De Trump, está visto, a respeito de colaboração na guerra russa.
Em
directo/ "Não
podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses tipos." A
chamada em que os líderes europeus desconfiaram dos EUA.
Zelensky deve ser
“extremamente cauteloso nos próximos dias”, avisou Merz numa chamada entre
líderes europeus, na qual Macron alerta para a possibilidade
de Washington estar prestes a trair Kiev.
DAREK
DELMANOWICZ/EPA
Momentos-chave
Há 1hZelensky espera avançar no caminho para UE
durante Presidência cipriota
Há 1hO que se
passou até agora
Há 4hMoscovo prepara medidas contra UE se financiar
Kiev com fundos russos
Há 4hPutin já
chegou à Índia. Foi recebido com passadeira vermelha por Modi
Há 4hPresidente do Chipre inicia visita oficial à
Ucrânia e reúne-se com Zelensky
Há 7hAlemanha destina mais 100 milhões de euros à
reparação do sistema eléctrico da Ucrânia
Há 9hRússia ataca instalação de energia em Odessa,
deixando milhares de pessoas sem electricidade
Há 10hCriança de seis anos morre em ataque russo a
Kherson
Há 11hForças
russas apertam cerco a Hulyaipole, em Zaporíjia
Há 11hDuas crianças ucranianas raptadas foram enviadas
para a Coreia do Norte
Entrada em destaque
17:53 OBSERVADOR ![]()
O que se passou até agora:
Emmanuel
Macron expressou preocupações sobre a possibilidade de os Estados Unidos
estarem prestes a “trair” a Ucrânia nas negociações sobre territórios ocupados,
não fornecendo garantias claras de segurança a Kiev. Numa conversa
divulgada pelo Der Spiegel, o
Presidente francês, Emmanuel Macron, terá alertado para o perigo para Zelensky,
com outros líderes europeus, como Friederich Merz da Alemanha e Alexander Stubb
da Finlândia, a partilhar preocupações semelhantes sobre os negociadores dos
EUA, Steve Witkoff e Jared Kushner.
Dmitry Medvedev avisou que o confisco de activos russos congelados
pela UE poderia ser considerado um casus
belli, justificando uma resposta militar
russa. Este
desenvolvimento surge após a proposta da Comissão Europeia de utilizar esses activos
para financiar a ajuda à Ucrânia.
A Assembleia Geral das Nações Unidas
aprovou uma resolução exigindo o regresso imediato e incondicional de todas as
crianças ucranianas que foram levadas à força para a Rússia durante a invasão.
A resolução foi adoptada por maioria, apesar de
algumas abstenções e votos contra, apontando para a pressão internacional sobre
a Rússia em relação aos direitos das crianças.
O Reino Unido anunciou uma
nova ronda de sanções contra a Rússia em resposta ao relatório sobre a morte de
Dawn Sturgess, que foi exposta ao agente nervoso Novichok. Este anúncio foi
acompanhado por um compromisso do Reino Unido em fornecer 24,9 mil milhões de
euros em apoio militar, humanitário e diplomático à Ucrânia.
Há 27m17:31 André Certã
Antigo embaixador dos EUA na NATO diz que Administração Trump não tem "processo formal" para
definir política para pôr fim à guerra
Ivo Daalder, embaixador dos
EUA na NATO durante a presidência de Barack Obama e conselheiro de
segurança nacional durante a administração de Bill Clinton, criticou, numa coluna do Político,
a forma como Donald Trump está a lidar com a resolução da guerra na Ucrânia,
falando da gestão como uma “montanha-russa” de reuniões marcadas e canceladas.
O antigo embaixador diz que Trump gere o “o governo dos EUA como geria os negócios
da sua família — desde atrás da sua secretária na Sala Oval, onde se reúne com
todos, liga para qualquer pessoa e decide as políticas por capricho”,
sublinhando que “os seus assessores actuam
quase que inteiramente por conta própria”.
“Witkoff, por exemplo, participa de
reuniões com o presidente russo Vladimir Putin e outros funcionários russos sem
um anotador, e é conhecido por confiar no próprio intérprete de Putin.
Kushner está profundamente envolvido nas negociações,
mas não tem cargo formal no governo”, atacou ainda.
“Enquanto
isso continuar, o caos e a confusão também continuarão. E nada disso aproximará
o fim real da guerra na realidade”, concluiu.
Há 43m17:15 André Certã
Casa Branca diz que iniciativa
de Melania Trump garantiu regresso de mais sete crianças ucranianas
A iniciativa de regresso de
crianças ucranianas da primeira-dama do EUA, Melania Trump, conseguiu o retorno
de seis rapazes e uma rapariga para a Ucrânia, informou a Casa Branca em comunicado.
Em declarações citadas no texto, Melania garantiu que a sua “dedicação” para “garantir o regresso
seguro das crianças às suas famílias” era “inabalável”.
“Elogio a liderança e a diplomacia persistente da Rússia e da Ucrânia
na busca pela reunificação de crianças e famílias”, disse a primeira-dama, que
a “construção
de pontes” entre os
governos “criou um ambiente colaborativo tangível” e “uma âncora para o optimismo”.
“Em estreita parceria, o meu
representante e eu prestámos apoio humanitário dos Estados Unidos para melhorar
os resultados da iniciativa de reunificação. A minha esperança é que, em última
análise, os nossos esforços colectivos conduzam a uma maior estabilidade
regional”, lê-se ainda.
Há 1h16:57 Agência Lusa
Zelensky espera avançar no caminho para UE durante
Presidência cipriota
O
Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu que a presidência semestral
cipriota do Conselho da União Europeia (UE), que terá início em janeiro
próximo, permita avançar no processo de adesão aos 27.
Numa conferência de imprensa realizada em Kiev com o homólogo
cipriota, Nikos Jristodoulides, que visitou hoje a Ucrânia pela primeira
vez durante a guerra, Zelensky disse
esperar de Nicósia movimentações que sirvam para que possam ser iniciadas as
negociações sobre os diferentes grupos de capítulos que Bruxelas avalia ao
admitir novos membros.
“Contamos que nos próximos meses haja mais progressos no caminho da
Ucrânia para a UE. A Presidência
cipriota pode ser histórica pela abertura dos grupos de capítulos para a
Ucrânia e por outras decisões necessárias”, referiu Zelensky.
Há 1h16:52 Miguel Cordeiro
"Europa passa o tempo a tropeçar em
regras que não existem"
Bruno Cardoso Reis considera que a Rússia e os EUA só respondem a
demonstrações de força com a Europa a ter de mostrar poder. Acrescenta ainda que o cessar-fogo no
Líbano é cada vez mais difícil. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio
Observador.
Há 1h16:30 Observador
O que se passou até agora
Emmanuel Macron, Presidente de
França, expressou preocupações de que os Estados Unidos possam estar prestes a
“trair” a Ucrânia nas negociações sobre territórios ocupados, não fornecendo
garantias claras de segurança a Kiev. As
declarações foram reveladas numa chamada telefónica entre líderes europeus,
onde também participaram o chanceler alemão, Friederich Merz, o Presidente da
Finlândia, Alexander Stubb, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que
partilham preocupações semelhantes.
A Assembleia Geral das Nações Unidas
aprovou uma resolução exigindo o regresso
imediato e incondicional de todas as crianças ucranianas que foram levadas
à força para a Rússia durante a invasão da Ucrânia. A resolução foi
aprovada com 91 votos a favor, 12 contra
e 57 abstenções, instando a Rússia a garantir a reunificação das
crianças com as suas famílias e responsáveis legais.
O Reino Unido anunciou uma nova ronda de sanções
contra a Rússia em resposta ao recente relatório sobre a morte de Dawn
Sturgess, que esteve exposta ao agente nervoso Novichok. O anúncio foi
acompanhado pela afirmação do apoio contínuo do país à Ucrânia, com um
compromisso de 24,9 mil milhões de euros destinados a apoio militar,
humanitário e diplomático.
A Rússia está a preparar contramedidas
caso a União Europeia decida usar os fundos russos congelados para financiar a
Ucrânia. Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança
da Rússia, advertiu que tal acção
poderia ser considerada um “casus belli”, o que poderia justificar uma resposta
militar de Moscovo.
Há 3h15:14 João Francisco Gomes
"Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses
tipos." A chamada em que os líderes europeus desconfiaram dos EUA
Há mais informações, algumas
contraditórias, sobre a chamada telefónica de segunda-feira entre líderes
europeus.
Durante a conversa, segundo o Der
Spiegel, que revelou as transcrições, Emmanuel Macron terá dito que “há a
possibilidade de os EUA traírem a Ucrânia no tema do território, sem clareza
nas garantias de segurança” — e terá até acrescentado que há “um grande perigo”
para Zelensky.
O
gabinete de Macron, porém, diz que o Presidente francês “não usou essas
palavras”.
Já o chanceler alemão, Friederich
Merz, além de ter dito que Zelensky tem de ser “extremamente cauteloso nos
próximos dias”, terá dito ainda que “eles estão a jogar jogos, tanto convosco
como connosco” — uma
referência aos enviados dos EUA à Rússia, Steve Witkoff e Jared Kushner.
Ao
Politico, o porta-voz de Merz não quis comentar as declarações atribuídas ao
chanceler.
Também
o Presidente finlandês, Alexander Stubb, presente na chamada, parece ter
concordado. “Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos
com esses tipos”, disse Stubb, também referindo-se a Witkoff e Kushner. A afirmação terá merecido a concordância
de Mark Rutte, secretário-geral da NATO: “Concordo com o Alexander. Temos de
proteger o Volodymyr.”
Há 3h14:38 Manuel Nobre
Monteiro
Macron alerta para possível "traição" dos EUA à Ucrânia durante
uma chamada telefónica entre líderes europeus, avança o Der Spiegel
O Presidente francês, Emmanuel Macron, alertou para a possibilidade de os Estados Unidos estarem
prestes a “trair” a Ucrânia nas negociações sobre os territórios ocupados, não
dando garantias claras de segurança para Kiev, avançou o jornal
alemão Der Spiegel, que
revelou uma chamada telefónica entre vários líderes europeus.
Macron alertou para um “grande perigo” para Zelensky,
enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz disse que o líder ucraniano deveria
ser “extremamente cauteloso nos próximos dias”. O Presidente da Finlândia, Alexander
Stubb, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, concordaram que Zelensky não
pode ficar sozinho com os negociadores dos Estados Unidos, nomeadamente Steve
Witkoff e Jared Kushner.
A chamada
ocorreu após a administração Trump ter divulgado o plano de paz de 28 pontos (considerado demasiado
favorável à Rússia), levando a
posteriores negociações em Genebra que resultaram num plano de 19 pontos ainda
não aceite por Moscovo. A discussão incluiu, também, a utilização dos
activos congelados da Rússia para financiar ajuda militar e financeira à
Ucrânia.
Para além de Macron, Merz, Stubb e Rutte, estiveram
também presentes na chamada, o Presidente da Ucrânia, a presidente da
Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o primeiro-ministro da Polónia, Donald
Tusk, a primeira-ministra de Itália, Giorgia Meloni, a primeira-ministra da
Dinamarca, Mette Frederiksen, o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre,
e o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
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