Habitual em ALBERTO GONÇALVES.
É mesmo caos. Mundial. Que o mundo
inteiro deixa que exista.
Não é de admirar que deixe. Se deixa que
vigorem os Putins, como uma imagem de justo sentado modestamente na cadeira do
acesso exclusivo aos fotógrafos televisivos…
De estarrecer, o que conta AG, indignado e sem risos. Mais ainda
que isso da invasão da Ucrânia, jeito comum, afinal, nas Histórias dos povos de
qualidade invasora das Ucrânias da sua ambição. O que AG conta é sórdido como
crime e como permissividade mundanal a esse establishment
de imoralidade sem critério. Um nome de candidato – democrata - a uma
câmara, adepto da violência extremista contra ISRAEL. Mamdani se chama.
E repetimos, com AG:
«Destruir
o “sistema”, o modo de vida, enfim o Ocidente, pedaço a pedaço. É preciso
um grau assinalável de estupidez para que os moços e as moças que estudaram na
Columbia e habitam em Tribeca participem com galhardia nesta guerra à sua
própria existência. Donde a questão: quando é que as universidades
desataram a formar idiotas?»
Um jihadista em Nova Iorque
O patrocínio das “elites” que
conquistaram os “media” e da ala mais tresloucada dos democratas esclarece o
objectivo da empreitada de que o sr. Mamdani é o rosto: destruir.
ALBERTO GONÇALVES Colunista do
Observador
OBSERVADOR, 28 jun. 2025, 00:203
Conhece Zohran Mamdani? Eu trato das apresentações. Desde
a passada terça-feira, o sr. Mamdani é oficialmente o candidato democrata à
câmara de Nova Iorque, logo o favorito a vencer as eleições de Novembro. Nasceu no Uganda, tem 33 anos e professa o islamismo e
o comunismo. Defende que “a violência é uma construção social”, excepto
a violência praticada pelos tribunais que condenam criminosos e pelos polícias
que os prendem. Parece
que quer substituir a polícia, que ele garante ser “racista” e “anti-queer”,
por assistentes sociais nos bairros de maior criminalidade. Jura incentivar a
imigração, legal ou ilegal não importa. Promete transportes públicos gratuitos,
supermercados geridos pelo município e congelamento de rendas. Opõe-se aos construtores privados e,
pelos vistos, a tudo o que cheire a privado. Propõe duplicar o salário mínimo e
aumentar em dez biliões de dólares os impostos às grandes empresas e à riqueza
patrimonial. Eu avisei que ele é comunista.
Também avisei que o sr. Mamdani é
muçulmano. E xiita. E dos que acarinham uma susceptibilidade especialíssima a
Israel e aos judeus. Sendo
um “activista” pró-“Palestina”, apoia o
movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), que visa o absoluto
isolamento cultural e comercial de Israel. Apoia com igual empenho a “globalização da Intifada”, propósito que subscreveu em diversas
ocasiões. Isto é, o sr. Mamdani defende a perseguição
dos judeus onde quer que eles se encontrem e seja por que meios for. O que vale é que ele se diz pacifista e
que, relembro, a violência é uma construção social. Além disso, como se viu na
parte da habitação, construções sociais são uma das prioridades do homem.
Anti-semita? Nem por sombras: apenas um vulgar
anti-sionista, leia-se alguém que não reconhece o direito de Israel a existir. Quando em entrevista o questionaram
acerca desta última parte, o sr. Mamdani hesitou o suficiente para ficarmos
esclarecidos. Aliás, na
Assembleia do Estado de Nova Iorque de que tem sido membro, o sr. Mamdani
recusou há semanas assinar uma resolução que assinalava o aniversário de
Israel. E há cinco meses não assinou uma resolução que condenava o Holocausto.
Se ele é anti-semita, qualquer dia até Goebbels é rotulado com o epíteto.
Antes de deslizar para a política, o
sr. Mamdani teve uma carreira falhada enquanto “rapper”, com “canções” contra a
“islamofobia” e a favor (ora adivinhem lá) da “Palestina”, o território que lhe
ocupa a cabeça nos momentos em que não sonha arrasar NYC. Porém, o cadastro da criatura já vai
longo que chegue, pelo que é escusado cavar fundo. Se cavarmos à superfície,
verifica-se a curiosa composição socio-demográfica da base eleitoral do sr.
Mamdani. As minorias estão com ele, leia-se a minoria
muçulmana, que preencheu o lugar dos operários na hagiografia da esquerda. Os negros
não estão particularmente com ele. Nem os trabalhadores menos abonados. Nem os
pouco instruídos. Grosso modo, os eleitores do sr. Mamdani pertencem sobretudo
à “maioria” democrata de Manhattan e Brooklyn: brancos, jovens, com
remunerações muito acima da média ou filhos de famílias com remunerações muito
acima da média. E, destaque-se, com formação académica superior. Na essência, são os agentes da
“gentrificação” que ele anuncia combater.
Não sei como é que o sr.
Mamdani resolverá a contradição acima. Ou como vai conciliar os delírios
“identitários” do partido com a campanha regular nas mesquitas da “comunidade”
que orgulhosamente integra. Ou como justificará o caos e o crime que as suas
medidas agravarão junto das populações que finge proteger. Ou como irá gerir a
Intifada na segunda cidade judaica do planeta. Mas o provável é que não
precise de resolver, conciliar, justificar ou gerir coisa nenhuma. Quem
vota nele não está para subtilezas ou sofisticações de pensamento. O patrocínio
inequívoco das “elites” que conquistaram os “media” e da ala mais
tresloucada dos democratas (e a concorrência é feroz), de “Bernie” Sanders a
Alexandria Ocasio-Cortez, esclarece o objectivo da empreitada de que o sr.
Mamdani é o rosto: destruir. Destruir o “sistema”, o modo de vida,
enfim o Ocidente, pedaço a pedaço. É preciso um grau assinalável de
estupidez para que os moços e as moças que estudaram na Columbia e habitam em
Tribeca participem com galhardia nesta guerra à sua própria existência. Donde a
questão: quando é que as universidades desataram a formar idiotas?
O ensino dos “estruturalistas”
franceses na América começou nos anos 1960. Os avisos de Alan
Bloom em “The
Closing of the American Mind”
são de 1987. A “teoria crítica” e (desculpem) a
“interseccionalidade” contaminaram mortalmente os currículos das “ciências
sociais” [sic] na
viragem do século. A sandice “woke”,
os motins do BLM, as “reparações” e a remoção de estátuas entraram em rédea
solta em 2020. A
perseguição de judeus nos “campus” tornou-se legítima a 7 de Outubro
de 2023. Façam as contas. E façam o favor de ter vergonha na
cara sempre que vos apeteça enxovalhar os “iletrados” que, mereça ele ou não,
escolhem Trump. São esses
“iletrados”, os que prezam o esforço e a memória, aquilo que resta da América.
Nova Iorque, repleto de mentecaptos com diploma e dinheiro, arrisca-se a ficar
definitivamente de fora.
NOVA IORQUE ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA AMÉRICA MUNDO EXTREMISMO SOCIEDADE ISLAMISMO RELIGIÃO
COMENTÁRIOS
Albino Mendes: Esta semana não comento, mas agradeço a crónica.
Rui Lima: O Ocidente acabará assim
destruindo por dentro a política de portas abertas deixou entrar povos com ódio
ao Ocidente que ditará o seu fim . Vejam o que se passa em algumas cidades
francesas, Lyon com bandeira da palestina , A Câmara Municipal de Lyon votou,
em 26–27 junho de 2025, uma subvenção de 50 000 € à UNRWA, já tinha votado
50 000 para a Cruz‑Verde , mais 50 000 € para projectos de Médecins du Monde
em Gaza … uma bâche violeta na grade da prefeitura, com apelos como: “Cessez‑le‑feu
immédiat à Gaza”, Quem decide a maioria em muitas cidades são os muçulmanos o seu número de
votos tira às cidades a direita dando o poder à esquerda que para os cativar
lhe promete tudo e faz tudo.
A Sameiro: Caminhamos a passos largos para uma guerra
"civil" mundial
observador censurado: Com cerca de 3 milhões de imigrantes antes do
reagrupamento familiar, uma grande parte adeptos de "Alá", quantos
anos teremos de "paz" e "sossego" até o presidente de Portugal
ser um fervoroso adepto do Islão?
José Paulo Castro: Uma boa ocasião para um republicano ganhar a Câmara de
Nova Iorque.
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