Inter pares, bonito de se ver. E ouvir. E calar. Quem cala consente.
I - Kim Jong-un promete fazer "tudo o
que puder" por Putin que agradece "participação conjunta" na
guerra contra "neonazismo"
Depois da imponente parada
militar em Tiananmen, presidentes russo e norte-coreano conversaram hora e
meia. Kim prometeu fazer "tudo o que puder" para ajudar Putin.
"É um dever de irmão".
OBSERVADOR, 03 set. 2025, 10:593
Da Praça de Tiananmen, onde
marcaram presença na grande parada militar chinesa desta quarta-feira, ao lado
de Xi Jinping, Vladimir Putin e Kim Jong-un
partiram no mesmo automóvel para a Casa
de Hóspedes de Diaoyutai, um edifício estatal em Pequim onde os dois líderes se
reuniram durante mais de uma hora e meia.
Na parte do encontro aberta à
imprensa, o Presidente da Rússia agradeceu a Kim pela
participação da Coreia do Norte na guerra na Ucrânia. “Gostaria
de agradecer, em nome do povo russo, por esta participação conjunta na luta
moderna contra o neonazismo. Peço que transmitam as mais calorosas palavras de
gratidão a todo o povo da República Popular Democrática da Coreia.”
“Nunca
esqueceremos os sacrifícios que sofreram as vossas forças armadas e as famílias
dos vossos militares”, disse Putin a Kim. “Como é sabido, as suas forças especiais participaram
na libertação da região de Kursk”, continuou o Presidente russo, acrescentando
ainda que os soldados norte-coreanos combateram com “coragem e heroísmo”.
Por sua vez, Kim
Jong-un disse na reunião que fará “tudo o que puder” pelo Presidente russo e pela Rússia —
algo que considera ser uma “obrigação
de irmão”. “Se
houver alguma coisa que eu possa fazer por si e pelo povo da Rússia, se houver
mais alguma coisa a ser feita, considerarei isso um dever de irmão, um dever
que certamente precisamos de cumprir. E estarei preparado para fazer tudo o que
puder para ajudar”,
disse o líder norte-coreano a Putin, num
momento aberto à imprensa internacional.
GUERRA NA UCRÂNIA UCRÂNIA
EUROPA MUNDO
COMENTÁRIOS:
: Tudo, tudo,
tudo? Mesmo? : Não me digam que o Kim até dava o Kum pelo Putin... : Tudo indica que o trampudo pôs os palitos ao bandido
de S. Petersburgo e então este teve que arranjar uma alternativa. 😍
II - "A humanidade volta a encarar a
escolha entre a paz e a guerra", diz Xi Jinping em grande parada militar
em Pequim
Na praça
Tiananmen, em Pequim, ao lado de Vladimir Putin e Kim Jong-un, Xi Jinping
exibiu equipamentos militares e destacou que o mundo vive um momento em que
deve "escolher entre a paz e a guerra".
OBSERVADOR, 03 set. 2025, 07:48 24
Xi
Jinping caminhou entre Vladimir Putin e Kim Jong-un, uma amostra da unidade
entre Rússia, China e Coreia do Norte
“Hoje a humanidade volta a encarar a
escolha entre a paz e a guerra”, afirmou Xi Jinping
perante mais de 50 mil pessoas que acompanharam a maior parada militar da China, na Praça Tiananmen esta quarta-feira, 3 de setembro
(às 9 da manhã locais, 2 da madrugada em Lisboa). Um
desfile que exibiu equipamentos militares chineses recentemente
desenvolvidos e foi acompanhado
de perto por um grupo selecto de líderes mundiais, incluindo VladimirPutin e Kim Jong-un, num gesto que envia um sinal de força para Washington. O desfile
decorre depois da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai, que ocorreu
nos últimos dias, também na China.
Antes do início da parada, Xi
Jinping enfatizou o nacionalismo chinês num
discurso em que afirmou que o “rejuvenescimento da nação chinesa é imparável“. “A humanidade volta a encarar a escolha entre a paz ou a guerra, o diálogo ou o confronto, um cenário em que todos
ganham ou outro em que alguns ganham e uns perdem”, afirmou o
Presidente chinês. Para Xi Jinping, os chineses “permanecem firmemente do
lado certo da história“, adicionando que a China é uma “grande nação” que “nunca se intimida por bullies“, numa
clara referência aos Estados Unidos da América, apesar de não mencionar o país
ou o seu Presidente, cita o TheGuardian. O
mundo nunca deve “regressar à lei da selva, onde os fortes atacam os fracos”,
acrescentou.
A caminhar em direcção à praça, o líder chinês foi fotografado entre o Presidente
russo, Vladimir Putin, e o líder norte coreano, Kim Jong-un, numa amostra de
união entre os três países. Os três acompanharam a parada militar que assinalou
os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, que a China chama “Guerra de
Agressão Japonesa”.
No céu, um espectáculo de jactos com fumo colorido e drones formou o número
80. Por terra marcharam mais
de 10 mil soldados, desfilaram tanques de guerra e foram expostos mísseis balísticos intercontinentais e outros equipamentos de guerra
desenvolvidos recentemente, nunca antes revelados. No final
da parada militar, balões e 80 mil pombas brancas foram lançados no ar.
Donald Trump reagiu ao
desfile militar através das redes sociais. Na Truth Social, o Presidente norte-americano
questionou se o Presidente chinês “mencionará a quantidade massiva de suporte e ‘sangue’ que os Estados
Unidos da América deram à China para ajudar a assegurar a sua liberdade de
invasores estrangeiros inimigos”. O
Presidente norte-americano também desejou que “o Presidente Xi e o povo
maravilhoso da China tenha um óptimo último dia de celebração”, adicionando
que envia cumprimentos aos líderes da Rússia e da Coreia do Norte, “Vladimir Putin e Kim Jong-un, enquanto conspiram contra os Estados Unidos da América”.
Filha de Kim Jong-un em primeiro
compromisso internacional
O líder da Coreia do Norte chegou esta quarta-feira a Pequim de comboio na companhia da filha, KimJu-ae, que se acredita
ser uma adolescente apesar do regime coreano nunca ter divulgado o seu nome ou
idade.
As imagens divulgadas pela imprensa estatal coreana mostram pai e filha a
desembarcar na capital chinesa e a cumprimentar os oficiais chineses. Esta é a primeira aparição internacional de Kim Ju-ae,
que é considerada a
potencial sucessora de Kim Jong-un, avança o The Guardian.
A jovem já tinha participado em várias
cerimónias oficiais na Coreia do Norte desde a sua primeira aparição pública em
novembro de 2022. De acordo com a BBC, esta é a primeira vez que um líder
norte coreano assiste a uma parada militar chinesa em décadas — a última vez
que tal aconteceu foi em 1959, com o avô de Kim Jong-un, Kim Il-Sung, o
fundador da Coreia do Norte.
COMENTÁRIOS
Daniel José: A UE que não corte a dependência da China que vamos
estar todos tramados joão josé cunha rego: Diz o Sr. Xi: "O mundo nunca deve regressar à
lei da selva onde os mais fortes atacam os mais fracos" concordo por
completo. Então Sr. Xi o que está a fazer ao lado do
putin? Putin não atacou cobardemente a Ucrânia que é um Pais mais fraco que a
Rússia? Não é a China que quer anexar Taiwan? Então como ficamos? Claro que a
Europa do sr Costa e da sra van der.....já
toda a gente sabe que não precisa de ser atacada com mísseis ou bombas. Basta
soprar que todos os pseudo governantes se..........! Trump ignorou Costa nas
conversações de Paz para a Ucrânia, por aqui se vê a cotação que a Europa tem
para com o Trump. Não temos armas, não temos tropas, não temos nada, salvo
raras excepções, a não ser lgbts, teoria do género e woke. Francisco
Louro: Coitadinhos. Dois órfãos com o pai Chinês. E este a
chupar o sangue aos meninos atrevidos. Humilde Servo: Oops, o "activo
russo" zangou-se com o controleiro do KGB...
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