E o Japão parece que é desses, atento que está às perfídias trumpistas.
(Como será por cá, connosco, apenas aptos a atacar-nos mutuamente, na questão
da governabilidade partidária, democraticamente desejosos todos de governança e
por isso mesmo ingovernáveis?)
O certo é que a figura do Trump anda bastante alçada. Por aí, penetrando, nas quintas alheias, a fingir que protege, mas de facto a espreitar, para saber como se compensa a si e ao seu povo.
Deus ajude ZELENSKY e os seus, e tire a pesporrência aos poderosos de tão suja trama em torno, tanto o que continua sentado na sua cadeira a servir de trono, (ou vice-versa, o trono a servir de cadeira), como o que anda por aí, alçada a cabeça à saída do avião, a esposa atrás, fazendo vistosa e favorecedora companhia, cuido que com fortes razões também para alçar a sua (dela).
Guerra das tarifas. Japão apresenta pacote de medidas de emergência para enfrentar impacto
O Governo japonês apresentou um pacote de medidas económicas de
emergência para combater os efeitos adversos das tarifas impostas pelos Estados
Unidos.
OBSERVADOR, 25
abr. 2025, 10:34
O Governo japonês apresentou esta
sexta-feira um pacote de medidas económicas de emergência para combater os
efeitos adversos das tarifas impostas pelos Estados Unidos, antes da segunda ronda de negociações
comerciais bilaterais, prevista para a próxima semana.
O pacote de ajuda inclui apoio
ao financiamento das empresas e medidas para estimular o consumo, para dissipar
as preocupações de que as tarifas norte-americanas possam afectar as
exportações japonesas, o que poderia ter um impacto considerável na economia em
geral.
O Governo do primeiro-ministro, Shigeru Ishiba, comprometeu-se
igualmente a reduzir os preços da gasolina e do gasóleo em 10 ienes (cerca de
0,06 euros) por litro, a conceder subsídios para as facturas de energia e a
considerar a possibilidade de alargar o âmbito dos empréstimos a juros baixos
para as pequenas empresas, a partir de maio.
As
tarifas norte-americanas podem “prejudicar substancialmente as indústrias
nacionais que sustentam” o Japão, “como a automóvel e a
siderúrgica”, afirmou Ishiba, sublinhando a necessidade
de Tóquio e Washington trabalharem juntos para benefício mútuo.
“É fundamental para nós transmitir
claramente aos Estados Unidos que as empresas japonesas contribuíram
significativamente para a economia norte-americana através do investimento e da
criação de emprego”,
acrescentou.
O anúncio das novas medidas
surge um dia depois de o Governo japonês ter anunciado a visita aos EUA do
representante máximo para as questões tarifárias, Ryosei Akazawa, a partir de quarta-feira, para prosseguir
as negociações.
A viagem tem a duração de três
dias, durante os quais Akazawa, ministro responsável pela Revitalização
Económica e pelo Novo Capitalismo, deverá
reunir-se, entre outros responsáveis, com o secretário do Tesouro dos EUA,
Scott Bessent, e com representante do Comércio norte-americano, Jamieson Greer.
Esta será a segunda ronda de negociações
entre Tóquio e Washington sobre questões tarifárias, depois de uma primeira, em
meados de abril, que não foi bem sucedida, apesar dos comentários positivos
feitos na altura pelo Presidente dos EUA, Donald Trump.
O Governo nipónico tem vindo a pedir à
Administração Trump uma isenção da nova tarifa sobre a indústria automóvel –
particularmente prejudicial para Tóquio por se tratar de uma das principais
indústrias japonesas, sendo os Estados Unidos o maior mercado do país asiático – bem como de outras novas tarifas.
O Japão tem tido prioridade nas negociações tarifárias
sobre essas taxas.
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