terça-feira, 8 de julho de 2025

Continuação dos COMENTÁRIOS

 

Ao texto anterior:

UM PROBLEMA SÉRIO

Vitor Batista: A IL com artistas destes a proferirem o mantra do euromilhões nunca irá longe.    Rui Lima: Mário, Revolução Industrial (Inglaterra, século XVIII-XIX) migração do campo para a cidade criou escassez de mão-de obra agrícola, aumento dos custos de produção agrícola. Resposta: Invenção da ceifeira, a semeadora e depois os tractores… Japão depois de 1990. População envelhecida, baixa natalidade escassez de trabalhadores Resposta: investimento maciço em automação e robótica industrial… Lembre-se do COVID-19, com trabalhadores em casa, acontece restruturação em vários sectores. Aceleração da automação, teletrabalho, inteligência artificial e digitalização de processos. As empresas adaptaram-se com menos pessoal mas mais eficiência       obs. Se fosse possível sempre ir buscar trabalhadores quando faltam ainda estávamos a transportar as mercadorias em carrinhos de mão, a imigração é um freio à inovação. Podia continuar l Não há nada pior para a produtividade que abundância de mão de obra pouco qualificada é uma grande desgraça Tim do A: Como disse Rui Lima, se muita população fosse sinal de prosperidade, a África estaria a enriquecer a rodos. A IL Woke está cada vez pior.                 Maria Cabral: Somos um país pobre, ou somos um país gerido por desqualificados que adoptaram como estratégia sugar até à medula qualquer tentativa de prosperar, alimentando elites partidárias e funcionários para todos os gostos. Somos 10M, um território com enorme diversidade, uma área marinha riquíssima, características climáticas únicas, uma floresta das mais diversas do planeta, paz. Digam-me em que é que somos pobres, se não é só de espírito. Estamos reféns de políticos e aparelhos partidários a quem interessa que nada funcione. É só mesmo nisso que somos pobres.                   Luis Santos: Em Fevereiro tentei marcar uma consulta para a minha médica de família e só consegui para OUTUBRO. Quando questionei sobre o absurdo do tempo de espera deram-me dois motivos, um uma médica de licença de maternidade sem data prevista para regressar, o outro a enorme afluência de imigrantes e as suas famílias. Mas como diz o articulista a culpa é minha por ser português.              Paulo Machado: Paguem em condições e arranjam trabalhadores para tudo. Querer pagar 760 euros para trabalhar 6 dias por semana em turnos pois aí só mesmo os imigrantes.           António Afonso: Artigo inútil e sem sentido, com clara manipulação da realidade. A imigração descontrolada é que nos vai trazer mais pobreza, para além dos riscos acrescidos de estarmos a receber potenciais terroristas, inimigos das sociedades europeias.               Ana Luís da Silva > Rui Lima: Excelente comentário! A visão de Rui Lima eleva o tema em análise e ofusca a cegueira de quem debita alarvidades como esta: a de que “precisamos de imigração”. Precisaremos se quisermos manter o estado miserabilista e de mão estendida do nosso país.                Luís CR Cabral: Tudo isso pode estar mais ou menos certo desde que venham imigrantes que se identifiquem ou pelo menos aceitem a nossa cultura e não aqueles que querem vir para formar ghetos onde se regem pelas suas próprias regras que muitas vezes são contrárias ao nosso modo de viver.                 helder carvalho: "Sem imigrantes resta-nos a pobreza". Julgamos haver aqui um grande equívoco, da sua parte. Certamente quer dizer: com esta imigração e com esta entrada de imigrantes, de forma descontrolada, "resta-nos a pobreza". Explique-nos qual é o contributo que essas lojas da Lycamobile, da venda de fruta, da venda de bugigangas, as barbearias, as lojas da rua do Benformoso dão para que este país saia da pobreza? Tudo lojas que se expandiram de forma descontrolada. Tal como a entrada dos imigrantes. Para tudo isto há responsáveis que se comportam como se não tivessem qualquer responsabilidade, irresponsáveis que tentam passar pelos intervalos dos pingos da chuva. Veja só uma situação que se passou nos anos sessenta e setenta e que os nossos governantes deviam conhecer e analisar. A Alemanha. Nestes anos recebeu centenas de milhares de imigrantes, turcos, gregos, espanhóis, portugueses e de outras nacionalidades. Sabe qual é a grande diferença com o que se passa hoje aqui? Na Alemanha os imigrantes tinham que ter garantia de emprego e casa para habitar. O que faz toda a diferença. Não é verdade, o que é muito grave, é que os portugueses culpam "os imigrantes de tudo e mais alguma coisa" Os empresários e muitos outros portugueses, sabem da importância que os imigrantes têm para a economia do país. A grande maioria dos portugueses criticam é a forma descontrolada como entraram aqui e o caos que isso gerou em muitos aspectos. Embora tarde, este governo está a tentar resolver a situação, alguns casos já sem solução. Este governo esteve muito tempo mais preocupado em atacar a direita. Agora está a reconhecer que a direita tinha razão e está a dar ouvidos às críticaque lhe apontaram.                    Afonso Soares: Portugal é pobre porque nunca precisou de trabalhar, de cultivar a exigência e porquê? Nos séculos XVI/XVII viveu das especiarias vindas do Oriente. Nos séculos XVII/XVIII viveu do ouro do Brasil. No séculos XIX/XX viveu do petróleo, diamantes, café e madeiras preciosas de Angola. A partir do fim do século XX e até agora dos subsídios da UE. Trabalhar e investir para quê? Portugal nunca teve uma elite verdadeiramente empresarial. O que tínhamos era baseado nos baixos salários e no analfabetismo do povo que teve de emigrar. Agora recebemos imigrantes iguais aos portugueses que emigraram para todo o mundo durante o século XX. Não podemos esquecer que corremos com os judeus no século XV, que eram os detentores do capital. Que o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas que detinham o ensino em Portugal e por fim não esquecer a barbárie que foram as nacionalizações efectuadas no 25 de Abril que destruíram toda a nossa actividade económica. E também para nossa infelicidade fomos e somos governados por políticos incompetentes e oportunistas que fomentam a subsídio-dependência. Formamos jovens e depois oferecemos-lhes ordenados de m..da e eles emigram para Países que lhes oferecem melhores condições. Às vezes admiro-me e pergunto-me porque é que estes imigrantes escolhem Portugal e só pode ser porque vêm de Países ainda mais pobres. Enquanto não mudarmos este estado de coisas vamos continuar pobres por muitos e muitos anos.                   Rui Lima > Mario Figueiredo: Muito bem, Mário, gostei, na verdade há dois grandes interesses por detrás das fronteiras abertas: os patrões, que querem mão-de-obra barata, e a esquerda, que vê futuros eleitores. A narrativa da necessidade de imigrantes raramente é sustentada com dados sérios sobre sectores, qualificações ou impactos reais. Em vez de resolvermos os problemas estruturais como a baixa natalidade ou os salários baixos, estamos a empurrá-los com a barriga. A imigração massiva sem critério não é plano de futuro, é fuga ao debate difícil.                 José Martins de Carvalho: A imigração é um recurso que usam as regiões que estão a perder população activa, enquanto houver outras regiões em que ocorre o contrário. Não é um mal em si, como provam o crescimento da América, e o da Europa desenvolvida algumas décadas atrás. O que se deve criticar é a imigração de mão-de-obra barata e abundante, enquanto os nossos jovens qualificados emigram, o que só perpetuará a nossa pobreza.                   Miguel Macedo: Um artigo tão pobre como o país! E o articulista acha também que quem o lê é idiota!!                Komorebi Hi: Estado e lavadores de dinheiro dos OE, jornalistas cães de trela e um povo que ainda vota em ladrões e que em parte vive de subsídios. Retire o défice fiscal e a despesa, reduza tamanho do Estado e dos governos socialistas de sempre e acabe com subsídios aos parasitas das Associações, Fundações, ONGs, IPSSs sem sentido, logo verá como o país respira e procura mudar da vida sem tutela desse mesmo Estado.        José Vicente Paiva: Portugal é muito pobre em jornalistas de qualidade, pois o que temos são comentadores que misturam problemas conforme lhes apetece.                  Fala Barato: Ninguém anda a culpar os imigrantes por esses problemas, mas sim pelo agravamento dos meios        Tim do A: E com imigrantes resta-nos a miséria.                   Manuel Magalhaes: Que crónica tão mal amanhada, claro que os imigrantes não são a razão da nossa pobreza nem ninguém o disse, o que se diz e disse é que o seu exagero em quantidade, é mais um problema e o que há que dizer é que é mais um problema a juntar a tantos outros que provocam a nossa pobreza como país, uma crónica interessante seria identificar esses problemas e propor soluções, essas sim devem ser discutidas e divulgadas à exaustão para ver se as “nossas” miseráveis “elites” se envergonham de si próprias…          Aríete: O caminho para a riqueza é simples: mais economia, mais pessoas (imigrantes com força), mais consumo, mais descontos para a SS, e claro daqui a uns anos todos eles têm reformas e são precisas ainda mais pessoas (imigrantes, claro) e descontos. Crescimento e riqueza para todos até ao estouro final do planeta! Em meio século voltamos ao jurássico.                    Maria Alva Como disse um ex-primeiro ministro neozelandês, já temos estafetas de Uber eats a mais, pois já se organizam em gangues para disputar o "mercado".                  Carlos Chaves: Caro André Abrantes Amaral, está coberto de razão! Permita-me acrescentar que estamos a substituir os nossos melhores, os emigrantes, que não suportam viver na mediocridade e na pobreza, por imigrantes de “qualidade” duvidosa, ainda-por cima, muitos deles sem a nossa cultura de base Judaico-Cristã. Isto não vai correr bem!                mais um: Crónica enviesada e com pouco ou nenhum fundamento.                   João Das Regras: Diz umas verdades mas escamoteia o problema que é a entrada massiva de imigrantes, justifica que precisamos de imigrantes, mas não diz que os serviços públicos estão em quase colapso porque não conseguimos responder a mais 2 milhões de pessoas, não diz que não há casas para tanta gente e mais para os milhares que irão entrar pelo reagrupamento familiar, não diz que existem populações quase sequestradas em casa por medo de sair quando as ruas estão tomadas por imigrantes, ou seja, mais do mesmo, e aqueles que tiverem que conviver com eles que aguentem.

João Floriano > Mario Figueiredo: Se a economia se resumir a apanhar morangos nas estufas, a levar comida a casa, a deslocarmo-nos de TVDE, a trabalhar em restaurantes cuja cozinha dá náuseas, a limpar sanitas em hotéis algarvios, a fazer tours de tuktuk e outros empregos mal pagos ( os chamados menial jobs), então temos a imigração certa.            Rui Oliveira: Ora aqui está uma opinião bizarra, que não ataca a raiz dos problemas, que defende o insuportável status quo e que conduzirá à descaracterização de Portugal, perdendo-se, inevitavelmente, o que o país tem de bom. Livremo-nos destes "Abrantes" elementares e básicos. MCMCA  > ARui Lima: Melhor Rui Lima que o autor da peça que afina pelo diapasão dos políticos e dos comentadores autorizados a falar publicamente nos média.                 Mario Figueiredo: (1) A imigração quer-se controlada. Em Portugal o único sentimento anti-imigração com expressão política no país é este, mais nenhum. Mas o André está a falar de ser-se contra a imigração. Ora em Portugal esse sentimento é apenas o de uma ultra-minoria de pessoas sem qualquer representação partidária. Não sei se percebe, mas o André está a falar de um problema que na prática não existe. E está a ajudar a perpetuar a falsa narrativa construída à esquerda do partido Chega de que quem for a favor de controlar a imigração é contra a imigração.   (2) O André comete o mesmo erro de todos os outros antes de si. Fala-nos sobre os benefícios da imigração sem dizer absolutamente nada. Ainda estou para ouvir de alguém -- e considero-me uma pessoa informada -- sobre quais são realmente os benefícios de trazer mais imigrantes para Portugal. Porque é que precisamos de mais imigrantes? A resposta é sempre a mesma: porque Portugal precisa de imigrantes para ajudar a economia a crescer. Mas isso não é resposta à pergunta coisa nenhuma! Isso é apenas repetir a nossa pergunta tirando-lhe o ponto de interrogação. Enquanto se fizer discurso político desta forma ninguém vai entender a necessidade de aumentarmos o número de imigrantes. Enquanto não se tratar a população como adultos e tratar destes temas junta da população com honestidade científica e vontade de educar e informar, então nós vamos estar sempre a fazer a mesma pergunta. Como as crianças que nos querem fazer passar.        Vitor Batista > observador censurado: Excelente analogia feita em poucas linhas, este comentário vale por umas quantas crónicas do sr Amaral sobre imigrantes.               Meio Vazio: Um país "pobre há dois séculos"? E os sete anteriores? Portugal sempre foi um país pobre (ainda que temporariamente com reis ricos). E sempre o será - pela sua localização na Europa, pela pobreza do seu solo e subsolo, pelo seu clima desfavorável ao trabalho e à agricultura, pelas suas gentes. De resto, fossem diferentes estas condições e Portugal dificilmente se teria mantido independente.              GateKeeper: Lixo.                    observador censurado: Depois do brilhante comentário do Rui Lima, creio que ficou claro porque é que não precisamos de milhões de Indostânicos para "lavar roupa": foi inventada a "máquina de lavar".             Paulo Almeida: Sempre com o argumento que precisamos de imigrantes para serviços funcionarem, turismo etc etc. Os imigrantes sujeitam-se 3 fazem o trabalho que portugueses não fazem por 2 razões: Um grupo não se quer sujeitar a empregos duros e com turnos a ganhar mal, mas isso é culpa do Estado que devia taxar menos as empresas. Virem as agulhas para o Estado! O outro grupo são os parasitas que não querem trabalhar e viver em modelo coitadinhos com subsídios e abonos e etc etc. E como sempre houve partidos a fomentar essa dependência para comprar votos, esse grupo perdura. Se o subsídio acabassem iam trabalhar. Simples.              João Floriano > Ricardo Ribeiro: Já demos a nossa resposta em 2024 e 2025. Dá-la-emos de novo nas autárquicas a 12 de outubro. Há dois dias almocei com uma amiga de longa data, socialista moderada, que está desiludida com o que PNS e amigos fizeram ao partido. Não tem qualquer esperança no Carneiro ou num reerguer futuro. Acredita que o grande vencedor das autárquicas será o CHEGA. É a única resposta que pode ser dada para obrigar Montenegro a afastar-se do PS.           Rui Lima > José Martins de Carvalho: Caro José, Roma tinha escravos mas ambições imperiais   para o mundo todo o mundo por isso faltava sempre gente ,tinha estradas , pontes,  obras … para fazer aos milhares e ainda havia as legiões com milhares . Portugal, felizmente, não quer reconstruir o Império Romano. Precisamos de produtividade, não de servos. É na escassez que se inventa, não na abundância de braços.                   Tomazz Man: Ai ai, AAA, com essa capacidade que claramente tem, hoje falhou o alvo, e bem. Há quem não goste do estrangeiro por ser, apenas, estrangeiro? Sim. E é uma reacção bastante natural e que tem que ser vigiada, claro. Mas simplificar a análise à suposta leitura de que a culpa é do estrangeiro é não ver o óbvio e não estar a interpretar bem o momento (parece-me.....). Tirando uns idiotas que querem a "pureza", arrisco dizer que a maioria dos portugueses sabe bem que os emigrantes são fundamentais porque sem eles, basicamente, o país colapsava. Mas isso não significa que não seja evidente que a explosão do número de estrangeiros em muito pouco tempo, grande parte deles de cultura muito diferente, possa ser bem aceite ou não causar apreensão e até reacção negativa. É preciso equilibrar a necessidade de imigrantes com uma adequada capacidade de os integrar e isso falhou. O que a nova onda política está a fazer é a reconhecer as preocupações das pessoas e a endereçá-las com ações concretas (algumas questionáveis, sim). Querer agora fazer o discurso que fez, AAA, é não querer ter isso em conta               José B Dias > observador censurado: Excelentes analogias.

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