Com TRUMP apontando propostas, com garbo
altaneiro e a parceria do Qatar e do Egipto, PUTIN continuando bem na sua, na modéstia implacável do
seu trono, disfarçado em cadeira, visando outras manobras de efeito próprio, mais
no campo do destroço alheio, a TERRA girando como de costume, com as
distracções ou os conflitos específicos, vistos do sofá, sem medos, por
enquanto…
Mundo / Conflito
Israelo-palestiniano
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Casa
Branca aponta Gaza como "prioridade máxima" na região
A porta-voz da
Casa Branca referiu que Trump está "focado no presente"
e em fazer com que o grupo islamita palestiniano Hamas aceite a sua proposta de
cessar-fogo para o conflito.
OBSERVADOR, 07
jul. 2025, 21:43 2
A base de um entendimento entre Israel e Hamas assenta
num cessar-fogo de 60 dias
MOHAMMED SABER/EPA
Acompanhe
o nosso liveblog sobre a situação no Médio Oriente
A Casa Branca declarou que o fim da
guerra na Faixa de Gaza é a “prioridade máxima” para o Médio Oriente do
Presidente norte-americano, que recebe esta segunda-feira em Washington o
primeiro-ministro israelita.
“A
principal prioridade do Presidente no Médio Oriente é acabar com a guerra em
Gaza e garantir o regresso de todos os reféns”, afirmou a
porta-voz da Casa Branca, em conferência de imprensa, poucas horas antes do
encontro de Donald Trump e Benjamin Netanyahu, agendado para as 18h30 (23h30 em Lisboa).
Karoline Leavitt referiu que Trump
está “focado no presente” e em fazer com que o grupo islamita palestiniano
Hamas aceite a sua proposta de cessar-fogo para o conflito que perdura há 21
meses. “Não quero
comentar os detalhes do acordo por respeito a estas negociações, mas foi
enviada uma proposta aceitável e apropriada ao Hamas”, assinalou.
A porta-voz da Casa Branca indicou
também que o enviado de Washington para o Médio Oriente, Steve Witkoff, deverá
viajar ainda esta semana para Doha, onde decorrem negociações indirectas para
uma trégua, com a mediação do Qatar, Egipto e Estados Unidos.
“O Qatar e o Egipto têm sido parceiros incrivelmente
prestáveis na mediação destas negociações e diálogos para alcançar a paz
nesta região e pôr fim a este conflito de uma vez por todas“, comentou Leavitt. Donald
Trump já
deixou claro que, após a
guerra de 12 dias entre Israel e o Irão, pretende
pôr termo ao conflito na Faixa de Gaza, mas das
negociações em Doha ainda não saiu qualquer sinal nesse sentido.
Antes de partir para Washington, Netanyahu elogiou
no domingo a cooperação com Washington por trazer uma “enorme vitória” sobre um
“inimigo comum”, em alusão ao Irão, e, sobre a Faixa de Gaza, disse
estar a trabalhar “para alcançar o acordo
em discussão, nos termos acordados”.
O primeiro-ministro israelita
tem reuniões separadas marcadas para esta segunda-feira
com Steve Witkoff e com o secretário de Estado, Marco Rubio, antes de jantar
com Trump. Na
terça-feira, Netanyahu deverá reunir-se com o líder da Câmara dos
Representantes do Congresso, o republicano Mike
Johnson.
“Acredito que a conversa com o Presidente Trump pode certamente
ajudar a avançar neste resultado, que todos esperamos”, comentou Netanyahu, embora
advertindo que “isto muda de
um dia para o outro”.
A
base de um entendimento entre Israel e Hamas assenta num cessar-fogo de 60
dias, envio de ajuda humanitária para o enclave e libertação de parte dos 50
reféns, dos quais Telavive estima que 20 estejam vivos, mantidos no território
pelo grupo armado palestiniano.
Israel
aceitará, por seu lado, à semelhança dos acordos
anteriores, libertar um número indeterminado de prisioneiros palestinianos. Os pontos de discórdia constantes estão
relacionados com o fim da
guerra por completo e a retirada das forças israelitas do território por uma
lado, e a rendição e a extinção do Hamas por outro.
Em meados de março, Israel violou o
acordo anterior e relançou a ofensiva na Faixa de Gaza, intensificando-se nas
últimas semanas.
O conflito em curso foi desencadeado em 7 de outubro de 2023, após um ataque do Hamas em solo israelita, que fez
cerca de 1.200 mortos, na maioria civis, e mais de 200 reféns.
Em retaliação, Israel lançou uma
vasta operação militar na Faixa de Gaza, que já provocou mais de 57 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo
Hamas, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a
deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.
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COMENTÁRIOS:
Novo Assinante: O novo Hitler e assassino em massa de mulheres,
crianças e bebés de nome Benjamin Nethanyau, continua o genocídio na faixa de
Gaza. Todos os dias assassina aqueles que cometem o crime de procurar não
morrer à fome enquanto estão à espera de um prato de comida. E tudo isto
porquê? Porque sabe que no dia em que terminar o genocídio, o assassino em
massa de mulheres, crianças e bebés de nome Benjamin Nethanyau vai preso, no
seu próprio país, por crimes de corrupção.
Novo Assinante: O pedófilo Donald Trump - foi o seu grande
amigo Elon Musk quem disse que Trump se tinha envolvido se xu almente
com crianças na vivenda de Jeffrey Epstein, como podem ler ou reler neste nosso
jornal, Observador, de 06.06.2025 com o título: "Trump era amigo íntimo do "fantástico" Jeffrey... Musk
acusou o ex-aliado (Donald Trump) de estar envolvido no crime sexual a
menores." - precisa de tratamento urgente. O Júlio de Matos
reservou uma cama para ele. Pode vir, que nós pagamos todas as despesas a
incorrer.
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