Portuguesas
descobrem medicamento que pode travar Alzheimer
Através de uma abordagem
"inovadora", o laboratório português poderá ter encontrado uma
solução para uma doença que ainda não tem cura. Seguem-se ensaios em modelos
humanos.
II - Uma das melhores fotos do mar de 2025 é de
Portugal
Entre tartarugas, baleias e orcas e
joaninhas do mar, as ondas gigantes da Nazaré conquistaram um dos prémios do
Ocean Photographer of the Year que distingue as melhores imagens oceânicas do
mundo.
III - A vingança
do rei Carlos III
Carlos quis avivar na memória colectiva o tremendo acto de
indelicadeza que Trump cometeu na anterior visita ao Reino Unido. Foi também a
vingança de um filho que decidiu honrar a memória da sua mãe.
MANUELA FIGUEIREDO MARTINS Licenciada em
Direito e em Ciências da Comunicação. Formadora (CCP- certificado de
competências pedagógicas)
OBSERVADOR, 19 set. 2025, 00:109
Foi hilariante ver o rei
Carlos vingar a grosseria que Trump cometeu junto da rainha Isabel do Reino
Unido, sua mãe, quando esta o recebeu em 2018.
Na visita oficial que o presidente norte americano iniciou esta quarta
feira, ao Reino Unido, depois dos cumprimentos iniciais, o Rei Carlos III
mandou um “empregado”, o capitão da guarda, dialogar com o presidente
norte-americano e fazer as honras da casa na inspecção às tropas da guarda real. Ele,
o rei, seguiu atrás das duas personagens numa distância cautelosa, para a
tornar ainda mais significativa.
Num primeiro momento fiquei boquiaberta. Logo a seguir fiz a leitura
ponderada do que estava a acontecer e vislumbrei o sabor da vingança e
o esgar do sorriso malicioso no coração de Charles. Um erro de
protocolo? Não, os ingleses não deslizam no protocolo. São exímios,
rígidos, diria mesmo inflexíveis. Não, também não foi um acto de deferência
para com o distinto visitante, a quem todos se vergam. Aquilo a que assistimos
foi o monarca a expor ao ridículo o republicano mal-educado, obrigando-o
a repetir a grosseria e indelicadeza que este cometeu na sua visita anterior ao
Reino Unido, ao voltar as costas à soberana Elizabeth II e ao destacar-se no
caminhar à sua frente. Carlos quis avivar na memória colectiva o tremendo
acto de indelicadeza que Donald Trump cometeu na sua anterior visita ao Reino
Unido. Foi também a vingança de um filho que decidiu honrar a memória da sua
mãe expondo ao ridículo o republicano grosseiro, prepotente e mal-educado.
O rei revelou um pouco do seu
carácter: é um político inteligente, mais inteligente do que aparenta. E é um
homem que não perdoa ofensas.
E o republicano? Em linguagem
muito, muito coloquial: será que ele se enxerga?
COMENTÁRIOS (de 8)
Ricardo Valente Pereira > JOHN MARTINS: Claramente a
autora deste "artigo de opinião" deveria ter investifgado mais o
assunto...é PROTOCOLO o convidado seguir à frente do monarca enquanto
inspecciona a guarda.Procure fotos anteriores.Igual com Obama e com Biden.Mas
apenas com Trump é uma gafe?!
unknown unknown: Pois mas o Trump ganhou duas eleições,
enquanto que o Carlos limitou-se a ser o primeiro parido de sua mãe!
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