Mereceu
a crónica de Helena Matos sobre a imigração no nosso país, tema candente
provocador de cóleras e ironias mais ou menos generalizadas. Pacífica que sou,
e suficientemente democrata, só posso aceitar com prazer o êxito da família
cubana que adquiriu o café por baixo da minha casa, que já passou por diversas
mãos – o café, não o sr. Cubano, está visto, pois nada sei dele a não ser que
parecem boas pessoas e trabalhadoras, exemplo para os anteriores donos do café,
que foram sucessivamente surgindo… por pouco tempo, sempre. Mas é apenas um
exemplo à minha medida obscura e afastada das realidades pungentes como as que
aqui se narram.
A reforma estrutural com que o
PS mudou Portugal: a imigração
Em 2017, Portugal contava com 3,6 %
de cidadãos estrangeiros. Em 2024 chegámos aos 15%. Se isto não é uma reforma
estrutural o que será então uma reforma estrutural?
HELENA MATOS;
OBSERVADOR, 08 jun. 2025, 05:06185
As ruas estão mais ou menos na mesma. O
estacionamento, esse, é cada vez mais escasso. Continuam no seu sítio as
cervejarias, restaurantes, barbeiros e oficinas. Já o que foi o Bairro 6 de Maio continua à espera do empreendimento que há uns anos, a acreditar nas
notícias, era mais um triunfo do betão e agora, segundo notícias que são
lídimas sucessoras das anteriores no estilo activista, é urgente para resolver
a crise da habitação. A linha de comboio que há-de ser modernizada
continua antiquada e até o núcleo do PCP parece mais memória que realidade.
Eleitoralmente falando estamos em terras
que começaram por passar do PCP para o PS e em que agora os socialistas ganham,
ou melhor dizendo ainda ganham, enquanto o PSD cresce muito lentamente e o
Chega quase multiplicou por dez a sua votação entre 2019 (2,20) e 2025 (21,20).
Mas neste cenário em que a paisagem
permanece quase como metáfora da ineficácia do Estado – o bairro Cova da Moura
é um imbróglio urbano-administrativo-judicial há 50 anos e até o que já
funcionou, como alguns túneis e passagens, deixa de funcionar porque não se
consegue garantir a sua utilização em segurança – a grande mudança é humana e é
dada pela imigração. Ou mais precisamente pelas características da imigração
dos últimos anos.
Na verdade, a esta outrora cintura vermelha foram chegando desde os anos 60 do
século passado cabo-verdianos que vinham trabalhar na então metrópole. Vieram
depois os retornados, os
angolanos… Portanto, e ao contrário do que acontece noutros locais
de Portugal, nesta zona não é de modo algum novidade a presença de
migrantes, imigrantes, estrangeiros. O que mudou foi o seu perfil – num raio de algumas centenas de metros existem quatro mesquitas – e a sua quase
omnipresença em alguns locais.
Ao caminhar nas ruas da
Damaia-Reboleira tornou-se-me óbvio que é falso afirmar que os governos de
António Costa não reformaram o país. Na verdade, o PS mudou estruturalmente o
país. E sabemos como, lei da nacionalidade e lei dos estrangeiros, e quando,
2017.
Em
2017, segundo o Eurostat, Portugal contava com 3,6 %
de cidadãos estrangeiros. No final de 2023 esta percentagem ia em 9,83 %
também segundo o Eurostat. Mas quando a AIMA actualizou estes dados para 2024
chegámos a 15% de população imigrante.
Se isto não é uma reforma estrutural
o que será então uma reforma estrutural?
Já se sabe que existem países onde estas
percentagens são mais elevadas, o que não minora de modo algum os nossos
problemas mas deixa perguntas a que temos de responder, nomeadamente sobre
as formas de acolhimento e o perfil dos
imigrantes: a Suíça tem uma
percentagem de 31,2% de imigrantes mas tem incomensuravelmente menos problemas
nesta matéria que a Bélgica que conta com 19%. Os países não são todos iguais
na forma como acolhem e os imigrantes também não. Sabemo-lo
bem por experiência própria como emigrantes!
Em Portugal há um antes e um depois
dos governos de António Costa nesta matéria. Habitualmente
assaca-se a responsabilidade da alteração da legislação sobre estrangeiros à
nefasta influência do BE e do
PCP na
geringonça de esquerda que então governava Portugal. Mas essa é
apenas uma parte da explicação e em boa parte visa mais desculpar
António Costa e o PS do que retratar a realidade. António Costa não só
não hesitou em afastar Luísa Maia Gonçalves, a directora do SEF que ele mesmo
nomeara, quando esta se manifestou contra as alterações legislativas e alertou
para o impacto negativo que estas teriam nas políticas de imigração, como o seu governo tratou de impedir
que o parecer do SEF chegasse ao parlamento quando as alterações à legislação
estavam a ser discutidas.
O PS não precisou da ajuda do
BE e do PCP para alinhar com entusiasmo e vigor nas acusações de xenofobia a Passos Coelho quando este alertou
para o tremendo erro que se estava a cometer: “Pela primeira vez em muitos anos
tivemos em Portugal um líder político do maior partido da oposição a ensaiar um
discurso racista e xenófobo, à semelhança do que vemos noutros países, como França
e Estados Unidos” afirmava João Galamba, enquanto António Costa propalava que “O PSD e o seu líder, Pedro
Passos Coelho, estão “mal informados” em relação à lei da imigração”
e Ana Catarina Mendes acusava Passos de espalhar o medo. Em 2023 já não existia geringonça alguma
e o ministro da Administração Interna era nem mais nem menos que o moderado
José Luís Carneiro quando foram atribuídas autorizações de residência a
milhares de imigrantes de países de língua portuguesa sem que se verificasse o
registo criminal do país de origem, como a lei prevê.
Em Portugal, além da culpa que morre
solteira temos também a culpa com que vivem aqueles que se aliam ao PS. O BE e o PCP não enganaram ninguém. O PS
sim. Mas para memória futura registe-se que sim, o PS de Costa fez uma
reforma estrutural. Chama-se imigração
descontrolada.
Imigração Mundo
Imigrantes Reforma do Estado Estado Política
COMENTÁRIOS (de 185)
Ricardo Ribeiro:Por essa reforma estrutural, e
a todos os responsáveis pela mesma, devia ser aberto um processo criminal por
todo o mal que impuseram ao povo português e ao país e que levará décadas a tentar-se
minorar e resolver o problema resultante dessa reforma. Biltres! E n e r g ú m
e n o s! Hugo
Silva: Quando leio aqui,
os apoiantes do PS2, a enxovalhar António Costa e os seus governos, dá-me
vontade de perguntar.... onde andou o PSD desde 2017? Que iniciativas tomou o
PSD, desde 2017 até 2023, como maior partido da oposição, para travar essas
medidas (nacionalidade e imigração)? Quando o CH denunciou essa barbaridade,
que adjectivos foram utilizados pelos Sociais-Democratas, para desvalorizar
esses alertas? Zero. O PSD, por omissão, é também um dos responsáveis pelo
estado a que isto chegou. Alfaiate
Tuga: Pois, eu tenho dito o mesmo, como foi possível em 8 anos de governo o PS
escavacar o país da maneira que escavacou ? Mas a pergunta agora é como se resolve? O Ventura diz que quer expulsar
os que cometem crimes após o cumprimento da pena, como todos sabemos em
Portugal é dificílimo ser condenado, vejam o 44, ou seja, por aqui não vamos
lá. O PSD acabou com a manifestação de interesse, vai no caminho certo, mas não
devolve ninguém ao país de origem. Eu quero é saber como é que enviamos os
invasores para fora das nossas fronteiras, e sobre isso tenho ouvido muito
pouco. Temos de ser rápidos, se não agirmos rápido os colonizadores começam a
ter crias que obtêm nacionalidade portuguesa ao fim de 5 anos , está a contar…. A lei tem de ser mudada já, a
obtenção de nacionalidade tem de ser muito mais difícil, o acesso às escolas
públicas só pode ser permitido a filhos de portugueses. É preciso gente para
trabalhar em alguns sectores, pois se corrermos com os invasores esses sectores
terão de pagar mais para atrair os portugueses, se não quiserem pagar, fechem.
Não podemos ser um país de mão-de-obra barata. Portugal não precisa de
imigrantes para se desenvolver, precisa é de se livrar deles e depressa. A
imigração é responsável pelo caos na habitação, ensino , saúde, insegurança,
etc. Os portugueses tinham um país que nos últimos 8 anos lhes foi sendo
roubado, agora têm de o partilhar com gente que não contribuiu em nada para o
construir. ESTOU A AGUARDAR PARA SABER O QUE VAI FAZER O NOVO GOVERNO.. EU PELA MINHA PARTE COMPLICO A
VIDA A TUDO O QUE NÃO FALA PORTUGUÊS DE PORTUGAL OU OS CONTRATA. NÃO USO TVDE,
NÃO USE UBER EATS, JÁ DEIXEI DE FREQUENTAR ESTABELECIMENTOS COM
ENPREGADOS ESTRANGEIROS. SE TODOS FIZESSEM COMO EU JÁ ERA UMA GRANDE AJUDA. Carlos
Chaves: Que pena Helena, estas notícias
chegarem com tanto atraso... ou melhor terem sido mantidas na escuridão da
comunicação social! O PS está a destruir Portugal desde 1974 e ontem o tal “moderado”
Carneiro em pele de “borreguinho” socialista que refere, não saiu dos ecrãs e
das caxas dos dos jornais, incluindo este! E Passos Coelho como sempre foi e é
crucificado em praça pública, pelos seus colegas de profissão, deplorável! João
Floriano: Leitão Amaro anunciou por estes
dias o início do reagrupamento familiar. Quantos milhares entrarão por conta
desse reagrupamento familiar? De seguida, veio pôr água na fervura acrescentado
que será feito de acordo com as condições e possibilidades do país. Isto quer
dizer que pouco ou nada se fará e que a pressão sobre as principais cidades e
sobre bairros já saturados irá aumentar. Grande reforma estrutural sem dúvida
que podemos agradecer a António Costa! Mas há outros culpados. Rui Rio que agora é o mandatário de Gouveia e
Melo, foi o lider da oposição mais sui generis que se possa imaginar: não fazia
oposição e era enxovalhado cada vez que António Costa se dirigia ao Parlamento
com um dicção fanhosa e muita arrogância e má educação. Mas os
portugueses que votaram PS em 2019 e até lhe deram uma maioria absoluta em
2022, também tiveram culpas no cartório. E agora como se resolve isto? Já
se percebeu que não vão sair daqui porque vários países da Europa estão a impor
limites. Há sobretudo falta de Habitação. Todos os dias se descobrem
antros, caves, garagens, armazéns em que pessoas se amontoam numa enorme
promiscuidade, as mafias grandes ou pequenas movimentam-se em liberdade. Ontem
Carneiro relembrou os ensinamentos que conseguiu com Costa, o que não é nada
abonatório. Os políticos do centrão fingem ignorar que estamos a levar às
costas um barril de pólvora. Mas que país é este que o PS nos deixou e que
a AD finge que quer reformar? Tim do A: Costa e o PS fizeram mais
reformas para além da invasão de Portugal por migrantes. A maluca da Temido destruiu o SNS, criaram um problema terrível na
habitação e instituíram a propaganda homossexual para as crianças e o
facilitismo na educação. Espero que o PS nunca mais volte a governar Portugal. hermes
trimegisto:. Não há um jornalista que pergunte ao Costa dos 38 mil
por mês em Bruxelas o que ele tem a dizer agora da sua magnífica política de
imigração? e já agora a todos esses outros personagens como o Galamba e a
Mendes? e não é um escândalo que um parecer do SEF sobre a alteração da Lei
tenha sido escondido do Parlamento? isto não é crime? Uiros Ueramos: numa palavra, Costa = traidor
dos valores civilizacionais europeus dos portugueses. Ana Bosque: Mas socialismo é isso. Miséria social e económica,
perda de liberdade, obscurantismo e, claro, impostos. Se alguém tiver dúvidas que
olhe para Espanha. Degrada-se de dia para dia, tudo o que incomoda, como as
cheias ou o apagão, esconde-se e já se fala em expropriar as segundas casas. Felizmente livrámo-nos do
Costa. Nem quero pensar em como estaríamos se ele não quisesse ir para a
Europa. Porque o povo andava anestesiado a arder em fogo brando. Vitor
Batista: Costa atirou com Seguro borda fora, já com o intuito
de orquestrar um plano para nos derrotar, e conseguiu-o, porque nunca iremos
recuperar desta selvajaria a que nos votou, porque como pais e com o Estado que
temos, nunca iremos conseguir recuperar desta catástrofe, e dentro de 20 anos o
país estará irreconhecível e muito pior, passaremos a ser a retrete da Europa,
enquanto os traidores irão continuar a fazer vénias aos corruptos e ladrões que
nos meteram nisto. Ainda haverá tempo para
os chamar à responsabilidade, motivos não faltam, basta começar pelo siresp e
pelos kamovs, para podermos levar a tribunal o maior ladrão, gatuno e
destruidor da nossa história. Maria Tubucci: Muito bem HM, Portugal terá de
responder sob a forma de “reforma estrutural” desinstalando o PS do poder.
Fazer com que seja exterminado porque é indigno de o ter, atingiu um grau de
corrupção tal, que vendeu uma nação por 30 dinheiros, ou melhor, por 32 mil
euros que o dono lhe põe no prato todos os meses. A importação massiva de
pessoas com um software totalmente incompatível com o nosso não tem perdão,
nunca o terá. Agora há que reverter o que foi feito e impedir que novos Costas
e afins tenham poder. Fazer novas leis que não conspurquem a nossa história nem
a nossa identidade, ser português não pode ser só um cartão que se dá ao fim de
5 anos é muito mais… Ana
Luís da Silva: Acabe-se com esse mito de que “precisamos” de imigração, se faz favor! A imigração não soluciona nada
a médio longo prazo, bem pelo contrário, é uma fonte de problemas graves no
presente e para o futuro. Não precisamos de imigração, convençam-se disso! Talvez um empresário ou
outro sem escrúpulos ou em risco de falência, mas tão-só. Esse jargão foi lançado
precisamente por esses “moderados” que regem o Estado Português desde há uma
década para cá. Aos socialistas somou-se agora a AD, na pessoa de Leitão Amaro
e mais o “reagrupamento familiar”… esta gente está toda doída?! A imigração avassaladora que
invadiu Portugal que baixa a produtividade per capita do nosso país, - e desse modo aumenta
exponencialmente a mancha de pobreza em Portugal… pelo lado da oferta, por não
trazerem valor ao mercado de trabalho, aceitando trabalhar como escravos e com
baixos salários, e do lado da procura, diminuindo as casas disponíveis para os
portugueses com isso aumentando o valor das rendas, pressionando os serviços
públicos de saúde, educação, segurança, segurança social a ponto de os
degradarem fortemente para os cidadãos que deles mais necessitam; - que altera a geografia humana
das nossas vilas e cidades; - que enterra a nossa cultura e
civilização ocidentais milenares; - que degrada as mulheres a
seres humanos de segunda categoria; - etc, etc Caros co-cidadãos que tenham votado na AD, ou pior nos
socialistas, em 18 de maio… era isto que vocês queriam que acontecesse a
Portugal: mais meio milhão de pessoas estrangeiras a invadir o nosso pequeno
país e a substituir os nossos jovens que emigraram? Onde vamos arrumá-los? Em
vossas casas? Será que não há visão política para ver que quando os bens
essenciais começam a ser escassos se criam as condições certas para o mal-estar
social, o conflito, a violência? E aqueles que vêm não sabem o que são os
nossos lusos brandos costumes: resolvem as frustrações à facada ou com armas de
fogo. Agradeçam a António Costa, ao
novo presidente do PS e a Montenegro. Este último, mostra bem de que material é
feito: nomeou progressistas, wokistas e lobistas para ministérios e secretarias
de estado. E é assim, deste modo deslizante, mas sempre a descer: de moderação
em moderação até ao desastre final! Maria
Paula Silva: Aquilo a que a HM chama
imigração descontrolada, eu acrescento: imigração descontrolada e sem
regras = invasão demográfica. A Suiça é o único país que tem regras restritas.
Por exemplo, imagine-se um emigrante português que foi para a Suíça há 10, ou
20 ou 30 anos e que lhe nascem lá os filhos. Esses filhos só podem requerer a
nacionalidade suíça quando atingirem os 18 anos e SÓ SE ficarem a viver e a
trabalhar na Suiça. E acho muito bem. Aqui, em PT, elas aparecem uns meses antes de parir, têm os filhos em
hospitais portugueses e tanto os bebés como os pais ficam automaticamente com a
nacionalidade portuguesa. Isto não tem que ser mudado? Paulo Machado: Já se fala mais abertamente no
tema, possivelmente devido à perda de poder do PS, Mas é necessário ir mais
longe e falar no perfil dos imigrantes. Continuamos a falar como se o Americano
que vem para Cascais tenha a mesma integração do Paquistanês em Melides e não é
um e uma e a mesma coisa VASCO
MACHADO: Há poucas
semanas, uma jornalista sénior que participa pontualmente em programas da Rádio
Observador, disse na antena, sobre as circunstâncias da saída de António Costa
do governo para se posicionar para Bruxelas, "está tudo por contar",
" essa é a história jornalística que se devia estar a contar". Eu
também acho! Na redacção da Rádio Observador (e noutras) esta dica de furo
jornalístico tem caído em saco-roto. Os jornalistas que a compõem têm preferido
praticar o exercício de atribuição de notas a políticos (2× ao dia), a pegar
nessa dica e investigá-la. Eu não sei se a Helena Matos, ao vir abordando o
trágico legado de António Costa, está ou não a manter o assunto à tona a ver se
alguém lhe pega. Mas eu, enquanto ouvinte, leitor e assinante, espero que sim! Alexandre
Barreira: Pois. Cara Helena, E por essas...e outras.
O Chega....chegou...viu e
venceu....!!! Hugo
Silva: Já escrevi
anteriormente... De que têm medo os jornalistas? Não há um, um único jornalista, que
pergunte a António Costa, o que ele pensa sobre este tema? Não há um único
jornalista com coragem para questionar António Costa sobre o estado a que isto
chegou? Sobre a sua responsabilidade e dos seus governos? A comunicação social
está como o PS, a bater no fundo. Cobardolas. Ana Maria
Caldeira: Excelente análise como sempre. Triste realidade. Luis Leal:
António Costa é,
para mim, o maior criminoso da terceira república! São tantos os factos
praticados sob o chapéu da política, ao longo de tantos anos, que não
compreendo que ninguém pegue no seu legado, ou cadastro. Incompreensivelmente, o PSD de
Luís Montenegro tem procurado mitigar este passado, (I) apoiando a candidatura
do Costa à presidência do CE; (Ii) chamando António Vitorino para recuperar a
ordem na imigração, quando este é corresponsável pela realidade caótica
europeia em matéria de imigração e asilo e, por isso, também responsável pelas
mudanças políticas em curso; suportando o actual PS na recuperação do seu
posicionamento ao centro, que claramente é instrumental para construir o seu
futuro à esquerda. Pedro
Lucas: De acordo. Costa
ainda há-de ser julgado por traição e estarei a bater palmas no tribunal. Só
fico perplexo quando diz que foi a caminhar pela Damaia/Reboleira que concluiu
tal coisa. Moro perto e o problema não está aí, está na coroa metropolitana,
está nas vilas e cidades alentejanas, está já no Norte, em Guimarães, está no
centro de Coimbra, onde as repúblicas caem em pedaços enquanto os imigrantes
pseudo-escravos ocupam os R/C e as caves nas ruas históricas, está no Algarve
onde nos vendemos ao turismo que agora escraviza essa turba escura para servir
ingleses e demais. De facto, chega. mjoao pgomes: Quando ouço citar o PS como um
dos pilares da democracia, percebo até que ponto as pessoas não conseguem
separar o passado do presente. Também penso que o PS se serviu da geringonça
como desculpa para seguir políticas que eram suas. Com o objectivo de se
eternizar no poder! Com a ajuda da CS, pensei mesmo que podia acontecer. Nesse
aspecto as eleições, que todos diziam que não serviam para nada e que os
portugueses não as queriam, foram um marco. Não só a abstenção desceu, como os
portugueses perceberam que têm poder e que a CS vive numa bolha que está cada
vez mais identificada. Nota: a secção de informação deste jornal também vive
nessa bolha. Pergunto, sendo relativamente jovens e sabendo-se a qualidade dos
eleitores do PS, a que se deve este fenómeno? Será efeito das escolas de
jornalismo? Pedro
Abreu: O que foi feito
nos 8 anos do oriental e dos alienados bloquistas woke do PS foi criminoso.
Lembro que o governo caiu durante todo este processo de bandalheira
institucionalizada que duraria até aos dias de hoje. Ana Catarina Mendes
decretou num discurso na AR que estava na altura de termos uma sociedade mais
diversa. Isto roça o alienado. Foram estes que nos governaram e que agora estão
em Bruxelas, pelo excelente trabalho que fizeram. José Paulo Castro: Ainda bem que lembra quem foi o
actual futuro líder do PS - o tal que vai dar a mão a Montenegro para que tudo
fique na mesma - e a sua responsabilidade maior enquanto ministro: só e apenas
o maior período de expansão da imigração em Portugal. Não ouvi nenhum mea culpa.
Ainda estão em análise. João
Floriano > Mario Figueiredo: Bom dia, Mário! Sem querer defender Helena
Matos, a verdade é que muitos acabavam por sair. Usavam Portugal como porta de
entrada e logo que podiam partiam para o norte da Europa onde muitos já tinham
família e os subsídios e apoios sociais eram bem mais generosos. Os anos de
pandemia serviram para nos distrair do problema: estivemos em larga quarentena
e a nossa preocupação era o covid. A imigração e os seus efeitos entraram na
agenda, não só porque é impossível ignorar o estado a que isto chegou, mas
também porque o CHEGA obrigou a que o assunto deixasse de ser tabu. Carlos Real: Tudo o que a Helena diz esta
factualmente correcto. Apenas faltou dizer que o PSD e Montenegro alinharam no
mínimo pelo silêncio ensurdecedor. Quando acordaram já Ventura e o Chega tinham
avisado há muito, e sido os únicos que tinham alertado para este drama. Quem
falasse desta invasão era logo apelidado de racista e xenófobo. Todo o centrão assim
o classificava. O PSD está a mudar simplesmente porque o oportunismo do votinho
os faz estarem cheios de medo, que o Chega absorva o eleitorado laranjinha.
Estes falsos apenas gostariam de manter o discurso humanista dos pobrezinhos
que chegam. Apenas o pânico de perderem o poder os faz fingir a mudança de convicções.
Como gosto mais do original, que cópias mal amanhadas da contrafação, continuo
a preferir o Ventura.
Americo Magalhaes: Tenho para mim que esta Imigração imposta pelo PS com conhecimento consciente e a sonsice do
PS-2 de Montenegro, é o processo da 4a Bancarrota já neste momento em curso . O
SNS é um caos . Os portugueses qe ao longo de dezenas de anos contribuiram
agoram não têm acesso. A Escola Publica é a desgraça e degradação que vemos
nos ultimos 5 anos. A alternativa é o Privado mas só para quem tiver condições
economicas. A Segurança dos portugueses não é garantida , e tanto o PS como o
PS-2 rejeitam alterar urgentemente as Leis . A Segurança Social vai rebentar
com o excesso e a crescente subsidodependencia dos Imigrantes .
Portugueses que
ao longo de dezenas de anos ( avós, pais e actuais contribuintes ) contribuiram
para a SS terão as suas reformas reduzidas para menos de metade. O PS e o PS-2 já
estão a preparar a narrativa para culpabilizar " alguém " , nunca
eles mesmos. Terão a ajuda da CS miserável . Vem aí mais uma carrada de
impostos, coloquem os cintos de seguranca. ………………… ..........................
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