Ou espalhafatosas, se impõem com a prontidão da imediatez espectacular. Tudo o mais se faz ao retardador, e sobretudo as lições de lógica interpretativa, como as sugeridas pelo DR. SALLES neste texto, têm tendência a arrastar-se, no nosso país, por desapego, estreiteza, ou mesmo pretensiosismo, indiferentes, os seus defensores, à lógica argumentativa aqui expressa. Mas não creio que tal lógica de bom senso correspondente à verdade, penetre nos espíritos daqueles a quem cabe impor a continuidade ou a mudança, segundo o acaso dos acontecimentos históricos. Cá por mim, nunca tinha pensado nisso, julgo que aos governos também não, outras sendo as suas prioridades de governança, mas sobretudo as do interesse habitual pelo voto desses, que preferem talvez manter os títulos rebuscados das suas siglas, e que levariam a mal a intrusão nos seus domínios de importância…
HENRIQUE SALLES DA FONSECA
A BEM DA NAÇÃO21.04.25
Filosoficamente republicano, penso, no
entanto, que a sigla GNR para Guarda
Nacional Republicana faz supor que exista a RGN para Real Guarda Nacional; a sigla NRP
para Navio Republicano Português faz supor que exista um RNP para
Real Navio Português;
• O
nome oficial do nosso país sendo República Portuguesa faz supor que exista uma
Monarquia Portuguesa.
Tema
ridículo num país em que a questão do regime é um não-tema.
Eis por que SUGIRO AO nosso GOVERNO que:
• Determine o desaparecimento das
pertenças a um Regime passando os
navios a ostentar a sigla NP, o Corpo
Militar de Segurança a designar-se por GN para Guarda Nacional e o nome oficial do nosso país seja apenas
PORTUGAL.
E, já que tratamos de nomes, tratemos de
conteúdos também. Assim, sugiro que se extingam as actuais GNR
e a PSP
constituindo, a partir dos seus efectivos humanos e materiais a Guarda
Nacional que inclua uma
Brigada
Costeira que absorva
a Polícia
Marítima.
A P MACHADO 21.04.2025 14:53:
Subscrevo.
ADRIANO MIRANDA LIMA 21.04.2025 16:13: Subscrevo
inteiramente a sugestão de juntar a GNR e a PSP numa única instituição - a GN. A GNR
foi criada pelas razões conhecidas, para defesa da República. Com todo o
tempo que passou e com a República mais que consolidada, creio que seria
institucionalmente recomendável essa junção. Abraço ADRIANO LIMA
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