Ao texto anterior:
UM PROBLEMA SÉRIO
Vitor Batista: A IL com artistas destes a
proferirem o mantra do euromilhões nunca irá longe. Rui Lima: Mário, Revolução Industrial
(Inglaterra, século XVIII-XIX) migração do campo para a cidade criou escassez
de mão-de obra agrícola, aumento dos custos de produção agrícola. Resposta: Invenção
da ceifeira, a semeadora e depois os tractores… Japão depois de 1990. População
envelhecida, baixa natalidade escassez de trabalhadores Resposta: investimento
maciço em automação e robótica industrial… Lembre-se do COVID-19, com trabalhadores em casa,
acontece restruturação em vários sectores. Aceleração da automação, teletrabalho,
inteligência artificial e digitalização de processos. As empresas adaptaram-se
com menos pessoal mas mais eficiência
obs. Se fosse possível sempre ir buscar trabalhadores quando
faltam ainda estávamos a transportar as mercadorias em carrinhos de mão, a
imigração é um freio à inovação. Podia continuar l Não há nada pior para a
produtividade que abundância de mão de obra pouco qualificada é uma grande
desgraça Tim do A: Como disse Rui Lima, se muita população fosse sinal de
prosperidade, a África estaria a enriquecer a rodos. A IL Woke está cada vez
pior.
Maria Cabral: Somos um país pobre, ou somos um país gerido por desqualificados que
adoptaram como estratégia sugar até à medula qualquer tentativa de prosperar,
alimentando elites partidárias e funcionários para todos os gostos. Somos 10M, um território com
enorme diversidade, uma área marinha riquíssima, características climáticas
únicas, uma floresta das mais diversas do planeta, paz. Digam-me em que é que
somos pobres, se não é só de espírito. Estamos reféns de políticos e aparelhos
partidários a quem interessa que nada funcione. É só mesmo nisso que somos
pobres. Luis
Santos: Em Fevereiro tentei marcar uma consulta para a minha médica de família e só
consegui para OUTUBRO. Quando questionei sobre o absurdo do tempo de espera deram-me dois motivos,
um uma médica de licença de maternidade sem data prevista para regressar, o
outro a enorme afluência de imigrantes e as suas famílias. Mas como diz o
articulista a culpa é minha por ser português. Paulo Machado: Paguem em condições e arranjam trabalhadores para tudo. Querer pagar 760 euros para trabalhar 6 dias por semana em turnos pois aí
só mesmo os imigrantes. António Afonso: Artigo inútil e sem sentido,
com clara manipulação da realidade. A imigração descontrolada é que nos vai
trazer mais pobreza, para além dos riscos acrescidos de estarmos a receber
potenciais terroristas, inimigos das sociedades europeias. Ana Luís da Silva > Rui
Lima: Excelente comentário! A visão de Rui Lima eleva o tema em análise e ofusca a cegueira de quem
debita alarvidades como esta: a de que “precisamos de imigração”. Precisaremos
se quisermos manter o estado miserabilista e de mão estendida do nosso país. Luís CR Cabral: Tudo isso pode estar mais ou
menos certo desde que venham imigrantes que se identifiquem ou pelo menos
aceitem a nossa cultura e não aqueles que querem vir para formar ghetos onde se
regem pelas suas próprias regras que muitas vezes são contrárias ao nosso modo
de viver.
helder carvalho: "Sem imigrantes resta-nos a pobreza". Julgamos haver aqui um
grande equívoco, da sua parte. Certamente quer dizer: com esta imigração e com esta
entrada de imigrantes, de forma descontrolada, "resta-nos a pobreza".
Explique-nos qual é o contributo que essas lojas da Lycamobile, da venda de
fruta, da venda de bugigangas, as barbearias, as lojas da rua do Benformoso dão
para que este país saia da pobreza? Tudo lojas que se expandiram de forma
descontrolada. Tal como a entrada dos imigrantes. Para tudo isto há
responsáveis que se comportam como se não tivessem qualquer responsabilidade,
irresponsáveis que tentam passar pelos intervalos dos pingos da chuva. Veja só uma situação que se
passou nos anos sessenta e setenta e que os nossos governantes deviam conhecer
e analisar. A Alemanha. Nestes anos recebeu centenas de milhares de imigrantes, turcos, gregos,
espanhóis, portugueses e de outras nacionalidades. Sabe qual é a grande
diferença com o que se passa hoje aqui? Na Alemanha os imigrantes tinham que
ter garantia de emprego e casa para habitar. O que faz toda a diferença. Não é
verdade, o que é muito grave, é que os portugueses culpam "os imigrantes
de tudo e mais alguma coisa" Os empresários e muitos outros portugueses,
sabem da importância que os imigrantes têm para a economia do país. A grande
maioria dos portugueses criticam é a forma descontrolada como entraram aqui e o
caos que isso gerou em muitos aspectos. Embora tarde, este governo está a tentar resolver a
situação, alguns casos já sem solução. Este governo esteve muito tempo mais
preocupado em atacar a direita. Agora está a reconhecer que a direita tinha
razão e está a dar ouvidos às críticaque lhe apontaram. Afonso Soares: Portugal é pobre porque nunca
precisou de trabalhar, de cultivar a exigência e porquê? Nos séculos XVI/XVII
viveu das especiarias vindas do Oriente. Nos séculos XVII/XVIII viveu do ouro
do Brasil. No séculos XIX/XX viveu do petróleo, diamantes, café e madeiras
preciosas de Angola. A partir do fim do século XX e até agora dos subsídios da
UE. Trabalhar e investir para quê? Portugal nunca teve uma elite verdadeiramente
empresarial. O que tínhamos era baseado nos baixos salários e no analfabetismo
do povo que teve de emigrar. Agora recebemos imigrantes iguais aos portugueses
que emigraram para todo o mundo durante o século XX. Não podemos esquecer que
corremos com os judeus no século XV, que eram os detentores do capital. Que o Marquês
de Pombal expulsou os jesuítas que detinham o ensino em Portugal e por fim não
esquecer a barbárie que foram as nacionalizações efectuadas no 25 de Abril que
destruíram toda a nossa actividade económica. E também para nossa infelicidade
fomos e somos governados por políticos incompetentes e oportunistas que
fomentam a subsídio-dependência. Formamos jovens e depois oferecemos-lhes
ordenados de m..da e eles emigram para Países que lhes oferecem melhores
condições. Às vezes admiro-me e pergunto-me porque é que estes imigrantes
escolhem Portugal e só pode ser porque vêm de Países ainda mais pobres.
Enquanto não mudarmos este estado de coisas vamos continuar pobres por muitos e
muitos anos. Rui Lima >
Mario
Figueiredo: Muito bem, Mário, gostei, na verdade há dois grandes interesses por detrás
das fronteiras abertas: os patrões, que querem mão-de-obra barata, e a
esquerda, que vê futuros eleitores. A narrativa da necessidade de imigrantes raramente é
sustentada com dados sérios sobre sectores, qualificações ou impactos reais. Em
vez de resolvermos os problemas estruturais como a baixa natalidade ou os
salários baixos, estamos a empurrá-los com a barriga. A imigração massiva sem
critério não é plano de futuro, é fuga ao debate difícil. José Martins de Carvalho:
A imigração é um
recurso que usam as regiões que estão a perder população activa, enquanto
houver outras regiões em que ocorre o contrário. Não é um mal em si, como
provam o crescimento da América, e o da Europa desenvolvida algumas décadas atrás. O que se deve criticar é a
imigração de mão-de-obra barata e abundante, enquanto os nossos jovens
qualificados emigram, o que só perpetuará a nossa pobreza. Miguel Macedo: Um artigo tão pobre como o
país! E o articulista acha também que quem o lê é idiota!! Komorebi Hi: Estado e lavadores de dinheiro dos OE, jornalistas cães de trela e um povo
que ainda vota em ladrões e que em parte vive de subsídios. Retire o défice fiscal e a despesa, reduza tamanho do Estado e dos governos
socialistas de sempre e acabe com subsídios aos parasitas das Associações,
Fundações, ONGs, IPSSs sem sentido, logo verá como o país respira e procura
mudar da vida sem tutela desse mesmo Estado. José Vicente Paiva: Portugal é muito pobre em
jornalistas de qualidade, pois o que temos são comentadores que misturam
problemas conforme lhes apetece. Fala Barato: Ninguém anda a culpar os imigrantes por esses problemas, mas sim pelo
agravamento dos meios Tim do A: E com imigrantes resta-nos a miséria. Manuel Magalhaes:
Que crónica tão
mal amanhada, claro que os imigrantes não são a razão da nossa pobreza nem
ninguém o disse, o que se diz e disse é que o seu exagero em quantidade, é mais
um problema e o que há que dizer é que é mais um problema a juntar a tantos
outros que provocam a nossa pobreza como país, uma crónica interessante seria
identificar esses problemas e propor soluções, essas sim devem ser discutidas e
divulgadas à exaustão para ver se as “nossas” miseráveis “elites” se
envergonham de si próprias… Aríete: O caminho para a riqueza é simples: mais economia, mais pessoas (imigrantes
com força), mais consumo, mais descontos para a SS, e claro daqui a uns anos
todos eles têm reformas e são precisas ainda mais pessoas (imigrantes, claro) e
descontos. Crescimento e riqueza para todos até ao estouro final do planeta! Em
meio século voltamos ao jurássico. Maria
Alva Como disse um ex-primeiro
ministro neozelandês, já temos estafetas de Uber eats a mais, pois já se
organizam em gangues para disputar o "mercado". Carlos
Chaves: Caro André Abrantes Amaral, está coberto de razão! Permita-me acrescentar
que estamos a substituir os nossos melhores, os emigrantes, que não suportam
viver na mediocridade e na pobreza, por imigrantes de “qualidade” duvidosa,
ainda-por cima, muitos deles sem a nossa cultura de base Judaico-Cristã. Isto
não vai correr bem! mais um: Crónica enviesada e com pouco
ou nenhum fundamento. João Das
Regras: Diz umas verdades mas escamoteia o problema que é a entrada massiva de
imigrantes, justifica que precisamos de imigrantes, mas não diz que os serviços
públicos estão em quase colapso porque não conseguimos responder a mais 2
milhões de pessoas, não diz que não há casas para tanta gente e mais para os
milhares que irão entrar pelo reagrupamento familiar, não diz que existem
populações quase sequestradas em casa por medo de sair quando as ruas estão
tomadas por imigrantes, ou seja, mais do mesmo, e aqueles que tiverem que
conviver com eles que aguentem.
João Floriano > Mario
Figueiredo: Se a economia se resumir a apanhar morangos nas estufas, a levar comida a
casa, a deslocarmo-nos de TVDE, a trabalhar em restaurantes cuja cozinha dá
náuseas, a limpar sanitas em hotéis algarvios, a fazer tours de tuktuk e outros
empregos mal pagos ( os chamados menial jobs), então temos a imigração certa. Rui Oliveira: Ora aqui está uma opinião
bizarra, que não ataca a raiz dos problemas, que defende o insuportável status
quo e que conduzirá à descaracterização de Portugal, perdendo-se,
inevitavelmente, o que o país tem de bom. Livremo-nos destes
"Abrantes" elementares e básicos. MCMCA > ARui
Lima: Melhor Rui Lima que o autor da peça que afina pelo diapasão dos políticos e
dos comentadores autorizados a falar publicamente nos média. Mario
Figueiredo: (1) A imigração quer-se controlada. Em Portugal o único
sentimento anti-imigração com expressão política no país é este, mais nenhum.
Mas o André está a falar de ser-se contra a imigração. Ora em Portugal esse
sentimento é apenas o de uma ultra-minoria de pessoas sem qualquer
representação partidária. Não sei se percebe, mas o André está a falar de um
problema que na prática não existe. E está a ajudar a perpetuar a falsa
narrativa construída à esquerda do partido Chega de que quem for a favor de
controlar a imigração é contra a imigração. (2) O André comete o mesmo erro
de todos os outros antes de si. Fala-nos sobre os benefícios da imigração sem
dizer absolutamente nada. Ainda estou para ouvir de alguém -- e considero-me
uma pessoa informada -- sobre quais são realmente os benefícios de trazer mais
imigrantes para Portugal. Porque é que precisamos de mais imigrantes? A
resposta é sempre a mesma: porque Portugal precisa de imigrantes para ajudar a
economia a crescer. Mas isso não é resposta à pergunta coisa nenhuma! Isso é
apenas repetir a nossa pergunta tirando-lhe o ponto de interrogação. Enquanto
se fizer discurso político desta forma ninguém vai entender a necessidade de
aumentarmos o número de imigrantes. Enquanto não se tratar a população como
adultos e tratar destes temas junta da população com honestidade científica e
vontade de educar e informar, então nós vamos estar sempre a fazer a mesma
pergunta. Como as crianças que nos querem fazer passar. Vitor Batista > observador
censurado: Excelente analogia feita em poucas linhas, este comentário vale por umas
quantas crónicas do sr Amaral sobre imigrantes. Meio
Vazio: Um país "pobre há dois séculos"? E os sete anteriores? Portugal
sempre foi um país pobre (ainda que temporariamente com reis ricos). E sempre o
será - pela sua localização na Europa, pela pobreza do seu solo e subsolo, pelo
seu clima desfavorável ao trabalho e à agricultura, pelas suas gentes. De
resto, fossem diferentes estas condições e Portugal dificilmente se teria
mantido independente. GateKeeper: Lixo. observador censurado: Depois do brilhante comentário
do Rui Lima, creio que ficou claro porque é que não precisamos de milhões de
Indostânicos para "lavar roupa": foi inventada a "máquina de
lavar". Paulo
Almeida: Sempre com o argumento que precisamos de imigrantes para serviços
funcionarem, turismo etc etc. Os imigrantes sujeitam-se 3 fazem o trabalho que
portugueses não fazem por 2 razões: Um grupo não se quer sujeitar a empregos
duros e com turnos a ganhar mal, mas isso é culpa do Estado que devia taxar
menos as empresas. Virem as agulhas para o Estado! O outro grupo são os parasitas
que não querem trabalhar e viver em modelo coitadinhos com subsídios e abonos e
etc etc. E como sempre houve partidos a fomentar essa dependência para comprar
votos, esse grupo perdura. Se o subsídio acabassem iam trabalhar. Simples. João
Floriano > Ricardo
Ribeiro: Já demos a nossa resposta em 2024 e 2025. Dá-la-emos de novo nas
autárquicas a 12 de outubro. Há dois dias almocei com uma amiga de longa data,
socialista moderada, que está desiludida com o que PNS e amigos fizeram ao
partido. Não tem qualquer esperança no Carneiro ou num reerguer futuro.
Acredita que o grande vencedor das autárquicas será o CHEGA. É a única resposta
que pode ser dada para obrigar Montenegro a afastar-se do PS. Rui Lima > José
Martins de Carvalho: Caro José, Roma tinha escravos mas ambições imperiais para o mundo
todo o mundo por isso faltava sempre gente ,tinha estradas , pontes, obras … para fazer aos milhares e ainda havia
as legiões com milhares . Portugal, felizmente, não quer reconstruir o Império
Romano. Precisamos de produtividade, não de servos. É na escassez que se
inventa, não na abundância de braços. Tomazz
Man: Ai ai, AAA, com essa capacidade que claramente tem, hoje falhou o alvo, e
bem. Há quem não goste do estrangeiro por ser, apenas, estrangeiro? Sim. E é
uma reacção bastante natural e que tem que ser vigiada, claro. Mas simplificar
a análise à suposta leitura de que a culpa é do estrangeiro é não ver o óbvio e
não estar a interpretar bem o momento (parece-me.....). Tirando uns idiotas que
querem a "pureza", arrisco dizer que a maioria dos portugueses sabe
bem que os emigrantes são fundamentais porque sem eles, basicamente, o país
colapsava. Mas isso não significa que não seja evidente que a explosão do
número de estrangeiros em muito pouco tempo, grande parte deles de cultura
muito diferente, possa ser bem aceite ou não causar apreensão e até reacção
negativa. É preciso equilibrar a necessidade de imigrantes com uma adequada
capacidade de os integrar e isso falhou. O que a nova onda política está a
fazer é a reconhecer as preocupações das pessoas e a endereçá-las com ações
concretas (algumas questionáveis, sim). Querer agora fazer o discurso que fez,
AAA, é não querer ter isso em conta José B
Dias > observador
censurado: Excelentes analogias.
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