terça-feira, 29 de julho de 2025

PALESTINA


Nas boas graças de um mundo piedoso.

«A pornografia da fome: como o Hamas e a ONU nos enganam»

A estratégia sempre foi usar os corpos dos seus civis como escudos humanos e munição mediática. Sabiam que quanto mais mortos fossem exibidos, reais ou inventados, maior seria a pressão internacional.

JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES DO CARMO Coronel "Comando"

OBSERVADOR, 28 jul. 2025, 00:18150

A última grande campanha do Hamas para procurar sobreviver não se faz com foguetes, mas com imagens de crianças famintas. A pornografia da fome é uma das mais eficazes armas do terrorismo jihadista: manipula emoções, distorce percepções e transforma cada telejornal ocidental em caixa de ressonância da propaganda islamista.

Todos os dias, imagens e vídeos cuidadosamente encenados, com cortes e ângulos escolhidos a dedo, são distribuídos por agências noticiosas e replicados em televisões e jornais. As manchetes são sempre as mesmas: “A ONU confirma”, “a OMS alerta”, “o Ministério da Saúde de Gaza denuncia”. Por vezes nem isso e a notícia é dada como se fosse verdade apenas por ser anunciada.

Mas quem é “a ONU”? O público não questiona, porque confia nas siglas, de algum modo imagina que se trata de gente angelical e neutra, vestida de azul e cheia de boas intenções. O problema é que, em Gaza, esses “funcionários da ONU” não são neutros nem independentes. São palestinianos que vivem sob o domínio do Hamas, obedecem ao Hamas, e, em muitos casos, são o Hamas. Por isso é que estão vivos!

A máquina de propaganda funciona com precisão. Não há jornalistas estrangeiros a operar livremente na Faixa de Gaza. Todos os “repórteres” de que dependem meios como a BBC, a Reuters, a France Press ou a Al Jazeera estão sob a alçada directa do Hamas. Tudo o que dali sai tem a concordância do Hamas que aliás produz mesmo imagens e vídeos, como está largamente documentado. Nenhuma imagem de jihadistas mortos ou feridos é publicada. Não há registo de depósitos de armas escondidos em escolas, hospitais ou mesquitas. Os que há vêm de imagens feitas pelas tropas israelitas e são rapidamente atiradas para o oblívio. Tudo o que o Ocidente vê é a versão editada e aprovada pelo Hamas. Uma narrativa fabricada para emocionar e indignar. E a cada imagem, verdadeira ou falsa, de uma criança ferida ou de um prédio destruído, as redações ocidentais, com o seu misto de ignorância e antissemitismo larvar, disparam acusações automáticas contra Israel.

É crucial recordar o ponto de partida: o Hamas atacou Israel com um objectivo declarado e inegável: Matar judeus, sequestrar civis, torturar, aterrorizar. O que aconteceu a 7 de outubro não foi uma operação militar, foi uma matança deliberada, um pogrom do século XXI. Um genocídio em toda a regra!

Os líderes do Hamas sabiam que não iam destruir Israel com esse ataque e que a resposta israelita seria implacável. Contavam com isso. Era esse o seu plano.

A sua estratégia sempre foi usar os corpos dos próprios civis como escudos humanos e munição mediática. Sabiam que quanto mais mortos fossem exibidos, reais ou inventados, maior seria a pressão internacional para forçar Israel a parar. Sabiam que as capitais europeias, com as suas multidões agitadas e governos tímidos, são o terreno perfeito para esta chantagem emocional. E que se Israel não parasse, como era provável, dada a enormidade do acto terrorista, seria cada vez maior o isolamento do estado judaico, possíveis boicotes e sanções, enfim a paulatina asfixia do país.  Destruir Israel é, como todos sabem, o seu verdadeiro objectivo e não o escondem.

A ONU e muitas ONG’s desempenham aqui um papel vergonhoso. Organismos como a UNRWA, cujos funcionários são 99% palestinianos e está infiltrada até à medula por militantes e simpatizantes do Hamas, distribuem não apenas ajuda humanitária, mas também a ideologia e a malha de controle do grupo terrorista. A ONU, através das declarações dos seus representantes, como o Eng.º Guterres, Lazzarini, ou Francesca Albanese, nunca escondeu a sua parcialidade. Estes altos funcionários não chegaram aos cargos por serem modelos de imparcialidade ou competência. Foram eleitos com o voto massivo de países muçulmanos ou aliados desses regimes, muitas vezes comprados com petrodólares, tal como o Qatar comprou o Mundial de 2022. A mesma lógica de corrupção e submissão geopolítica alimenta a cumplicidade com o Hamas.

A chamada “fome em Gaza” é a última grande narrativa fabricada. A ajuda humanitária enviada para a Faixa pela “ONU”, não desaparece por milagre. É apropriada pelo Hamas, revendida no mercado negro, usada como moeda de troca política. Depoimentos de civis palestinianos e investigações independentes mostram que camiões da ONU são desviados amigavelmente por homens armados do Hamas. Os armazéns são controlados pelo grupo terrorista, que vende alimentos e medicamentos a preços inflacionados, enquanto os seus colaboradores e funcionários da ONU (palestinianos que lhe obedecem) fecham os olhos e continuam a culpar Israel por uma “crise humanitária” que eles próprios perpetuam. Quem tentar romper este esquema é punido, a maioria das vezes com a morte. Há registos objectivos de palestinianos baleados por tentarem aceder a comida sem permissão do Hamas, ou por colaborarem com organizações que tentam distribuir ajuda fora da teia jihadista.

É esta dinâmica que o Ocidente se recusa a ver. Não é apenas ignorância; há uma ânsia de culpar Israel a todo o custo, um vício quase cultural em apontar o dedo ao judeu.

Líderes ocidentais, especialmente na Europa, continuam a emitir declarações “equilibradas”, sempre com uma condenação a Israel, como se a democracia israelita e uma organização terrorista estivessem no mesmo plano moral. Esta postura “salomónica” é, na verdade, cobardia travestida de diplomacia. Por detrás dela há uma realidade simples: os países muçulmanos são dezenas, Israel é só um. Os judeus são meia dúzia de gatos pingados, os muçulmanos são mais de 2 mil milhões, 25 % da população do planeta. Nos subúrbios das grandes cidades europeias, os imigrantes islâmicos já são uma força demográfica capaz de intimidar governos e condicionar políticas públicas. É mais fácil culpar Israel do que enfrentar motins e atentados em Paris, Bruxelas, Madrid ou Berlim. E o dinheiro do petróleo e do gáz financia hoje jornais, televisões, empresas, clubes de futebol, pessoas e universidades em todo o Ocidente. As contrapartidas são inevitáveis.

Entretanto, Israel continua a guerra a que foi obrigado, tentando agora tirar a água ao peixe, ou seja, a população ao Hamas. A estratégia é dura, mas não nova. A contra-guerrilha britânica na Malásia e as operações portuguesas em África seguiram um princípio semelhante: separar a população civil dos insurgentes, retirar-lhes a “água” em que o peixe nada. Gaza, porém, é um caso extremo. O Hamas fez da população o seu escudo, combatendo em bairros residenciais, usando escolas e hospitais como depósitos de armas e centros de comando. Cada operação israelita, por mais cuidadosa que seja, gera inevitavelmente vítimas civis, e é precisamente isso que o Hamas procura. É o seu modelo de negócio: transformar cada combate num cadáver civil e cada cadáver num comunicado de imprensa. Quantos mais cadáveres, reais ou inventados, mais o Hamas lucra.

O mais revoltante é que, quando os delirantes números fabricados pelo Hamas chegam aos jornais europeus, não há qualquer aviso ou nota crítica. O “Ministério da Saúde de Gaza”, o Hamas, é citado como se fosse uma entidade neutra, credível e independente. É como se, nos anos 40, a imprensa ocidental publicasse comunicados do Ministério da Propaganda de Goebbels sem qualquer filtro. A diferença é que agora essa propaganda tem o selo azul da ONU e o carimbo de ONG’s como a Médicos Sem Fronteiras, cujos relatórios são baseados em “testemunhos” fornecidos pelo Hamas.

A indignação ocidental, alimentada por estas mentiras, é vergonhosa. Marchas “pela Palestina” percorrem capitais europeias com cartazes a pedir o fim de Israel, muitas vezes acompanhadas de bandeiras do Hamas e slogans abertamente antissemitas. A linha entre “solidariedade com Gaza” e ódio aos judeus desapareceu há muito. As democracias que hoje se comovem com as imagens que o Hamas produz sobre a “fome em Gaza”, são as mesmas que, há oitenta anos, fecharam as portas a refugiados judeus ou os enviaram de volta para os campos de extermínio. Nada muda quando a moralidade é ditada pela cobardia e pela propaganda.

A verdade incómoda é que a crise humanitária em Gaza não é sequer um “efeito colateral” da guerra; é uma estratégia deliberada do Hamas. Sem a cumplicidade da ONU e a ingenuidade do Ocidente, este método já teria falhado. Mas enquanto houver jornalistas dispostos a repetir, sem verificação, os números e imagens do Hamas, e enquanto houver líderes europeus mais preocupados com votos em subúrbios islâmicos do que com a verdade, o terrorismo continuará a vencer no campo da opinião pública.

Israel aprendeu há muito que não pode confiar na boa vontade do mundo, porque a sua sobrevivência depende disso. Mas está a perder no campo das percepções, da propaganda e do ódio.

Para Israel cada cadáver é uma vida. Para o Hamas, cada imagem de fome é um trunfo. Para a ONU, cada comunicado é um gesto de alinhamento político. Para a imprensa ocidental, é apenas mais uma “história humana” que garante cliques e audiências.

O resultado é um Ocidente moralmente falido, cúmplice involuntário ou voluntário do cinismo, do jihadismo e do antissemitismo.

CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO       MUNDO

COMENTÁRIOS (de 150):

Rui Lima: Na verdade hoje ONU é um movimento antiocidental, profundamente influenciada por países que têm interesse em minar a ordem liberal internacional , os  regimes autoritários . O que dói é a cobardia dos líderes ocidentais que aceitam termos como “apartheid”, “genocídio”, “neocolonialismo”, ou “hegemonia financeira” em relatórios encomendados por países hostis ao Ocidente ou por especialistas com ideologias marcadamente antiliberais. António Guterres é um “pau mandado” dos blocos antiocidentais na ONU .

António Rocha Pinto: A sua mensagem terá dificuldade em passar...é verdadeira

Isabel Amorim: Ora está aqui uma descrição mais que perfeita de toda a encenação e método do modo como o Hamas e os seus petrodólares funcionam com o efeito esperado como se fosse matemática. Certissimo tudo. E a malta do lencinho palestiniano todo contente por poder só com o lencinho posto poder passear a cómoda sinalização da virtude caseirita e  fácil enquanto vai cometendo o mesmo erro que há 80 anos. Os "bons" cometendo atrocidades e o resto da população "não sabia".... "ingenuos" que não se questionam, sensíveis às edições descaradas de umas colecções de fotografias e "noticias" que o Hamas vai lançando como bem quer. Espero que esses ingénuos como o safado do Guterres sejam obrigados a ouvir e a ver os relatos das vítimas usadas por estes terroristas falarem a verdade que se recusam a ver. E que nao venham dizer depois que foram enganados, essa conversa já nao vai colar.

Miguel Paixão: Completamente de acordo

Luís CR Cabral: Muito bom. Uma voz esclarecida no charco da propaganda.

Manuel Jesus: Muito bem. Subscrevo integralmente.

Maria Tubucci: Muito bem Sr. Coronel. Até que enfim é abordado o tema da fome como arma de guerra.  Mas ao contrário de uma fação A que utiliza a fome como arma contra uma fação B, em Gaza há uma completa perversão. O hamas está em conflito com os israelitas, mas cobardemente escondido no meio da sua população civil, usa-a para atingir psicologicamente o outro lado. Para nas capitais dos países ocidentais, onde há uma elevada população islâmica, forçar todos a serem anti-israelitas. No entanto, a manipulação topa-se à distância. Por exemplo, a foto da criança subnutrida ao colo de uma mulher, colocada a 24/7/2025 no Observador da autoria de Ahmed Jihad Al-ariani, é uma obra-prima da manipulação. Repare-se. O objeto principal da imagem são as costas subnutridas da criança, para onde aponta a luz que orienta quem olha a foto. A criança no lugar onde deveria estar uma fralda tem um saco de plástico negro que contrasta com o tom da pele, a cara da criança está convenientemente escondida, não interessa. O ambiente da foto fora do objeto principal é escuro de modo a causar maior impacto. Por outro lado, a segurar a criança está uma mulher, cujas mãos e o olhar conduzem quem olha a foto para as costas da criança. A mulher está com excesso de roupa e poderia ter utilizado, por exemplo, o farrapo que lhe cobre a cabeça como fralda para criança, as mãos estão gordas e bem nutridas e está a segurar a criança de modo anómalo. Se fosse a mãe da criança também deveria estar subnutrida, é aqui que toda a manipulação da foto cai por terra, a foto é anti-natural. Conclui-se que, o hamas está a provocar a subnutrição nas suas crianças para chantagear o ocidente, está a tentar à força toda meter uma narrativa pela goela abaixo dos ocidentais culpabilizando os israelitas. Acrescente-se que, também vários reféns que foram libertados vinham subnutridos. As pobres das crianças são joguetas nas mãos dos terroristas, são armas de guerra nada mais, os cobardes não querem saber das crianças para nada, eventualmente até são criadas para isto mesmo. Aliás, alguém sabe o número de terroristas do hamas que já morreram em Gaza? Ninguém, em Gaza só morrem: mulheres e crianças... 

Filipe Paes de Vasconcellos: O OCIDENTE TEM  “CAPILÉ NAS VEIAS “*: Excelente artigo. O indigno Guterres e os cobardolas ocidentais estão a pôr-se a jeito para a sua própria destruição por estes “magníficos “ terroristas. É absolutamente nojento o que se está a passar neste mundo ocidental de gente fraca e com “capilé nas veias*. *Natália Correia sobre os inadiáveis do PSD.

Uiros Ueramos: 100% correcto!

Tim do A: Excelente artigo. Põe a nu a verdade.

Hugo Silva: Para percebermos ao ponto que chegámos, nomeadamente ao nível da classe de vendedores de banha da cobra, vulgo jornalistas... Notícia CNN, de há dois dias, "palete enviada por Israel, fere vários palestinianos". Uma palete, carregada com ajuda humanitária, enviada de paraquedas... feriu vários palestinianos, tudo orquestrado por Israel para exterminar a população de Gaza. Ao ponto que chegou a filha da putice da classe jornalística.

A FJ: Para quando chamar os jornalistas à responsabilidade? Escondidos atrás do "pilar da democracia", quem os fiscaliza? O Elon musk tem toda a razão. Fazem mais pela verdade os community notes da rede X do que o trabalho de muito "defensor da democracia". E nem vou falar dos fact checkers que são uma piada, a começar e a terminar no polígrafo.

Antonio Rodrigues: Não sei quanto tempo mais vão permitir, mesmo aqui no Observador, que alguém denuncie o que é o Haamas, a ONU e os seus aliados. Mas enquanto for possível é de agradecer ao Sr Coronel a coragem. Muito obrigado.

Nuno Pinho > José B Dias: Momentos trágicos ali se vivem…. Da Ucrânia a Gaza…. Da Crimeia em 2014 a Israel em Outubro 2023….. Dois momentos desencadeados por assassinos que despoletaram uma cascata de morte e desgraça.

Paulo Cardoso: Muito bem!!!

Bernardino Castro: Excelente artigo, infelizmente é isso mesmo.

A FJ: E é por isto que já não se pode ver televisão.

Cupid Stunt: Muito bem!! 👏🏻👏🏻 A chamar os bois pelos nomes e a indicar que o rei vai nu!!

Mário Gouveia: Porque é que a comunidade internacional não pressiona o Hamas para libertar os reféns? Porque é que a comunidade internacional aceita que a liderança política do Hamas viva em luxo no Qatar? Porque é que a comunidade internacional não exige a abertura de corredores humanitários para o Egipto para tirar a população civil do meio de um conflito como é normalmente feito, veja-se o caso da Síria? A comunidade internacional é conivente com esta desgraça e há muitos anos.

Carlos Fernandes: Sem tirar nem pôr.... Dói ver os inocentes que morrem (como em qualquer guerra) mas também dói (e preocupa) ver o mundo a defender um grupo terrorista... 

João David: Espantoso o poder do Hamas - consegue manipular toda a imprensa americana e europeia e neutralizar a propaganda israelita calando as reportagens das IDF! A ausência de reporters ocidentais no terreno resulta da proibição do Hamas e não de Israel. A ONU está dominada pelo Hamas, o eng. Guterres esta a soldo do Hamas. Israel tem cumprido fielmente todas as resoluções da assembleia geral da ONU, O conselho de segurança tem cumprido honestamente a sua função vetando todas as decisões que prejudiquem o governo de Israel. As imagens que mostram a faixa de GAZA arrasada são feitas pelo Hamas por IA, estranhamente os funcionários da ONU são todos palestinianos e pertencem portanto ao Hamas, as pessoas mortas nas filas de recolha de farinha são todas do Hamas, mesmo com idade inferior a 12 anos, tudo encenado. As imagens de crianças esqueleticas vistas na TV são na verdade obtidas em filmes dos campos de concentração nazis retocados por IA, a população local está bem alimentada, todos os dias entram centenas de camions carregados de alimentos, há água potável com fartura, os médicos ocidentais que relatam horrores nos hospitais são pagos pelo Hamas, e tudo mentira.

Miguel Santos: Há mais de um ano que todas as semanas é anunciado que metade da população em Gaza está para morrer, esganada de fome. E contudo, lá estão eles, vivinhos da silva. Deve acontecer um milagre semanal que os salva... Está de parabéns o autor do texto - vem dizer as verdades que os jornalistas não têm coragem de dizer ou de investigar.

Jose Pires: A verdade pura e dura que a Comunicação Social completamente vendida, esconde. Um dia, se isto não se inverter rapidamente, vamos pagar muito caro por isso. Quando as nossas mulheres não puderem sair á rua de cabelos destapados, os nossos filhos e netos tiverem de andar escondidos da turba muçulmana. Nesse dia, os cobardes que hoje escondem a verdade e fazem o frete à esquerdalhada woke, vão talvez abrir os olhos. Até lá a sua cobardia, vai continuar a manter longe das pessoas a realidade e a mentir deliberadamente. A minha única satisfação é que "Roma não paga a traidores" e estes sabujos, vão ser os primeiros a levar um pontapé nos ditos cujos, daqueles que hoje andam a defender!

Pertinaz: A fome em Gaza é uma montagem da velha aliança hamas/onu. Os adultos são obesos e as crianças morrem de fome… já se percebeu porquê e para quê… Escumalha de assassinos…!!!

henrique pereira dos santos > Pedro Abreu: Vamos admitir que sim, que é um agente da Mossad. Não acha que era mais eficaz desmontar os argumentos dele que fazer perguntas retóricas? Ou faz perguntas retóricas porque não tem argumentos?

David Pinheiro: Parabéns pela coragem em falar verdade frente aos comentadeiros do regime, ontem na CNN.

Pedro Silva: Excelente! Um dos poucos que não é comido de cebolada! A maioria dos comentadores da comunicação social portuguesa, é profundamente parcial!

Diogo Sampayo: Belíssimo artigo! Verdades como punhos!

(CONTINUA)


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