Tal verdade? Com algumas consequências menos positivas, obviamente, por
vezes os modernismos e o avanço material implicando estratégias de futilidades
condenáveis pela seriedade anterior. Mas tudo se desenvolve no ritmo balanceado
de sempre, não há que fugir, e assim se vai avançando, mantendo-se, embora, os
princípios morais consagrados desde sempre para a conduta humana.
Montenegro
defende que adesão à comunidade europeia foi "escolha estratégica"
que modernizou o país.
Luís Montenegro afirma que Portugal "encontrou um novo sentido para
a sua vocação europeia" e que "essa escolha estratégica permitiu que
o país se desenvolvesse, crescesse e
convergisse" com Europa.
OBSERVADOR, 01 jan. 2026, 15:57 1
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defende que a adesão de
Portugal à União Europeia (UE), há 40 anos, foi uma “escolha estratégica” que consolidou a democracia, abriu a economia
e modernizou o país.
Também nas redes sociais, o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, celebra esta data
como “um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão”.
Numa mensagem publicada na rede
social X, o primeiro-ministro assinala que
Portugal se tornou “membro pleno” da
então Comunidade Económica Europeia (CEE) há 40 anos.
Luís Montenegro afirma que
Portugal “encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia” e que “essa
escolha estratégica permitiu que o país se desenvolvesse, crescesse e
convergisse no espaço europeu”.
“Consolidou
também a nossa democracia, abriu a economia, modernizou o país e projectou-nos
na Europa e no mundo. Hoje, na UE, continuamos a trabalhar para um Portugal
mais próspero e para uma União mais forte e mais coesa. Pelo futuro de Portugal
e pelo sucesso da UE”, acrescenta o chefe do Governo PSD/CDS-PP.
Por sua vez, José Pedro
Aguiar-Branco publicou
mensagens no Facebook e no Instagram, com uma foto de Mário Soares
enquanto primeiro-ministro a assinar o tratado de adesão à CEE, e o seguinte
comentário: “Um dia que mudou a nossa
História. Um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão.”
O presidente da Assembleia da
República, deputado eleito pelo PSD, refere-se à adesão como “um dia que foi preparado por muitos”
e “para o qual o parlamento muito contribuiu”.
“Um dia em que Portugal se encontrou com a sua identidade europeia e com
o seu destino democrático. Há 40 anos, a adesão de Portugal às Comunidades
Europeias. Dia de futuro. Dia de todos nós!”, escreve Aguiar-Branco.
O tratado de adesão de Portugal à então
CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e
também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos
ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.
Horas depois, realizava-se em Madrid idêntica sessão, para a entrada de
Espanha na CEE.
Quando
o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções
o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante
dez anos.
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COMENTÁRIO
Maria Emília
Santos: Modernizou até demais! Tornou-se
não moderna mas insuportavelmente aderente da tresloucada cultura woke!
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