De viragem. Inesperada, talvez. O outro lado da
barricada dá mais sainete à nossa timidez.
Nas mãos do PS seria melhor?
O PS procura reduzir o debate
político à questão do entendimento com o Chega. É a sua maneira de não
reconhecer a grande viragem no país e o falhanço e rejeição das políticas de
esquerda.
RUI RAMOS Colunista
do Observador
OBSERVADOR, 18
jul. 2025, 00:2278
O governo mandou o “não é não”
para a lavandaria (afinal, tinha que ver apenas com “acordos de governo”, e
dizia respeito a todos os partidos), e fez passar leis sobre imigração e
impostos com os votos do Chega. O líder
socialista JOSÉ LUÍS CARNEIRO não levou a bem. De gravata preta pela
democracia, anunciou solenemente que o governo está “nas mãos do Chega”. Mas onde quer José Luís Carneiro
chegar? O governo, sozinho, não tem votos na Assembleia da
República para aprovar leis contra a vontade das oposições. Precisa de se
colocar nas mãos de alguém, para usar o pitoresco vocabulário de Carneiro. A questão
é esta: em que
mãos devia colocar-se, quando se trata de inverter o que os governos
socialistas fizeram, e de fazer aquilo de que o PS discorda? Está o PS
disponível para reconhecer que os seus governos seguiram políticas fiscais e
migratórias erradas, e ajudar a inverter essas políticas? Se não está, com quem
quer que o governo se entenda?
O anterior presidente do PSD, RUI
RIO, namorou desesperadamente o PS. O PS nunca correspondeu. Agora, o
ponto não é o PSD ter deixado de se querer pôr nas mãos do PS: o ponto é
que as mãos do PS não são as mãos certas para o PSD. Entre 2024 e 2025, o país mudou de
opinião. A esquerda foi reduzida à sua expressão eleitoral
mais curta desde 1975. O PS é
agora o terceiro partido no parlamento, atrás do Chega. E isso
aconteceu, porque o país se convenceu de que o PS e a extrema-esquerda tinham,
enquanto foram maioria, criado problemas para os quais não dispunham de solução. Por
exemplo, o caos migratório, a razia fiscal, a campanha wokista
contra o bom senso, ou o colapso dos serviços públicos. A nova maioria parlamentar de direita foi
o modo como o eleitorado expressou a sua vontade de reagir contra os erros e os
absurdos da esquerda. O PSD percebeu isso. Sabe
que, na discussão dos grandes temas que levaram os eleitores a alterar a
configuração da Assembleia da República, lhe convém fazer parte da nova maioria. O PS não
pode perceber. Por isso, procura reduzir o debate político à questão do
entendimento com o Chega. É a sua
maneira, mais ou menos infantil, de não reconhecer a grande viragem no país,
assente no falhanço e rejeição popular das políticas de esquerda.
Há ainda outra razão para que as mãos do PS não sirvam ao governo.
As mãos socialistas não são apenas mãos erradas: são também mãos de pouca
confiança. O PS está há
muitos anos possuído por uma facção que teve JOSÉ SÓCRATES e depois ANTÓNIO
COSTA como chefes. A facção socrático-costista fracassou no
governo em 2011, quando precipitou o país na bancarrota, e fracassou outra vez
em 2024, no meio de uma revolução social provocada pela sua decisão de abolir as fronteiras
extra-europeias do país. Mas mesmo quando derrotada e exposta, a
facção nunca admitiu largar mão do partido, e tratou de sabotar, com muita
raiva e apoio na imprensa, qualquer direcção alternativa. Fez isso a ANTÓNIO JOSÉ SEGURO em 2013-2014 e a PEDRO NUNO SANTOS no último ano. O
sectarismo de que é capaz tem transparecido na ânsia mesquinha com que agora
esgaravata o chão à procura de um candidato presidencial, não para concorrer às
eleições, mas apenas para impedir SEGURO de ser o candidato do PS. A presidência da república importa-lhe
pouco, mas a possibilidade de alguém se tornar uma nova referência para o PS
importa-lhe muito. Por essa razão, não é improvável que a facção se
dedique um dia destes a tentar desmontar JOSÉ LUÍS CARNEIRO. CARNEIRO nunca estará à vontade para se
entender com o governo, tal como SEGURO não esteve em 2013. O PS
continua assombrado pela facção socrático-costista. Será sempre um
parceiro tóxico, uma fonte de instabilidade.
PS POLÍTICA ANTÓNIO JOSÉ
SEGURO JOSÉ SÓCRATES ANTÓNIO COSTA PARTIDO CHEGA PSD
COMENTÁRIOS (de78)
Vítor Araújo: Resumindo, o PS não é (nem
nunca foi, de resto) um partido de confiança. Pedro Correia: Xuxialismo português, a pior
coisa que Abril pariu. Joaquim
Rodrigues: E´ o legado do Socratismo/Costismo. Na verdade, o Costa e seus acólitos, amigos e
influenciadores, o que queriam e querem, era e é, transformar Portugal num País
"aculturado" para "aculturados". Escancararam as portas aos de
fora e, com as suas politicas, escorraçaram uma grande parte dos que por cá
estavam, de cá eram e de cá são, com ligações ancestrais e culturais profundas
às suas gentes, às suas terras, às suas tradições, aos seus valores e à sua cultura. Este é um problema grave, não
pelas razões que têm vindo a lume, mas por razões mais profundas, que têm a ver
com aquele que era o "perfil" da economia portuguesa, das estratégias
políticas postas no terreno para aproveitar e desenvolver (ou desaproveitar) o
seu potencial, das características do tecido económico distribuído pelo território
nacional e dos “recursos humanos” necessários ao seu aproveitamento,
valorização e desenvolvimento. Ao sobrecarregar com impostos, taxas e taxinhas os
sectores económicos produtores de bens transaccionáveis, geradores de riqueza e
ao aumentar os custos de contexto desses sectores (energia, transportes,
combustíveis, comunicações, habitação, serviços) em grande parte, por força do
peso cada vez maior da “economia rentista” nos fornecedores desses serviços,
tutelados ou outorgados pelo Estado, perdeu-se a oportunidade de aproveitar o
“mercado europeu” e as “ajudas da União Europeia”, para o desenvolvimento
sustentado do País, para a aposta nos sectores criadores de riqueza, em
particular a indústria, para a melhoria dos salários e para mantermos em Portugal
as “nossas” gentes, com dignidade e qualidade de vida. A título de exemplo caberá referir que o crédito
bancário que deveria ter sido canalizado para as empresas, para a criação de
emprego e de riqueza, na produção de bens transaccionáveis e exportáveis,
acabou por ser canalizado, durante cerca de dezena e meia de anos, através de
consórcios de bancos com construtoras, (depois de destruírem a JAE), para a
execução de auto-estradas desnecessárias (no sítio onde o Plano Rodoviário
Nacional previa a construção de vias com perfil tipo de “Itinerário Principal” que custavam cerca de 10
vezes menos por Km e eram financiadas a 85% por Fundos Comunitários), financiadas
com juros obscenos, garantidos pelo Estado, que nós, contribuintes pagamos e
vamos continuar a pagar por muitos e longos anos. Para além dos “fardos
rentistas”, como as SCUTs, TAPs/CPs, Alcochetes, TTT Chelas –Barreiro, Bitolas
Tugas (proteccionismo bacoco e atávico), um TGV a serpentear o Tejo e
mais umas quantas pérolas da “economia rentista”, firmadas ou armadilhadas, ficou
o “turismo” e alguma “agricultura de estufa e aviário” para a qual
necessitam apenas de “mão de obra” desqualificada e a ser paga, miseravelmente,
garantindo, assim, a perpetuação da pobreza em Portugal para todo o sempre.
Para além da “reversão” das medidas da Troica e
do salto do muro vermelho para "montar" a "Geringonça",
alguém conseguiu, até hoje, esclarecer qual era o verdadeiro “Programa
Político” do Costa, e quais eram os verdadeiros desígnios do Costa, para o (sub)-desenvolvimento
do País? Ele,
o Costa e os seus acólitos, o tal “Núcleo de Lisboa”, não representam,
òbviamente, o povo de Lisboa, nem povo nenhum. Nunca gostaram do verdadeiro Portugal, do
Portugal profundo e real, que tínhamos e ainda vamos tendo, do "Portugal
real" o dos "portugueses reais". Eles, estão para Portugal,
como as “elites” de Kabul estiveram para o Afeganistão, até os “talibans”
fazerem do Afeganistão aquilo que hoje é. E, atenção: os “nossos” talibans já
andam por aí! Na verdade, os do tal “Núcleo
de Lisboa” representam-se a si mesmos e aos oligarcas da economia rentista e têm por
conta um forte sector da Comunicação Social, numa "bolha" que
alimentam na sua imaginação, com raízes nos tempos da “capital do império”,
tudo fazendo para perpetuar o “centralismo e o estatismo”, dos quais se servem,
em defesa dos seus próprios interesses e dos interesses da “oligarquia” que
representam, da “oligarquia” das “rendas garantidas”, dos encostados ao
“Estado”, aos negócios de Estado, aos negócios outorgados pelo Estado. São a
versão pimba e negra, ao vivo e a cores, desse grande grupo musical que eram os
"Loucos de Lisboa". SDC Cruz: As mãos do PS sempre serviram
para sacar dinheiro, quer através do aumento de impostos, quer através do
aumento despudorado da corrupção, O objectivo era sempre o mesmo, enriquecer a sua escumalha à custa dos
contribuintes, ou seja, á custa de todos nós. Este PS, socrático-costista,
empobreceu o País com as reversões de tudo o que de bom Passos Coelho fez, no
governo da troika. Escancarou as portas para a emigração, descontrolando-a a ponto de certas
zonas de Portugal passarem a estar demograficamente descaracterizadas. Com
estas políticas e este estado de coisas, fomos ultrapassados por 6 países,
atirando Portugal para a cauda da Europa e depois desses disparates todos,
queriam continuar a condicionar o desenvolvimento do País? Ainda não perceberam
que levaram uma valente sova nas últimas eleições? No PS, a falta de vergonha e
de bom senso, não tem limites. Nunca irão aprender. Sorte a nossa! Maria
Nunes: O PS actual quer fazer dos portugueses, parvos. Desesperadamente, deita mão
a tudo para ter poder e continuar a prejudicar o país. Isabel
Amorim: Tão simples de perceber a pouca qualidade da fauna que se foi instalando no
PS desde Sócrates. Estão a falar sozinhos mas a lentidão naqueles parcos
neurónios de que foram agraciados, não se deram conta ainda de que pouca gente
já os suporta e os topou. A mina de ouro com que se têm servido ao longo destas
décadas a fugir-lhes por entre os dedos deixa-os desesperados....Aonde é que eu
agora me posso ir servir? Restam as Juntas por esse país fora. Agora vamos vê-los
activos a reorganizarem-se para irem sacar o que mais puderem pelas nossas
províncias fora. Nasceram mal paridos e assim irão morrer. Um batalhão de
toscos que gostam demasiado do capitalismo que dizem abominar, serviram-se,
mandaram prás silvas o povo que foram sugando, foram corridos e não sabem o que
fazer. Trabalhar não estão para aí virados até porque nem têm capacidade. Não
me admira que aumente o nº de carteiristas nos grandes centros urbanos. Cuidado
com as carteiras! João
Floriano: Excelente! É isso mesmo. O PS não é confiável. Terá de fazer o seu caminho,
terá de mudar e muito e dominado pela pandilha costista e socrática, o caminho
será sempre para o fundo. Achei curiosa a gravata preta de Carneiro como luto
pela democracia. Lembra-me outro momento do parlamento em que as deputadas de
esquerda esborrataram as beiças com um bâton vermelho. É isto que o PS de
Carneiro tem para oferecer: uma liderança fraca, e um debate político que não
contém uma única ideia sobre a resolução dos nossos problemas. Apenas como
impedir que o PSD e o CHEGA se entendam. A questão da escolha de candidato
presidencial é um desastre. O partido não consegue arranjar ninguém e o único
socialista que se disponibilizou é alvo do ódio de uma facção do partido. Tudo
é um desastre no Largo do Rato. PS nunca mais! Esquerda nunca mais! Bailaruco
Madeira:O PS está moribundo. Sem capacidade para se renovar, dispara tiros de
pólvora seca, anda confuso, perdido, e ainda não percebeu que está condenado a
prazo. Carlos Chaves: Caro
Rui Ramos, alegrou-me ver novamente mais esta sua crónica em que concordo com o
seu conteúdo de cima a baixo e de baixo para cima! Tudo certinho, certeiro e
verdadeiro! Talvez me tenha precipitado nas críticas que lhe fiz em crónicas
anteriores, onde na minha opinião demonizada o PSD de Luís Montenegro e punha
no Olimpo o CHEGA de André Ventura. Percebo agora que era uma estratégia inteligente
de pressão sobre o imobilismo da direcção de Montenegro. Faço aqui a mea-culpa!
Manuel
Lisboa: Indubitavelmente,
o partido socialista não é de confiança. Os seus governos mostraram-se
incompetentes, conforme repetidas notícias origem de casos de corrupção e, não
há dúvidas de acordo com as mesmas fontes, constantes no nepotismo. A actual
liderança dos socialistas é mais do mesmo. Aliás, insiste em não ter projectos
alternativos, propondo pactos vagos e insistindo na obsessão de promover o
partido parlamentar da direita radical, exactamente como os dois anteriores
chefes. Dessa forma, e ainda bem, se cava a decadência permanente do partido
socialista joão Melo: Das melhores coisas que já assisti nos últimos 50
anos de democracia, ver o PS a dar tiros nos pés com a força toda. Esperemos
que siga o caminho do BE, e que daqui a uns anos seja um partido em vias de
extinção... Antonio
Torres: Parece um
Carneirinho mas é um lobo da mesma alcateia xuxa. É patética a desfaçatez das
intervenções, ignorando a miséria e caos em que deixaram o País. Faço votos que
continuem a ignorar a realidade, é remédio santo para a própria extinção Ruço Cascais: 2025, Costa reabilita a geringonça e com comunistas e
bloquistas consegue manter-se como primeiro ministro ao fim de 10 anos. Os
números da imigração continuam desconhecidos. A política de "Portas
Abertas" continua por falta de mão de obra para poder cumprir os objectivos
do PRR. Nos bastidores fala-se à boca fechada em 5 milhões de imigrantes, na
sua maioria vindos do Industão. Costa fala em apenas 500 mil imigrantes.
Centeno confirma o número através do Banco de Portugal. Costa vai falar com
Úrsula von der Leyen para pedir um novo PRR para a imigração. Se o subsídio for
dado por cabeça, Costa estará disponível para reconhecer os 5 milhões. Joana
Amaral Dias, a nova voz da oposição diz que Costa quer alterar as
características demográficas de Portugal. Para Costa, os indianos são bons a
matemática, consequentemente em informática, sabem utilizar bem os pés a
trabalhar e reproduzem-se bem. Um povo indiano resolverá todos os problemas
endémicos do país defende Costa. Centeno confirma. PNS assume funções de
Ministro da Saúde e Cabrita é nomeado como ministro dos transportes. Isabel
Moreira é a nova ministra da habitação e defende a legalidade da ocupação de
casas vazias. José Luís Carneiro é o novo ministro da agricultura. Marques Mendes
é o candidato oficioso do PS à presidência da república. Tiago
Maymone: O óbvio é um
paciente que está nos cuidados intensivos. Há ventos de mudança mas não nos
iludamos, há ainda muito woke por aí, e há poderes fortes que assim quer manter
a coisa. Maria
Emília Ranhada Santos: Grande
artigo! Os socialistas desde abril que se convenceram que eram donos de
Portugal! Por sorte para os portugueses e azar para eles, o Chega chegou pelas
de um grande e carismático líder, André Ventura que tem conduzido o partido
espectacularmente o que lhes causa muita inveja a eles e a toda a esquerda! Mas, isso pouco importa aos portugueses e ao
CHEGA, porque a mira é o bem da Nação enquanto-que a mira deles, todos os
esquerdistas era e continua a ser, o seu próprio umbigo! Se Deus quiser, contra
a vontade de todos os demónios internos e externos, futuramente teremos o
Ventura a governar o País e a voltar a fazê-lo grande como antigamente! Rosa
Ribeiro: O PS esteve
demasiado tempo a governar e conseguiu pedir 3 empréstimos internacionais... ou
será que foi ficção política criada pela minha imaginação? M L: "...Rui Rio, namorou desesperadamente o PS. O PS
nunca correspondeu..." Absoluta verdade. Os anos mais negros da história
do psd. Vergonhoso. AL MA: Carneiro colocou no Conselho Nacional muitos do pior
que o PS tem, os Socratistas/ Costistas, depois não se queixe António
Soares: O PS não é um
Partido. É uma Famiglia! Emanu@. Paciência Sem-Fim. Caros Amigos e Inimigos, este
trecho do artigo do Rui Ramos é sublime:
“” Por exemplo, o caos migratório, a razia fiscal, a campanha wokista
contra o bom senso, ou o colapso dos serviços públicos. A nova maioria
parlamentar de direita foi o modo como o eleitorado expressou a sua vontade de
reagir contra os erros e os absurdos da esquerda. O PSD percebeu isso. Sabe
que, na discussão dos grandes temas que levaram os eleitores a alterar a
configuração da Assembleia da República, lhe convém fazer parte da nova
maioria. O PS não pode nem tem inteligência para perceber. Por isso, procura
reduzir o debate político à questão do entendimento da AD com o CHEGA. É a sua
maneira, mais ou menos infantil, de não reconhecer a grande viragem no país,
assente no falhanço e rejeição popular das políticas de esquerda. “” Alexandre
Barreira: Pois. Caro Rui, A verdade....nua e crua. É que num passado recente. Ninguém
acreditava que o Chega. Chegasse....onde chegou. E é por isso que a
"sabedoria-do-nosso-povo". Diz e bem: "Nunca digas que... .desta
água não....beberei". É a "lei sagrada da vida"....! Ultramar: Esta facção Socrático-Costista
devia ser julgada e condenada a longas penas de prisão por crimes de lesa
Portugal. Antonio
C.: Nota 20 caro Rui
Ramos. Simples, claro e evidente. O PS e as extremas-esquerdas cada vez contam
e continuarão a contar menos para o país. O seu canto de cisne foi aliança
contra-natura que alimentaram nos últimos 8 anos, um verdadeiro regabofe de
interesses próprios, apropriação das rendas do Estado, nepotismo, corrupção,
rentismo misturado com incompetência pura. O país necessita de novas forças políticas
que substituam as que, comprovadamente, já demonstraram que são de utilidade
zero e, portanto, tóxicas.
Maria Nunes da Silva: Muito bom artigo. Pena é que
ainda haja “comentadores especialistas sempre em qualquer coisa” que não
entendem que o país mudou. joao
lemos: se a Direita se regesse pela ética do PS, com coligação total com o Chega e
sem medo, reduziria o PS a 10% das autarquias. Não querem e por isso
ressuscitam o PS que estava na peugada do PS francês,italiano. grego etc José Piçarra: O PS continua assombrado pela
facção socrático-costista. Será sempre um parceiro tóxico, uma fonte de
instabilidade. Tudo dito aqui. Aríete: O PS precisa de uma valente
cura de irrelevância política, não só no Governo do país, mas também nas
autarquias. Criou uma teia de poder, de compadrios, de domínio. É mais do que
tempo de nos livrarmos desta gente. Alfredo
Freitas: O PS e a outra esquerda governaram anos demais depois do 25 de Abril, com
muita conversa, muita sensibilidade, mas escassa competência. Teve maiorias absolutas,
que nunca serviram para nada se não atrasar o país e escravizar os portugueses
com impostos pesadíssimos. Os portugueses, finalmente, acordaram e vão
continuar acordados, porque comparando o que vão ter e já estão a ter com o
atual governo com o que tiveram e desperdiçaram com os governos passados do PS
e restante esquerda, creio que cada vez mais engrossarão a coluna da direita. A
direita é esperança, é futuro, o socialismo é inveja e ressabiamento. Emanu@.Paciência SemFim. Maria Emília Ranhada Santos: D. Emília, não é necessário ir
tão longe nas suas pretensões. O actual PSD tem pessoas muito competentes no
Governo. O PSD aliado ao CDS + o CHEGA não deverão vacilar e irão colocar o
nosso País na ordem. OBS: O PS transformou Lisboa, Almada, Setúbal, Algarve,
Aveiro, Figueira da Foz, Distrito do Porto e o Minho, num Albergue com dezenas
de milhares e milhares de Imigrantes Ilegais José Miranda: A isto chama-se escrever curto
e bem! O Rui Ramos é uma referência indispensável. José B Dias: Dei comigo a pensar onde terão ido os que por aqui tão convictamente
gritavam "não, é não" ... é que não sei não 🤭 Eduardo
Cunha: Excelente crónica. Parabéns. Manuel
Filipe Correia de Araújo: "Aguiar-Branco pede debate com discussão de ideias e sem qualificações
pessoais" "André Ventura afirmou que a liderança do PS de José Luís
Carneiro “ainda é mais frouxa que a outra”, numa alusão a Pedro Nuno Santos. José
Luís Carneiro respondeu a André Ventura: “Até hoje não encontrei um deputado
tão fanfarrão como aquele deputado que está a liderar aquela bancada” do Chega.
Aguiar-Branco reagiu e considerou que a palavra “fanfarrão” usada por José Luís
Carneiro não lhe parecia que fosse “um tratamento urbano”. "O Presidente
da AR, Aguiar-Branco está Certíssimo, pois uma coisa é apelidar uma direcção ou
liderança de 'Frouxa' que abrange numerosos responsáveis por essa 'Frouxidão',
outra completamente diferente é lançar o opróbio sobre uma determinada pessoa,
apodando-a especificamente a ela de 'Fanfarrão' ou seja é ela e só ela que é
dotada do vício da 'Fanfarronice'.....!!!!!!
O Senhor Presidente da AR, Aguiar-Branco esteve Muitíssimo Bem neste
episódio, continue sempre assim e que nunca lhe doam as mãos e a voz para
Defender os Portugueses Honestos e Patriotas.....!!!!!! Alexandre
Areias: é isso mesmo, do PS, deste PS, só se pode esperar narrativas mentirosas,
entendimentos oportunistas com a extrema-esquerda que odeia qualquer símbolo de
identidade nacional e defende o "quanto pior, melhor" e, claro, um
desprezo total por tudo aquilo que são os problemas e as aspirações da
população, que estão lá só para pôr a cruzinha no PS e seguir ordeiramente o
que lhes dizem para fazer. Pessoalmente sinto-me muito tentado a votar no António
José Seguro, não só porque me parece uma pessoas decente mas, sobretudo, porque
a eleição do AJS seria o pior que poderia acontecer a este PS
socratista-costista. Não deixa de ser curioso que, na ânsia de barrar o caminho
ao AJS, até já há declaração de apoio ao Marques Mendes da parte de vários
ilustres socialistas. João
Diogo: Excelente crónica, estamos fartos deste PS do Sócrates e Costa, será que é
preciso fazer um desenho a esta gente. António
Duarte: Os jornalistas e comentadores parece terem medo de dizer o óbvio: o senhor
Carneiro é um parolo de trás do sol posto que nunca passaria de presidente de
câmara de uma terrinha esquecida não fora o PS de então ter abocanhado tudo e
todos no país, mas que jamais terá estaleca para conduzir os destinos de
Portugal. João
Basílio: Muito bem. Hugo Silva > José B Dias: Ainda andam por aí muitos (João Valente, Tristão, João
Cadete, Pedra Nussapato, Liberales, Lucio Monteiro, Novo Assinante, Carlos
Ramos)... Como o não é não está em vias de extinção, o problema passou a ser a
formação do governo sombra. Como se esse assunto fosse realmente importante
para o desenvolvimento do país. É gratificante perceber o quão murchinhos
andam. Post Scriptum:
espero que aquela malta da protecção de dados não me abra um processo de
averiguações. Gabriel
Madeira: Habituem-se,
como dizia o outro.
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