segunda-feira, 21 de julho de 2025

Uma espécie

 

De viragem. Inesperada, talvez. O outro lado da barricada dá mais sainete à nossa timidez.

 

Nas mãos do PS seria melhor?

O PS procura reduzir o debate político à questão do entendimento com o Chega. É a sua maneira de não reconhecer a grande viragem no país e o falhanço e rejeição das políticas de esquerda.

RUI RAMOS Colunista do Observador

OBSERVADOR, 18 jul. 2025, 00:2278

O governo mandou o “não é não” para a lavandaria (afinal, tinha que ver apenas com “acordos de governo”, e dizia respeito a todos os partidos), e fez passar leis sobre imigração e impostos com os votos do Chega. O líder socialista JOSÉ LUÍS CARNEIRO não levou a bem. De gravata preta pela democracia, anunciou solenemente que o governo está “nas mãos do Chega. Mas onde quer José Luís Carneiro chegar? O governo, sozinho, não tem votos na Assembleia da República para aprovar leis contra a vontade das oposições. Precisa de se colocar nas mãos de alguém, para usar o pitoresco vocabulário de Carneiro. A questão é esta: em que mãos devia colocar-se, quando se trata de inverter o que os governos socialistas fizeram, e de fazer aquilo de que o PS discorda? Está o PS disponível para reconhecer que os seus governos seguiram políticas fiscais e migratórias erradas, e ajudar a inverter essas políticas? Se não está, com quem quer que o governo se entenda?

O anterior presidente do PSD, RUI RIO, namorou desesperadamente o PS. O PS nunca correspondeu. Agora, o ponto não é o PSD ter deixado de se querer pôr nas mãos do PS: o ponto é que as mãos do PS não são as mãos certas para o PSD. Entre 2024 e 2025, o país mudou de opinião. A esquerda foi reduzida à sua expressão eleitoral mais curta desde 1975. O PS é agora o terceiro partido no parlamento, atrás do Chega. E isso aconteceu, porque o país se convenceu de que o PS e a extrema-esquerda tinham, enquanto foram maioria, criado problemas para os quais não dispunham de solução. Por exemplo, o caos migratório, a razia fiscal, a campanha wokista contra o bom senso, ou o colapso dos serviços públicos. A nova maioria parlamentar de direita foi o modo como o eleitorado expressou a sua vontade de reagir contra os erros e os absurdos da esquerda. O PSD percebeu isso. Sabe que, na discussão dos grandes temas que levaram os eleitores a alterar a configuração da Assembleia da República, lhe convém fazer parte da nova maioria. O PS não pode perceber. Por isso, procura reduzir o debate político à questão do entendimento com o Chega. É a sua maneira, mais ou menos infantil, de não reconhecer a grande viragem no país, assente no falhanço e rejeição popular das políticas de esquerda.

Há ainda outra razão para que as mãos do PS não sirvam ao governo. As mãos socialistas não são apenas mãos erradas: são também mãos de pouca confiança. O PS está há muitos anos possuído por uma facção que teve JOSÉ SÓCRATES e depois ANTÓNIO COSTA como chefes. A facção socrático-costista fracassou no governo em 2011, quando precipitou o país na bancarrota, e fracassou outra vez em 2024, no meio de uma revolução social provocada pela sua decisão de abolir as fronteiras extra-europeias do país. Mas mesmo quando derrotada e exposta, a facção nunca admitiu largar mão do partido, e tratou de sabotar, com muita raiva e apoio na imprensa, qualquer direcção alternativa. Fez isso a ANTÓNIO JOSÉ SEGURO em 2013-2014 e a PEDRO NUNO SANTOS no último ano. O sectarismo de que é capaz tem transparecido na ânsia mesquinha com que agora esgaravata o chão à procura de um candidato presidencial, não para concorrer às eleições, mas apenas para impedir SEGURO de ser o candidato do PS. A presidência da república importa-lhe pouco, mas a possibilidade de alguém se tornar uma nova referência para o PS importa-lhe muito. Por essa razão, não é improvável que a facção se dedique um dia destes a tentar desmontar JOSÉ LUÍS CARNEIRO. CARNEIRO nunca estará à vontade para se entender com o governo, tal como SEGURO não esteve em 2013. O PS continua assombrado pela facção socrático-costista. Será sempre um parceiro tóxico, uma fonte de instabilidade.

PS       POLÍTICA       ANTÓNIO JOSÉ SEGURO       JOSÉ SÓCRATES       ANTÓNIO COSTA       PARTIDO CHEGA       PSD

COMENTÁRIOS (de78)

Vítor Araújo: Resumindo, o PS não é (nem nunca foi, de resto) um partido de confiança.       Pedro Correia: Xuxialismo português, a pior coisa que Abril pariu.                 Joaquim Rodrigues: E´ o legado do Socratismo/Costismo. Na verdade, o Costa e seus acólitos, amigos e influenciadores, o que queriam e querem, era e é, transformar Portugal num País "aculturado" para "aculturados". Escancararam as portas aos de fora e, com as suas politicas, escorraçaram uma grande parte dos que por cá estavam, de cá eram e de cá são, com ligações ancestrais e culturais profundas às suas gentes, às suas terras, às suas tradições, aos seus valores e à sua cultura. Este é um problema grave, não pelas razões que têm vindo a lume, mas por razões mais profundas, que têm a ver com aquele que era o "perfil" da economia portuguesa, das estratégias políticas postas no terreno para aproveitar e desenvolver (ou desaproveitar) o seu potencial, das características do tecido económico distribuído pelo território nacional e dos “recursos humanos” necessários ao seu aproveitamento, valorização e desenvolvimento. Ao sobrecarregar com impostos, taxas e taxinhas os sectores económicos produtores de bens transaccionáveis, geradores de riqueza e ao aumentar os custos de contexto desses sectores (energia, transportes, combustíveis, comunicações, habitação, serviços) em grande parte, por força do peso cada vez maior da “economia rentista” nos fornecedores desses serviços, tutelados ou outorgados pelo Estado, perdeu-se a oportunidade de aproveitar o “mercado europeu” e as “ajudas da União Europeia”, para o desenvolvimento sustentado do País, para a aposta nos sectores criadores de riqueza, em particular a indústria, para a melhoria dos salários e para mantermos em Portugal as “nossas” gentes, com dignidade e qualidade de vida. A título de exemplo caberá referir que o crédito bancário que deveria ter sido canalizado para as empresas, para a criação de emprego e de riqueza, na produção de bens transaccionáveis e exportáveis, acabou por ser canalizado, durante cerca de dezena e meia de anos, através de consórcios de bancos com construtoras, (depois de destruírem a JAE), para a execução de auto-estradas desnecessárias (no sítio onde o Plano Rodoviário Nacional previa a construção de vias com perfil tipo de “Itinerário Principal” que custavam cerca de 10 vezes menos por Km e eram financiadas a 85% por Fundos Comunitários), financiadas com juros obscenos, garantidos pelo Estado, que nós, contribuintes pagamos e vamos continuar a pagar por muitos e longos anos. Para além dos “fardos rentistas”, como as SCUTs, TAPs/CPs, Alcochetes, TTT Chelas –Barreiro, Bitolas Tugas (proteccionismo bacoco e atávico), um TGV a serpentear o Tejo e mais umas quantas pérolas da “economia rentista”, firmadas ou armadilhadas, ficou o “turismo” e alguma “agricultura de estufa e aviáriopara a qual necessitam apenas de “mão de obra” desqualificada e a ser paga, miseravelmente, garantindo, assim, a perpetuação da pobreza em Portugal para todo o sempre. Para além da “reversão” das medidas da Troica e do salto do muro vermelho para "montar" a "Geringonça", alguém conseguiu, até hoje, esclarecer qual era o verdadeiro “Programa Político” do Costa, e quais eram os verdadeiros desígnios do Costa, para o (sub)-desenvolvimento do País? Ele, o Costa e os seus acólitos, o tal “Núcleo de Lisboa”, não representam, òbviamente, o povo de Lisboa, nem povo nenhum. Nunca gostaram do verdadeiro Portugal, do Portugal profundo e real, que tínhamos e ainda vamos tendo, do "Portugal real" o dos "portugueses reais". Eles, estão para Portugal, como as “elites” de Kabul estiveram para o Afeganistão, até os “talibans” fazerem do Afeganistão aquilo que hoje é. E, atenção: os “nossos” talibans já andam por aí! Na verdade, os do tal “Núcleo de Lisboa” representam-se a si mesmos e aos oligarcas da economia rentista e têm por conta um forte sector da Comunicação Social, numa "bolha" que alimentam na sua imaginação, com raízes nos tempos da “capital do império”, tudo fazendo para perpetuar o “centralismo e o estatismo”, dos quais se servem, em defesa dos seus próprios interesses e dos interesses da “oligarquia” que representam, da “oligarquia” das “rendas garantidas”, dos encostados ao “Estado”, aos negócios de Estado, aos negócios outorgados pelo Estado. São a versão pimba e negra, ao vivo e a cores, desse grande grupo musical que eram os "Loucos de Lisboa".           SDC Cruz: As mãos do PS sempre serviram para sacar dinheiro, quer através do aumento de impostos, quer através do aumento despudorado da corrupção, O objectivo era sempre o mesmo, enriquecer a sua escumalha à custa dos contribuintes, ou seja, á custa de todos nós. Este PS, socrático-costista, empobreceu o País com as reversões de tudo o que de bom Passos Coelho fez, no governo da troika. Escancarou as portas para a emigração, descontrolando-a a ponto de certas zonas de Portugal passarem a estar demograficamente descaracterizadas. Com estas políticas e este estado de coisas, fomos ultrapassados por 6 países, atirando Portugal para a cauda da Europa e depois desses disparates todos, queriam continuar a condicionar o desenvolvimento do País? Ainda não perceberam que levaram uma valente sova nas últimas eleições? No PS, a falta de vergonha e de bom senso, não tem limites. Nunca irão aprender. Sorte a nossa!                Maria Nunes: O PS actual quer fazer dos portugueses, parvos. Desesperadamente, deita mão a tudo para ter poder e continuar a prejudicar o país.                    Isabel Amorim: Tão simples de perceber a pouca qualidade da fauna que se foi instalando no PS desde Sócrates. Estão a falar sozinhos mas a lentidão naqueles parcos neurónios de que foram agraciados, não se deram conta ainda de que pouca gente já os suporta e os topou. A mina de ouro com que se têm servido ao longo destas décadas a fugir-lhes por entre os dedos deixa-os desesperados....Aonde é que eu agora me posso ir servir? Restam as Juntas por esse país fora. Agora vamos vê-los activos a reorganizarem-se para irem sacar o que mais puderem pelas nossas províncias fora. Nasceram mal paridos e assim irão morrer. Um batalhão de toscos que gostam demasiado do capitalismo que dizem abominar, serviram-se, mandaram prás silvas o povo que foram sugando, foram corridos e não sabem o que fazer. Trabalhar não estão para aí virados até porque nem têm capacidade. Não me admira que aumente o nº de carteiristas nos grandes centros urbanos. Cuidado com as carteiras!             João Floriano: Excelente! É isso mesmo. O PS não é confiável. Terá de fazer o seu caminho, terá de mudar e muito e dominado pela pandilha costista e socrática, o caminho será sempre para o fundo. Achei curiosa a gravata preta de Carneiro como luto pela democracia. Lembra-me outro momento do parlamento em que as deputadas de esquerda esborrataram as beiças com um bâton vermelho. É isto que o PS de Carneiro tem para oferecer: uma liderança fraca, e um debate político que não contém uma única ideia sobre a resolução dos nossos problemas. Apenas como impedir que o PSD e o CHEGA se entendam. A questão da escolha de candidato presidencial é um desastre. O partido não consegue arranjar ninguém e o único socialista que se disponibilizou é alvo do ódio de uma facção do partido. Tudo é um desastre no Largo do Rato. PS nunca mais! Esquerda nunca mais!              Bailaruco Madeira:O PS está moribundo. Sem capacidade para se renovar, dispara tiros de pólvora seca, anda confuso, perdido, e ainda não percebeu que está condenado a prazo. Carlos Chaves: Caro Rui Ramos, alegrou-me ver novamente mais esta sua crónica em que concordo com o seu conteúdo de cima a baixo e de baixo para cima! Tudo certinho, certeiro e verdadeiro! Talvez me tenha precipitado nas críticas que lhe fiz em crónicas anteriores, onde na minha opinião demonizada o PSD de Luís Montenegro e punha no Olimpo o CHEGA de André Ventura. Percebo agora que era uma estratégia inteligente de pressão sobre o imobilismo da direcção de Montenegro. Faço aqui a mea-culpa!                  Manuel Lisboa: Indubitavelmente, o partido socialista não é de confiança. Os seus governos mostraram-se incompetentes, conforme repetidas notícias origem de casos de corrupção e, não há dúvidas de acordo com as mesmas fontes, constantes no nepotismo. A actual liderança dos socialistas é mais do mesmo. Aliás, insiste em não ter projectos alternativos, propondo pactos vagos e insistindo na obsessão de promover o partido parlamentar da direita radical, exactamente como os dois anteriores chefes. Dessa forma, e ainda bem, se cava a decadência permanente do partido socialista            joão Melo: Das melhores coisas que já assisti nos últimos 50 anos de democracia, ver o PS a dar tiros nos pés com a força toda. Esperemos que siga o caminho do BE, e que daqui a uns anos seja um partido em vias de extinção...                 Antonio Torres: Parece um Carneirinho mas é um lobo da mesma alcateia xuxa. É patética a desfaçatez das intervenções, ignorando a miséria e caos em que deixaram o País. Faço votos que continuem a ignorar a realidade, é remédio santo para a própria extinção         Ruço Cascais: 2025, Costa reabilita a geringonça e com comunistas e bloquistas consegue manter-se como primeiro ministro ao fim de 10 anos. Os números da imigração continuam desconhecidos. A política de "Portas Abertas" continua por falta de mão de obra para poder cumprir os objectivos do PRR. Nos bastidores fala-se à boca fechada em 5 milhões de imigrantes, na sua maioria vindos do Industão. Costa fala em apenas 500 mil imigrantes. Centeno confirma o número através do Banco de Portugal. Costa vai falar com Úrsula von der Leyen para pedir um novo PRR para a imigração. Se o subsídio for dado por cabeça, Costa estará disponível para reconhecer os 5 milhões. Joana Amaral Dias, a nova voz da oposição diz que Costa quer alterar as características demográficas de Portugal. Para Costa, os indianos são bons a matemática, consequentemente em informática, sabem utilizar bem os pés a trabalhar e reproduzem-se bem. Um povo indiano resolverá todos os problemas endémicos do país defende Costa. Centeno confirma. PNS assume funções de Ministro da Saúde e Cabrita é nomeado como ministro dos transportes. Isabel Moreira é a nova ministra da habitação e defende a legalidade da ocupação de casas vazias. José Luís Carneiro é o novo ministro da agricultura. Marques Mendes é o candidato oficioso do PS à presidência da república.                 Tiago Maymone: O óbvio é um paciente que está nos cuidados intensivos. Há ventos de mudança mas não nos iludamos, há ainda muito woke por aí, e há poderes fortes que assim quer manter a coisa.          Maria Emília Ranhada Santos: Grande artigo! Os socialistas desde abril que se convenceram que eram donos de Portugal! Por sorte para os portugueses e azar para eles, o Chega chegou pelas de um grande e carismático líder, André Ventura que tem conduzido o partido espectacularmente o que lhes causa muita inveja a eles e a toda a esquerda!  Mas, isso pouco importa aos portugueses e ao CHEGA, porque a mira é o bem da Nação enquanto-que a mira deles, todos os esquerdistas era e continua a ser, o seu próprio umbigo! Se Deus quiser, contra a vontade de todos os demónios internos e externos, futuramente teremos o Ventura a governar o País e a voltar a fazê-lo grande como antigamente!             Rosa Ribeiro: O PS esteve demasiado tempo a governar e conseguiu pedir 3 empréstimos internacionais... ou será que foi ficção política criada pela minha imaginação?              M L: "...Rui Rio, namorou desesperadamente o PS. O PS nunca correspondeu..." Absoluta verdade. Os anos mais negros da história do psd. Vergonhoso.               AL MA: Carneiro colocou no Conselho Nacional muitos do pior que o PS tem, os Socratistas/ Costistas, depois não se queixe               António Soares: O PS não é um Partido. É uma Famiglia!       Emanu@. Paciência Sem-Fim. Caros Amigos e Inimigos, este trecho do artigo do Rui Ramos é sublime:       “” Por exemplo, o caos migratório, a razia fiscal, a campanha wokista contra o bom senso, ou o colapso dos serviços públicos. A nova maioria parlamentar de direita foi o modo como o eleitorado expressou a sua vontade de reagir contra os erros e os absurdos da esquerda. O PSD percebeu isso. Sabe que, na discussão dos grandes temas que levaram os eleitores a alterar a configuração da Assembleia da República, lhe convém fazer parte da nova maioria. O PS não pode nem tem inteligência para perceber. Por isso, procura reduzir o debate político à questão do entendimento da AD com o CHEGA. É a sua maneira, mais ou menos infantil, de não reconhecer a grande viragem no país, assente no falhanço e rejeição popular das políticas de esquerda. “”               Alexandre Barreira: Pois. Caro Rui, A verdade....nua e crua. É que num passado recente. Ninguém acreditava que o Chega. Chegasse....onde chegou. E é por isso que a "sabedoria-do-nosso-povo". Diz e bem: "Nunca digas que... .desta água não....beberei". É a "lei sagrada da vida"....!          Ultramar: Esta facção Socrático-Costista devia ser julgada e condenada a longas penas de prisão por crimes de lesa Portugal.         Antonio C.: Nota 20 caro Rui Ramos. Simples, claro e evidente. O PS e as extremas-esquerdas cada vez contam e continuarão a contar menos para o país. O seu canto de cisne foi aliança contra-natura que alimentaram nos últimos 8 anos, um verdadeiro regabofe de interesses próprios, apropriação das rendas do Estado, nepotismo, corrupção, rentismo misturado com incompetência pura. O país necessita de novas forças políticas que substituam as que, comprovadamente, já demonstraram que são de utilidade zero e, portanto, tóxicas.                 Maria Nunes da Silva: Muito bom artigo. Pena é que ainda haja “comentadores especialistas sempre em qualquer coisa” que não entendem que o país mudou.           joao lemos: se a Direita se regesse pela ética do PS, com coligação total com o Chega e sem medo, reduziria o PS a 10% das autarquias. Não querem e por isso ressuscitam o PS que estava na peugada do PS francês,italiano. grego etc          José Piçarra: O PS continua assombrado pela facção socrático-costista. Será sempre um parceiro tóxico, uma fonte de instabilidade. Tudo dito aqui.         Aríete: O PS precisa de uma valente cura de irrelevância política, não só no Governo do país, mas também nas autarquias. Criou uma teia de poder, de compadrios, de domínio. É mais do que tempo de nos livrarmos desta gente.                    Alfredo Freitas: O PS e a outra esquerda governaram anos demais depois do 25 de Abril, com muita conversa, muita sensibilidade, mas escassa competência. Teve maiorias absolutas, que nunca serviram para nada se não atrasar o país e escravizar os portugueses com impostos pesadíssimos. Os portugueses, finalmente, acordaram e vão continuar acordados, porque comparando o que vão ter e já estão a ter com o atual governo com o que tiveram e desperdiçaram com os governos passados do PS e restante esquerda, creio que cada vez mais engrossarão a coluna da direita. A direita é esperança, é futuro, o socialismo é inveja e ressabiamento.                 Emanu@.Paciência SemFim.           Maria Emília Ranhada Santos: D. Emília, não é necessário ir tão longe nas suas pretensões. O actual PSD tem pessoas muito competentes no Governo. O PSD aliado ao CDS + o CHEGA não deverão vacilar e irão colocar o nosso País na ordem. OBS: O PS transformou Lisboa, Almada, Setúbal, Algarve, Aveiro, Figueira da Foz, Distrito do Porto e o Minho, num Albergue com dezenas de milhares e milhares de Imigrantes Ilegais         José Miranda: A isto chama-se escrever curto e bem! O Rui Ramos é uma referência indispensável.          José B Dias: Dei comigo a pensar onde terão ido os que por aqui tão convictamente gritavam "não, é não" ... é que não sei não 🤭                    Eduardo Cunha: Excelente crónica. Parabéns.       Manuel Filipe Correia de Araújo: "Aguiar-Branco pede debate com discussão de ideias e sem qualificações pessoais" "André Ventura afirmou que a liderança do PS de José Luís Carneiro “ainda é mais frouxa que a outra”, numa alusão a Pedro Nuno Santos. José Luís Carneiro respondeu a André Ventura: “Até hoje não encontrei um deputado tão fanfarrão como aquele deputado que está a liderar aquela bancada” do Chega. Aguiar-Branco reagiu e considerou que a palavra “fanfarrão” usada por José Luís Carneiro não lhe parecia que fosse “um tratamento urbano”. "O Presidente da AR, Aguiar-Branco está Certíssimo, pois uma coisa é apelidar uma direcção ou liderança de 'Frouxa' que abrange numerosos responsáveis por essa 'Frouxidão', outra completamente diferente é lançar o opróbio sobre uma determinada pessoa, apodando-a especificamente a ela de 'Fanfarrão' ou seja é ela e só ela que é dotada do vício da 'Fanfarronice'.....!!!!!!  O Senhor Presidente da AR, Aguiar-Branco esteve Muitíssimo Bem neste episódio, continue sempre assim e que nunca lhe doam as mãos e a voz para Defender os Portugueses Honestos e Patriotas.....!!!!!! Alexandre Areias: é isso mesmo, do PS, deste PS, só se pode esperar narrativas mentirosas, entendimentos oportunistas com a extrema-esquerda que odeia qualquer símbolo de identidade nacional e defende o "quanto pior, melhor" e, claro, um desprezo total por tudo aquilo que são os problemas e as aspirações da população, que estão lá só para pôr a cruzinha no PS e seguir ordeiramente o que lhes dizem para fazer. Pessoalmente sinto-me muito tentado a votar no António José Seguro, não só porque me parece uma pessoas decente mas, sobretudo, porque a eleição do AJS seria o pior que poderia acontecer a este PS socratista-costista. Não deixa de ser curioso que, na ânsia de barrar o caminho ao AJS, até já há declaração de apoio ao Marques Mendes da parte de vários ilustres socialistas.                João Diogo: Excelente crónica, estamos fartos deste PS do Sócrates e Costa, será que é preciso fazer um desenho a esta gente.                    António Duarte: Os jornalistas e comentadores parece terem medo de dizer o óbvio: o senhor Carneiro é um parolo de trás do sol posto que nunca passaria de presidente de câmara de uma terrinha esquecida não fora o PS de então ter abocanhado tudo e todos no país, mas que jamais terá estaleca para conduzir os destinos de Portugal.                  João Basílio: Muito bem.       Hugo Silva > José B Dias: Ainda andam por aí muitos (João Valente, Tristão, João Cadete, Pedra Nussapato, Liberales, Lucio Monteiro, Novo Assinante, Carlos Ramos)... Como o não é não está em vias de extinção, o problema passou a ser a formação do governo sombra. Como se esse assunto fosse realmente importante para o desenvolvimento do país. É gratificante perceber o quão murchinhos andam. Post Scriptum: espero que aquela malta da protecção de dados não me abra um processo de averiguações.         Gabriel Madeira: Habituem-se, como dizia o outro.

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