O de Putin, que está como peixe na água, comandando de cátedra a sua guerra. Ou da simples cadeira, tanto faz. Sem risco para ele - é o que conta. Não, não faz questão de chefiar as suas tropas. Mas o seu nome é que perdurará na História, não haja dúvidas, nisto da sorte macaca. Macaqueadora, digo, em revisão da problemática bélica dos nossos tempos “democráticos”, em que tudo se permite - com lealdade, fraternidade, igualdade, seja qual for o significado disso. Daí que Zelensky não terá grande sorte, na expectativa da ajuda externa, acho.
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Zelensky pede tropas internacionais para dissuadir
Rússia
Presidente ucraniano diz
acreditar que as tropas internacionais são uma "garantia de segurança
real", e salienta que bombardeamentos russos não condizem com
"retórica supostamente pacífica" de Putin.
OBSERVADOR, 29
dez. 2025, 13:25 1
O Presidente ucraniano afirmou
esta segunda-feira que o envio de tropas estrangeiras para o país seria
garantia de segurança necessária e real para dissuadir a Rússia de novos
ataques.
“Para ser honesto, sim. Acredito que a presença de tropas internacionais
constitui uma garantia de segurança real, um reforço das garantias de segurança que os nossos parceiros já nos
oferecem”, disse Volodymyr Zelensky, em conferência de
imprensa via internet.
O líder ucraniano declarou
ainda que os bombardeamentos constantes da Ucrânia pela Federação Russa, não
condizem com a “retórica supostamente
pacífica” que o Presidente russo, Vladimir Putin, tem usado enquanto negoceia
com o chefe de Estado norte-americano, Donald Trump.
“Por um lado, diz ao Presidente dos
Estados Unidos que quer acabar com a guerra. Por outro lado, comunica
abertamente que quer continuar a guerra. Ataca-nos com mísseis, fala abertamente sobre isso, comemora a
destruição das infraestruturas civis e dá instruções aos generais sobre onde
avançar (…). Essas ações não correspondem à retórica supostamente pacífica que
[Putin] usa nas conversas” com Trump, salientou.
Zelensky esclareceu também
que o funcionamento da central nuclear de Zaporijia, no sul da Ucrânia, e as
questões territoriais continuam por resolver no plano para o fim da guerra.
“Duas questões permanecem: a central
nuclear de Zaporijia — como vai funcionar? — e o problema territorial. Essas
são as duas questões que ainda constam no documento de 20 pontos“, afirmou.
Os EUA ofereceram à Ucrânia “garantias
de segurança sólidas” contra a invasora Rússia por um período de 15
anos, renovável, disse também o presidente ucraniano.
Zelensky acrescentou ter
pedido a Trump, no encontro de domingo, na Flórida (sudeste dos EUA), um prazo
mais longo.
No domingo, Trump anunciou que Rússia e Ucrânia concordaram negociar através de
um grupo de trabalho, formado pelos principais colaboradores, para finalizar um
acordo de paz “nas próximas semanas”.
“A Ucrânia vai contribuir com algumas pessoas muito boas”,
disse em conferência de imprensa o líder dos EUA, no final do encontro com
Zelensky.
Trump acrescentou que, numa
ligação telefónica anterior, com Putin, obteve a aceitação do Kremlin para esta
mediação.
Rússia e Ucrânia estão em guerra
há quase quatro anos, depois de as tropas russas terem invadido território
ucraniano, em 24 de fevereiro de 2022.
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