O porquê dos acontecimentos na sua
evolução histórica, como reacções em termos de um progresso que tantas vezes
descamba em desastre, ai de nós, afinal, dependentes das ideologias de ilustres
bem formados para reviravoltas históricas causadoras, tantas vezes, de mais
desastres sociais…
O DOUTOR SALLES DA FONSECA o manifesta,
sempre atento e bem-intencionado, nos seus alertas reformistas de estudioso, para retoma
de condutas morais de mais auspicioso equilíbrio social, como uma voz de ironia
acordando velhas noções de uma norma menos rebuscada e apoiada na sabedoria
popular que os provérbios bem traduzem, vox
clamans in deserto, contudo, sempre.
HENRIQUE SALLES DA FONSECA
A BEM DA NAÇÃO, 25.04.25
… diz-se que:
•
Quem muito fala pouco acerta;
Pela
boca morre o peixe.
*
* *
Como um pássaro, sobre a História…
• …foram
as horríveis condições laborais em Inglaterra durante o capitalismo selvagem da
revolução industrial que levaram MARX a conceber a doutrina a que chamamos
marxismo; …foi LENINE quem agarrou no marxismo e o levou à prática como Estado Soviético;
• …foi STALIN que infernizou o mundo dando à URSS a condição de potência;
• …foi TROTSKY quem pugnou pela globalização do sovietismo;
• …foi GRAMSCI quem desprezou o proletariado fabril e apostou na intelectualidade
jornalística como promotora por excelência do marxismo.
* * *
Aqui chegados, houve que conquistar
um estatuto de total impunidade a que se passou a chamar liberdade de
informação.
Foram poucos os «passes de magia» necessários para se alcançar o objectivo da manipulaçã0 da opinião pública ocidental:
•
Rechear as redacções dos jornais, rádios e TV’s de jornalistas marxistas;
•
Intitular a orientação editorial de censura interna;
•
Diabolizar todo o tipo de condicionamento informativo;
•
Reconhecimento do direito de ocultação das fontes da informação.
Assim se chegou à situação actual em
que é difícil reconhecer a fronteira entre a verdade noticiada e o seu
contrário difícil reconhecer.
E, contudo, também seriam poucos os «passes de magia» necessários para trazer a
verdade à superfície:
Devolver ao Conselho de Administração de
cada órgão de comunicação o direito
inalienável de definição da respectiva
linha editorial;
• Criminalização
das «fake news;
• Obrigação,
em juízo, de revelação da fonte.
Seria vê-los a terem mais tento na
língua.
Abril de 2025
Henrique Salles da Fonseca
COMENTÁRIO:
Anónimo
25.04.202518:21: Esse
pensar é, nos próximos vários anos, demasiado utópico, mas lindo.
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