noticioso norte-americano
Politico,
citando três fontes próximas. Uma das tácticas, lê-se, é a imposição de “um bloqueio
total às importações de petróleo” da ilha do mar das Caraíbas.
Esta escalada das acções contra Cuba
vem de dentro da administração, tendo o apoio do secretário de Estado e filho
de exilados cubanos, Marco Rubio.
O órgão destaca que esta medida seria
um degrau acima do que Trump prometera na semana passada — a importação de
petróleo venezuelano, antes o principal fornecedor do país insular. Porém, contam as fontes, está a ser debatido
se será mesmo necessário essa subida das tensões, tendo sido destacado que a
falta dos fornecimentos de Caracas pode ser o gatilho que
derruba o regime liderado por Miguel Diaz-Canel.
“A energia é o ponto fraco para derrubar o regime”, indicou uma das
fontes, apontando que derrubar o governo do Partido Comunista Cubano é “100% um
evento para 2026”.
Há 8h19:32André Certã
Reunião trilateral
EUA-Rússia-Ucrânia acabou por hoje. Continua amanhã
O encontro
trilateral entre Ucrânia, Rússia e EUA em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, já
acabou por hoje, segundo um funcionário da Casa Branca que falou à NBC News.
Como já fora
mencionado pelos EAU e como noticiou a TASS esta sexta-feira, as negociações
continuam amanhã.
Há 9h18:59 Agência Lusa
Primeira-ministra dinamarquesa pede unidade na Gronelândia perante
“situação grave”
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, iniciou hoje uma
visita à Gronelândia para pedir unidade e demonstrar “grande apoio” aos
habitantes da ilha, que se encontram numa “situação grave” face às ambições dos
Estados Unidos sobre o território.
“Estou aqui para demonstrar o
grande apoio do povo dinamarquês aos gronelandeses. Este é um momento em que
precisamos de estar muito, muito unidos. Estamos numa situação grave”,
declarou.
Na sua visita a Nuuk, Mette Frederiksen discutiu com o chefe do
executivo da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, o acordo preliminar alcançado
entre os Estados Unidos e a NATO para reforçar a segurança no território
autónomo dinamarquês e no Árctico e a abordagem diplomática conjunta que
pretendem seguir.
Há 9h18:53 André Certã
Príncipe
Harry ataca Trump e diz que os "sacrifícios" de
quem combateu no Afeganistão devem ser "falados com respeito"
Para além do primeiro-ministro
britânico, o príncipe Harry também comentou as palavras de Donald Trump sobre a
guerra no Afeganistão, sublinhando a resposta dos aliados e lembrando que ele
lutou lá.
“Em 2001, a NATO invocou o artigo
5.º pela primeira e única vez na história. Isso significava que todas as nações
aliadas eram obrigadas a apoiar os Estados Unidos no Afeganistão, em prol da
nossa segurança comum. Os aliados responderam a esse apelo”, afirmou numa declaração citada pelo The Guardian.
“Eu servi lá. Fiz amigos para a
vida toda lá. E perdi amigos lá. Só o Reino Unido teve 457 militares mortos”, acrescentou,
frisando que “milhares de vidas foram alteradas para sempre”.
“Mães e pais enterraram filhos e
filhas. Crianças ficaram sem um dos pais. As famílias ficaram com os custos.
Esses sacrifícios merecem ser mencionados com sinceridade e respeito, pois
todos continuamos unidos e leais à defesa da diplomacia e da paz”, concluiu.
Há 9h18:21André Certã
Zelesnky disse ter chegado a
acordo com Trump sobre entrega de mísseis Patriot à Ucrânia
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse num fórum da juventude
que conseguiu chegar a um acordo com Donald Trump sobre a entrega de mísseis
Patriot à Ucrânia, noticiou a Ukrinform.
“Falei com o presidente Trump e recebi – não vou dizer quantos – mísseis
PAC-3 para o sistema Patriot”, disse, lembrando o encontro em Davos.
Há 10h17:44 Agência Lusa
Ministro iraniano alega que
600 mortos em protestos eram “terroristas”
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) iraniano, Abbas Araqchi,
alegou hoje que, entre as 3.117 pessoas que Teerão reconhece terem morrido nos
últimos protestos antigovernamentais, 600 eram “terroristas”, enquanto 2.427
eram civis e membros das forças de segurança.
O Governo iraniano confirmou estes números poucos dias depois de a
Fundação para os Mártires e Veteranos, um organismo governamental que presta
assistência às famílias dos mortos em conflitos armados, ter divulgado os seus
próprios dados, no primeiro balanço oficial da repressão dos protestos
iniciados em 28 de dezembro.
Araqchi referiu ainda nas redes sociais que, no rescaldo das
manifestações que abalaram o país contra a elevada inflação e desvalorização da
moeda nacional, mais de 400 edifícios governamentais ficaram destruídos, além
de 750 esquadras de polícia, 200 escolas, 300 ambulâncias e 800 veículos, quase
5.000 centros religiosos, entre outras propriedades e instalações.
Há 10h17:27
Se Trump acabar com a guerra na Ucrânia, a Itália apoiará entrega do
Nobel da Paz a Trump, diz Meloni
Na mesma conferência de
imprensa, a primeira-ministra italiana, Georgia Meloni,
afirmou que, se o Presidente dos EUA conseguir terminar a guerra na Ucrânia, o
seu governo iria apoiar a entrega do Nobel da Paz a Donald Trump.
“Acredito que ele também pode fazer a diferença para uma paz justa e
duradoura na Ucrânia e, então, finalmente, também poderemos nomear Donald Trump
para o Prémio Nobel da Paz”, disse Meloni citada pela agência ANSA, acrescentando “esperar” que consigam
entregá-lo ao norte-americano.
Há 10h17:21 André Certã
Alemanha não pode aceitar
convite para o Conselho de Paz por "razões constitucionais", diz Merz
O chanceler alemão, Friedrich Merz, respondeu ao convite do
Presidente dos EUA, Donald Trump, para aderir ao Conselho de Paz, dizendo que,
embora estivesse pronto para se juntar, a Alemanha não o pode fazer.
“Na forma como o Conselho de Paz está atualmente constituído, não
podemos aceitar as suas estruturas de governação na Alemanha por razões
constitucionais”, revelou, numa conferência de imprensa conjunta com a
primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, citada pela Reuters.
“No entanto, estamos naturalmente dispostos a explorar outras formas de
cooperação com os Estados Unidos da América, se o objetivo for encontrar novos
formatos que nos aproximem da paz em diferentes regiões do mundo”, acrescentou.
Há 10h17:04 André Certã
Conversações trilaterais EUA-Rússia-Ucrânia já começaram
Entretanto, nos Emirados Árabes Unidos, as conversações entre
representantes da Ucrânia, EUA e Rússia já iniciaram a sua conferência
trilateral, de acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros do país
anfitrião.
“As negociações começaram hoje em Abu Dhabi e devem continuar por dois
dias, como parte dos esforços contínuos para promover o diálogo e identificar
soluções políticas para a crise”, lê-se no comunicado publicado no site do governo.
Há 11h16:52 André Certã
Depois de Trump alegar que tropas da NATO no Afeganistão
"ficaram para trás", Starmer atira: "Insultuoso"
A guerra no Afeganistão,
promovida pelos EUA depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, foi
recuperada por Donald Trump para criticar as tropas da NATO, dizendo que “nunca precisaram” delas e que, quando
chegaram ao país, ficaram um pouco para trás e fora da linha da frente”.
O primeiro-ministro do Reino
Unido, Keir Starmer, respondeu esta sexta-feira ao norte-americano, afirmando
considerar as declarações “insultuosas e francamente chocantes
“E não me surpreende que tenham
causado tanta dor aos entes queridos das pessoas que foram mortas ou
feridas”, acrescentou, numa entrevista à televisão ITV, apelando
para que o Presidente pedisse desculpa.
Há 11h16:49 Observador
“Donald Trump
só percebe e só respeita a força”
Bruno Cardoso Reis sublinha que
Europa deve impor linhas vermelhas claras a Trump. Alerta que a política de
cedências fragiliza aliados e que só firmeza garante respeito nas relações transatlânticas.
Há 11h16:27André Certã
Actor dinamarquês Viggo Mortensen chama "rufia tolo" a Trump e diz que só uma "postura
firme" lhe pode fazer frente.
Viggo Mortensen, actor com dupla nacionalidade dinamarquesa e
norte-americana, chamou de “rufia tolo” a Donald Trump num texto de
opinião publicado no jornal regional Sjællandske
Medier.
Para o actor, só “uma postura firme fará com que ele se comporte como
um parceiro comercial e aliado político confiável para com as nações que
trataram o governo americano com respeito e lealdade durante tantas décadas”,
acrescentou.
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