Nas boas graças de um mundo piedoso.
«A pornografia da fome: como o Hamas e a
ONU nos enganam»
A estratégia sempre foi usar os corpos dos seus civis como escudos
humanos e munição mediática. Sabiam que quanto mais mortos fossem exibidos,
reais ou inventados, maior seria a pressão internacional.
JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO Coronel
"Comando"
OBSERVADOR, 28 jul. 2025, 00:18150
A última grande campanha do Hamas
para procurar sobreviver não se faz com foguetes, mas com imagens de crianças
famintas. A pornografia da fome é uma das mais eficazes armas do terrorismo jihadista: manipula emoções, distorce percepções e
transforma cada telejornal ocidental em caixa de ressonância da propaganda
islamista.
Todos os dias, imagens e
vídeos cuidadosamente encenados, com cortes e ângulos escolhidos a dedo, são
distribuídos por agências noticiosas e replicados em televisões e jornais. As
manchetes são sempre as mesmas: “A
ONU confirma”, “a OMS alerta”, “o Ministério da Saúde de Gaza denuncia”. Por
vezes nem isso e a notícia é dada como se fosse verdade apenas por ser
anunciada.
Mas quem é “a ONU”? O público não questiona, porque confia
nas siglas, de algum modo imagina que se trata de gente angelical e neutra,
vestida de azul e cheia de boas intenções. O problema é que, em Gaza, esses “funcionários da ONU”
não são neutros nem independentes. São palestinianos que vivem sob o domínio do Hamas,
obedecem ao Hamas, e, em muitos casos, são o Hamas. Por isso é que estão vivos!
A máquina de propaganda funciona com precisão. Não há
jornalistas estrangeiros a operar livremente na Faixa de Gaza. Todos os
“repórteres” de que dependem meios como a BBC, a Reuters, a France Press ou a
Al Jazeera estão sob a alçada directa do
Hamas. Tudo
o que dali sai tem a concordância do Hamas que aliás produz mesmo imagens e
vídeos, como está largamente documentado. Nenhuma
imagem de jihadistas mortos ou feridos é publicada. Não há
registo de depósitos de armas escondidos em escolas, hospitais ou mesquitas. Os
que há vêm de imagens feitas pelas tropas israelitas e são rapidamente atiradas
para o oblívio. Tudo o que o Ocidente vê é a versão editada e aprovada pelo
Hamas. Uma
narrativa fabricada para emocionar e indignar. E a cada
imagem, verdadeira ou falsa, de uma criança ferida ou de um prédio destruído,
as redações ocidentais, com o seu misto de ignorância e antissemitismo larvar,
disparam acusações automáticas contra Israel.
É crucial recordar o ponto de
partida: o
Hamas atacou Israel com um objectivo declarado e inegável: Matar judeus,
sequestrar civis, torturar, aterrorizar. O que
aconteceu a 7 de outubro não foi uma operação militar, foi uma matança
deliberada, um pogrom do século XXI. Um genocídio em toda a regra!
Os líderes do Hamas sabiam que não iam destruir Israel com esse ataque e
que a resposta israelita seria implacável. Contavam com isso. Era esse o seu
plano.
A sua estratégia sempre foi usar os
corpos dos próprios civis como escudos humanos e munição mediática. Sabiam que
quanto mais mortos fossem exibidos, reais ou inventados, maior seria a pressão
internacional para forçar Israel a parar. Sabiam
que as capitais europeias, com as suas multidões agitadas e governos tímidos,
são o terreno perfeito para esta chantagem emocional. E que se
Israel não parasse, como era provável, dada a enormidade do acto terrorista,
seria cada vez maior o isolamento do estado judaico, possíveis boicotes e
sanções, enfim a paulatina asfixia do país. Destruir
Israel é, como todos sabem, o seu verdadeiro objectivo e não o escondem.
A ONU e muitas ONG’s desempenham aqui
um papel vergonhoso. Organismos
como a UNRWA, cujos
funcionários são 99% palestinianos e está infiltrada até à medula por militantes e simpatizantes do Hamas,
distribuem não apenas ajuda humanitária, mas também a ideologia e a malha de
controle do grupo terrorista. A ONU,
através das declarações dos seus representantes, como o Eng.º Guterres, Lazzarini, ou Francesca Albanese, nunca escondeu a
sua parcialidade. Estes
altos funcionários não chegaram aos cargos por serem modelos de imparcialidade
ou competência. Foram eleitos com o voto massivo de países muçulmanos ou
aliados desses regimes, muitas vezes comprados com petrodólares, tal como o
Qatar comprou o Mundial de 2022. A mesma lógica de corrupção e
submissão geopolítica alimenta a cumplicidade com o Hamas.
A chamada “fome em Gaza” é a última grande
narrativa fabricada. A
ajuda humanitária enviada para a Faixa pela “ONU”, não desaparece por milagre.
É apropriada pelo Hamas, revendida no mercado negro, usada como moeda de troca
política. Depoimentos de civis palestinianos e investigações
independentes mostram que camiões da ONU são desviados amigavelmente por homens
armados do Hamas. Os
armazéns são controlados pelo grupo terrorista, que vende alimentos e
medicamentos a preços inflacionados, enquanto os seus colaboradores e
funcionários da ONU (palestinianos que lhe obedecem) fecham os olhos e
continuam a culpar Israel por uma “crise humanitária” que eles próprios
perpetuam. Quem
tentar romper este esquema é punido, a maioria das vezes com a morte. Há
registos objectivos de palestinianos baleados por tentarem aceder a comida sem
permissão do Hamas, ou por colaborarem com organizações que tentam distribuir
ajuda fora da teia jihadista.
É esta dinâmica que o Ocidente se
recusa a ver. Não é apenas ignorância; há uma ânsia de culpar Israel a todo o
custo, um vício quase cultural em apontar o dedo ao judeu.
Líderes
ocidentais, especialmente na Europa, continuam a emitir declarações
“equilibradas”, sempre com uma condenação a Israel, como se a democracia
israelita e uma organização terrorista estivessem no mesmo plano moral. Esta
postura “salomónica” é, na verdade, cobardia travestida de diplomacia. Por detrás dela há uma realidade simples:
os países muçulmanos são dezenas,
Israel é só um. Os judeus são meia dúzia de gatos
pingados, os muçulmanos são mais de 2 mil milhões, 25 % da população do
planeta. Nos
subúrbios das grandes cidades europeias, os imigrantes islâmicos já são uma
força demográfica capaz de intimidar governos e condicionar políticas públicas.
É mais fácil culpar Israel do que enfrentar motins e atentados em Paris,
Bruxelas, Madrid ou Berlim. E o dinheiro do petróleo e do gáz financia hoje
jornais, televisões, empresas, clubes de futebol, pessoas e universidades em
todo o Ocidente. As contrapartidas são inevitáveis.
Entretanto, Israel continua a guerra
a que foi obrigado, tentando agora tirar
a água ao peixe, ou seja, a população ao Hamas. A estratégia é dura, mas
não nova. A contra-guerrilha britânica na
Malásia e as operações portuguesas em
África seguiram um princípio semelhante: separar a população civil dos
insurgentes, retirar-lhes a “água” em que o peixe nada. Gaza,
porém, é um caso extremo. O Hamas fez da população o seu escudo, combatendo em
bairros residenciais, usando escolas e hospitais como depósitos de armas e
centros de comando. Cada operação israelita, por mais cuidadosa que seja, gera
inevitavelmente vítimas civis, e é precisamente isso que o Hamas procura. É o seu modelo de negócio: transformar cada combate
num cadáver civil e cada cadáver num comunicado de imprensa. Quantos mais
cadáveres, reais ou inventados, mais o Hamas lucra.
O mais revoltante é que, quando os
delirantes números fabricados pelo Hamas chegam aos jornais europeus, não há
qualquer aviso ou nota crítica. O “Ministério da Saúde de Gaza”, o Hamas, é
citado como se fosse uma entidade neutra, credível e independente. É como se,
nos anos 40, a imprensa ocidental publicasse comunicados do Ministério da
Propaganda de Goebbels sem qualquer filtro. A diferença é que agora essa propaganda tem o selo azul da ONU e o
carimbo de ONG’s como a Médicos Sem Fronteiras, cujos relatórios são baseados
em “testemunhos” fornecidos pelo Hamas.
A indignação ocidental, alimentada
por estas mentiras, é vergonhosa. Marchas “pela Palestina” percorrem capitais
europeias com cartazes a pedir o fim de Israel, muitas vezes acompanhadas de
bandeiras do Hamas e slogans abertamente antissemitas. A linha entre “solidariedade com Gaza” e ódio aos
judeus desapareceu há muito. As democracias que hoje se comovem com as imagens
que o Hamas produz sobre a “fome em Gaza”, são as mesmas que, há oitenta anos,
fecharam as portas a refugiados judeus ou os enviaram de volta para os campos
de extermínio. Nada muda quando a moralidade é ditada pela cobardia e pela
propaganda.
A verdade incómoda é que a
crise humanitária em Gaza não é sequer um “efeito colateral” da guerra; é uma
estratégia deliberada do Hamas. Sem a
cumplicidade da ONU e a ingenuidade do Ocidente, este método já teria falhado.
Mas enquanto houver jornalistas dispostos a repetir, sem verificação, os números
e imagens do Hamas, e enquanto houver líderes europeus mais preocupados com
votos em subúrbios islâmicos do que com a verdade, o terrorismo continuará a
vencer no campo da opinião pública.
Israel aprendeu há muito que não pode
confiar na boa vontade do mundo, porque a sua sobrevivência depende disso. Mas
está a perder no campo das percepções, da propaganda e do ódio.
Para Israel cada cadáver é uma vida.
Para o Hamas, cada imagem de fome é um trunfo. Para a
ONU, cada comunicado é um gesto de alinhamento político. Para a imprensa
ocidental, é apenas mais uma “história humana” que garante cliques e
audiências.
O
resultado é um Ocidente moralmente falido, cúmplice involuntário ou voluntário
do cinismo, do jihadismo e do antissemitismo.
CONFLITO
ISRAELO-PALESTINIANO MUNDO
COMENTÁRIOS (de 150):
Rui Lima: Na verdade hoje ONU é um
movimento antiocidental, profundamente influenciada por países que têm
interesse em minar a ordem liberal internacional , os regimes
autoritários . O que dói é a cobardia dos líderes ocidentais que aceitam termos
como “apartheid”, “genocídio”, “neocolonialismo”, ou “hegemonia financeira” em relatórios
encomendados por países hostis ao Ocidente ou por especialistas com ideologias
marcadamente antiliberais. António Guterres é um “pau mandado” dos blocos
antiocidentais na ONU .
António Rocha Pinto: A sua mensagem terá
dificuldade em passar...é verdadeira
Isabel Amorim: Ora está aqui uma descrição
mais que perfeita de toda a encenação e método do modo como o Hamas e os seus
petrodólares funcionam com o efeito esperado como se fosse matemática.
Certissimo tudo. E a malta do lencinho palestiniano todo contente por poder só
com o lencinho posto poder passear a cómoda sinalização da virtude caseirita
e fácil enquanto vai cometendo o mesmo erro que há 80 anos. Os
"bons" cometendo atrocidades e o resto da população "não
sabia".... "ingenuos" que não se questionam, sensíveis às
edições descaradas de umas colecções de fotografias e "noticias" que
o Hamas vai lançando como bem quer. Espero que esses ingénuos como o safado do
Guterres sejam obrigados a ouvir e a ver os relatos das vítimas usadas por
estes terroristas falarem a verdade que se recusam a ver. E que nao venham
dizer depois que foram enganados, essa conversa já nao vai colar.
Miguel Paixão: Completamente de acordo
Luís CR Cabral: Muito bom. Uma voz esclarecida
no charco da propaganda.
Manuel Jesus: Muito bem. Subscrevo
integralmente.
Maria Tubucci: Muito bem Sr. Coronel. Até que
enfim é abordado o tema da fome como arma de guerra. Mas ao
contrário de uma fação A que utiliza a fome como arma contra uma fação B, em
Gaza há uma completa perversão. O hamas está em conflito com os israelitas, mas
cobardemente escondido no meio da sua população civil, usa-a para atingir
psicologicamente o outro lado. Para nas capitais dos países ocidentais, onde há
uma elevada população islâmica, forçar todos a serem anti-israelitas. No
entanto, a manipulação topa-se à distância. Por exemplo, a foto da criança
subnutrida ao colo de uma mulher, colocada a 24/7/2025 no Observador da autoria
de Ahmed Jihad Al-ariani, é uma obra-prima da manipulação. Repare-se. O objeto
principal da imagem são as costas subnutridas da criança, para onde aponta a
luz que orienta quem olha a foto. A criança no lugar onde deveria estar uma
fralda tem um saco de plástico negro que contrasta com o tom da pele, a cara da
criança está convenientemente escondida, não interessa. O ambiente da foto fora
do objeto principal é escuro de modo a causar maior impacto. Por outro lado, a
segurar a criança está uma mulher, cujas mãos e o olhar conduzem quem olha a
foto para as costas da criança. A mulher está com excesso de roupa e poderia
ter utilizado, por exemplo, o farrapo que lhe cobre a cabeça como fralda para
criança, as mãos estão gordas e bem nutridas e está a segurar a criança de modo
anómalo. Se fosse a mãe da criança também deveria estar subnutrida, é aqui que
toda a manipulação da foto cai por terra, a foto é anti-natural. Conclui-se
que, o hamas está a provocar a subnutrição nas suas crianças para chantagear o
ocidente, está a tentar à força toda meter uma narrativa pela goela abaixo dos
ocidentais culpabilizando os israelitas. Acrescente-se que, também vários
reféns que foram libertados vinham subnutridos. As pobres das crianças são
joguetas nas mãos dos terroristas, são armas de guerra nada mais, os cobardes
não querem saber das crianças para nada, eventualmente até são criadas para
isto mesmo. Aliás, alguém sabe o número de terroristas do hamas que já morreram
em Gaza? Ninguém, em Gaza só morrem: mulheres e crianças...
Filipe Paes de Vasconcellos: O OCIDENTE TEM “CAPILÉ
NAS VEIAS “*: Excelente artigo. O indigno Guterres e os cobardolas ocidentais
estão a pôr-se a jeito para a sua própria destruição por estes “magníficos “
terroristas. É absolutamente nojento o que se está a passar neste mundo
ocidental de gente fraca e com “capilé nas veias*. *Natália Correia sobre os
inadiáveis do PSD.
Uiros Ueramos: 100% correcto!
Tim do A: Excelente artigo. Põe a nu a
verdade.
Hugo Silva: Para percebermos ao ponto que
chegámos, nomeadamente ao nível da classe de vendedores de banha da cobra,
vulgo jornalistas... Notícia CNN, de há dois dias, "palete enviada por Israel, fere vários palestinianos". Uma palete, carregada com
ajuda humanitária, enviada de paraquedas... feriu vários palestinianos, tudo
orquestrado por Israel para exterminar a população de Gaza. Ao ponto que chegou
a filha da putice da classe jornalística.
A FJ: Para quando chamar os
jornalistas à responsabilidade? Escondidos atrás do "pilar da
democracia", quem os fiscaliza? O Elon musk tem toda a razão. Fazem mais
pela verdade os community notes da rede X do que o trabalho de muito
"defensor da democracia". E nem vou falar dos fact checkers que são
uma piada, a começar e a terminar no polígrafo.
Antonio Rodrigues: Não sei quanto tempo mais vão
permitir, mesmo aqui no Observador, que alguém denuncie o que é o Haamas, a ONU
e os seus aliados. Mas enquanto for possível é de agradecer ao Sr Coronel a
coragem. Muito obrigado.
Nuno Pinho > José B Dias: Momentos trágicos ali se
vivem…. Da Ucrânia a Gaza…. Da Crimeia em 2014 a Israel em Outubro 2023….. Dois
momentos desencadeados por assassinos que despoletaram uma cascata de morte e
desgraça.
Paulo Cardoso: Muito bem!!!
Bernardino Castro: Excelente artigo, infelizmente é isso mesmo.
A FJ: E é por isto que já não se pode ver televisão.
Cupid Stunt: Muito bem!! 👏🏻👏🏻 A chamar os bois pelos nomes e a indicar que o rei
vai nu!!
Mário Gouveia: Porque é que a comunidade internacional não pressiona
o Hamas para libertar os reféns? Porque é que a comunidade internacional aceita
que a liderança política do Hamas viva em luxo no Qatar? Porque é que a
comunidade internacional não exige a abertura de corredores humanitários para o
Egipto para tirar a população civil do meio de um conflito como é normalmente
feito, veja-se o caso da Síria? A comunidade internacional é conivente com esta
desgraça e há muitos anos.
Carlos Fernandes: Sem tirar nem pôr.... Dói ver os inocentes que morrem
(como em qualquer guerra) mas também dói (e preocupa) ver o mundo a defender um
grupo terrorista...
João David: Espantoso o poder do Hamas - consegue manipular toda a
imprensa americana e europeia e neutralizar a propaganda israelita calando as
reportagens das IDF! A ausência de reporters ocidentais no terreno resulta da
proibição do Hamas e não de Israel. A ONU está dominada pelo Hamas, o eng.
Guterres esta a soldo do Hamas. Israel tem cumprido fielmente todas as
resoluções da assembleia geral da ONU, O conselho de segurança tem cumprido
honestamente a sua função vetando todas as decisões que prejudiquem o governo
de Israel. As imagens que mostram a faixa de GAZA arrasada são feitas pelo
Hamas por IA, estranhamente os funcionários da ONU são todos palestinianos e
pertencem portanto ao Hamas, as pessoas mortas nas filas de recolha de farinha
são todas do Hamas, mesmo com idade inferior a 12 anos, tudo encenado. As
imagens de crianças esqueleticas vistas na TV são na verdade obtidas em filmes
dos campos de concentração nazis retocados por IA, a população local está bem
alimentada, todos os dias entram centenas de camions carregados de alimentos,
há água potável com fartura, os médicos ocidentais que relatam horrores nos
hospitais são pagos pelo Hamas, e tudo mentira.
Miguel Santos: Há mais de um ano que todas as semanas é anunciado
que metade da população em Gaza está para morrer, esganada de fome. E contudo,
lá estão eles, vivinhos da silva. Deve acontecer um milagre semanal que os
salva... Está de parabéns o autor do texto - vem dizer as verdades que os
jornalistas não têm coragem de dizer ou de investigar.
Jose Pires: A verdade pura e dura que a Comunicação Social
completamente vendida, esconde. Um dia, se isto não se inverter rapidamente,
vamos pagar muito caro por isso. Quando as nossas mulheres não puderem sair á
rua de cabelos destapados, os nossos filhos e netos tiverem de andar escondidos
da turba muçulmana. Nesse dia, os cobardes que hoje escondem a verdade e fazem
o frete à esquerdalhada woke, vão talvez abrir os olhos. Até lá a sua cobardia,
vai continuar a manter longe das pessoas a realidade e a mentir deliberadamente.
A minha única satisfação é que "Roma não paga a traidores"
e estes sabujos, vão ser os primeiros a levar um pontapé nos ditos cujos,
daqueles que hoje andam a defender!
Pertinaz: A fome em Gaza é uma montagem da velha aliança
hamas/onu. Os adultos são obesos e as crianças morrem de fome… já se percebeu
porquê e para quê… Escumalha de assassinos…!!!
henrique pereira dos santos > Pedro Abreu: Vamos admitir que sim, que é um agente da Mossad. Não
acha que era mais eficaz desmontar os argumentos dele que fazer perguntas
retóricas? Ou faz perguntas retóricas porque não tem argumentos?
David Pinheiro: Parabéns
pela coragem em falar verdade frente aos comentadeiros do regime, ontem na CNN.
Pedro Silva: Excelente!
Um dos poucos que não é comido de cebolada! A maioria dos comentadores da
comunicação social portuguesa, é profundamente parcial!
Diogo Sampayo: Belíssimo artigo! Verdades
como punhos!
(CONTINUA)
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