Este, que grita contra Israel – gritaria, para mais, de irlandeses, que
se suporia gente equilibrada e justa. Mas o que alegra é que também contém gente
que se indigna contra tal “escândalo” de antissemitismo absurdo, sendo
portugueses os inúmeros – houve mais – que elogiaram o texto da indignação de
uma “CONVIDADA
DA OFICINA DA LIBERDADE”, com justos argumentos de repúdio e estranheza, aos
quais me associo, com assombro, oitenta e muitos anos após o refúgio ou o ponto
de passagem que um nobre português corajosamente proporcionou a tantos milhares
de judeus em fuga... Um excelente texto, o desta CONVIDADA DA OFICINA DA LIBERDADE,
unindo o prazer da sua leitura a esse outro com que Aristides de Sousa Mendes desafiou, em tempos, justos receios, com
a sua assinatura providencial…
Glastonbury
e a Purga dos Judeus
O movimento "Palestina
Livre" não é uma expressão inofensiva de solidariedade para com povos
oprimidos. É uma operação de guerra política baseada em princípios maoístas e
ressentimentos islâmicos
CONVIDADA DA OFICINA DA LIBERDADE
OBSERVADOR, 08 jul. 2025, 00:2085
À primeira vista, e pela foto panorâmica
tremida de um iPhone, as cenas do festival de Glastonbury parecem um protesto
enérgico. As
bandeiras vermelhas e verdes a agitar na brisa quente; os keffiyehs; os
cânticos. Mas aumente o volume e ouça atentamente o que gritam dezenas de
milhares de pessoas, lideradas pelo vocalista do duo punk Bob Vylan: “Morte, morte às “Forças de Defesa de Israel”.
Isto aconteceu num dos palcos
principais do festival. Foi transmitido em directo pela BBC.
Para que não haja confusão
sobre o que o cantor quis dizer: mais tarde, nessa noite, a comer gelado:
“Enquanto os sionistas choram nas redes sociais”, escreveu, “acabei de comer um
gelado (vegan) a altas horas da noite”.
Bob
Vylan foi
seguido em palco pelos Kneecap, um trio de rap irlandês que recebeu este nome em homenagem à punição do IRA
de disparar sobre o joelho de alguém. Também gostam de espalhar cânticos anti-Israel durante os seus concertos e,
no mês passado, um membro foi acusado de terrorismo depois de agitar a
bandeira do Hezbollah no palco, um grupo terrorista proibido. Nas
imagens de vídeo, ouvem-se membros do grupo a gritar “viva o Hamas, viva o
Hezbollah”.
O
incidente com Bob Vylan foi
suficientemente grave para que os jornais de todo o mundo fossem obrigados a cobri-lo.
O New York Times, num enquadramento típico, descreveu os seus cânticos como
“contra o exército de Israel”.
Isto é um absurdo. Tal como é absurdo ouvir cânticos de “Palestina Livre” como sendo sobre a
Palestina, tal como, na década de 1930, os slogans sobre o Lebensraum não se
referiam a um espaço maior.
O que aconteceu em Glastonbury faz parte
de uma insurgência ideológica coordenada contra o povo judeu. Não
apenas contra os militares israelitas. Não apenas contra Israel. Não apenas
contra o sionismo. Contra os judeus.
Os judeus não são estranhos a
acusações de conspirações secretas: conspirações bancárias, conspirações
mediáticas, dominação mundial. De acordo com as pessoas que não conseguem deixar de estar obcecadas
por eles, os judeus estão sempre a conjurar. O que se está a desenrolar agora é
uma conspiração real, não orquestrada por judeus, mas contra eles. E está a
acontecer em plena luz do dia.
Chama-se movimento “Palestina Livre”. Mas a rotulagem é
uma cortina de fumo. Aquilo com que
estamos a lidar não é um apelo popular à
paz, por um Estado. É o islamismo
embebido em maoísmo, transformado numa arma para a era das redes sociais e
aguçado até certo ponto por guerreiros ideológicos que leram mais Foucault do
que o Corão.
Talvez isto lhe soe hiperbólico. Mas
tenho vindo a investigar e a escrever sobre movimentos subversivos há décadas,
especialmente movimentos que emanam do mundo do islamismo político.
O que torna este momento
singularmente perigoso é a fusão de duas ideologias que, historicamente,
operaram em arenas muito distintas: o Islão e o Maoismo.
A primeira é alimentada pela
teocracia absolutista e pela vingança tribal; a segunda, pela luta de classes e
pelo conformismo ideológico. Uma invoca
o divino; a outra finge ser secular. Ambas exigem submissão. O Islão
procura restaurar um califado do século VII através de bombas, sangue e
barbárie. O maoísmo procura achatar todas as hierarquias sob a bota da
“equidade”, imposta através da vigilância, da humilhação e do medo. Uma sonha com o paraíso após a morte. A
outra promete utopia após purgas políticas e sociais suficientes.
Mas ambas partilham um instinto
fundamental: esmagar o infiel, purificar o impuro, assumir o
controlo da narrativa. O Islão traz as munições — a fúria sagrada, a fixação no
martírio e um ódio visceral pelos judeus que antecede o Estado de Israel em
séculos. O
maoísmo traz a estratégia — a longa marcha através das instituições, as sessões
de luta cultural, o revisionismo da história, a reformulação da realidade
através das redes sociais e das frases de efeito retórico.
Quando estas ideologias convergem — e assim acontece —, obtemos algo muito mais perigoso do que um protesto
político. Obtemos um movimento cultural. E este tem uma missão clara: aniquilar Israel não só “do rio até ao mar”,
mas também fazer desaparecer o povo judeu do mapa moral.
Enquadramentos maoístas como “descolonização” e “privilégio”
fornecem a cobertura ideológica — suficientemente abstracta para soar
académica, suficientemente contundente para justificar a destruição. O fervor islâmico fornece a justificação moral para a
violência — envolta na linguagem da libertação, mas dirigida com precisão
cirúrgica à identidade judaica. Juntos, apresentam uma mensagem única e
horripilante, divulgada tanto por influenciadores do Twitch como por clérigos
radicais. O sionismo é maligno. Os judeus são os opressores. Por
isso, devem ser expulsos da sociedade civilizada.
A estratégia é brilhante na
sua simplicidade: caracterizar Israel como o nexo do mal. Depois, caracterizar
como cúmplice todo o judeu que não lhe renuncie. Obrigá-los a escolher: a
dignidade ou a segurança.
Veja online — em contas X como “Zionistas na Música”, que são simplesmente uma versão digitalizada do tipo
de lista que os nazis elaboravam no seu tempo.
Considere o que já ocorreu na indústria
musical para envergonhar, humilhar e estigmatizar os judeus.
Observe atentamente as ruas dos
Estados Unidos e da Europa de hoje — e especialmente as nossas instituições de
elite. Os estudantes judeus estão a ser assediados nos campus. Sinagogas,
centros comunitários judaicos e até charcutarias kosher são vandalizados. Uma
família judia janta fora em Los Angeles ou Nova Iorque e, de repente, um
estranho aparece à sua frente, com a câmara do telemóvel a gravar: “O que acham
da Palestina?”
Isto não é um protesto, é um
predicado para a violência. Na
melhor das hipóteses, estas pessoas são filmadas e humilhadas online. Na pior
das hipóteses? Basta ver o que aconteceu à porta do museu judaico em Washington
D.C. ou em Boulder, no Colorado, dias depois.
O mais assustador é que não há um
comando centralizado, nenhum imã a emitir decretos, nenhum presidente de
partido a delinear estratégias. Agora é orgânico. O algoritmo é o acelerador.
Quanto mais agressiva for a filmagem, mais viral é a causa. Não precisa de um
púlpito ou de um politburo — só precisa de um telefone e de um alvo.
Um
dia é um vídeo. No dia seguinte, é uma faca, uma pistola ou um cocktail molotov
atirado pela janela de uma sinagoga — porque os aplausos digitais não só
permitem a violência, como praticamente a exigem.
Pode rir-se disto como algo
marginal ou imaginar que estou a ser histérica. Mas não estou. Cresci nas
garras do Islão e sei onde ele e as suas derivações vão dar. Espere até que
seja um seu amigo. Espere até que os cânticos ecoem pelo seu bairro. Até que se
perceba que o que antes exigia um uniforme, um manifesto ou uma mesquita, agora
precisa de pouco mais do que um hashtag e um separador de tendências. Que a
maquinação da radicalização já não vive em grutas ou complexos — mas no pedaço
de vidro dentro de cada um dos nossos bolsos.
Eu não sou judia. Sou cristã, o que
significa que, neste momento, não tenho a preocupação imediata de os meus
próprios filhos serem assediados ou de o meu local de culto ser profanado (na
maior parte do Ocidente, diga-se). Mas não tenho dúvidas de que, se esta
ideologia se espalhar, eles também virão atrás de nós.
Não pense que acaba em Israel. Israel é apenas o pretexto. O prémio
é mais amplo. O povo judeu sempre representou algo maior: um povo que se
recusou a assimilar-se à sociedade que o rodeava, que construiu uma identidade
através de rituais, leis, memória e resiliência. Num mundo cada vez mais
alérgico às distinções — entre homem e mulher, cidadão e estrangeiro, realidade
e ficção — isto faz do judeu uma ameaça existencial à nova ordem.
E enquanto os judeus são
infinitamente obrigados a repudiar isto, a condenar aquilo, a provar a sua
decência — o outro lado avança, sem impedimentos. Sem necessidade de factos ou
lógica. Apenas poder bruto e histeria moral.
Então o que fazemos?
Denunciamos. Expomos. E acabamos com
isto. O que significa rejeitar a mentira de que o movimento “Palestina Livre” é
uma expressão inofensiva de solidariedade para com os povos oprimidos. Não é. É
uma operação de guerra política baseada em princípios maoístas e ressentimentos
islâmicos.
Devemos apoiar a comunidade
judaica. Não silenciosamente, não condicionalmente, mas inequivocamente. Porque
a alternativa é o inferno absoluto na Terra. Os judeus estão mais uma vez a ser
encurralados, marginalizados e isolados. Não na sombra, mas em salas de aula,
salas de reuniões e mesas de brunch — por agentes mascarados pela
polidez, camuflados pelo progresso e recebidos com aplausos.
A
história não se repete. Evolui. O próximo pogrom não começará com uma
polícia de choque. Começará com um olhar do outro lado da sala, um sussurro no
corredor, uma pergunta que não é realmente uma pergunta. Começará com um meme. “Nunca
mais” não foi simbólico. Foi um voto.
Courage.Media é a plataforma de conteúdos de Ayaan Hirsi Ali,
nascida na Somália em 1969, escritora, activista, pensadora conservadora e
ex-política holandesa e norte-americana. Crítica do Islão e uma defensora dos
direitos e da autodeterminação das mulheres muçulmanas, opondo-se ao casamento
forçado, aos crimes de honra, ao casamento infantil e à mutilação genital
feminina. Aos 30 e poucos anos, Hirsi Ali renunciou à fé islâmica da sua
infância, e em 2023 anunciou a sua conversão ao Cristianismo. Em 2005, a
revista Time nomeou Ali como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Os seus livros Infidel: My Life (2007), Nomad: From
Islam to America (2010) e Heretic: Why Islam Needs a Reformation Now (2015) tornaram-se best-sellers.
Desempenhou funções na Hoover Institution da Universidade de Stanford, no
American Enterprise Institute e na Harvard Kennedy School. É colunista na
revista online UnHerd. Ali é casada com o historiador escocês-americano Niall
Ferguson. Tradução pela Oficina da
Liberdade do artigo original de 30/jun/2025 publicado no The Free
Press, Nova Iorque.
OFICINA DA
LIBERDADE OPINIÃO OBSERVADOR CONFLITO
ISRAELO-PALESTINIANO MUNDO……REINO UNIDO EUROPA
COMENTÁRIOS (de 35)
Coxinho > Isabel Amorim: Infelizmente, e na minha modesta opinião, a última
interrogação do seu brilhante comentário já contém a respectiva resposta. Isabel
Amorim: Muito bom artigo que deveria ser leitura obrigatória,
especialmente de alguns grupos de mulheres "activistas" ingénuas ou
não, que trabalham afincadamente em insultar de fascistas quem não comunga dos
"valores" dos grupos terroristas cujo objectivo foi o mesmo do de
Hitler, perseguir judeus e aniquilá-los até não restar nenhum. Os mesmos que
chamam de fascistas com um desplante total a quem não comunga do mesmo
pensamento, constata-se a falta de coerência total e acham-se uns heróis.
Quando é que esta gente mal formada carregada de ódio começa a ser punida? Vai
ser como aconteceu com o regime Nacional Socialista depois de milhões de mortos
e perseguições? Carlos
Chaves: “viva o Hamas, viva o Hezbollah” – Que gritem estas enormidades no Irão ou
na Palestina, estão no seu direito, que o façam às nossas portas sem qualquer
reprimenda, é sintomático da decadência em que o Ocidente está a mergulhar. Obrigado,
Ayaan Hirsi Ali, oportuníssima esta sua crónica, obrigado por nos trazer esta
denúncia “cristal clear”, baseada no estudo, na sua admirável acção, e nos
factos, por quem bem conhece o Islão. Não os podemos deixar vencer! André Correia: Essa é q'é essa... Grande
respeito e admiração por esta senhora Coxinho: Não conhecia esta Senhora. Sinto-me
privilegiado por ter lido palavras suas. Felicito o Observador. Maria
Nunes: Excelente artigo. AHA, parabéns pela sua coragem e determinação. António
Soares: Mulher corajosa. Bem haja!
Afonso Soares: Se o Islão é tão bom porque é
que os árabes não vivem melhor que os Judeus? Como no século VII continuam obcecados
em expandir a sua religião pela força. Passados XIV séculos não mudaram nada. A
mesma mentalidade, a mesma escravidão, a mesma submissão e tudo pela força.
Será tão difícil de ver?
Adriana Cardoso: Lúcida, corajosa e o mais interessante, fundamenta-se
na própria vida. Talvez seja justamente este o motivo dos dois primeiros
predicados Maria Tubucci:
Muito bom
artigo. Já conhecia Ayaan Hirsi Ali, já ouvi muitas das suas palestras, no
Youtube, que dá nas universidades ao longo do mundo e em conferências. Está
sempre a alertar as mentes e as consciências com argumentos lógicos sobre os
efeitos do cancro islâmico nas sociedades ocidentais. É verdade, a união entre
a esquerda e o islão é para destruir as democracias a partir do seu interior.
Quando o conseguirem, a esquerda é passada pelo fio da lâmina, para só o islão
reinar... Joaquim
Albano Duarte: Excelente artigo! Muitos parabéns pela coragem! Carlos Henrique Cunha Simões Soares:
Muito bem.
Assertivo e revelador. Maoísmo e Islão radical são os verdadeiros perigos para
a democracia e têm de ser erradicados. Antonio
C.: Excelente e
revelador artigo. Obrigado ao Observador por nos trazer este importante
testemunho. Jose
Pires: Enorme admiração pela coragem, pela clareza, pelos factos inatacáveis. O
mundo ocidental tem de pôr termo a isto e castigar severamente os políticos
traidores vendidos à ideologia Woke esquerdalha e a Comunicação Social que é a
correia de transmissão desta ideologia comuno/nazi José Paulo Castro: Nada melhor que alguém que os
conhece bem para nos avisar dos sinais já visíveis. O lado positivo deste novo
progrom é que deixa rasto digital. Se as autoridades quiserem, é só seguir,
registar e condenar. Vamos deixá-los impunes até quando? É que isto já não é só
liberdade de expressão: difamação, coacção e incitamento ao crime vêm-me à
cabeça assim apenas superficialmente. E recuso usar o novo 'crime' de discurso
de ódio (porque sou defensor da liberdade de expressão) mas se o enquadram para
outros, também enquadraria estes. Só que não é preciso porque os crimes são bem
mais graves: só dizer 'viva o Hamas' é apoio a terrorismo. Tomazz Man: Absolutamente extraordinário! Nuno
Teixeira: Brilhante artigo. Muito obrigado por elevar uma voz contra a anormalidade do que os
jornalistas transmitem de forma acéfala e activamente activistas, numa situação
de "idiotas úteis". Bailaruco
Madeira: O Islamismo Maoísta é uma Aberração Esquerdóide que tem que ser combatida
sem tréguas. Alimenta-se do Ódio à Liberdade e aos Valores Ocidentais,
incluindo o Ódio à Liberdade das Mulheres. E essas bandas rock antissemitas e
anti-ocidentais, são verdadeiro Luxo Tóxico, promotoras do Ódio e da Violência.
Devem ser TODAS proibidas de actuar na Europa. Que vão actuar para o Iémen,
Irão, Afeganistão, Coreia do Norte ou Rússia. Lourenço
de Almeida > Luis Silva: Não é comum arriscar a vida
para falar sobre o mal que conhece bem, como faz esta senhora. Se não fosse
ignorante saberia que ela não renega as suas origens. A menos que ache que os
alemães filhos de nazis renegam as suas origens se criticarem o nazismo! Diga
isso do palerma do seu presidente que tem vergonha do pai e está disposto a
entalar o filho, e leia o Corão para ver se o que a Hirsi Ali diz não é verdade
desde há 1400 anos!
Agnelo Furtado: Apoiado e obrigado pela denúnica deste movimento de
anti-semitas. José
Paulo Castro: A primeira
[Islão] é alimentada pela teocracia absolutista e pela vingança tribal; a
segunda [Maoísmo], pela luta de classes e pelo conformismo ideológico. Uma
invoca o divino; a outra finge ser secular. Ambas exigem submissão. Quem não entende
isto (a esquerda ocidental) não entende nada. E ainda dizem que estão a
libertar povos... Maria
Tubucci > Carlos Chaves: Nem mais, Caro CC. Aliás, se alguns mouros ficarem do nosso lado, contra os outros,
serão decapitados. Veja em Gaza, os mouros que se aproximarem dos judeus são
mortos. Não há islão moderado, porque os radicais liquidam os moderados, só há
islão radical. O pior cego é o que não quer ver... Coxinho: Preto no branco, a realidade! Uma realidade bem amarga
em que o respeito pela verdade e pelos valores humanos tradicionais foi há
muito substituído pelo germe maligno do interesse egoísta com total desprezo
pela vida humana -- a dos outros, claro, não a nossa!! Jose luis
Salema: Muito
obrigado pelo excelente artigo Ayaan. Não podemos baixar a guarda nunca. A luta
é contínua. Carlos
Chaves > Maria Tubucci; Não posso estar mais de acordo com esta sua opinião! Islão
é Islão radical de origem, o moderado é disfarce! E aqui incluo o que nos
querem convencer de que assim não é, aqueles da mesquita da Praça de Espanha em
Lisboa… J. Costa:
Parabéns pelo excelente artigo que
demonstra como o marxismo cultural/wokismo está a destruir por dentro a
sociedade ocidental. Ricardo
Ribeiro: Talvez a resposta ao Sr. Riaz Carmali (nosso colega de comentário,
português muçulmano que afirmou que as mulheres nos países muçulmanos têm mais
direitos que as de democracias ocidentais) esteja aqui. Seria interessante ler
um debate de argumentos entre os dois... Quanto aos apoiantes
maoístas/islamistas das democracias ocidentais, o melhor tratamento é mandá-los
vivenciar a sociedade desses países que defendem que quanto mais radical
melhor... Orlando
Videira: Muitos Parabéns pelo artigo lúcido e corajoso. Este é dos que prestigiam o
jornal. vitor
gonçalves: Elucidativo,
didáctico, a BBC devia ser chamada a atenção por ter permitido activismo e de
ter difundido o concerto com uma mensagem de ódio tão relevante. Vai para se
ouvir musica e leva-se com o apelo ao massacre. joaquim Duarte: É por estas crónicas que o
Observador ainda vale a pena.
graça Dias: Excelente crónica e brilhante analogia sobre dois
pensamentos ideológicos diferentes, mas que se completam nos seus propósitos. João Das Regras: Gostei muito do texto,
parabéns pela lucidez da análise e por não ter medo de dizer a verdade sobre
estes movimentos
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