E justiceiro, no seu pretexto de defender da droga os seus espaços ambientais,
atacando e prendendo inesperadamente, sem aviso prévio, gente importante de
países alheios, como fez com a Venezuela, mas as suas ambições abarcam outros
sítios distantes, mesmo sem o pretexto
da droga, que tanta visibilidade lhe proporciona televisivamente, a acrescentar
à do seu já saliente tamanho natural, dando azo a expô-lo por-aí-fora, em busca
de mais mundo como se tem visto e vamos continuar a ver, e sobretudo se vier a
aceitar o Prémio Nobel da Paz, das mãos da Corina Machado, segundo ouvi hoje,
mas duvidei disso, naturalmente, a menos que o mundo esteja, de facto, varrido
de senso, e sabê-lo-emos nas cenas dos próximos capítulos deste romance de um homem
rico de recursos, os quais serão objecto abjecto ou vice-versa, abjecto objecto
de análises da comunicação social e mesmo da particular, bem prolongadamente,
para curtição de uns e malefício de outros, se não houver interrupção capaz,
mas isso, repito, é o que viremos a saber…
Trump recebe Presidente da Colômbia no
início de fevereiro
Líder da Casa Branca considera que encontro "é necessário para
impedir a entrada de cocaína e outras drogas nos Estados Unidos". Trump
aguarda "com interesse" o encontro.
OBSERVADOR. 09
jan. 2026, 21:59
O Presidente norte-americano vai
receber o homólogo colombiano na primeira semana de fevereiro, após terem
falado esta semana por telefone para aliviar tensões devido a ameaças de
Washington de uma possível intervenção militar em Bogotá.
“Tenho a certeza de que será muito benéfico para a Colômbia e para os
Estados Unidos, mas é necessário para impedir a entrada de cocaína
e outras drogas nos Estados Unidos”, anunciou o Presidente dos Estados Unidos,
Donald Trump, através da rede social Truth Social, acrescentando que aguarda
“com interesse” o encontro com Gustavo Petro.
A conversa sobre “Venezuela
e a questão do tráfico de droga” e o anúncio desta reunião na Casa Branca surgem depois de Petro ter
alertado que é capaz de pegar nas armas que deixou para trás do seu passado
guerrilheiro em resposta ao que chamou de “ameaças ilegítimas”.
O líder colombiano respondia
a Trump, que admitiu repetir a operação militar na Venezuela (que resultou em cem mortes e na captura do
então presidente, Nicolás Maduro) na Colômbia, afirmando que o país “é muito doente, governado por um homem que
gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos.”
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