Calorosos agradecimentos ao DR. SALLES
DA FONSECA pela História que conta, dessas terras por que passou, em sua defesa
militar e que amou igualmente, não só pela consciência do seu significado na
gesta heróica nacional, em que ele próprio se integrou, nesse status de
respeito pelos valores passados – que todos se perderam - respeito e valores– no
servilismo a outras potências de ideologia poderosa de falsa generosidade e,
antes, real interesse próprio.
E
não resisti a prolongar esse prazer evocativo, a respeito da História dessa
terra onde nasci, valendo-me das sínteses da própria INTERNET, que acrescentei
ao texto do DR. SALLES DA FONSECA.
I TEXTO:
Por:
HENRIQUE SALLES DA FONSECA
A BEM DA NAÇÃO, 09.09.25
Monomotapa é o nome atribuído a quem
reinava na região que actualmente corresponde ao Zimbabwe.
Gungunhana era seu
vassalo e a escravatura era o negócio mais lucrativo a que se dedicavam. O «rei de Gaza» governava despoticamente, tudo ou
nada eram pretextos para presúrias e fossados nas aldeias do sul de Moçambique acabando os cativos na posse dos
comerciantes árabes que regularmente visitavam o «imperador».
Mouzinho
de Albuquerque decidiu
acabar com este flagelo e combateu, derrotou, prendeu e deportou Gungunhana para Portugal acabando o esclavagista por
morrer e ser enterrado nos Açores.
No
sul de Moçambique, a paz só não foi perpétua porque, a mando da URSS, a Frelimo
instilou o ódio contra quem protegia as populações indefesas.
O resto da História é conhecida e
Moçambique passou para o domínio soviético.
O ridículo consistiu em Samora
Machel, por ignorância, «exigir» a devolução dos restos
mortais do algoz do povo de Gaza. Tratou-se de manipulação política ou tresleitura
da realidade histórica.
O
esclavagista acabou, assim, por ter honras de Estado.
Setembro de 2025
HENRIQUE SALLES DA FONSECA
COMENTÁRIOS
Anónimo
09.09.2025 14:46: Gostava k mais gente " bem situada " nos
media tivesse o privilégio de lerem e aprenderem com este teu texto. Isabel Pedroso
António pinho
cardão 09.09.2025 15:15: Nas
dobras da história muitos vilões passam a heróis e muitos heróis a vilões.
Ignorância e ideologia explicam tudo.
II TEXTO:
NOTAS DA INTERNET: (Resenha
histórica):
Império
Monomotapa
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Império Monomotapa em 1635 |
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Região |
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Capital |
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Países actuais |
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Línguas oficiais |
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Religiões |
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Monarquia |
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Muenemutapa |
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Período histórico |
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O
Império Monomotapa (também grafado Mwenemutapa, Muenemutapa, ou ainda Monomatapa,
que era o título do
seu chefe) foi um império
que floresceu entre os séculos XV e XVIII na região sul do rio Zambeze,
entre o planalto do Zimbábue e o Oceano Índico,
com extensões provavelmente até ao rio Limpopo.
Segundo
alguns, o império Monomotapa ficava em Mebiri, ao norte da actual cidade de Harare, no actual Zimbábue.
Descrição: Este estado
africano
era poderoso, uma vez que controlava uma grande cadeia de minas e de metalurgia
de ferro
e ouro,
cujos produtos eram procurados por mercadores de outras regiões.[carece
de fontes]
História: As origens
da dinastia governante remontam à primeira metade do século XV. De acordo com a
tradição oral, o primeiro "mwene" foi príncipe guerreiro de um reino xona
ao sul, chamado Niatsimba Mutota,
enviado para encontrar novas fontes de sal
ao norte. Mututa encontrou
o sal entre os tavaras, uma
subdivisão dos xonas que era notória caçadora de elefantes. Foram então conquistados, e sua capital estabelecida a 358
quilômetros ao norte do Grande Zimbábue,
no Monte
Fura, perto do rio Zambeze.
O primeiro europeu a tomar contacto com a cidade de Grande
Zimbábue, capital de Monomotapa, teria
sido o navegador e explorador Português Sancho de Tovar. Este Estado africano possuía ricas minas de ouro. O ouro teria sido a razão pela qual os portugueses
engendraram a conquista do território. O ouro era trocado pelos moradores por mercadorias que os portugueses
ofereciam e, num primeiro momento, justificou a manutenção lusa no actual território moçambicano, a partir de Sofala.
Quando da exploração da costa oriental africana
por Vasco da Gama, colheram,
os portugueses, informes de que havia ouro
em quantidade na região, vindo dum reino não muçulmano. Tais informações
foram confirmadas pelo explorador Sancho de Tovar.
Numa
primeira tentativa, procuraram cooptar a aristocracia local, sem sucesso. Em 1567, travou-se a guerra que veio, enfim, destruir o império
Monomotapa. Para tal, Portugal, com o ataque sob a
direcção do vice-rei Rui
Lourenço de Távora, contou com a ajuda do rei do Maláui. Esta
conquista possibilitou a consolidação dos portugueses no território de MOÇAMBIQUE.

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