quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Encantamento

 

Calorosos agradecimentos ao DR. SALLES DA FONSECA pela História que conta, dessas terras por que passou, em sua defesa militar e que amou igualmente, não só pela consciência do seu significado na gesta heróica nacional, em que ele próprio se integrou, nesse status de respeito pelos valores passados – que todos se perderam - respeito e valores– no servilismo a outras potências de ideologia poderosa de falsa generosidade e, antes, real interesse próprio.

E não resisti a prolongar esse prazer evocativo, a respeito da História dessa terra onde nasci, valendo-me das sínteses da própria INTERNET, que acrescentei ao texto do DR. SALLES DA FONSECA.

I TEXTO:

Por:

HENRIQUE SALLES DA FONSECA

A BEM DA NAÇÃO, 09.09.25

Monomotapa é o nome atribuído a quem reinava na região que actualmente corresponde ao Zimbabwe.

Gungunhana era seu vassalo e a escravatura era o negócio mais lucrativo a que se dedicavam. O «rei de Gaza» governava despoticamente, tudo ou nada eram pretextos para presúrias e fossados nas aldeias do sul de Moçambique acabando os cativos na posse dos comerciantes árabes que regularmente visitavam o «imperador».

Mouzinho de Albuquerque decidiu acabar com este flagelo e combateu, derrotou, prendeu e deportou Gungunhana para Portugal acabando o esclavagista por morrer e ser enterrado nos Açores.

No sul de Moçambique, a paz só não foi perpétua porque, a mando da URSS, a Frelimo instilou o ódio contra quem protegia as populações indefesas.

O resto da História é conhecida e Moçambique passou para o domínio soviético.

O ridículo consistiu em Samora Machel, por ignorância, «exigir» a devolução dos restos mortais do algoz do povo de Gaza. Tratou-se de manipulação política ou tresleitura da realidade histórica.

O esclavagista acabou, assim, por ter honras de Estado.

Setembro de 2025

HENRIQUE SALLES DA FONSECA

COMENTÁRIOS

Anónimo 09.09.2025 14:46: Gostava k mais gente " bem situada " nos media tivesse o privilégio de lerem e aprenderem com este teu texto. Isabel Pedroso

António pinho cardão 09.09.2025 15:15: Nas dobras da história muitos vilões passam a heróis e muitos heróis a vilões. Ignorância e ideologia explicam tudo.

 

II TEXTO:

NOTAS DA INTERNET: (Resenha histórica):

Império Monomotapa

«https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/2/22/Monomotapa_Map.jpg/330px-Monomotapa_Map.jpg

Império Monomotapa em 1635

Região

África subsaariana

Capital

Grande Zimbábue

Países actuais

Zimbábue

Moçambique


Línguas oficiais

xona

Religiões

Animismo


Forma de governo

Monarquia

Muenemutapa

c. 1430-1450

 

Niatsimba Mutota (primeiro)

1740-1759

Debué Mupunzagutu(ultimo)


Período histórico

Idade Média

Idade Moderna

1430

Fundação

1759

Dissolução

O Império Monomotapa (também grafado Mwenemutapa, Muenemutapa, ou ainda Monomatapa, que era o título do seu chefe) foi um império que floresceu entre os séculos XV e XVIII na região sul do rio Zambeze, entre o planalto do Zimbábue e o Oceano Índico, com extensões provavelmente até ao rio Limpopo. Segundo alguns, o império Monomotapa ficava em Mebiri, ao norte da actual cidade de Harare, no actual Zimbábue.

Descrição:  Este estado africano era poderoso, uma vez que controlava uma grande cadeia de minas e de metalurgia de ferro e ouro, cujos produtos eram procurados por mercadores de outras regiões.[carece de fontes]

História: As origens da dinastia governante remontam à primeira metade do século XV. De acordo com a tradição oral, o primeiro "mwene" foi príncipe guerreiro de um reino xona ao sul, chamado Niatsimba Mutota, enviado para encontrar novas fontes de sal ao norte. Mututa encontrou o sal entre os tavaras, uma subdivisão dos xonas que era notória caçadora de elefantes. Foram então conquistados, e sua capital estabelecida a 358 quilômetros ao norte do Grande Zimbábue, no Monte Fura, perto do rio Zambeze.

O primeiro europeu a tomar contacto com a cidade de Grande Zimbábue, capital de Monomotapa, teria sido o navegador e explorador Português Sancho de Tovar. Este Estado africano possuía ricas minas de ouro. O ouro teria sido a razão pela qual os portugueses engendraram a conquista do território. O ouro era trocado pelos moradores por mercadorias que os portugueses ofereciam e, num primeiro momento, justificou a manutenção lusa no actual território moçambicano, a partir de Sofala.

Quando da exploração da costa oriental africana por Vasco da Gama, colheram, os portugueses, informes de que havia ouro em quantidade na região, vindo dum reino não muçulmano. Tais informações foram confirmadas pelo explorador Sancho de Tovar.

Numa primeira tentativa, procuraram cooptar a aristocracia local, sem sucesso. Em 1567, travou-se a guerra que veio, enfim, destruir o império Monomotapa. Para tal, Portugal, com o ataque sob a direcção do vice-rei Rui Lourenço de Távora, contou com a ajuda do rei do Maláui. Esta conquista possibilitou a consolidação dos portugueses no território de MOÇAMBIQUE.

 

 

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